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Eduardo Leite

Cidades

Estudo da Amlinorte revela que Litoral Norte tem uma população superior a 700 mil pessoas

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Amlinorte encaminhou ao Governador do Estado um relatório com 600 páginas, demonstrando o aumento populacional que o Litoral Norte vem apresentando nos últimos meses. Os dados foram obtidos levando em consideração o aumento no consumo de energia elétrica na região, além do aumento na produção do lixo e também na cobertura da vacina da gripe da população idosa, que superou a casa dos 100%.

De acordo com o presidente da Amlinorte, prefeito Pierre Emerim da Rosa, de Imbé, somente no levantamento feito junto a CEEE, houve um aumento no consumo de energia elétrica na região na ordem de 25% nos últimos três meses, comparado com o mesmo período do ano passado. Além disso, o volume de resíduos sólidos coletados nos últimos seis meses também demonstra um acréscimo substancial, permitindo calcular, com base nos índices preconizados pelo Ministério do Meio Ambiente, que a população do litoral Norte já está em 716 mil pessoas e não 397 mil como previstos no IBGE 2019.

Os dados foram apresentados ao governador do Estado, através de uma videoconferência, que solicitou o encaminhamento dos estudos feitos pela Associação de Municípios, material compilado pelo escritório Sielichow Advocacia, pelos advogados Cristiano Sielichow e Rui Lang, que auxiliaram na elaboração do pedido administrativo junto ao Governo do Estado. A expectativa agora é de que o governo possa ajustar os cálculos e medidas adotadas para o Litoral Norte, tanto no combate ao coronavírus, quanto a liberação de leitos, imposição de bandeiras e até mesmo nos repasses de programas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 563 Visualizações
Variedades

Metade das regiões fica em vermelho no mapa preliminar da 9ª rodada do Distanciamento Controlado

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a piora nos indicadores de propagação da Covid-19 e da ocupação de leitos, o mapa do Rio Grande do Sul pode ficar ainda mais vermelho. A atualização preliminar da 9ª rodada do Distanciamento Controlado indica que 10 regiões estão com risco alto, por isso, receberam bandeira vermelha. Embora representem metade das 20 regiões usadas no modelo, somam 73,4% da população gaúcha (8.310.854 habitantes). Na rodada anterior, eram seis regiões, que representavam 46,1% dos gaúchos. As bandeiras definitivas serão divulgadas na segunda-feira (6).

As outras 10 regiões ficaram com laranja (risco médio). O Estado segue sem registro de bandeira preta (risco altíssimo), mas, pela primeira vez, nenhuma região foi classificada em amarelo (risco baixo).

O mapa preliminar da 9ª rodada foi divulgado pelo governo no fim da tarde desta sexta-feira, 3. No prazo de 36 horas após a publicação do mapa preliminar, que se encerra às 6h de domingo (5), os municípios que quiserem apresentar recursos sobre as classificações podem preencher o formulário neste link. Aqueles que se enquadrarem na Regra 0-0 e podem adotar protocolos de bandeira laranja não precisam protocolar recurso.

Na segunda-feira (6), o Gabinete de Crise analisará os dados enviados e rodará o mapa novamente e, à tarde, divulgará as bandeiras definitivas, que serão vigentes de 7 a 13 de julho.

Conforme a análise preliminar, seis regiões tiveram piora na classificação final e, portanto, terão maiores restrições de suas atividades.Taquara registrou a mudança mais drástica: a região estava com bandeira amarela e passou direto para vermelho. Palmeira das Missões, Pelotas, Erechim e Caxias do Sul, que estavam com bandeira laranja, também migraram para vermelha. Bagé, que estavam em amarelo, foi para laranja.

Cinco regiões permaneceram sem alteração. Porto Alegre, Capão da Canoa, Novo Hamburgo e Canoas, por terem sido classificadas em vermelho pelo menos duas vezes no período de 21 dias, mesmo que apresentassem melhora nos dados, não poderiam ter regressão no nível de restrição, com isso, seguem com bandeira vermelha. Passo Fundo não apresentou melhora nem piora no cálculo dos indicadores e permanece com vermelha.

A única região que apresentou redução de risco foi Santo Ângelo, passando de vermelho para laranja. As demais regiões não tiveram alteração na sua bandeira final e permanecem com bandeira laranja.

Dos 307 municípios que compõem as áreas com bandeira vermelha, 177 cidades não tiveram registro de hospitalização e óbito por Covid-19 de morador nos 14 dias anteriores ao levantamento. Por isso, eles se adequam à chamada “Regra 0-0” e podem adotar protocolos previstos na bandeira laranja por meio de regulamento próprio.

Basta que mantenham atualizados os registros nos sistemas oficiais e adotem, por meio de decreto, regulamento próprio, com protocolos para as atividades previstas na bandeira laranja. São 998.869 pessoas (8,8% do total do RS) que estão nesta condição.

A região de Passo Fundo, se mantida com bandeira vermelha após o período de recursos da 9ª rodada, estará inserida na trava de segurança prevista no Distanciamento Controlado, que tem objetivo de garantir a segurança da população da região.

A regra determina que regiões classificadas em vermelho por dois períodos consecutivos ou alternados dentro do prazo de 21 dias tenham de ficar duas semanas consecutivas com bandeira vermelha mesmo que os indicadores regionais apontem para restrições menos severas.

Para que as regiões de Porto Alegre, Canoas, Novo Hamburgo e Capão da Canoa, que já estão cumprindo a determinação nesta rodada, e Passo Fundo, caso se enquadre na trava, recebam bandeira menos restritiva, elas deverão ficar pelo menos duas rodadas com redução de cor para sair da bandeira vermelha.

Dados

• O número de novos registros de hospitalizações Síndrome Respiratório Aguda Grave (SRAG) de confirmados Covid-19 aumentou 19% entre as duas últimas semanas (611 para 729);
• O número de internados em UTI por SRAG aumentou 27% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (459 para 582);
• O número de internados em leitos clínicos com Covid-19 no RS aumentou 16% entre as duas últimas quintas-feiras (478 para 554);
• O número de internados em leitos de UTI com Covid-19 no RS aumentou 36% entre as duas últimas quintas-feiras (307 para 418);
• O número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 no RS aumentou 5% entre as duas últimas quintas-feiras (de 624 para 653);
• O número de óbitos por Covid-19 aumentou 15% entre as duas últimas quintas-feiras (de 120 para 138);
• As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (227), Novo Hamburgo (91) Caxias do Sul (83), Passo Fundo (69) e Canoas (64).

Situação Geral

O número de novos registros de hospitalizações por Covid-19, nos últimos sete dias, comparado com a semana anterior, apresentou aumento de 19%, passando de 611 para 729. O número de internados em UTI por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceu 27%, passando de 459 para 582. O mesmo se observa com o número de internados em leitos clínicos para Covid-19, que passou de 478 para 554 internações – crescimento de 16%. Para as internações em UTI confirmadas para Covid-19, o aumento foi de 36%, passando de 307 para 418.

O agravamento também é observado no número de casos ativos na última semana, que chegou a 4.281, frente aos 3.340 da semana anterior. Por fim, com relação ao número de leitos de UTI livres no último dia, o número subiu de 624 para 653, com a abertura de 80 leitos ao longo da semana.

O agravamento do indicador de capacidade de atendimento (número de leitos de UTI livres para cada ocupado por pacientes Covid-19), mensurada no Estado como um todo, segue em ritmo acelerado, sinalizando elevada preocupação. Na rodada anterior o indicador obteve bandeira vermelha e, nesta semana, a mensuração ficou próxima de ser definida como bandeira preta.

Este indicador nos permite acompanhar a capacidade de resposta da rede hospitalar para atender a população que necessita de atendimento neste nível de atenção. No entanto, é um indicador que também está diretamente relacionado ao avanço da doença no Estado, uma vez que quanto maior o número de casos ativos, maior o número de pacientes que necessitarão de atendimento hospitalar e maior o risco de pressão no sistema de saúde.

Mesmo com todas as ações de ampliação de leitos de UTI no Estado, o avanço na evolução da Covid-19 sinaliza risco alto de pressão ao sistema de saúde e a necessidade de se ampliar ainda mais a conscientização da população em seguir os protocolos de distanciamento, a fim de que seja possível seguir nas ações de ampliação da rede e, principalmente, para continuar garantindo o acesso adequado do paciente aos leitos hospitalares e de UTI no tempo oportuno.

Macrorregião Metropolitana

Após a definição de bandeira vermelha na última rodada para quatro das cinco regiões Covid da Macrorregião Metropolitana, a situação de agravamento permaneceu, reflexo do tempo necessário entre ações de maiores restrições à circulação e a diminuição das hospitalizações. Nesta semana, a região de Taquara, que era beneficiada com a trava de até três hospitalizações nos últimos 14 dias, apresentou situação de bandeira vermelha, pois além da pressão advinda do agravamento na macrorregião, apresentou piora em seus indicadores regionais. Assim, toda a macrorregião metropolitana obteve apuração de bandeira vermelha.

Com as hospitalizações e ocupação de leitos clínicos e de UTI para confirmados Covid-19 aumentando, a macrorregião metropolitana atingiu a totalidade em bandeira vermelha. Os números de internados por SRAG em UTI, de pacientes Covid-19 em leitos clínicos (confirmados) e de pacientes Covid-19 em leitos de UTI (confirmados) tiveram aumentos entre as duas semanas.

Com relação a SRAG, enquanto há sete dias atrás havia 250 internados, a quantidade de pacientes subiu 36% passando para 339. No caso de leitos clínicos, o número de pacientes passou de 284 para 333, um aumento de 17%. E com relação aos internados por Covid-19 em leitos de UTI, o aumento foi de 39%, passando de 179 para 248 pacientes.

Além dos indicadores que mensuram a velocidade do avanço na macrorregião, os relacionados a capacidade de atendimento também se agravaram. Enquanto na semana passada havia 1,46 leito de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid-19, nesta semana o indicador passou para 1,05.

No comparativo do número de leitos livres de UTI no último dia para atender Covid-19 entre as duas quintas-feiras, verifica-se uma pequena redução no número de leitos de UTI livres para atender Covid-19, passando de 262 para 260.

Com isso, enquanto o indicador de internados por SRAG obteve bandeira vermelha, a de pacientes Covid-19 em leitos de UTI e de capacidade de atendimento, mensuradas pela macrorregião, obtiveram bandeira preta.

Porto Alegre

Além da situação agravada pelos indicadores mensurados pela macrorregião, o número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registrado nos últimos sete dias apresentou crescimento de 11% entre as duas semanas, passando de 204 para 227. Com isso, o indicador apresentou melhora entre as duas análises, passando de bandeira preta para laranja. Porém, destaca-se que a quantidade de novas hospitalizações em proporção da população ainda é elevada, refletindo na bandeira preta para o indicador de incidência na região.

Ainda se observa crescimento em outros três indicadores de avanço da doença. O número de internados em UTI por SRAG no último dia variou de 163 para 225 entre as duas semanas. O indicador de internados em UTI confirmados para Covid-19 cresceu 37%, passando de 124 para 170. Por último, o indicador de internados em leitos clínicos Covid-19 variou de 196 para 219.

O indicador que mede o Estágio da Evolução, resultante da razão entre ativos e recuperados obteve leve melhora, passando para avaliação de risco médio (laranja). O de Projeções de Óbitos e de hospitalizações em relação a 100 mil habitantes, na última semana, se manteve em avaliação de risco máximo (preta).

Canoas

A região de Canoas é a que obteve a maior média ponderada entre todas regiões Covid, em valor de 2,14. Os registros de hospitalizações confirmadas para Covid-19 cresceram 56% entre as duas semanas, passando de 41 para 64 hospitalizações. O avanço acompanha a tendência que levou a região à bandeira vermelha há duas semanas, pois se trata da velocidade do avanço da pandemia e dos efeitos que podem permanecer por mais semanas.

Da mesma forma, na região o número de internados em UTI por SRAG no último dia passou de 31 para 42 entre as duas semanas. Para o indicador de internados em UTI confirmados para Covid-19, o crescimento foi de 68%, variando de 19 para 32 Com relação ao número de pacientes Covid-19 em leitos clínicos, o aumento foi de 9,5%, (de 42 para 46 internados).

Na razão entre os casos ativos na semana e recuperados nos 50 dias anteriores ao início da semana, o indicador se manteve em bandeira preta. No caso do número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias para cada 100 mil habitantes, o indicador se manteve em bandeira preta, com a razão passando de 5,17 para 8,07.

Novo Hamburgo

A manutenção de bandeira vermelha também é observada na região de Novo Hamburgo. Comparativamente às outras semanas, verificou-se uma aceleração no registro de hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias. Enquanto na semana anterior havia ocorrido 71 registros, nesta semana foram 91 (aumento de 28%). A dimensão das hospitalizações, quando comparada por 100 mil habitantes, é bastante elevada, sendo a de maior valor entre todas as regiões Covid-19, indicando alta prevalência na região. Com isso, os indicadores de Estágio da Evolução e de Incidência de Novos Casos sobre a População, que são mensurados com base na região, todos apresentam bandeira preta.

A ocupação de leitos clínicos e de UTI, para SRAG ou confirmados para Covid-19, tiveram aumentos entre as duas semanas, contribuindo com o agravamento dos indicadores da macrorregião. O indicador de internados em leitos clínicos cresceu 86% (de 28 para 52), apontando para um possível aumento em ocupação de leitos de UTI nos próximos dias.

Capão da Canoa

Também sobre efeito do agravamento na Macrorregião Metropolitana, a região de Capão da Canoa apresentou crescimento em três variáveis utilizadas para mensurar o avanço da doença. As hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias na região passou de 21 para 23 entre as duas semanas.

Apesar da redução na ocupação de leitos clínicos em 23,5% (de 17 para 13), ocorreram aumentos no número de internados em UTI confirmados para Covid-19 e por SRAG.
Os três indicadores de Estágio da Evolução e de Incidência de Novos Casos sobre a População apresentaram situação de bandeira preta, demonstrando a gravidade tanto da macro quanto da região em si.

Taquara

Pressionada pela situação da Macrorregião Metropolitana, a região de Taquara obteve bandeira vermelha nesta rodada. O salto de situação de bandeira amarela para vermelha se deve, principalmente, pelo fato de a região ter tido aumento nas hospitalizações confirmadas para Covid-19.

Esta elevação fez com que três indicadores da região, de hospitalizações registradas, hospitalizações a cada 100 mil habitantes e de projeção de óbitos passassem de bandeiras amarelas para preta, laranja e vermelha, respectivamente. Além disso, nas últimas atualizações, a região já alcançava classificações de risco alto (laranja), mas tinha o benefício de retroceder para a bandeira amarela por não registrar mais de três hospitalizações registradas confirmadas para Covid-19 nos 14 dias anteriores ao levantamento.

O aumento no número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 variou de 2 para 6 hospitalizações. Apesar de que os indicadores de avanço da doença não sejam tão expressivos como nas demais regiões metropolitanas, a situação é deteriorada pela macrorregião a que está inserida.

Por fim, os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos sobre a População apresentaram agravamento entre as duas semanas. Observando o indicador da razão entre casos ativos na última semana e recuperados no início da semana (50 dias anteriores), verifica-se um elevado crescimento – com a região de Taquara obtendo o maior valor entre todas as regiões.

Norte

A macrorregião norte manteve a situação de piora nos indicadores que vinha sinalizando desde a última semana. Com o agravamento da Capacidade de Atendimento no Estado, que avalia o quantitativo de leitos de UTI livres sobre leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, dos indicadores de internados em leitos clínicos e UTI por Covid-19 e da Capacidade de Atendimento na macrorregião, as regiões de Palmeira das Missões, Erechim e Passo Fundo obtiveram bandeira final vermelha.

Na última rodada de avaliação, as três regiões já haviam obtido situação de bandeira vermelha. Entretanto, após as análises de recursos, o Gabinete de Crise reverteu a situação de bandeira vermelha para as regiões de Erechim e de Palmeira das Missões, pois a média ponderada estava muito próxima do ponto de corte que define entre bandeiras laranja ou vermelha e os indicadores não apontavam ainda para situações de risco mais elevado.

Com relação as variáveis mensuradas para os indicadores de propagação da doença e da capacidade de atendimento, verifica-se a deterioração na região. As hospitalizações e as ocupações de leitos clínicos e de UTI para confirmados Covid-19 seguem aumentando.

O número de hospitalizações confirmadas para Covid-19, registradas nos últimos sete dias, passou de 76 para 112 entre as duas semanas, crescimento de 47,4%. Para os internados em leitos clínicos e internados em UTI, confirmados para Covid-19, os aumentos foram de 29% e 22%, respectivamente (de 59 para 76 e de 36 para 44). No caso de internados por SRAG em UTI, ocorreu uma redução no quantitativo, variando de 60 para 59.

Nas três regiões Covid-19 da macrorregião Norte, o aumento das hospitalizações afetou diretamente os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos Sobre a População. As três regiões obtiveram bandeira preta nos dois indicadores de Incidência.

O indicador relacionado à capacidade do sistema de saúde apresentou uma melhora. Enquanto na semana passada havia 1,78 leito de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid-19, nesta semana o indicador passou para 2,09, mesmo que a bandeira do indicador tenha se mantido a mesma entre as duas semanas – vermelha. Também favorável, a mudança da capacidade de atendimento teve redução no indicador, com a bandeira alterada de laranja para amarela. No comparativo do número de leitos livres de UTI no último dia para atender Covid-19 entre as duas quintas-feiras, verificou-se o aumento dos leitos livres, passando de 64 para 92.

Palmeira das Missões

A região de Palmeira das Missões volta a ter classificação de alto risco. O número de casos ativos pela doença na última semana seguiu em crescimento, passando de 193 registros para 237 entre as duas semanas. Esse critério, comparado com os casos recuperados nos 50 dias anteriores, recebeu novamente a bandeira preta.

A região registrou aumento de 80% nas hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias entre as duas semanas, passando de 15 para 27. Os casos de internação em UTI por SRAG tiveram crescimento de 67%, já que agora são 10 pacientes, ao passo que há uma semana eram seis. No caso das internações confirmadas para Covid-19 em leitos clínicos e de UTI, se observou crescimento em ambas, principalmente para UTI, com o número de internados passando de um para oito pacientes.

O aumento das hospitalizações afetou diretamente os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos Sobre a População, com os três obtendo bandeira preta.

No indicador que apura o número de internados por Covid-19 no último dia do levantamento, Palmeira das Missões teve um salto de seis para nove pacientes. Com o aumento das ocupações em leitos de UTI, a região reduziu o número de leitos de UTI livres para atender Covid-19 de 23 para 17 leitos.

Erechim

Sem conseguir reduzir o número de internados por Covid-19 em UTI de uma semana para outra (continuou com seis pacientes), os municípios que integram a região de Erechim tiveram redução de oito para seis casos por SRAG em leitos de tratamento intensivo.

Além disso, a região teve 11 pessoas internadas por Covid-19 no último dia do levantamento, aumento de um paciente em relação à semana anterior. Porém, no caso de hospitalizações registradas para Covid-19 nos últimos sete dias, entre as duas semanas, a região teve aumento de 60%, passando de 10 para 16 na semana.

No caso dos indicadores de incidência de novos casos sobre a população, a região obteve ambos com bandeira preta, com aumento em seus valores. O acréscimo nas hospitalizações impactou diretamente o indicador sobre 100 mil habitantes, atingindo situação de bandeira preta.

Ao mesmo tempo, Erechim aumentou de 14 para 27 a disponibilidade de leitos de UTI livres, objetivando ter capacidade para atendimento à saúde.

Passo Fundo

Com o quadro se agravando, embora em velocidade não tão intensa, a região de Passo Fundo permanece na bandeira vermelha ao atingir 69 registros de hospitalizações Covid-19 na última semana – aumento de 35% em relação à semana anterior. A mesma situação se verificou para o número de internados em leitos clínicos com Covid-19, que passou de 40 para 55 pessoas.

Embora tenha aumentado o número de leitos de UTI livres, que subiu de 27 para 48 unidades, a razão do número de leitos de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por pacientes Covid-19 apresentou o patamar de 2,09, o que coloca a região em bandeira vermelha nesse indicador.

Passo Fundo e municípios próximos somaram 457 casos ativos na última semana frente a 771 casos recuperados nos 50 dias antes do início da semana, colocando a região em bandeira vermelha nesse indicador.

Aliado a isso, no quesito de óbitos a região apresentou bandeira preta, uma vez que as 12 mortes apresentadas ao longo da semana, quando projetadas, apontam o valor de 17,9.

Caxias do Sul

A região de Caxias do Sul retorna para situação de bandeira vermelha. Dos indicadores de velocidade do avanço, o de hospitalizações confirmadas para Covid-19 entre as duas semanas e o de pacientes Covid-19 em leitos de UTI no último dia tiveram deterioração do quadro, obtendo bandeiras laranja e preta, respectivamente.

A região segue agravada pelos dois indicadores de Incidência de Novos Casos sobre a População, pela Capacidade de Atendimento da macrorregião e, assim como as demais regiões Covid-19, pelo impacto da bandeira vermelha no indicador de Capacidade de Atendimento mensurada pelo Estado como um todo.

Conforme destacado, o indicador de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias aumentou 9% entre as duas semanas, passando de 76 na semana anterior para 83 na atual. Porém, mesmo que o avanço da doença tenha reduzido na velocidade, o número de internados por SRAG em UTI (de 62 para 78), o número de internados em leitos clínicos Covid-19 (de 57 para 59) e de internados em leitos de UTI Covid-19 (de 40 para 59) cresceram.

Os indicadores de incidência de novos casos sobre a população – “hospitalizações confirmadas para Covid-19 em relação à população” e “Projeção de óbitos em relação à população” mantiveram situação de maior risco: bandeira preta em ambos, com elevação nos dois valores.

Por fim, o indicador de leitos de UTI livres dividido pelo de leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, mensurado para a macrorregião, atingiu situação de bandeira preta (com 1,42 leito de UTI adulto livre para cada leito de UTI adulto ocupado por Covid-19 na região). Esse indicador sinaliza para um aumento na ocupação de leitos de UTI por pacientes Covid-19, mesmo que a região tenha aumentado o número de leitos de UTI livres no último dia entre as duas semanas (de 75 para 84).

Pelotas

A região de Pelotas atinge pela primeira vez a situação de bandeira vermelha. Dos indicadores de velocidade do avanço da macrorregião, o de hospitalizações confirmadas para Covid-19 entre as duas semanas e o de pacientes Covid-19 em leitos de UTI no último dia obtiveram bandeira preta nesta semana.

A quantidade de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias, na região, aumentou 144% entre as duas semanas, passando de nove, na semana anterior, para 22 na atual. O número de internados por SRAG em UTI (de 13 para 17), o número de internados em leitos clínicos Covid-19 (de 8 para 12) e de internados em leitos de UTI Covid-19 (de 9 para 15) cresceram na macrorregião.

Com o aumento no número de casos e de hospitalizações, a região segue agravada pelos indicadores de estágio da evolução na região e de Incidência de Novos Casos sobre a População. A Capacidade de Atendimento da macrorregião e, assim como as demais regiões Covid-19, pelo impacto da bandeira vermelha no indicador de Capacidade de Atendimento mensurada pelo Estado como um todo, foram fatores que contribuíram para a elevação de risco na região.

Portanto, o indicador de leitos de UTI livres dividido pelos leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, medido para a macrorregião, atingiu situação de bandeira laranja (com 2,71 leitos de UTI adulto livre para cada leito de UTI adulto ocupado por Covid-19 na região).

Bagé tem situação pior

Agravada pela piora nos indicadores da macrorregião, a região de Bagé atinge novamente situação de bandeira laranja. Apesar de que os indicadores da região de hospitalizações registradas confirmadas para Covid-19, de estágio da evolução na região e de incidência sobre novos casos sobre a população não tenham nenhuma atingido bandeira vermelha, observou-se também uma alteração de bandeiras de amarela para laranja entre as semanas.

A região apresentou um aumento no número de casos ativos na última semana, passando de 5 para 16 casos. O número de internados em UTI por SRAG aumentou de 2 pacientes para 5. Nos indicadores de internados Covid-19 em leitos clínicos e UTI, a situação foi de pequena alteração.

Santo Ângelo apresenta melhora

Após uma semana em situação de bandeira vermelha, a região de Santo Ângelo teve seu grau de risco diminuído, voltando a classificação de bandeira laranja, uma vez que melhoraram os indicadores em termos de ocupação e de leitos de UTI livre por pacientes Covid-19.

Pelos números da última sexta-feira, a região reduziu o número de hospitalizações registradas para Covid-19 nos últimos 7 dias em 21%, passando de 19 para 15 entre as duas semanas. A ocupação de UTIs por pacientes SRAG aumentou de 6 para 8 pacientes, mas o número de internados em leitos clínicos e em UTI, confirmados para Covid-19, reduziram (de 11 para 9 e de 4 para 1, respectivamente). A capacidade de atendimento da macrorregião é também um dos fatores positivos, apresentando bandeira amarela nos indicadores de Capacidade de Atendimento e de Mudança da Capacidade de Atendimento.

Entenda o distanciamento controlado

Com base em evidências científicas e análise de dados, o modelo de Distanciamento Controlado – que está oficialmente em vigor desde 10 de maio, com o Decreto 55.240 – tem o objetivo de equilibrar a prioridade de preservação da vida com uma retomada econômica responsável em todo o Rio Grande do Sul.

Para isso, o governo dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determinou a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região.

Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (médio), vermelha (alto) ou preta (altíssimo).O monitoramento dos indicadores de risco é semanal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 588 Visualizações
Variedades

“Os próximos 15 dias serão cruciais. Se puder, fique em casa”, alerta governador

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

No dia em que o Rio Grande do Sul completa 15 semanas em estado de calamidade pública, nesta quinta-feira, 2, o governador Eduardo Leite divulga um vídeo alertando a população de que as próximas duas semanas serão o período mais crítico do enfrentamento à pandemia no Estado.

A chegada do frio, que pode sobrecarregar o sistema de saúde, coincide com quase metade do Rio Grande do Sul (46% da população) sob bandeira vermelha, ou seja, com risco epidemiológico alto por estar com elevada ocupação hospitalar e propagação do vírus, conforme o modelo de Distanciamento Controlado.

“É fundamental que, nos próximos 15 dias, retomemos os níveis de isolamento intenso que observamos no início de abril. Vivíamos, naqueles dias, os primeiros movimentos de convivência com a doença. Agora, eu sei, estamos todos cansados, pois somos todos humanos, mas não é hora de desistir! Pelo contrário: diante do momento mais crítico, a nossa melhor resposta ainda é a persistência”, reforçou Leite.

O governador destacou os esforços realizados pelo governo até aqui, como a ampliação em 75% da capacidade de hospitalar – de 933 leitos UTI adulto SUS antes da pandemia, o total deve chegar a 1.630 nos próximos dias, contando os novos pedidos de habilitação –, a distribuição de respiradores e equipamentos de proteção e a transferência de recursos financeiros, inclusive com o apoio de outros Poderes, do governo federal e de parlamentares.

Leite agradeceu, ainda, pelos esforços empreendidos por empresas, instituições e toda a população, lamentando especialmente a perda de mais de 600 vidas, até aqui, além de empregos, aulas e projetos.

“Trabalhamos para minimizar estes efeitos e iremos trabalhar ainda para retomar a normalidade mais adiante, quando for possível”, afirmou, citando o Distanciamento Controlado como sistema que permite a aplicação de medidas na dose certa, no local certo e no momento certo utilizando bandeiras e protocolos regionais e setorizados.

“Apesar de todo este trabalho, julho chegou com a pior das notícias: estamos com o sinal de alerta ligado pelo ritmo de ocupação das nossas UTIs. Confiamos nos efeitos de contenção do nosso modelo de Distanciamento Controlado, mas o modelo só se concretiza a partir do comportamento das pessoas. Sobretudo em regiões de bandeira vermelha, chegou a hora de mais uma dose de esforço”, reforçou.

O governador finalizou o vídeo com o apelo: “Falta mais um pouco, é preciso força, portanto, logo chegará a hora de podermos matar a saudade dos abraços, mas ainda precisamos de mais cuidado e proteção. Especialmente nos próximos 15 dias, se puder, fique em casa”, completou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 731 Visualizações
Cidades

Governo do estado atualiza classificação, mas Nova Petrópolis permanece na Bandeira Laranja

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A classificação das regiões do RS de acordo com as bandeiras determinadas pelo Modelo de Distanciamento Controlado foi atualizada pelo Governo do Estado nesta segunda-feira, 29. Nova Petrópolis permaneceu na Bandeira Laranja. Os protocolos da Bandeira Laranja já estão em vigor no Município e seguem até 6 de julho.

A Macrorregião Serra, da qual Nova Petrópolis faz parte, havia sido classificada com a Bandeira Vermelha na atualização do Modelo de Distanciamento Controlado divulgado pelo Governo do Estado na sexta-feira, 26 de junho. As autoridades Municipais se mobilizaram junto aos demais Municípios da Região para recorrer da decisão e pedir a reclassificação para a Bandeira Laranja. Após analisar os recursos, o governador anunciou a permanência da Macrorregião Serra à Bandeira Laranja nesta segunda-feira, 29 de junho.

A Administração Municipal reforça o apelo para que toda comunidade intensifique os cuidados preventivos contra a propagação do novo coronavírus, como uso de máscaras, distanciamento social, etiqueta respiratória e higienização frequente das mãos. A colaboração de todos é responsável para manutenção da Região na Bandeira Laranja.

As determinações das medidas sanitárias instituídas pelo Sistema de Distanciamento Controlado correspondentes à Bandeira Laranja e pelo Decreto Municipal nº 096/2020 seguem em vigor no Município.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 500 Visualizações
Business

Lojistas de Sapiranga fazem apelo ao Governo do Estado por retomada do funcionamento do comércio

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O varejo de Sapiranga foi obrigado a fechar as suas portas novamente diante do decreto mais recente do governo do Estado. A entidade que representa o varejo no município, a CDL Sapiranga, entende a importância dos cuidados de prevenção a propagação da Covid-19, mas busca um equilíbrio a fim de que a medida não gere uma situação insustentável e provoque o fechamento do comércio. Inúmeros prejuízos já foram sofridos pelos comerciantes durante o período de quase trinta dias, entre março e abril, no qual os estabelecimentos em geral se mantiveram fechados em Sapiranga.

“Rogamos que seja viabilizada uma flexibilização mesmo na vigência da bandeira vermelha, permitindo que todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços possam exercer suas atividades econômicas, da forma como vinha ocorrendo na bandeira laranja. Caso não seja possível, que seja, no mínimo, viabilizado o exercício da atividade econômica para todos os empreendedores, mesmo que haja mais restrições e reduções de horário, jornada de trabalho, seja através da autorização do trabalho via tele entrega e tele busca, para que se possa dar continuidade ao exercício do direito constitucional fundamental que assegura o trabalho a todos, viabilizando a retomada da economia e, além disso, para evitar que ocorra a quebra das empresas e demissões em massa”, afirmou em nota a presidente da CDL Sapirnga, Clarice Strassburger.

“Caso não fosse trabalho ou serviço essencial, não existiria e nem seria desenvolvido. O que se quer dizer, é que qualquer trabalho que provê o pão de cada dia na mesa é um trabalho essencial, pois todos trabalham para manter a sua sobrevivência, da família, gerar empregos, provendo a vida de vários cidadãos”, completa.

A CDL de Sapiranga diz ter pleno conhecimento de que estamos enfrentando uma pandemia mundial em virtude do coronavírus e a reconhece a atenção e todos os cuidados que estão sendo tomados com a saúde pública, mas tem muita preocupação com as graves consequências que já estão sendo enfrentadas pelos comerciantes, prestadores de serviços e indústrias locais. A preocupação é com o fechamento definitivo ou quebra das empresas, acarretando na extinção de empregos ou postos de trabalho.

A entidade ressalta ainda que os proprietários dos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, desde o início, vem cumprindo, na íntegra, todos os protocolos e as disposições constantes nos decretos estadual e municipal, no que se refere as medidas de higiene e sanitárias a serem seguidas nos comércios e serviços, ou seja, estão cumprindo de forma rigorosa o dever legal imposto de combate ao coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 641 Visualizações
Cidades

Prefeito pede que governador restabeleça bandeira laranja em Campo Bom

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O prefeito Luciano Orsi enviou ofício para o governador Eduardo Leite solicitando o restabelecimento da bandeira laranja no município. No documento ele destaca a estrutura de atendimento da cidade e diz estar apto para demandas mais intensas, caso ocorram. O documento elenca os recentes investimentos realizados no Hospital Lauro Reus que melhoraram a estrutura permitindo regresso à bandeira ‘laranja’. Cita ações tais como o aumento no número de leitos de UTI disponíveis para Covid-19 que pulou de 2 para 5 e a existência de três leitos de retaguarda que também podem ser utilizados para pacientes semi intensivos. Uma das ênfases do ofício diz respeito ao número de respiradores disponíveis que era nove e já está em 20 aparelhos. Para o dia 3 de julho, o ofício indica que o Hospital Lauro Reus passará a contar com 30 leitos clínicos e cinco leitos pediátricos para pacientes de coronavírus.

Além da estrutura, Orsi informa no documento as ações realizadas pela Administração Municipal para conter a propagação da doença tais como fechamento de parques, praças, espaços públicos além da previsão de multas para casos de descumprimento aos decretos, ação que é intensa na cidade tendo em vista a força-tarefa de servidores que diariamente percorrem bairros orientando moradores sobre a necessidade de observação às regras de higiene e distanciamento.

Impacto na economia

A preocupação do prefeito é relativa ao impacto da bandeira vermelha na economia da cidade, por isso a necessidade de manter a abertura do comércio local. “O critério utilizado pelo Governo do Estado restringe o funcionamento do comércio em municípios com situação controlada, como Campo Bom, punindo os pequenos empresários, os quais, justamente vêm cumprindo as normas sanitárias pertinentes”, justifica o prefeito. Segundo Luciano, o  que se percebe na região é a falta de controle de outros municípios com os espaços públicos. “Não é a abertura do comércio, ainda mais em cidade pequena como Campo Bom que a propagação se efetiva, mas sim, em parques, praças dentre outros, onde as pessoas se reúnem sem os cuidados pertinentes”, avalia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2020 0 Comentários 567 Visualizações
Cidades

FCDL pede reconsideração ao governador Eduardo Leite

Por Gabrielle Pacheco 17/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

FCDL-RS manifestou a sua contrariedade ao fechamento dos estabelecimento comerciais em vários municípios do Rio Grande do Sul. Em nota divulgada no site a entidade e assinada pelo Presidente, Vitor Augusto Koch, a FCDL afirma que o comércio não é o ambiente que contribui para a disseminação da Covid-19 no Estado. “Comprovamos a gigantesca preocupação do varejo em preservar a saúde de colaboradores, clientes e população em geral, cumprindo rigorosamente os protocolos de saúde, higiene e distanciamento determinados”, aponta.

A entidade teme a quebra da arrecadação e a falência das empresas das empresas. No documento publicado, Koch pede a reconsideração das últimas medidas tomadas pelo governador do Estado, Eduardo Leite.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2020 0 Comentários 496 Visualizações
Cidades

Governo do RS confirma manutenção da Bandeira Vermelha para Nova Petrópolis

Por Gabrielle Pacheco 17/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nova Petrópolis permanece na Bandeira Vermelha nos protocolos de Distanciamento Social do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. O anúncio da manutenção da classificação para a Região de Caxias do Sul, à qual Nova Petrópolis pertence, foi feito pelo governador Eduardo Leite em uma live realizada na rede social do Governo Estadual. Na oportunidade, o governador ressaltou que os dados enviados pelos Municípios que pleiteavam o retorno à Bandeira Laranja foram analisados, porém, não foram suficientes para reverter a decisão, baseada em estudos que levam 11 indicadores em consideração. Leite ainda informou que, a partir da semana que vem, a atualização das bandeiras será anunciada na sexta-feira, passando a vigorar na terça-feira seguinte. O método possibilitará que os prefeitos contestem os dados até segunda-feira, para que uma nova análise seja realizada pelo Governo do RS antes que entrem em vigência as determinações previstas em cada bandeira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2020 0 Comentários 469 Visualizações
Cidades

Regiões de Santa Maria e Santo Ângelo voltam a ser identificadas com a bandeira laranja

Por Gabrielle Pacheco 16/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Região de Santa Maria voltou a ser identificada com a bandeira laranja no modelo de Distanciamento Controlado do Governo do Estado a partir desta terça-feira, 16. O ajuste foi anunciado em uma live extraordinária pelo governador Eduardo Leite.

De acordo com o governador, a alteração foi feita porque os sete novos leitos disponíveis no Hospital de Caridade não haviam sido incluídos nos dados estaduais. O assunto foi esclarecido em uma reunião com o prefeito.

A região de Santo Ângelo também saiu da vermelha e passou para a laranja. As regiões de Uruguaiana e Caxias do Sul seguem na bandeira vermelha.

Foto: Divulgação
16/06/2020 0 Comentários 595 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis segue na Bandeira Vermelha nos protocolos de Distanciamento Social

Por Gabrielle Pacheco 16/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Na tarde de segunda-feira, 15, o prefeito de Nova Petrópolis, Regis Luiz Hahn, junto com outros prefeitos da Serra Gaúcha, participou de uma reunião online com o governador Eduardo Leite e representantes do Ministério Público. A pauta era a tentativa de retorno da Região de Caxias do Sul, classificada como Bandeira Vermelha, à Bandeira Laranja nos protocolos de Distanciamento Social. Na oportunidade, os prefeitos argumentaram com o governador, descrevendo a situação dos Municípios da região em relação ao combate à pandemia de Covid-19 e também as reações dos munícipes à nova classificação. Como resposta, o governador destacou que a situação permanece a mesma e que os Municípios devem seguir as regras da Bandeira Vermelha. Leite também reforçou que só haverá ajustes na classificação caso as cidades apresentem dados técnicos.

De acordo com o prefeito Regis Luiz Hahn, a Administração Municipal segue tentando o retorno para a Bandeira Laranja. “A posição do governador de dialogar com os Municípios é elogiável e fundamental, pois tivemos a oportunidade de entender melhor o quadro geral e também de defender nosso posicionamento. Mesmo com a manutenção da Bandeira Vermelha, seguimos na tentativa de retorno à Bandeira Laranja. Porém, devo reforçar que, como ente público, temos a obrigação de seguir a lei Estatual e fazê-la ser respeitada em nosso Município. Peço à comunidade que respeite as regras da Bandeira Vermelha, pois elas estão em vigor em toda nossa região”, destacou o prefeito.

Segundo o assessor jurídico da Prefeitura de Nova Petrópolis, Cesar Baumgratz, o Ministério Público está enviando notificações para todas as cidades que foram classificadas com a bandeira vermelha para que cumpram as determinações. “É importante deixar muito claro que temos obrigação de seguir as normas editadas, pelo Governo Estadual, sob pena de responsabilização do gestor municipal por crime de responsabilidade. Destaco ainda que municipalidade pode apenas tornar mais restritivas as normas descritas na lei, não mais flexíveis”, pondera

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2020 0 Comentários 515 Visualizações
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