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documentário

Cultura

Documentários sobre produção dos tênis Veja serão exibidos no Teatro Feevale nesta quinta

Por Jonathan da Silva 03/09/2026
Por Jonathan da Silva

Os documentários “Longe dos Holofotes”, de 30 minutos, e “Catadores”, de 15 minutos, serão exibidos em uma sessão especial e gratuita no Teatro Feevale, em Novo Hamburgo, nesta quinta-feira, 3 de setembro, às 18h30min. As produções apresentam histórias reais de pessoas e comunidades envolvidas na cadeia de produção dos tênis Veja e têm relação direta com o município e cidades do entorno, onde estão localizadas fábricas que produzem os calçados da marca. A sessão integra um projeto audiovisual realizado pela La Blogothèque, coletivo francês de criação audiovisual, a partir de um trabalho iniciado em 2023 para registrar o cotidiano e o trabalho de pessoas envolvidas na produção das matérias-primas e dos produtos da Veja.

A exibição será realizada no Teatro Feevale, localizado no Câmpus II da Universidade Feevale. A entrada é gratuita, mediante reserva prévia. Antes e após as sessões, haverá momentos de confraternização com o público, dentro da proposta do encontro de reunir pessoas e histórias relacionadas à produção dos produtos da marca.

O projeto audiovisual

Em 2023, a Veja autorizou a La Blogothèque a registrar atividades que não costumam ser apresentadas ao consumidor, com foco no cotidiano e no trabalho das pessoas envolvidas na fabricação dos tênis. O trabalho foi realizado ao longo de dois anos e resultou no documentário Longe dos Holofotes.

A produção acompanha pessoas que cultivam, produzem, coletam e transformam matérias-primas utilizadas nos calçados da marca. O filme tem direção do cineasta franco-canadense Jérémie Battaglia e reúne quatro histórias.

Personagens do documentário

Longe dos Holofotes apresenta Richard, contramestre em uma fábrica que produz Veja; Irisnete, que coleta látex na floresta amazônica; Osvaldo, integrante de uma família que cultiva algodão há gerações; e Luênia, líder de cooperativas de catadores que coletam resíduos nas ruas do Brasil.

Os quatro personagens relatam experiências pessoais, incluindo emoções, acontecimentos de seus passados, ambições e expectativas para o futuro. As histórias são apresentadas a partir de diferentes regiões e abordam aspectos relacionados aos territórios onde vivem e trabalham, incluindo desigualdades e relações entre as comunidades.

A cadeia produtiva da Veja

A Veja foi fundada em 2004 pelos franceses Sébastien Kopp e François-Ghislain. Naquele ano, os dois vieram ao Brasil com a proposta de modificar o processo de produção de tênis, desde as etapas relacionadas às matérias-primas até a fabricação do produto.

A empresa utiliza algodão agroecológico produzido pela agricultura familiar no Nordeste do Brasil e no Peru, borracha nativa da Amazônia e couro do Rio Grande do Sul e do Uruguai. A marca também desenvolveu uma cadeia produtiva de PET a partir de garrafas pós-consumo, sem uso de água.

Além desses materiais, a Veja desenvolve novos materiais e tecnologias em um processo de melhoria contínua. A distribuição dos calçados no mercado brasileiro começou em 2013. A marca também atua nos mercados da Europa, Ásia e América.

Serviço

  • O quê: exibição dos documentários Longe dos Holofotes (30min) e Catadores (15min)
  • Quando: quinta-feira, 3 de setembro, às 18h30min
  • Onde: Teatro Feevale, Câmpus II da Universidade Feevale (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo)
  • Quanto: gratuito, com reserva pelo site teatrofeevale.com.br
  • Instagram: @teatrofeevale
  • Bilheteria: de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h, exceto feriados, somente para shows disponíveis na Blueticket
Foto: Veja/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2026 0 Comentários 61 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo estará no Festival de Cinema de Gramado com documentário sobre o Kephas

Por Ester Ellwanger 14/08/2026
Por Ester Ellwanger

Novo Hamburgo estará presente no 54º Festival de Cinema de Gramado neste domingo, 16 de agosto, com a exibição de Kephas é Pedra. O documentário terá uma sessão especial às 13h15, no Hotel Serra Azul. Após terá um debate com a equipe e as agentes comunitárias de saúde que protagonizam a produção.

Com 15 minutos de duração, o filme foi dirigido e roteirizado por Luiz Alberto Cassol.  Ele apresenta as vivências e memórias das agentes comunitárias de saúde do loteamento Kephas, localizado entre os bairros São José e Diehl. A produção aborda a relação das protagonistas com o território, o trabalho desenvolvido na comunidade e os vínculos construídos ao longo dos anos.

A sessão em Gramado contará com audiodescrição, Libras e legendas descritivas. Para Cassol, a participação no festival representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido coletivamente. “A sessão em Gramado é muito importante porque é um reconhecimento ao filme e consolida um trabalho coletivo feito com o protagonismo e a vivência das agentes comunitárias de saúde do Kephas, revelado no filme.”, destaca.

A exibição coloca uma produção realizada em Novo Hamburgo na programação de um dos mais tradicionais festivais de cinema do país e amplia o alcance das histórias das mulheres que vivem e trabalham no Kephas.

Foto: Gabriel Ribas/Divulgação | Fonte: Assessoria

14/08/2026 0 Comentários 103 Visualizações
Variedades

Casa Cooperativa celebra 15 anos e lança livro e documentário sobre o cooperativismo

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Casa Cooperativa celebrou seus 15 anos de atuação em um evento realizado no sábado (25), na Sociedade Concórdia, na Linha Imperial, em Nova Petrópolis. A cerimônia reuniu comunidade, associados, autoridades e representantes de entidades para marcar a trajetória da instituição e anunciar o lançamento de um documentário e de um livro sobre a história do cooperativismo na região. A escolha do local remete ao endereço onde foi fundada a primeira cooperativa de crédito da América Latina.

A programação foi marcada por homenagens aos três primeiros colaboradores da Casa Cooperativa e ao reconhecimento de 15 pessoas e instituições que contribuíram para a construção da trajetória da entidade. A presidente da Casa Cooperativa, Heloísa Helena Lopes, destacou o caráter coletivo da instituição. “A Casa Cooperativa existe com uma nobre missão e, se há uma certeza que construímos esse ano, é que nenhuma conquista foi individual. A soma de todos esses esforços nos trouxe conquistas históricas na nossa trajetória”, celebrou Heloísa.

Preservação da memória

A coordenadora Social do Sistema OCB, Jessyca Bolzan, participou da celebração diretamente de Brasília e ressaltou a importância da instituição para a preservação da história do cooperativismo. “Celebrar os 15 anos da Casa é reconhecer uma instituição que escolheu preservar a memória. É mais do que registrar fatos e documentos, é valorizar o legado de quem veio antes de nós, mantendo vivo o patrimônio da cultura cooperativista. Porque falar de legado é falar do futuro, é conhecer o que nos trouxe até aqui e entender, de forma consciente, para onde queremos ir”, expressou Jessyca.

Integração com a Argentina

A cerimônia também reforçou os laços entre a Casa Cooperativa e a Casa Cooperativa de Sunchales, na Argentina. O vice-presidente da instituição argentina, Elvio Meolans, participou da celebração e destacou a parceria entre as entidades. “Em nome da Casa Cooperativa de Sunchales, quero agradecer ao convite para participar deste evento. É um prazer enorme, e é um compromisso que temos, ambas as casas, de manter um vínculo criado para continuar crescendo juntos, seguirmos aprendendo e mantendo firme a ideia do cooperativismo”, reforçou Meolans.

Durante o encontro, houve a troca de presentes simbólicos, entre eles uma réplica da fachada histórica da Casa Cooperativa de Sunchales, uma moeda comemorativa e um presente enviado pelo prefeito de Sunchales em reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela instituição na preservação da história e na promoção da educação.

Autoridades presentes

A celebração contou com a presença do secretário adjunto de Desenvolvimento Rural do estado, Alexandre Scheilfler; do prefeito de Nova Petrópolis, Daniel Michaelsen (Republicanos); do vice-prefeito de Nova Petrópolis, Alexandre da Silva; da secretária adjunta de Turismo e Cultura, Mayara Senna dos Reis; do segundo vice-presidente da Câmara de Vereadores de Nova Petrópolis, Robison Reolon (Republicanos); e do líder da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop-RS) na Assembleia Legislativa, deputado estadual Elton Weber (PSD).

O cooperativismo pode fazer, e faz, o que uma pessoa sozinha não consegue fazer. Todos os dias, pelas dificuldades que muitas vezes enfrentamos, não esqueçamos que, de forma unida, em cooperação, venceremos as adversidades. Juntos, todos nós podemos. Que possamos, por muitos anos, comemorar a vida da Casa Cooperativa”, salientou o deputado Elton Weber.

O prefeito Daniel Michaelsen também destacou o papel da instituição. “A Casa fez jus ao seu nome, um espaço que preserva a memória e fortalece a intercooperação. Agradeço por manter viva a história do cooperativismo, escrevendo os próximos capítulos dessa caminhada”, reforçou o chefe do executivo local.

Quando a gente fala em comprometimento, falamos em cooperativismo. Longa vida à Casa Cooperativa”, finalizou o secretário adjunto Alexandre Scheilfler.

Novo registro histórico

Além das homenagens, a Casa Cooperativa apresentou um documentário e um livro produzidos para registrar a trajetória do cooperativismo na Linha Imperial, desde a atuação do Padre Theodor Amstad até os dias atuais. As publicações têm como objetivo preservar a memória da instituição e registrar a história do cooperativismo para as próximas gerações.

Foto: Mauro Stoffel/Pêndulo Audiovisual/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 119 Visualizações
Cultura

Filme registra histórias de artesãs da lã no interior gaúcho

Por Jonathan da Silva 09/07/2026
Por Jonathan da Silva

O documentário “Linhas da Terra e do Tempo” entra em uma nova etapa de gravações entre os dias 10 e 18 de julho, em quatro cidades do Rio Grande do Sul. Dirigido por Tatiana Lohmann e produzido pela Gloriosa Filmes, o longa percorrerá Lavras do Sul, São Miguel das Missões e Cambará do Sul neste período, além de Pinheiro Machado em agosto, para registrar o cotidiano de artesãs que trabalham com a lã. O lançamento da obra está previsto para 2027. O projeto busca documentar e valorizar a cadeia produtiva da lã no estado por meio das histórias de cerca de 20 participantes.

As gravações tiveram início no ano passado e acompanham mulheres que desenvolvem diferentes etapas do artesanato em lã na campanha e na fronteira sul. O filme apresenta relatos sobre a produção artesanal e registra as experiências de profissionais que utilizam a atividade como fonte de trabalho e renda, além de preservar conhecimentos transmitidos entre gerações.

As histórias das artesãs

Segundo a diretora Tatiana Lohmann, o documentário utiliza o artesanato da lã como ponto de partida para abordar as trajetórias das participantes. “Estamos falando do artesanato da lã, mas estamos principalmente falando de histórias de mulheres que estão vivendo um processo de ver seu trabalho valorizado, depois de muita luta”, afirma a diretora. “Portanto, vemos mulheres que estão repensando seus papéis de gênero na sociedade. Vemos aqui várias faces da mulher gaúcha”, complementa Tatiana.

Uma das participantes é a artesã Dalva Mothci, de São Miguel das Missões. Ela relata que o contato com o artesanato começou ainda na infância. “Cresci entre linhas e agulhas, pois minha mãe era costureira. Com nove anos, já bordava vestidos de noiva e de festa”, relembra Dalva.

Quando casei, minha sogra me apresentou o trabalho da lã, que era tradicional na família do meu marido. Desde então, eu executo todas as etapas, desde criar a ovelha até a peça final. Crio minhas próprias peças com as habilidades que minha mãe me passou em tricô, crochê e costura, e com minha sogra, a lavagem, fiação e o tecer”, conclui a artesã Dalva Mothci.

Registro da cadeia produtiva

Além das histórias das artesãs, o documentário registra paisagens naturais de nove localidades e acompanha todas as etapas da produção da lã, incluindo a tosquia, limpeza, lavagem, molho, secagem ao sol, pentear, fiação, uso da roca, tecelagem e a confecção das peças finais. A direção de fotografia é de Edu Rabin.

As filmagens também destacam os instrumentos utilizados na manufatura da lã e a relação entre os processos produtivos, as memórias das artesãs e os modos de vida preservados nas comunidades retratadas.

Produção

Linhas da Terra e do Tempo é dirigido por Tatiana Lohmann, tem produção executiva de Kátia Samara, direção de fotografia de Edu Rabin e produção da Gloriosa Filmes. O documentário conta com patrocínio do Nubank, por meio da Ancine e da Lei do Audiovisual, em parceria com Lãs do RS.

Entre as pessoas entrevistadas estão as artesãs Dalva Mothci, de São Miguel das Missões; Eva Eli Kuffner, de São Borja; Ana Rosenéia Nunes, de São Gabriel; Nara Teresinha, de Guaritas, em Minas do Camaquã, distrito de Caçapava do Sul; Serley Werne Rodrigues, André Batista, Maria Zenaide Batista e Neuza Claudine Batista, de Lavras do Sul; Ana Cândida e Clair Schneid Luiz, de Bagé; Tânia Fadel Furtado, de Pinheiro Machado; Carmem Lucia Pinto e Jacy Maria da Silva, de Jaguarão; Julietinha Goreth da Costa, de Mostardas; e o grupo Povo dos Peraus, de Cambará do Sul.

Foto: Lau Baldo/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2026 0 Comentários 211 Visualizações
Projetos especiais

Documentário sobre violência doméstica será exibido em Dois Irmãos nesta terça

Por Jonathan da Silva 01/12/2025
Por Jonathan da Silva

A Casa Vitória exibirá o documentário “Eu, Dona de Mim” nesta terça-feira, dia 2 de dezembro, às 18h30min, no Complexo Esportivo Municipal, em Dois Irmãos. A sessão, aberta ao público e gratuita, apresentará relatos de mulheres vítimas de violência doméstica e depoimentos de profissionais que atuam na área, a fim de ampliar a conscientização sobre o tema.

O documentário foi realizado pela Casa Vitória, espaço de acolhimento para mulheres vítimas de violência doméstica em Canela. A produção reúne depoimentos que mostram vivências e aspectos técnicos relacionados ao atendimento, com o objetivo de evidenciar situações que muitas vezes não chegam ao conhecimento público.

Debate após a sessão

Após a exibição, haverá uma roda de conversa conduzida pela psicóloga da Casa Vitória, Denize Kochi. O encontro permitirá que o público dialogue sobre os temas abordados no filme e tire dúvidas sobre formas de proteção e acolhimento disponíveis na região.

Serviço

  • O quê: exibição do documentário “Eu, Dona de Mim”
  • Quando: Terça-feira, 2 de dezembro, às 18h30min
  • Onde: Complexo Esportivo Municipal (Rua Alberto Rubenich, 11, Vila Rosa, Dois Irmãos)
  • Quanto: entrada franca
Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
01/12/2025 0 Comentários 328 Visualizações
Cultura

Documentário sobre presídios femininos é reconhecido em prêmio de direitos humanos

Por Jonathan da Silva 28/11/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Mulheres Jornalistas recebeu menção honrosa na categoria Documentário do 42º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo 2025 por “cELAS”, obra lançada neste ano que retrata a realidade dos presídios femininos do Rio Grande do Sul. A produção, dirigida pela jornalista gaúcha Letícia Fagundes, tem edição e montagem de Carmen Alineri e do egresso do curso de Produção Audiovisual da Universidade Feevale, Vinicius Rodrigues.

Com duração de 1h34min, o documentário aborda o cotidiano de mulheres privadas de liberdade, buscando apresentar questões estruturais e sociais do encarceramento feminino sem recorrer ao sensacionalismo. “É o nosso segundo documentário premiado no mesmo ano. Minha maior preocupação nessas pautas investigativas é tirar o público da perspectiva fantasiosa do cinema de ficção do cárcere”, afirma a diretora Letícia Fagundes.

O montador e egresso da Feevale, Vinicius Rodrigues, destaca os desafios enfrentados na produção. “O documentário foi muito desafiador de ser editado, principalmente pela quantidade de fontes que tínhamos conseguido entrevistar e tema escolhido, mas ver o resultado final é incrível”, relata Rodrigues.

O prêmio

Criado em 1984 pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil – RS, o Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo reconhece, anualmente e de forma ininterrupta, trabalhos jornalísticos voltados à denúncia de violações e à defesa dos direitos humanos na América do Sul. A edição de 2025 teve como tema “O passado que não passa”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/11/2025 0 Comentários 265 Visualizações
Cultura

Programação prévia do PoaDoc começa nesta sexta-feira em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 08/09/2025
Por Jonathan da Silva

Porto Alegre recebe a partir desta sexta-feira, 12 de setembro, a programação prévia do PoaDoc 2026, festival dedicado ao documentário contemporâneo. Até novembro, serão exibidos quatro filmes inéditos na capital gaúcha, com sessões gratuitas e comentadas na Cinemateca Capitólio e no Goethe-Institut.

A abertura ocorre com o longa “Copan” (2025), de Carine Wallauer, às 19h, na Cinemateca Capitólio. O documentário investiga a vida no icônico edifício paulistano que abriga cerca de cinco mil moradores e mais de cem funcionários, revelando a diversidade e as desigualdades do país. O filme conquistou o prêmio de melhor longa brasileiro no festival É Tudo Verdade e teve estreia mundial no CPH:DOX, na Dinamarca.

Em outubro, serão exibidos dois títulos da realizadora carioca Barbara Marcel. No dia 15, a Cinemateca apresenta “Suraras” (2024), que retrata o trabalho de radialistas comunitárias na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará. No dia seguinte, o Goethe-Institut recebe “Marlene” (2022), média-metragem que documenta um workshop inspirado na obra de Glauber Rocha com estudantes da República Democrática do Congo.

A programação encerra em 6 de novembro, na Cinemateca Capitólio, com “Bajo Las Banderas, El Sol” (2025), de Juanjo Pereira. O filme, premiado em festivais de Berlim, Buenos Aires e Lima, resgata imagens esquecidas da ditadura de Alfredo Stroessner no Paraguai e mostra como a mídia foi utilizada para moldar a memória social e sustentar um regime autoritário.

Preparação para a próxima edição

O PoaDoc teve sua primeira edição em 2020, em formato online, e retorna em 2026 com mostra de filmes, exibições itinerantes, laboratórios de projetos e ações educativas. A prévia busca aproximar o público porto-alegrense de documentários que ainda não chegaram ao circuito comercial.

Segundo a cineasta Thais Fernandes, que integra a curadoria ao lado de Henrique Lahude, Jonatas Rubert, Juliana Costa, Natasha Ferla, Victor Pinheiro e Vitor Queiroz, a proposta é preparar o público para a próxima edição. “A gente decidiu aproveitar o evento do ano que vem para aproximar o público da cidade de documentários contemporâneos que não estrearam na cidade ou ainda não chegaram ao circuito comercial”, afirmou Thais.

O evento conta com financiamento da Política Nacional Aldir Blanc e apoio da Cinemateca Capitólio e do Goethe-Institut.

Serviço

  • O quê: Prévia PoaDoc 2026 – ciclo de documentários inéditos com sessões comentadas
  • Quando e onde: 12/09/2025, 19h – “Copan” (2025), de Carine Wallauer – Cinemateca Capitólio (R. Demétrio Ribeiro, 1085) | 15/10/2025, 19h – “Suraras” (2024), de Barbara Marcel – Cinemateca Capitólio |  16/10/2025, 19h – “Marlene” (2022), de Barbara Marcel – Goethe-Institut (R. 24 de Outubro, 112) | 06/11/2025, 19h – “Bajo Las Banderas, El Sol” (2025), de Juanjo Pereira – Cinemateca Capitólio
  • Quanto: Entrada franca
  • Mais detalhes: poadoc.com.br | Instagram: @poadocfestival
Foto: Vitrine Filmes/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2025 0 Comentários 395 Visualizações
Cultura

Documentário de Gravataí vence prêmio do Júri Popular do Festival de Cinema da cidade

Por Jonathan da Silva 02/09/2025
Por Jonathan da Silva

O documentário “Memórias de uma Aldeia dos Anjos”, dirigido pela jornalista Jessica Cardoso da Fonseca Silva, conquistou neste sábado (30) o Troféu Menino de Pedra, na categoria Júri Popular, durante a cerimônia de encerramento do Primeiro Festival de Cinema de Gravataí. O evento exibiu 31 filmes ao longo de três dias, nas categorias Municipal Expandida, Estadual e Estudantil, nos gêneros ficção e documentário.

A produção reúne depoimentos de nove moradores do município e busca preservar a memória local, dar visibilidade a cidadãos da cidade e retratar as transformações vividas ao longo dos anos. O documentário foi realizado pela Eclair Produções e financiado por meio do edital nº 26/2023 Audiovisual – LPG Gravataí, com recursos da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195/2022).

Além da participação no festival, o filme foi exibido em nove escolas e instituições da cidade, alcançando mais de 500 estudantes. As sessões foram acompanhadas por bate-papos com a diretora.

Repercussão

Segundo a coordenadora do festival, Marlise Damin, o evento foi construído de forma coletiva com o objetivo de fortalecer o audiovisual no município. “O Festival de Cinema é um projeto muito especial que trabalhamos com muito empenho e dedicação para poder entregar um projeto potente para a cidade, acreditamos que conseguimos entregar uma proposta inclusiva para a cidade de Gravataí onde o cinema, diretores e diretoras são os protagonistas e assim, construímos juntos algo cheio de valor e fruição da cadeia produtiva do audiovisual para a cidade”, destacou Marlise.

A diretora Jessica Cardoso da Fonseca Silva afirmou que receber o prêmio com sua primeira obra foi marcante. “Estamos muito honrados em receber o prêmio já nosso filme de estreia. Graças ao Festival de Cinema de Gravataí conseguimos exibi-lo no cinema, uma sensação indescritível ver nossa cidade e alguns de seus moradores na telona e o público aplaudindo durante a exibição. Parabenizo a organização do festival e desejo que seja o primeiro de muitos. Foi de uma organização impecável, com oficinas, debate, painel e a mostra competitiva e com certeza o público mostrou que Gravataí pode ser referência audiovisual”, afirmou Jessica.

Foto: Beatriz Meyer/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2025 0 Comentários 406 Visualizações
Cultura

Documentário retrata história do Parcão de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 28/08/2025
Por Jonathan da Silva

O documentário “Além da Janela”, que narra a mobilização responsável por transformar o Parque Henrique Luís Roessler em área de preservação ambiental no perímetro urbano de Novo Hamburgo, foi lançado nesta segunda-feira (25) no Câmpus II da Universidade Feevale. A produção resgata a trajetória que resultou no reconhecimento do Parcão como Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) na década de 1980.

Dirigido por Gênesis Araújo, o filme foi idealizado pelo Grupo do Parque, liderado por Jane Schmitt, Jussara Kley e Newton Alano, que à época atuaram em defesa da preservação da área. O trabalho contou com recursos do Fundo Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Fundema) e teve incentivo da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMMADU), do Conselho Municipal de Saneamento Ambiental (Consam), da Universidade Feevale e do Grupo Editorial Sinos. A produção é da Ouié Produções Artísticas Ltda, responsável por disponibilizar a obra em seu canal no YouTube.

Patrimônio preservado

O secretário de Cultura de Novo Hamburgo, Angelo Reinheimer, que representou a Prefeitura no lançamento, destacou a importância histórica e cultural do Parcão, que possui 54 hectares de mata nativa tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Essa área sempre teve ligação com o Centro Histórico de Hamburgo Velho e ser o último lote de preservação dos primeiros imigrantes é uma riqueza muito grande”, afirmou o titular da pasta.

Reinheimer acrescentou que o espaço é considerado o último lote íntegro da colonização alemã no Vale do Sinos. “Novo Hamburgo é privilegiado de ter essa área de beleza natural no centro da área urbana. É um lindo documentário”, pontuou o secretário hamburguense.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2025 0 Comentários 445 Visualizações
Variedades

Parque Mundo a Vapor lança curta documental sobre sua história

Por Jonathan da Silva 19/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Parque Mundo a Vapor lançará o curta-metragem “Mundo a Vapor: Uma história em movimento” no próximo dia 22 de agosto, das 14h às 19h, na Roda Canela. A exibição, voltada em primeira mão à imprensa e com sessões de hora em hora, ocorre em meio ao Festival de Cinema de Gramado, aproveitando a movimentação cultural da região.

Com 15 minutos de duração, o curta traz relatos inéditos do fundador Benito Urbani, que detalha como nasceu o sonho de inserir o famoso trem na fachada do parque. O filme também reúne entrevistas com a cofundadora Rosa Urbani e outros integrantes da família, que ainda hoje conduz a gestão do empreendimento em Canela.

Legado familiar

A diretora de Marketing do Parque Mundo a Vapor, Caren Urbani, destacou a relevância da iniciativa. “Este documentário é mais do que um registro histórico, é uma forma de reviver memórias e reafirmar o legado que nossa família construiu com tanto carinho. Poder apresentar essa história em um momento tão especial para a cidade, durante o Festival de Cinema de Gramado, é uma emoção indescritível e um motivo de muito orgulho para todos nós”, afirmou Caren.

Ficha técnica

  • Direção: Eduarda Borin
  • Roteiro: Amanda Ribeiro, Arthur Rossa & Eduarda Borin
  • Produção executiva: Caren Urbani
  • Produção: Tessaro Filmes
  • Realização: Mundo a Vapor
Foto: Gabriel Tessaro/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2025 0 Comentários 430 Visualizações
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