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Business

Crescimento individual como ponte para o desenvolvimento profissional é destaque no Novo Hamburgo Feevale Summit

Por Ester Ellwanger 17/09/2026
Por Ester Ellwanger

Entre as diversas propostas e temas do Novo Hamburgo Feevale Summit 2026, que ocorre até esta quinta-feira, 17 de setembro, na Universidade Feevale, o crescimento individual como ponte e ferramenta para o desenvolvimento profissional tem se destacado. Esses foram os focos de duas atividades que lotaram os espaços nos dois palcos montados para o evento na manhã desta quarta-feira, 16 de setembro.

O professor e coordenador dos cursos de Jornalismo, Gastronomia e Turismo da Feevale, Alisson Coelho, mediou um bate-papo com as influenciadoras Tais Trapp e Rubia Mainardi. O painel denominado Como usar sua influência pessoal para multiplicar resultados, dentro do eixo Indústria e Economia Criativa, mobilizou uma plateia atenta no palco Negócios Conscientes Inspiram. Um dos momentos de destaque foi quando Tais e Rubia responderam ao questionamento sobre como analisam a sua evolução, ao comparar o começo de suas carreiras com o momento atual.

Mesmo que comecemos bem, ao olharmos para trás, temos que nos dar conta de que, hoje, somos muito melhores. E conquistamos isso com análise do que gostamos de fazer, dos assuntos que temos propriedade para abordar e entender que nem sempre vamos agradar a todos, nem podemos”, disse Taís. Para Rubia, o exercício de olhar o começo de tudo e poder evoluir precisa ser constante.

Ao final da atividade, Tais falou sobre a satisfação de estar em um evento como o Novo Hamburgo Feevale Summit que, de acordo com ela, proporciona um grande benefício para a comunidade: oportunizar o acesso ao conhecimento.

 “A Feevale trabalha para a comunidade e isso é incrível”, disse a influenciadora. Da mesma forma, Rubia destacou a presença do público, que se mostra engajado e participativo. “É importante participar de uma programação com tantos conteúdos relevantes”, afirmou Rubia.

Líder de sua vida

No final da manhã, o palestrante Daniel Müller falou sobre Liderar para crescer, no palco Conexões 360. Para ele, o investimento de qualquer pessoa, antes de pensar no sucesso profissional, deve passar por desenvolver a liderança de sua própria vida e entender que “saber o que é preciso ser feito e não fazer é o mesmo que não saber”. Ele deu dicas de técnicas de concentração, comunicação e raciocínio e estimulou a plateia a interagir entre si. “Comunicação não é o que eu digo, é o que o outro entende. Por isso, é importante entender que o líder entrega resultado através de pessoas”, disse.

Para Müller, o Novo Hamburgo Feevale Summit é uma oportunidade ímpar de proporcionar momentos de reflexão e desenvolvimento. “Todos precisamos nos desenvolver e o ecossistema de soluções que a Universidade Feevale reúne aqui, nesses dias, é algo que precisa ser visto e vivido”, acrescentou.

Foto: Andrieli Siqueira/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

17/09/2026 0 Comentários 79 Visualizações
Business

Mari Krüger alerta para desinformação sobre saúde e influência da inteligência artificial nas redes sociais

Por Ester Ellwanger 16/09/2026
Por Ester Ellwanger

A ciência, a inovação e os desafios da circulação de informações nas redes sociais marcaram a abertura do Novo Hamburgo Feevale Summit 2026, realizada na noite desta terça-feira, 15, no Teatro Feevale. A palestra de abertura teve como tema Desinformação na era das redes e foi conduzida pela bióloga, atriz, criadora de conteúdo e divulgadora científica Mari Krüger. Promovido pela Universidade Feevale, o evento contou com falas do reitor José Paulo da Rosa e do prefeito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck, que destacaram a importância da articulação entre universidade, poder público, empresas, empreendedores e comunidade para o fortalecimento do ecossistema de inovação da região.

Ao dar as boas-vindas ao público, o reitor José Paulo ressaltou o papel do Novo Hamburgo Feevale Summit como espaço de encontro entre diferentes atores da sociedade. “É uma grande satisfação receber vocês e poder dar início a este importante evento. Este encontro representa um grande movimento de inovação que queremos fortalecer em Novo Hamburgo e em toda a região. Temos aqui empreendedores, startups, estudantes, pesquisadores, instituições, empresas e tantos outros que, juntos, formam uma parte fundamental dessa grande hélice do nosso ecossistema de inovação”, afirmou.

O reitor também convidou os participantes a aproveitarem os três dias de programação para estabelecer novas conexões. “É essa conexão que permite movimentar e fortalecer o nosso ecossistema de inovação em Novo Hamburgo e na região. Por isso, é uma grande satisfação receber todos vocês. Aproveitem muito a programação, tragam suas ideias, façam conexões, conheçam pessoas e aproveitem cada oportunidade que este evento oferece”, completou.

 

 

Na sequência, Finck destacou a relação entre inovação, desenvolvimento e transformação de Novo Hamburgo. “É uma grande satisfação estar aqui, em um evento que representa a renovação e o futuro de Novo Hamburgo. Tenho certeza que podemos fazer desta cidade uma referência e, principalmente, mostrar que Novo Hamburgo tem muito a ensinar para outras cidades e para os nossos jovens que estão aqui hoje”, afirmou.

Ao relacionar o tema à atuação do poder público, Finck ressaltou que a inovação também deve resultar em melhorias concretas para a população. “Falar de inovação é falar também sobre futuro, sobre transformação e sobre uma gestão pública cada vez mais eficiente e próxima das pessoas. Que tenhamos grandes dias de evento, de muito conhecimento, inovação, tecnologia, troca de experiências e, principalmente, de ideias que possam se transformar em ações concretas para melhorar a vida das pessoas”, disse.

Desinformação sobre saúde ganha espaço nas redes

Com cerca de quatro milhões de seguidores somados em suas redes sociais, Mari apresentou ao público uma reflexão sobre a forma como a desinformação circula na internet, especialmente quando envolve saúde, bem-estar, alimentação e aparência.

Ao iniciar a discussão, Mari chamou a atenção para a dimensão do problema a partir de dados sobre publicidade relacionada à saúde nas redes sociais. “Pode parecer um pouco assustador no começo, mas depois tudo vai fazer sentido”, afirmou. Na sequência, apresentou dados de uma pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), realizada em 2025 e que analisou seis mil anúncios nas plataformas da Meta. Segundo os dados citados pela palestrante, 76% dos anúncios relacionados à saúde foram considerados fraudulentos.

A partir desse levantamento, Mari explicou que o problema não está restrito às informações falsas compartilhadas espontaneamente pelos usuários. “Quando a gente fala em anúncios, estamos falando de conteúdos patrocinados: ou seja, pessoas e empresas estão investindo dinheiro para fazer essas informações chegarem até nós e, em muitos casos, ganhando dinheiro com informações falsas ou enganosas sobre saúde”, destacou.

Segundo a divulgadora científica, a publicidade enganosa se torna ainda mais preocupante porque pode alcançar tanto quem procura uma solução para um problema de saúde quanto pessoas que simplesmente estão navegando pelas redes. “Essas informações podem chegar justamente a pessoas que estão procurando uma solução para um problema de saúde. Mas elas também podem simplesmente aparecer enquanto alguém está rolando o feed, sem sequer estar procurando por aquilo”, explicou.

Mari ampliou a discussão para o chamado mercado de wellness, que reúne produtos e serviços associados à saúde, ao bem-estar e à transformação corporal. “Wellness é esse mercado que vende soluções para melhorar a nossa saúde e o nosso corpo. Eu costumo dizer que, muitas vezes, ele acaba explorando as nossas inseguranças e necessidades de saúde mais do que propriamente resolvendo os nossos problemas”, afirmou.

Nesse contexto, ela citou outra pesquisa, voltada a conteúdos de wellness no TikTok, que encontrou alegações sem evidências científicas em 97% dos conteúdos que divulgavam ou recomendavam determinados suplementos. Para Mari, a forma como essas publicações são construídas contribui para que publicidade e informação pareçam ser a mesma coisa. “Geralmente, ele vem de um influenciador, de um criador de conteúdo ou de alguém que possui um link comissionado. O formato é quase sempre muito parecido: aparece uma história pessoal, um problema de saúde ou uma insatisfação com o corpo. Depois vem um antes e depois, uma promessa de resultado e, finalmente, um produto apresentado como a solução”, descreveu.

A palestrante destacou que o público nem sempre consegue perceber quando uma recomendação está associada a uma relação comercial. “Aquele conteúdo que parece apenas uma recomendação pode, na verdade, ser uma publicidade. E aquela informação que parece científica pode não ter nenhuma evidência científica suficiente por trás”, alertou.

Redes sociais como fonte de (des)informação

Outro ponto abordado foi a mudança no papel das redes sociais. Mari apresentou dados de uma pesquisa do Datafolha, também de 2025, segundo a qual mais da metade dos brasileiros utiliza as redes sociais para se informar sobre saúde. “As redes sociais não são mais apenas um espaço onde a gente procura entretenimento. Elas também se tornaram um lugar onde a gente procura respostas para dúvidas sobre o próprio corpo, sobre doenças, tratamentos, alimentação, medicamentos e bem-estar”, afirmou.

Para ela, essa transformação aumenta a responsabilidade de quem produz e compartilha conteúdo, especialmente porque nem toda informação chega ao usuário a partir de uma busca consciente. “Às vezes, a pessoa está procurando uma resposta. Mas, muitas outras vezes, ela simplesmente está navegando pelo feed e é impactada por uma informação que o algoritmo decidiu mostrar para ela”, explicou.

Mari resumiu o cenário a partir da combinação entre tecnologia, publicidade e comportamento do consumidor. “Pensem na combinação: informações sobre saúde circulando em grande escala, publicidade disfarçada de conteúdo, influenciadores fazendo recomendações, produtos sendo vendidos diretamente pelas plataformas e milhões de pessoas usando essas mesmas plataformas para tomar decisões sobre a própria saúde”, pontuou.

Na avaliação apresentada durante a palestra, esse conjunto de fatores faz com que a desinformação ultrapasse a dimensão individual. “É nesse ponto que o problema deixa de ser apenas uma questão de desinformação. Ele passa a ser também uma questão de mercado, de tecnologia e, principalmente, de saúde pública”, afirmou.

A palestra também abordou o impacto da inteligência artificial na produção e disseminação de conteúdos falsos. Mari explicou que a tecnologia tornou ainda mais simples a criação de materiais capazes de parecer reais, incluindo imagens, vídeos, vozes e personagens fictícios apresentados como especialistas.

“Hoje nós temos também a inteligência artificial criando todo tipo de desinformação possível. Desde um vídeo absurdo, como um gafanhoto tocando um instrumento, até informações aparentemente sérias, apresentadas por um suposto profissional que, na verdade, nem existe”, exemplificou.

Segundo ela, a tecnologia permite que perfis aparentemente legítimos sejam criados artificialmente. “Hoje nós temos perfis de gurus, médicos, nutricionistas, professores e todo tipo de especialista que parecem reais, mas que podem ser completamente artificiais: uma imagem, uma voz ou até uma pessoa inteira criada por inteligência artificial”, disse.

Mari também questionou a ideia de que apenas pessoas com pouca informação são suscetíveis a acreditar em conteúdos falsos. “Às vezes, a gente pensa que quem acredita em fake news é uma pessoa sem estudo, alguém muito desatento, alguém que não teve acesso à informação. Mas a verdade é outra: todos somos suscetíveis a acreditar em uma notícia falsa”, afirmou.

Por que acreditamos em uma informação falsa?

Para explicar por que a desinformação pode ser convincente, a divulgadora científica apresentou alguns dos mecanismos que favorecem a aceitação de conteúdos falsos, entre eles a repetição. “Uma das formas mais eficientes pelas quais uma informação falsa chega até nós é pela repetição. A gente vê aquela informação nas redes sociais. Depois recebe no grupo da família. Um amigo manda. Aparece em um vídeo. Alguém comenta sobre aquilo no trabalho”, explicou.

Outro mecanismo apresentado foi a tendência de dar maior crédito a informações que confirmam crenças preexistentes. “Quando a informação confirma aquilo que eu já acreditava, ou aquilo que eu queria acreditar, a nossa postura pode mudar. Às vezes, um print malfeito, recebido no WhatsApp, já parece suficiente para confirmar uma crença que nós já tínhamos”, afirmou.

A emoção também ocupa um papel central nesse processo. Mari explicou que conteúdos falsos frequentemente exploram sentimentos como medo, ansiedade, indignação e esperança. “Fake news costuma trabalhar muito bem com medo, pavor, indignação, esperança e ansiedade. Ela pode assustar você com uma informação ou oferecer uma solução para algo que você está desesperado para resolver”, disse.

Como exemplo, ela citou situações envolvendo doenças e promessas de tratamentos milagrosos. “Quando uma informação mexe muito com a nossa emoção, fica mais difícil parar e questionar: ‘Mas será que isso é verdade?’. A emoção acelera a nossa reação. A razão exige que a gente pare, investigue e questione”, explicou.

A confiança nas pessoas que compartilham determinada informação também pode interferir na forma como ela é recebida. “Se uma notícia vem de alguém em quem eu confio, um professor, um colega de trabalho, um amigo ou alguém da minha família, eu naturalmente tenho menos motivos para desconfiar”, observou.

Para Mari, entretanto, confiar em quem compartilha uma informação não significa que ela seja verdadeira. “Existe uma diferença importante entre confiar em uma pessoa e verificar uma informação. Uma pessoa pode ser extremamente confiável e, ainda assim, compartilhar uma informação falsa sem saber que ela é falsa”, afirmou.

Por isso, a palestrante defendeu a adoção de procedimentos simples de verificação antes de acreditar ou compartilhar conteúdos. “A questão não é simplesmente descobrir quem acredita ou quem não acredita em fake news. A questão é entender por que determinadas informações conseguem convencer a gente”, explicou.

Mari também chamou atenção para a velocidade com que as informações são consumidas nas redes sociais. “Nas redes sociais, tudo passa muito rápido. A gente está o tempo inteiro absorvendo novas informações, e são muitas informações por minuto. É muito difícil que a gente pare diante de um conteúdo específico, analise, questione, procure a fonte e tente entender se aquilo realmente faz sentido”, afirmou.

Para a divulgadora científica, existe ainda uma diferença importante entre a produção de desinformação e a produção de conteúdo baseado em evidências. “Desinformar dá menos trabalho do que informar e corrigir. Eu costumo dizer que a disputa por audiência nas redes sociais, quando a gente fala de desinformação e conhecimento, é uma disputa muito injusta”, afirmou.

Segundo Mari, enquanto um conteúdo falso pode ser produzido rapidamente, materiais comprometidos com a qualidade da informação demandam pesquisa e checagem. “Colocar na internet uma informação que não tem pesquisa, fonte ou apuração por trás é extremamente fácil. Enquanto isso, o conteúdo que traz informação de qualidade exige pesquisa, checagem, fontes, contexto e responsabilidade”, explicou.

A inteligência artificial, segundo Mari, acentua essa diferença. “Hoje em dia, basta escrever um prompt em uma inteligência artificial para gerar um vídeo, um carrossel, uma imagem, uma narração… enfim, um conteúdo inteiro”, observou.

Influência digital e promessas milagrosas

A relação entre influência digital e desinformação também foi discutida durante a palestra. Mari ressaltou que o alcance dos criadores de conteúdo pode contribuir para ampliar tanto informações de qualidade quanto conteúdos sem comprovação. “Os influenciadores, ou, em alguns casos, os desinfluenciadores, são combustível para a desinformação. Porque eles têm alcance. E, literalmente, influenciar outras pessoas faz parte do trabalho deles”, afirmou.

A divulgadora científica fez, porém, uma ressalva de que a atuação dos influenciadores não deve ser generalizada. “Não porque todo influenciador produza desinformação, longe disso. Existem muitos criadores que fazem justamente o contrário e usam seu alcance para divulgar informação de qualidade”, ponderou.

O problema, segundo ela, está na combinação entre alcance, baixa responsabilidade, publicidade e mecanismos de engajamento. “Quando uma informação errada é colocada em um perfil com milhões de seguidores, ela não chega a poucas pessoas. Ela pode ser reproduzida, compartilhada e multiplicada em uma velocidade gigantesca”, destacou.

Ao abordar produtos que prometem transformações rápidas no corpo, Mari questionou a ideia de que resultados apresentados nas redes sociais possam ser atribuídos exclusivamente a um suplemento, alimento ou produto. “O problema é fazer parecer que tudo aquilo cabe dentro de um potinho de suplemento ou de uma gominha. Porque não cabe”, afirmou.

Ela explicou que, por trás de imagens de corpos e rotinas idealizadas, podem existir diversos fatores que não aparecem nas publicações. “Por trás daquele resultado, muitas vezes existe acesso aos melhores profissionais que o dinheiro pode proporcionar: nutricionista, personal trainer, dermatologista, médicos, tratamentos estéticos, uma alimentação planejada, uma rotina de exercícios e toda uma estrutura que a maioria das pessoas não tem”, observou.

A reflexão final da palestra foi direcionada à necessidade de questionar promessas de resultados fáceis, rápidos e milagrosos. “O que a gente precisa questionar é justamente essa promessa de resultado fácil, rápido e milagroso. A vida real não funciona assim, e vender essa ilusão como se fosse realidade pode fazer muita gente gastar dinheiro, se frustrar e, em alguns casos, até colocar a própria saúde em risco”, concluiu.

Programação segue até quinta-feira

O Novo Hamburgo Feevale Summit 2026 segue até quinta-feira, 17, no Câmpus II da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo. Com o mote “Onde a inovação vira referência. Ideias, tecnologia e pessoas construindo o futuro”, a quarta edição reúne empresas, instituições, academia, estudantes e comunidade em uma programação voltada à inovação e ao empreendedorismo. Interessados em participar das atividades devem se inscrever pelo site nhfs.feevale.br.

A programação conta com dois palcos simultâneos, Conexões 360 e Negócios Conscientes Inspiram, reunindo mais de 100 speakers e conteúdos relacionados a saúde, indústria e economia criativa, tecnologia e indústria 4.0, educação e futuro do trabalho. Também fazem parte do evento a Vila de Startups, Rodada de Negócios, Be International, desafio Postgraduate, Open Labs e Open City, além da Vila Gastronômica e de apresentações culturais.
O Novo Hamburgo Feevale Summit é realizado pela Universidade Feevale, com correalização de Feevale Techpark, Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo e Sicredi Pioneira e apoio máster de Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RS).

Conta, ainda, com os seguintes apoiadores: Amizade FM, ARP, Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), Azzas 2154, BCS Eventos, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Cappra Institute, Cigam by Senior, Comusa, Dem-Bas Embalagens, D’Mamãe, Fenac Experiências Conectam, Fora, Hotel Swan Novo Hamburgo, InBetta, Office Shop, RecStream, Reverse, Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest-Senat), Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo (Sindimetal), Sindilojas Vale Germânico, Sindimetal RS, Take Films, Techdec Informática, Unimed e Vipal Borrachas.

Foto: Andrieli Siqueira/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

16/09/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Variedades

Mais de 300 palestrantes estarão na Semana Caldeira em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 15/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Semana Caldeira 2026 será realizada de 21 a 25 de setembro, no Instituto Caldeira, em Porto Alegre, com mais de 300 palestrantes, mais de 130 painéis, 15 oficinas e 10 workshops distribuídos em 15 palcos. O evento, promovido pelo Instituto Caldeira, será gratuito na programação principal e reunirá participantes de diferentes setores, além de delegações de pelo menos 12 países. A agenda contará com conteúdos sobre negócios, inovação, tecnologia, empreendedorismo, cultura, educação e liderança, com atividades destinadas a promover discussões e conexões entre os participantes.

Os espaços terão diferentes formatos e capacidades, que vão de ambientes para cerca de 20 pessoas ao palco principal, com capacidade para até 600 participantes. A edição de 2026 tem como tema “Inovar é Saber Ver”, inspirado na tradição italiana “saper vedere”.

Entre os palestrantes confirmados estão o cofundador do Waze, Uri Levine; o presidente e vendedor da Cimed, João Adibe; o sócio e CEO do iFood, Diego Barreto; o presidente do Conselho de Administração da Gerdau, André Bier Gerdau Johannpeter; o presidente da Dell Technologies, Diego Puerta; o presidente da Randoncorp, Daniel Randon; o presidente do Conselho de Gestão do Grupo RBS, Nelson Sirotsky; o Distinguished VP Analyst da Gartner, Arun Chandrasekaran; o diretor do Dana-Farber Cancer Institute, Gus Halwani; o diretor do Lank Center for Genitourinary Oncology do Dana-Farber Cancer Institute, Toni K. Choueiri; o ex-VP da Amazon, Colin Bryar; o integrante do Center for Curriculum Redesign, Charles Fadel; e o CEO e cofundador da Tátil Design, Fred Gelli.

Programação por temas

De acordo com o CEO do Instituto Caldeira, Pedro Valério, a programação reunirá diferentes setores e formatos ao longo dos cinco dias. “Temos uma programação que traduz muito do que é a Comunidade Caldeira: diferentes setores, experiências e perspectivas reunidos para provocar conversas e gerar conexões. São cinco dias em que o público poderá escolher entre diferentes palcos e formatos, participar de atividades práticas, conhecer novas ideias e estar próximo de pessoas que estão liderando transformações em suas áreas”, afirma Valério.

A programação aborda inteligência artificial, transformação digital dos negócios, liderança e cultura, marketing e comunicação, saúde e bem-estar, educação e futuro dos negócios.

Na abertura, em 21 de setembro, o sócio e CEO do iFood, Diego Barreto, participará de uma conversa sobre comportamento humano, liderança e cultura organizacional, com foco nos princípios e aprendizados do “Jeito iFood”. No mesmo dia, o embaixador do Mercado Livre, André Santos, abordará as mudanças no comércio digital, incluindo social commerce, creators, afiliados, lives, publicidade e logística.

A inteligência artificial aplicada à saúde também será discutida no primeiro dia, no painel “A Revolução Global da IA na Saúde: Da inovação ao impacto clínico”. Participam o coordenador do Centro de Oncologia Geniturinária do Hospital Nora Teixeira, André P. Fay; o diretor do Dana-Farber Cancer Institute, Gus Halwani; o diretor do Lank Center for Genitourinary (GU) Oncology do Dana-Farber Cancer Institute, Toni K. Choueiri; e o presidente do Lacog Digital, Federico Losco. O debate tratará dos avanços e desafios da tecnologia no setor e de iniciativas relacionadas ao tratamento do câncer.

Liderança e empreendedorismo

Na terça-feira, 22 de setembro, a programação terá atividades voltadas a liderança e empreendedorismo. O surfista e bicampeão mundial em ondas gigantes, Carlos Burle, e o presidente do Conselho de Administração da Gerdau S.A., André Bier Gerdau Johannpeter, participarão do painel “Além da Onda: Liderança para Construir Legados”, relacionando experiências do esporte de alta performance e do setor empresarial.

O presidente e vendedor da Cimed, João Adibe, participará de uma atividade sobre negócios, inovação, crescimento e execução. Já o vice-presidente de Inovação e Ecossistema do Office of CTO/AI da Dell Technologies, Satish Iyer, participará de mentorias coletivas destinadas a startups e pequenas e médias empresas da Comunidade Caldeira.

Entretenimento, marketing e carreira

O terceiro dia, 23 de setembro, reunirá discussões sobre entretenimento, marketing, cultura e carreira. O conselheiro do Rock World, Luis Justo; a diretora-executiva de Marketing e Negócios TV e Entretenimento do Grupo RBS, Caroline Torma; o cofundador do OCLB, Franklin Costa; e o superintendente de Experiências e Conexões de Marca do Itaú, Rodrigo Montesano, participarão do painel “Conexões reais: os grandes festivais muito além da música”.

O CMO da Vulcabras, Márcio Callage, abordará os desafios das marcas em um mercado fragmentado. O atleta profissional e empresário Sandro Dias, conhecido como Mineirinho, participará de uma conversa com estudantes sobre carreira, mercado de trabalho, escolhas e oportunidades.

Tecnologia e inteligência artificial

Em 24 de setembro, a programação terá atividades relacionadas à tecnologia e ao desenvolvimento tecnológico. O representante da Dell Technologies, Marcelo Pereira, e o representante do Instituto Eldorado, Jefferson Rodrigues de Oliveira e Silva, discutirão inovação aplicada e desenvolvimento tecnológico no Rio Grande do Sul.

O Global Chief Information Officer da Gerdau, Gustavo França, apresentará a jornada da companhia com inteligência artificial. O Distinguished VP Analyst da Gartner, Arun Chandrasekaran, abordará o avanço dos agentes de IA e novos caminhos para a geração de valor.

No último dia, em 25 de setembro, o cofundador do Waze, Uri Levine, falará sobre os princípios que orientaram sua trajetória e a construção de startups. A CSO e vice-presidente de Impacto & Sustentabilidade do iFood, Luana Ozemela, discutirá como plataformas digitais podem transformar escala em oportunidades de acesso, renda e desenvolvimento.

O CEO e cofundador da Tátil Design, Fred Gelli, encerrará os destaques com uma discussão sobre o papel das empresas na construção dos futuros que serão vividos pela sociedade.

Workshops e oficinas

Além dos painéis e talks, a Semana Caldeira terá 15 oficinas e 10 workshops. Os workshops terão duração de duas a três horas e serão destinados ao aprofundamento dos temas e à interação entre os participantes.

Entre os conteúdos estão inteligência artificial, liderança, sucessão, cultura de aprendizagem, experiências de marca e reforma tributária. O embaixador da Lovable, Mateus Frattezi, conduz o workshop “Lovable na Prática: Aprenda a criar aplicações com IA”.

O headhunter e managing partner da Evermonte, Artur de Castro Frischenbruder, aborda avaliação de performance executiva e decisões de sucessão. O founder & member da Nōvi, Conrado Schlochauer, discute a construção de uma cultura de aprendizagem contínua nas organizações.

Também estão previstos os workshops “Dá pra escalar uma experiência que vira cultura?”, com o conselheiro da Rock World, Luis Justo, e “Reforma Tributária: Desafios e Riscos na Implementação”, com o líder de TAX na Mais Tax e Finance, Gustavo do Carmo.

O CEO e cofundador da Tátil Design, Fred Gelli, também conduz uma atividade sobre como a inteligência natural pode inspirar marcas mais adaptáveis, relevantes e duradouras.

Os workshops têm inscrições específicas e são as únicas atividades da programação com cobrança de ingresso. Integrantes da Comunidade Caldeira têm 50% de desconto na inscrição.

HackaTruck MakerSpace

A programação também contará com o HackaTruck MakerSpace, caminhão tecnológico que leva atividades de inovação e educação e reúne a história de projetos desenvolvidos por estudantes.

A iniciativa de capacitação itinerante do Instituto de Pesquisas Eldorado existe desde 2015 e combina educação e tecnologia em um ambiente voltado ao desenvolvimento de criatividade, senso crítico e visão empreendedora. O HackaTruck já percorreu mais de 95 mil quilômetros e passou por 85 instituições de ensino, contribuindo para a formação de profissionais na área de tecnologia móvel no Brasil.

Portas Abertas

Durante os cinco dias, a Semana Caldeira também terá o Portas Abertas, iniciativa que leva parte da programação para fora do Instituto Caldeira. Empresas membro abrirão seus espaços para sediar atividades exclusivas, criando pontos de encontro entre profissionais, empresas, empreendedores e a comunidade.

A programação foi organizada em diferentes formatos e conteúdos para permitir que o público circule entre os palcos e participe das atividades práticas e discussões.

A participação na programação principal é gratuita, mediante inscrição. A programação completa e a lista de palestrantes estão disponíveis no site da Semana Caldeira. As inscrições também são realizadas pela plataforma. Outras informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (51) 3378-5656.

O que é o Instituto Caldeira

O Instituto Caldeira é uma instituição privada, sem fins lucrativos, dedicada ao fomento à inovação, aos negócios e à educação como motores do desenvolvimento econômico e social. Atua na articulação entre empresas, startups, universidades, poder público e sociedade civil.

Nascido em Porto Alegre e conectado a redes globais, o instituto reúne diferentes agentes do ecossistema de inovação e negócios. A atuação inclui iniciativas relacionadas à competitividade do Brasil e ao desenvolvimento do Rio Grande do Sul como polo de inovação, negócios e educação.

Serviço

  • O quê: Semana Caldeira 2026
  • Quando: 21 a 25 de setembro
  • Onde: Instituto Caldeira, Porto Alegre
  • Quanto: gratuito na programação principal; workshops têm cobrança de ingresso
  • Inscrições: site semanacaldeira.com.br
  • Informações: WhatsApp (51) 3378-5656
  • Realização: Instituto Caldeira
  • Apresentação: Agibank e Banrisul
Foto: Instituto Caldeira/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2026 0 Comentários 180 Visualizações
Business

Secretária Lisiane Lemos participará do CDL Convida ao lado de José Renato Hopf no dia 28

Por Jonathan da Silva 15/09/2026
Por Jonathan da Silva

A secretária estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Lisiane Lemos, participará da próxima edição do CDL Convida ao lado do empreendedor e investidor José Renato Hopf. O evento será realizado no dia 28 de setembro, no Salão Nobre da CDL Novo Hamburgo, com recepção dos participantes a partir das 19h e início da programação às 19h30min. O encontro reunirá empresários, empreendedores e lideranças para discutir temas relacionados a tecnologia, inovação, modelos de negócio e oportunidades de crescimento.

À frente da pasta estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Lisiane Lemos levará ao CDL Convida discussões relacionadas a tecnologia, futuro e desenvolvimento. A participação da secretária amplia a programação do encontro, que já tinha José Renato Hopf como convidado.

Já Hopf é criador da Getnet, primeiro unicórnio do Brasil, e um dos fundadores e CEO da Raiô Benefícios. O empresário também preside o Grupo Four e o South Summit Brazil, plataforma global que conecta startups, investidores, empresas e governos. Durante o CDL Convida, José Renato Hopf abordará temas como modelo de negócio, tecnologia, clientes e novas oportunidades de crescimento. A proposta do evento é discutir como as empresas podem se preparar para desafios e transformações do mercado.

A programação será voltada a empresários, empreendedores e lideranças interessadas em discutir caminhos e oportunidades relacionados às mudanças no ambiente de negócios.

Ingressos

Os ingressos custam R$ 120 para associados e R$ 160 para não associados. Os valores incluem alimentação e bebidas. As inscrições podem ser feitas pelo WhatsApp (51) 3582-3535.

Realização

Nesta edição, o CDL Convida tem apresentação da Sicredi Pioneira, patrocínio da Unimed Vale do Sinos e apoio do Sebrae RS, Zanu Gastronomia, Sicoob MaxiCrédito, Renault DRSUL, GoldBag Embalagens e Viacredi Alto Vale.

Serviço

  • O quê: CDL Convida, com José Renato Hopf e Lisiane Lemos
  • Quando: 28 de setembro, recepção a partir das 19h e início da programação às 19h30min
  • Onde: Salão Nobre da CDL Novo Hamburgo
  • Quanto: R$ 120 para associados e R$ 160 para não associados, com alimentação e bebidas inclusas
  • Inscrições: WhatsApp (51) 3582-3535
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2026 0 Comentários 78 Visualizações
Gastronomia

Oktoberfest de Santa Cruz abre espaço para padarias interessadas na Vila das Cucas

Por Ester Ellwanger 15/09/2026
Por Ester Ellwanger

Uma novidade saborosa promete chamar a atenção dos visitantes da 41ª Oktoberfest, de 8 a 12, 15 a 18 e 21 a 25 de outubro, no Parque da Oktoberfest, em Santa Cruz do Sul. A Vila das Cucas, que estará localizada próxima à saída do parque, entre a Bierhaus e o SindiTabaco, deve contar com seis padarias, comercializando as iguarias que tornaram Santa Cruz do Sul conhecida nacionalmente.

De acordo com um dos coordenadores de Gastronomia da 41ª Oktoberfest, Fábio Mayer, as empresas interessadas em participar da Vila das Cucas podem ser inscrever até a próxima sexta-feira, 18 de setembro, pelo e-mail [email protected] .“Entendemos que as cucas merecem um local especial, de destaque, pela grande procura durante a festa”, destaca Mayer.

Gastronomia

Ponto alto da Oktoberfest, a diversidade gastronômica promete novamente ser um dos destaques da Festa da Alegria. Ao todo, cerca de 50 pontos devem estar à disposição dos visitantes, comercializando desde lanches rápidos até refeições completas, incluindo buffets e café colonial. “Além das empresas locais, também teremos novidades de Santa Catarina e de Porto Alegre, ampliando as opções para os nossos visitantes”, frisa o coordenador.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

15/09/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Business

Technow Serra Líderes reúne 122 CIOs em Bento Gonçalves

Por Jonathan da Silva 11/09/2026
Por Jonathan da Silva

A edição 2026 do Technow Serra Líderes reuniu 122 CIOs, executivos e fornecedores de tecnologia entre os dias 3 e 7 de setembro, no Dall’Onder Grande Hotel, em Bento Gonçalves. Promovido pela Sucesu-RS, o evento teve 20 horas de conteúdo distribuídas ao longo de cinco dias e abordou temas como cenário econômico, inteligência artificial agêntica, governança de IA, cibersegurança, modernização de software e arquiteturas de dados. A programação teve como tema “Da inovação ao impacto: tecnologia que transforma negócios e pessoas”.

Durante os cinco dias, a programação combinou palestras, apresentações de empresas e Salas Temáticas voltadas à aplicação prática de soluções tecnológicas. O encontro também teve atividades destinadas ao networking entre lideranças de tecnologia e fornecedores do setor.

Cenário econômico

A economista e doutora Patrícia Palermo abriu a programação de palestras com uma análise das perspectivas econômicas para 2026. A apresentação abordou o cenário macroeconômico global e brasileiro e tratou dos efeitos da fragmentação comercial, da inflação persistente e das restrições de um mercado de trabalho comprimido no Brasil.

Durante a palestra, Patrícia Palermo projetou um cenário de desaceleração generalizada para 2026 e destacou a necessidade de previsibilidade e gestão de riscos por parte das lideranças de tecnologia.

O segundo keynote foi conduzido pelo consultor, escritor e especialista em comportamento humano Gabriel Carneiro, que falou sobre resiliência e autorresponsabilidade. A apresentação propôs reflexões sobre trajetória profissional, maturidade diante da pressão e a diferença entre propostas imediatas e propósito de carreira. “Todo mundo quer subir de nível até descobrir o preço que o próximo nível cobra”, afirmou Carneiro.

Tecnologia aplicada aos negócios

Além dos keynotes, o Technow Serra Líderes teve rodadas de palestras de empresas e Salas Temáticas sobre cibersegurança, inteligência artificial agêntica, modernização de software e arquiteturas de dados resilientes.

Na abertura do evento, o presidente da Sucesu-RS, Pedro Martini, destacou a relação entre inovação e resultados para empresas e sociedade. “Inovação só é diferenciação se for possível transformá-la em produtividade para as empresas e sociedade”, destacou Martini.

O presidente da entidade também falou sobre o papel do encontro na aproximação entre lideranças do setor. “Reunir os grandes CIOs das principais empresas de tecnologia durante 5 dias é um desafio, mas a missão da entidade é justamente ser esse canal de conexão, de fomento a novas parcerias e ideias que impactam não apenas as empresas, mas todos os gaúchos no seu dia a dia”, afirmou Martini.

Premiação reconhece profissionais e empresas

A programação também contou com a Noite de Prêmios Sucesu-RS, que reconheceu executivos, empresas e grupos de trabalho que se destacaram ao longo do ano. Durante a cerimônia, Newton Braga Rosa foi homenageado, e seu nome passou a integrar oficialmente a denominação do prêmio.

Vencedores da edição 2026

  • GU Destaque: Guix
  • Personalidade de GU: Luíz Adolphs (Coordenador do Argu)
  • Empresa Inovadora em TI de Sucesu-RS: Iprocess
  • Empresa de Serviços em TI de Sucesu-RS: Soluzzione
  • Empresa de Infraestrutura de TI de Sucesu-RS: Adento
  • Personalidade de TI de Sucesu-RS: Rodrigo de Oliveira
  • Patrocinador de Sucesu-RS: Grupo NTSEC
  • CIO de Sucesu-RS: Luiz Felipe Moraes Lopes (CIO da Cotrijal)
Foto: Marcos Nagelstein/Agência Preview/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2026 0 Comentários 110 Visualizações
Business

Sistema Fiergs alerta parlamentares em Brasília que fim da “taxa das blusinhas” e da escala 6×1 prejudicam a economia

Por Ester Ellwanger 03/09/2026
Por Ester Ellwanger

Uma comitiva da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) esteve em Brasília nesta quarta-feira, 02 de setembro, para alertar parlamentares sobre os impactos que o fim da “taxa das blusinhas” e da escala de trabalho 6×1 promovem na economia. A comissão mista para análise da Medida Provisória 1357/26, que permite zerar o imposto de importação para compras de até US$ 50, aprovou nesta quarta o parecer para acabar com o imposto. A entidade é contrária a essa medida.

Na capital federal, o diretor da Fiergs e coordenador do Conselho de Assuntos Tributários, Legais e Cíveis (Contec) da entidade, Rafael Sacchi, e o diretor do Ciergs e coordenador do Conselho de Relações do Trabalho (Contrab), Guilherme Scozziero, se encontraram com os senadores Luis Carlos Heinze (PP) e Hamilton Mourão (Republicanos).

Segundo Sacchi, a indústria brasileira exige apenas justiça tributária, e o imposto zerado gera uma diferença gigantesca entre produtos importados e nacionais. “Vai tirar toda a competitividade da nossa indústria, tirar empregos de nossos trabalhadores, e não adianta ter produto barato vindo de fora se não tiver renda para comprar esses produtos. Empregos que estão sendo gerados aqui perderão sua função porque as indústrias fecharão as portas”, afirma.

Sacchi destaca que a aprovação na comissão mista deixou a situação da indústria nacional ainda pior, pois reduziu de 60% para 30% a taxação de compras entre US$ 50 e US$ 3 mil. De acordo com o coordenador do Contec, a abolição do imposto de importação só deve ocorrer se houver compensação aos demais setores. “Tirem o imposto da indústria e do comércio brasileiro para que a gente possa vender em condições iguais”, sugere, lembrando que a indústria brasileira produz com uma série de certificações ambientais, trabalhistas, e de regulação de qualidade, enquanto muito produto importado entra no Brasil sem qualquer tipo de escala de produção.

Para Guilherme Scozziero, debates como o fim da escala 6×1 não devem ser realizados às vésperas da eleição. “Estamos fazendo um esforço muito forte junto aos parlamentares para que esta votação seja deixada para depois das eleições, tendo em vista ser uma pauta totalmente eleitoreira discutida em um momento inoportuno para o Brasil. A maneira como está sendo tratada essa redução da jornada é extremamente prejudicial ao emprego, à indústria e ao crescimento do país”, diz.

Os executivos do Sistema Fiergs Fabio Muller e Renan Gonçalves acompanharam os diretores do Sistema Fiergs a Brasília.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

03/09/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Business

Especialista afirma que conhecer o consumidor é mais importante que dominar o algoritmo

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

Entender o comportamento do consumidor e comunicar-se de forma adequada é mais importante para o desempenho de uma empresa do que dominar os algoritmos das redes sociais, segundo o mentor e CEO da Accelerar Marketing, Ivan de Paiva. A afirmação foi feita nesta terça-feira (1º), durante o evento Marketing & Vendas, realizado pela ACI em Novo Hamburgo. A atividade teve como tema “Do marketing ao lucro, o que mais funciona na prática” e foi moderada pela diretora de Turismo de Novo Hamburgo e integrante do Comitê de Comércio e Turismo da entidade, Juliane Mello.

Durante a apresentação, Paiva afirmou que o marketing não mudou, mas que as ferramentas utilizadas para comunicar informações relevantes aos consumidores passaram por transformações. “O algoritmo mais importante não é o do Instagram. É o da cabeça do cliente, que toma a maior parte das decisões com base em fatores emocionais”, expressou o especialista.

Antes da compra

Segundo o palestrante, a disputa pela preferência do consumidor começa antes do momento da compra. Para o especialista, as marcas que conquistam espaço na mente do público precisam trabalhar identidade, relacionada à forma como se apresentam, e posicionamento, que corresponde à maneira como explicam ao consumidor por que devem ser escolhidas.

Nas redes sociais, Paiva destacou a importância do alcance, mas afirmou que a memória gerada pela marca é determinante para os resultados financeiros. Nesse contexto, a capacidade de ser lembrada pelo consumidor passa a ter relação com o processo de decisão de compra.

O palestrante também afirmou que a inteligência artificial reduziu as diferenças na execução de estratégias de marketing, já que as ferramentas estão disponíveis para diferentes empresas. Por isso, segundo ele, a vantagem competitiva não está em produzir mais conteúdo, mas em gerar significado e confiança a partir do entendimento sobre quem é o consumidor e o que ele busca.

Experiência influencia resultados

Para Paiva, a disputa pela preferência do público ocorre na mente das pessoas, e as marcas precisam oferecer segurança de que seus produtos ou serviços podem atender às necessidades do consumidor com agilidade e pouco esforço. “O cliente quer ter a melhor experiência, e não apenas o padrão médio”, enfatizou o especialista.

De acordo com o estrategista, a experiência está diretamente relacionada à qualidade do processo de atendimento e entrega, enquanto o marketing pode ampliar os efeitos dessa experiência. Quando a empresa entrega adequadamente, o marketing pode acelerar as indicações. Em situações de atendimento inadequado, pode acelerar as reclamações. Já quando não há diferenciação, a comunicação pode acelerar a comparação de preços.

Conhecimento sobre o cliente

Paiva afirmou que empresas e profissionais ainda dedicam muito tempo ao entendimento dos algoritmos e pouco à compreensão dos motivos que levam os consumidores a comprar. Segundo os dados apresentados pelo palestrante, empresas que definiram seu perfil de cliente ideal registram taxas de fechamento até 68% maiores e ciclos de venda entre 15% e 30% mais curtos do que aquelas que não fizeram essa definição. “Marketing não começa na comunicação. Começa na compreensão”, explicou o especialista.

Na avaliação do mentor, compreender o consumidor permite construir valor e estabelecer processos adequados, além de definir onde investir e variar a forma de comunicação sem alterar a mensagem principal.

Ferramentas e comportamento

O palestrante também afirmou que novas ferramentas e sistemas de inteligência artificial continuarão surgindo, enquanto outras deixarão de ser utilizadas. Apesar das mudanças tecnológicas, segundo ele, as necessidades dos consumidores tendem a permanecer relacionadas a comportamentos humanos.

Para Paiva, profissionais que conhecem as ferramentas poderão acompanhar as transformações do mercado, mas aqueles que compreendem o comportamento das pessoas terão melhores condições de lidar com essas mudanças. “Em outras palavras, entender de ser humano é o que vai fazer seu negócio crescer. Não a ferramenta!”, concluiu o especialista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 57 Visualizações
Business

Painel da Agergs na Expointer debate mudanças climáticas

Por Ester Ellwanger 02/09/2026
Por Ester Ellwanger

Para discutir o futuro dos serviços públicos diante do cenário de transformações na sociedade, incorporação de novas tecnologias e mudanças climáticas, a Agergs realiza painel, nesta quarta-feira, 02 de setembro, a partir das 12h, no estande do Governo do Estado na Expointer.

O evento reunirá o conselheiro-presidente da Agência, Marcelo Spilki, o secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi, e o secretário executivo do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática, Professor Joel Goldenfum​.

“Será uma oportunidade para dialogarmos sobre serviços públicos regulados a partir de diferentes perspectivas, desde a adaptação climática com preceitos científicos, passando pelo planejamento e pelos investimentos do Estado em infraestrutura, até a regulação e a revisão de contratos para qualificar as entregas à sociedade”, explica Spilki.

SERVIÇO

  • O quê: Painel “Serviços públicos do futuro: como atender melhor uma sociedade em transformação”
  • Quando: quarta-feira, 02 de setembro, das 12h às 13h
  • Local: Estande do Governo do Estado na Expointer

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/09/2026 0 Comentários 63 Visualizações
Projetos especiais

Sebrae lança simulador da Reforma Tributária

Por Jonathan da Silva 29/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Sebrae lançou um simulador gratuito para ajudar pequenos negócios a estimar os possíveis impactos da Reforma Tributária. A ferramenta já está disponível no Portal Sebrae e permite comparar dois cenários de tributação a partir de informações como CNAE, faturamento e perfil de vendas. O objetivo é auxiliar empreendedores no planejamento diante das mudanças previstas para o novo sistema tributário.

A ferramenta calcula uma estimativa do valor dos impostos em cada cenário e indica qual deles pode representar menor carga tributária para a empresa. A simulação também projeta os créditos tributários que poderão ser repassados aos clientes.

Impactos para os pequenos negócios

Segundo o presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, a ferramenta pode auxiliar os empreendedores no processo de planejamento. “Isso contribui para uma tomada de decisão mais consciente e para o planejamento das empresas diante das mudanças em curso”, afirma Soares.

Para utilizar o simulador, o empreendedor deve preencher os dados solicitados sobre o negócio. A partir dessas informações, a plataforma apresenta uma comparação entre os cenários tributários e as respectivas estimativas de impostos.

Orientação antes da tomada de decisão

O Sebrae informa que os resultados apresentados pelo simulador são estimativas preliminares e têm caráter orientativo. A recomendação é que as informações sejam validadas com um contador de confiança antes de qualquer decisão baseada na simulação.

O simulador integra a página especial do Portal Sebrae dedicada à Reforma Tributária. O espaço reúne também vídeos explicativos, cronograma de implementação, e-book, perguntas e respostas frequentes e cursos sobre o novo sistema tributário.

A ferramenta pode ser acessada gratuitamente por empreendedores interessados em avaliar como as mudanças podem afetar seus negócios.

Foto: Canva/Reprodução | Fonte: Assessoria
29/08/2026 0 Comentários 179 Visualizações
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