Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Marca com origem em Novo Hamburgo é a maior rede...
Porto Alegre recebe Semana do Centro Histórico, com programação cultural...
Dia dos Namorados: restaurantes de Novo Hamburgo apostam em menus...
Especialista orienta noivas sobre cuidados estéticos antes do casamento
Fórum de Vitivinicultura encerra com debate sobre precisão e avaliação...
Construarte 2026 supera expectativas e movimenta mais de R$ 52...
Salton reúne 400 pessoas no Ciclos & Vinhas e apresenta...
Evento reúne noivos e fornecedores de casamentos sustentáveis
Nova fase da NR-1 amplia exigências sobre riscos psicossociais nas...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

doença

Saúde

Acesso à oncologia de precisão é o novo desafio do tratamento da doença

Por Stephany Foscarini 06/05/2022
Por Stephany Foscarini

O acelerado desenvolvimento da ciência tem impacto no diagnóstico e tratamento de diversas doenças. Em relação ao câncer, entre outras vantagens, a oncologia de precisão resulta no uso de perfis genômicos para orientação de diagnóstico e terapia em muitos tipos de tumor. Várias mutações passaram a ser conhecidas e ajudam a definir qual o melhor medicamento indicado que, embora seja muitas vezes de alto custo, tem elevado potencial de benefício comparado aos tratamentos convencionais, como quimioterapia. No artigo de alerta publicado na Nature Medicine, 15 especialistas de 11 países, alertam que o desenvolvimento de novos medicamentos direcionados a populações específicas de pacientes resulta em um paradoxo: “se não tivermos acesso aos diagnósticos avançados, podemos estar desenvolvendo medicamentos que nunca chegarão aos pacientes”, como destaca o Dr. Stephen Stefani, do Grupo Oncoclínicas, o único brasileiro entre os autores do estudo.

Atualmente, no Brasil existem alternativas relativamente amplas e terapias mais complexas no sistema privado – o que representa 20% da população, como as imunoterapias com alvo identificado. No entanto, o sistema público carece tanto do teste de forma ampla como da capacidade econômica de arcar com os remédios que esses testes possam recomendar”.

O oncologista gaúcho considera que alguns desafios precisam ser vencidos, entre os quais facilitar estratégias de disponibilidade igualitárias aos testes genômicos para reduzir desigualdades no acesso aos medicamentos. “Atualmente, no Brasil existem alternativas relativamente amplas e terapias mais complexas no sistema privado – o que representa 20% da população, como as imunoterapias com alvo identificado. No entanto, o sistema público carece tanto do teste de forma ampla como da capacidade econômica de arcar com os remédios que esses testes possam recomendar”.

Dr. Stefani também aponta que é necessário garantir que estudos com oncologia de precisão forneçam evidências robustas para novos medicamentos e tecnologias sejam absorvidos no sistema de saúde. Também observa que a grande maioria das pesquisas que estudam mutações genéticas relacionadas ao câncer é feita em populações brancas americanas e europeias. “O questionamento sobre a pertinência de extrapolar dados científicos para o paciente de cada região, como o Brasil, só será minimizado quando tivermos um sistema de saúde integrado e com capacidade de captar dados continuamente. Para tanto, deve haver uma política de saúde com uma agenda alinhada com essas demandas científicas”, pondera.

Stephen Stefani

Ele ainda entende que nos esforços para avaliar o valor da oncologia de precisão, o conceito de preço e de valor são distintos. “Os países têm se posicionado de forma clara sobre qual a sua capacidade de incorporação de tecnologias e qual possibilidade de priorizar a saúde em seu orçamento. O desafio de nações pobres deve iniciar por medidas corajosas de uma reengenharia no sistema de saúde, desde a precificação de remédios até a organização de modelos de negócios mais modernos, evitando o já desgastado fee-for service, modelo que privilegia pagar pelo uso e não pelo resultado”, acrescenta.

O oncologista do Grupo Oncoclínicas ainda ressalta a importância da formação de médicos para interpretação de dados genômicos. “Formar e, talvez o mais complexo, reter profissionais para usar tecnologia em saúde de forma racional e responsável é um enorme desafio quando o sistema de saúde tem tantas inequidades: o mesmo médico acaba tendo que decidir de forma diferente se está no sistema público ou privado”. Dr. Stefani frisa que é preciso empoderar os pacientes para a tomada de decisão compartilhada e afirma que uma abordagem de múltiplas partes interessadas para a geração de evidências, avaliação de valor e prestação de cuidados de saúde é necessária para traduzir os avanços na oncologia de precisão em benefícios a pacientes oncológicos em todo o mundo.

Sobre a oncoclínicas

Fundado em 2010, o Grupo Oncoclínicas (ONCO3) é a maior instituição privada no mercado de oncologia clínica do Brasil em faturamento. A Oncoclínicas conta com 91 unidades, entre clínicas, laboratórios de genômica, anatomia patológica e centros integrados de tratamento de câncer, estrategicamente localizadas em 25 cidades brasileiras. Desde sua fundação, passou por um processo de expansão com o propósito de se tornar referência em tratamentos oncológicos em todas as regiões em que atua.

O corpo clínico da Companhia é composto por mais de 1.000 médicos especialistas com ênfase em oncologia, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pela linha de cuidado integral no combate ao câncer. A Oncoclínicas tem parceria exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado à Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite o site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Diretoria de Fomento ao Desenvolvimento Rural de NH alerta sobre focos de raiva herbívora

Por Ester Ellwanger 29/04/2022
Por Ester Ellwanger

A Diretoria de Fomento ao Desenvolvimento Rural alerta para raiva dos herbívoros e está orientando os produtores rurais a vacinarem ou revacinarem seu rebanho para prevenir a doença. Nesta semana, dois casos foram confirmados em um mesmo rebanho, em Lomba Grande, depois que os animais, duas vacas, foram atendidas pela equipe de veterinários da Diretoria, que coletou material biológico dos bovinos e enviou para a análise pelo Laboratório do Estado, que atestou positivo para a doença. Os animais acabaram morrendo. Os casos são os primeiros registrados em 2022. Em 2021, o município não registrou a ocorrência da doença.

“Diante de qualquer suspeita de caso no seu rebanho, o produtor/pecuarista deve imediatamente notificar a inspetoria de defesa agropecuária”, orienta o médico veterinário Maicon Bonini Faria. “Esta orientação vale para todos os animais da propriedade que se apresentem doentes ou com agressões / mordidas pelo ataque dos morcegos hematofagos”, ressalta Faria.

 

Morcego hematófago principal transmissor

 

A transmissão da raiva ocorre principalmente pela inoculação por mordedura do morcego hematófago Desmodus rotundus nos animais. Esta espécie de morcego não é a mesma que habita os telhados das casas e árvores. Os hematófagos vivem em ambientes isolados, como furnas, cavernas, troncos velhos de árvores em áreas montanhosas, debaixo de pontes e casas abandonadas.

“Os produtores que souberem onde há esconderijos de morcegos também devem avisar a inspetoria de defesa agropecuária para mapeamento e monitoramento destes locais”, orienta o médico veterinário. “A captura de morcegos e entrada nos esconderijos só deve ser feita por profissional competente. Reforço que não peguem os morcegos em hipótese alguma e avisem imediatamente a inspetoria”, salienta Maicon Faria.

Os hematófagos são morcegos de tamanho médio que podem pesar entre 25 e 40g. A pelagem varia do marrom escuro ao dourado e não apresenta cauda. Eles vivem geralmente em pequenas colônias de 10 a 50 indivíduos e se alimentam do sangue de bovinos, equinos, suínos e ovinos, além de animais silvestres e exóticos.

A transmissão da raiva também ocorre, em menor grau, mas não de forma menos importante, pelo contato de ferimentos com saliva de animal positivo.

 

Sintomas nos animais

A raiva herbívora provoca nos animais infectados sintomas como: manqueira sem origem lesional aparente, dificuldade de andar ou andar cambaleante, paralisia progressiva normalmente iniciando nos membros posteriores (patas de trás), tremores musculares, movimentos de pedalagem quando já não consegue levantar mais e salivação excessiva. A raiva pode levar o animal a morte.

 

Vacinação dos animais é fundamental para a prevenção

“A vacinação dos animais é de suma importância para prevenir a proliferação da doença, independentemente de termos casos confirmados ou não”, reforça o veterinário Maicon Bonini Faria.

A vacinação de bovideos (bovinos e bubalinos, por exemplo) e equídeos (equinos e muares) deve ocorrer a partir dos três meses de idade, conforme prevê a Instrução Normativa, número 5/2002, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

 

Número da inspetoria

A inspetoria de defesa agropecuária é regionalizada e atende em São Leopoldo pelo telefone (51) 3592-0566.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

29/04/2022 0 Comentários 906 Visualizações
Saúde

Janeiro Roxo conscientiza a população sobre a Hanseníase

Por Stephany Foscarini 29/01/2022
Por Stephany Foscarini

Ao contrário do que muitos pensam, a Hanseníase não foi erradicada, sendo o Brasil o 2º país com maior número de casos da doença no mundo, ficando atrás somente da Índia. O médico da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Rodrigo Vettorato, explica que a doença é infectocontagiosa e transmitida por um bacilo (um tipo de bactéria) conhecido por Micobacterium leprae.

“A transmissão dá-se, principalmente, pelo contato interpessoal, através de gotículas respiratórias eliminadas por pessoas contaminadas. Entretanto, para que ocorra a transmissão da hanseníase, é necessário um contato prolongado com o doente, geralmente meses ou até anos, sendo mais frequente entre os moradores de uma mesma casa. Além disso, já se sabe que 95% das pessoas tem imunidade natural contra a doença e jamais vão adoecer”, explica.

O bacilo da hanseníase ataca, preferencialmente, a pele e os nervos periféricos dos doentes, de forma lenta e progressiva, podendo causar deformidades e incapacidades, por vezes, irreversíveis, principalmente nas mãos, pés e olhos. Essas incapacidades podem causar consequências ainda piores nas vidas dos pacientes, como discriminação e o consequente isolamento social.

Geralmente, o sintoma inicial da doença é uma ou poucas manchas com cor mais clara que a pele ou ligeiramente avermelhadas, com perda de sensibilidade, principalmente, térmica, ou seja, se colocarmos gelo no local da mancha, não é percebida a sensação de frio. Com a evolução da doença, muitas outras lesões na pele podem surgir como múltiplas manchas com perda de sensibilidade e “caroços” pelo corpo e na face. Não é incomum nesta fase, os pacientes apresentarem queimaduras nas mãos ao cozinharem e alegarem que não haviam percebido o ocorrido. Da mesma forma, eles deixam cair no chão com mais frequência utensílios domésticos, como panelas e copos.

O diagnóstico da hanseníase é basicamente clínico, mas podem ser necessários exames complementares. O tratamento da hanseníase é realizado com o uso de antibióticos por 6 a 12 meses, dependendo de cada caso. O tratamento é curativo e as deformidades e incapacidades graves relacionadas à doença são evitadas se a mesma for tratada nos estágios iniciais. Já nos primeiros dias de tratamento o paciente deixa de transmitir a doença. Todo o tratamento da hanseníase é fornecido gratuitamente pelo SUS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2022 0 Comentários 488 Visualizações
Saúde

Pesquisa revela que 81% dos sulistas desconhecem insônia como uma doença

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisa “Mapa do Sono dos Brasileiros”, encomendada pela biofarmacêutica Takeda e realizada pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), revelou que a maioria dos brasileiros reconhece a insônia como uma doença. No entanto, 81% dos respondentes da Região Sul acreditam que o distúrbio é consequência de outras enfermidades e não um problema específico.

O levantamento apontou também que 30% dos participantes do Sul do País dizem ter insônia, mas, entre esses, apenas 24% declararam já possuir um diagnóstico da doença¹. “Esse dado chama a atenção porque pode sugerir que paranaenses, gaúchos e catarinenses visitam o médico com baixa frequência para tratar das queixas em relação ao sono, reforçando o pouco conhecimento a respeito da doença”, explica o Dr. Luciano Drager, cardiologista e vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina do Sono.

As causas mais citadas pelos respondentes para a dificuldade de dormir foram ansiedade, estresse e o tempo gasto com o celular antes de ir para a cama. Já em relação aos impactos sentidos no dia-a-dia pela má qualidade de sono, a maioria dos entrevistados apontou cansaço físico ou fadiga e sonolência.

A insônia pode afetar muito a vida do indivíduo se não for tratada corretamente. Estudos mostram que a doença provoca alterações de humor, ansiedade e redução da capacidade cognitiva relacionada à concentração, memória e atenção. Se o paciente não estiver disposto a fazer a higiene do sono adequadamente pode ter a produtividade prejudicada no trabalho e nos estudos.

De acordo com o Dr. Luciano Drager, quando a dificuldade de dormir passa a ser frequente é sinal de que o paciente deve procurar ajuda médica. “A pessoa precisa buscar orientação com um especialista do sono para investigar o problema e evitar que vários aspectos da sua vida sejam prejudicados pela falta de sono”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 593 Visualizações
Saúde

Surto de dengue segue preocupando no RS

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Se, no passado, a preocupação com a dengue era restrita ao período de verão, os números alarmantes em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul fazem com que, mesmo nas baixas temperaturas, a guarda tenha de ser mantida. Em um só bairro de Porto Alegre (Santa Rosa de Lima), foram registrados 93 casos recentemente.

O surto espalha temor entre a população e faz com que, mesmo no inverno, a sociedade busque ações preventivas e faça uso de repelentes. Conforme dados recentes da Secretaria Municipal de Saúde, foram registrados 109 pacientes com dengue desde o início do ano, sendo que 101 contraíram a doença na cidade. Dos casos autóctones, 92% foram infectados pelo vírus no bairro Santa Rosa de Lima. Outros oito são do bairro Jardim Floresta.

“Em temperaturas baixas, as larvas do mosquito pausam o seu processo de desenvolvimento, mas podem eclodir em minutos em qualquer situação de calor em água parada. Como o nosso inverno ultimamente não é constante e tem alternado dias frios com dias quentes, infelizmente não podemos dizer que estamos protegidos nesta época do ano. Ainda, com as chuvas e a umidade, deixamos de cuidar dos recipientes de água parada e acumulamos mais focos de reprodução do mosquito para os dias quentes e para o próximo verão”, explica o médico de Família e Comunidade, e diretor Científico e Cultural da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça.

Desde a última epidemia, ocorrida em 2016, não havia um número tão expressivo de casos confirmados, bem como o número de casos autóctones.

“As campanhas de prevenção em larga escala também diminuíram e não tem causado o mesmo impacto na população geral. Uma das sugestões é intensificar a fiscalização das casas e realizar dedetização em larga escala. Em 2016, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Governo do Estado criou um canal de comunicação por telefone e aplicativo para celular para os moradores denunciarem focos de dengue abandonados pelas prefeituras e propriedades privadas. Como houve uma mobilização e uma adesão interessante, esta parceria poderia ser reativada”, sugere Marcos.

O Rio Grande do Sul é um dos estados em que a incidência de novos casos em relação ao ano passado mais cresceu: dados do Ministério da Saúde apontam uma variação de 1.420% de crescimento de casos suspeitos. No país, o número de casos cresceu 264%. De acordo com a Vigilância em Saúde do RS, até o dia 15 de junho de 2019, já haviam 992 casos no estado em comparação aos 581 casos do ano passado inteiro. Já houve no RS três óbitos pela doença.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/07/2019 0 Comentários 653 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 306 | Mai 2026

Entrevista | Entenda os impactos da nova Lei de Licenciamento Ambiental

Comportamento | Mulheres estão mais criteriosas quando o assunto é casamento

Feira | Sapiranga reuniu 129 expositores no Fly Hub em evento de networking

Arte | Presto Produções comemora duas décadas de história

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Marca com origem em Novo Hamburgo é a maior rede de aluguel de trajes do país

  • 3

    Porto Alegre recebe Semana do Centro Histórico, com programação cultural gratuita

  • 4

    Dia dos Namorados: restaurantes de Novo Hamburgo apostam em menus exclusivos e experiências românticas

  • 5

    Especialista orienta noivas sobre cuidados estéticos antes do casamento

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO