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Business

Líderes e empresários debatem a abertura de novos mercados

Por Marcel Vogt 10/05/2023
Por Marcel Vogt

No coração financeiro dos Estados Unidos, a décima segunda missão internacional do Grupo Voto reuniu nesta terça-feira (9), o PIB brasileiro e estadunidense para conversar com três chefes de Estado: Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul; Ratinho Junior, do Paraná; e Mauro Mendes, do Mato Grosso. Em almoço do Brasil de Ideias, no Restaurante Fasano, os líderes reforçaram a necessidade de acelerar a competitividade do país, desinchando a máquina pública e olhando com atenção para a segurança alimentar, a tecnologia e o potencial subaproveitado de energias renováveis.

Também como speaker do fórum, o secretário de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Jorge Lima, enfatizou que o estado mais populoso do país vem de quedas recorrentes, sobretudo na indústria. “Tínhamos um PIB de 37% que hoje é de 33% (no cenário nacional), ano a ano fomos perdendo protagonismo. Representávamos 36% da liderança da indústria, que hoje significa 28%. Estamos com um desequilíbrio de PIB no Estado”, enfatizou. “Em 100 dias, a gestão liderada por Tarcísio de Freitas conseguiu captar R$ 40 bilhões no mercado externo e o projeto é fechar o ano em R$ 120 bilhões”, afirmou Lima.

Prefeito de Osasco (SP), cidade que mais gerou empregos em plena pandemia e berço das empresas unicórnio no Brasil, Rogério Lins, compartilhou o case da cidade que incrementou a política de incentivos fiscais e viu a arrecadação triplicar em três anos. “Hoje, 25% das empresas unicórnios estão na nossa cidade, um trabalho oriundo de uma política de ousadia, olhando sem medo para o futuro. Após a chegada do Mercado Livre, em 2016, e do iFood, em 2018, seguiram-se B2W, Dafiti, Facily, Rappi, Shopper e Ascenty, que neste ano abrirá sua quarta unidade local, com investimento de R$ 220 milhões. Uber e 99 estão finalizando suas sedes locais a serem inauguradas até o fim do ano.

Karim Miskulin, presidente do Grupo Voto, avalia o evento como uma formidável oportunidade para abertura de novos mercados, diante de um cenário político de incertezas, porém com um fabuloso capital brasileiro para o trabalho.   “Quem ganha nesta construção é a sociedade. Movimentamos pessoas e negócios do mais alto calibre que resultam em investimentos internacionais, cujo fim sempre é o mesmo: melhorar a vida de quem trabalha e produz”, frisa ela.

Mato Grosso reforça a segurança alimentar

Estado estratégico do agro brasileiro, produtor de alimentos e de commodities agrícolas, o governador Mauro Mendes enfatizou que há muitas formas de gerar energia em torno do mundo, mas apenas uma forma de produzir o alimento que sai da terra: com trabalho.

“Grandes projeções apontam que o mundo até 2050 vai enfrentar importantes desafios, como o crescimento populacional, esse é um dado consolidado. Precisamos produzir alimento. E o que tem de novo nessa história? Eu respondo: as mudanças climáticas”, disse Mendes.

As mudanças climáticas, segundo o governador, afetarão os regimes de chuvas e, também, a produção de alimentos no planeta.

O berçário de capital humano do Paraná

Ratinho Junior, governador paranaense, foi categórico em dizer que a política precisa aprender com a iniciativa privada: ter planejamento estratégico, financeiro, pensar e agir a longo prazo, sem concentrar esforços pensando em um mandato apenas. “Quem pensou assim, foi reeleito. Conseguiram colocar seus estados em outro patamar de desenvolvimento –, ressaltou.

Atualmente, o Estado lidera um grande programa de formação em tecnologia, com 150 mil jovens aprendendo programação. “Nos próximos 10 anos, 65% das profissões estarão ligadas ao meio de tech, por isso estamos fazendo um berçário de mão de obra, para que as empresas dessa área possam investir no Paraná e ter capital humano para tocar a sua vida”, finalizou.

O governador ainda conclamou investidores, ao atiçar para a oportunidade da privatização da companhia de energia, a Copelmi, que fatura R$ 28 bilhões ao ano. A ideia é transformar o modelo, inspirado na Intelbrás, dando tração ao crescimento. Além disso, em junho, será efetivada a parceria pública na área de saneamento básico. Serão três lotes à disposição do mercado, com prazo para exploração de 30 anos. O Estado tem 83% de cobertura no saneamento básico, nível de países europeus.

Governadores vigilantes, disse Eduardo Leite

Eduardo Leite enfatizou internacionalmente que é preciso olhar para o Brasil, que cada vez mais amadurece na sua própria democracia. O governador disse que tem respondido muitos investidores sobre a economia nacional, mas que sempre insiste que “apesar de uma liderança no Planalto, há governadores e uma Câmara vigilante”. Reforçou que há uma velocidade tímida no governo federal e que a política é necessária para abertura da ousadia técnica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2023 0 Comentários 587 Visualizações
Business

Reonerar a folha coloca mais de 30 mil empregos em risco

Por Marina Klein Telles 03/05/2023
Por Marina Klein Telles

Gerando mais de 300 mil postos de trabalho diretos em todo o Brasil, o setor calçadista nacional é um dos maiores empregadores da Indústria de Transformação no País. Nos estados do Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia, Paraíba e Sergipe, a atividade é a que mais emprega entre os setores de manufatura. Neste contexto, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) alerta para a importância da manutenção da desoneração da folha de pagamentos que, caso não seja renovada, terminará no final deste ano.

Conforme estudo realizado pela entidade, caso a desoneração não seja renovada, o setor calçadista deve registrar uma queda de mais de 20% na sua produção, com impacto imediato no nível de emprego. “Caso retorne a contribuição nos moldes anteriores, iremos onerar a criação de empregos em um momento econômico ainda muito difícil. Não é razoável que as empresas paguem por gerar empregos”, destaca o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Redução do setor

Ainda de acordo com levantamento da Abicalçados, caso a medida não seja renovada, o setor calçadista perderá, nos próximos dois anos, mais de 30 mil postos de trabalho, com uma redução produtiva estimada em mais de 180 milhões de pares de calçados por ano. “O retorno da contribuição previdenciária nos modelos anteriores traria uma oneração adicional anual de R$ 550 milhões para a indústria calçadista”, avalia Ferreira.

Esforço

No último dia 19 de abril, o presidente-executivo da Abicalçados esteve em reunião com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços Geraldo Alckmin. O objetivo foi ressaltar a importância da atividade para o Brasil e o impacto de uma possível reoneração da folha, já que o setor calçadista é massivo em mão de obra.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no País, entre eles o calçadista. Hoje, com a medida que vigora até 31 de dezembro de 2023, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. O projeto será debatido em uma Audiência Pública no próximo dia 23 de maio, para posteriormente ir à votação no Senado Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2023 0 Comentários 586 Visualizações
Business

Abicalçados defende prorrogação da desoneração da folha de pagamentos

Por Marcel Vogt 20/04/2023
Por Marcel Vogt

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), representada pelo seu presidente-executivo, Haroldo Ferreira, participou na quarta-feira (19), da reunião com o vice-presidente e o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços Geraldo Alckmin. O encontro, ocorrido em Brasília, teve como pauta a importância da prorrogação da desoneração da folha de pagamentos e contou com a presença de representantes dos 17 setores atualmente abrangidos pela medida.

Na oportunidade, Ferreira destacou a importância da desoneração da folha de pagamentos para o setor calçadista, por este ser intensivo em mão de obra. Quinto setor que mais emprega na Indústria de Transformação brasileira, o calçadista gera mais de 300 mil postos diretos em todo o País. “Em 20% dos 600 municípios onde geramos empregos, mais de 50% dos postos são gerados pelo setor calçadista. No Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia, Paraíba e Sergipe, o setor é o principal empregador da Indústria de Transformação”, comentou o dirigente.

Empregos em risco

Segundo Ferreira, caso a medida que permite a substituição do pagamento de 20% sobre a folha de pagamentos por 1,5% da receita bruta não seja aprovada, a atividade corre o risco de sofrer quedas na produção e, consequentemente, no nível de emprego. “Nosso levantamento mostra que, caso a medida não seja prorrogada, podem ser perdidos mais de 14 mil postos já em 2024, com uma oneração adicional de R$ 550 milhões para as empresas de calçados”, alertou o executivo, ressaltando que a produção de calçados também pode ser impactada com uma redução de 20%.

Urgência

Ferreira conta que a receptividade do vice-presidente foi “positiva” e que existe a promessa de incluir todos os setores econômicos na Reforma Tributária. “Mas não podemos esperar, já que a desoneração acabará no final deste ano. Por isso, estamos apoiando o Projeto de Lei (PL 334/2023) do senador Efraim Filho para prorrogar a desoneração até 2027, mesmo sem a aprovação da esperada Reforma Tributária”, destaca. A matéria já está na Comissão de Assuntos Econômicos da Casa, sob a relatoria do senador Angelo Coronel, com quem o executivo da Abicalçados também teve reunião no dia de ontem.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no País, entre eles o calçadista. Hoje, com a medida que vigora até o final de 2023, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2023 0 Comentários 646 Visualizações
Cidades

Campo Bom em destaque para geração de empregos

Por Marcel Vogt 30/03/2023
Por Marcel Vogt

Criar um ambiente favorável à geração de empregos é pauta constante da Administração Municipal de Campo Bom, não à toa os resultados do Caged, geralmente, são positivos. Em fevereiro, 135 empregos formais foram criados no município, um dos 30 melhores desempenhos entre as 497 cidades gaúchas.

Destaque para a indústria, que registrou 152 admissões e amenizou as perdas de outros setores, como o comércio, com 13 desligamentos. Somado ao resultado de janeiro, são 111 novos empregos em 2023 até aqui, já que no mês anterior o saldo havia sido de 24 demissões.

Para o prefeito Luciano Orsi, os dados mostram que a cidade se consolidou nos últimos anos como ambiente de geração de empregos. “Por meio de um trabalho de desburocratização, que facilitou a abertura e o desenvolvimento dos negócios locais, o número de novos empregos cresceu muito por aqui, nos levando a lugar de destaque estadual”, observa.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Henrique Scholz, destaca que já são 2.691 empregos criados em Campo Bom desde janeiro de 2020, mais de 2,2 mil apenas em 2021, ano em que a cidade registrou o 11º melhor desempenho entre os 497 municípios do RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2023 0 Comentários 547 Visualizações
Business

“Invasão asiática” já reflete no emprego do setor calçadista

Por Marina Klein Telles 16/03/2023
Por Marina Klein Telles

A invasão de calçados asiáticos, especialmente dos provenientes da China, já estão surtindo efeitos indesejáveis no nível de emprego da indústria calçadista. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em janeiro, o setor criou apenas 1,3 mil postos em todo o Brasil, o pior saldo em 14 anos. Conforme a entidade, o saldo médio nos últimos dois anos, para janeiro, foi de 8 mil vagas criadas. Com o dado, a indústria calçadista encerrou o primeiro mês de 2023 com 297,7 mil pessoas empregadas na atividade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, alerta que as importações chinesas têm provocado uma concorrência desleal no varejo brasileiro, pois chegam com preços muito abaixo dos praticados no mercado. Dados mais recentes elaborados pela Abicalçados informam que, em fevereiro, as importações totais somaram 4,37 milhões de pares e US$ 37,72 milhões, altas de 73% em volume e de 32,8% em receita na relação com o mês correspondente de 2022. No bimestre, as importações totais acumularam 7,6 milhões de pares e US$ 86,8 milhões, altas de 49% e 65,5%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

China: calçado a US$1,72

No mês passado, entraram no Brasil quase 3 milhões de pares provenientes da China (quase 70% do total importado). Com um preço médio de apenas US$1,72 por par (o menor desde 1997), as importações de lá somaram US$5 milhões. As altas são de 130,7% em volume e de 9,7% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

“Claramente existe um processo de dumping – quando o preço praticado para a exportação é diferente do praticado no mercado interno -, o que provoca uma concorrência desleal com a indústria brasileira. É uma questão que estamos buscando resolver junto às autoridades e que, como os dados comprovam, já tem reflexo no nível de emprego”, alerta Ferreira, ressaltando que a invasão de calçados chineses pode provocar uma “quebradeira” no setor, gerando uma onda de demissões.

“Sem demanda, a indústria nacional vai parar de produzir, o que tem como consequência o desemprego de pessoas que sobrevivem da atividade”, acrescenta o executivo. Com o resultado de fevereiro, as importações chinesas somaram 4,32 milhões de pares e US$11,44 milhões, incrementos tanto em volume (+66%) quanto em receita (+21,2%) em relação ao mesmo bimestre de 2022. Segundo o dirigente, desde que a China flexibilizou a política de Covid Zero e voltou com apetite ao mercado, no início do ano, calçadistas vêm encontrando problemas.

Mais Ásia na lista

A segunda origem das importações, em volume, no mês de fevereiro foi o Vietnã. De lá, foram importados 764,25 mil pares por US$18,15 milhões, altas de 6% em volume e de 39,2% em receita na relação com o mês dois de 2022. No bimestre, as importações de calçados do Vietnã somaram 1,9 milhão de pares e US$44,26 milhões, altas tanto em volume (+63,5%) quanto em receita (+96,5%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

A terceira origem das importações brasileiras de calçados também ficou com um país asiático. Em fevereiro, o Brasil importou da Indonésia 368,94 mil pares por US$7,54 milhões, altas de 58,3% em volume e de 60% em receita na relação com fevereiro de 2022. No bimestre, as importações daquele país somaram 750,37 mil pares e US$15,56 milhões, altas tanto em volume (+58%) quanto em receita (+63,5%) ante o mesmo período do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2023 0 Comentários 608 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo é a segunda cidade a gerar mais empregos no estado

Por Marina Klein Telles 13/03/2023
Por Marina Klein Telles

A indústria voltou a se tornar destaque na geração de empregos com carteira assinada em Novo Hamburgo. Conforme balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal divulgado na última quinta-feira (9), a economia hamburguense teve um saldo positivo de 86 postos de trabalho no mês de janeiro. Com isso, Novo Hamburgo apresentou o segundo melhor desempenho na geração de emprego no Vale do Sinos, atrás apenas de Canoas.

O desempenho da indústria hamburguense, porém, foi praticamente o dobro do saldo na cidade em relação ao ano passado, com 167 novas vagas de trabalho. Também houve 27 postos de trabalho criados no setor de serviços e outros 24 na construção civil. Já o comércio, que fechou 129 postos, freou o crescimento na geração de emprego em Novo Hamburgo. Na área de agropecuária, 3 postos foram encerrados no município.

Ano passado, Novo Hamburgo foi a quarta cidade que mais gerou empregos formais na Região Metropolitana de Porto Alegre, com um saldo de 2.234 novas vagas. Em todo o Estado, Novo Hamburgo ficou na 9ª colocação entre as cidades que mais criaram empregos.

O diretor de Trabalho da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Nelson Dietrich Júnior – o Nelsinho, destaca que Novo Hamburgo está oferecendo mais de 500 empregos formais todos os meses na Agência Municipal de Emprego (AME). “Nesta semana da mulher, estamos com mais de 400 vagas com perfil feminino”, enfatiza. Para se candidatar a uma das vagas, basta comparecer à Agência, que fica na Rua Joaquim Pedro Soares, número 349, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 08h às 16h, com a carteira de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2023 0 Comentários 773 Visualizações
Business

ACI Novo Hamburgo realiza 1º Feirão de Empregos On-line

Por Amanda Krohn 27/01/2023
Por Amanda Krohn

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos, com o apoio da Plataforma Kretos, de agências de fomento ao emprego e de universidades da região, promove, até 12 de março, o 1º Feirão de Empregos Online do Vale do Sinos. O Empregasinos é voltado a empresas associadas que estão com dificuldade para encontrar talentos, que podem divulgar gratuitamente suas vagas nos principais portais online de RH e universidades da região. O cadastro virtual já se iniciou e vai até 10 de fevereiro e o prazo de divulgação do feirão e cadastro dos candidatos vai de 27 de fevereiro a 12 de março.

Associados da ACI podem cadastrar gratuitamente suas oportunidades de emprego na plataforma ACI Talentos, aplicar testes de conhecimentos e habilidades e obter um ranqueamento dos candidatos personalizado, tudo isso com apoio de inteligência artificial. Para cadastrar vagas, a empresa deve acessar o site e, se já possui cadastro, deve clicar em fazer login e cadastrá-las. Caso ainda não tenha cadastro, deve clicar em solicitar login e preencher o formulário de acesso. Em seguida, a equipe da ACI entrará em contato. O Empregasinos é uma iniciativa ACI Talentos, um dos novos serviços da entidade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone e Whatsapp 51 2108.2120 ou pelo e-mail [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/01/2023 0 Comentários 917 Visualizações
Business

Indústria calçadista gerou 43,5 mil empregos no Brasil até outubro

Por Amanda Krohn 30/11/2022
Por Amanda Krohn

Mesmo perdendo 842 postos de trabalho em todo o Brasil em outubro, dados do Ministério do Trabalho e Previdência elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que as fábricas calçadistas brasileiras somaram, nos dez meses do ano, 43,5 mil novos postos de trabalho na atividade. Com isso, o setor soma 309,7 mil empregados diretos em todo o País, 12% mais do que no mesmo período do ano passado. Já no comparativo com a pré-pandemia, em 2019, o incremento de 2022 é de 8,8%.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que o dado de outubro já reflete o desaquecimento da demanda para alguns mercados. “Com o menor volume de encomendas, a produção é menor. Nos próximos meses, devemos enfrentar um desaquecimento da economia tanto no mercado interno quanto externo, provocado por fatores macroeconômicos, como a crise internacional e o aumento da inflação. Mesmo assim, devemos encerrar 2022 com uma produção 3,9% maior em relação ao ano passado”, comenta.

Estados

Maior empregador do setor calçadista no Brasil, o Rio Grande do Sul somou a geração de 9,4 mil postos de trabalho na atividade nos dez meses do ano. Com isso, a indústria gaúcha encerrou outubro com 85,25 mil pessoas empregadas na atividade, 8,4% mais do que no mesmo período do ano passado. Tendo gerado 8,9 mil empregos na atividade nos dez primeiros meses de 2022, a indústria calçadista do Ceará é a segunda maior empregadora da atividade no Brasil, com um total de 70,4 mil pessoas empregadas, 12,7% mais do que em outubro de 2021. Na sequência entre os principais empregadores da indústria calçadista brasileira aparecem a Bahia, que gerou 8,88 mil empregos no ano e soma 44,57 mil postos no setor (25,2% mais do que em 2021); e São Paulo, que criou 7,4 mil vagas na atividade e soma 36,2 mil pessoas trabalhando na indústria de calçados (13,6% mais do que em 2021).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/11/2022 0 Comentários 832 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo cria quase 20 empregos por dia no mês de agosto

Por Amanda Krohn 29/09/2022
Por Amanda Krohn

A economia de Novo Hamburgo segue como uma das que mais geram empregos no Rio Grande do Sul. Segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal divulgado nesta quinta-feira (29), Novo Hamburgo criou 574 novos postos de trabalho no mês de agosto, o quinto maior saldo entre todas as cidades do Estado. Na região dos Vales, a economia hamburguense vem apresentando o melhor resultado na criação de empregos desde o início do ano.

“É mais uma excelente notícia que estamos compartilhando com todos. Emprego representa mais renda, mais capacidade de consumo e mais qualidade de vida para as famílias. E conseguimos criar quase 20 empregos por dia durante o mês de agosto na cidade, o que é muito bom”, destaca a prefeita Fátima Daudt. O saldo de agosto foi o terceiro melhor saldo do ano para Novo Hamburgo (atrás de fevereiro, que teve 918 postos de trabalho criados no Município, e junho, com saldo de 600).

Emprego representa mais renda, mais capacidade de consumo e mais qualidade de vida para as famílias. E conseguimos criar quase 20 empregos por dia durante o mês de agosto na cidade, o que é muito bom

Nos últimos 12 meses, entre setembro de 2021 e julho de 2022, o saldo hamburguense é de 4.631 novos postos de trabalho criados, o terceiro melhor desempenho em todo o Estado (superado apenas pela capital e por Caxias do Sul). Com isso, o Município já aumentou seu estoque para 71.186 empregos, o melhor saldo de sua história.

Setores

Desta vez, o grande destaque na geração de empregos em Novo Hamburgo foi o setor de serviços, que respondeu por mais da metade dos postos criados (340). Na sequência vem a indústria, que sempre tem sido destaque na criação de trabalho. Em agosto, foram 215 empregos criados no setor. A construção civil voltou a empregar mais, desta vez respondendo por 19 postos de trabalho. O comércio teve dois empregos gerados em agosto.

Outro destaque nos números do Caged de agosto, segundo o diretor de Trabalho da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Nelson Dietrich Júnior, o Nelsinho, é o ensino médio completo na maioria dos candidatos contratados. A faixa etária que mais conseguiu emprego são os jovens de 18 a 24 anos. Em relação ao gênero, a contratação de homens e mulheres foi semelhante.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/09/2022 0 Comentários 980 Visualizações
Business

Indústria calçadista gerou mais de 27 mil empregos no primeiro semestre

Por Amanda Krohn 03/08/2022
Por Amanda Krohn

Em recuperação desde o ano passado, a indústria calçadista brasileira gerou mais de 4 mil vagas em junho, somando a geração de 27,5 mil postos de trabalho no primeiro semestre do ano. Com isso, o setor encerrou junho com 293,75 mil pessoas empregadas diretamente na atividade, 73 mil pessoas a mais do que no mesmo período de 2020 e 46 mil a mais do que no mesmo mês do ano passado. O número aponta para um crescimento de 18,6% em relação ao mesmo intervalo de 2021 e uma recuperação plena das perdas provocadas pela crise desencadeada pela pandemia de Covid-19. Hoje a indústria calçadista emprega 5,4% mais do que em 2019. Os dados foram elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a indústria calçadista está em recuperação. Segundo ele, no mercado doméstico, entre janeiro e maio, as vendas de calçados cresceram mais de 21% no comparativo com o mesmo período de 2021. Já nas exportações, no primeiro semestre, foram embarcados 75 milhões de pares, 31,3% mais do que no mesmo intervalo do ano passado. “A indústria calçadista responde rapidamente aos estímulos da economia”, frisa.

Estados

Respondendo por 28% do total de empregos na atividade e sendo a principal empregadora da Indústria de Transformação do Estado, a indústria calçadista do Rio Grande do Sul vem em crescimento. Conforme os dados elaborados pela Abicalçados, entre janeiro e junho, o setor calçadista gaúcho criou 7,2 mil vagas, encerrando o mês passado com 83 mil pessoas empregadas na atividade, 15,7% mais do que no mesmo período de 2021.

Segundo estado que mais emprega na indústria calçadista, o Ceará gerou 3,63 mil postos no primeiro semestre, encerrando junho com 65 mil pessoas trabalhando na atividade, 13,3% mais do que no mesmo mês do ano passado. Assim como no Rio Grande do Sul, a indústria calçadista é a maior empregadora da Indústria de Transformação no Estado.

O terceiro estado que mais emprega no setor é a Bahia, que também possui na atividade a principl empregadora da Indústria de Transformação no Estado. No primeiro semestre, as fábricas baianas geraram mais de 5 mil postos, encerrando junho com 40,8 mil pessoas empregadas na atividade, 29,6% mais do que em junho de 2021.

Com crescimento de 28,7% no estoque de emprego em relação ao ano passado, São Paulo é o quarto maior empregador do setor calçadista nacional. No primeiro semestre, as fábricas paulistas geraram 5,4 mil vagas, encerrando o mês de junho com estoque de 34,25 mil empregos no setor.  A tabela completa pode ser conferida neste link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
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