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Ensino

Cleber Prodanov segue como reitor da Universidade Feevale

Por Gabrielle Pacheco 12/05/2021
Por Gabrielle Pacheco

Após deliberação do Conselho de Administração da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur) nesta segunda-feira, dia 10, o presidente da entidade, Roberto Cardoso, nomeou o professor Cleber Prodanov para mais um mandato como reitor da Universidade Feevale. A nova gestão terá início em 28 de junho deste ano e se encerrará em 28 de junho de 2024, conforme disposições estatutárias.

Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), Cleber Prodanov é reitor da Universidade Feevale desde junho de 2018. Ele também integra o corpo permanente do Programa de Pós-graduação em Processos e Manifestações Culturais, sendo pesquisador do grupo Cultura e Memória da Comunidade. Antes disso, foi pró-reitor de Pesquisa e Inovação da Universidade Feevale, sendo responsável pela criação e implantação do Feevale Techpark, e exerceu a função de secretário de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 902 Visualizações
Gastronomia

Construtora gaúcha cria cerveja exclusiva para comemorar cinquentenário

Por Gabrielle Pacheco 12/05/2021
Por Gabrielle Pacheco

Unindo a tradição cervejeira dos imigrantes alemães e a força do café na história do Brasil e do trabalho, a construtora gaúcha Construarte, de Igrejinha, lançou uma cerveja exclusiva para comemorar seus 50 anos.

A Coffee Weiss apresenta um estilo alemão clássico com um toque de brasilidade.

A bebida foi desenvolvida pela cervejaria Stier, também de Igrejinha, e será um presente para colaboradores, parceiros e clientes da empresa. “A Coffee Weiss apresenta um estilo alemão clássico com um toque de brasilidade. Essa cerveja traz notas características de uma Weiss, como banana e cravo, misturados com um toque de café especial 100% arábica. É uma cerveja refrescante e ao mesmo tempo encorpada e complexa com boa formação de espuma, de coloração amarelo dourada e de turbidez característica do estilo”, explica Robert Krause Reichert, consultor cervejeiro da Stier, que criou a receita especial.

A Coffee Weiss exclusiva celebra o cinquentenário da construtora representando dois grandes ícones para a empresa: a influência germânica na cidade de Igrejinha, que realiza a segunda maior Oktoberfest do sul do país, e o café, um aliado fundamental para o dia a dia, sinônimo de trabalho e brasilidade.

A entrega da cerveja especial é uma das ações comemorativas da Construarte para celebrar o aniversário durante o mês de maio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 727 Visualizações
Business

Empresa lança calçado de segurança com estilo esportivo

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

De olho no crescimento do mercado de equipamentos para proteção individual (EPIs) e na necessidade de se utilizar calçados de segurança para o dia a dia, acaba de surgir no mercado a New Sense Safety (NSS). Um dos diretores da empresa, Deivis Gonçalves, destaca que a NSS nasceu de uma necessidade latente no mercado de EPIs.

Mais de 80% dos nossos calçados têm cabedal de material têxtil, o que melhora a transpirabilidade e resistência.

“Existe uma lacuna que não estava sendo preenchida. Os trabalhadores que utilizam calçados de segurança querem um calçado bonito, leve e confortável para usar no dia a dia, não mais aquela tradicional botina, pesada, dura e desconfortável”, comenta, ressaltando que com a NSS os usuários poderão usar o mesmo calçado durante todo o dia, para o ambiente de trabalho ou até mesmo para a balada, “evidentemente que após a pandemia”.

Segundo o empresário, a partir da identificação dessa necessidade, a empresa passou a pesquisar formas de desenvolvimento de um produto inovador e disruptivo para o setor. “Pesquisamos durante mais de dois anos e conseguimos chegar ao produto ideal, que alia segurança, conforto, design e moda, podendo ser utilizado durante todo o dia”, conta.

Inovação e segurança

A NSS possui duas linhas de calçados de segurança, os esportivos e casuais, todas com certificações de proteção junto à Secretaria Especial do Trabalho e com peso estimado entre 400 e 500 gramas, bem menos do que o peso dos produtos convencionais, de mais de 800 gramas.

A leveza, um atrativo do produto, foi conseguida graças à utilização de solados de borracha e EVA, mesmo material utilizado em tênis de alta performance, e cabedais de material têxtil ou couro. “Mais de 80% dos nossos calçados têm cabedal de material têxtil, o que melhora a transpirabilidade e resistência”, frisa Gonçalves.

O empresário ressalta ainda que as palmilhas possuem nanotecnologia fungicida e bactericida que dão uma sensação de refrescância para o usuário e evitam mau cheiro.

Com preço médio de R$ 200, o produto é comercializado em e-commerce próprio da NSS (https://loja.newsensesafety.com/) e também via distribuidores em todo o Brasil.

Outro diferencial em relação aos concorrentes é que todos os calçados têm pronta-entrega. “Hoje o consumidor não pode esperar 50, 60 dias para receber o produto. Nós conseguimos entregar qualquer produto em até dois dias”, conclui. No mês de maio, por ocasião do Dia do Trabalhador, os consumidores terão desconto de 10% em todos os produtos ofertados.

Mesmo diante de um cenário desafiador, o mercado de EPIs vem em crescimento nos anos recentes. Conforme dados da Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (Animaseg), esse setor movimenta mais de R$ 10 bilhões todos os anos, sendo R$ 2 bilhões somente com calçados de segurança.

Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 697 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo se previne para garantir segunda dose da Astrazeneca

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

Diante da falta de organização e constantes falhas no planejamento do Ministério da Saúde quanto à campanha nacional de vacinação contra a Covid, a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, está determinando à Secretaria Municipal de Saúde para que não falte vacinas de segunda dose do imunizante Astrazeneca na cidade.

A falta de vacina da Coronavac nos deixa muito angustiados, especialmente quem já superou os 28 dias definidos para a segunda dose.

“Não podemos permitir que se repita em Novo Hamburgo o que está acontecendo com a Coronavac no País”, enfatizou a prefeita durante reunião com o secretário municipal de Saúde, Naasom Luciano, e o diretor de Administração da secretaria e coordenador da campanha de vacinação contra a covid na cidade, Marcelo Reidel, e o diretor de Saúde, Pierre Prunes, coordenador da campanha de vacinação contra a gripe.

“A falta de vacina da Coronavac nos deixa muito angustiados, especialmente quem já superou os 28 dias definidos para a segunda dose. No que depender de Novo Hamburgo, isso não acontecerá mais daqui por diante”, destacou Fátima. Por isso, a determinação é que a Prefeitura reserve doses da Astrazeneca suficientes para garantir a segunda aplicação para os próximos meses.

Naasom lembra que esta medida é fundamental neste momento de incertezas, mas isso também implica na redução do ritmo de vacinação na cidade. “Novo Hamburgo vinha sendo um dos municípios mais ágeis na vacinação contra a covid. Este ritmo será afetado porque vamos guardar doses para a segunda aplicação”, explicou.

Coronavac

Em março deste ano, o Ministério da Saúde determinou que Estados e municípios não guardassem doses da Coronavac, pois garantia o envio posterior de doses para a segunda aplicação. O que não aconteceu, deixando centenas de milhares de pessoas sem completar o esquema vacinal nos 28 dias recomendados pelo fabricante.

Novo Hamburgo tem 11,4 mil pessoas aguardando a segunda dose da Coronavac, já além dos 28 dias. Nesta segunda-feira, a cidade recebeu 1.520 doses da Coronavac. Estas doses estão aplicadas em quem está em atraso para receber a segunda dose (mais de 28 dias) e em pessoas que receberam a primeira dose em unidades de saúde.

Esta aplicação ocorre nas próprias unidades de saúde, que fazem o contato e o agendamento com as pessoas a serem vacinadas.

Ou seja, a pessoa precisa aguardar o contato para se deslocar até a unidade de saúde. A preferência é por pessoas que tenham passado mais tempo dos 28 dias da primeira dose. A orientação é que as pessoas que receberam a primeira dose não desistam da segunda aplicação, mesmo que o tempo entres elas seja bem maior que os 28 dias.

Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 602 Visualizações
Variedades

Costão do Santinho apresenta projeto de turismo de aventura

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2021
Por Gabrielle Pacheco

O Costão do Santinho Resort, que celebra 30 anos em 2021, está com novidades para os consumidores. Trata-se de um projeto de soft adventure pensado para toda a família, oportunizando vivências com a natureza, bem como de resgate da cultura local com as vivências.

O projeto foi desenvolvido para fomentar o mercado justamente no período de baixa temporada, com a chegada do frio, criando um novo destino em Santa Catarina para o período de maio a setembro. “Todas as possibilidades presentes nos nossos mais de 700 mil m² de Mata Atlântica preservada e nos mais 250 mil m² de estrutura do Resort uniram-se em um novo produto, que vai levar quem tiver vontade de aventura para conhecer a adrenalina nas alturas das dunas e a emoção nas ondas do mar”, destaca Rubens Régis, Diretor Comercial do Costão do Santinho.

O projeto Costão Family Adventure foi integralmente desenvolvido pela equipe de entretenimento do resort, contemplando 23 atividades, todas com foco na vivência com a natureza. “Elaboramos um pacote especial, pensado exclusivamente para este momento de pandemia, com protocolos rígidos e voltado para o entretenimento. O adventure é para toda a família, sem restrições. Aqueles que não estão no clima de aventura ainda vão poder curtir muito o Costão, pois as demais atividades continuam. Seja para quem busca desfrutar a gastronomia do resort, espaços temáticos ou um momento relaxante no SPA ou à beira-mar”, explica Rubens.

Além de criar um novo destino, é um projeto de enfrentamento ao momento atual. “As famílias estão reclusas há mais de um ano, precisam usufruir de momentos de contemplação, de entretenimento, de lazer. E, para as famílias que estão vivendo em home office, o resort figura como uma grande oportunidade para mesclar trabalho e lazer, pois temos toda a infraestrutura para que as famílias possam continuar a desenvolver suas atividades e, também, aproveitar as comodidades”, ressalta a Mila Müller, Gerente de Marketing do hotel.

Para a implantação deste projeto, o Costão do Santinho Resort ampliou em 20% o time de entretenimento de aventura. Foram contratações específicas para o Family Adventure, que tem toda uma cadeia produtiva envolvida. A tecnologia também estará envolvida. O empreendimento desenvolveu um aplicativo no qual os hóspedes poderão interagir com as atividades.

“O Costão Family Adventure une uma seleção de atividades – para todos os gostos, idades e níveis de dificuldade – no Passaporte do Aventureiro, que vai ajudar os aventureiros a registrarem as experiências e mergulharem na cultura local, aprendendo mais sobre a terra e a vida através do contato com a natureza. Por meio de QR Codes oferecidos pela equipe de entretenimento do Costão, cada conquista é registrada, garantindo recompensas como o Selo Sagrado, que será reconhecido em cerimônia tematizada com o resgate histórico e cultural dos povos Sambaquis e os índios Carijós Tupis e Guaranis, presentes na história da local. É como um grande jogo que vai divertir, ensinar e encantar aqueles que se permitirem”, conta Mila.

Entre as atividades previstas no Adventure Family estão o Acampamento Kids, arqueologia, arvorismo, caiaque, susbsistência na mata e observação de aves

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2021 0 Comentários 796 Visualizações
Business

Gramado ganhará imóveis de locação com conceito de hotel

Por Caren Souza 11/05/2021
Por Caren Souza

Colonizada por alemães, italianos e portugueses, a cidade de Gramado, na Serra Gaúcha, é conhecida pela hospitalidade, qualidade de vida e infraestrutura urbana, mas cercada pela natureza, sem esquecer, da tradição dos chocolates e produtos artesanais que conquistaram turistas brasileiros e estrangeiros.

O nosso modelo de negócios tem atraído turistas de todo o Brasil e Mercosul que buscam um meio de hospedagem com que remetam a um ambiente caseiro.

A organização e segurança da cidade, aliada a uma das melhores infraestruturas turísticas do país e que atrai negócios de todos os segmentos, chamou a atenção da Mattos Investimentos, empresa sediada em Bombinhas (SC), e referência no setor de imóveis de locação por temporada com conceito de hotel.

O diretor da empresa Mario Mattos anuncia que Gramado irá receber dois empreendimentos com esse conceito de hospedagem: o Volo Garden, localizado na Avenida das Hortênsias esquina com a Rua Antonio Accorsi, bairro Planalto, e o Volo Palace, Avenida Borges de Medeiros, no centro da cidade. Os edifícios serão projetados pela Construtora Paludo.

“O nosso modelo de negócios tem atraído turistas de todo o Brasil e Mercosul que buscam um meio de hospedagem com que remetam a um ambiente caseiro, com todas as vantagens e comodidades que a estrutura de um lar oferece. Fazer o hóspede se sentir em casa é nosso propósito”, resume o empresário. Mattos salienta que além da arquitetura e estética, os empreendimentos apostam em tecnologia que garante acessibilidade e conectividade, TV a cabo, canais streaming, serviços e amenities diferenciados, espaços externos para lazer, áreas fitness e gourmet, além de unidades pet friendly.

No município de Bombinhas, a Mattos Investimentos administra unidades de luxo nos empreendimentos Boulevard, Varandas do Atlântico, PuntaBlu, Puntarenas e Porto Madero, todas com fácil acesso a várias praias e infraestrutura de serviços da cidade, além de passarem por rígido processo de higienização e sanitização. Os apartamentos contam com sala, cozinha e até três quartos, totalmente equipados, confortáveis e finamente decorados, serviços de portaria, estacionamento e sistemas de segurança.

Os empreendimentos em Gramado

O Edifício Volo Garden será constituído de dois blocos: um deles será híbrido com espaço comercial e residencial; e o segundo apenas residencial, totalizando 4.445,67 metros quadrados de área construída com 75 unidades autônomas, sendo 39 boxes de garagem, 6 lojas e 30 apartamentos, além de áreas de uso comum.

O Edifício Volo Palace será constituído de cinco pavimentos, totalizando 36 unidades autônomas, sendo cinco salas comerciais, 13 apartamentos e 18 boxes de garagem.

Todas as unidades serão edificadas com padrões de qualidade premium, segurança e sustentabilidade, marca registrada dos empreendimentos da Construtora Paludo, ressalta Daurian Paludo diretor da construtora. “Os projetos seguem especificações ditadas pelas leis e normas construtivas, respeitando as orientações para instalação elétrica, hidráulica, sanitária, revestimentos, e critérios rígidos de prevenção de incêndios”, completa.

Fonte: Assessoria
11/05/2021 0 Comentários 641 Visualizações
Business

Agronegócio: descubra como fazer mais trigo por dia

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

Na lista dos objetivos mais importantes na produção de trigo, o rendimento ocupa um dos primeiros lugares. Colher bem e com qualidade define a maior parte do sucesso de uma safra. O Webinar Técnico promovido pela Biotrigo Genética no dia 12 de maio vai discutir estratégias para aumentar a produtividade com segurança. O evento inicia a partir das 8h30, com transmissão ao vivo e acesso gratuito. Entre os assuntos a serem discutidos está a fisiologia do trigo e como o funcionamento da planta e a interação com o ambiente influenciam no rendimento. As inscrições estão abertas no site http://www.biotrigo.com .

O doutor em Fitotecnia e Fisiologia Vegetal e professor da Universidade de Passo Fundo, Geraldo Chavarria, vai apresentar a palestra “Fisiologia do trigo: do manejo à produtividade”. Segundo Geraldo, a composição do rendimento é complexa e tem três aspectos básicos relacionados à questão quantitativa: espigas por área, massa e número de grãos.

“Em relação à qualidade, quando se trata de nutrição, o elemento mineral com maior relevância é o Nitrogênio. Não estou desmerecendo os outros elementos, mas dentro de um cenário de alta produtividade nós temos que focar com eficiência no Nitrogênio e a partir daí pensar nos demais”, explica.

Outro ponto que o professor vai destacar em sua palestra é a influência da arquitetura da planta no rendimento. “Um dos aspectos de grande relevância da fisiologia básica é que a planta transforma sol em carboidratos. Os funcionários da ‘empresa planta’ são as folhas, que devem ser protegidas”, aponta. Chavarria destaca que quanto maiores os rendimentos buscados, mais desafiamos as plantas e, neste sentido, é importante entender os gargalos que surgem.

Busca incansável por rendimento

Para o diretor e melhorista da Biotrigo Genética, André Cunha Rosa, o produtor busca segurança e qualidade para poder vender, mas o que sustenta a propriedade é o rendimento. “Sempre que a gente conversa com o produtor ele quer rendimento. A gente espera contribuir para que o agricultor possa aprender e realmente ter informações práticas que vão ajudar no seu dia a dia, principalmente para quem está envolvido na triticultura. Nosso recado para o produtor é que aproveite a interação no webinar para tirar dúvidas, ampliar o conhecimento e, com mais informação, ir construindo a sua fertilidade a qual construirá altos rendimentos e qualidade adequada”.

Durante o evento, André vai apresentar o TBIO Calibre, nova cultivar da Biotrigo Genética. “O Calibre é fruto de um programa de melhoramento robusto e de um longo trabalho tentando combinar trigos com mais potencial e mantendo as demais exigências do mercado, como segurança à campo e qualidade industrial. O grande diferencial sem dúvidas é o rendimento, porque ele rende mais do que todos os outros trigos desenvolvidos em nosso programa de melhoramento. Outra particularidade da tecnologia é o ciclo: nenhum outro trigo chega perto de produzir tanto em tão pouco tempo”, salienta.

A cultivar entra em multiplicação em 2022 e deverá ser recomendada para todas as regiões tritícolas do Brasil, do Rio Grande do Sul ao Cerrado.

Produtor motivado para a safra 2021

Os preços acima da média histórica para o grão de trigo e a expectativa de altos lucros deixam o produtor motivado com a safra 2021. Para o gerente comercial para a América Latina da Biotrigo Genética, Fernando Wagner, que apresentará o webinar, o casamento entre as boas expectativas de preço, a melhora no manejo e a entrega de materiais genéticos que ofereçam segurança agronômica, junto com a demanda do moinho brasileiro em moer trigo nacional, trazem um ambiente perfeito para que o triticultor saia de 2021 com um excelente resultado para a cultura. Ele dá um panorama do plantio de trigo pelo país.

No Cerrado, que sinaliza cada vez mais interesse pelo trigo, ainda existem alguns desafios, como a Brusone, por exemplo. “Entender este ambiente, combinando melhoramento genético local, com certeza trará avanços. Pensando em Cerrado, a notícia é de que as chuvas estão mais escassas. O que se sinaliza até aqui que não teremos um ano epidêmico dessa doença. O Cerrado sequeiro já foi semeado e o agricultor acreditou muito na cultura. Alguns estados, como o exemplo de Goiás, chamam a atenção, superando, segundo a CONAB, 200% de aumento da sua área, devendo semear em 2021, contemplando com as áreas de irrigado, mais de 70 mil hectares”, explica Fernando.

O Paraná também passa por um período com falta de chuvas e inicia timidamente a semeadura de trigo. São Paulo teve um pequeno avanço e amplia área. Rio Grande do Sul e Santa Catarina aguardam o final de maio para iniciar a semeadura e neste momento a aquisição de insumos e sementes e o encaminhamento de custeios de lavouras estão em ritmo acelerado, principalmente os projetos técnicos para garantir recursos para a safra.

O Rio Grande do Sul deve superar 1,1 milhão de hectares, sendo que os mais otimistas falam em 1,2 milhão de hectares, a maior área de trigo do país, superando o Paraná que deve ficar pouco acima de 1,1 milhão. Já Santa Catarina surpreendentemente vem com um aumento potencial de 30 a 35%.

“O resumo é positivo e todos os estados que semeiam trigo sinalizam aumento de área. Agora é focar no manejo para os que já semearam e caprichar na semeadura para aqueles que iniciarão as atividades, pois uma safra de sucesso começa por uma boa semeadura e estabelecimento de população recomendada para cada cultivar de trigo”, finaliza Wagner.

Uma solução para cada demanda

Os participantes também terão a oportunidade de conferir a palestra “Vamos falar de trigo? Conhecendo as soluções TBIO”, com o gerente comercial regional sul da Biotrigo Genética, Tiago De Pauli. Neste momento, o gerente apresentará o posicionamento técnico das cultivares comerciais, ressaltando os manejos recomendados, classificações agronômicas e industriais entre outras informações. Para ver a programação completa, basta acessar o LINK da inscrição. O evento conta com o patrocínio de Adama, Basf, Bayer, Ihara, Syngenta, Yara, FMC e UPL.

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 944 Visualizações
Business

Vendas de cimento acumulam alta em abril

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

indústria

O mês de abril seguiu a tendência do primeiro trimestre do ano e contou com um volume de vendas de 5,3 milhões de toneladas de cimento, 26,5% a mais do que abril do ano passado. No acumulado de janeiro a abril, o crescimento foi de 20,8% em relação ao mesmo período de 2020, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).

As vendas estão sendo apoiadas, em sua grande maioria, pelo mercado imobiliário residencial .

Já o volume de vendas de cimento por dia útil, melhor indicador do setor, registrou 237,2 mil toneladas, um aumento de 8,2% em comparação ao mês de março e de 25,8% em relação ao mesmo mês de 2020. No acumulado do ano (jan-abril) o desempenho registra alta de 21,7%.

Esse resultado se deve, principalmente, em função de uma base de vendas muito fraca no primeiro quadrimestre do ano passado, especialmente abril que teve o pior desempenho (-6%) da indústria do cimento em 2020. Isso faz com que o efeito estatístico alavanque variações positivas, provavelmente até maio.

No tocante a abril de 2021, os principais indutores de crescimento continuam sendo as obras imobiliárias – não há registro de paralisação (1) – e as reformas residenciais e comerciais. Em São Paulo, por exemplo, os lançamentos imobiliários cresceram 98% em março contra o mesmo mês do ano passado (2).

Na contramão do bom desempenho das vendas de cimento no ano, o índice de confiança do consumidor (3), apesar de uma pequena recuperação, ainda caminha de maneira sofrível. O indicador da construção (4) em queda desde novembro, voltou a nível inferior ao observado antes da pandemia, revertendo toda a crescente expectativa positiva registrada entre maio e outubro de 2020.

Os cortes no orçamento do governo federal, principalmente em atividades como infraestrutura e programas habitacionais como o Casa Verde Amarela, a instabilidade macroeconômica, a desvalorização cambial, a inflação, o desemprego em alta, o ritmo lento da vacinação e a perda da massa salarial vem abatendo o otimismo e aumentando ainda mais a incerteza e a cautela do setor produtivo brasileiro.

Diante deste cenário, haverá um desafio maior que é manter a boa performance obtida a partir de junho do ano passado, início da recuperação da atividade. Neste momento, o efeito estatístico deverá ter resultante negativo para os ganhos obtidos até então.

“Os resultados são positivamente surpreendentes até o momento, mas ainda sem sustentação, conforme indica a projeção do PIB da Construção Civil com a significativa queda de 4% para 2,5%. As vendas estão sendo apoiadas, em sua grande maioria, pelo mercado imobiliário residencial e isto impõe cautela à indústria do cimento para o futuro. A diversificação da fonte de demanda é primordial e os resultados dos leilões de abril apontam para o retorno do segmento da infraestrutura como importante vetor de consumo a médio prazo”, destaca Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC.

Perspectivas

Os leilões do último mês geraram R$ 48 bilhões de investimentos em terminais portuários, metrô, rodovias, ferrovias, aeroportos e projetos de saneamento. Ainda há um bom estoque de novas concessões e de ativos a serem disputados com destaque para rodovia Presidente Dutra, Aeroportos de Congonhas e Santos do Dumont e a ferrovia Ferrogrão, entre muitos outros.

A expectativa é de que em razão do sucesso dos eventos em Alagoas e Rio de Janeiro viabilizados em razão da aprovação do novo marco legal do saneamento, outros municípios passem a se incorporar ao novo modelo de desenvolvimento do setor. Atualmente, o BNDES tem 5 novas concessões na fila para serem realizados, totalizando R$17 bilhões de investimento (Amapá, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Alagoas e Ceará).

Apesar desses fatores positivos, o consumo de cimento através da infraestrutura é de médio e longo prazo. O impacto dessas concessões no consumo de cimento será sentido a partir de 2022.

Mesmo com um ritmo favorável de janeiro a abril, a indústria do cimento ainda tem enormes desafios para 2021. O cenário, até então, permitia uma projeção de crescimento entre 1% e 2% no consumo. Os significativos reajustes de preços de coque (energia térmica da indústria), de energia elétrica, de refratários, de embalagens e de peças de reposição, todos eles também impactados pela alta do câmbio, vem afetando os resultados da indústria. Por tudo isso, a estimativa de performance do setor será revista a partir do segundo semestre.

O atual cenário é de difícil leitura. O país ainda está preso às incertezas políticas, sanitárias e econômicas.

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 604 Visualizações
Business

Exportações de calçados em alta

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

Dados elaborados pela Abicalçados apontam que as exportações de calçados somaram 8,5 milhões de pares em abril. O número é 76% superior ao registro de abril de 2020. Já em receita, a soma do mês quatro chegou a US$ 65 milhões, 115% mais do que no mesmo mês do ano passado. Frente ao nível pré-pandemia, 2019, apesar da queda de 15,9%, em dólares, houve um crescimento de 5,5%, em pares, no mês. No acumulado do quadrimestre, foram embarcados 40,5 milhões de pares por US$ 258,8 milhões, incremento de 10,1% em volume e queda de 4,6% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, mesmo com uma base de comparação deprimida pelo auge do novo coronavírus no ano passado, o resultado aponta para uma recuperação das exportações. “Com a retomada da demanda internacional por calçados, devemos fechar o ano com um incremento de cerca de 13% nos embarques”, projeta. Segundo o dirigente, além do ambiente mais positivo, com o avanço da vacinação em massa e a normalização do comércio, o câmbio vem favorecendo a formação de preços mais competitivos para o produto brasileiro.

No quadrimestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 4,26 milhões de pares, que geraram US$ 53,56 milhões, altas de 36,5% em volume e de 4,6% em dólares na relação com o período correspondente de 2020.

O segundo destino do primeiro quadrimestre foi a Argentina, para onde foram enviados 3,17 milhões de pares por US$ 28,61 milhões, altas de 18,3% e 2,2%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado.  Completando o ranking de destinos do quadrimestre, a França importou 2,76 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais pagou US$ 19,51 milhões, altas de 11,3% e 21,1%, respectivamente, em relação a 2020.

RS aumenta embarques

O principal exportador de calçados do Brasil no quadrimestre foi o Rio Grande do Sul. No período, as fábricas gaúchas embarcaram 9,8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 111,9 milhões, incremento de 15,6% em volume e queda de 2,4% em receita no comparativo com o mesmo período de 2020.

O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 13,68 milhões de pares por US$ 69 milhões, alta de 1,7% em volume e queda de 7,7% em dólares na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Registrando alta em volume e receita, São Paulo foi o terceiro exportador do primeiro quadrimestre do ano. No período, as fábricas paulistas embarcaram 2,78 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 27,68 milhões, altas de 19,5% e de 3,4%, respectivamente, ante 2020.

Impulsionadas pela Ásia, importações crescem 68,2% em abril

Assim como as exportações, as importações de calçados registraram incremento em abril, mês em que entraram no Brasil 2,17 milhões de pares por US$ 32,6 milhões, altas de 49,7% em volume e de 68,2% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2020. As principais origens do mês quatro foram os países asiáticos. O Vietnã enviou 878,74 mil pares por US$ 18,23 milhões, altas de 41,8% e 83,2% ante abril de 2020; a Indonésia enviou 387 mil pares por US$ 7,3 milhões, altas de 56,4% e 63,9%; e a China enviou 726,3 mil pares por US$ 3,28 milhões, altas de 63,9% e 31,1%. “Esses dados revelam que os países asiáticos continuam utilizando o Brasil como destino para a desova de excedentes de calçados do mercado internacional”, avalia Ferreira.

Já no acumulado do quadrimestre, as importações somaram 8,93 milhões de pares e US$ 107,98 milhões, quedas de 14,6% e de 12,4%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. As principais origens das importações foram os países asiáticos (Vietnã, 3,1 milhões de pares e US$ 60,9 milhões, quedas de 25,6% e 13,2% ante 2020; Indonésia, 1 milhão de pares e US$ 17,88 milhões, quedas de 16,9% e 12,5%; e China, 4,1 milhões de pares e US$ 14,12 milhões, quedas de 1,3% e 12,8%).

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações do quadrimestre foram equivalentes a US$ 8 milhões, 6,1% menos do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram Paraguai, Vietnã e China.

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 597 Visualizações
Variedades

Cavalos policiais: conheça sua trajetória, do nascimento à aposentadoria

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

Os cavalos auxiliam no policiamento ostensivo da Brigada Militar desde 1913. Com grande inteligência e força, estes animais estão junto aos seus tutores em diversas atividades. Através de treinamentos e cuidados específicos, estes equinos adquirem habilidades para auxiliar os policiais militares na manutenção da segurança pública. Este é o caso dos 348 cavalos dos Regimentos de Polícia Montada da corporação, os quais são preparados pelo Centro de Estudos, Treinamento, Reprodução Animal e Preservação Ambiental (CETRAPA) da Brigada Militar.

Apesar da história entre a Brigada Militar e o uso de equinos para trabalho ser longa, foi em 1989 que a corporação deu início a uma estrutura para a criação de equinos, com a construção de cocheiras para garanhões, baias para maternidade, laboratório para reprodução e piquetes para manuseio dos animais. Em 2002 surgiu o CETRAPA, centro que tem como responsabilidade a produção, criação, distribuição, reposição e substituição dos equinos que serão destinados para outras unidades da Brigada Militar. O local está situado na Fazenda Philipson, no município de Itaara e é centro de referência na produção do cavalo da raça Brasileiro de Hipismo, ideal para o emprego do policiamento montado.

De acordo com a médica veterinária do CETRAPA, Capitã Paula Cardoso, o treinamento dos animais inicia logo no seu nascimento. “Após anos de observação, identificamos que é de extrema importância que, desde o nascimento, crie-se um vínculo entre o homem e o animal. Este tipo de treinamento chama-se imprinting, no qual o animal é acariciado, ergue-se os membros, administra-se vitaminas orais, ensinamento de subida e descida de caminhões. Posteriormente, quando o animal atinge os 3 anos, inicia-se a doma.” relata a capitã Paula Cardoso. Após a doma, é iniciado então o treinamento específico para o policiamento montado, no qual o animal irá se acostumar com as movimentações, barulhos de tiros, fogos, entre outros.

A Brigada Militar, pela cultura e relevância do cavalo no seu contexto histórico, sempre utilizou o policiamento montado em sua rotina operacional. A Arma Cavalaria tem como patrono o Marechal Manoel Luiz Osório e, a partir da valorização da cavalaria, a corporação possui hoje quatro Polos Regionais de Policiamento Montado, definidos em: 1º Polo em Santa Maria no 1º RPMon, o 2º Polo em Sant’Ana do Livramento no 2º RPMon, o 3º Polo em Passo Fundo no 3º RPMon, e o 4º Polo em Porto Alegre no 4º RPMon, que passou a ter vinculação técnica com o pelotão de polícia montada do 12º Batalhão de Polícia Militar da cidade de Caxias do Sul.

Segundo o Comandante do 4º RPMon, Tenente-Coronel Cláudio de Azevedo Goggia, o emprego de uma tropa montada possui inúmeras vantagens, tais como: ostensividade, campo de visão ampliado, o efeito psicológico causado, poder repressivo, emprego em locais e terrenos variados, economia de efetivo e grande mobilidade.

Benefícios do policiamento montado

Não existe um processo de policiamento com mais ostensividade do que o policial montado, pois, devido à sua projeção mais elevada, ele se torna visível para a população, multiplicando a sensação de segurança pela presença policial e servindo como inibidor de conduta ou ação criminosa. Da mesma forma, o cavalo permite um CAMPO DE VISÃO ampliado por encontrar-se em posição superior à dos demais populares, isso lhe possibilita ver e ser visto mesmo em distâncias maiores.

O efeito psicológico caracteriza uma das maiores vantagens do emprego do policiamento montado e tem dupla finalidade. Em ações repressivas, a imponência do animal leva todos a respeitarem sua atuação. Por outro lado, o cavalo propicia uma aproximação com as pessoas de bem que buscam interagir com o animal, em especial as crianças que gostam de tocá-lo, o que traz uma maior confiança da população na tropa montada.

O poder repressivo em ações de choque é outra característica representada pela força da relação entre homem-cavalo e, por vezes, somente sua aproximação já é suficiente para evitar o confronto direto da tropa com o distúrbio civil. Conforme os manuais mais tradicionais, em tais situações, um policial militar a cavalo equivale a 10 policiais militares a pé.

Não se deve esquecer que a dispersão é o objetivo principal nas operações de controle de distúrbios civis, e a tropa montada deve estar engajada nessa missão, explorando ao máximo o poder intimidador e desencorajador da presença do animal. A tropa de choque convencional necessita do apoio da cavalaria como um recurso diferenciado dentre os meios existentes para restabelecer a ordem em manifestações não pacíficas e tumultos de natureza variada.

A facilidade do animal em transpor obstáculos e transitar em locais de difícil acesso, bem como sua velocidade e flexibilidade, apresenta mais uma grande vantagem da tropa de cavalaria ante as demais formas de policiamento e propiciam seu emprego em locais e terrenos variados.

A combinação da ostensividade, do efeito psicológico, do poder repressivo, da mobilidade e da flexibilidade, conferem ao patrulhamento montado uma característica toda especial que torna capaz de ampliar a sua área de responsabilidade e de segurança, com um número bem mais reduzido de patrulheiros em comparação com o efetivo a pé, possibilitando uma economia de efetivo.

Além de todos esses fatores, a utilização do cavalo permite com que mesmo ao passo, o policial possa percorrer uma grande área de policiamento, sem desgaste algum, pois possui a característica de ter uma grande mobilidade.

De acordo com o Tenente-Coronel Goggia, na realização do policiamento montado, o cavalo e o policial devem formar um conjunto harmônico que ofereça conforto, eficiência e segurança no desenvolvimento das atividades. “Ambos devem se sentir seguros com a ‘parceria’, sendo importante neste aspecto a instrução, preparação do patrulheiro montado e a utilização de um cavalo especificamente preparado para este fim.” relata o Tenente-Coronel Goggia.

O equino utilizado na segurança pública é da raça Brasileira de Hipismo, o qual possui as características desejáveis para um animal de policiamento, como: porte, estatura, docilidade, lealdade, franqueza, rusticidade, coragem entre outras.

Aposentadoria de animais

Assim como os policiais militares, os cavalos também se aposentam de suas atividades. Através de uma nota de instrução da Brigada Militar, ficou determinado que a idade limite ideal para o animal trabalhar é 18 anos. Os animais aposentados retornam dos regimentos para o CETRAPA, e lá ficam soltos em liberdade, continuam recebendo os mesmos cuidados médicos e alimentares, mas com a vida à campo, em liberdade.

Após aposentados, os animais podem ser doados. A prioridade é que o donatário seja o policial que por tantos anos fez “dupla com este animal, mas caso não haja interesse, o cavalo pode ser doado para uma pessoa civil ou uma organização sem fins lucrativos, sendo que após a doação, o animal deve permanecer o resto da vida sob cuidados do donatário. O animal não pode ser vendido, doado para outra pessoa ou utilizado para trabalhos ou atividades que visem lucro.

Fonte: Comunicação Social da Brigada Militar
10/05/2021 2 Comentários 3,8K Visualizações
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