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Business

Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança (EIV) é pauta da primeira reunião do Sinduscon-RS

Por Marina Klein Telles 26/02/2026
Por Marina Klein Telles

As discussões acerca do Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança (EIV) foram pauta da primeira reunião-almoço do ano do Escritório Regional Vale do Rio Pardo do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS). O encontro, com a presença de associados e convidados, ocorreu na quarta-feira, 25 de fevereiro, no restaurante Chef Davi, em Santa Cruz do Sul. Na ocasião, a entidade também apresentou as ações realizadas ao longo de 2025.

A vice-presidente do Sinduscon-RS e coordenadora do Escritório VRP, a CEO da GT Participações, Giulia Tolotti, destacou os avanços relacionados ao EIV. Giulia mencionou que a entidade conseguiu avanços importantes nas tratativas junto ao Legislativo, como estipular um teto nas contrapartidas, o que garante segurança jurídica tanto para o empreendedor quanto para o município. Além disso, todo pedido originado pelas secretarias deverá ser embasado em norma ou critério legal, impedindo qualquer tipo de impessoalidade. “Outro ponto é que deve existir sempre uma justificativa para a solicitação de audiência pública ou qualquer tipo de contrapartida”, frisou.       A empresária explicou ainda que a Câmara de Vereadores ouviu às reivindicações da entidade, construídas em conjunto com a Secretaria Municipal de Planejamento e Mobilidade Urbana. Com a criação de um grupo de trabalho, os anseios de todos os envolvidos foram assegurados, o que garante o avanço do empreendedorismo e a segurança da cidade. “Se é bom para a cidade, é bom para o Sinduscon”, salientou Giulia.

Representantes do Poder Público municipal também trataram o assunto durante o encontro. “O EIV foi muito importante para os poderes e entidades construírem alternativas. Já concordamos com alguns ajustes, e questões mais complexas vamos discutir e avançar, sempre cumprindo as legislações”, disse o secretário municipal de Planejamento e Mobilidade Urbana, Vanir Ramos de Azevedo. O gestor municipal afirmou ainda que, este ano, pretendem aprovar o EIV e ajustes maduros do Plano Diretor, bem como avaliar modificações do Código de Obras (cuja grande revisão está prevista para 2029).

O presidente da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul, Serginho Moraes, falou sobre a parceria para acelerar processos. “O EIV e Plano Diretor geram discussões, pois temos que ouvir todos os lados. Somos parceiros para o que setor produtivo não fique parado e seja mais referência”, mencionou. O vereador Édson Azeredo também prestigiou o encontro e parabenizou o Sinduscon-RS pelo envolvimento. “O Legislativo cumpriu o seu papel e fez a sua parte, abrindo a discussão e buscando as melhores alternativas”, frisou.

Ações

Além das tratativas sobre o EIV, o Escritório VRP do Sinduscon-RS apresentou as ações realizadas em 2025, que uniram os associados, geraram conhecimento e consolidaram a entidade como um agente de mudança. Ganharam destaque o ciclo de palestras, Jantar imobiliário, visita à 26ª Construsul, as Confrarias e o evento de encerramento do ano. Paralelamente, ocorreram a formação dos grupos de trabalho, a estreia do Sinduscast e a integração de novos membros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2026 0 Comentários 128 Visualizações
Business

Eduardo Leite faz avaliação do governo em primeira edição do Fecomércio-RS Debate em 2026

Por Marina Klein Telles 26/02/2026
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS iniciou na quarta-feira, 25 de fevereiro, a rodada 2026 do projeto Fecomércio-RS Debate. O convidado da edição foi o governador Eduardo Leite, que palestrou na presença de autoridades, imprensa, líderes empresariais e empresários do setor do comércio de bens, serviços e turismo. A fala foi norteada, especialmente, por um balanço da gestão do Estado neste, que é o último ano da gestão de Leite. “Vim mostrar que o Rio Grande do Sul está diferente. Não com tudo resolvido, mas que está diferente e para melhor”, comentou, em sua fala de abertura.

Ao saudar o convidado e os presentes, o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância do diálogo com o setor terciário, que é o principal gerador de emprego e renda no Estado. “A aceleração do crescimento passa por ganhos de produtividade e pela manutenção de uma carga tributária que não onere quem produz. A Fecomércio-RS segue atuando fortemente sob a bandeira do desenvolvimento, convicta de que o diálogo entre a iniciativa privada e o poder público é peça fundamental para atingirmos prosperidade no Rio Grande do Sul”, discursou.

Em sua participação, Leite enumerou o que considerou os principais avanços de sua gestão. Entre eles, reformas, a recuperação da capacidade de pagamento do Estado, a redução de gasto com pessoal, a dívida quitada do Caixa Único e – uma demanda importante do comércio – a extinção do Difal do ICMS. “A gente faz tudo com muita responsabilidade para não deteriorar a capacidade fiscal do Estado”, apontou.

Em primeira mão, o governador anunciou que o RS subiu da categoria D para a C no Capag, indicador do Tesouro Nacional que identifica a capacidade de pagamento dos entes subnacionais para acesso ao crédito. Conforme Leite, foi a primeira vez desde que o sistema foi instituído, nos anos 90, que o Estado saiu da categoria D. “É um aval da União que reconhece o nosso avanço”, exemplificou.

Entre os destaques feitos, ainda estavam a maior capacidade de investimento no Porto de Rio Grande, o aumento do investimento em rodovias e em acessos asfálticos. “Estamos encaminhando definitivamente o fim desse capítulo da falta de acessos pavimentadas em nosso Estado. A rodovia 118 é um exemplo disso”, falou. Na área da educação, ampliação de escolas em tempo integral, obras, distribuição de uniformes e o programa Todo Jovem na Escola, para combate da evasão escolar, foram destacados. “Se não tivermos capital humano formado, também fica reduzida a nossa capacidade de crescimento”, defendeu Leite.

As concessões de rodovias para a iniciativa privada e a redução da carga tributária também foram temas abordados, especialmente na sessão de perguntas e respostas, aberta para participação do público presente. O governador defendeu que não é possível pensar, no momento, em ter carga tributária menor sem fazer parcerias com a iniciativa privada, e reforçou a defesa pela concessão de rodovias. “Estamos falando de duplicar 600km em dez anos e o Estado não pode abrir mão de fazer isso. Se não conseguirmos rodovias adequadas para escoar a produção, não teremos capacidade de crescer. Precisamos fazer essa transformação”, disse. A próxima edição do Fecomércio-RS Debate ocorre em março.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2026 0 Comentários 135 Visualizações
Business

Kisafix destaca na Fimec 2026 portfólio completo para a indústria calçadista, de moda e acessórios

Por Marina Klein Telles 26/02/2026
Por Marina Klein Telles

A líder na América Latina em adesivos para calçados, Kisafix, do Grupo Killing, vai apresentar seu portfólio completo que reforça seu comprometimento como parceira das indústrias de calçados, da moda e dos acessórios. A 49ª Fimec será realizada de 3 a 5 de março, na Fenac, em Novo Hamburgo. O estande da Kisafix estará localizado na esquina entre os corredores H e Q.

No estande de 140 metros quadrados, os visitantes poderão conferir as linhas de produtos Kisafix para o setor em uma estação com dez espaços que vão promover uma imersão em diferentes tecnologias e soluções. No local, serão apresentadas tecnologias para automação, tecidos, filmes estruturantes, pigmentos para o couro, acabamentos, resinas 3D (KED) e os produtos com iniciativas sustentáveis da Linha Ecotech. “Essa exposição colabora para o entendimento do quão completo é o nosso portfólio. Os visitantes poderão optar por um circuito completo das soluções ou por uma tecnologia específica ”, destaca Raquel Becker, gerente de negócios da Kisafix.

Durante a Fimec 2026, será apresentado também o lançamento Kisafix – Limpador de Matrizes de EVA. Base água. O produto agrega qualidade ao processo de remoção de resquícios da matéria-prima EVA das matrizes. “Esta é uma das soluções que traz eficiência, porque não desgasta ou deforma as matrizes como acontece com outros métodos abrasivos de limpeza. Sabemos que matrizes são investimentos altos e preservá-las com integridade, sem perder detalhes é importante. O limpador colabora para a durabilidade, além de não exigir equipamentos extras ou mão-de-obra especializada. Ou seja, gera economia e evita longas paradas na produção”, detalha Raquel.

A solução da Kisafix garante eficiência e economia ao processo de limpeza de matrizes de EVA. A nossa motivação é que, em breve, possamos lançar outras versões do limpador voltadas para materiais diferentes, como borracha, PU e PVC”, revela a gerente.

Possibilidades criativas

É a primeira vez que a Kisafix apresenta na Fimec sua linha completa, com a integração da empresa LRB, adquiria no ano passado. Com isso, os clientes passaram a contar com novos produtos ampliando as possibilidades de desenvolvimento criativo e competitivo para o mercado, como por exemplo, os tecidos estruturantes e os filmes adesivos. Eles vão muito além da questão funcional da colagem em si. “Estes materiais são de alta resistência, feitos de tecidos (como poliéster ou algodão). São utilizados para reforçar a estrutura de um calçado na parte do cabedal – bico, laterais ou calcanhar – dando mais firmeza, durabilidade ou resiliência, memória, forma e estética, inclusive, podendo ser o próprio forro. Ou seja, é muito versátil e pode ser adaptado para cada necessidade, desde os calçados de alta performance (esporte) até coleções casuais diversas”, complementa Raquel.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2026 0 Comentários 173 Visualizações
Variedades

Estância Velha divulga programação de Páscoa com cinco dias de atividades

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Estância Velha realiza a programação oficial da Páscoa 2026 no Centro da cidade entre os dias 28 e 29 de março e 3, 4 e 5 de abril, com atividades gratuitas, espetáculos temáticos, feira de expositores e atrações voltadas às famílias. A iniciativa é organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (Sedeit) e ocorrerá em espaços centrais, como a Praça 1º de Maio, com o objetivo de celebrar a data e promover integração comunitária.

Durante os cinco dias, o público poderá participar de oficinas gratuitas de pintura de ovos, visitar a Toca do Coelho, realizar pintura de rosto e conferir a Feira de Páscoa, que funcionará das 14h às 20h, reunindo artesanato, gastronomia e produtos temáticos.

O prefeito Diego Francisco (PSD) destacou o caráter coletivo do evento. “Páscoa é um momento de celebração e renovação, mas além de tudo, de união. E queremos que todos possam se integrar a essa vasta programação cultural”, apontou o chefe do executivo de Estância Velha.

Abertura oficial

A abertura ocorre no sábado, 28 de março, com oficina de pintura de ovos e atrações infantis das 14h às 19h, na Praça 1º de Maio. Às 19h, será apresentado o espetáculo “Ajudantes do Coelho”.

No domingo, 29 de março, a programação segue no mesmo horário, com apresentação do espetáculo “Aventura de Páscoa”, às 19h.

Espetáculos e atividades especiais

Na sexta-feira, 3 de abril, além das atividades tradicionais, o público poderá acompanhar às 18h30min o espetáculo “Paixão de Cristo”, que aborda o significado religioso da data.

No sábado, 4 de abril, das 16h às 18h, será realizada a Trilha Pascoalina, atividade que integra novamente a programação do município. No mesmo dia, às 19h, ocorre o espetáculo “A Máquina de Páscoa”.

Encerramento

No domingo, 5 de abril, às 9h, será promovida a Caça aos Ovos. À tarde, seguem as oficinas, a Toca do Coelho e a Feira de Páscoa. O encerramento está previsto para as 19h, com o espetáculo “O Mistério dos Ovos de Páscoa”.

Programação

Sábado, 28 de março
  • 14h às 19h – Oficina gratuita – Pintura de Ovos
    Toca do Coelho
    Pinturinha de rosto
  • 14h às 20h – Feira de Páscoa
  • 19h – Ajudantes do Coelho
Domingo, 29 de março
  • 14h às 19h – Oficina gratuita – Pintura de Ovos
    Toca do Coelho
    Pinturinha de Rosto
  • 14h às 20h – Feira de Páscoa
  • 19h – Aventura de Páscoa
Sexta-feira, 3 de abril
  • 14h às 19h – Oficina gratuita – Pintura de Ovos
    Toca do Coelho
    Pinturinha de rosto
  • 14h às 20h – Feira de Páscoa
  • 18h30min – Paixão de Cristo
Sábado, 4 de abril
  • 14h às 19h – Oficina gratuita – Pintura de Ovos
    Toca do Coelho
    Pinturinha de Rosto
  • 16h às 18h – Trilha Pascolina
  • 14h às 20h – Feira de Páscoa
  • 19h – A Máquina de Páscoa
Domingo, 5 de abril
  • 9h – Caça aos Ovos
  • 14h às 19h – Oficina gratuita – Pintura de Ovos
    Toca do Coelho
    Pinturinha de rosto
  • 14h às 20h – Feira de Páscoa
  • 19h – O Mistério dos Ovos de Páscoa
Foto: Arquivo/Decom/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 171 Visualizações
Variedades

Ato na Praça do Imigrante cobra retomada do CRM e mobiliza comunidade contra feminicídios

Por Marina Klein Telles 25/02/2026
Por Marina Klein Telles

Em menos de dois meses, o Rio Grande do Sul já registrou 19 feminicídios. O alto índice de violência extrema contra as mulheres motivou a bancada feminina da Câmara de Novo Hamburgo a realizar um ato pelo fim da violência de gênero e pela retomada do Centro de Referência da Mulher (CRM), serviço destinado ao acolhimento, orientação e acompanhamento das vítimas. A mobilização, realizada na manhã de sábado, 21, na Praça do Imigrante, contou com a participação de integrantes do Legislativo, autoridades, coletivos e movimentos sociais.

Além das vereadoras Daia Hanich (MDB), Deza Guerreiro (PP) e Professora Luciana Martins (PT), o ato contou com a presença dos vereadores Cristiano Coller (PP), Eliton Ávila (Podemos) e Enio Brizola (PT). Ao longo da caminhada, pares de sapatos com manchas vermelhas representaram aquelas que foram assassinadas por seus atuais ou ex-companheiros. Entre elas, Karizele de Oliveira Sena, 30 anos, morta a facadas pelo marido no bairro Industrial, em Novo Hamburgo, no dia 24 de janeiro.

“Quando nós estamos gritando ‘CRM Já’, estamos dizendo que o Centro de Referência para as Mulheres é uma política pública efetiva no combate às diversas formas de violência. Infelizmente, desde 2017 a cidade de Novo Hamburgo não conta com esse equipamento público”, afirmou Luciana Martins, procuradora da Mulher da Câmara em 2025.

Daia Hanich, que é também policial civil, destacou causa choque a violência contra as crianças. “Filhos dessas mulheres estão sendo vítimas fatais. Quando entrei na polícia, em 2017, o Viva Mulher funcionava. Após o atendimento na delegacia e o registro da ocorrência, encaminhávamos as vítimas para lá.”

Deza Guerreiro agradeceu aos homens presentes e conclamou todos a se unirem à luta. “A mulher não é propriedade. Respeitar as mulheres é uma obrigação.” A vereadora lembrou ainda que a violência, por vezes, começa pelos mais vulneráveis, como crianças e animais de estimação.

Cristiano Coller afirmou que o momento é de luto e de luta. “É hora de conscientização dos homens e das mulheres.” O parlamentar ressaltou que o enfrentamento deve se estender também ao combate à violência contra crianças e adolescentes.

Eliton Ávila destacou que o ato é um plantio de semente para a próxima geração. O vereador sugeriu que todos os parlamentares destinem emendas para a construção do CRM, classificando a iniciativa como uma política pública resolutiva.

Enio Brizola manifestou o compromisso da Comissão de Direitos Humanos, afirmando que o colegiado está engajado no combate ao machismo extremado que vem matando mulheres. Segundo ele, há um vazio de políticas públicas em todo o estado.

A defensora da Mulher, Deisi Sartori, afirmou que o feminicídio é a face mais cruel do machismo, mas não é o primeiro ato de violência. “Antes do feminicídio acontecem muitas outras agressões que podem ser evitadas com políticas públicas efetivas.” A promotora de Justiça Roberta Fava informou que já recomendou ao prefeito municipal a retomada do serviço, mas ainda não há medida concreta sobre o retorno do equipamento. “Nunca tivemos tantos casos graves no município. Há necessidade de acolhimento dessas vítimas.”

A advogada Isadora Cunha ressaltou que a retomada do CRM é uma reivindicação antiga. “Quando o Centro funcionava, cerca de 120 casos eram acompanhados por mês, com atendimento em segurança, saúde e assistência social. Não é apenas prender o agressor. É acolher a mulher e dar condições para que ela consiga sair dessa situação.”

Regina Abel, advogada, afirmou que o feminicídio não escolhe classe social. Ela lembrou que todas estão em risco e muitas nem chegam a registrar boletim de ocorrência. Presidente do Conselho Municipal dos Direitos e Cidadania da Pessoa Idosa (CMDCI), Leny Fisch destacou que a violência atinge mulheres de todas as idades.

A presidente da subseção da OAB em Novo Hamburgo, Juliana Martins, afirmou que não suporta mais ver diariamente notícias de mortes de mulheres.

Ursula Gottschald, do Comitê Popular de Mulheres de Novo Hamburgo, questionou por que muitos homens não aceitam a independência financeira e emocional das mulheres. Também criticou o fato de o governador Eduardo Leite não ter assinado o pacto nacional contra o feminicídio.

Representando a Comissão da Criança e do Adolescente da OAB/NH, Dirlene Cunha lembrou dos inúmeros órfãos e das crianças e adolescentes abrigados. Já Magali Silva, da Comissão de Igualdade Racial, lamentou que as mulheres negras sejam as maiores vítimas de feminicídio. “Nós precisamos ter voz.”

Neiva Barbosa, do Sindicato das Sapateiras e Sapateiros de Novo Hamburgo, conclamou os trabalhadores do entorno. “Não esperem que seja sua mãe, sua filha ou sua irmã. Denunciem, procurem ajuda. Em briga de marido e mulher, a gente mete, sim, a colher.” Jaqueline Erthal, presidente do mesmo sindicato, afirmou que as feministas não odeiam os homens, mas defendem a vida e os direitos das mulheres. “É por isso que estamos na rua. Precisamos ensinar nossos filhos a respeitar as mulheres.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 128 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis celebra 71 Anos com shows, cultura e gastronomia na Rua Coberta

Por Marina Klein Telles 25/02/2026
Por Marina Klein Telles

Nova Petrópolis completa 71 Anos de emancipação política no dia 28 de fevereiro. Para celebrar a data, a Administração Municipal preparou uma programação intensa que une cultura, música e gastronomia na Rua Coberta e na Praça das Flores, integrando o calendário do Verão no Jardim da Serra Gaúcha e as atrações do Sommer Bier Fest.

“Celebraremos 71 Anos de uma história construída com trabalho, coragem e amor por esta terra. Uma cidade que nasceu do sonho de muitas famílias, muitos imigrantes, e que cresceu mantendo vivos seus valores, sua cultura e seu forte espírito comunitário”, destaca o prefeito, Daniel Carlos Michaelsen.

O vice-prefeito, Alexandre da Silva, reforça o convite à população: “Convidamos toda a nossa comunidade e visitantes para participarem desta grande festa. Preparamos momentos especiais para celebrar nossas conquistas e a alegria de viver em Nova Petrópolis.”

As atividades do final de semana começam na sexta-feira, 27, com dois shows na Rua Coberta. Às 18h, Cássio Farias abre o palco com uma apresentação acústica. Após, às 20h, quem anima o Sommer Bier Fest é o grupo Du Nosso Jeito.

No sábado, as apresentações começam às 12h na Rua Coberta. Charles Diel abre o palco com apresentação acústica e às 14h a Banda 80 por Litro sobe ao palco. Às 17h começa o primeiro show do Aniversário de 71 Anos de Nova Petrópolis, com o bailão do grupo Festerê. Às 20h, a banda Pandora sobe ao palco para o show de aniversário. Ainda no sábado, as ruas do Centro serão animadas por uma bandinha itinerante, das 15h às 17h.

O domingo começa com bandinha típica na Rua Coberta a partir das 10h. Ao meio-dia, Gerson Müller sobe ao palco. Às 14h, é a vez do acústico Thiago e Dionathan. Às 17h, o Grupo de Dança Folclórica Internacional se apresenta no palco da Rua Coberta, seguido pelo Grupo Blaska, às 18h, que encerra a programação de aniversário.

Biblioteca celebra 32 Anos nesta semana

A semana começou com atividades na Biblioteca Pública Municipal Professora Elsa Hofstätter da Silva, que também celebra aniversário nesta semana. Até o dia 27 de fevereiro, o espaço promove o 2º Empréstimo Misterioso e sessões de Contação de Histórias para crianças da Educação Infantil. Na sexta-feira, dia 27, a Biblioteca comemora seus 32 Anos com solenidade e o tradicional corte do bolo às 14h.

Música no Ninho das Águias

No domingo, 1º de março, o entardecer no Ninho das Águias será acompanhado de música. A dupla André Menegazzo e Jéssica Voltz apresentam seu acústico a partir das 18h. O Ninho das Águias tem acesso gratuito para moradores e visitantes neste fim de semana. Em caso de chuva, a atividade será cancelada.

Caminhada em Nove Colônias

Também no domingo, 1º de março, a localidade de Nove Colônias receberá caminhantes. O ponto de encontro e chegada será na Casa Sander, de onde os caminhantes sairão às 7h30 para um percurso de 11 quilômetros, passando por estradas rurais e cenários encantadores da região. Ao final da caminhada, os participantes poderão degustar e adquirir produtos coloniais diretamente dos produtores locais, valorizando os sabores, a cultura e a hospitalidade da comunidade. Esta caminhada é organizada pela Associação Tchon Ji. A inscrição custa R$ 50,00 e deve ser feita com antecedência pelo link https://bit.ly/caminhada9colonias2026.

O Verão no Jardim da Serra Gaúcha é uma realização da Prefeitura de Nova Petrópolis, em parceria com a Associação Tchon Ji; tem o patrocínio de Sicredi Pioneira e Sommer Bier Festival e conta com apoio de Associação Rota Romântica. O evento segue até 15 de março, em todo o Município. Saiba mais em @veraonovapetropolis no Instagram e Facebook.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 123 Visualizações
Business

Ouro dispara no cenário global enquanto commodities agrícolas ficam estagnadas

Por Marina Klein Telles 25/02/2026
Por Marina Klein Telles

O painel “O que esperar para 2026? Da macroeconomia às commodities” discutiu na terça-feira (24), durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, o comportamento dos ativos financeiros e os reflexos no mercado agrícola. A atividade ocorreu no auditório Frederico Costa, na sede da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com palestra do pesquisador do Centro de Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigati. A mediação foi do presidente do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), Alexandre Velho.

Serigati iniciou a apresentação com uma análise do cenário macroeconômico internacional. Segundo ele, ativos como ouro e outras commodities metálicas registraram valorização expressiva entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, apesar de incertezas associadas ao aumento de tarifas nos Estados Unidos. “Mesmo com fatores de instabilidade, como o aumento de tarifas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vários ativos se valorizaram de forma significativa no período. Metais preciosos, por exemplo, acumularam alta de 94% em dólar”, afirmou o pesquisador, destacando que, no mesmo intervalo, as commodities agrícolas não acompanharam o movimento. “Embora o preço do arroz no Brasil seja influenciado pelo dólar e pela conjuntura macroeconômica, a formação do valor depende de fundamentos como oferta e demanda”, explicou.

O pesquisador observou que a cotação internacional do arroz, referenciada na Tailândia, indica cenário de preços pressionados, o que ajuda a explicar a ausência de valorização no segmento agrícola de forma agregada. No panorama global, Serigati apontou desaceleração do crescimento econômico mundial, ainda que o desempenho tenha superado as projeções iniciais. Segundo ele, a China mantém atuação intensa no mercado internacional, mas enfrenta desafios internos, enquanto, nos Estados Unidos, empresas de tecnologia compensam parte dos efeitos negativos da política tarifária.

No Brasil, o pesquisador avaliou que o dólar em patamar mais baixo contribuiu para conter a inflação e reduzir o risco país. A projeção, de acordo com Serigati, é de manutenção de mercado aquecido em 2026, mas com limitações estruturais. “Será necessário um ajuste, especialmente em relação aos gastos do governo, para garantir sustentabilidade no médio prazo”, alertou.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 144 Visualizações
Business

Entidades empresariais divulgam posicionamento contrário ao fim da escala 6×1

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Onze entidades empresariais do Vale do Sinos divulgaram nesta segunda-feira, 23, manifesto com posicionamento contrário ao fim da escala de trabalho 6×1. Veja o documento na íntegra: “O debate sobre o fim da escala 6×1 precisa ser tratado com responsabilidade e visão econômica — sem simplificações. O Brasil não enfrenta um problema de excesso de trabalho. O Brasil enfrenta um problema de baixa produtividade, falta de mão-de-obra qualificada, alto custo estrutural e perda de competitividade internacional.

Reduzir a jornada por imposição geral e uniforme sem enfrentar o custo Brasil, sem redução proporcional de salário e sem reduzir a insegurança jurídica, a complexidade tributária, o peso sobre a folha de pagamento, a baixa qualificação média dos profissionais e a infraestrutura deficiente não representa avanço social — representa aumento de custo.

A questão central é: quem paga essa conta? Não é o Estado. Não se trata de “torcida” a favor ou contra, mas sim abordar de o assunto com responsabilidade. É a empresa que investe com juros altos, paga tributos elevados, enfrenta burocracia, assume risco diariamente e mantém empregos mesmo em ciclos negativos.

Em um cenário de produtividade industrial abaixo dos concorrentes globais, informalidade crescente, margens comprimidas e pressão sobre preços, impor redução estrutural de jornada sem compensação produtiva significa aumento do custo por hora trabalhada, redução da competitividade, deslocamento de investimentos e risco ao próprio emprego que se pretende proteger.

Antes de discutir menos dias trabalhados, o Brasil precisa discutir como produzir mais por hora, como reduzir o custo sobre o emprego, simplificar regras, dar previsibilidade a quem investe e como melhorar a qualificação técnica. O verdadeiro compromisso social é gerar crescimento sustentável — e crescimento sustentável nasce da competitividade.”

Assinam o documento as seguintes entidades: SinmaqSinos, Sindimetal RS, ACI-NH/CB/EV/DI/IV, Sindartcouro NH, Sindivest SL, Siab RS, Sindicis, Sinborsul, Abrameq, Sinduscon NH e SICNH.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 146 Visualizações
Business

Arroz gaúcho enfrenta cenário desafiador e setor pede crédito, seguro e equidade regulatória

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas foi aberta no Auditório Frederico Costa com o painel inaugural “Cenário Atual e Perspectivas – Conectando Campo e Mercado”. O evento segue até 26 de fevereiro, na sede da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

Na abertura, o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Denis Dias Nunes, destacou que o encontro simboliza não apenas o início de uma nova safra, mas também a resiliência e a capacidade de superação do produtor rural diante de um cenário complexo. “Importante destacar que toda a programação do evento foi pensada justamente neste desafiador cenário que estamos enfrentando”, afirmou.

Nunes ressaltou que o Rio Grande do Sul vive uma conjuntura marcada por desafios e oportunidades. “O arroz, cultura que moldou nossa identidade produtiva, atravessa um período de forte atenção nacional. Estoques elevados, volatilidade de preços, endividamento, dificuldade de acesso a crédito, juros incompatíveis com a atividade e reiteradas fraudes setoriais de tipificagem no arroz ofertado ao consumidor são fatores que colocam o Rio Grande do Sul no centro da discussão sobre segurança alimentar”, declarou.

O dirigente alertou que a fragilidade da agricultura impacta diretamente a segurança alimentar e a economia. Segundo ele, o setor gera empregos, divisas e sustenta cadeias como transporte, indústria e comércio. Ao comparar políticas de apoio, destacou que na União Europeia cerca de 19% da renda dos produtores rurais vem do Estado, enquanto nos Estados Unidos o percentual é de aproximadamente 11% e, no Brasil, varia entre 1% e 5%. “A tecnologia digital, cada vez mais presente, transforma a lavoura em um ambiente de precisão, onde cada decisão é tomada com base em dados e não mais em incertezas”, acrescentou.

O presidente defendeu ainda a necessidade de um seguro rural mais robusto e acessível, linhas de crédito compatíveis com o custo real de produção e infraestrutura logística eficiente para escoamento e armazenagem. “Que nossos concorrentes tenham que cumprir a mesma legislação, seja trabalhista, ambiental, tributária ou sanitária, que os nossos produtores”, defendeu.

O diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Clênio Pillon, ressaltou a evolução tecnológica da agricultura nas últimas décadas. “Há 50 anos se plantava arroz com semeadora manual. Hoje vemos aqui essa verdadeira cidade da inovação. Uma revolução não apenas na lavoura arrozeira, mas na agricultura brasileira”, afirmou.

Pillon lembrou que, no início da década de 1970, o Brasil tinha cerca de 90 milhões de habitantes e produzia meia tonelada de cereais por habitante ao ano. “Hoje não produzimos apenas segurança alimentar, mas ajudamos a alimentar cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo”, comparou. Ele acrescentou que os desafios permanecem, especialmente na ampliação da soberania nacional na produção de insumos estratégicos para reduzir a dependência externa.

O superintendente do Senar, Eduardo Condorelli, avaliou o momento atual da orizicultura como delicado. “Poderia ser um problema para o país se a seca tivesse atingido 60% da colheita. Mas, lamentavelmente, a seca é no faturamento, não na produção. E, neste caso, o problema é só nosso”, observou. Condorelli destacou a capacidade técnica do orizicultor gaúcho. “Vocês representam o farol da agricultura do Rio Grande do Sul e é em vocês que os demais produtores se espelham”, declarou.

O presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Alexandre Velho, enfatizou a expansão do evento ao longo dos anos. “Em 2013, lá em Mostardas, a abertura ocupava uma área de 4 hectares, com cerca de 27 ou 28 empresas. Ao chegar aqui na Embrapa este ano, me surpreendi mais uma vez com o tamanho da estrutura”, relatou. Velho observou que o evento contempla múltiplas culturas e tecnologias estratégicas. “As ferramentas disponibilizadas aqui são fundamentais neste processo”, pontuou.

Velho também chamou atenção para o valor nutricional do cereal e a necessidade de estimular o consumo. “O arroz não envolve apenas o valor pago ao produtor, mas também o seu valor nutricional. Por isso, o Irga colocou na rua uma campanha nacional para promover mudança de hábitos da população na questão do consumo e do valor nutricional do cereal”, afirmou.

O presidente do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, lembrou que até 1997 o Brasil era importador de alimentos. “Em 27 anos nos tornamos uma potência agrícola, pecuária e silvícola, sendo o maior exportador líquido do mundo. E em cinco a dez anos seremos o maior produtor e exportador, e só o Brasil pode fazer isso”, enfatizou. Ele defendeu maior investimento em pesquisa. “Não podemos ter um orçamento limitado para a Embrapa. Precisamos investir mais para tornar viável inclusive a produção de etanol a partir do arroz”, argumentou.

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Edivilson Brum, alertou para a queda de rentabilidade do produtor, que hoje recebe menos de R$ 1,25 por quilo de arroz produzido. “Isso é desanimador e prejudicial para uma economia em que 40% do PIB está ligado ao agronegócio”, avaliou. Ele ressaltou o impacto multiplicador do setor e pediu prioridade ao Rio Grande do Sul nas políticas federais. “Não há lugar neste Brasil onde exista produção agrícola que não tenha o trabalho de um gaúcho”, finalizou.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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Setcergs e Federasul realizam terceiro e último encontro do Fórum de Debates sobre as rodovias gaúchas

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Setcergs e a Federasul promovem na próxima quarta-feira, 25 de fevereiro, às 13h30, na sede do SETCERGS em Porto Alegre, a 3º e última agenda do Fórum de Debates Setcergs | Federasul, encerrando o ciclo de encontros voltados ao diálogo qualificado entre o setor produtivo, entidades representativas e o poder público sobre o futuro das rodovias do Estado.

A moderação será conduzida pelo ex-governador Germano Rigotto e pelo presidente da FEDERASUL, Rodrigo Sousa Costa, com a presença do governador Eduardo Leite e do secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi. Nesta etapa final será apresentada a devolutiva institucional do Governo Leite em relação às contribuições construídas ao longo das duas agendas anteriores, realizadas em 21/1 e 4/2, na sede do Setcergs, a Casa das Rodas e Rodovias.

No primeiro encontro,  o governador Eduardo Leite apresentou a modelagem dos blocos 1 e 2, desenvolvida em parceria com os técnicos do BNDES e o Governo do Estado. Já no segundo encontro, o Governo do Estado recebeu sugestões e proposições de aprimoramento ao modelo apresentado. A terceira e última etapa desta quarta-feira trará mais uma vez representantes do Governo do Estado e quais proposições poderão ser incorporadas ao projeto, e de que forma serão realizadas.

O Fórum consolidou-se como um espaço estratégico de escuta e construção conjunta, reunindo lideranças empresariais, representantes institucionais e especialistas para tratar de temas estruturantes para a infraestrutura e a competitividade do Rio Grande do Sul.

O presidente do Setcergs, Delmar Albarello, destacou que as rodovias são parte essencial do desenvolvimento do Rio Grande do Sul e precisam ser debatidas com profundidade e base técnica. Segundo ele, o Fórum representa um momento oportuno para o futuro da logística no Estado, reunindo o setor privado, o poder público e a participação ativa da sociedade na construção de caminhos sustentáveis e eficientes.

Já o presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, afirmou que a iniciativa se consolida como uma oportunidade concreta para alinhar interesses, fortalecer o diálogo entre diferentes setores e construir soluções estratégicas para o futuro do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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