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doença

Cidades

Estância Velha confirma primeiro caso de dengue em 2026

Por Jonathan da Silva 04/03/2026
Por Jonathan da Silva

O primeiro caso de dengue em Estância Velha em 2026 foi confirmado pela Prefeitura local, por meio da Secretaria Municipal da Saúde. A ocorrência foi registrada no bairro Rincão dos Ilhéus e confirmada por laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (Lacen-RS) ainda no mês de fevereiro, após o paciente apresentar sintomas e ser submetido a exames laboratoriais.

O paciente é um homem de 34 anos, que apresentou febre, mialgia e cefaleia. Após a confirmação, a Vigilância em Saúde realizou controle químico com pulverização de inseticida no raio de bloqueio ao redor da residência, medida adotada para interromper a possível cadeia de transmissão.

Situação epidemiológica

Até esta terça-feira (3), o município registrou 21 notificações de dengue em 2026. Destas, 18 foram descartadas, duas permanecem em investigação e uma foi confirmada.

De acordo com o secretário municipal da Saúde, Yuri Campos, as ações foram intensificadas. “Estamos com um trabalho muito intenso no combate à dengue, pois temos indicadores de que nos próximos meses devemos atingir o pico de casos”, afirmou o titular da pasta.

A coordenadora da Vigilância em Saúde, Rosangela Blume, ressaltou a necessidade de colaboração da população. “O monitoramento e as ações preventivas e investigativas são constantes, mas o papel da população é fundamental para combater a proliferação do mosquito”, destacou Rosangela.

Ações preventivas

As equipes da Vigilância monitoram pontos estratégicos, como locais de reciclagem, borracharias, floriculturas e cemitérios. Na última semana, foi realizada a Semana de Mobilização contra a Dengue, com atividades em escolas, palestras e distribuição de materiais informativos.

Também ocorreu um mutirão de limpeza, com apoio da Secretaria de Obras, em áreas com acúmulo de entulhos, consideradas propícias à proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypti.

Monitoramento com ovitrampas

O município utiliza ovitrampas, armadilhas instaladas em pontos estratégicos para atrair a fêmea do mosquito para a postura de ovos. A estratégia permite mapear áreas com maior incidência e direcionar as ações de combate.

Visitas domiciliares

Agentes de endemias realizam visitas domiciliares permanentes ao longo do ano. Durante as inspeções, orientam moradores sobre medidas preventivas. Quando identificados focos do mosquito, amostras são coletadas para análise em laboratório municipal e é aplicado biolarvicida quando não é possível eliminar o depósito de água. O resultado é posteriormente informado ao responsável pelo imóvel, acompanhado de novas orientações.

Cuidados e prevenção

A Prefeitura orienta a população a não deixar lixo ou recipientes que possam acumular água ao ar livre; manter lixeiras bem fechadas; limpar e desentupir calhas, canos e ralos; manter caixa d’água, tonéis e barris limpos e vedados; eliminar água acumulada em lajes; colocar areia nos pratos de plantas; tratar a água de piscinas com cloro; evitar água parada em flores e plantas; manter pneus furados ou cobertos; trocar diariamente a água dos animais de estimação; e armazenar garrafas vazias com a boca para baixo.

Como denunciar

Denúncias de possíveis focos do mosquito ou situações de risco podem ser feitas à Vigilância em Saúde pelo telefone (51) 3551-1417 ou pelo e-mail gabinete.secsaude@estanciavelha.rs.gov.br. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 17h.

Foto: Julia Monteiro/Decom-EV/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2026 0 Comentários 81 Visualizações
Saúde

RS registra 25 mortes e mais de 23 mil casos de dengue em 2025

Por Jonathan da Silva 27/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul já contabiliza 23.021 casos confirmados de dengue e 25 mortes pela doença neste ano de 2025, de acordo com dados do Painel de Casos de Dengue da Secretaria de Saúde do Estado. Apesar dos dias mais frios e chuvosos, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, continua em alta. Atualmente, 474 municípios gaúchos estão infestados. Em 2024, o estado registrou 209.659 casos e 281 óbitos.

A coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, Andressa Telles Borges, alerta para a atenção aos sintomas, que podem ser confundidos com outras doenças. “A dengue pode causar sintomas como febre alta, dores musculares, dores de cabeça, erupções cutâneas e fadiga. É essencial educar as pessoas sobre o tema, de forma que se sintam incentivadas a procurar assistência médica imediata a partir do momento em que apresentarem os sintomas, adotando medidas preventivas, garantindo o diagnóstico e tratamento da doença adequado, pois esses mesmos sintomas se assemelham com outros problemas”, afirma Andressa.

Segundo a docente, também é importante observar sinais respiratórios e gripais. “A dor de garganta, congestão nasal, tosse seca, coriza etc., são comuns na Covid-19, mas isso não é frequente nas arboviroses”, explica Andressa.

Principais sintomas da dengue

De acordo com Andressa, os sintomas mais comuns da dengue são:

  • Febre alta;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Dor atrás dos olhos;
  • Dores musculares e nas articulações;
  • Manchas vermelhas na pele;
  • Náuseas e vômitos;
  • Fadiga e cansaço excessivo;
  • Sangramentos, em casos graves.

Cidades com mais casos confirmados

As dez cidades com maior número de casos confirmados de dengue no estado são:

  1. Viamão: 6.101
  2. Porto Alegre: 4.251
  3. Alvorada: 2.466
  4. Novo Hamburgo: 1.771
  5. Sapucaia do Sul: 898
  6. Cachoeira do Sul: 714
  7. Gravataí: 563
  8. Canoas: 545
  9. Cachoeirinha: 469
  10. Planalto: 328

Prevenção é fundamental

Andressa Telles Borges reforça ainda que medidas de prevenção são fundamentais para evitar a proliferação do mosquito. Entre as recomendações da especialista estão:

  • Eliminar água parada, verificando pneus, garrafas, baldes, calhas e objetos que possam acumular água;
  • Instalar telas de proteção nas janelas e portas;
  • Manter piscinas limpas e tratadas;
  • Cooperar com campanhas de prevenção promovidas por órgãos públicos e organizações locais.

A docente também destaca que, em caso de infecção, é fundamental manter repouso absoluto e estimular a hidratação oral durante o tratamento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2025 0 Comentários 328 Visualizações
Saúde

Casos de dengue caem em São Leopoldo em relação ao ano passado

Por Jonathan da Silva 17/04/2025
Por Jonathan da Silva

Até o momento, foram registrados 17 casos de dengue foram confirmados em São Leopoldo em 2025, sem nenhuma morte. No mesmo período do ano passado, o município do Vale do Sinos contabilizava 9 mil casos e 17 óbitos. A secretária da Saúde leopoldense, Kelbe Gonçalves, reuniu-se nesta quarta-feira (16) com a diretora da Vigilância em Saúde, Vanessa Backes, para tratar das ações de enfrentamento à dengue no município.

Diariamente, agentes de combate às endemias percorrem locais estratégicos como floriculturas, ferros-velhos e cemitérios, além de realizarem visitas domiciliares para inspeção de pátios e orientação dos moradores. As ações têm como objetivo localizar e eliminar focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya.

A coordenadora da Vigilância Ambiental, Eliane Ocanha, informou que são realizadas ações de bloqueio em regiões com casos suspeitos e confirmados. Além disso, a equipe promove a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), técnica que aplica inseticida em superfícies internas de Imóveis Especiais, como escolas e unidades básicas de saúde. Segundo Eliane, a medida atua como uma barreira química contra os mosquitos e é considerada eficaz em locais com grande circulação de pessoas durante o dia.

Impacto das enchentes

A Vigilância em Saúde também realiza trimestralmente o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), conforme diretriz do Ministério da Saúde. Antes da enchente de maio de 2024, o índice da cidade apontava alto risco para a dengue. O levantamento mais recente, feito em janeiro, indicou risco médio. A hipótese levantada por Eliane é de que a cheia tenha levado ou danificado pontos de acúmulo de água, o que teria contribuído para a redução da presença do mosquito.

Casos em investigação

Atualmente, São Leopoldo tem 143 casos de dengue em investigação. A coleta de amostras é coordenada pela Vigilância em Saúde, que entra em contato com os pacientes para agendar o procedimento. A coleta pode ser feita com uma gota de sangue retirada da ponta do dedo, sendo possível realizar o teste PCR para identificar o tipo de vírus. A Vigilância Epidemiológica municipal destaca que todo caso suspeito deve ser notificado, inclusive os atendidos por clínicas particulares. A identificação dos sorotipos em circulação auxilia no mapeamento e controle da doença.

Apelo à população

A secretária Kelbe Gonçalves, alertou para o risco de transmissão em períodos de clima instável. “Dias de sol, alternado com chuvas, são propícios para a reprodução do mosquito. Por isso estamos fazendo nossa parte no cuidado das ruas, dos pontos estratégicos do município e pedimos que a população também faça a sua lição de casa, cuidando de seu quintal, virando potes, descartando pneus e observando, inclusive plantas, como as bromélias, que podem acumular água”, afirmou a titular da pasta da Saúde.

Durante a visita, a secretária também conheceu a estrutura e os servidores da Vigilância em Saúde, localizada na rua Primeiro de Março.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2025 0 Comentários 306 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria faz alerta após aumento de casos de coqueluche no RS

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) emitiu recentemente um alerta devido ao aumento nos casos de coqueluche no estado, especialmente em Porto Alegre, onde foram registradas 79 notificações suspeitas e 48 confirmações até a 37ª semana de 2024. Segundo dados da SPRS, dois surtos já foram identificados, e outros sete estão em investigação, envolvendo 28 pessoas.

A doença, que pode ser prevenida pela vacinação, está em alta no Brasil, acompanhando uma tendência global, com aumento de casos em regiões como Estados Unidos, Europa e China. O infecto pediatra da SPRS, Dr. Marcelo Scotta, atribui o crescimento ao declínio na cobertura vacinal. “Observamos um aumento expressivo nas doenças evitáveis, com um crescimento superior a 900% em várias regiões do mundo e, agora, também no Brasil. A principal razão para esse cenário é a baixa cobertura vacinal, especialmente entre crianças e gestantes”, afirma o médico, lembrando que as gestantes têm direito à vacina contra tétano, difteria e coqueluche, disponível gratuitamente no SUS como parte do Programa Nacional de Imunizações. “A vacinação continua sendo a medida mais eficaz para controlar esse risco”, acrescenta Scotta.

A SPRS orienta médicos a notificarem imediatamente todos os casos suspeitos de coqueluche, uma doença de notificação obrigatória no país. O diretor da SPRS, Dr. Benjamin Roitman, enfatiza a importância desse procedimento. “É crucial que, durante o atendimento, o profissional de saúde realize a notificação imediata à Vigilância em Saúde pelos telefones 3289-2471 ou 3289-2472. Além disso, o tratamento deve ser estendido a todos os contactantes do paciente, como forma de prevenção”, orienta Roitman.

Para o diagnóstico, o exame padrão é o PCR para Bordetella, realizado por swab de orofaringe. No entanto, este exame não é amplamente acessível e está disponível apenas em algumas unidades do SUS, sem cobertura pela maioria dos convênios. Na presença de tosse prolongada por mais de 10 dias, a SPRS recomenda que os médicos considerem a possibilidade de coqueluche e iniciem o tratamento adequado o quanto antes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 419 Visualizações
Saúde

Especialista alerta que exposição solar excessiva aumenta risco de câncer de pele em pets

Por Jonathan da Silva 26/09/2024
Por Jonathan da Silva

O câncer de pele é uma das formas mais comuns da doença em animais de estimação e, se não diagnosticado e tratado precocemente, pode ser fatal, assim como em humanos. A médica-veterinária do Grupo Hospitalar Pet Support, Raquel Michaelsen, alerta que a exposição excessiva ao sol é um dos fatores que aumenta o risco da ocorrência da doença em cães e gatos, especialmente em raças de pelagem clara e sem subpelo.

A especialista orienta os tutores a ficarem atentos a sinais como nódulos, feridas que não cicatrizam, mudanças na coloração da pele e coceira excessiva. Raquel destaca a importância da proteção solar, com o uso de produtos específicos para animais, e a necessidade de evitar a exposição dos pets ao sol entre 10h e 16h.

Além disso, consultas veterinárias regulares são recomendadas para a detecção precoce de problemas de pele. Raquel afirma que, em caso de suspeita de alterações na pele, é essencial procurar imediatamente um profissional. “O tratamento pode variar desde a remoção cirúrgica de tumores até terapias complementares, dependendo da gravidade da condição”, explica a médica-veterinária.

Proteger nossos pets do câncer de pele é um ato de amor e responsabilidade. Com cuidados adequados e vigilância, é possível garantir uma vida saudável e feliz para nossos amigos de quatro patas”, destaca a médica-veterinária Raquel Michaelsen.

O Grupo Hospitalar Pet Support possui unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá. Mais detalhes podem ser obtidos em www.petsupport.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2024 0 Comentários 428 Visualizações
Saúde

Amrigs e autoridades da saúde alertam para aumento de casos de coqueluche

Por Jonathan da Silva 06/08/2024
Por Jonathan da Silva

O aumento de casos de coqueluche em estados do Brasil tem preocupado a Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e outras autoridades de saúde, que alertam para a situação. No Rio de Janeiro, houve crescimento de mais de 300% nos casos em comparação com o ano passado. Em São Paulo, o número passou de 14 em 2023 para 165 neste ano. Em solo gaúcho, há 14 casos já confirmados e oito em investigação ante 11 no total do ano anterior.

A coqueluche é uma infecção respiratória causada pela bactéria Bordetella pertussis, trazendo grandes riscos à saúde se não for tratada adequadamente. A principal característica da doença são as crises de tosse seca, atingindo também a traqueia e os brônquios.

Mesmo sem um aumento de casos tão expressivos no estado, a Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES) tem intensificado as orientações de cuidado e prevenção à coqueluche, destacando a importância da vacinação. Além de fazer parte do calendário vacinal de rotina das crianças, a vacina é indicada para gestantes e profissionais de saúde, como estagiários (que atuam em maternidades e em unidades de internação neonatal, atendendo recém-nascidos).

Corroborando com a postura das autoridades estaduais, a Amrigs tem reiterado o compromisso com a saúde pública e a relevância do tema. “É essencial a mobilização para incentivar a imunização contra a coqueluche, uma medida crucial para proteger nossa comunidade e garantir a saúde de todos”, afirma o diretor de comunicação da Amrigs, Marcos André dos Santos.

A transmissão da coqueluche ocorre pelo contato direto do doente com uma pessoa não vacinada por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro e pela fala. A doença atinge principalmente bebês com menos de 1 ano que, quando diagnosticados, são frequentemente internados, tendo em vista que apresentam os sintomas de maneira mais severa, podendo inclusive ir a óbito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2024 0 Comentários 521 Visualizações
Saúde

Vigilância em Saúde alerta para leptospirose e acidentes com animais peçonhentos

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

Em virtude das fortes chuvas no no Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) publicou nesta sexta-feira (3) um comunicado sobre os riscos de transmissão de leptospirose e acidentes com animais peçonhentos em locais com enchentes.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que é transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados pela bactéria Leptospira. O contágio pode ocorrer a partir da pele com lesões ou mesmo em pele íntegra se imersa por longos períodos em água contaminada, além de mucosas. O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias, sendo que normalmente ocorre entre sete e 14 dias após contato com as águas de enchente ou esgoto. Por esse motivo, o Cevs alerta que é importante a vigilância em saúde e a Atenção Básica dos municípios estarem atentas nos próximos dias quanto aos sintomas deste agravo.

Os principais sintomas da leptospirose são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios. A doença pode apresentar letalidade de até 40% nos casos mais graves.

O Cevs chama a atenção por meio do comunicado para aqueles municípios com alta transmissão de dengue e que foram atingidos pelas cheias para o diagnóstico diferencial entre esses agravos, já que muitos dos sintomas são similares.

Limpeza

Nos locais que tenham sido invadidos por água de chuva, recomenda-se fazer a desinfecção do ambiente com hipoclorito de sódio a 2,5%, presente na água sanitária (um copo de água sanitária para um balde de 20 litros de água).

Manter os alimentos guardados em recipientes bem fechados, manter a cozinha limpa sem restos de alimentos, retirar as sobras de alimentos ou ração de animais domésticos antes do anoitecer, manter o terreno limpo e evitar entulhos e acúmulo de objetos nos quintais são ações que ajudam a evitar a presença de roedores. A luz solar também ajuda a matar a bactéria.

Testagem laboratorial

Considerando o atual cenário de chuvas e cheias em várias regiões do estado, casos suspeitos oriundos de área de alagamento e com sintomas compatíveis com leptospirose devem iniciar tratamento medicamentoso imediato. Quando possível, deve ser coletada amostra a partir do sétimo dia do início dos sintomas para envio ao Laboratório Central do Estado (Lacen/RS).

No caso de municípios impossibilitados de envios de amostras devido às limitações diversas, a coleta pode ser enviada para laboratórios privados enquanto durar o decreto de calamidade pública no Rio Grande do Sul em razão das chuvas intensas (Decreto 57.596/2024, publicado em 01/05/2024).

Tratamento

O tratamento (antibioticoterapia) está indicado em qualquer período da doença, mas sua eficácia costuma ser maior na primeira semana do início dos sintomas. Sempre com uma avaliação de um profissional de saúde, na fase precoce são utilizados Doxiciclina ou Amoxicilina. Para a fase tardia, Penicilina cristalina, Penicilina G cristalina, Ampicilina, Ceftriaxona ou Cefotaxima .

Acidentes com animais peçonhentos

As autoridades também devem ficar alerta para o aumento na ocorrência de acidentes com animais peçonhentos, em função de deslocamentos dos habitats naturais destes animais, provocados pelas inundações. Os profissionais de saúde devem estar atentos aos fluxos de encaminhamento da sua região dos pacientes para tratamento com antivenenos.

Em casos de suspeita ou acidentes com animais peçonhentos, qualquer pessoa ou o profissional de saúde, durante o atendimento, pode contatar o Centro de Informações Toxicológicas (CIT) pelo telefone 0800-7213000, disponível 24 horas.

Mais informações estão disponíveis no site da Secretaria da Saúde.

Foto: Brigada Militar/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 539 Visualizações
Saúde

Picada Café não tem casos de dengue

Por Jonathan da Silva 09/02/2024
Por Jonathan da Silva

Com ações permanentes de conscientização e combate aos focos e ao mosquito Aedes aegypti, Picada Café não conta com nenhum caso confirmado de dengue. A Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social ratifica a importância da população seguir adotando medidas de prevenção à proliferação do mosquito, como limpeza das áreas internas e externas das residências e eliminação de objetos com água parada.

Campanha de combate à dengue

Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 2.314 casos da doença. Em 2023, o estado confirmou mais de 34 mil casos, com 54 óbitos em virtude da dengue.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2024 0 Comentários 500 Visualizações
Saúde

AMRIGS alerta sobre o risco de retorno da poliomielite no Brasil

Por Stephany Foscarini 21/05/2022
Por Stephany Foscarini

Certificado em 1994 pela Organização Mundial da Saúde como livre da poliomielite (também chamada de pólio ou paralisia infantil), o Brasil voltou a ser considerado pela entidade como uma nação em risco de reintrodução da doença. O cenário preocupa a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS).

Uma das razões para este quadro é a baixa cobertura vacinal. A meta de 95% do público-alvo vacinado, patamar necessário para que a população seja considerada protegida contra a doença, não vem sendo atingida desde 2015.

O presidente da AMRIGS, Gerson Junqueira Jr., lembra que, entre os fatores considerados críticos, está o fenômeno que vem sendo chamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) de “Hesitação da Vacina”, que ocorre quando há a vacina disponível, mas ela não está sendo aplicada ou está sendo aplicada com atraso.

Para enfrentamento são necessárias ações que envolvem os 3 “C”: confiança, complacência e conveniência. O primeiro C está relacionado à confiança na eficácia da vacina e no sistema de saúde que as fornece. O segundo relaciona-se com a pouca percepção de risco do indivíduo em ter possibilidade de entrar em contato com a doença, desta forma, não considera a vacina necessária. E o terceiro C está ligado à conveniência, que leva em consideração a falta e\ou dificuldades de acesso aos serviços de vacinação.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito, que ocorre em cerca de 1% das infecções causadas pelo poliovírus. O déficit motor instala-se subitamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principais características a flacidez muscular, com sensibilidade preservada, e a arreflexia no segmento atingido.

Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”.

A baixa vigilância da paralisia flácida é um dos fatores apontados também pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) como um problema. Há parâmetros que precisam ser observados, segundo o médico e membro do Comitê de Infectologia da SPRS, Juarez Cunha, e o Brasil não está conseguindo fazer esse monitoramento. “Isso não quer dizer que não existam casos, mas que não estamos fazendo a adequada vigilância”, explicou.

O pediatra reforça também que é necessário ampliar a vigilância ambiental, que é a técnica de procurar o vírus no esgoto. No Brasil, apenas São Paulo realiza esse procedimento. “Vários países fazem essa vigilância. Israel detectou um caso e, após a vigilância no esgoto, foram localizados outros oito casos”, explica.

O médico salienta ainda uma característica da poliomielite que se assemelha ao que vivemos na pandemia da Covid-19. Por ser em alguns casos assintomática, a pessoa pode estar eliminando inconscientemente o vírus pelas fezes ou secreções eliminadas pela boca. É essencial que as famílias procurem os postos de saúde e vacinem as crianças.

Poliomielite no Brasil e no mundo

O Brasil, a partir de 1988, ampliou a prevenção, vacinando a população. A estratégia de vacinação oral em massa contribuiu para livrar o país do problema em 1989, quando o último caso foi registrado, segundo o Ministério da Saúde. Em 1994, toda a região das Américas foi certificada como livre da circulação do poliovírus.

Atualmente, a poliomielite existe no mundo em três países: Afeganistão, Paquistão e Nigéria. Mais recentemente, casos foram registrados em Israel, chamando atenção por ter ocorrido em um país desenvolvido e com grande estrutura de vigilância em saúde.

Brasil, Bolívia, Equador, Guatemala, Haiti, Paraguai, Suriname e Venezuela são os países das Américas com alto risco de volta da poliomielite, segundo informes divulgados pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Acesso à oncologia de precisão é o novo desafio do tratamento da doença

Por Stephany Foscarini 06/05/2022
Por Stephany Foscarini

O acelerado desenvolvimento da ciência tem impacto no diagnóstico e tratamento de diversas doenças. Em relação ao câncer, entre outras vantagens, a oncologia de precisão resulta no uso de perfis genômicos para orientação de diagnóstico e terapia em muitos tipos de tumor. Várias mutações passaram a ser conhecidas e ajudam a definir qual o melhor medicamento indicado que, embora seja muitas vezes de alto custo, tem elevado potencial de benefício comparado aos tratamentos convencionais, como quimioterapia. No artigo de alerta publicado na Nature Medicine, 15 especialistas de 11 países, alertam que o desenvolvimento de novos medicamentos direcionados a populações específicas de pacientes resulta em um paradoxo: “se não tivermos acesso aos diagnósticos avançados, podemos estar desenvolvendo medicamentos que nunca chegarão aos pacientes”, como destaca o Dr. Stephen Stefani, do Grupo Oncoclínicas, o único brasileiro entre os autores do estudo.

Atualmente, no Brasil existem alternativas relativamente amplas e terapias mais complexas no sistema privado – o que representa 20% da população, como as imunoterapias com alvo identificado. No entanto, o sistema público carece tanto do teste de forma ampla como da capacidade econômica de arcar com os remédios que esses testes possam recomendar”.

O oncologista gaúcho considera que alguns desafios precisam ser vencidos, entre os quais facilitar estratégias de disponibilidade igualitárias aos testes genômicos para reduzir desigualdades no acesso aos medicamentos. “Atualmente, no Brasil existem alternativas relativamente amplas e terapias mais complexas no sistema privado – o que representa 20% da população, como as imunoterapias com alvo identificado. No entanto, o sistema público carece tanto do teste de forma ampla como da capacidade econômica de arcar com os remédios que esses testes possam recomendar”.

Dr. Stefani também aponta que é necessário garantir que estudos com oncologia de precisão forneçam evidências robustas para novos medicamentos e tecnologias sejam absorvidos no sistema de saúde. Também observa que a grande maioria das pesquisas que estudam mutações genéticas relacionadas ao câncer é feita em populações brancas americanas e europeias. “O questionamento sobre a pertinência de extrapolar dados científicos para o paciente de cada região, como o Brasil, só será minimizado quando tivermos um sistema de saúde integrado e com capacidade de captar dados continuamente. Para tanto, deve haver uma política de saúde com uma agenda alinhada com essas demandas científicas”, pondera.

Stephen Stefani

Ele ainda entende que nos esforços para avaliar o valor da oncologia de precisão, o conceito de preço e de valor são distintos. “Os países têm se posicionado de forma clara sobre qual a sua capacidade de incorporação de tecnologias e qual possibilidade de priorizar a saúde em seu orçamento. O desafio de nações pobres deve iniciar por medidas corajosas de uma reengenharia no sistema de saúde, desde a precificação de remédios até a organização de modelos de negócios mais modernos, evitando o já desgastado fee-for service, modelo que privilegia pagar pelo uso e não pelo resultado”, acrescenta.

O oncologista do Grupo Oncoclínicas ainda ressalta a importância da formação de médicos para interpretação de dados genômicos. “Formar e, talvez o mais complexo, reter profissionais para usar tecnologia em saúde de forma racional e responsável é um enorme desafio quando o sistema de saúde tem tantas inequidades: o mesmo médico acaba tendo que decidir de forma diferente se está no sistema público ou privado”. Dr. Stefani frisa que é preciso empoderar os pacientes para a tomada de decisão compartilhada e afirma que uma abordagem de múltiplas partes interessadas para a geração de evidências, avaliação de valor e prestação de cuidados de saúde é necessária para traduzir os avanços na oncologia de precisão em benefícios a pacientes oncológicos em todo o mundo.

Sobre a oncoclínicas

Fundado em 2010, o Grupo Oncoclínicas (ONCO3) é a maior instituição privada no mercado de oncologia clínica do Brasil em faturamento. A Oncoclínicas conta com 91 unidades, entre clínicas, laboratórios de genômica, anatomia patológica e centros integrados de tratamento de câncer, estrategicamente localizadas em 25 cidades brasileiras. Desde sua fundação, passou por um processo de expansão com o propósito de se tornar referência em tratamentos oncológicos em todas as regiões em que atua.

O corpo clínico da Companhia é composto por mais de 1.000 médicos especialistas com ênfase em oncologia, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pela linha de cuidado integral no combate ao câncer. A Oncoclínicas tem parceria exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado à Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite o site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
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