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empresas

Business

Momento do Empreendedor da Acist-SL homenageia associadas aniversariantes

Por Jonathan da Silva 19/07/2024
Por Jonathan da Silva

Uma placa comemorativa foi entregue para sete empresas que fazem aniversário de fundação em anos múltiplos de cinco durante o Momento do Empreendedor da Acist-SL, realizado nesta quinta-feira (18). A atividade é de parabenização às associadas é tradicional no evento da entidade. A homenagem foi concedida pelo presidente da Acist-SL, Daniel Klafke.

O Momento do Empreendedor de julho contou com o patrocínio da Sicredi Pioneira, Stihl, Frontec,  SKA, Vila Rica, W3K, Datwyler do Brasil Ltda e Sinodal.

Quem recebeu a homenagem

  • Adriano Muller, diretor da Happy São Leopoldo, escola de habilidades que oferece cursos para crianças e adolescentes nas áreas de tecnologia, programação, educação financeira, oratória e língua inglesa e que comemorou cinco anos de fundação.
  • Lucas Lindenmeyer Jaeger e Eduarda Jaeger, sócios da Virando a Terra, primeira central de compostagem licenciada no município de São Leopoldo, e que há cinco anos oportuniza aos parceiros darem o destino correto para seus resíduos orgânicos. Mais de 70 toneladas de resíduos orgânicos já foram processadas por meio da compostagem desenvolvida pela empresa.
  • Nana Ramos e Amara Martins Ramos, sócias da Óca Coworking, que comemorou dez anos de fundação do primeiro espaço de coworking de São Leopoldo. Sua infraestrutura inclui salas privativas e de reuniões, ambiente compartilhado e de eventos. Oferece ainda serviços virtuais para empresas de pequeno, médio e grande porte.
  • Kátia Cachambú, gestora de Redes Sociais e Mídias Digitais e Rodrigo Steffen, diretor da Vale TV, receberam a homenagem pelos 15 anos de fundação da empresa. A Vale TV é o primeiro canal de televisão do Vale do Sinos, com mais de 40 programas que são veiculados pelo canal 06 da NET/Claro, em São Leopoldo, canal 14 para outros municípios, além do site, aplicativo e outras mídias.
  • Gisele Rossi, gerente, e Leandro Hilbk, diretor da Imobiliária São Luiz, receberam a homenagem pelos 25 anos de fundação da empresa, que atua nas áreas de locação, administração de condomínios e compra e venda de imóveis.
  • Magda Alves Costa e Eduardo Alves Costa, diretores da Bio Engenharia receberam a homenagem pelos 30 anos de fundação da empresa, que fabrica implantes de coluna e produtos médicos para cirurgias de coluna, auxiliando na restauração e melhoria da mobilidade de pessoas que sofrem com alguma restrição ortopédica na coluna vertebral.
  • Padre Sérgio Eduardo Mariucci, reitor da Unisinos, recebeu a homenagem pelos 55 anos de fundação da universidade. A Unisinos é uma instituição jesuíta de educação superior, que há mais de 10 anos está entre as cinco melhores universidades privadas do Brasil, com mais de 150 mil alunos diplomados e câmpus nas cidades de São Leopoldo e Porto Alegre, além dos Polos de Ensino à Distância na Região Sul.
Foto: Evandro Francisco/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2024 0 Comentários 418 Visualizações
Business

Talk de Carreiras reunirá empresas em evento gratuito na Feevale

Por Jonathan da Silva 16/07/2024
Por Jonathan da Silva

Realizado pela Universidade Feevale, o evento Talk de Carreiras acontecerá no dia 30 de julho, a partir das 18h30min, no Salão de Atos do Câmpus II da instituição. Com inscrições gratuitas e abertas à comunidade, o Talk é uma oportunidade de explorar diferentes trajetórias profissionais, ouvir histórias de grandes nomes do mercado de trabalho e obter insights sobre carreiras. O link para se inscrever é https://feev.as/talksdecarreiras.

Os professores da Feevale, Gabriel Grabowski e Geraldine Alves dos Santos, iniciarão a atividade com a palestra Reflexões Sobre Ambiente de Trabalho e Felicidade. Logo depois, o bate-papo contará com a presença de representantes das empresas Usaflex, Centro de Integração Empresa – Escola (Ciee RS) e FCC, que falarão sobre carreiras e mercado de trabalho. O debate será mediado pelo gerente de Gestão de Pessoas da Universidade Feevale, Everton Zambon.

(ERS-239, 2755, Novo Hamburgo).

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2024 0 Comentários 430 Visualizações
Business

Empresas do Feevale Techpark avançam pela internacionalização

Por Jonathan da Silva 02/07/2024
Por Jonathan da Silva

As empresas do Feevale Techpark têm se movimentado em busca de internacionalização de acordo com um levantamento realizado entre novembro de 2023 e janeiro de 2024 com 73 empresas de diferentes níveis de maturidade instaladas no parque tecnológico da Universidade Feevale. Cerca de 76% dos empreendimentos afirmaram ter se envolvido em atividades de internacionalização nos últimos cinco anos, por meio de participação em projetos e programas para aproximação com ambiente de inovação no exterior (28%), missão empresarial no exterior (28%), feiras e eventos internacionais sediados no Brasil (32%) e workshops, cursos e outros eventos de qualificação na área internacional (28%).

Quarenta empresas consideram que já possuem algum nível de internacionalização, seja por realizarem vendas para novos clientes no exterior ou para unidades no exterior de clientes já atendidos no mercado brasileiro. Isso também inclui manutenção de parcerias para desenvolvimento tecnológico no exterior e/ou oferta de produtos e serviços adequados aos mercados-alvo internacionais, que são os Estados Unidos, Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia, México, Itália e Portugal. Quanto à motivação para o interesse das empresas na internacionalização, o destaque é dado para a ampliação do mercado.

A diretora de Inovação da Feevale, Daiana de Leonço Monzon, enfatiza que, a partir desse acompanhamento, é possível afirmar que 48% das empresas do Feevale Techpark são internacionalizadas. “Esses dados possibilitarão que pensemos em ações para atender aquelas empresas do parque que já são internacionalizadas e, também, aquelas com intenção de internacionalizar. Poderemos, ainda, criar iniciativas conjuntas, para que os empreendimentos que já têm experiência no mercado internacional auxiliem os que estão nesse processo de internacionalização”, aponta a diretora. No questionário, 20 empresas afirmaram ter intenção de internacionalização para os próximos cinco anos.

A coordenadora do Feevale Techpark, Manuela Bruxel, afirma que, com base nos dados obtidos pela pesquisa, algumas ações serão reforçadas e outras, desenvolvidas. “Pensar em um processo estruturado para internacionalização do parque, da incubadora e das nossas empresas faz parte do amadurecimento trazido pela certificação Cerne 4”, avalia Manuela. Conferida neste ano à Incubadora Tecnológica da Feevale, pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a certificação Cerne 4 reconhece que o ambiente possui maturidade suficiente para se posicionar globalmente.

Apoio do ecossistema para internacionalização

Quando questionadas sobre como o Feevale Techpark pode ajudá-las no processo de internacionalização, as empresas informaram ter interesse, respectivamente, em reuniões presenciais com potenciais parceiros internacionais que estejam visitando o Brasil, rodadas de negócio online com empresas de ecossistemas de inovação de outros países, reuniões online com potenciais parceiros internacionais do Feevale Techpark, missões empresariais internacionais de imersão em mercados internacionais, apoio para realização de reuniões com potenciais parceiros de negócio no destino da missão e workshop sobre tendências de mercado.

A assessora do eixo de Mercado do parque tecnológico da Feevale, professora Moema Pereira Nunes, conduziu a pesquisa junto aos empreendimentos e aponta que as empresas do ecossistema de inovação estão buscando o mercado internacional como uma oportunidade de ampliação dos negócios, apesar de muitas delas ainda serem jovens. “A internacionalização é um desafio para as empresas, e um ecossistema de inovação pode apoiá-las nesta etapa. A pesquisa possibilitou identificarmos quais são as demandas das empresas em termos de atividades que o Feevale Techpark pode oferecer para ajudá-las a se inserirem e consolidarem no mercado externo”, explica Moema.

A pesquisa foi aplicada com 53 empresas residentes, 15 incubadas, quatro instaladas na modalidade lote e uma pré-incubada.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2024 0 Comentários 474 Visualizações
Saúde

Hospital de Estância Velha recebe doações de empresas e comunidade

Por Jonathan da Silva 28/06/2024
Por Jonathan da Silva

O Hospital Municipal Getúlio Vargas, de Estância Velha, recebeu doações de cobertores, edredons, mantas térmicas e alimentos durante o mês de junho. Os donativos foram enviados por empresas e pela população em geral. A casa de saúde é a principal referência dos serviços de urgência e emergência na cidade do Vale dos Sinos.

De acordo com a diretora do HMGV, Denise dos Reis, ações como essas são sempre bem-vindas. “Agradecemos muito a todos que de alguma forma conseguem auxiliar o nosso trabalho”, destaca Denise.

Os doadores

Os estancienses Adriane Segalin Rigoti e Genair Carmen Segalin doaram cobertores, roupas de cama e toalhas. Willian Bringmann doou 60 mantas térmicas. A empresa Fisiohaus realizou uma doação de alimentos. “Ações como essa sempre nos fortalecem para que possamos manter nosso trabalho de qualificação de espaços e serviços do hospital”, completa Denise.

Foto: HMGV/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/06/2024 0 Comentários 347 Visualizações
Business

Governo gaúcho propõe novas medidas para beneficiar empresas afetadas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 27/06/2024
Por Jonathan da Silva

Oito novas medidas em auxílio às empresas afetadas pelas enchentes foram anunciadas pelo Governo do Estado nesta segunda-feira (24). As iniciativas, que fazem parte do Plano Rio Grande, foram apresentadas pelo governador Eduardo Leite (PSDB) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS). Das medidas, seis ainda dependem de aprovação na Assembleia ou no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Em função disso, ainda podem sofrer modificações.

A maior catástrofe climática da história do Rio Grande do Sul atingiu 95% dos municípios do estado e tem potencial de se tornar também o maior da história recente do Brasil em termos de impactos econômicos. A arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) projetada antes das inundações era de R$ 6,74 bilhões para o período entre 1º de maio e 18 de junho. Na prática, no entanto, foram arrecadados R$ 5,16 bilhões, o que representa uma queda de R$ 1,58 bilhão, equivalente a 23,4%.

Detalhamento das medidas

Alterações no ITCD

O governo estadual propõe uma nova isenção de Imposto sobre a Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCD) exclusiva para atingidos pelas enchentes. O objetivo é não haver cobrança de imposto sobre doações destinadas a ações de resposta, recuperação e reconstrução nas áreas afetadas em abril e maio de 2024.

O valor total das doações não poderá ultrapassar R$ 100 mil para pessoas físicas. Já para pessoas jurídicas, de qualquer porte, não será prevista limitação, mas as empresas precisarão comprovar que foram afetadas pela catástrofe. A ideia do governo é de que a isenção apenas seja aceita em áreas atingidas e dentro do período de calamidade, considerado até dezembro de 2024. A medida vale para as chamadas “vaquinhas” ou para sucessivas doações para o mesmo destinatário, mas não abrange artigos supérfluos, ações, imóveis, joias e direitos hereditários. A iniciativa está sendo construída com a Assembleia Legislativa. Deste modo, precisará de aprovação dos deputados para que entre em vigor.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para novos projetos

O Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS) é um instrumento de parceria com a iniciativa privada que tem o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico. O programa não libera recursos financeiros para os empreendimentos, que são apoiados por meio do financiamento parcial do ICMS incremental mensal devido gerado a partir de sua operação.

O ICMS incremental é o valor do imposto devido nas vendas dos produtos fabricados que seja acima da média que a empresa tinha antes do projeto.

Uma das novas propostas do governo é reduzir para zero o valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental de estabelecimentos atingidos. A mudança abrange estabelecimentos afetados que forem dar andamento a novos projetos, como novas aquisições e investimentos. Dessa forma, todo o imposto devido passaria a ser considerado incremental, portanto, sempre haveria aumento na comparação entre antigos e novos projetos.

Para que sejam beneficiadas, as empresas deverão comprovar que foram prejudicadas pelas chuvas de abril e maio. Contribuintes de todos os portes podem ser apoiados pelo Fundopem/RS, desde que cumpram os requisitos do programa. Para que o novo regramento seja colocado em prática, é necessária a aprovação de convênio no Confaz.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para projetos em andamento

Da mesma forma que a anterior, a medida prevê a diminuição do valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental dos estabelecimentos atingidos, mas em relação a projetos já em andamento. A redução seria feita até o patamar necessário para que o imposto seja considerado incremental. A mudança possibilita a continuidade no programa para os contribuintes afetados, já que em muitos casos as empresas poderiam ter faturamento mais baixo nas próximas apurações, o que inviabilizaria sua permanência no Fundopem/RS.

O impacto da medida é de R$ 120 milhões, considerando os projetos em andamento no programa. Pela proposta, as empresas deverão comprovar que foram afetadas pelos eventos meteorológicos de abril e maio. Assim como na medida anterior, é necessária a aprovação de convênio no Confaz para que o novo regramento seja colocado em prática.

Redução do prazo de apropriação dos créditos do ativo permanente

A ação está relacionada à compra de mercadorias destinadas ao ativo permanente, composto por bens duráveis e necessários às operações das empresas, como máquinas, equipamentos e veículos. Atualmente, o crédito de ICMS referente a essas transações é apropriado à razão de 1/48 por mês. Dessa forma, os contribuintes demoram quatro anos para recuperar o crédito fiscal a que têm direito.

Com a proposta do Piratini, a apropriação passa a ser à razão de 1/12 por mês, em até doze meses, por estabelecimentos que comprovarem terem sido atingidos pela catástrofe climática. A medida também vale para novos investimentos anteriores a maio que não tenham sido perdidos ou deteriorados e que possuam mais de 12 parcelas pendentes. Com isso, o governo prevê a antecipação do crédito fiscal, permitindo a recuperação do fluxo financeiro das empresas.

A mudança não traz impacto direto aos cofres públicos, já que prevê apenas alterações no fluxo de caixa. Ainda assim, também é necessário passar pelo Confaz para que seja colocada em prática.

Crédito presumido para aquisição de máquinas e de equipamentos

Com impacto de R$ 100 milhões, a proposta do Piratini é de concessão de crédito presumido de ICMS em montante igual a até 20% do valor das aquisições de máquinas e de equipamentos. A medida abrange compras feitas entre maio e dezembro de 2024 para a recomposição do ativo permanente por estabelecimentos localizados em municípios em situação de calamidade pública ou de emergência. O objetivo é reduzir os gastos dos contribuintes para a recuperação dos bens necessários à retomada de suas atividades. Para que passe a valer, a mudança também precisa de autorização do Confaz.

Isenção na aquisição de veículos por locadoras

A medida prevê a isenção de ICMS nas compras feitas por locadoras de veículos para a recomposição dos que foram inutilizados em função das enchentes. Nesse caso, o benefício será limitado ao número de veículos que foram baixados definitivamente no Detran-RS. O governo projeta impacto de R$ 6 milhões aos cofres públicos. Para que a concessão do benefício possa entrar em vigor, também faz-se necessária aprovação de convênio no Confaz.

Flexibilização do programa de parcelamento

O governo planeja a flexibilização de requisitos obrigatórios previstos na legislação tributária para que as empresas possam aderir ao parcelamento em 60 vezes de débitos de ICMS, estejam eles inscritos em dívida ativa ou não.  A medida já deve estar disponível em breve, inclusive para contribuintes que não conseguirem honrar os pagamentos do imposto com vencimento do fato gerador até 28 de junho. Uma instrução normativa deve ser publicada nos próximos dias.

A flexibilização prevê ainda a dispensa de garantias e da entrada mínima de 6%. Para que as empresas possam ser beneficiadas, deverão fazer a adesão até 13 de dezembro de 2024. A implementação dos benefícios depende de publicação de normativas pelo estado.

Transação tributária

A Receita Estadual e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) estão promovendo estudos sobre uma possível implantação da transação tributária, já prevista no Convênio 2010/23 do Confaz. O instrumento extingue o litígio tributário mediante concessões do fisco e dos contribuintes. Para que a medida seja colocada em prática, é preciso que haja a edição de decretos estaduais. Estudos buscam definir como seriam a regulamentação e a operacionalização.

Foto: Paul Loh/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 674 Visualizações
Business

Empresas de São Leopoldo podem receber apoio financeiro durante dois meses

Por Jonathan da Silva 25/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com o anúncio do Governo Federal de um suporte emergencial de R$ 1.412,00 às empresas dos municípios em situação de calamidade, empregadores de São Leopoldo já podem aderir ao apoio financeiro com o prazo de adesão até 26 de junho. A medida prevê duas parcelas do valor nos meses de julho e agosto. A contrapartida para as empresas é o estabelecimento do compromisso de manter o emprego dos funcionários por pelo menos quatro meses.

Os empregadores formais devem realizar a adesão no Portal Emprega Brasil Empregador ou no link https://servicos.mte.gov.br/empregador/#/. A medida provisória também contempla os empregados(as) domésticos e pescadores(as) profissionais artesanais. Para os pescadores, o cronograma é o mesmo dos empregadores formais, sem a necessidade de realizar a adesão. Já para empregadas e empregados domésticos, a adesão será entre 29 de junho e 26 de julho no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou no Portal Emprega Brasil – Trabalhador, disponível no link https://servicos.mte.gov.br/spme-v2/#/login.

Programa Supera São Léo + Sebraetec

O programa é destinado aos microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte de São Leopoldo. O Supera São Léo + Sebraetec é a primeira parceria formalizada por meio do programa Supera São Léo. A iniciativa é realizada através do Sebrae-RS, que busca apoiar os empreendedores na recuperação e adequação de seus negócios, oferecendo consultoria para reparos e melhorias nos espaços físicos de pequenas empresas do RS afetadas pelas enchentes. A ação ajuda os empreendedores a traçarem um plano de ação para reabrir seus negócios e oferece reembolso parcial dos custos de recuperação, incluindo reparos em espaços físicos, móveis, equipamentos e outros bens essenciais. Os limites de reembolso variam conforme a categoria da empresa.

  • Microempreendedores Individuais (MEIs) – até R$ 3 mil
  • Microempresas (MEs) – até R$ 10 mil
  • Empresas de Pequeno Porte (EPPs) – até R$ 15 mil

Estão sendo investidos no total R$ 4 milhões, sendo R$ 1,5 milhões pela gestão municipal, R$ 2 milhões pelo Sebrae e o valor de R$ 500 mil repassados pela Câmara de Vereadores de São Leopoldo. Para mais informações sobre o programa e como participar, deve ser acessado o link https://www.saoleopoldo.rs.gov.br/conteudo/5112/1/24?titulo=SUPERA+S%C3%83O+L%C3%89O.

Foto: Arte Scom/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2024 0 Comentários 739 Visualizações
Política

Fecomércio-RS cobra Haddad por ajustes no Pronampe Emergencial

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) formalizou sugestões ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com o objetivo de contemplar de forma mais efetiva os empreendimentos afetados pelas enchentes através da edição emergencial do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O documento assinado pelo presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn, avalia ser um subsídio tímido frente à taxa de juros e perdas sofridas pelas empresas, bem como à falta de critérios sobre quais contratantes podem receber o auxílio financeiro.

Considerando o prazo máximo das operações, o subsídio (de 40%), em boa parte dos casos, poderá não chegar sequer ao montante total de juros a serem pagos pelas empresas ao longo do prazo do contrato”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O presidente da entidade alerta também que, sem critérios para a concessão de subvenções aos empréstimos, é gerada uma corrida pela formalização dos contratos, o que beneficia empreendimentos já restabelecidos. “Muitas empresas, justamente as com maior prejuízo proporcional ao seu tamanho, sequer conseguiram terminar de limpar seus espaços físicos e calcular suas perdas. Quando elas reunirem condições de formalizar seus contratos, é previsível que as subvenções já estejam esgotadas”, pondera Bohn.

Presidente Bohn enviou solicitações ao ministro Haddad

O documento também destaca a necessidade de ampliar o alcance do Pronampe Emergencial a empresas que não estejam nas cidades que decretaram calamidade pública pelas chuvas. “Há diversas outras empresas localizadas em outros municípios que, embora não tenham sido afetadas diretamente, percebem o impacto desta, através de redução significativa na demanda ou mesmo dificuldade no abastecimento de produtos/insumos necessários à realização de sua atividade, inclusive com perdas materiais”, aponta o presidente da Fecomércio-RS.

Foto: Duda Leal e Fecomércio-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 524 Visualizações
Business

Fecomércio-RS pede auxílio da Secretaria Estadual da Fazenda para empresas gaúchas

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com as perdas bilionárias do setor empresarial durante a catástrofe climática, a Fecomércio-RS protocolou nesta segunda-feira (17), junto à Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, sugestões de auxílio para os empresários. A primeira refere-se ao Convênio 210/2023, que autoriza o estado a instituir transação resolutiva de litígios relativos à cobrança de créditos tributários do ICMS.

Atualmente, a regulamentação permite a redução de juros, multa, encargos e honorários em até 65% do valor consolidado ou, até mesmo, uma transação excepcional com desconto de até 100% dos juros de mora. Pensando na reposição das recentes perdas aos cofres públicos e na movimentação da economia gaúcha, a Federação recomenda a instituição da Transação Resolutiva de Litígios Relativos à Cobrança de Créditos Tributários de ICMS, nos termos do Convênio.

“Não há razão para alongar os debates sobre os impactos da crise climática no RS, uma vez que, segundo a Defesa Civil, mais de 2,1 milhões de pessoas foram afetadas. Soma-se a isso as perdas patrimoniais de empresas do Estado, que podem chegar a R$ 20 bilhões em função da tragédia, com prejuízos como perdas de estoque, maquinário, mobiliário e instalações. O momento é ideal para que seja criado um incentivo para empresas que já estejam em situação difícil possam ganhar um respiro e manter-se vivas”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn”.

O documento pede também que seja permitida a utilização dos saldos de ICMS com Substituição Tributária para compensação do ICMS a ser pago em decorrência do diferencial de alíquota e do imposto devido nas importações. A proposta se baseia no fato de que para os contribuintes que adquirem mercadoria com ST há necessidade de realizar a restituição desses valores, por meio de procedimentos previstos na legislação. Porém, esse saldo de ICMS derivado dos estoques perdidos acaba ficando ‘parado’ em seus caixas, especialmente para aqueles que só comercializam produtos inseridos da ST e não conseguem aproveitá-los nas aquisições.

Nesta mesma temática, a Fecomércio-RS indica que a Sefaz viabilize a transferência dos saldos de ICMS/ST para terceiros. A medida, conforme a entidade, que representa 530 mil empresas no estado, responsáveis por aproximadamente 1,6 milhão de empregos formais, além de facilitar as operações para os contribuintes, permitirá ao governo movimentar esses créditos. “É uma medida justa para ambas as partes”, reitera Bohn.

Por meio de ações conjuntas do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, como doações através do programa Sesc Mesa Brasil, investimento para construção de casas provisórias no Centro Humanitário de Acolhimento, edital Nossa Arte Circula RS, entre outras, a Federação reforça seu compromisso com a recuperação do Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 409 Visualizações
Variedades

BRDE e BNDES se reúnem para alinhar apoio às empresas afetadas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 13/06/2024
Por Jonathan da Silva

Representantes do Banco Regional do Extremo Sul (BRDE) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) se reuniram nesta quarta-feira (12) para alinhar mecanismos de apoio às empresas e aos produtores rurais gaúchos atingidos pelas enchentes. Além do debate sobre os financiamentos a partir do fundo emergencial de R$ 15 bilhões anunciado pelo BNDES, o encontro também teve a renovação do pedido do BRDE de liberação de um limite extraordinário de recursos para capital de giro e novos investimentos. A reunião ocorreu na sede do posto avançado montado pelo BNDES em Porto Alegre.

O diretor de planejamento do BRDE, Leonardo Busatto, relatou que muitas empresas em cidades devastadas pelas cheias, especialmente no Vale do Taquari, representam a principal fonte de emprego da região. “Mesmo ampliando nossas parcerias com instituições internacionais, o BNDES segue sendo nossa principal fonte e seria de extrema importância termos um aporte extra para esse momento de reconstrução do estado”, ponderou Busatto.

O coordenador do escritório e chefe do Departamento de Clientes e Relacionamento Institucional do BNDES, Tiago Peroba, afirmou que o banco federal irá centralizar o atendimento às grandes empresas (com faturamento anual acima de R$ 300 milhões). As demais empresas de menor porte ficariam com os parceiros operacionais. Sobre o pedido de ampliação do limite de recursos para o BRDE, Peroba observou que o tema depende de verificação da área de análise de risco e da diretoria.

Segundo o anúncio do BNDES, a disponibilização de R$ 15 bilhões em recursos do Fundo Social do Pré-Sal se destina para as cidades que tiveram estado de calamidade pública decretado pelo Governo Federal. Os recursos podem ser utilizados para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e projetos de investimento, como recuperação de plantas produtivas.

Foto: Ascom BRDE/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2024 0 Comentários 430 Visualizações
Política

PLP que facilita reingresso ao Simples Nacional é aprovado na CFT da Câmara dos Deputados

Por Jonathan da Silva 10/06/2024
Por Jonathan da Silva

O projeto de lei complementar (PLP) 37/2023 foi aprovado na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (5). Com atuação da Fecomércio-RS pela aprovação, o texto altera a Lei Complementar 123/2006 e permite que micro e pequenas empresas que se autorregularizem após o prazo legal possam optar pelo Simples Nacional relativo ao restante do ano-calendário. O próximo passo do projeto, que segue em tramitação, é a apreciação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

A medida tem como objetivo incentivar a abertura e a manutenção de pequenos negócios. Ele favorece o compliance dessas empresas, além de impactar positivamente na arrecadação sem a necessidade de aumento de carga tributária. “O projeto é fundamental para auxiliar microempresas e empresas de pequeno porte, tanto na proteção de postos de trabalho quanto na conformidade fiscal desses negócios, facilitando a resolução de eventuais inconsistências cadastrais”, defende o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Com a alteração, a entidade acredita que os negócios terão maior incentivo para regularizar as pendências junto ao Fisco em menor tempo, o que também pode impactar positivamente a arrecadação sem aumento de impostos. A ideia é inspirada no estudo “Successful Tax Debt Management: Measuring Maturity and Supporting Change”, realizado em 2019 pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que aponta para a necessidade do Estado de fomentar possibilidades de autorregularização dos contribuintes antes de adotar instrumentos de força.

Mais informações sobre a atuação da Fecomércio-RS em relação ao tema podem ser conferidas na plataforma Representa+.

Foto: Magali Guimarães/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 526 Visualizações
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