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Expansão
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Business

Fábricas de calçados perdem três mil postos em março, mas indústria fecha o trimestre com saldo positivo

Por Caren Souza 30/04/2021
Por Caren Souza

Depois de um primeiro bimestre positivo, com a criação de mais de 18 mil postos de trabalho no País, o setor calçadista registrou a perda de 3 mil vagas em março, encerrando o trimestre com saldo positivo de 15,6 mil empregos gerados. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Sem demanda, não existe milagre.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o resultado não é surpresa, já que a primeira parte do ano sofreu com o abre e fecha do comércio, prejudicando as vendas no mercado interno. “Sem demanda, não existe milagre. Saudamos, neste momento difícil, a medida provisória para reedição do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda (BEm), que certamente irá aliviar, em parte, a perda de postos que devemos registrar até o final do primeiro semestre”, avalia o dirigente. A medida a que se refere permite a suspensão ou redução da jornada de trabalho como forma de manutenção de postos durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19.

Ferreira projeta que a partir junho, com o avanço da vacinação em massa e a consequente abertura irrestrita do comércio, o setor deve registrar números melhores, encerrando o ano com incremento de 12% na produção e de 6% no emprego em relação a 2020. Atualmente gerando 263 mil postos diretos no Brasil, o setor ainda está 4,7% aquém do registro do mesmo período de 2020.

Estados

Registrando a perda de 484 postos em março, as fábricas calçadistas do Rio Grande do Sul são as que mais empregam no País. No acumulado do trimestre, as empresas gaúchas registraram a criação de 5,8 mil vagas, totalizando 81,44 mil postos diretos.

O segundo maior empregador do setor no Brasil é o Ceará. Em março, as fábricas cearenses registraram a perda de 862 postos, encerrando o trimestre com saldo positivo de 239 vagas. O Estado gera 59 mil postos de trabalho diretos no setor calçadista brasileiro.

O terceiro estado empregador do País é a Bahia, que com 30,57 mil empregos diretos registrou ganho de 179 postos em março e de 3,48 mil no acumulado do trimestre.

Fonte: Assessoria
30/04/2021 0 Comentários 675 Visualizações
Saúde

Imama anuncia novo posicionamento para garantir sua sobrevivência

Por Gabrielle Pacheco 29/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

A partir de maio, todos os projetos do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama RS) serão adaptados e enquadrados às leis de incentivos fiscais. Com o objetivo de divulgar esse novo instrumento, a ideia é angariar fundos e auxiliar na sobrevivência do instituto, que, devido a pandemia, sofre com a queda na arrecadação de fundos oriundos de eventos presenciais.

Para 2021, entre os projetos apresentados pela ONG que se enquadram nesse novo escopo de trabalho, está o EChefs – agora totalmente reformatado para Circuito Echefs de Gastronomia RS. O encontro reúne chefs de cozinha do estado em prol da causa rosa e, nessa nova versão, engloba seis cidades gaúchas no cronograma. Outro projeto é o Que Câncer é Esse, que oportunizará o esclarecimento da sociedade sobre cinco tipos de câncer – mama, próstata, pulmão, hematológicos e intestino -, além de possibilitar um mapeamento dos casos de câncer na região Sul.

De acordo com as leis de incentivo, qualquer pessoa física que tenha imposto de renda a declarar, ou empresa tributada pelo lucro real, pode utilizar os mecanismos das Leis de Incentivos, sejam jurídicas ou físicas, por meio de doação ou patrocínio.

Até então, o Imama vive de ações de reversão de renda, doações do público, promoções sociais e doações privadas. “Frente à gravidade de tudo que vem acontecendo, muitas pacientes ficaram mais vulneráveis, correndo maiores riscos de vida. Portanto, mais do que nunca, o instituto precisa continuar salvando vidas. Estamos criando novos movimentos, para que outras pessoas e empresas possam estar conectadas à causa rosa”, adianta a presidente do Imama RS, a médica Maira Caleffi.

O Imama, que completa 27 anos em 2021, realiza um trabalho totalmente gratuito que busca a conscientização da sociedade gaúcha acerca da importância dos cuidados com a saúde da mama, auxiliando pacientes e suas famílias. O Imama ainda oferece apoio psicológico, jurídico, nutricional. “Vale destacar, também, que o Imama RS atua, igualmente, como articulador de políticas e campanhas públicas de mobilização, como a Caminhada pela Vida. Além disso, desenvolve um programa de capacitação de voluntárias, buscando multiplicar o número de pessoas em prol da causa rosa”, explica a diretora de marketing do instituto, Samsara Nyaya Nunes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2021 0 Comentários 723 Visualizações
Business

Para FCDL, Dia das Mães representa nova oportunidade de melhoria das vendas do varejo gaúcho

Por Caren Souza 29/04/2021
Por Caren Souza

Pelo segundo ano consecutivo a comemoração de uma das datas mais importantes do varejo, o Dia das Mães, vai acontecer em meio a pandemia da Covid-19. Mesmo que as restrições à circulação de pessoas ainda sejam sentidas no Rio Grande do Sul e em praticamente todo o Brasil, o desejo dos consumidores em presentear suas mamães surge como mais uma oportunidade para o comércio reaquecer as vendas.

Com a abordagem certa e iniciativas atraentes para o consumidor, o Dia das Mães oferece uma excelente oportunidade de impulsionamento de vendas e de aumento do reconhecimento de marca.

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), recomenda aos lojistas gaúchos que observem, atentamente, o novo comportamento dos consumidores, em especial a opção pelas compras online, sobretudo em redes sociais como o Instagram e o WhatsApp.

“Preços, promoções e condições facilitadas de pagamento são fatores importantes na hora do consumidor fechar uma compra. Para obter bons resultados em suas vendas do Dia das Mães os lojistas precisam estar preparados, investindo em produtos e canais de comercialização com bom potencial de atração e retenção de clientes”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Sobre os produtos, o Dia das Mães costuma representar um crescimento na venda de artigos ligados a vestuário, calçados e acessórios, perfumaria e cosméticos, casa e decoração, eletrodomésticos e telefonia. No que se refere a promoções e campanhas de descontos, a data pode representar uma oportunidade de fidelizar cliente para outras ocasiões especiais do ano. Uma redução de preço que não influa na saúde financeira do negócio, a realização de promoções como sorteios e oferta de brindes podem gerar o aumento da demanda de consumidores e aumentar a receita.

“Com a abordagem certa e iniciativas atraentes para o consumidor, o Dia das Mães oferece uma excelente oportunidade de impulsionamento de vendas e de aumento do reconhecimento de marca. Pequenas ações que o lojista realizar, reforçando o relacionamento de confiança com seus clientes, podem fazer a diferença em suas vendas”, avalia Koch.

Em relação a expectativa de vendas para a data neste ano, a FCDL-RS acredita que se mantidas e, até mesmo, ampliadas as flexibilizações que as atividades econômicas tiveram no Rio Grande do Sul nos últimos dias, é possível que exista um crescimento de até 15% na comercialização de produtos na comparação com 2020.

No último ano, a crise provocada pela Covid-19, aliada às restrições impostas ao comércio, acarretaram uma queda significativa no volume de vendas no varejo no Dias das Mães. Na comparação com 2019, foi quase 50% a menos no faturamento real do setor na data, com perdas em ramos como vestuário e calçados, móveis e eletrodomésticos e artigos de informática e comunicação, muitos dos quais estavam sem poder trabalhar no período que antecedeu o Dia das Mães 2020.

Fonte: Assessoria
29/04/2021 0 Comentários 631 Visualizações
Business

Abicalçados lança sexta edição de relatório com dados do setor calçadista

Por Caren Souza 29/04/2021
Por Caren Souza

Pelo sexto ano consecutivo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) lança o Relatório Setorial da Indústria de Calçados. A publicação, que traz dados completos e analisados do setor, no Brasil e no mundo, é considerada a fonte oficial de pesquisas da atividade no Brasil.

Entre os dados apresentados está a produção mundial de calçados, que somou 18,1 bilhões de pares no ano passado, 19% menos do que em 2019. A queda do consumo mundial puxou o indicador, já que caiu 19,7% ante o ano anterior (para 16,6 bilhões de pares). Os principais produtores seguiram sendo os países asiáticos, China (52% de market share), Índia (13,6%) e Vietnã (7%). O Brasil é o quarto principal produtor mundial, com 4,2% de market share.

Brasil

Assim como no âmbito mundial, o setor calçadista brasileiro foi fortemente impactado pela pandemia do novo coronavírus, especialmente pelo fechamento do comércio, que responde por mais de 85% do total das vendas de calçados verde-amarelos.

No ano passado, as 5,6 mil empresas brasileiras de calçados fabricaram 763,7 milhões de pares, 18,4% menos do que em 2019. O resultado teve impacto determinante do comportamento do mercado interno, que despencou 18,6% (691 milhões de pares consumidos). Os principais estados produtores do Brasil foram: Ceará (203,9 milhões de pares, queda de 10,6% ante 2019); Rio Grande do Sul (161,8 milhões de pares, queda de 26,9% ante 2019); e Minas Gerais (122 milhões de pares, queda de 17,9% ante 2019).

O Relatório informa, ainda, que no ápice da pandemia, em maio e junho do ano passado, as fábricas de calçados chegaram a trabalhar com apenas 30% da capacidade instalada. Com a melhora no segundo semestre, o número melhorou, fechando o ano em 60,4%, número bem abaixo do registrado na Indústria de Transformação (76,4%).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explica que o setor calçadista brasileiro foi o mais afetado no âmbito da indústria nacional, especialmente pela sua forte dependência do mercado interno. Ele ressalta que, a partir da recuperação, advinda da vacinação contra a Covid-19, a expectativa é de um crescimento de 12% na produção em 2021. O crescimento deve ser impulsionado pelo incremento das exportações, que caíram 18,6% em volume no ano passado (para 93,8 milhões de pares). A expectativa é de que os embarques aumentem 13% e o consumo doméstico 7%. “Ainda assim encerraremos 2021 com produção e exportações menores do que as registradas em 2019, 8,5% e 8,2%, respectivamente”, projeta.

Empregos

A queda nos indicadores produtivos teve impacto nos empregos do setor calçadista. No ano passado, foram perdidos 21 mil postos de trabalho, com a atividade encerrando o ano empregando diretamente 247,4 mil pessoas (8% menos do que em 2019).

Entre os estados que mais empregam no Brasil, o Rio Grande do Sul (75,7 mil postos) perdeu 13,2% do seu estoque de emprego em relação a 2019. Já o Ceará, segundo maior empregador do setor no País (58,9 mil postos), fechou o ano empregando 5,2% mais do que em 2019. A previsão é de que, com a retomada gradual do setor em 2021, a atividade encerre o ano empregando 5,7% mais pessoas do que no ano passado. “Ainda assim não recuperaremos as perdas de 2020, encerrando com 2,7% menos postos de trabalho do que em 2019”, projeta o executivo.

Produtividade

Outro levantamento destaque no Relatório é o que mede a produtividade da indústria brasileira de calçados. “Os números evidenciam que os principais problemas de competitividade brasileira não são intramuros, mas dependem de fatores externos. A indústria faz a lição de casa”, avalia Ferreira.

Conforme o Relatório, no Brasil cada trabalhador produz 3.480 pares por ano, mais do que seus concorrentes diretos no cenário internacional (China 3.361 por trabalhador; Indonésia 1.991 por trabalhador; Índia 1.380 por trabalhador; e Vietnã 920 por trabalhador). “A indústria brasileira sofre com um custo de produção muito mais elevado do que outros países, especialmente no que diz respeito à carga tributária e à falta de políticas públicas de incentivo”, acrescenta Ferreira.

O Relatório Setorial da Indústria de Calçados tem o objetivo de auxiliar as empresas na tomada de decisões, contando com dados completos da atividade, projeções e análises para curto e médio prazos. O material pode ser baixado gratuitamente no site http://abicalcados.com.br/publicacoes/relatorio-setorial.

Fonte: Assessoria
29/04/2021 0 Comentários 598 Visualizações
Business

Governo acerta na reedição do BEm, avalia Abicalçados

Por Caren Souza 28/04/2021
Por Caren Souza

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) avalia como positiva a reedição do Benefício Emergencial (BEm), ferramenta que permite às empresas a redução ou suspensão do contrato de trabalho como forma de preservação de empregos diante dos impactos da Covid-19.

A indústria calçadista sofreu um impacto muito significativo ao longo de 2020, acima da média da indústria de transformação em geral.

Embora não tão ampla como a medida de 2020, a avaliação da entidade é de que o benefício irá “socorrer” a indústria neste momento de crise gerada pelo recrudescimento da Covid-19 e o fechamento do varejo em grandes centros de consumo nos meses de março e abril.

“A indústria calçadista sofreu um impacto muito significativo ao longo de 2020, acima da média da indústria de transformação em geral. Ao mesmo tempo que responde rapidamente aos estímulos da demanda, a indústria também vai precisar de políticas públicas que estimulem o setor”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que, no pleito pela renovação do BEm, a Abicalçados teve apoio fundamental da Frente Parlamentar em defesa do setor coureiro-calçadista, presidida pelo deputado federal Lucas Redecker.

Conforme a Abicalçados, no ano passado a medida de suspensão ou redução da jornada de trabalho, com complementação de parte do salário por parte do Governo Federal, foi utilizada por quase 80% das indústrias calçadistas, ajudando a preservar empregos. ”Em 2020 perdemos mais de 21 mil postos, número que certamente seria ainda maior não fosse a possibilidade do BEm”, aponta Ferreira.Atualmente, o setor calçadista emprega diretamente mais de 265 mil pessoas.

Fonte: Assessoria
28/04/2021 0 Comentários 644 Visualizações
Variedades

Leite altera modelo de distanciamento e todo o RS volta à bandeira vermelha

Por Gabrielle Pacheco 27/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

Em reunião virtual nesta terça-feira (27), o governador Eduardo Leite debateu com deputados, prefeitos e, posteriormente, com o Gabinete de Crise, mudanças no modelo de Distanciamento Controlado. A medida se tornou necessária, segundo Leite, para que o sistema pioneiro de enfrentamento à pandemia se ajuste à atual realidade e permita a retomada das aulas presenciais no Rio Grande do Sul, conforme novo decreto que será publicado.

“O modelo foi pioneiro, construído com muito esforço e análises técnicas e científicas, mas nunca o vendemos como um modelo perfeito. Até porque, mesmo com um ano de pandemia, o mundo todo ainda está aprendendo sobre o coronavírus e seus efeitos. A recente onda que enfrentamos foi muito diferente daquela que tivemos em 2020. Por isso, se fizeram necessários ajustes, como o da salvaguarda, ao longo do tempo. Assim como são necessários ajustes neste momento, na medida em que observamos que o número de novos casos e internações se estabilizou, apontando para um momento mais confortável”, afirmou o governador.

Criado há um ano e lançado no dia 10 de maio de 2020, o Distanciamento Controlado foi baseado em 11 indicadores da velocidade de contágio do coronavírus e da ocupação de leitos de UTI, classificando o risco para cada região do Estado, representado nas cores de quatro bandeiras, e com protocolos para cada nível – quanto maior o risco, mais escura a bandeira, da amarela à preta.

Com a evolução da pandemia e o aprendizado sobre o comportamento do vírus, foram criadas as duas salvaguardas: a estadual – implementada por decreto a partir da 44ª rodada (5/3/21) e que coloca todo o RS em bandeira preta quando a razão de leitos livres para cada ocupado por paciente Covid está abaixo de 0,35 – e a regional, em vigor desde a 35ª rodada (1º/1/21), que é acionada quando uma região tem elevada quantidade de novas hospitalizações e de pacientes Covid e, ao mesmo tempo, está inserida em uma macrorregião com baixa capacidade hospitalar, determinando bandeira vermelha ou preta regionalmente.

Após análises de técnicos e especialistas do Gabinete de Crise, o governo decidiu ajustar a salvaguarda da bandeira preta no Estado: continuará existindo, mas passará a ser acionada apenas quando o indicador de leitos atingir o índice de 0,35 depois de um ciclo de 14 dias de piora na disponibilidade. A trava será desativada quando se observar um ciclo de pelo menos 14 dias de melhoria na ocupação hospitalar (leitos de UTI).

Quanto à salvaguarda regional, será extinta para bandeira preta, mas fica mantida para bandeira vermelha. Assim, quando uma região apresentar bandeira vermelha ou preta no Indicador 6 (hospitalizações para cada 100 mil habitantes da região) e o Indicador 8 (leitos livres/leitos Covid da macrorregião) estiver menor ou igual a 0,8, a trava é acionada e a região será classificada em bandeira vermelha mesmo que a sua média for mais baixa.

Com as mudanças, todo o Estado estará em bandeira vermelha a partir da publicação de novo decreto, previsto para esta terça-feira (27/4) e entrada em vigor a partir da 0h do dia seguinte. Para evitar que os municípios adotem protocolos compatíveis à bandeira laranja, uma vez que os indicadores ainda apontam risco alto (vermelha), o sistema de cogestão será suspenso pelo menos até o dia 10 de maio, para que as regras fiquem limitadas ao que hoje já está sendo adotado pela cogestão na bandeira preta (limite de vermelha).

“É o último ajuste que determinei no modelo de Distanciamento Controlado que existe nos termos atuais. Esse modelo vai seguir existindo até o dia 10 de maio, quando vamos completar um ano da sua implementação no RS. Depois de ter cumprido seu papel, ter dado colaboração para análise de riscos e estabelecer protocolos de forma pioneira no Brasil, vamos substituir esse modelo por outro, mais aprimorado e adequado a essa nova fase que estamos vivendo na pandemia, mas sempre colocando a proteção da nossa população, a sua vida e a sua saúde como prioridade e buscando conciliar essa proteção como a manutenção das atividades econômicas, que são essenciais para que as pessoas possam cuidar das suas famílias”, afirmou o governador.

Neste período de transição, em que serão implementadas as mudanças nas salvaguardas e a suspensão da cogestão, o governo irá estudar e definir um novo modelo de gestão da crise sanitária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 926 Visualizações
Moda e beleza

Carolina Ferraz exalta o conforto em campanha da Beira Rio

Por Gabrielle Pacheco 27/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

A multifacetada Carolina Ferraz é a nova estrela da campanha da marca de calçados Beira Rio Conforto. Traduzindo uma moda fácil e que dialoga intimamente com a vida de mulheres reais, a artista foi escalada para representar as mulheres que entendem que a moda precisa trabalhar a favor delas.

É justamente esse sentimento de naturalidade que influenciou toda a concepção visual. Da locação escolhida, passando pela make e cabelo e chegando aos looks: descomplicados, possíveis e com muita personalidade, dando um novo sentido ao uso dos calçados, que agora transitam de um look ao outro, do dia à noite, do trabalho ao lazer, dos momentos on e off também.

Carolina mostrou no styling a tradução exata dessas ideias e sensações, personificando as tendências mais relevantes da moda atual: estampas florais e nuances que já estão no radar, como o violeta, delicado e elegante, e variantes do amarelo (destaque ao mostarda) e dos tons terrosos, essenciais ao dress code cada vez mais funcional. Com liberdade e sutileza, a Beira Rio Conforto revela uma temporada de designs afetivos, reverenciando as prioridades das mulheres na moda.

Os best-sellers da marca entram em cena, declarando a importância que o bem-vestir tem nos dias de hoje e reflete na autoestima, valorizado pela moda assertiva, aquela que a gente ama e usa no dia a dia. A descontração e o despojamento, presente no tênis esportivo de tom quente, indispensáveis. Ou elegante como no salto da sandália slingback inspirada pela trend natural, e na flat, com pedrarias, influenciada pelo street style e item imprescindível no guarda-roupas.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2021 1 Comentário 1,6K Visualizações
Variedades

Empresa gaúcha ganha concurso para a construção de um complexo hospitalar em MG

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

O Estúdio Origem – Arquitetura e Urbanismo, empresa de Porto Alegre que tem como sócio-diretor Nikola Carevic, professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Feevale, ganhou um concurso da Fundação São Francisco Xavier em Belo Horizonte (MG), que prevê a construção de um hospital de grande porte e alta complexidade. Especializada em projetos de arquitetura hospitalar, a empresa está na fase de elaboração do projeto para o hospital da Fundação, que é uma entidade beneficente de assistência social.

Para o professor Carevic, que é doutor em Programa de Projetos Arquitetônicos pela Universidade Politécnica da Catalunha (Espanha), essas experiências profissionais, de participação em um processo interdisciplinar de criação e execução, são importantes não só para ele, mas para os estudantes também. “Ser parte desse processo é fundamental, pois é possível estabelecer metodologias novas e contemporâneas para os nossos alunos, possibilitando a eles experiências práticas e estudos de ponta”, afirma.

O professor lembra que hoje, mais do nunca, o mercado exige uma formação interdisciplinar, onde assuntos de engenharia, sociologia e questões de sustentabilidade, por exemplo, são relacionados com a forma arquitetônica. “Não tem melhor lugar para a prática e o exercício das regras teóricas que um projeto e obra de um grande hospital. É preciso entender e criar as tendências contemporâneas diante das novas normas e tecnologias, junto com os selos da sustentabilidade de novos standards das práticas de arquitetura do século XXI”, explica, acrescentando que esse repasse aos estudantes deixa o curso de Arquitetura e Urbanismo mais atualizado e interdisciplinar.

Sobre o concurso

O concurso tem como objeto o projeto e a construção de um complexo hospitalar de 50 mil metros quadrados na zona da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), e a restauração da antiga sede da Usiminas, criando um hospital no prédio existente – Bloco A, de 30 mil metros quadrados –, junto com a criação de um Bloco B ao lado, de 20 mil metros quadrados. Trata-se de um complexo hospitalar de ponta, com 300 leitos, 20 salas cirúrgicas, pronto atendimento, urgências, ambulatórios, centro de oncologia e 60 Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs).

Seis grandes escritórios de arquitetura hospitalar do país participaram do concurso. Venceu o Estúdio Origem, de Porto Alegre, juntamente com a paulista Vasserman Engenharia, especializada no gerenciamento de projetos hospitalares. Com isso, a empresa gaúcha fica com a autoria e a responsabilidade por todo o projeto arquitetônico do novo complexo, incluindo a documentação posterior, o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) e a Certidão de Acervo Técnico (CAT).

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 532 Visualizações
Business

CDL de Novo Hamburgo aposta no Dia das Mães para aquecer as vendas no comércio

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH) aposta no Dia das Mães, comemorado no dia 9 de maio. A data é a segunda melhor em faturamento, superada apenas pelo Natal. Por isso, o comércio hamburguense já está preparado para receber os consumidores que vão em busca dos presentes para as mamães.

Existe uma esperança muito grande com relação aos nossos associados, que as vendas poderão ser melhores.

Segundo o diretor comercial e de serviços da CDL-NH, Chico Ferraz, a data é muito importante para os lojistas. “A maioria dos consumidores querem presentear as mães, e para isso, os lojistas estão preparados, tanto em estoque, quanto em bom atendimento. É importante ressaltar que além da pessoa que será presenteada o consumidor também precisa ficar satisfeito com a compra”, afirmou Chico Ferraz.

De acordo com Chico Ferraz, esse é o momento para o lojista aproveitar e lançar promoções, preços diferenciados, vitrines alusivas e qualquer marketing que possa atrair o consumidor. “Existe uma esperança muito grande com relação aos nossos associados, que as vendas poderão ser melhores. Não serão as mesmas vendas do ano passado, mas serão melhores com relação a este período. Existe realmente esta grande expectativa para dar fôlego ao comércio”, afirma Chico Ferraz.

Os estabelecimentos estão respeitando todas as medidas de segurança impostas ao comércio por conta da pandemia. “Em Novo Hamburgo percebemos isso. Existe a preocupação de limpar as mãos com álcool em gel, usar máscaras e os próprios estabelecimentos fazem com que os Decretos sejam cumpridos. Ou seja, trabalham com todos os cuidados de higiene possíveis, para que os clientes possam voltar a comprar com segurança”, avalia o diretor Comercial da CDL-NH.

Outro ponto que a CDL-NH ressalta é a valorização do comércio local. “Priorizar as empresas da nossa cidade, faz com que a economia local se fortaleça e retorne os frutos à comunidade. Ao comprar em Novo Hamburgo, promovemos o desenvolvimento do município, contribuindo para o aumento de novos postos de trabalho, recolhendo impostos municipais e gerando mais investimentos em diversas áreas. Assim como os empreendedores que acreditaram e continuam acreditando no potencial de nossa cidade, nós devemos fazer a nossa parte como consumidores e ter consciência de que o consumo local, só nos traz benefícios, pois estamos investindo na valorização de nossos bens”, conclui Chico Ferraz.

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 575 Visualizações
Business

Bibi celebra 72 anos e promove ações sociais

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

O mês de abril marca os 72 anos da Calçados Bibi, uma história de pioneirismo e inovação no segmento infantil. Uma trajetória que conta com uma rede de 130 lojas no Brasil, na América Latina e Guatemala. Presente em mais de 3,5 mil multimarcas, além da exportação com marca e design próprio para mais de 70 países, inclusive a China. Hoje, a empresa familiar (com sede em Parobé/RS) tem a gestão em sua terceira geração, sendo comandada pela presidente, Andrea Kohlrausch, que assumiu o cargo há dois anos, quando a Bibi completou 70 anos no mercado.

A contribuição social é de suma importância para nós.

Para celebrar a data de uma forma diferente, foi realizado um convite para que colaboradores, fornecedores, lojistas e vendedores compartilhassem suas lembranças com a hashtag #aniverbibi, unindo assim grandes momentos da história. Além disso, considerando a responsabilidade social com grande relevância para a empresa, a Bibi preparou algumas iniciativas especiais para a data.

Entre as atividades, podemos destacar a doação de 5 mil máscaras para os hospitais de Taquara e Parobé, no Rio Grande do Sul, para que possam atender moradores da comunidade com segurança, e a doação de 400 pares do Meu Primeiro Bibi para os recém-nascidos da maternidade do Hospital de Bom Jesus Taquara, como também foi realizado anteriormente na cidade de Parobé, também no Rio Grande do Sul. As doações também serão realizadas na Bahia. A Bibi irá entregar 2 mil máscaras para Secretaria de Assistência Social do município de Cruz das Almas, onde conta com parque fabril, e 30 pares do Meu Primeiro Bibi para os recém-nascidos da maternidade de Santa Casa de Misericórdia, localizada no mesmo município.

“A contribuição social é de suma importância para nós. Em 2020, tivemos iniciativas com foco nas comunidades que cercam o parque fabril em Parobé, inclusive com a colaboração de voluntários do time Bibi. Além disso, sempre desenvolvemos iniciativas para estimular nossos colaboradores, que são os responsáveis pelos 72 anos de sucesso da marca. Para isso, inauguramos uma área de convivência para que possam aproveitar durante o expediente de trabalho, além do novo layout fabril, que busca otimizar a linha de produção de calçados e o tempo de execução das tarefas”, finaliza a presidente, Andrea Kohlrausch.

Sobre a Calçados Bibi

Promover o desenvolvimento natural e saudável para o público de 0 a 9 anos é uma das premissas básicas da Calçados Bibi. A marca é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do desenvolvimento dos calçados atóxicos, fisiológicos e da tecnologia da exclusiva palmilha Fisioflex Bibi, que proporciona a sensação de andar descalço. Tudo para crianças ser criança. Fundada em 1949, a Bibi é referência no mercado de calçados infantis. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2 milhões de pares ao ano. Presente em mais de 70 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 3,5 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 130 lojas. A empresa é ainda a única calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico e Social.

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 687 Visualizações
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