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Cidades

DGT Tecnologia chega a Estância Velha

Por Milena Costa 02/07/2021
Por Milena Costa

A Prefeitura de Estância Velha anunciou, na tarde de quinta-feira, a chegada de uma grande empresa de tecnologia ao município. A DGT Tecnologia, empresa voltada a soluções de Smart City / IoT, já adquiriu área e está com o projeto de construção e instalação em andamento junto à Prefeitura. Ainda em 2021, a empresa espera iniciar a construção da nova sede, transferindo totalmente sua estrutura, que hoje fica em Novo Hamburgo, para solo estanciense. O nome da empresa foi anunciado pelo prefeito Diego Francisco. “Nós faremos todo o esforço possível para que a DGT, que já é uma gigante, possa crescer ainda mais”, avisou o Diego.

“Estamos falando de algo em torno de R$ 3 milhões a mais na arrecadação por ano, recurso que nos trará conforto para investir em saúde, segurança e educação”

A DGT tem um faturamento anual estimado em R$ 100 milhões, mas projeta alcançar um faturamento de até R$ 120 milhões/ano a curto e médio prazo. Implica dizer que a chegada da empresa representará um impacto positivo ao orçamento municipal de 2% de INSSQN. “Estamos falando de algo em torno de R$ 3 milhões a mais na arrecadação por ano, recurso que nos trará conforto para investir em saúde, segurança e educação”, explicou o secretário Gilberto Müller, da Indústria, Comércio e Turismo.

Paralelamente a vinda para Estância Velha, a DGT, que já está presente em mais de 150 municípios, trabalha em um planejamento de expansão da marca, prevendo a abertura de escritórios em outros dois estados brasileiros em 20 meses. Neste mesmo período, a empresa projeta um crescimento de 70%.

Construção e emprego

“Estimamos um investimento de R$ 12 milhões a R$ 15 milhões na construção e estruturação da empresa”

A empresa irá se instalar em uma área às margens da BR-116, no bairro Rincão dos Ilhéus, próximo ao viaduto sobre a rua Rincão. A ideia dos executivos da DGT é iniciar a construção da nova sede ainda este ano. “Estimamos um investimento de R$ 12 milhões a R$ 15 milhões na construção e estruturação da empresa”, pontuou Lucas Arruda, que estava acompanhado do sócio, Maurício Loeser.

“Nossa projeção é de gerar mais de 350 empregos diretos e indiretos”

Ainda, conforme os diretores, atualmente a empresa gera 100 empregos diretos e indiretos, mas tem previsão de aumentar o quadro de pessoal. “Nossa projeção é de gerar mais de 350 empregos diretos e indiretos”, avisou Loeser. A Administração sonha alto com a vinda da DGT para o município. A transformação de Estância Velha em um polo tecnológico, inclusive com a chegada de uma faculdade ligada à área da tecnologia, para a qualificação da mão de obra local.

DesenvolvEV é lançado

O anúncio da vinda da DGT aconteceu durante coletiva de imprensa no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Autoridades locais, além de empresários estancienses, prestigiaram o evento. O deputado estadual Faisal Karam também esteve presente na cerimônia. Antes do anúncio da chegada da empresa, foi lançado o programa DesenvolvEV, projeto da Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo que, aliado ao programa Cidade Empreendedora do Sebrae/RS, implantado em maio deste ano, busca resgatar a cidade economicamente falando.

Muito além de trabalhar para conquistar novos empreendimentos para se instalarem na cidade, o DesenvolvEV também terá outra função fundamental, que é a valorização das empresas que já estão instaladas em Estância Velha. O diagnóstico municipal realizado pelo Sebrae para o Cidade Empreendedora mostra que Estância Velha tem potencial de crescimento, e é neste sentido que a Administração pretende conduzir a política econômica local.

Como forma de simbolizar o trabalho que já vem sendo desenvolvido, dois empresários locais foram convidados a falar. Um deles foi Everson Moro, representante da Pão de Alho Santa Massa. Segundo ele, depois de uma década com filial instalada em Estância Velha, este ano foi a primeira vez que a empresa recebeu a visita de representantes do Poder Executivo. “Isso nunca tinha acontecido antes. Depois do primeiro encontro, mantivemos contato diário com a Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo”, explicou. Quem também falou foi a microempreendedora Rosa Maria Soares, dona de uma tenda de produtos coloniais. Ela encontrou apoio da Administração para iniciar um processo de transformação do seu negócio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/07/2021 0 Comentários 1,5K Visualizações
Business

Grupo Petrópolis inaugura novos centros de distribuição no Rio Grande do Sul

Por Milena Costa 16/06/2021
Por Milena Costa

O Grupo Petrópolis vai inaugurar duas novas unidades de distribuição no Rio Grande do Sul, nas cidades de Santa Maria e Pelotas, e está com cerca de 80 vagas abertas. As unidades vão começar a operar em setembro e outubro deste ano, respectivamente. Com foco na melhoria da logística, as novas unidades de distribuição do Grupo vão atender com mais agilidade 14 mil pontos de venda na região do RS.

“O Rio Grande do Sul tem tradição dentro do mercado de cervejas e, quando pensamos em localização estratégica, o estado é muito importante para a logística de distribuição dos nossos produtos”

“O Rio Grande do Sul tem tradição dentro do mercado de cervejas e, quando pensamos em localização estratégica, o estado é muito importante para a logística de distribuição dos nossos produtos”, explica Marcelo de Sá, diretor executivo do Grupo Petrópolis.

Os dois novos centros de distribuição do Grupo Petrópolis serão responsáveis por gerar cerca de 80 de novos empregos diretos nas duas cidades. Com vagas nas áreas administrativa, comercial e logística, os interessados em trabalhar nas unidades devem se inscrever por meio do site do Grupo Petrópolis, na aba trabalhe conosco, ou direto na página do site vagas.com a partir de 15 de junho para Santa Maria e dia 01 de julho para Pelotas. Os interessados também podem se cadastrar no Sine, por meio da casa do trabalhador.

Além dos dois novos centros no estado, o Grupo Petrópolis também vai inaugurar duas unidades no Mato Grosso do Sul, nas cidades de Naviraí e Paranaíba.

O Grupo Petrópolis inaugurou ainda sua oitava fábrica no país, em Minas Gerais. Com 108 mil m² de área construída e investimento total de R$1.430 bilhão, a fábrica atualmente, tem mais de 24 mil funcionários e detém 13,4% do mercado nacional de cervejas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2021 0 Comentários 659 Visualizações
Business

Golden Villagio Laghetto será o primeiro resort compartilhado de Canela

Por Milena Costa 27/05/2021
Por Milena Costa

O Golden Propriedades de Lazer começou a comercialização do seu quinto empreendimento na Serra Gaúcha. O Golden Villagio Laghetto será o primeiro resort compartilhado de Canela e vai gerar mais de 600 empregos – 350 diretos e 250 indiretos.

O resort será construído na mesma área que durante muitos anos abrigou a Casa da Mamãe Noel, uma atração histórica de Canela. A distribuição dos blocos no terreno respeitará a posição da sede do antigo sítio, uma casa datada de 1916 que será revitalizada e mantida em respeito ao passado do lugar.

Com cinco torres, o resort de luxo terá 275 apartamentos com 40,8 m², além de lobby com lareira, playground, piscinas cobertas adulto e infantil, SPA, sala de jogos, brinquedoteca, academia, cinema, restaurante, adega e outros diferenciais. Uma autêntica vila de férias que será entregue no primeiro semestre de 2025.

Os empreendimentos

O sistema compartilhado começou a ser realidade na região com o Laghetto Stilo Borges, que fica em Gramado. É um hotel exclusivo, com padrão de atendimento superior. Além de 56 leitos para hotelaria convencional, o hotel da Rede Laghetto reserva 72 apartamentos para uso fracionado.

O segundo resort na modalidade de uso compartilhado do grupo é o Golden Gramado Resort Laghetto, que está sendo construído no Km 31 da ERS-235. O prazo para conclusão da obra é agosto de 2021. O terceiro empreendimento é o Château du Golden, também em Gramado. Seguindo o mesmo modelo de alto padrão e poucas unidades habitacionais, o Golden expandiu a operação para Bento Gonçalves com o Riserva dos Vinhedos. Com o potencial turístico da região e visando consolidar sua marca, o grupo lança o Golden Villagio, em Canela – seu quinto empreendimento na Serra Gaúcha.

Turismo qualificado

Os resorts compartilhados do Golden Propriedades de Lazer fidelizam turistas qualificados com a proposta que é tendência no mercado global, o fractional. Mais do que visitantes com alto poder aquisitivo e elevada formação intelectual, os clientes Golden são apaixonados pela Serra Gaúcha.

Além de atrair o turista na baixa temporada, outro benefício do sistema compartilhado é que o tempo de permanência dos hóspedes na cidade vai aumentar. Atualmente, os levantamentos indicam que o visitante fica em Canela por quatro dias. Com o compartilhado, ele passará a permanecer por sete dias.

O grupo empreendedor

O Golden Propriedades de Lazer reúne um grupo empreendedor formado 50% por empresas gaúchas e 50% goianas. O empreendimento leva a marca da maior referência em hospitalidade do ramo hoteleiro da Serra Gaúcha, a Laghetto Hotéis, e tem assinatura das goianas WAM Group, empresa da holding WPalmerston; e ABL Prime; e das gaúchas Construtora PRG, Athivabrasil e WERT Soluções Imobiliárias.

O que é fractional

Muito comum nos Estados Unidos, fractional é o modelo de propriedades imobiliárias comercializadas no sistema de fracionado ou de multipropriedade. No Brasil desde o final dos anos 2000, é destinado ao público interessado em manter uma casa de férias sem arcar sozinho com os custos e dores de cabeça que podem surgir após a compra, como manutenção, segurança e impostos. A unidade autônoma é fracionada em diversos proprietários, podendo ser vendida ou simplesmente ter o direito de uso por tempo determinado.

Cada proprietário pode usufruir o imóvel entre uma e duas semanas ao ano, com divisão de datas equilibradas para todos entre alta, média e baixa estações e feriados. As cotas de manutenção do empreendimento são proporcionais ao programa de uso escolhido. Há ainda a possibilidade de afiliação do empreendimento a uma intercambiadora de semanas de férias compartilhadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

27/05/2021 18 Comentários 8,4K Visualizações
Business

Setor calçadista modifica realidade em cidades brasileiras

Por Milena Costa 25/05/2021
Por Milena Costa

Presente com força econômica em dez estados brasileiros, o setor calçadista nacional emprega, diretamente, mais de 260 mil pessoas, tendo impacto direto no desenvolvimento econômico e social. Em cidades menores, a importância se torna ainda maior, transformando realidades e, consequentemente, incrementando os índices de desenvolvimento humano.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que muitas cidades brasileiras passaram a existir no mapa econômico a partir do setor calçadista.

“Os ganhos sociais não são somente no setor calçadista, que como todos sabem é intensivo em mão de obra. Quando uma fábrica se instala em uma cidade, vão atrás de pousadas, restaurantes, supermercados, farmácias e o comércio em geral. Movimenta toda a economia”, avalia o executivo.

A movimentação econômica gerada a partir da instalação de uma indústria calçadista é sentida não só com o surgimento de novos negócios, como também a partir de indicadores de desenvolvimento. Um deles é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para aferir o desenvolvimento de sociedades em quesitos como educação, saúde, renda. Dessa forma, reflete a importância da indústria calçadista para as cidades onde está inserida. Em algumas, o IDH dobrou após a instalação das fábricas, que além de empregos, geraram desenvolvimento por meio de incremento em infraestrutura e investimentos.

Sugar Shoes: melhoria da qualidade de vida no Ceará

O Grupo Sugar Shoes/Neorubber, que começou a produzir calçados em 1998 com 70 funcionários em Picada Café, no Rio Grande do Sul, expandiu sua produção em 2000 para a cidade de Senador Pompeu, no Ceará. Em 2010 se junta ao grupo a empresa Neorubber, que hoje já possui unidades fabris em Capela de Santana/RS, Solonópole e Crateús, no Ceará. Ao todo, as fábricas do grupo empregam cerca de 2,9 mil pessoas. Destas, mais de 2 mil trabalham na unidade de Senador Pompeu. Quando a empresa chegou na cidade cearense, o IDH era 0,487 – baixo – , índice que pulou para 0,619 – médio/alto – em 2010 (último dado disponível). Um dos diretores do grupo, José Paulo Boelter, conta que a fábrica da empresa é a única da cidade. “Senador Pompeu é uma cidade antes e outra depois, a instalação da fábrica mudou a vida das pessoas. E esse é o papel da indústria, melhorar a qualidade de vida por meio do emprego e da renda”, fala Boelter, ao citar que o comércio da cidade se desenvolveu a partir da chegada da empresa.

Outro fato que orgulha o empresário é que a fábrica já emprega os filhos dos primeiros colaboradores.

“Isso é maravilhoso na sucessão dos sócios e, muito mais, quando nos vemos na equipe de trabalho. Preservando a história que é da empresa, mas também de toda a comunidade de todos os colaboradores que passaram e continuam aqui. Podemos ter prédios e máquinas, mas as pessoas são nosso maior patrimônio”, frisa Boelter.

Beira Rio: mais empregos em toda cadeia do interior do RS

Outra gigante do setor calçadista nacional é a Beira Rio, com dez fábricas localizadas no Rio Grande do Sul. Uma dessas plantas está em Mato Leitão, município do interior gaúcho com pouco mais de cinco mil habitantes. Tendo a fábrica destruída por um incêndio em 2020, a Beira Rio investiu mais de R$ 43 milhões na reconstrução da planta. O presidente do grupo, Roberto Argenta, destaca que a mão de obra qualificada foi um dos atrativos para insistir na cidade. “Optamos sempre por cidades que fiquem geograficamente próximas da matriz e do cluster de fornecedores do Vale do Sinos, de onde compramos mais de 80% dos nossos insumos”, conta. A estratégia comercial do empresário acaba por gerar desenvolvimento econômico e social para os municípios que sediam as plantas. Em Mato Leitão, por exemplo, são 180 empregos diretos e outros 1.500 indiretos. “Os sapatos irão cortados para a costura de terceiros, o que trará mais agilidade e qualidade aos processos, por isso os empregos indiretos são ainda mais expressivos”, informa Argenta.

Com IDH de 0,746 – considerado alto – , Mato Leitão deve muito do seu desenvolvimento ao setor calçadista, especialmente à Beira Rio. O prefeito da cidade, Carlos Bohn, afirma que a empresa é responsável por 50% do retorno de ICMS ao município, o que possibilita investimentos públicos em prol da sociedade. “Após o incêndio, como forma de apoiar a reconstrução do projeto, concedemos incentivos fiscais previstos na legislação municipal, auxiliamos em terraplanagem, aterro e transporte de materiais”, conta o prefeito, ressaltando que os benefícios sociais e econômicos que a Beira Rio proporciona são imensos, por meio da geração de empregos e renda para as famílias, pelo movimento do comércio, dos serviços de transporte, alimentação e no fortalecimento da economia do município.

Potencial do setor

Apesar das dificuldades dos anos recentes, a indústria calçadista brasileira segue sendo a quarta mais importante do planeta, a maior fora da Ásia, tendo produzido mais de 763 milhões de pares no ano passado. A produtividade por trabalhador, que demonstra que a indústria faz a lição de casa intramuros, é uma das maiores do mundo. Conforme Relatório Setorial da Abicalçados, cada trabalhador brasileiro produz 3.480 pares por ano, mais do que nos países concorrentes do setor, caso da China (3.361 por trabalhador), Indonésia (1.991 por trabalhador) e Vietnã (920 por trabalhador).

“Fica muito claro que a indústria precisa de políticas públicas de apoio, especialmente no que diz respeito à diminuição urgente da carga tributária, que nos prejudica na concorrência com os principais players internacionais do mercado. Ao valorizar a indústria nacional, estamos oportunizando a geração de mais postos de trabalho, de uma nova realidade com mais qualidade de vida e, consequentemente, impulsionando não apenas o desenvolvimento regional como também do País”, conclui Ferreira, destacando o potencial da indústria calçadista nacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2021 0 Comentários 801 Visualizações
Business

Gramado Summit gera centenas de empregos indiretos

Por Caren Souza 06/05/2021
Por Caren Souza

Promovendo a retomada do mercado de eventos, a Gramado Summit acontece de 5 a 7 de maio, em Gramado (RS). Além de mobilizar o ecossistema de inovação, o evento também representa um fôlego para a economia da região em que acontece o evento. Ao todo, a organização estima que estão sendo contratadas mais de 300 pessoas para trabalhar de forma indireta na realização da feira.

 

É uma Gramado Summit com ainda mais impacto, contribuindo para um movimento de retomada econômica, oferecendo conteúdos qualificados, conexões e muita geração de negócios.

 

“É um momento importante para o comércio local. Com a realização da Gramado Summit, consequentemente a economia da região também é impulsionada com a presença dos participantes frequentando os restaurantes, utilizando transporte, se hospedando e consumindo de diversas formas”, explica Marcus Rossi, CEO da Gramado Summit.

Rossi destaca a grande cadeia de pessoas envolvidas no setor de eventos. “Além das pessoas que trabalham diretamente nas empresas de eventos durante o ano todo, também existem centenas de trabalhadores indiretos que dependem das feiras e conferências para poderem trabalhar”, comenta.

Sobre o evento – A Gramado Summit trabalha com a reunião de empresas de diversos portes e segmentos na feira de negócios, incluindo marcas consolidadas no mercado e startups em estágio inicial. Fora isso, a Gramado Summit também realiza concursos com investimentos e aceleração para startups, visando fomentar as expositoras da feira. Dezenas de investidores também circulam pelos três dias de evento em busca de soluções para o mercado.

“É uma Gramado Summit com ainda mais impacto, contribuindo para um movimento de retomada econômica, oferecendo conteúdos qualificados, conexões e muita geração de negócios”, aponta o CEO. A Gramado Summit acontece no Serra Park, em Gramado (RS). São mais de 100 empresas expositoras, mais de 100 palestrantes e três palcos de conteúdo simultâneos. A área construída para o evento é de mais de 20 mil metros quadrados.

Fonte: Assessoria
06/05/2021 0 Comentários 525 Visualizações
Business

Campo Bom fecha primeiro trimestre de 2021 com saldo positivo de 1.071 novos empregos

Por Caren Souza 30/04/2021
Por Caren Souza

A geração de empregos em Campo Bom segue em evidência, mesmo em meio à terceira onda da pandemia do coronavírus. Tendo apresentado saldo positivo de empregos em janeiro e fevereiro, em março não foi diferente: foram 212 mais admissões do que demissões no município. Com o resultado do último mês, Campo Bom conquista o melhor desempenho trimestral dos últimos 19 anos. “O saldo do primeiro trimestre de 2021 foi de 1.071 novos postos de trabalho, destacando-se regionalmente”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Henrique Scholz.

O prefeito Luciano Orsi aponta que o Município trabalha em ações para fomentar os negócios locais, atrair investidores, qualificar empreendedores e combater a burocracia, mas que o mérito desse resultado não pode ser tirado dos empresários. “Os resultados positivos em Campo Bom têm sido recorrentes, o que mostra cada vez mais que a pandemia nos abateu, sim, mas não intimidou. Apesar da instabilidade causada pelo coronavírus, aprendemos que somos ainda mais fortes por termos conseguido nos manter mesmo na pior fase”, considera.

Contratações de março

O setor que se destacou pelo número de contratações em fevereiro foi, mais uma vez, o da indústria, com saldo positivo de 128 novos postos de trabalho, o que representa cerca de 60% do saldo positivo de empregos gerados no mês. Além disso, o maior número de empregados do período está na faixa etária entre 18 e 24 anos e possui Ensino Médio completo. Os dados são disponibilizados mensalmente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que calcula o saldo considerando a diferença entre as admissões e os desligamentos.

Fonte: Assessoria
30/04/2021 0 Comentários 629 Visualizações
Business

Governo acerta na reedição do BEm, avalia Abicalçados

Por Caren Souza 28/04/2021
Por Caren Souza

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) avalia como positiva a reedição do Benefício Emergencial (BEm), ferramenta que permite às empresas a redução ou suspensão do contrato de trabalho como forma de preservação de empregos diante dos impactos da Covid-19.

A indústria calçadista sofreu um impacto muito significativo ao longo de 2020, acima da média da indústria de transformação em geral.

Embora não tão ampla como a medida de 2020, a avaliação da entidade é de que o benefício irá “socorrer” a indústria neste momento de crise gerada pelo recrudescimento da Covid-19 e o fechamento do varejo em grandes centros de consumo nos meses de março e abril.

“A indústria calçadista sofreu um impacto muito significativo ao longo de 2020, acima da média da indústria de transformação em geral. Ao mesmo tempo que responde rapidamente aos estímulos da demanda, a indústria também vai precisar de políticas públicas que estimulem o setor”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que, no pleito pela renovação do BEm, a Abicalçados teve apoio fundamental da Frente Parlamentar em defesa do setor coureiro-calçadista, presidida pelo deputado federal Lucas Redecker.

Conforme a Abicalçados, no ano passado a medida de suspensão ou redução da jornada de trabalho, com complementação de parte do salário por parte do Governo Federal, foi utilizada por quase 80% das indústrias calçadistas, ajudando a preservar empregos. ”Em 2020 perdemos mais de 21 mil postos, número que certamente seria ainda maior não fosse a possibilidade do BEm”, aponta Ferreira.Atualmente, o setor calçadista emprega diretamente mais de 265 mil pessoas.

Fonte: Assessoria
28/04/2021 0 Comentários 647 Visualizações
Business

Pandemia gera oportunidades para técnicos em Segurança do Trabalho

Por Caren Souza 08/04/2021
Por Caren Souza

A pandemia causada pela Covid-19 vem exigindo das organizações adaptações constantes em estrutura física ou nas condições necessárias para o colaborador realizar suas funções de maneira remota. Nesse sentido, de acordo com a coordenadora do Curso Técnico em Segurança do Trabalho da Escola Profissional Fundatec (EPF), Graziela Flores, os profissionais desta área têm conquistado ainda mais importância no mercado de trabalho.

“Com as habilidades necessárias, os técnicos em Segurança do Trabalho estão atuando à frente da prevenção  da Covid-19 e de outras doenças  no ambiente de trabalho, principalmente  o  risco biológico, o que tem feito muita diferença na rotina e nos processos que diversas companhias adotaram durante  este  período”, analisa.

Para 2021, diante da expectativa de reaquecimento da economia e do mercado de trabalho, a tendência é que surjam ainda mais oportunidades. Na EPF, a formação, lançada em 2019, foi construída pensando na demanda da sociedade moderna frente aos riscos crescentes dos acidentes de trabalho, visando formar profissionais com competência técnica capazes de atender as necessidades do mercado.

“O futuro se encaminha para um cenário pós pandemia no qual cada profissional terá um papel importante no desenvolvimento de forma sustentável no seu setor. A legislação de segurança do trabalho está em atualização e cada vez mais as empresas terão a necessidade de possuir Técnicos de Segurança do Trabalho atuando como figuras estratégicas na prevenção de acidentes e doenças, garantindo o progresso e produtividade dentro das organizações”, ressalta Graziela.

Atenta às mudanças, a EPF está com matrículas abertas para o Técnico em Segurança do Trabalho para ingresso ainda no primeiro semestre de 2021. Os interessados em se qualificar nessa área podem buscar mais detalhes pelo site epf.fundatec.org.br ou entrar em contato pelo WhatsApp (51) 99953-3255. A EPF está localizada na Rua Prof. Cristiano Fischer, 2012, bairro Partenon, em Porto Alegre.

Fonte: Assessoria
08/04/2021 0 Comentários 930 Visualizações
Business

Campo Bom tem crescimento de 3,2% no número de empregos em 11 meses

Por Caren Souza 01/04/2021
Por Caren Souza

Ao mesmo tempo em que enfrenta sua fase mais crítica desde o início da pandemia do coronavírus, Campo Bom segue colhendo os frutos das ações de incentivo que presta aos empreendedores locais. Em 2021, já apresentou dois meses consecutivos de saldo positivo de empregos, com saldo de 460 novos postos de trabalho em janeiro e 389 em fevereiro.

Com o resultado deste último mês, o número de empregos do município cresceu significativamente no comparativo entre março de 2020 e fevereiro de 2021, como explica o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Henrique Scholz. “Campo Bom, em pleno ano de pandemia, teve um aumento de 3,2% em seu número de empregos formais, gerando um saldo positivo de novos postos de trabalho no acumulado dos últimos 12 meses que supera a grande maioria dos municípios da região”, afirma.

Com isso, Campo Bom e São Leopoldo foram as cidades do Vale dos Sinos com maior saldo positivo de empregos nos últimos 12 meses. “Desde que iniciou a pandemia, tivemos 683 mais contratações do que demissões, o que nos deixa orgulhosos, mas ao mesmo tempo ainda mais focados para seguirmos no rumo certo. Esses números são decorrentes de vários fatores, o que inclui a essência empreendedora de Campo Bom e nossas iniciativas para fomentar os negócios locais. Seguimos confiantes para passarmos por mais este momento de dificuldade e aumentarmos ainda mais nossa oferta de empregos”, aponta o prefeito Luciano Orsi.

Contratações de fevereiro

O setor que se destacou pelo número de contratações em fevereiro foi novamente o da Indústria, com saldo positivo de 235 novos postos de trabalho, o que representa cerca de 60,4% do saldo positivo de empregos gerados no mês. Além disso, o maior número de empregados do período está na faixa etária entre 18 e 24 anos e possui Ensino Médio completo. Os dados são disponibilizados mensalmente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que calcula o saldo considerando a diferença entre as admissões e os desligamentos.

Fonte: Assessoria
01/04/2021 0 Comentários 590 Visualizações
Business

Setor calçadista gerou mais de 18 mil postos no bimestre

Por Caren Souza 31/03/2021
Por Caren Souza

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no primeiro bimestre de 2021, as fábricas calçadistas geraram 18,6 mil postos de trabalho. Com o resultado, a atividade encerrou os dois primeiros meses do ano empregando 265,9 mil pessoas, 6,4% menos do que no mesmo período de 2020.

Muito provavelmente trata-se de um reflexo da reposição dos estoques no varejo.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, somente em fevereiro, foram gerados 8 mil empregos com carteira assinada no setor. “É um dado importante, que sinaliza a recuperação experimentada nos últimos meses do ano passado. Muito provavelmente trata-se de um reflexo da reposição dos estoques no varejo”, explica o dirigente.

Por outro lado, o executivo é mais comedido quanto à continuidade dos bons números a partir de março. “A partir de março já devemos começar a sentir, nos registros, os problemas gerados pelo segundo surto de Covid-19 e o consequente abre e fecha do varejo físico, que responde por mais de 85% das vendas totais da indústria calçadista brasileira”, projeta.

RS é o maior empregador

O Rio Grande do Sul segue sendo o principal empregador do setor calçadista no Brasil, respondendo por 30,8% do total de postos gerados na atividade. No bimestre, a indústria calçadista gaúcha gerou 6,26 mil postos de trabalho, fechando em 81,9 mil postos diretos gerados, 11,4% menos do que no mesmo período de 2020.

O segundo empregador do setor no Brasil é o Ceará. No bimestre, as indústrias calçadistas cearenses geraram 1,1 mil postos, somando 59,9 mil empregados na atividade, 5,1% mais do que no mesmo período de 2020.

O terceiro empregador do início foi a Bahia, que ultrapassou São Paulo no ranking de geração de postos na atividade. No bimestre, as indústrias baianas geraram 3,28 mil postos, encerrando os dois meses empregando 30,38 mil pessoas na atividade, 2,2% mais do que no mesmo período do ano passado.

São Paulo, que tem sido um dos estados mais afetados pela pandemia do novo coronavírus e o abre e fecha do varejo físico, terminou o bimestre com saldo positivo de 4,1 mil postos gerados, encerrando o período com um total de 29,63 mil empregos na atividade, 16,3% menos do que no mesmo ínterim de 2020.

No próximo dia 15 de abril, a Abicalçados promoverá o tradicional evento Análise de Cenários, no qual serão divulgadas as projeções do setor calçadista para 2021.

Fonte: Assessoria
31/03/2021 0 Comentários 593 Visualizações
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