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empregos

Business

Setor calçadista gera 10,4 mil postos de trabalho em janeiro

Por Caren Souza 18/03/2021
Por Caren Souza

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos registros do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que o setor calçadista brasileiro gerou 10,4 mil postos de trabalho em janeiro. O registro corresponde a 12% do saldo total gerado pela Indústria da Transformação no período (87 mil postos). Com o resultado, o setor calçadista recupera parte dos 21 mil postos de trabalho perdidos ao longo de 2020, somando um total de 257,87 mil empregos diretos na atividade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o saldo positivo é reflexo da recuperação experimentada nos últimos meses do ano passado, que refletiram no incremento de 7% na produção de janeiro em relação ao mesmo mês de 2020. Por outro lado, o executivo ressalta que o aumento no número de casos de Covid-19 e o fechamento do varejo físico no País devem frustrar uma recuperação mais substancial ao longo do ano. “Mais de 85% das vendas do setor calçadista são realizadas no mercado interno, sendo 40% destas em São Paulo, estado que sofre com as restrições”, avalia Ferreira.

Estados

Os estados que mais geram empregos no setor calçadista brasileiro são Rio Grande do Sul, com 89,7 mil postos (saldo de +3,66 mil em janeiro); Ceará, com 56,35 mil postos (+914 postos em janeiro); Bahia, com 28,9 mil postos (+1,89 mil postos em janeiro); São Paulo, com 27,6 mil postos (+2 mil postos em janeiro); e Minas Gerais, com 27,45 mil postos (+1,1 mil postos em janeiro).

Fonte: Assessoria
18/03/2021 0 Comentários 502 Visualizações
Cidades

Campo Bom teve saldo positivo de empregos em 2020

Por Caren Souza 18/03/2021
Por Caren Souza

Mesmo com as consequências negativas que a pandemia do coronavírus trouxe para o setor econômico a nível nacional, Campo Bom, mais uma vez demonstra a atenção especial que oferece ao empreendedor local. Através das iniciativas da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) para facilitar o trabalho dos empresários e fomentar seus negócios, Campo Bom é exemplo em atendimento efetivo e de qualidade, tanto que o Município foi destaque na geração de empregos em 2020.

Mesmo apresentando uma pequena queda nas admissões em dezembro, retomamos o crescimento em janeiro de 2021.

No ano passado, foi a cidade do Vale do Sinos com menos de 100 mil habitantes que teve o maior saldo positivo de empregos, com 237 mais admissões do que demissões. Além disso, garantiu cinco meses consecutivos de saldo positivo de empregos, de julho a novembro. Os dados são disponibilizados mensalmente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que calcula o saldo considerando a diferença entre as admissões e os desligamentos.

O prefeito Luciano Orsi indica que, com o resultado acumulado de 2020, o Município conseguiu superar o déficit de empregos dos primeiros meses da pandemia. “Mesmo apresentando uma pequena queda nas admissões em dezembro, retomamos o crescimento em janeiro de 2021, com saldo positivo de 460 empregos. Com isso, ultrapassamos por 474 postos de trabalho o estoque que possuíamos em janeiro de 2020”, aponta o prefeito.

Contratações de janeiro

O setor que se destacou pelo número de contratações em janeiro foi o da Indústria, com saldo positivo de 238 admissões, o que representa cerca de 51% do saldo positivo de empregos gerados no mês. Além disso, o maior número de empregados do período está na faixa etária entre 18 e 24 anos e possui Ensino Médio completo. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Henrique Scholz, apesar da pandemia ter castigado o setor econômico em 2020, Campo Bom conseguiu superar as próprias dificuldades. “As políticas de desenvolvimento econômico de Campo Bom têm sido assertivas e eficientes para garantir a reposição de todas as perdas do estoque de empregos, que foram causadas pelas restrições decorrentes das regras de distanciamento social”, afirma.

Sala do Empreendedor é padrão ouro de atendimento

Localizado no térreo do Centro Administrativo, a Sala do Empreendedor conquistou, em dezembro, o Selo Ouro na certificação concedida pelo Sebrae em parceria com a Fundação Nacional de Qualidade (FNQ). A nova certificação foi recebida apenas um ano após a obtenção do Selo Bronze, e indica que o espaço está em um nível avançado de atendimento, cumprindo, além dos pré-requisitos para os níveis básico e intermediário, uma série de outros critérios superiores.

A Sala do Empreendedor faz parte do programa Cidade Empreendedora do Sebrae, que a Prefeitura aderiu no início do ano passado. O espaço tem a finalidade de desburocratizar as atividades dos empreendedores locais – que lá podem obter todas as informações necessárias sobre o registro de novos negócios -, além oferecer um espaço coworking, a possibilidade de abertura de protocolos on-line e emissão de alvará on-line.

 

Crédito: Maurício Chaves | Fonte: Assessoria
18/03/2021 0 Comentários 730 Visualizações
Business

Americanas oferece oportunidades de emprego em oito cidades gaúchas

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

A Americanas seleciona profissionais para o Programa de Supervisor do Varejo no Estado do Rio Grande do Sul. As oportunidades são para atuação na capital, Porto Alegre, e em outras sete cidades: Passo Fundo, Taquara, Alegrete, Candelária, Santa Cruz do Sul, Santo Antônio da Patrulha e Santa Maria. Para concorrer, os candidatos devem ter ensino superior completo com até dois anos de formação. Na seleção, vão se destacar os candidatos que gostem de superar desafios.

Durante o programa, os supervisores terão desafios diários, viabilizando o atingimento de metas e, com isso, terão a possibilidade de assumir, em pouco tempo, uma das unidades da rede. Com mais de 1,7 mil lojas em sua plataforma física, a Americanas oferece diversas oportunidades para quem pensa grande e faz acontecer.

Além de salário compatível com o mercado e benefícios como vale transporte, auxílio refeição, plano de saúde e odontológico, o profissional terá acesso a descontos em academias, instituições de ensino e em compras nas unidades físicas da rede em todo o Brasil e na plataforma digital do Universo Americanas, nos sites Americanas, Submarino e Shoptime.

O processo seletivo acontece 100% online e é composto por triagem curricular, provas de Matemática e Português, além de entrevistas com gestores e o time de Gente.

As inscrições devem ser feitas pelo site http://supervisordovarejolasa.gupy.io/ .

Fonte: Assessoria
08/03/2021 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Lojistas de diferentes regiões do RS temem desemprego e agravamento da crise

Por Caren Souza 08/03/2021
Por Caren Souza

O CDL Sapiranga entregou, de forma conjunta com CDLs da região do Vale dos Sinos e outras regiões do Estado, manifesto de contrariedade às medidas restritivas ao comércio. Os representantes de 14 entidades do movimento lojista manifestaram-se através de uma nota oficial entregue ao governador Eduardo Leite, em reunião realizada na útlima sexta-feira (05).

A busca é de uma alternativa para o comércio local, mantendo os estabelecimentos abertos, de segunda à sexta feira, desde que atendidas todas as recomendações e cumprindo todas as exigências com responsabilidade e, no sábado e domingo, o fechamento total das atividades de todos os ramos.

Além de CDLs da região do Vale dos Sinos, assinaram o documento presidentes das CDLs de Rolante e Riozinho, Igrejinha/Três Coroas, Parobé, São Sebastião do Caí, Bom Princípio e Uruguaiana. “Nossas regiões passam por momento de gravidade devido à expansão da Covid-19, mas com a paralisação das atividades econômicas está nos levando a um iminente colapso social e econômico, inclusive refletindo nas atividades consideradas essenciais”, descreve a nota.

O documento também reforça a importância de combater as irresponsabilidades das festas clandestinas, dos estabelecimentos que permitem aglomeração de pessoas, dentre outras, mas permitindo que o comércio possa desenvolver suas atividades com responsabilidade. As entidades vêm reforçando desde o início da crise sanitária que as empresas redobrem a atenção com os cuidados para o controle da pandemia, e isso vem acontecendo na região, por parte do comércio e indústria.

Fonte: Assessoria

08/03/2021 0 Comentários 631 Visualizações
Business

Presidente assina MP que garante recursos para micro e pequenas empresas

Por Gabrielle Pacheco 20/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira, 19, as Medidas Provisórias que facilitam o acesso a crédito para os pequenos negócios. Entre elas está a MP 944/20 (PLV 20), que possibilita o aporte adicional de R$ 12 bilhões ao Fundo de Garantia Adicional de Operações (FGO). Nesta data, ainda, a Portaria nº 19.492, de 18/08/2020, publicada pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia, prorrogou até novembro, deste ano, o prazo para que as instituições financeiras formalizem operações de crédito pelo Pronampe que beneficiará os pequenos negócios.

Outra Medida Provisória sancionada cria a linha de empréstimo por meio de maquininhas de cartão, permitindo um arranjo de recebíveis ao MEI, microempresas e empresas de pequeno porte.

“As medidas provisórias vão nos ajudar na normalização dos empregos”, afirmou Bolsonaro. Segundo ele, antes da crise causada pelo coronavírus a economia do país estava no caminho certo com os vários programas adotados pela União para enfrentar as dificuldades que poderiam ser causadas pela doença. As duas MPs assinadas pelo Palácio do Planalto fazem parte do Programa Especial de Suporte ao Emprego, criado durante a pandemia.

“A medida do governo tem um caráter extremamente relevante para os pequenos negócios, pois o Pronampe é uma linha especial de crédito que, devido à grande procura por parte das microempresas e empresas de pequeno porte, teve seus recursos iniciais (R$ 15,9 bilhões) esgotados com bastante rapidez”, diz o presidente do Sebrae, Carlos Melles. “Pesquisas do Sebrae mostram que os pequenos negócios ainda enfrentam grandes obstáculos na obtenção de empréstimos. Por isso, a alocação de mais R$ 12 bilhões tornou-se crucial para as micro e pequenas empresas”, ressaltou.

Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o governo está ajustando novas medidas para fortalecer o financiamento para os pequenos negócios ainda em 2020. “Em três ou quatro meses as micro e pequenas empresas terão mais crédito e isso tudo está ajudando a empurrar a economia”, afirmou Guedes, ressaltando que alguns setores têm apontado para uma retomada do crescimento, como o segmento da construção civil. “Houve uma queda forte, mas o país está voltando à normalidade”, ressaltou o ministro.

O Pronampe, criado pela Lei nº 13.999, em maio deste ano, teve como finalidade auxiliar os pequenos negócios durante a pandemia do coronavírus. As operações de crédito estariam permitidas até o dia 19 de agosto, mas além da prorrogação por mais três meses pela Portaria citada, a MP 944 sancionada viabilizou o aumento dos valores do FGO para R$ 12 bilhões. Por meio do fundo, o governo dá garantia aos pequenos negócios para negociarem crédito com instituições financeiras credenciadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2020 0 Comentários 606 Visualizações
Movimento
Business

Calçadistas comemoram desoneração através da MP 936

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Criada para dirimir os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia, especialmente no tange à preservação de empregos, a Medida Provisória 936 foi aprovada na última quinta-feira, 28, na Câmara dos Deputados. Agora, a MP, na qual foi incluída a prorrogação até dezembro de 2021 da desoneração da folha de pagamentos para 17 setores econômicos, entre eles o coureiro-calçadista, e a possibilidade de o Poder Executivo prorrogar o prazo máximo de redução da jornada ou suspensão do contrato de trabalho, segue para votação no Senado. Sendo aprovada no Senado, sem alterações, segue para sanção ou veto presidencial.

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, destaca que a aprovação da medida na Câmara é uma vitória para o setor, mas que existe um longo trâmite pela frente. Além de seguir contando com a possibilidade de redução de jornada e de salário, e a suspensão de contratos trabalhistas por até 60 dias, com a prorrogação da medida os calçadistas poderão seguir contribuindo com 1,5% sobre a receita bruta – excluindo exportações – ao invés de 20% sobre a folha de pagamentos. “A MP 936 original, por si só, está sendo fundamental para o setor calçadista neste momento de crise. Com a inclusão da prorrogação da desoneração da folha até dezembro de 2021, ficamos ainda mais aliviados. Não é o momento de voltar atrás, muito menos onerar novamente o setor neste momento de grave crise econômica”, diz.

Empregos

Segundo Ferreira, o número de demissões do setor, que já ultrapassa 34 mil postos desde o início do agravamento da pandemia, seria muito maior se não fosse a medida provisória, que foi utilizada por quase 70% das empresas calçadistas como forma de manutenção de empregos. “A medida, certamente, tem ajudado o empresário a segurar postos, embora o que mais conte para a nossa retomada, hoje, seja o retorno do varejo à plena atividade. Sem retomada da atividade econômica, infelizmente, tudo é paliativo, o que não tira a importância dessas medidas emergenciais para a preservação das empresas e dos postos por elas criados”, avalia Ferreira, acrescentando que o setor tem trabalhado com pouco mais de 30% da capacidade instalada. A previsão, segundo a Abicalçados, é de que a produção de calçados recue até 30% em 2020, voltando aos patamares de 16 anos atrás.

A Abicalçados segue trabalhando em prol do setor calçadista brasileiro, reunindo informações junto às empresas, que servem de insumo para a realização de pleitos junto ao Governo Federal. “Foi assim com a articulação da votação da MP 936. Estamos em constante comunicação com nossa base de apoio parlamentar e também com o Poder Executivo”, conclui o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2020 0 Comentários 525 Visualizações
Variedades

Agências FGTAS/Sine oferecem mais de 600 vagas de trabalho no RS

Por Gabrielle Pacheco 19/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

As Agências FGTAS/Sine dispõem de 604 vagas de trabalho abertas no Rio Grande do Sul. Para se candidatar, basta acessar o aplicativo Sine Fácil (disponível na Play Store e Apple Store) ou entrar em contato com a agência mais próxima. A lista de contatos das unidades está no final do texto.

As ocupações com os maiores números de vagas abertas são alimentador de linha de produção (126), operador de caixa (104), vendedor pracista (33), motorista de caminhão (27) e vendedor em domicílio (21). Com relação às vagas para alimentador de linha de produção, 32 foram cadastradas pela Agência FGTAS/Sine de Tapejara; 30, em Santa Rosa; 17, em Marau; 10, em Garibaldi; e 10, em Estrela.

Do total de oportunidades para operador de caixa, cem vagas foram cadastradas pela agência de Canoas e estão disponíveis para candidatura no aplicativo Sine Fácil. Segundo o agente administrativo da unidade, Maicon Oliveira, as vagas são para uma loja de atacado que uma rede de supermercados abrirá na cidade. As entrevistas com o empregador são agendadas pelo aplicativo Sine Fácil na terça e quarta-feira (19 e 20/5). Para concorrer às oportunidades de trabalho, é necessário ter Ensino Médio completo e seis meses de experiência comprovada em carteira de trabalho. O salário é R$ 1.350 mais benefícios.

No que tange ao setor econômico, 34,4% do total de vagas pertencem à indústria; 31%, ao comércio; 19,3%, ao setor de serviços; e 7,2%, à construção. A remuneração de 56,2% das vagas varia de 1,5 a 2 salários mínimos; de 11%, de 2 a 3 salários mínimos; e de 10,9%, de 1 a 1,5 salário mínimo.

Queda no número de vagas

De janeiro a abril de 2020, as Agências FGTAS/Sine disponibilizaram 21.096 vagas de trabalho no Rio Grande do Sul, o que representa uma queda de 25,13% em comparação ao primeiro quadrimestre de 2019. A análise específica do mês de abril indica uma redução ainda mais expressiva de 84,57%. No mês passado, foram cadastradas 953 vagas de emprego, enquanto no mesmo período de 2019 esse índice era de 6.175 vagas.

Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação no primeiro trimestre do ano no Rio Grande do Sul era de 8,3%. O índice representava 504 mil trabalhadores desocupados. Por outro lado, no mesmo período, havia 5,579 milhões de trabalhadores ocupados. Desse total, 33% dos ocupados ou 1,843 milhão de trabalhadores atuavam no mercado informal.

Para o diretor-presidente da FGTAS, Rogério Grade, “apesar do cenário atual de desemprego no Estado e no país, alguns segmentos econômicos já estão retomando suas atividades, tais como a indústria e o comércio, representado por supermercados e farmácias”.

O chefe da Seção de Inserção no Mercado de Trabalho da FGTAS, Fabiano Pase, completa que, mesmo diante da atual situação que vive a população, a rede de Agências FGTAS/Sine, por meio dos seus coordenadores e servidores, continua trabalhando na captação de vagas e colocando-se à disposição dos empregadores que têm oportunidades de emprego. “As unidades FGTAS/Sine prosseguem atuando como elo forte para aproximar trabalhadores que procuram uma colocação ou recolocação no mundo do trabalho, bem como empregadores que necessitam preencher suas vagas. Os meios digitais disponíveis contribuem para que o serviço de intermediação de mão de obra do Sine chegue a quem precisa”, afirma.

O coordenador da agência de Rio Grande, Leandro Viana, relata que o momento atual também exige que as unidades implementem novas práticas nas rotinas de trabalho. No município, as restrições no funcionamento do comércio e de outras atividades econômicas fizeram com que as empresas demitissem muitos trabalhadores e não admitissem novos profissionais. “Como consequência, o fluxo de vagas disponíveis na agência também foi afetado, assim como a impossibilidade de realizar entrevistas presenciais”, avalia.

Para chamar a atenção das empresas para o serviço de intermediação de mão de obra oferecido, a agência passou a anunciar as vagas abertas, receber os currículos em um e-mail específico para esse fim, analisar os que estavam de acordo com o perfil profissional exigido pelo empregador, contatar os trabalhadores por telefone e encaminhá-los para entrevista, conforme orientação do contratante.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2020 0 Comentários 658 Visualizações
Business

Coronavírus e medidas para preservar empregos

Por Gabrielle Pacheco 27/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

São notórios os efeitos do Covid-19 sentidos pela sociedade e pela economia. Empresas estão fechadas, e as pessoas ficam em casa sem trabalhar. Ao mesmo tempo, contas e despesas seguem operando da mesma forma. Esse é um descompasso, dentre tantos, trazido pela pandemia.

Porém, nesta hora, diante de todas as dificuldades, é preciso deixar de lado o pensamento individual e buscar o interesse coletivo. A própria CLT estabelece no artigo 8º: quando a lei não consegue apresentar uma solução direta e imediata para os conflitos, deve-se decidir de forma que “nenhum interesse de classe ou particular prevaleça sobre o interesse público”.

Há alguns dias, o governo federal editou a Medida Provisória nº 927, oferecendo uma série de iniciativas que as organizações podem adotar na busca da preservação das atividades e dos empregos neste momento de calamidade pública. A norma traz mecanismos importantes para amenizar os prejuízos e problemas de caixa.

Entre as novidades, a MP permite que o empregador altere o regime de trabalho presencial para o à distância – independentemente da existência de acordos individuais ou coletivos. Basta a notificação ao empregado, podendo inclusive ser por e-mail, com antecedência de 48 horas. Caso o trabalhador não possua os equipamentos tecnológicos para o desempenho profissional em home office, a empresa deve fornecer o que for necessário de forma gratuita, via contrato de comodato. Serviços de infraestrutura também podem ser custeados, não caracterizando verba de natureza salarial.

Diante da necessidade de isolamento, a organização tem o direito de antecipar o período de férias, bastando avisar o colaborador por e-mail 48h antes – bem menos do que  os 30 dias previstos pela CLT. Outra mudança importante: as férias também poderão ser concedidas a quem não tenha completado 12 meses de trabalho. Em relação ao pagamento das férias, surgiu outro alívio para o fluxo de caixa: o empregador tem como optar pelo pagamento do adicional de um terço de férias até 20 de dezembro deste ano, sendo que a remuneração referente ao período concedido poderá ser efetuada até o quinto dia útil do mês subsequente ao início do seu gozo.

Ainda, a chamada “venda de férias” – que consiste na conversão de 1/3 em abono pecuniário, um direito do empregado em condições normais – estará sujeita à concordância da empresa. Ao lado dessa possibilidade, há uma nova vantagem em relação às férias coletivas: só é necessário notificar os colaboradores em questão no mínimo 48 horas antes, sendo dispensada a comunicação prévia aos órgãos competentes.

E mais: a MP trouxe a alternativa de antecipar o gozo de feriados não religiosos a critério do empregador, assim como permitiu a adoção de um regime especial de compensação de jornada, por meio de banco de horas. Este mecanismo possibilita que o tempo interrompido de trabalho em razão do Covid-19 ocorra mediante prorrogação de jornada em até duas horas. Mas detalhe: não poderá exceder dez horas diárias e terá o prazo de validade de até 18 meses. Por fim, as empresas têm a possibilidade de suspender o recolhimento do FGTS dos meses de março, abril e maio. O adimplemento desses meses pode ser efetuado em até seis parcelas, sem a incidência de atualização e multas.

Resumindo: medidas como essas não resolvem todos os problemas, é verdade. No entanto, são extremamente importantes para enfrentarmos este cenário caótico e tentarmos mediar os interesses tanto dos empregadores como dos empregados. Afinal, na prática, um não vive sem o outro.

Foto: Divulgação | Texto: Eugênio Hainzenreder Júnior
27/03/2020 0 Comentários 747 Visualizações
BusinessVariedades

Retomada do crescimento traz alento para a economia gaúcha

Por Gabrielle Pacheco 28/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia no dia 23 de janeiro foram avaliados como satisfatórios pelo presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, especialmente no que diz respeito ao indicador de empregabilidade do varejo.

“O fato do Rio Grande do Sul encerrar 2018 com um saldo positivo de 20.249 vagas, após três anos de resultados ruins, serve de alento para projetarmos um 2019 melhor no que diz respeito a retomada do emprego no estado. Nesse aspecto, a reação do comércio, que teve um aumento de 1.639 empregos na comparação com 2017, é um fator importante, uma vez que diversos aspectos dificultaram a atividade varejista ao longo do último ano, como a paralisação dos caminhoneiros e a incerteza do cenário político até o final de outubro. Então, voltar a gerar postos de trabalho é uma boa notícia”, destaca Vitor Augusto Koch.

O dirigente ressalta que até mesmo em dezembro, mês em que o Rio Grande do Sul registrou um saldo negativo, o comércio teve aumento de 914 postos de trabalho, muito em função da contratação de temporários para atender a demanda das lojas no final de ano. A partir desses dados, e da retomada da confiança dos lojistas no cenário econômico estadual e nacional, é possível esperar que 2019 traga um cenário mais alentador, tanto para vendas quanto para empregos no varejo gaúcho.

“Em 2018, houve para o varejo gaúcho um crescimento de 6,3% nas vendas, contabilizando o varejo ampliado, no qual estão incluídos material de construção e veículos. E a alta poderia ter sido maior, mas fatores como a greve dos caminhoneiros, em maio e junho, e as incertezas eleitorais, acabaram por minar uma maior confiança do consumidor. Então, caso não tenhamos nenhum fato negativo novo na trajetória de 2019, acreditamos no início de uma reação que encaminhe o consumo para atingir os padrões registrados em 2014, o melhor ano para os lojistas”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

Segundo o presidente da FCDL-RS as expectativas positivas para 2019 serão concretizadas a partir da tomada de decisões importantes pelo governo, como o avanço das reformas da previdência e tributária e a erradicação da crise fiscal que o país vive há um bom tempo. Além disso, a sociedade brasileira precisa retomar a confiança, a partir da melhora de indicadores como o aumento da oferta de vagas de emprego e o avanço da renda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/01/2019 0 Comentários 706 Visualizações
BusinessSaúde

Saúde suplementar impulsiona criação de empregos no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 23/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A cadeia de saúde suplementar tem impulsionado a economia e a criação de empregos no Brasil e já responde por 8,1% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar, aferido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o número de postos de trabalho formal no setor cresceu 3,4% na comparação entre novembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. O que significa um aumento de 116,5 mil vagas. No mesmo período, o total de empregos formais no Brasil teve avanço de apenas 1%.

Olhando para o saldo de empregados, a diferença entre o total de contratados e o de demitidos, a cadeia da saúde suplementar fechou novembro de 2018 com 12,1 mil novos postos de trabalho. O que corresponde a 20,6% do saldo de 58,7 mil empregos registrado no Brasil.

Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, aponta que regionalmente a criação de empregos ainda está bastante concentrada na Região Sudeste do País, que responde por 47,4% (5,7 mil) do saldo de empregos formais do setor em novembro de 2018. Contudo, ele destaca que outras regiões têm registrado importantes resultados. “Temos visto um fortalecimento expressivo do mercado no Centro-Oeste, com 1,5 mil novos postos de trabalho. Isso em um período em que a região encerrou 7,5 mil empregos formais no total da economia”, analisa.

Na mesma linha, a cadeia de saúde registrou saldo positivo de 234 empregos no Norte enquanto, no total da economia, foram fechados 932 postos de trabalho. “Ainda que os números sejam mais ‘modestos’ do que os registrados em outras regiões, fica evidente que o setor está contratando em ritmo superior à média nacional. O que indica que o mercado está se preparando para voltar a crescer”, pondera Carneiro.

Os dados da edição mais recente do boletim já estão presentes no IESSdata, plataforma que fornece os números mais atuais do setor de saúde suplementar e da economia brasileira.

Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/01/2019 0 Comentários 533 Visualizações
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