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Business

SindiTabaco recebe Comenda do Comando Ambiental da Brigada Militar

Por Ester Ellwanger 15/10/2021
Por Ester Ellwanger

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, e o assessor de Relações Institucionais da entidade, Sérgio Rauber, receberam nesta quinta-feira, 14 de outubro, a Comenda do Comando Ambiental da Brigada Militar (Cabm). Eles estiveram entre os agraciados da homenagem direcionada a pessoas que são singulares à causa ambiental.

A distinção foi concedida pelo comandante do Comando Ambiental, o tenente-coronel Vladimir Luís Silva da Rosa, em cerimônia ocorrida em Porto Alegre. Na ocasião, ao falar da atuação do Comando Ambiental, o tenente-coronel enfatizou a importância das entidades e instituições que são parceiras das ações da Brigada Militar em favor do meio ambiente.

 

Ações

Conforme Iro Schünke, o recebimento da Comenda da Brigada Militar é mais um incentivo para a continuidade das ações do setor na promoção da preservação do meio ambiente. “O reconhecimento significa que estamos no caminho certo e nos motiva a avançar cada vez mais”, comenta o executivo. O SindiTabaco realiza diversos programas ambientais e apoia iniciativas da comunidade que visam a preservação e recuperação dos recursos naturais.

Entre as atividades do setor, está o incentivo ao plantio de espécies florestais energéticas visando a proteção da mata nativa. O fomento ao cultivo de eucaliptos tornou os produtores autossustentáveis em lenha para a cura do tabaco e, atualmente, 25% da área das propriedades produtoras é coberta por florestas. Além disso, através do projeto Ações pela Sustentabilidade Energética, em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), novos conhecimentos estão sendo colocados a serviço do bom desempenho das florestas energéticas.

Outra ação do setor foi a redução no uso de agrotóxicos na cultura do tabaco. Com altos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos mais eficientes e de técnicas de cultivo mais apropriadas, houve redução na quantidade de defensivos usados, chegando-se a apenas 1,01 quilo de ingrediente ativo por hectare de lavoura. Atualmente, o tabaco está entre as culturas comerciais agrícolas com menor utilização de agrotóxicos, condição comprovada por diversas pesquisas, como o estudo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP) e dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).

O setor é também pioneiro em logística reversa. Através do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, há 21 anos é realizada a coleta itinerante dos recipientes usados nas propriedades produtoras. Atualmente são cerca de 1,8 mil pontos em 395 municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, beneficiando 113 mil produtores rurais.

Há ainda ações pela preservação do solo e água, como o incentivo ao uso de práticas conservacionistas. Dessa forma, nos últimos 13 anos a aplicação do plantio direto e cultivo mínimo subiu de 17% para 76% e o plantio convencional reduziu de 83% para 24%.

A comenda

A Comenda do Comando Ambiental da Brigada Militar visa homenagear personalidades, órgãos e entidades públicas e privadas que se distinguiram por suas relevantes contribuições prestadas ao Comando Ambiental da BM. Em 2021, para evitar aglomerações, foram realizadas seis cerimônias em datas diferentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2021 0 Comentários 724 Visualizações
Business

Melhore a análise de crédito da sua empresa com as dicas da FCDL-RS

Por Ester Ellwanger 13/10/2021
Por Ester Ellwanger

Um dos principais problemas enfrentados pelas empresas, especialmente as do comércio, no Brasil é a inadimplência. Estima-se que mais de 63 milhões de pessoas não consigam pagar todos os seus débitos em dia, causando graves impactos na saúde financeira dos empreendimentos.

Portanto, reduzir a inadimplência dos consumidores é um dos grandes desafios das empresas atualmente. E como conseguir amenizar este cenário? O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, ressalta que aperfeiçoar a análise de crédito da empresa é o primeiro passo para realizar empréstimos mais seguros e diminuir o número de devedores.

“Com o Cadastro Positivo, esse processo torna-se mais completo e justo. A inclusão automática de pessoas físicas e jurídicas no cadastro tornou possível acessar a nota de crédito de possíveis clientes. Refinar as avaliações, minimizar os riscos e garantir dívidas pagas são processos importantes que devem ser realizados com excelência”, afirma Vitor Augusto Koch.
Em parceria com a Quod, o melhor e mais inovador birô de crédito do Brasil, a FCDL-RS apresenta aos empresários algumas dicas que podem ajudá-los a melhorar a análise de crédito de suas empresas.

 

Incrementando a gestão de crédito

A primeira é definir melhor a política de análise de crédito da empresa. Como a concessão de crédito impacta diretamente na entrada de recursos no negócio, é importante que a política de crédito esteja alinhada ao perfil do empreendimento.
Sendo individualizada ou personalizada, o fundamental é que a política de análise de crédito tenha parâmetros estruturados a serem seguidos na hora de realizar uma avaliação.

“Definir os melhores critérios é uma ação fundamental para minimizar os prejuízos e respeitar o porte de cada negócio. Entenda o que a sua empresa precisa, respeite os limites a serem oferecidos ao cliente e garanta uma maior rentabilidade com o uso consciente do Cadastro Positivo”, enfatiza o presidente da FCDL-RS.

Outra dica importante é o estabelecimento de limites e o monitoramento das regras da política de crédito da empresa. É preciso entender o perfil e o histórico dos clientes para minimizar as chances de dívidas não pagas. É preciso levar em consideração critérios como o perfil dos clientes, o volume de vendas, os prazos de pagamentos e os valores finais. Monitorar os processos ajuda a conferir as contas a receber e amplia a facilidade de acompanhar os contratos vencidos e entrar em contato com os clientes. A manutenção da rentabilidade da empresa é fundamental.

A tecnologia também é um fator primordial para conhecer o perfil do cliente. Para evitar erros e agilizar a análise, a FCDL-RS e a Quod disponibilizam um produto com tecnologia de ponta aliada à inteligência de dados. Além de otimizar o tempo, a solução de Análise de Crédito FCDL-RS/Quod oferece um olhar completo sobre os clientes.

“As faixas de score da Quod também ajudam nesse processo, uma vez que elas apresentam o resultado dos hábitos de pagamento e relacionamento do cidadão com o mercado de crédito. Cada usuário é pontuado de acordo com a análise de uma série de fatores como, por exemplo, os pagamentos de contas em dia, histórico de dívidas negativadas, relacionamento financeiro com empresas e dados cadastrais atualizados”, lembra Vitor Augusto Koch.

A parceria FCDL-RS e Quod oferece a combinação dos dados completos do Cadastro Positivo com tecnologia avançada, o que permite análises mais inteligentes e alta capacidade de customização. O principal propósito é atender melhor às necessidades específicas das empresas, sejam de pequeno, médio ou grande porte. Tudo oferecido em uma só tela, fácil de usar e com o menor preço do mercado.

Por fim, com a utilização do Cadastro Positivo as empresas podem reativar clientes e oferecer novas soluções, podendo trazer de volta bons pagadores que estavam negativados por situações pontuais. Com mais segurança e novas condições de concessão de crédito é possível aumentar o poder de negociação com os consumidores, diminuir a inadimplência e fazer o uso consciente das informações disponíveis para análise.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/10/2021 0 Comentários 705 Visualizações
Business

MuleBule amplia atuação em Porto Alegre

Por Ester Ellwanger 11/10/2021
Por Ester Ellwanger

O setor de Alimentos e Bebidas volta a dar sinais de recuperação após o período difícil que chegou com a pandemia, associado com alguns cancelamentos de contratos. Líder no setor de catering empresarial na Região Sul do país, o MuleBule Gastronomia está ampliando sua atuação com novas operações na região do 4º Distrito de Porto Alegre (formada pelos bairros Floresta, São Geraldo, Navegantes e Humaitá), onde conta com uma sede de 1.000 m², e, com isso, abrirá novos postos de trabalho. Ao todo, serão 20 novas vagas para atender três operações.

Entre os novos contratos da MuleBule está o de fornecedor homologado do Instituto Caldeira, hub que reúne iniciativas e parceiros que conecta interessados na transformação digital dos negócios e no fomento do ecossistema gaúcho. A empresa será responsável pelos cardápios de coffee breaks, brunch, almoços, jantares, recepções e coquetéis da instituição. Outra operação assumida na região é o do URB STAGE – espaço multiuso para eventos sociais e corporativos, capitaneado pelo Grupo Austral.

Em novembro, a empresa gastronômica também vai abrir uma operação própria, o MuleBule Comida Artesanal, que estará dentro do Mercado Paralelo, novo complexo localizado no DC Navegantes. O restaurante vai oferecer pratos de culinária saudável no almoço e um cardápio inspirado na culinária italiana para o jantar, com ingredientes de fornecedores e produtores locais.

Tanto os produtos oferecidos como o atendimento do MuleBule estão dentro das normas e protocolos de prevenção à Covid-19. Atualmente, todos os colaboradores da empresa já estão vacinados e realizam testes de antígeno para participação nos eventos periodicamente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2021 0 Comentários 917 Visualizações
Business

Havan é uma das 100 maiores empresas do Brasil

Por Ester Ellwanger 10/10/2021
Por Ester Ellwanger

A rede de lojas Havan é a 99ª maior empresa do Brasil e 7ª maior companhia de Santa Catarina. Já no setor de comércio varejista, a Havan é a única catarinense a ocupar as primeiras colocações, ficando na 13ª posição. Essas informações foram divulgadas no ranking Valor 1000, elaborado anualmente pelo Jornal Valor Econômico.

Entre os dados considerados no ranking, elaborado também pelo Serasa Experian e a FGV-SP, está a receita líquida de vendas, lucro e Ebitda, além de outros indicadores financeiros. No caso da Havan, a pesquisa considerou apenas a receita das megalojas. Já o grupo Havan, formado ainda por postos de gasolina, investimentos imobiliários e energéticos, entre outros negócios, teve faturamento em 2020 foi de mais de R$10 bilhões, com crescimento de 30% no lucro líquido.

O dono da Havan, Luciano Hang, comemora o resultado e lembra o quanto foi desafiador atravessar uma pandemia, mantendo os empregos. Ele também enfatiza o desejo de seguir investindo no Brasil e nos brasileiros. “Jamais imaginei que a Havan chegaria onde chegou. Mas quando você vê que chegou neste patamar, você começa a sonhar mais alto. Isso aumenta o nosso desejo de crescer, mas também a nossa responsabilidade”, comenta.

A Havan tem 35 anos de história, conta com 164 megalojas, localizadas em 20 estados brasileiros, contando com 22 mil colaboradores diretos e pelo menos, mais 120 mil indiretos. Somente em impostos e benefícios, a empresa paga anualmente R$3 bi. A rede oferece aos clientes um mix de mais de 350 mil itens, contando com aproximadamente 700 fornecedores e a varejista orgulha-se de comercializar em suas lojas mais de 90% de produtos nacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Setor calçadista deve crescer 2,6% em 2022

Por Ester Ellwanger 07/10/2021
Por Ester Ellwanger

Experimentando uma retomada na atividade em 2021, o setor calçadista prevê crescimento médio de 12,2% em 2021 e de 2,6% em 2022. O dado foi apresentado em evento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) no último dia 6 de outubro. O Análise de Cenários, ocorrido no formato digital, contou com apresentações da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, e do doutor em economia e consultor setorial Marcos Lélis.

O encontro iniciou com uma apresentação do cenário atual da economia brasileira, que segundo Lélis, deve crescer 5,04% em 2021 e 1,57% em 2022, projeções que estão sendo constantemente revisadas. No cenário internacional existem algumas dúvidas que deixam a economia brasileira em compasso de espera. As duas principais são o aumento da inflação nos Estados Unidos, que deve fazer com que o País eleve sua taxa de juros, e o desaquecimento da economia chinesa, evidenciada nas dificuldades da Evergrande. “O aumento da taxa de juros nos Estados Unidos irá diminuir a liquidez no mercado mundial, tendo impacto considerável no câmbio e na inflação brasileira, que já está alta”, disse, ressaltando que analistas já projetam inflação de dois dígitos até o final do ano.

Lélis destacou, ainda, que o Brasil ainda não recuperou os empregos perdidos durante a pandemia do novo coronavírus. O fato, segundo ele, reflete na queda da confiança dos consumidores, que tem impacto direto no consumo doméstico, justamente onde são comercializados mais de 85% dos calçados produzidos no País.

 

Calçados

A segunda parte do evento foi dedicada à apresentação dos dados para o setor calçadista brasileiro. Segundo Priscila, no segundo semestre as taxas de crescimento do setor devem desacelerar diante da base mais consolidada do mesmo período do ano passado, quando a atividade já dava sinais de retomada. Não quer dizer que o setor não vá crescer em 2021. A projeção da Inteligência de Mercado da Abicalçados é de um crescimento médio de 12,2%, chegando a uma produção total de 857 milhões de pares, quase 100 milhões a mais do que no ano passado. Mesmo com o resultado, Priscila ressalta que o setor deve seguir abaixo do nível pré-pandemia, em 2019, em cerca de 8%. Entre janeiro e agosto, dado mais recente, o setor produziu 512 milhões de pares, 26% mais do que no mesmo período do ano passado e 15,5% menos do que no período correspondente de 2019.

De acordo com a coordenadora, o crescimento do setor no Brasil está menos intenso do que o dos principais produtores de calçados do mundo. Na China, principal produtor mundial do setor, a atividade no primeiro semestre de 2021 está apenas 7% abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019. Na Índia, segundo produtor mundial, a atividade está 15% abaixo de 2019, no Vietnã (3º produtor) ela já está 11% acima e na Indonésia (4º produtor) 14% abaixo. Atualmente, o Brasil é o quinto produtor mundial do setor.

 

Exportações

As exportações de calçados devem ser o motor do crescimento do setor em 2021. Entre janeiro e setembro, foram embarcados 86,2 milhões de pares, que geraram US$ 618,5 milhões, incrementos de 33,7% em volume e de 26,3% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Para o ano, a previsão é de um crescimento 25%, em pares, na relação com 2020. Confirmado o resultado, o setor exportador deve recuperar os níveis pré pandemia, encerrando o ano com 118 milhões de pares embarcados. O otimismo na área é explicado pela retomada das importações de calçados de alguns dos principais mercados internacionais para o calçado verde-amarelo, com destaque para os Estados Unidos e França.

 

Empregos

Com mais de 24 mil postos gerados entre janeiro e agosto, o setor calçadista brasileiro está 17% acima do nível registrado no mesmo período do ano passado, mas ainda 3% abaixo dos registros pré pandemia. “Alguns dos principais empregadores brasileiros da atividade, Rio Grande do Sul, Ceará e Bahia, já superam os dados de 2019, mas não é uma realidade geral do setor”, explica Priscila. Atualmente, a atividade gera 271 mil postos de trabalho no Brasil.

 

Expectativas para 2022

Para 2022, mesmo em meio a um cenário de incertezas, especialmente no mercado doméstico, a Inteligência de Mercado da Abicalçados aponta para uma expectativa de crescimento médio de 2,6% na produção de calçados, totalizando 879 milhões de pares, 22 milhões a mais do que a projeção para o ano corrente. Mesmo com o resultado, segundo Priscila, a atividade ainda ficaria abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019, em cerca de 6%. Em 2019, foram produzidos 936 milhões de pares de calçados. “Para alcançar os níveis pré pandemia o setor deverá crescer 9% no próximo ano, o que é muito difícil devido à conjuntura econômica”, explica.

Assim como em 2021, as exportações devem ser o motor do crescimento do setor calçadista no próximo ano. Segundo projeções da Abicalçados, em 2022 as exportações, em volume, devem crescer 5,1%, ficando 7% acima do resultado de 2019. Em números fechados, o setor deve exportar 124 milhões de pares, 6 milhões a mais do que a projeção de 2021. Com o resultado, o coeficiente de exportação – percentual da produção nacional exportado – deve passar de 12% para 14%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Projetos com grafeno ganham linha de investimento exclusiva da Sicredi

Por Ester Ellwanger 07/10/2021
Por Ester Ellwanger

Maior feira de inovação industrial e negócios da América Latina, a Mercopar 2021 foi o palco do lançamento da Linha de Investimento em Grafeno, uma linha de crédito exclusiva para apoiar projetos relacionados ao material, nesta terça-feira, 5 de outubro, em Caxias do Sul. Resultado de uma parceria entre a Sicredi Pioneira e a Sicredi CooperUCS, o novo produto tem o objetivo de auxiliar no financiamento de projetos de pesquisa e desenvolvimento envolvendo o grafeno e que poderão atrair investimentos para a região, gerando emprego e renda aos municípios.

“Estamos falando de uma linha de crédito inovadora para um produto que também é inovador, com infinitas aplicações. Percebemos um potencial gigante de transformar a matriz econômica da região, e isso conversa diretamente com o propósito do Sicredi de contribuir com o desenvolvimento das comunidades e impulsionar os negócios locais”, salientou o diretor-executivo da Sicredi Pioneira, Solon Stapassola Stahl.


A Linha de Investimento em Grafeno oferece crédito financeiro a uma taxa de 0,29% ao mês + CDI, e o empréstimo pode ser quitado em até 60 meses, sendo 12 de carência para o pagamento da primeira parcela. Para ter acesso aos valores, o proponente precisa ser associado a uma das duas cooperativas ou atuar em uma das 21 cidades da área de abrangência da Sicredi Pioneira. Além disso, o projeto precisa ser ter sua viabilidade aprovada pela Ucsgraphene, planta de produção, caracterização e aplicação de grafeno da Universidade de Caxias do Sul (UCS). A área de atuação da Sicredi Pioneira é composta pelos municípios de Alto Feliz, Canela, Caxias do Sul, Dois Irmãos, Estância Velha, Feliz, Gramado, Ivoti, Lindolfo Collor, Linha Nova, Morro Reuter, Nova Petrópolis, Novo Hamburgo, Picada Café, Portão, Presidente Lucena, Santa Maria do Herval, São Francisco de Paula, São José do Hortêncio, São Leopoldo e Vale Real.

O presidente do Conselho de Administração da Sicredi Pioneira, Tiago Luiz Schmidt, ressalta que o novo produto é apoiado no trabalho e na educação, dois importantes pilares para a instituição. “Que, em breve, novos produtos da mais alta tecnologia e do mais alto impacto social e ambiental possam ter nascido na nossa região por meio dessa linha de crédito. Boa sorte aos pesquisadores. Acreditem que é possível desenvolver novos produtos. Com certeza em alguns anos estaremos colhendo bons frutos desse trabalho aqui iniciado”, disse Schmidt.


“É um privilégio estar num projeto em que duas cooperativas se unem para somar esforços e transformar as aplicabilidades do grafeno para levar qualidade de vida às pessoas da região, do Estado e do país”, acrescentou o presidente da Sicredi CooperUCS, Emir José Alves da Silva.

O reitor da Universidade de Caxias do Sul (UCS), Evaldo Antonio Kuiava, encerrou o ato de lançamento da nova linha de investimento afirmando que a parceria evidencia a importância do momento que estamos vivendo: “Vamos ser exportadores de futuro e não de commodities. Estamos num ecossistema em que um complementa o trabalho do outro.”

O material

O grafeno tem sido reconhecido como a inovação que vai transformar e desenvolver ainda mais a indústria local. Isso porque, além de ser uma tecnologia que já demonstrou seu potencial, sendo capaz de substituir matérias-primas com décadas de uso, o grafeno é leve, resistente e aplicável em vários setores da indústria. Revestimentos avançados, materiais inteligentes, equipamentos de segurança, medicina regenerativa, nanotecnologia, compósitos, polímeros, metais e cerâmicas são apenas algumas das aplicações.

4 tópicos para entender o que é o grafeno:

1. Afinal, o que é o grafeno?
O grafeno é uma das formas do carbono, assim como o diamante, o carvão e o grafite (substância de onde vem o grafeno). Ele é um material com transparência elevada, leve, maleável, resistente ao impacto e à flexão, além de um excelente condutor térmico e elétrico.

2. O que pode ser feito com ele?
Em suma, materiais que requerem alta engenharia, como na área de nanotecnologia. Ele é o material mais leve e forte do mundo, cerca de 200 vezes mais resistente do que o aço. Uma folha de grafeno de 1m² pesa 0,0077 grama e pode suportar até 4 kg. Também é o material mais fino que existe: o grafeno possui a espessura de um átomo, sendo 1 milhão de vezes menor que um fio de cabelo.

3. Em que tipo de produto ele pode ser aplicado?
O grafeno permite o desenvolvimento de produtos com alta resistência mecânica, capacidade de transmissão de dados e economia de energia. Pode ser usado na produção de telas e displays LCD, touchscreens, componentes eletrônicos com altíssima capacidade de armazenamento e processamento de dados, baterias de recarga instantânea, entre outros.

4. O que o grafeno representa para o desenvolvimento local?
O grafeno pode contribuir para fortalecer ainda mais a posição das indústrias locais no mapa da inovação. A primeira e maior planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina fica na área de atuação da cooperativa: a UCSGRAPHENE, instalada no campus-sede da Universidade de Caxias do Sul (UCS). Em funcionamento desde março de 2020, a unidade possui 775 m² e está conectada ao Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Caxias do Sul – TecnoUCS.

Foto: Mauro Stoffel /Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2021 0 Comentários 598 Visualizações
Business

Exportações de carne suína batem recorde histórico em setembro

Por Ester Ellwanger 06/10/2021
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 112,2 mil toneladas em setembro, recorde histórico nas exportações mensais do setor. A informação é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 29,7% maior que o embarcado no mesmo período de 2020, com 86,5 mil toneladas, e supera a antiga marca mensal histórica alcançada pelo setor em março deste ano, de 109,2 mil toneladas. Em receita, as vendas de setembro geraram saldo de US$ 255,8 milhões, número 35,6% maior que o resultado alcançado no nono mês de 2020, com US$ 188,5 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 868,8 mil toneladas, volume 13,58% superior às 764,9 mil toneladas embarcadas em 2020. No mesmo período, as exportações de carne suína geraram receita de US$ 2,061 bilhões, desempenho 22,9% maior em relação ao US$ 1,677 bilhão registrado no ano passado.

“O desempenho mensal histórico nas exportações de carne suína reforça as projeções da ABPA de um ano com recordes acumulados em volume e receita cambial para a suinocultura do Brasil. O quadro de demanda internacional segue favorável, reduzindo a pressão enfrentada pelo setor produtivo com os custos de produção elevados”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A China segue como principal destino das exportações da carne suína do Brasil, com 53,4 mil toneladas em setembro, volume 22% superior ao registrado no mesmo período de 2020. Em seguida estão Hong Kong, com 15,7 mil toneladas (+60,9%) e Chile, com 4,8 mil toneladas (+24,5%).

“Outros mercados da Ásia e América do Sul também ampliaram as importações, incluindo Filipinas, Argentina, Japão e outros, contribuindo para que o setor superasse a marca de US$ 2 bilhões em exportações em apenas nove meses”, completa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 443 Visualizações
Business

Jorge Bischoff cresce durante a pandemia e ultrapassa a marca de 90 lojas

Por Ester Ellwanger 05/10/2021
Por Ester Ellwanger

Uma oportunidade para mudar de vida. É isso que a Jorge Bischoff, marca de sapatos e bolsas gaúcha que ganhou o mundo, proporciona aos seus franqueados há 18 anos e, em especial, nesse complexo período de pandemia. Tanto é que para este ano a marca projeta faturamento de R$ 58 milhões, 42% acima do que em 2020. Já a previsão de venda dos produtos nas lojas até dezembro é chegar na casa dos R$ 121 milhões. Os números foram compartilhados pelo próprio Bischoff, designer que assina as peças e dá nome à marca, em evento que reuniu na loja-conceito da marca na Rua Oscar Freire (518), em São Paulo, investidores, nomes ligados a shoppings e franqueados – inclusive de Francisco Santos, fundador e presidente da Couromoda.

Segundo o próprio designer Jorge Bischoff, CEO da marca, no cenário de incertezas econômicas dos últimos tempos, a procura pelas parcerias de negócios com a empresa continuou em alta. Prova disso é que em 2021 foram inauguradas oito lojas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Norte. Além disso, até o final do ano a previsão, além das três que abriram as portas no dia 30 de setembro, é inaugurar mais quatro operações, também de norte a sul do país. “A rede de franquias foi crescendo estrategicamente, com todo o cuidado para uma expansão sustentável, com foco em eficiência, segurança e resultados para quem se torna nosso parceiro”, conta.

Agora, são 90 unidades em todo o Brasil e o crescimento está acelerando. Além disso, a Jorge Bischoff está presente com marca própria em mais de 700 pontos de venda distribuídos em 60 países dos cinco continentes. Porto Rico, Colômbia, Israel, Emirados Árabes, África do Sul e Polônia são aqueles com maior volume de vendas. “Chegamos aos 18 anos com consolidação nacional e vasto reconhecimento internacional. Sinto-me realizado, especialmente pelas tantas oportunidades geradas no varejo, na indústria e, principalmente, na vida de quem está conosco, não apenas os franqueados, mas, principalmente, todos os colaboradores que podem usufruir dos resultados desse esforço cocriado”, avalia.

No dia 30 de setembro, três operações foram inauguradas: no Rio de Janeiro (RJ), no Norte Shopping, Itajaí (SC) e em Manaus (AM). Já as próximas aberturas ainda em 2021 acontecem em Araraquara (SP) , Vila Velha (ES), Bento Gonçalves (RS) e Francisco Beltrão (PR).

Foto: Lu Prezia/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Valorizar as MPEs é fundamental para viabilizar o reaquecimento da economia

Por Ester Ellwanger 04/10/2021
Por Ester Ellwanger

Amanhã, 5 de outubro, é celebrado mais um Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. A data homenageia quem faz acontecer, pois estes empreendimentos são a base da economia brasileira, representando 98% do universo empresarial do país e respondendo por 27% de tudo o que é produzido. Além disso, respondem por 52% dos empregos gerados no Brasil e 40% da massa salarial.

Nos últimos meses, as MPEs têm enfrentado obstáculos gigantescos em função das medidas restritivas adotadas no combate à pandemia da Covid-19. E isso se refletiu, infelizmente, no aumento do número de pequenos negócios que fecharam definitivamente no Rio Grande do Sul, conforme apontou a 15ª edição da Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios na Crise, realizada pelo Sebrae RS. Pelos dados reunidos entre 16 de agosto e 3 de setembro, uma em cada quatro empresa de micro ou pequeno porte gaúcha encerrou suas atividades, algo em torno de 675 mil empreendimentos de um total de 2,7 milhões até então existentes.

Para o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, este dado é muito preocupante, na medida em que afeta os empreendedores, seus colaboradores e familiares, podendo comprometer a renda de quase 600 mil pessoas no estado.

Muitas pessoas desconhecem a importância das micro e pequenas empresas para viabilizar a recuperação econômica e social do Rio Grande do Sul e do Brasil. Sempre é bom lembrarmos que os pequenos negócios fazem parte do cotidiano de todos os brasileiros”.

“Muitas pessoas desconhecem a importância das micro e pequenas empresas para viabilizar a recuperação econômica e social do Rio Grande do Sul e do Brasil. Sempre é bom lembrarmos que os pequenos negócios fazem parte do cotidiano de todos os brasileiros. As lojas de calçados e vestuário, a padaria da esquina, o mercadinho, a borracharia, a lanchonete e uma infinidade de outros produtos e serviços são fundamentais para a reversão do atual cenário de retração econômica que vivemos”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

As micro e pequenas empresas do comércio sofreram perdas significativas com as restrições de suas atividades e precisam receber o apoio não apenas dos poderes constituídos, mas, também, das comunidades onde estão inseridas.

“Neste segundo semestre, por exemplo, temos datas importantes para o varejo, como o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal. Então, se quem for comprar produtos nestas datas o fizer no comércio de sua cidade, em especial nas lojas de micro e pequeno porte, estará contribuindo muito para dar-lhes um novo fôlego. Valorizar o comércio local significa promover o desenvolvimento social, já que o consumidor ajuda no fortalecimento dos pequenos negócios e, consequentemente, há estímulo para a empresa inovar, melhorar seu desempenho, diversificar a oferta de produtos e aperfeiçoar o atendimento”, avalia Vitor Augusto Koch.

A pandemia mostrou que as MPEs precisam ser auxiliadas a avançar em cenários de criação de lojas digitais, de marketplaces e de divulgação de seus produtos e serviços nas redes sociais, para que possam continuar a faturar, sobreviver e manter empregos”.

Além disso, o dirigente, que já presidiu o Conselho Deliberativo do Sebrae/RS entre 2011 e 2014, ressalta a necessidade de criar condições para que as micro e pequenas empresas possam ampliar a interatividade com os clientes.

“A pandemia mostrou que as MPEs precisam ser auxiliadas a avançar em cenários de criação de lojas digitais, de marketplaces e de divulgação de seus produtos e serviços nas redes sociais, para que possam continuar a faturar, sobreviver e manter empregos”, conclui Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/10/2021 0 Comentários 633 Visualizações
Variedades

Fundo Social do Sicredi beneficia 93 projetos do Vale do Rio Pardo

Por Ester Ellwanger 04/10/2021
Por Ester Ellwanger

Para incentivar práticas que reforçam o desenvolvimento das comunidades e impactam na melhora da qualidade de vida das pessoas, a Sicredi Vale do Rio Pardo destina recursos do Fundo Social para apoiar entidades nos nove municípios da sua base de atuação. Em 2021, a iniciativa vai beneficiar 93 projetos com um orçamento de R$ 532 mil, correspondente a 2% das sobras líquidas da instituição em 2020. A entrega dos valores aconteceu na noite desta quinta-feira, 30 de setembro, na sede administrativa da Cooperativa, com a presença dos representantes de cada contemplada.

Com o Fundo Social, a Sicredi VRP consegue identificar as entidades e os projetos que precisam de reconhecimento, e através dos recursos financeiros, é possível apoiar e incentivar as iniciativas. De acordo com o presidente da Cooperativa, Heitor Álvaro Petry, a entrega dos recursos reforça o propósito da instituição em investir em pessoas. “Nosso propósito não é apenas econômico, mas queremos atuar fortemente no cuidado com as pessoas, com seu desenvolvimento e qualidade de vida”, destacou Petry.


Ao beneficiar 93 projetos, o Fundo Social vai impactar cerca de 14 mil pessoas, o que se torna muito importante para o desenvolvimento das comunidades. Ao todo, foram contempladas 34 iniciativas em Santa Cruz do Sul, 22 em Venâncio Aires, oito em Sinimbu, sete em Vera Cruz, seis em Passo do Sobrado, cinco em Herveiras, quatro em Rio Pardo, quatro em General Câmara, e três em Vale Verde. A Sicredi VRP buscou estimular ações vinculadas a um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Seleção

Para 2021, o Fundo Social sofreu algumas alterações no regulamento e na estrutura, como, por exemplo, uma nova ferramenta de inscrição e gestão dos projetos. As inscrições ocorreram durante o mês de agosto, com o limite de um projeto por entidade com valor de até R$ 10 mil. Nesta edição, foram 118 iniciativas inscritas, tendo como resultado a solicitação de aproximadamente R$ 1 milhão. A seleção dos beneficiados foi realizada em duas etapas, uma com Comitê local, composto pelas agências e delegados de Núcleo, e outra com Comitê regional, formado por uma equipe de assessores da sede administrativa.

Para concorrer ao Fundo Social, as entidades deveriam ser pessoa jurídica sem fins lucrativos, com pelo menos um ano de inscrição; comprovar situações regulares junto aos órgãos competentes; ter a finalidade social descrita em seu estatuto que se relacione aos projetos apoiados pela iniciativa; ser associada à Sicredi Vale do Rio Pardo até 31 de dezembro de 2020; e estar com cadastro atualizado e adimplente junto à Cooperativa.

Criação

O Fundo Social foi criado em 2019 para que a Sicredi Vale do Rio Pardo pudesse atuar de uma forma mais intensa e estruturada junto a importantes ações das entidades desenvolvidas nas comunidades de atuação da instituição. Em 2019 e 2020, a iniciativa distribuiu mais de R$ 786 mil, que foram destinados para diversos projetos, considerando também o valor repassado aos hospitais no ano passado. Com a edição de 2021, os recursos já beneficiaram mais de 250 projetos de mais de 160 entidades associadas à Cooperativa, o que resulta na soma de mais de R$ 1,3 milhão de recursos repassados.

Foto: Recordar Estúdio Fotográfico/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/10/2021 0 Comentários 756 Visualizações
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