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Embrapa

Variedades

ABHB lança Sumário PampaPlus 2026 durante a Expointer

Por Jonathan da Silva 03/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) lançou nesta terça-feira (1º) o Sumário PampaPlus 2026, publicação que reúne dados genéticos de animais registrados das raças Hereford e Braford para auxiliar criadores na seleção de reprodutores e no planejamento dos rebanhos. O lançamento ocorreu no espaço da ABHB, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a 49ª Expointer, em parceria com a Embrapa Pecuária Sul. A ferramenta reúne informações sobre características relacionadas à produção e à reprodução, como facilidade de parto, crescimento, fertilidade, peso à desmama, acabamento e rendimento de carcaça.

Para o gerente executivo da ABHB, Felipe Azambuja, o PampaPlus contribui para decisões relacionadas à produtividade dos rebanhos e à qualidade dos animais e da carne. “Para avançar na qualidade dos animais, na qualidade da carne e na produtividade, precisamos desse respaldo científico e técnico que o programa PampaPlus traz”, afirmou Azambuja.

Criado pela ABHB há mais de 15 anos, o programa de melhoramento genético vem incorporando novas ferramentas e informações para acompanhar as demandas do mercado e auxiliar os criadores na tomada de decisões. O Sumário PampaPlus 2026 apresenta dados genéticos dos animais de criadores e associados da entidade e fornece informações para a seleção de animais e o planejamento dos rebanhos.

São dados importantes para o mercado, para a decisão de produzir mais e melhor através das raças Hereford e Braford”, destacou o gerente executivo da ABHB, Felipe Azambuja.

Critérios de seleção

Segundo o pesquisador responsável pelo PampaPlus, Fernando Cardoso, o aumento da adesão ao programa está relacionado ao compromisso dos criadores com a melhoria dos rebanhos e à busca por ferramentas que auxiliem na tomada de decisões. “Eu reputo, em primeiro lugar, ao compromisso dos criadores de terem as melhores ferramentas para tomar as decisões de seleção e entregar para os seus clientes um produto de qualidade, mas um produto com especificação”, expressou Cardoso.

O programa permite identificar características que precisam ser melhoradas em determinado rebanho e, a partir dessas informações, selecionar touros com maior capacidade de transmitir essas características. “O criador pode, através do PampaPlus, identificar as características que ele precisa melhorar no seu rebanho e escolher os touros que vão entregar realmente aquelas características com muita consistência e segurança”, explicou o pesquisador.

Características avaliadas

Cardoso compara o programa a uma “bússola” para orientar mudanças nos rebanhos que possam contribuir para os resultados econômicos das propriedades. A avaliação considera características de importância para diferentes sistemas de produção, entre elas facilidade de parto, crescimento, fertilidade, peso à desmama, acabamento e rendimento de carcaça.

O produtor de terneiro precisa de peso à desmama e fertilidade. O invernador precisa de acabamento e rendimento de carcaça. Então, temos um conjunto de características avaliadas”, pontuou o pesquisador responsável pelo PampaPlus, Fernando Cardoso.

Atualização dos dados

Embora o Sumário PampaPlus seja lançado oficialmente uma vez por ano, as informações utilizadas pelo programa são atualizadas continuamente de forma online. O lançamento anual durante a Expointer corresponde ao período de maior incorporação de dados à avaliação genética. “Quanto mais atual a informação, mais segura é a decisão, porque mais dados entraram e mais filhos foram avaliados”, reforçou Cardoso.

Para o pesquisador, o período de lançamento também coincide com o momento em que os criadores buscam touros para as próximas temporadas de reprodução e para a reposição dos rebanhos.

Foto: Artur Chagas/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2026 0 Comentários 116 Visualizações
Variedades

Federarroz recomenda cautela na próxima safra de arroz

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) lançou a 37ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas nesta terça-feira (1º), durante a 49ª Expointer. A abertura será realizada de 16 a 18 de fevereiro de 2027, na Estação Terras Baixas Clima Temperado, em Capão do Leão. O evento deverá reunir cerca de 25 mil visitantes e terá entre os principais temas os preços e estoques de arroz, custos financeiros, educação financeira, exportações e redução dos custos de produção. Durante o lançamento, o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, alertou que os estoques de passagem ainda estão elevados e recomendou cautela aos produtores na definição dos investimentos para a próxima safra.

O lançamento oficial ocorreu no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a 49ª Expointer, que segue até domingo, 6 de setembro.

Ao apresentar as expectativas para a próxima edição, o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, destacou o evento como espaço de atualização e troca de informações entre produtores, pesquisadores, empresas e demais integrantes da cadeia produtiva. Segundo ele, a intenção é ampliar a participação do público e o acesso a informações sobre tecnologias, mercado e gestão das propriedades. “Isso é muito importante para os produtores, ter essa troca de informação, sair de suas propriedades para que consigam entender o que está acontecendo nas novas tecnologias e no mercado e voltem para casa com maior robustez de informações para tocar os seus negócios”, afirmou Dias Nunes.

Estoques e preços

A rentabilidade da atividade orizícola deverá estar entre os principais assuntos da 37ª Abertura Oficial da Colheita. Segundo o presidente da Federarroz, os produtores precisam acompanhar não apenas o comportamento dos preços, mas também os estoques e as condições do mercado antes de definir os investimentos para a próxima safra.

Nunes afirmou que a produção precisa estar alinhada à capacidade de absorção do mercado e observou que o setor ainda enfrenta estoques elevados de passagem. Embora espere uma recuperação das cotações, o dirigente defendeu cautela. “Nós esperamos que o preço seja remunerador”, ponderou o dirigente.

Não podemos ter euforia porque os estoques de passagem ainda são altos”, alertou Denis Dias Nunes.

O presidente da entidade também destacou que muitos produtores terão compromissos financeiros significativos no próximo ano, mesmo diante de eventuais medidas de renegociação de dívidas. Para ele, a expectativa é de uma correção positiva do mercado, mas as decisões de investimento precisam considerar os riscos existentes.

Gestão financeira

A questão financeira também deverá integrar a programação do evento. Dias Nunes afirmou que o custo elevado do dinheiro reduz a capacidade de investimento e pode afetar a rentabilidade das empresas rurais. “Quando o dinheiro está custando muito alto, não temos capacidade de investimento”, afirmou o dirigente.

Nesse contexto, o dirigente defendeu que a entidade amplie a orientação aos produtores sobre gestão financeira e educação financeira, para que possam avaliar custos, investimentos e riscos antes de cada safra. “Essa parte financeira cada vez mais nós temos que orientar e temos que educar os produtores”, enfatizou Dias Nunes.

Busca por novos mercados

As exportações também foram apontadas como parte das estratégias para ampliar a rentabilidade da cadeia produtiva. O presidente da Federarroz defendeu a abertura de novos mercados internacionais para o arroz brasileiro e afirmou que o aumento das vendas externas pode contribuir para gerar mais riqueza e fortalecer o setor. “É preciso exportar mais, conquistar novos mercados”, afirmou Dias Nunes. O dirigente também ponderou que o desempenho das exportações também dependerá das condições do mercado internacional e do comportamento da produção no Hemisfério Norte.

Atuação conjunta

A atuação conjunta entre instituições e produtores para enfrentar os desafios da cadeia orizícola foi destacada pelo chefe-Geral da Embrapa Clima Temperado, Eduardo Ferreira Dutra. A próxima edição do evento deverá dar continuidade à parceria entre Embrapa, Federarroz e Senar.

Segundo Dutra, existe a perspectiva de formalização de um acordo de cooperação técnica para garantir a realização da Abertura Oficial da Colheita na Estação Experimental Terras Baixas (ETB) pelos próximos dez anos. “Isso nos dá previsibilidade e tranquilidade para podermos fazer as programações. A cada ano, o evento recebe mais participantes e expositores, e isso tem sido significativo”, afirmou o chefe-geral da entidade.

Dutra também destacou que as pesquisas desenvolvidas pela Embrapa buscam respostas aos impactos das mudanças climáticas e à necessidade de reduzir os custos de produção. Entre as prioridades estão o desenvolvimento de cultivares resistentes à brusone e a disponibilização de bioinsumos.

Importância da orizicultura

O superintendente do Senar-RS, Eduardo Condorelli, deu ênfase a participação da orizicultura gaúcha na agricultura do estado. Segundo o dirigente, o setor é referência para a agricultura estadual em razão da atuação dos produtores nas áreas de inovação, trabalho e persistência. “É sempre importante que nós possamos ter a orizicultura como destaque na nossa sociedade, porque ela é um dos faróis para toda a agricultura que é feita no Rio Grande do Sul”, afirmou Condorelli.

O superintendente também abordou a complexidade da atividade rural e a necessidade de ampliar o conhecimento e a capacidade de análise dos produtores diante dos desafios econômicos. “Se a agricultura e a pecuária deste país no século passado foram feitas com muita coragem, muita força física e até uma pitada de inconsequência, hoje, além de muitíssimo mais coragem, alguma pitada de inconsequência e um pouco menos de força física, ela precisa de muito mais inteligência”, concluiu Condorelli.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Variedades

Tecnologia pode gerar R$ 11 bilhões ao PIB agro

Por Jonathan da Silva 17/07/2026
Por Jonathan da Silva

A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, afirmou que a ampliação do uso da agricultura de precisão e de tecnologias digitais poderá acrescentar mais de R$ 11 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro e gerar mais de 400 mil empregos. A declaração foi feita nesta quinta-feira (16), durante a palestra de encerramento do 11º Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão e Digital (ConBAP) e da 17ª International Conference on Precision Agriculture (ICPA), realizados no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. Os eventos reuniram pesquisadores, estudantes e profissionais do setor para discutir o uso de inteligência artificial, conectividade e dados na agricultura.

O ConBAP e a ICPA encerraram a programação com 845 participantes inscritos, entre eles cerca de 200 estrangeiros, além de 14 palestrantes. Ao longo dos encontros foram apresentadas 512 pesquisas, entre comunicações orais e pôsteres, por pesquisadores do Brasil e do exterior.

Durante a cerimônia de encerramento, a International Society of Precision Agriculture (ISPA) anunciou Davide Cammarano como presidente da entidade para o biênio 2026/2028. Em seguida, ocorreu a transição da diretoria da Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP), que passa a ser presidida por Christian Bredemeier no mesmo período. O então presidente da entidade, Márcio Albuquerque, agradeceu à ISPA pela realização da conferência no Brasil e destacou os dez anos de atuação da associação.

Inteligência artificial na agricultura

Na palestra de encerramento, Silvia Massruhá abordou o tema “Inteligência Artificial na Agricultura de Precisão e Digital”. A presidente da Embrapa afirmou que a combinação entre inteligência artificial, conectividade e uso estratégico de dados será determinante para tornar a agricultura brasileira mais preditiva, sustentável e inclusiva.

Pesquisadora da Embrapa há 36 anos, Silvia relembrou que, no início de sua trajetória, a aplicação das ciências exatas na agropecuária era questionada. Segundo a especialista, o avanço tecnológico consolidou as ferramentas digitais como um terceiro pilar do desenvolvimento agropecuário, ao lado da teoria e da experimentação.

Ao tratar da evolução do setor, a dirigente afirmou que os desafios atuais vão além da segurança alimentar. “Se, há cinco décadas, o principal desafio era garantir a segurança alimentar, hoje o foco está na construção de uma agricultura capaz de antecipar cenários, especialmente diante dos impactos das mudanças climáticas”, destacou Silvia.

Inclusão digital

Silvia Massruhá também ressaltou a importância da inclusão digital no meio rural. Segundo dados do projeto Semear Digital, desenvolvido pela Embrapa, 84% da população rural brasileira ainda não tem acesso às tecnologias digitais e, entre os produtores conectados, a maior parte utiliza a internet apenas para comunicação.

Para a presidente da Embrapa, superar esse cenário exige ampliar o conceito de conectividade. “Superar essa realidade exige o conceito de ‘conectividade significativa’, que vai além da infraestrutura de internet e inclui capacitação, gestão de dados e desenvolvimento de habilidades digitais”, destacou Silvia.

Impacto econômico

Durante a apresentação, Silvia afirmou que estudos indicam que a expansão da agricultura de precisão poderá acrescentar mais de R$ 11 bilhões ao PIB agro e criar mais de 400 mil postos de trabalho. A especialista observou que o Brasil possui cerca de cinco milhões de produtores rurais, dos quais 77% são pequenos e médios, o que reforça a necessidade de ampliar o acesso às tecnologias digitais.

A dirigente também apresentou indicadores sobre a atuação da Embrapa. Segundo a líder, a instituição mantém aproximadamente 4,3 mil projetos de pesquisa em andamento e, em 2025, cada real investido gerou retorno de R$ 27 para a sociedade. O chamado lucro social alcançou R$ 124 bilhões, equivalente a cerca de 20% do PIB agrícola brasileiro.

Silvia explicou ainda que a inteligência artificial já vem sendo aplicada em diferentes etapas da cadeia produtiva, incluindo previsão de produtividade, monitoramento de pragas e doenças, pecuária de precisão e sistemas de apoio à decisão. As iniciativas integram o programa “IA no Campo, para o Campo e pelo Campo”, desenvolvido pela Embrapa para ampliar o uso da inteligência artificial em uma agricultura sustentável, regenerativa, de baixo carbono e baseada em modelos preditivos.

Premiação

A programação de encerramento também contou com a entrega do Prêmio da ISPA: O futuro da Agricultura de Precisão e Digital para uma agricultura mais sustentável e rentável ao pesquisador Erik Lund, da Veris Technologies Inc. Após receber a honraria, o pesquisador apresentou seu trabalho aos participantes do congresso.

Foto: Retratte Fotografia/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2026 0 Comentários 185 Visualizações
Projetos especiais

Setor do tabaco lança ação para conservação do solo no sul

Por Jonathan da Silva 14/04/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) lançou, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Projeto Solo Protegido, com o objetivo de ampliar as ações de conservação do solo nas propriedades produtoras de tabaco da região sul do Brasil. A iniciativa é anunciada às vésperas data em que se celebra o Dia Nacional da Conservação do Solo, em 15 de abril.

O projeto prevê a seleção e diagnóstico de propriedades representativas do setor para a elaboração de planos de intervenção baseados em Boas Práticas Agrícolas (BPAs). Também será realizado o monitoramento de indicadores-chave relacionados à proteção, conservação e recuperação do solo. A proposta é incluir medidas como a avaliação de carbono e o uso de mix de cobertura vegetal nas lavouras participantes.

Segundo a engenheira agrônoma e assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, “o bom uso do solo significa melhor aproveitamento dos nutrientes. Quanto mais conservado e protegido estiver o solo, maior a chance de a cultura alcançar o seu potencial produtivo e, consequentemente, gerar bons resultados financeiros. Por isso, proteger e conservar o solo deve ser visto como investimento pelo produtor”.

Adoção crescente de práticas conservacionistas

De acordo com levantamento realizado pelo SindiTabaco entre empresas associadas, 74% dos produtores de tabaco já utilizam práticas conservacionistas. Entre as técnicas aplicadas estão a correção do pH do solo com calcário, a descompactação do solo quando necessária e o preparo dos camalhões sobre a palhada de plantas de cobertura, como aveia e centeio. Essa cobertura protege contra a erosão hídrica, evitando a perda da camada superficial do solo.

Portfólio ambiental do setor

O Projeto Solo Protegido passa a integrar o portfólio de ações ambientais do setor, que já conta com mais de 60 iniciativas conduzidas pelas empresas associadas ao SindiTabaco. Essas ações têm como foco a preservação ambiental e a sustentabilidade da produção nas propriedades rurais integradas ao cultivo de tabaco.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2025 0 Comentários 506 Visualizações
Projetos especiais

SindiTabaco e Embrapa lançam Projeto Solo Protegido na Expoagro Afubra

Por Jonathan da Silva 24/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e a Embrapa Clima Temperado lançam nesta terça-feira, 25 de março, durante a Expoagro Afubra, o Projeto Solo Protegido. A iniciativa, que terá duração de 60 meses, tem entre seus objetivos a avaliação dos estoques de carbono em unidades produtoras de tabaco no sul do Brasil. A assinatura do termo de cooperação ocorrerá no auditório 2, às 13h30min, com a presença de autoridades e representantes do setor.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou que o projeto permitirá um diagnóstico das propriedades e a promoção da qualidade do solo. “Os produtores de tabaco, em sua grande maioria, já adotam práticas conservacionistas. Mas teremos pela frente cinco anos de aprendizados conjuntos e que certamente trarão bons resultados no futuro”, afirmou Thesing.

Especialistas da Embrapa realizarão coletas de amostras para avaliar a qualidade física, química e biológica do solo em 33 propriedades de 11 microrregiões produtoras de tabaco. A iniciativa será desenvolvida em quatro etapas: diagnóstico da qualidade do solo, recomendação dos planos de intervenção, intervenção e monitoramento.

Capacitação e banco de dados

O coordenador do projeto, Adilson Bamberg, ressaltou a importância da iniciativa para o setor. “Nada na área de solo se constrói de um dia para o outro. É um imenso desafio, mas encaramos com bons olhos. Trata-se de um setor que já vem atuando no sentido de melhorar e que merece a atenção da Embrapa”, salientou Bamberg.

O projeto prevê capacitações para produtores e orientadores, com demonstrações em propriedades de referência durante dias de campo. Também será criado um banco de dados sobre atributos químicos, físicos e biológicos do solo, a partir das informações coletadas pelas empresas associadas, para auxiliar na tomada de decisões sobre correções do solo.

Foto: Inor Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/03/2025 0 Comentários 558 Visualizações

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