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Business

Marcopolo apoia lançamento do Selo Fretamento Legal

Por Ester Ellwanger 01/09/2021
Por Ester Ellwanger

A Marcopolo é uma das patrocinadoras do evento de apresentação do Selo Fretamento Legal, realizado no dia 02 de setembro, às 14 horas, no SEST/SENAT, na cidade de Porto Alegre/RS.  A iniciativa é um projeto da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) e tem como objetivo apresentar os recursos para a melhoria dos procedimentos de fiscalização das atividades e de coordenação do fretamento contínuo e eventual.

O conceito tecnológico do Selo Fretamento Legal recebe o apoio da Marcopolo por estar alinhado ao futuro da mobilidade, uma das principais premissas da companhia. A empresa está em constante alinhamento às oportunidades de soluções tecnológicas para o desenvolvimento dos sistemas de transporte.

“O Selo Fretamento Legal garantirá a Metroplan um transporte com mais qualidade e segurança. Esses objetivos são os mesmos buscados pela Marcopolo, que segue comprometida com a produção de veículos e soluções que tornam o ecossistema da mobilidade mais favorável e eficiente”, Ricardo Portolan, diretor de Operações Comerciais ME e Marketing.
Em parceria da Associação das Transportadoras Turísticas do Rio Grande do Sul (Aturs) e a Associação Gaúcha das Pequenas e Médias Empresas Transportadoras de Passageiros (AGPM), a Metroplan utilizará a tecnologia de identificação por QR Code, com verificação das placas dos veículos e contará com a criptografia para verificação do atendimento de todos os requisitos legais, previstos na legislação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Brasil tem 10 milhões de apartamentos e passa por verticalização há 35 anos

Por Ester Ellwanger 01/09/2021
Por Ester Ellwanger

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Brasil passou por um processo de verticalização nas últimas décadas. Apesar de a maioria das pessoas (85,6%) viver em casas horizontais, o número de apartamentos já corresponde a 14,2% dos 72,4 milhões de domicílios existentes no País.

Esse montante, que representa 10,3 milhões de moradias, cresceu 321% nos últimos 35 anos apurados pelo IBGE. É o que revela um levantamento de dados históricos realizado pela empresa Triider, plataforma de serviços de manutenção e pequenas reformas, com base nas edições anuais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua.

Entre 1984 e 2019, 7,8 milhões de novos apartamentos foram construídos no País. Além do número, cresceu a representatividade das moradias verticais em relação ao total de domicílios. O percentual quase dobrou em três décadas e meia. Isso porque, há 35 anos, esse tipo de imóvel representava 8,37% das moradias.

Só na última década, a elevação da quantidade de apartamentos foi de 68,7%, o que equivale a 4,2 milhões de novos empreendimentos nesse formato. O dado representa que o total de imóveis verticais saltou de 6,1%, em 2009, para 10,3 milhões em 2019. Essas informações indicam que, embora as residências horizontais sejam predominantes no Brasil, há uma tendência de verticalização nos grandes centros urbanos do País.

Sudeste concentra o maior número de apartamentos

A região Sudeste é a que concentra o maior número de apartamentos do Brasil. São, ao todo, 6,1 milhões de moradias verticais, o que representa 59,6%. Em seguida, vem o Nordeste, com 16,1% (1.656 milhão); o Sul, que contabiliza 16% (1.645 milhão); e o Centro-Oeste, que conta com 5% (514 mil).

Já o Sudeste, curiosamente, foi a região que menos cresceu percentualmente no País, ficando atrás do Nordeste (606%), do Centro-Oeste (366,05%) e do Sul (360,92%), além do Norte. Porém, se analisada a quantidade de domicílios construídos entre 1984 e 2019, o Sudeste está na liderança. Ao todo, foram 4,4 milhões de novos domicílios em formato vertical, o equivalente a 256,12%.

Tendência mundial

O processo de verticalização registrado em São Paulo e em outras regiões brasileiras é uma tendência mundial. Para Guilherme Minarelli, pesquisador e um dos responsáveis pelo estudo do Centro de Estudos da Metrópole, trata-se de um movimento de longo prazo e sem sinais de reversão.

“A princípio, é uma tendência. O mercado imobiliário é muito ativo e deve continuar crescendo. Além disso, é um processo que acontece nas principais cidades do mundo”, pontua o doutorando e mestre no Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (DCP/USP).

Segundo Minarelli, que também é formado em Ciências Sociais pela USP, o processo de verticalização não gera efeitos majoritariamente positivos nem negativos às cidades. A questão está no planejamento.

 

É preciso pensar onde e como se está verticalizando. Se mal planejado, esse processo pode, eventualmente, sobrecarregar algumas áreas e regiões desprovidas de infraestrutura.”

“É preciso pensar onde e como se está verticalizando. Se mal planejado, esse processo pode, eventualmente, sobrecarregar algumas áreas e regiões desprovidas de infraestrutura, ou seja, sem preparo para receber um adensamento construtivo e populacional. Por outro lado, é possível pensar também que o adensamento pode melhorar o uso da infraestrutura já existente, além de aproximar as residências dos locais de trabalho, reduzindo o trânsito, diminuindo o deslocamento e melhorando a qualidade de vida das pessoas”, observa.

O lado positivo da verticalização, segundo o especialista, está relacionado com as questões de mobilidade urbana e com o planejamento sustentável, que deve garantir segurança, espaços de lazer e respiros urbanos, como praças e equipamentos de qualidade nas áreas de educação, esporte, cultura e saúde.

“Historicamente, a cidade é o espaço do encontro, do adensamento de pessoas, objetos, movimentos e ideias. Com planejamento, é possível que a verticalização seja positiva. Caso contrário, a gente já experimentou ao longo da história um crescimento desenfreado e desregulado que trouxe muitos problemas”, afirma.

O edifício mais alto do Brasil

Por falar em economia e mercado imobiliário, é impossível não citar o prédio mais alto do Brasil atualmente.
Localizado em Balneário Camboriú (SC), uma cidade litorânea conhecida por seus arranha-céus à beira mar, o edifício residencial Yachthouse by Pininfarina, que está em fase de acabamentos, é o maior do País: são 281 metros de altura, distribuídos em 81 andares e 264 unidades.

Inspirado no universo náutico, o prédio de alto padrão fica próximo à marina, ao rio e ao mar, local nobre do município e, entre os compradores do imóvel na planta, estão personalidades como o jogador Neymar e os sertanejos Luan Santana e Sorocaba.  Para erguer a construção, foram necessários 600 trabalhadores, 12 mil toneladas de aço e quase 90 mil m³ de concreto. O custo total do empreendimento é de cerca de R$ 21 milhões.  O prédio é tão alto que equivale a 1 estádio e meio de futebol, 161 homens de pé, 56 carros, 2.500 martelos e 2.007 tijolos empilhados.

 

Foto: Joel Santana/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2021 0 Comentários 892 Visualizações
Business

Sustentabilidade do calçado brasileiro na Expo 2020 Dubai

Por Ester Ellwanger 01/09/2021
Por Ester Ellwanger

O calçado brasileiro terá espaço especial no pavilhão brasileiro da Expo 2020 Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, entre os dias 2 e 5 de novembro. Localizado no distrito da Sustentabilidade, o pavilhão do Brasil será um dos mais de 190 países que estarão representados na exposição e recepcionará exposições, ativações de marcas brasileiras e espaços de experiência para fortalecer a imagem do País. A participação do calçado brasileiro é organizada pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que o Brazilian Footwear apresentará seu reposicionamento como importante player no setor calçadista mundial e apresentará seu perfil de uma cadeia calçadista sustentável, trazendo também exemplos de sucesso de empresas calçadistas brasileiras que vêm incorporando a sustentabilidade como estratégia em seu negócio. Além disso, será reforçado o ineditismo de o setor contar com a única certificação de sustentabilidade da cadeia calçadista, o Origem Sustentável. “Teremos um espaço de destaque com uma exposição sobre a sustentabilidade no setor calçadista para visitantes do pavilhão que virão do mundo inteiro. E em um dos dias faremos uma recepção especial para compradores convidados pelas próprias calçadistas que farão parte do grupo participante. O potencial de divulgação da imagem do calçado verde-amarelo é muito relevante”, avalia Paola. As inscrições, que são limitadas e contam com critérios de participação relacionados à sustentabilidade, estão abertas até o próximo dia 10 de setembro pelo e-mail [email protected].

Origem Sustentável

Com um projeto piloto lançado em 2013 e uma versão reformulada a partir de 2019, o Origem Sustentável é a única certificação no mundo voltada às empresas produtoras de calçados e insumos do setor calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue indicadores de cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade e vem ganhando visibilidade não somente no Brasil, mas no mercado internacional.

O gestor de Projetos da Abicalçados, Cristian Schlindwein, comenta que muitos compradores internacionais já procuraram a Abicalçados em busca de empresas certificadas em sustentabilidade. “Cada vez mais os consumidores, especialmente da Europa e Estados Unidos, estão atentos não só à origem, mas ao perfil das marcas e empresas que compram, e isso vem impactando diretamente nos critérios de seleção de compradores internacionais”, frisa.

O Origem Sustentável já tem nomes como Vulcabras, Piccadilly, Bibi, Boxprint e Caimi & Liaison certificadas, e outras em processo de implementação, caso da Schutz, Usaflex, Ramarim, Beira Rio, Via Marte, Redeplast, Calçados Ala e Bebecê. Com auditorias credenciadas pela SGS, Bureau Veritas, ABNT e Senai, a certificação conta com quatro níveis de evolução: Bronze (para empresas que cumpram o mínimo de 20% a 30% dos indicadores propostos), Prata (40%), Ouro (60%) e Diamante (80%).

01/09/2021 0 Comentários 683 Visualizações
Business

Banrisul disponibiliza linhas de crédito para o agronegócio na Expointer

Por Ester Ellwanger 01/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Banrisul atenderá produtores rurais, expositores e clientes no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a Expointer 2021. Serão disponibilizadas linhas de crédito rural para todos os segmentos do agronegócio – agricultura familiar, médios produtores e agricultura empresarial, em especial para operações de investimentos em máquinas, equipamentos e melhorias em infraestrutura.

O presidente do Banrisul, Cláudio Coutinho, destaca que a instituição segue firme com seu compromisso de priorizar as cadeias produtivas do agro, sendo que para o ano agrícola 2021/2022 disponibilizou o maior Plano Safra de sua história, com R$ 5,2 bilhões em crédito. “Na edição da Expointer deste ano, mais uma vez o Banrisul estará presente com sua equipe de profissionais especializada em agronegócios para prestar atendimento técnico e comercial aos produtores rurais”, salienta.

Entre as principais linhas de financiamento, os produtores terão acesso a recursos próprios do Banco por meio das modalidades AgroInvest Matrizes e Reprodutores para compra de animais com a finalidade de reprodução, AgroInvest Máquinas e Equipamentos para aquisição de máquinas e implementos agrícolas, inclusive os que não possuem código Finame, AgroInvest 4.0 para investimento em novas tecnologias aplicáveis às atividades produtivas da propriedade, como equipamentos para agricultura de precisão, drones, computadores, licenças de softwares para gestão e AgroInvest Sustentabilidade para empreendimentos como energia solar e biodigestores. O Banrisul disponibiliza, ainda, as linhas para contratação de operações de investimento com a utilização de recursos repassados via BNDES e também dispõe de recursos equalizados para financiar investimentos no agronegócio.

Sistema Banriconecta

Os pedidos de financiamentos de máquinas e equipamentos poderão ser protocolados pelas revendas diretamente na plataforma BanriConecta. Em razão da pandemia, a prioridade é que o envio das propostas seja feito por esse sistema, visando melhor cumprir os protocolos de saúde.

Com o BanriConecta, a expectativa é agilizar o encaminhamento das propostas, com as revendas atuando como importantes parceiras do Banco no atendimento aos clientes e apresentação dos documentos necessários para o andamento dos financiamentos.

Estante do Agronegócio

O Banrisul estará com o Estande de Agronegócios disponível para receber e atender aos visitantes e clientes durante a feira, no horário das 9h às 18h.

Devido às restrições impostas pela pandemia, o Banrisul irá proporcionar aos visitantes que tiverem interesse em simular uma operação ou consultar informações sobre linhas de crédito, por meio do aplicativo WhatsApp. Serão disponibilizados nos estandes dos expositores QRCodes para acesso rápido às informações ao cliente e ao WattsApp para o atendimento imediato por uma equipe especializada que estará à disposição para esclarecimentos.

Agência

A agência do Banrisul estará atuando com estrutura presencial na Expointer 2021, dentro dos limites e protocolos sanitários exigidos para acesso e permanência de pessoas no local, sendo o atendimento voltado aos clientes em geral, que buscarem informações sobre linhas de crédito, produtos, serviços e a utilização de caixas eletrônicos.

O horário de funcionamento da agência na Expointer será das 10h às 16h, e do autoatendimento das 08h às 20h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2021 0 Comentários 1,3K Visualizações
Cidades

Banco do Povo de Santa Cruz do Sul já liberou R$ 25 milhões desde a sua criação

Por Ester Ellwanger 31/08/2021
Por Ester Ellwanger

Em onze anos, o Banco do Povo de Santa Cruz do Sul liberou R$ 25,3 milhões em crédito para 5.259 empreendedores. Só nos oito primeiros meses de 2021, foram investidos mais de R$ 5 milhões para auxiliar 285 negócios a enfrentarem os efeitos da pandemia.

E para seguir oferecendo uma linha de microcrédito vantajosa para os pequenos, a prefeita Helena Hermany sancionou na última semana o projeto de lei do Executivo que prorrogou o subsídio nos juros e encargos aprovado no início do ano. Assim, pelo menos mais 90 empreendedores poderão acessar valores de até R$ 5.000,00, pagando menos de 1% ao mês.

Estamos contentes com esse olhar e apoio recebido da gestão, tivemos um crescimento muito grande no primeiro semestre, liberando mais crédito do que em qualquer outro período da nossa história.”

“Estamos contentes com esse olhar e apoio recebido da gestão, tivemos um crescimento muito grande no primeiro semestre, liberando mais crédito do que em qualquer outro período da nossa história. Do pequeno ao grande empreendedor, estamos aqui para auxiliá-los a superar a crise ou aproveitar as oportunidades para crescer ainda mais”, afirmou o coordenador do Banco do Povo, Paulo Mans.

Paulo também destaca a liberação do primeiro financiamento do Fungetur, destinado ao setor do turismo. Uma empresa santa-cruzense de fretamento e transporte turístico de passageiros acessou R$ 45 mil. A linha tem prazo de pagamento de cinco anos, com carência de 8 meses e juros menores que os praticados nos bancos tradicionais.

Durante a sanção da lei, acompanhada do secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Márcio Farias Martins, além de colaboradores do Banco do Povo, a prefeita Helena Hermany destacou a importância do órgão.

“Defendemos durante a campanha o fortalecimento do Banco do Povo. Com muito orgulho, posso dizer que estamos cumprindo, é por ele que estamos ajudando as pessoas a empreenderem, iniciarem um negócio, dando condições para os já estabelecidos expandirem suas empresas”, frisou Helena.

Os números do Banco do Povo

Criado em 2010, o primeiro crédito foi liberado em 2011. Até 30/08/2021, foram R$ 25.298.877,27 para 5.259 empreendedores ou empresas.

Nos primeiros oito meses de 2021, foram auxiliadas 285 empresas/empreendedores, em um total de R$ 5.404.074,87:
• 173 projetos de crédito até R$ 5.000,00
• 60 projetos de financiamento entre R$ 6.000,00 e R$ 20.000,00
• 52 projetos com valores entre R$ 40.000,00 e R$ 150.000,00

Foto: Luiz Fernando Bertuol / Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2021 0 Comentários 900 Visualizações
Business

E-commerce será tema da próxima Oficina de Crescimento em Campo Bom

Por Ester Ellwanger 31/08/2021
Por Ester Ellwanger

O comércio eletrônico cresce de maneira exponencial e, atenta ao fato, a Prefeitura de Campo Bom encontrou uma forma de auxiliar os micro, pequenos e médios empreendedores a aderirem ao e-commerce. No dia 23 de setembro, às 19h, a Sala do Empreendedor vai receber a palestra “O crescimento do e-commerce e a plataforma Dooca como solução na venda on-line para pequenas e médias empresas”, do gestor Marcelo Ventorini Maier.

A iniciativa tem como objetivo apresentar a esses empreendedores um novo mundo, onde eles poderão fazer crescer ainda mais seus negócios”, afirma o prefeito Luciano Orsi.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Henrique Scholz destaca o cuidado da Administração em levantar temas importantes para auxiliar no crescimento dos empreendimentos locais. “Esses momentos são muito valorizados pelos empreendedores por oferecerem oportunidades únicas de aprimoramento em questões atuais e relevantes para o mercado, como é o caso do e-commerce”, ressalta.

A Sala do Empreendedor fica localizada no saguão do Centro Administrativo Municipal. Os 20 primeiros inscritos, que será gratuita, garantem presença no evento. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do e-mail [email protected], do telefone (51) 3598.8637 ou presencialmente. O horário de atendimento do espaço é de segunda a quinta-feira, das 12h30 às 18h30, e na sexta-feira das 7h30 às 13h30. Os demais poderão assistir a palestra de forma on-line, nas páginas da Prefeitura.

O momento servirá para que o palestrante apresente dados do e-commerce brasileiro e instrua os presentes sobre como entrar nesse mercado, montando uma loja virtual. Marcelo Ventorini Maier é graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Feevale e, atualmente, é coordenador de Novos Negócios da Dooca Commerce, uma plataforma voltada para a criação de lojas virtuais.

Foto: Jordana Fioravanti/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2021 0 Comentários 557 Visualizações
Cidades

Projeto do Cristo Protetor de Encantado conta com novo gestor

Por Ester Ellwanger 31/08/2021
Por Ester Ellwanger

O turismólogo Fabrício de Medeiros Medeiros, 42 anos, será o gestor do Cristo Protetor, de Encantado. Medeiros assume com a missão de concluir o monumento e o entorno do empreendimento turístico. O prazo estimado para a conclusão da estátua é entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Com a experiência de quem contribuiu para a construção do Skyglass Canela, a primeira plataforma de aço e vidro da América Latina, o profissional pretende ajudar na implantação da operação de outro projeto turístico que chega para fazer história no turismo mundial.

Conforme a secretária da Associação Amigos de Cristo de Encantado, Letícia Fátima Bratti, a escolha atende as necessidades do projeto. “Iniciamos a busca por profissionais com experiência em parques, que tivessem conhecimento desde a questão estrutural até a montagem do negócio e seleção de equipe. Encontramos no Medeiros o profissional ideal”, afirma Letícia.

O valor estimado para a construção da estátua e do elevador panorâmico é de R$ 2,3 milhões. Segundo a voluntária, o monumento em homenagem a Cristo arrecadou 70% do recurso através de uma ação entre amigos e mais R$ 500 mil com doações comunitárias. “Criamos visitas guiadas ao entorno da obra, o que está auxiliando na captação de recursos. Após a conclusão do monumento, teremos o entorno do parque para finalizar o projeto”, diz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

31/08/2021 0 Comentários 935 Visualizações
Business

Projeto Ametista e o potencial econômico nos municípios da fronteira com Uruguai

Por Ester Ellwanger 31/08/2021
Por Ester Ellwanger

O Serviço Geológico do Brasil apresentou nesta segunda-feira, dia 30 de agosto, em Gramado, o projeto Áreas de Relevante Interesse Mineral (Arim) – Modelo Prospectivo para Ametista e Ágata na Fronteira Sudoeste do Rio Grande do Sul. Recentemente o Serviço Geológico do Brasil, a partir de pesquisa de campo e da aplicação de métodos geofísicos, divulgou pesquisa que sugere que as ametistas dos jazimentos de classe mundial do distrito gemológico Los Catalanes, Uruguai, avançam nas áreas de municípios da fronteira oeste gaúcha.

A pesquisa tem a autoria dos geólogos Magda Bergmann, Paloma Gabriela Rocha, Andrea Sander e Giovani Parisi. O local escolhido para o lançamento foi o GEO Museu de Gramado que possui uma grande exposição de ametistas (inclusive uma peça de sete toneladas), extraídas da região uruguaia estudada.

Os municípios gaúchos da fronteira não exploram o potencial da região para ametistas. Enquanto que, do outro lado da fronteira, os vizinhos uruguaios já exploram as jazidas há mais de 50 anos. Dados apontam a produção de 1.689 toneladas de ametista, ao ano, no lado uruguaio. A extração de ametista acontece em oito municípios do Rio Grande do Sul, mas principalmente em Ametista do Sul. São mais de 200 garimpos na região. O total da produção que é exportada chega a 95%, a maioria para China, Estados Unidos e países da Europa.

O setor movimenta cerca de R$ 500 milhões por ano para a economia gaúcha. No ano passado, houve uma queda de 10%, mas o dólar valorizado ajudou na recuperação. Em Soledade, a indústria representa 50% da economia; o número é ainda maior na cidade de Ametista do Sul, onde o setor corresponde a 70% da atividade econômica.

“São grandes lavas uruguaias produtoras de geodos e de ametistas. O setor de mineração em si movimenta toda uma cadeia de serviços. A perspectiva de beneficiamento local destas gemas teria foco central em Santana do Livramento beneficiando Quaraí e até Alegrete”, destaca a pesquisadora do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Magda Bergmann.

Segundo a pesquisadora, o mais importante no momento é sensibilizar os empreendedores da região que estão focados na exploração de ágatas. Eles precisam ser incentivados a investir na exploração das jazidas de ametistas que estariam abaixo das jazidas de ágatas nos municípios gaúchos.

Podemos ter uma exploração a longo prazo como do lado uruguaio, e também a exportação para mercados como o da China, por exemplo”, completa Magda.

Participaram do evento em Gramado, que também marcou as comemorações dos 52 anos do Serviço Geológico do Brasil, o diretor-presidente do SGB-CPRM, Dr. Esteves Colnago, o diretor de Geologia e Recursos Minerais do SGB-CPRM, Dr. Márcio Remédio e o prefeito de Gramado Nestor Tissot.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2021 0 Comentários 879 Visualizações
Business

Calçado ecológico é lançado pela Bibi

Por Ester Ellwanger 30/08/2021
Por Ester Ellwanger

Pioneira no desenvolvimento de ações sustentáveis em toda a cadeia produtiva, a Bibi lança no mercado um calçado ecológico. Chamado de Bibi Eco, o produto está disponível na numeração do 25 ao 32, e chega às lojas no início de setembro com uma proposta de utilização de matérias-primas sustentáveis e reaproveitáveis. Com projetos já desenvolvidos e praticados que vão desde a utilização de somente materiais não tóxicos até o uso de energia limpa, oriunda de fontes renováveis, a Bibi é a única do seu segmento com o Selo Diamante de Sustentabilidade. Ampliando ainda mais ações voltadas para a preservação do meio ambiente, a marca expandiu os horizontes e incluiu em seu portfólio o calçado fabricado com garrafa PET, serragem, cascas de arroz, além de outros materiais reaproveitáveis.

Com cor unisex que remete à naturalidade, o Bibi Eco tem grande parte dos seus componentes reciclados. O solado é fabricado em TR transparente com serragem e o cabedal produzido a partir de garrafas PET. O processo de colagem é feito com cola base de água, assim como em todas as linhas. Com um visual divertido e moderno, o tênis é seguro e facil de calçar com um engate produzido em ECO WPC, matéria-prima composta em 20% por cascas de arroz e tiras de PVC renovável de fibras de bambu.

O novo produto da marca possui a exclusiva palmilha fisioflex Bibi, composta por espuma ZAHO HD, que contém uma porcentagem de partículas de material reciclado e a lingueta preenchida com resíduos reaproveitados de diversos materiais gerados no processo produtivo da empresa.

 

Acreditamos que é nosso papel despertar a curiosidade pela sustentabilidade e ensinar a garotada desde cedo a respeitar e cuidar do nosso planeta e do meio ambiente.”

“Acreditamos que é nosso papel despertar a curiosidade pela sustentabilidade e ensinar a garotada desde cedo a respeitar e cuidar do nosso planeta e do meio ambiente. Nossas ações e estratégias são norteadas dentro dos pilares sociais, ambientais, culturais e econômico. E para traduzir nosso propósito e materializar nossas práticas sustentáveis, investimos no desenvolvimento do Bibi Eco, o primeiro calçado ecológico da Bibi. Ele contém componentes reciclados e também traz toda o design, conforto, segurança e praticidade já característicos dos produtos da marca. É um orgulho ver este projeto sair do papel e ir pros pés dos pequenos”, revela Camila Kohlrausch, diretora de Marca e Varejo da Calçados Bibi.

Para marcar o lançamento, a rede criou um espaço exclusivo dentro das lojas com materiais recicláveis e garrafas PET para aumentar a visibilidade dos clientes aos componentes do produto e evidenciar a importância da destinação certa aos resíduos. As garrafas PET veio da aquisição junto à ONG Cata-Tudo Recicla, de São Paulo, que tem como objetivo reduzir o acúmulo de resíduos com destinação incorreta. Além disso, após a ação, todos os materiais dos pontos de vendas da Bibi serão recolhidos pela empresa e dados a correta destinação para que se transformem em novos materiais e insumos.
O Bibi Eco, comercializado por R$ 209,90, estará disponível nas mais de 130 unidades da Calçados Bibi, no e-commerce e nas melhores multimarcas a partir de setembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Sicredi Vale do Rio Pardo investe em usina fotovoltaica própria

Por Ester Ellwanger 30/08/2021
Por Ester Ellwanger

A Sicredi Vale do Rio Pardo investiu em uma usina fotovoltaica própria, que vai gerar 100% de energia limpa e renovável para a nova sede administrativa e para as 15 agências da Cooperativa. O investimento, na ordem de R$ 2,5 milhões, também contemplou um terreno de 3 hectares, estrategicamente localizado. A inauguração aconteceu na manhã desta sexta-feira, 27 de agosto, junto ao complexo de geração fotovoltaica, localizado no Corredor Sul América, 1055, na localidade de Linha Tamanco, em Rio Pardo, às margens da rodovia BR 471. “É uma obra muito importante, que vai ao encontro do incentivo ao investimento na geração de energia fotovoltaica dentro da nossa cooperativa”, destacou o presidente da instituição, Heitor Álvaro Petry.

O presidente enfatizou que, além da contribuição ambiental, com o fomento à energia limpa e renovável, a Sicredi Vale do Rio Pardo gera importante impacto na economia local ao agregar renda ao associado, geração de postos de trabalho, novos empreendimentos, tributos, entre outros benefícios. A Cooperativa financiou até agora mais de 1.500 usinas nos nove municípios de sua base de atuação, sendo quase R$ 100 milhões em financiamentos de equipamentos de energia fotovoltaica. “A nossa cooperativa vem incentivando a geração de energia fotovoltaica desde 2017, o que a tornou pioneira no desenvolvimento de uma linha de crédito voltada ao financiamento de usinas solares na região. E com a usina própria também somos pioneiros entre as mais de 100 cooperativas do Sistema Sicredi”, salientou Petry.

O complexo de geração fotovoltaica é composto por 1.238 módulos e uma potência instalada de 544,720 kWp. Para a viabilização do empreendimento, a Sicredi Vale do Rio Pardo realizou um estudo para a implantação. O projeto de instalação dos painéis solares ficou a cargo da Solled Energia, de Santa Cruz do Sul. “Além de proporcionar retorno financeiro, a usina é uma tendência de sustentabilidade, de inovação, ao utilizar um recurso natural como fonte de energia”, ressaltou o presidente. Com a usina solar, inédita dentro da área de atuação da Cooperativa quando se refere ao porte, deixa-se de emitir, em média, mais de 75 toneladas de CO² por ano no meio ambiente.


O evento de inauguração contou com a presença de lideranças da cooperativa, como diretores e conselheiros, além do prefeito de Rio Pardo, Edivilson Brum, do deputado federal Heitor Schuh e da diretora da Solled Energia e coordenadora estadual da Associação Brasileira de Energia Solar (ABSolar), Mara Schwengber.

Vale Verde

Heitor Petry explicou que a usina solar gera energia suficiente para as unidades da Sicredi Vale do Rio Pardo, com exceção de Vale Verde, que tem sua própria microgeração de energia fotovoltaica, com 37 painéis e capacidade de gerar 16,28kWp de potência instalada, visto ser a única agência vinculada a outra companhia distribuidora. “Desta forma, afirmamos que a Cooperativa terá 100% das suas unidades com energia limpa, pois os dois investimentos irão suprir toda a demanda de energia elétrica”, frisou o presidente.

Foto: Francisco Frantz /Divulgação | Fonte: Assessoria

30/08/2021 0 Comentários 941 Visualizações
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