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Variedades

PEIC-RS de julho aponta que 91,2% das famílias gaúchas estão endividadas

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

91,2% das famílias do Rio Grande do Sul estão endividadas segundo a edição de julho da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias (PEIC-RS), da CNC. Os dados foram coletados nos dez últimos  dias do mês de junho, em Porto Alegre, e divulgados pela Fecomércio-RS. Pela primeira vez no ano, o percentual de endividados ultrapassou a marca dos 90%. A estatística foi maior que o da edição anterior (89,2%), mas inferior aos 96,3% de julho de 2023.

Pelo segundo mês consecutivo, houve aumento no percentual de famílias endividadas pelo levantamento da PEIC. O quadro da geral da pesquisa, antes da tragédia, esboçava uma trajetória de reação, em linha com o bom desempenho do mercado de trabalho, estabilidade inflacionária e alívio nas taxas de juros. No entanto, os dados de julho consolidam uma mudança de trajetória.

O percentual da renda comprometida com dívidas aumentou de 24,6% em junho para 28% no mês passado. Dentre os endividados, os que se dizem “muito endividados” atingiram 28,1%, percentual maior do que os 24,9% do levantamento anterior. Aumentaram também o percentual de pessoas com dívidas vinculadas ao cartão de crédito (64%) e com carnês (37,1%). O tempo de comprometimento com dívidas, por sua vez, também se elevou, alcançando 6,5 meses, acima dos 6,2 meses da edição anterior.

Vamos ter que acompanhar os dados das próximas divulgações com bastante atenção. A piora do quadro já era esperada. Para muitos, neste momento, endividar-se é a única alternativa e o pagamento de contas passadas perde na disputa com outras prioridades. No entanto, é importante que, independentemente da motivação, o endividamento seja feito de forma consciente para que não estrangule o consumo futuro nem vire inadimplência.”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O percentual de famílias com contas em atraso foi de 38% e registrou aumento em relação ao mês anterior, que havia somado 34,2%. Com isso, o percentual de contas em atraso voltou a crescer após 8 quedas consecutivas. O tempo de atraso no pagamento de dívidas vencidas foi de 31,8 dias e também teve alta na margem diante dos 30,9 dias em junho. Já o percentual de famílias que não terão condições de quitar nenhuma parte das dívidas em atraso nos próximos 30 dias atingiu 3,3%, na segunda alta na margem consecutiva. Desde outubro de 2021, o indicador não alcançava a casa dos 3%. Contudo, a manutenção desse indicador em patamares baixos é considerada importante para a redução dos riscos relacionados à persistência da inadimplência no mercado de crédito, fundamental na dinâmica do varejo.

A pesquisa completa pode ser acessada em drive.google.com/file/d/1kl2OJl7358Whbxz3zBkev08Pk7JVBsfp/view?usp=sharing.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 428 Visualizações
Cidades

Famílias de Novo Hamburgo atingidas pela enchente recebem nova moradia

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo é uma das primeiras cidades do Rio Grande do Sul a ter famílias vítimas das enchentes selecionadas para receber unidades habitacionais dentro do Programa Minha Casa Minha Vida Reconstrução, na modalidade de compra assistida. A medida vem após articulações da prefeita Fátima Daudt (MDB) junto ao Governo Federal, aliado ao fato de o município ser um dos primeiros a cadastrar moradores e realizar laudos das residências no sistema da Defesa Civil Nacional (S2ID) e Ministério das Cidades.

As famílias contempladas tiveram suas casas destruídas ou interditadas definitivamente por meio de laudos técnicos realizados pós-enchente. “Estamos trabalhando incansavelmente para a recuperação de nossa cidade, que foi fortemente atingida pela enchente de maio. É um trabalho intenso, com inúmeros contatos e ajustes, envolvendo recursos e projetos. Não vamos desistir de buscar tudo o que for possível”, destaca a prefeita Fátima.

Nesta semana, a Caixa Federal confirmou as 19 primeiras famílias hamburguenses que serão beneficiadas pelo Programa. Os nomes podem ser conferidos no link caixa.gov.br/voce/habitacao/minha-casa-minha-vida/mcmv-reconstrucao/Documents/publicacao-de-elegiveis-reconstrucao-FAR-20240809.pdf. Além de Novo Hamburgo, apenas moradores de Porto Alegre, Canoas, Montenegro e Arroio do Meio também foram contemplados.

A partir das informações fornecidas pelos municípios, o Governo Federal está realizando uma criteriosa seleção para a destinação das unidades habitacionais. Na modalidade de compra assistida, as famílias poderão escolher imóveis que atendam aos critérios estabelecidos pela Caixa Econômica Federal com a aquisição subsidiada pelo governo federal.

O município já enviou relatórios para a União com centenas de unidades destruídas pela enchente de maio. A Prefeitura segue trabalhando nos laudos de outras moradias e identificação de todas as famílias atingidas.

Foto: Décio Marques/SEMAM/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 896 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de calçado caem 23% nos sete primeiros meses de 2024

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de janeiro a julho de calçado caíram 23% em volume e 21,6% em receita comparado ao mesmo período de 2023, apontam dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Nos primeiros sete meses deste ano, a indústria calçadista embarcou 56,2 milhões de pares, que geraram US$ 570,25 milhões.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que existe uma expectativa de atenuação das quedas ao longo do segundo semestre do ano, mas que o setor, mesmo assim, deverá encerrar o ano com dados negativos . “Em 2024, além da baixa dinâmica do consumo internacional, estamos com dificuldades adicionais nos dois principais destinos do calçado brasileiro no exterior. Nos Estados Unidos, temos uma invasão de calçados asiáticos, que vêm ganhando market share em detrimento do nosso produto. Já na Argentina, temos uma crise interna que vem afetando diretamente a nossa performance. No início do ano, esperávamos uma recuperação econômica mais rápida, o que não está acontecendo”, avalia o dirigente.

Principais destinos

O principal destino do calçado brasileiro no exterior segue sendo os Estados Unidos, que entre janeiro e julho importaram 5,97 milhões de pares de calçados do Brasil, pelos quais foram pagos US$ 125,96 milhões. Contudo, os resultados são 5,4% inferiores em volume e 7,5% em receita comparados ao mesmo período do ano passado.

Em crise econômica e com o consumo em queda, a Argentina está com suas importações em declínio. Nos sete primeiros meses de 2024, os vizinhos importaram 5,84 milhões de pares brasileiros por US$ 112,17 milhões, resultados também inferiores tanto em volume (queda de 37,6%) quanto em receita (queda de 24,9%) em relação ao mesmo momento de 2023.

Ultrapassando a França como terceiro destino do calçado brasileiro no exterior, o Paraguai importou 4,85 milhões de pares por US$ 24,7 milhões nos sete primeiros meses de 2024. Ainda assim, os resultados são inferiores também em volume (queda de 16%) e receita (queda 8,9%) ante o ano passado.

Rio Grande do Sul permanece no topo dos exportadores

O Rio Grande do Sul segue sendo o maior exportador de calçados do Brasil. Entre janeiro e julho, as fábricas gaúchas embarcaram 17,93 milhões de pares por US$ 278,65 milhões. Ainda assim, o resultado representa quedas de 16,3% e de 15%, respectivamente, ante o mesmo período de 2023.

O Ceará aparece como o segundo principal exportador de calçados do país. Nos sete primeiros meses do ano, as fábricas cearenses embarcaram 17,54 milhões de pares por US$ 119 milhões, também quedas de 21,7% em volume e de 29,2% em receita na relação com o recorte do ano anterior.

São Paulo aparece na terceira posição entre os maiores exportadores de calçados do Brasil. Entre janeiro e julho, partiram das fábricas paulistas 3,34 milhões de pares por US$ 51,43 milhões, quedas de 29% e de 23%, respectivamente, ante o período correspondente do ano passado.

Importações crescem acima de dois dígitos

No acumulado dos sete meses, as importações somaram 20,85 milhões de pares e US$ 258,8 milhões, aumento de 10,2% em volume e queda de 5,5% em receita no comparativo com o mesmo período de 2023. As principais origens seguem sendo os países asiáticos. Em primeiro lugar aparece o Vietnã, que exportaram 6,58 milhões de pares para o Brasil, pelos quais foram pagos US$ 122,53 milhões, crescimento de 11,6% em volume e queda de 8,5% em receita na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Na sequência, aparecem Indonésia (2,9 milhões de pares e US$ 50,8 milhões, elevação de 15,4% e queda de 0,5% em relação ao mesmo período de 2023) e China (7,4 milhões de pares e US$ 25,1 milhões, queda de 6,3% em volume e de 23% em receita em relação ao ano passado).

Alerta para novos players asiáticos

Dois países asiáticos que anos atrás eram pouco representativos nas importações apareceram entre as principais origens em 2024 e acenderam uma chamada “luz de alerta” na indústria calçadista nacional. Com incremento de 121,2% nas suas exportações para o Brasil, Camboja foi a origem de 546 mil pares importados no período. Também recebeu destaque Mianmar, com aumento de 157,4% nas suas exportações para o Brasil, o que significa 197,84 mil pares.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 600 Visualizações
Cidades

Interdição de ponte da BR-116 afeta logística e economia da serra gaúcha

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

Um apelo urgente para a aceleração da reconstrução da ponte da BR-116 sobre o Rio Caí, entre Caxias do Sul e Nova Petrópolis, está sendo realizado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (Setcergs). A travessia, localizada no km 174 da rodovia federal, está interditada desde 12 de maio em função de danos causados pela cheia. No final de julho, a estrutura que restava foi implodida para permitir a remoção e a reconstrução.

A interdição da ponte tem gerado desafios para os transportadores, que precisam fazer um desvio de 80 km via São Sebastião do Caí. O percalço tem causado impactos negativos na economia local e no fluxo de visitantes na região das Hortênsias. “A rota é essencial para a logística da região, impactando diretamente o transporte de produtos como leite e calçados, além de ser uma via crucial para turistas e residentes. Sem a ponte, o desvio pelo interior tem causado congestionamentos e prejuízos significativos, além de afetar o acesso a serviços e o transporte escolar”, afirma a diretora Efetiva do Setcergs, Betina Kopper.

Além de tudo, os caminhos alternativos não estão nas condições ideais

A previsão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para a conclusão da obra da ponte indica para fevereiro de 2025. Contudo, a utilização de uma ponte metálica provisória, inicialmente planejada, foi cancelada, o que agrava a situação para os transportadores e a população local. O DNIT está investindo R$ 31 milhões na nova estrutura, mas o nível alto do rio tem dificultado o progresso das obras.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 655 Visualizações
Business

Fecomércio-RS divulga Sondagem de Meios de Hospedagem

Por Jonathan da Silva 12/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS divulgou os dados da Sondagem de Meios de Hospedagem, que contempla hotéis, motéis e pousadas. A pesquisa entrevistou 385 estabelecimentos entre os dias 11 de junho e 15 de julho deste ano, por telefone, em todo o Rio Grande do Sul. Dentre os resultados da sondagem, o destaque está no quadro identificado de impacto da catástrofe climática que assolou o estado sobre o segmento.

Se antes da tragédia a realidade dos meios de hospedagem era de vendas classificadas como “boas”, de acordo com a avaliação da maior parte dos entrevistados (65,5%), o relato de impacto negativo das enchentes pela vasta maioria das empresas (90,6%) sinaliza o quadro difícil que os negócios do segmento passaram a enfrentar após maio. Para além dos danos diretos, reportados por 35,8% dos entrevistados, 69,4% reportaram perdas indiretas, com o faturamento médio em maio tendo ficado pouco acima da metade (53,8%) do que seria esperado para o habitual do mês.

Com a dependência do restabelecimento do fluxo de turistas, o impacto da tragédia não ficou restrito ao mês de maio: o nível de receitas se encontrava, até meados de julho, abaixo do necessário para fazer frente a totalidade da despesa para 63,9% dos entrevistados, sendo que para 35,1% as receitas correntes permitiam pagar no máximo 50% da despesa. Na avaliação do movimento em relação ao projetado, a dificuldade tende a persistir, já que para 82,3% dos negócios a ocupação estava no momento da pesquisa abaixo ou muito abaixo do que era planejado. O fechamento do Aeroporto Internacional Salgado Filho aparece como principal empecilho às vendas nesta edição da sondagem, citado por 44,2% dos entrevistados.

Com receitas muito deprimidas, dentre os recursos utilizados para pagar as despesas diante desse contexto, o destaque está na utilização das reservas tanto das empresas (43,1%), quanto dos próprios sócios (29,4%). Apenas 7,3% citaram empréstimos novos nas linhas que foram anunciadas, enquanto 13,2% citaram crédito em linhas habituais. “São fluxos de caixa muito pressionados por muito tempo, afinal já se passaram três meses desde os primeiros efeitos. Infelizmente, a sondagem deixa muito evidente a situação em que muitos negócios se encontram no Rio Grande do Sul. Mesmo sem estarem na mancha de inundação, muitas empresas do setor foram profundamente impactadas e, sem uma perspectiva rápida de retorno para alguns, talvez os efeitos sejam irreversíveis.” comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O presidente da federação pondera, no entanto, que o segmento, assim como todo o empresariado gaúcho, acredita na reconstrução. “Nosso otimismo vem da força que temos. Temos disposição e coragem, mas é preciso ter claro que a ajuda prestada especialmente às empresas não está sendo suficiente. Estamos diante de uma realidade extraordinária que exige medidas extraordinárias. Temos uma estrutura produtiva afetada para muito além do impacto direto da água e dos deslizamentos. Por isso, seguimos incessantes no diálogo, para que sejam aumentados os valores e a acessibilidade a esses recursos”, complementa Bohn.

Apesar de 62,6% esperar que haja melhora nas vendas neste segundo semestre, na avaliação do segmento, a expectativa para o retorno ao patamar de ocupação/vendas do pré-tragédia terá seu tempo para acontecer, uma vez que apenas 13,2% indicaram que já se recuperaram. Para 31,4% o tempo previsto deve ser no mínimo de seis meses, enquanto 37,4% esperam que aconteça entre 3 e 6 meses e outros 17,9% projetam que aconteça em até 3 meses.

O estudo completo pode ser acessado em api.senacrs.com.br/bff/site-fecomercio/v1/file/07c9f0d020a587d7f9095fd195b355b3ac0550.pdf.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2024 0 Comentários 465 Visualizações
Projetos especiais

Feevale e Prefeitura de Esteio realizarão o RS Innovation Agro na Expointer

Por Jonathan da Silva 09/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale e a Prefeitura de Esteio serão as responsáveis pela curadoria do “RS Innovation Agro + Smart Cities”, espaço que apresentará as principais tendências de inovação para o agronegócio durante a Expointer 2024, entre os dias 24 de agosto e 1º de setembro. Nesta sexta-feira (9), foi firmado um acordo de cooperação entre a instituição, o município e a Ebatec Brasil para a realização das atividades, que acontecerão no Hub Agro, que será inaugurado durante a feira. A solenidade aconteceu na prefeitura de Esteio e contou com a presença do reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, do prefeito, Leonardo Pascoal (PL), do sócio-diretor da Ebatec Brasil, Eduardo Borges de Assis, e demais autoridades e convidados.

O RS Innovation Agro + Smart Cities abordará tanto o agronegócio quanto as cidades inteligentes, promovendo a colaboração entre esses setores para desenvolver tecnologias que beneficiem a todos. Ao unir forças e expertises, promoverá a resiliência e o desenvolvimento sustentável, mobilizando recursos e conhecimento para reconstruir o Rio Grande do Sul após as tragédias deste ano. O evento proporcionará, assim, um espaço de networking, potencialização de investimentos em inovação tecnológica, conteúdos de qualidade, cases, pesquisas e exposições de tecnologias, bem como promoverá a geração de negócios.

Borges de Assis afirma que é com imensa satisfação que será realizada mais uma edição do RS Innovation Agro, agora abarcando a temática das Smart Cities, o qual representa um marco do setor agropecuário e um exemplo de como a colaboração e a inovação podem transformar o futuro da agricultura e pecuária. “Os resultados falam por si só, pois já houve inúmeras parcerias formadas, negócios fechados e tecnologias lançadas, contribuindo diretamente para o crescimento do agronegócio no Rio Grande do Sul e em outros estados. Acredito que juntos estamos não só escrevendo a história do desenvolvimento tecnológico do agronegócio do Estado e do Brasil, mas também fomentando o caminho para o futuro que teremos que ter”, pontua o sócio-diretor da Ebatec Brasil.

Segundo José Paulo da Rosa, o RS Innovation Agro + Smart Cities será um espaço diferenciado que contribuirá para um momento de renovação que o estado está vivenciando. “Para a Feevale, é muito importante contribuir para esse ecossistema de inovação, em um momento em que precisamos repensar a própria Expointer, que será realizada depois de uma grande enchente, mas que precisa de nosso apoio para reconstruirmos o Rio Grande do Sul. E nós vamos conseguir fazer isso com empreendedorismo e com inovação, que são as características do RS Innovation Agro e de todo o ramo do agronegócio. Então, fica o agradecimento da Universidade ao prefeito e a certeza de que o nosso propósito, definido no plano estratégico da Instituição, é o de construir uma comunidade melhor, juntos”, afirma o reitor da Feevale.

Por sua vez, o prefeito de Esteio reitera a importância que um evento como o RS Innovation Agro + Smart Cities tem para a Expointer, pois segundo ele a inovação tem a capacidade de fomentar e estimular a economia e o potencial de catalisar processos dentro de toda a cadeia do agronegócio gaúcho, que é o motor da economia do estado. “A Expointer é um grande evento do agronegócio, mas está cada vez mais multissetorial, e quando a Universidade Feevale nos procurou para realizar o RS Innovation Agro + Smart Cities, acatamos a ideia prontamente. E, junto ao Hub Agro, fomentaremos cada vez mais a inovação durante os 365 dias do ano, não apenas no período da feira”, projeta Leonardo Pascoal.

Atrações compartilharão conhecimentos para fomentar o desenvolvimento

A diretora de Inovação da Universidade Feevale, Daiana de Leonço Monzon, apresentou o layout e a dinâmica do evento, cujas atividades ocorrerão no Palco Stage de Conteúdos, durante todos os dias da feira, das 10h às 18h, e serão voltadas a empresários rurais e urbanos, poder público, parques, hubs e startups e agricultores e pecuaristas em busca de soluções. Os conteúdos, ministrados por especialistas no segmento agro e smartcities, ambientes de inovação, parceiros e startups, estarão divididos em sete pilares temáticos. Confira os pilares e as temáticas abordadas em cada um deles:

Inovações Tecnológicas no Agro
  • Agricultura de precisão
  • Biotecnologia
  • Automação e robótica no campo
  • Soluções de irrigação inteligente
  • Economia circular no agro
  • IA (inteligência artificial) no agro
Cidades Inteligentes e Sustentáveis
  • Mobilidade urbana e rural
  • Energia renovável e eficiência energética
  • Gestão de resíduos sólidos
  • Infraestrutura verde
  • Tecnologia para a segurança pública
Painéis e Debates
  • O futuro do agro e das smart cities
  • Parcerias público-privadas
  • Desafios e oportunidades pós-tragédias
Startups e Empreendedorismo
  • Desenvolvimento de startups
  • Casos de sucesso
  • Financiamento e investimentos
  • Pitchs
Políticas Públicas e Regulamentações
  • Legislação para inovação
  • Políticas de incentivo
  • Planejamento urbano e rural integrado
Sustentabilidade e Clima
  • Adaptação climática
  • Redução de emissões de gases de efeito estufa
  • Conservação da biodiversidade
  • Educação e conscientização ambiental
Integração Rural-Urbana
  • Agroecologia e produção local
  • Tecnologias de conectividade
  • Turismo sustentável
  • Cadeias de suprimento inteligentes
  • IA na integração rural-urbana

Além do Palco Stage de Conteúdos, o espaço RS Innovation Agro + Smart Cities contará com diversas outras atrações, como um espaço para startups apresentarem suas soluções, um estúdio de podcast ao vivo e um espaço de coworking.

Fotos: Maria Izabella Atanasio/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2024 0 Comentários 429 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de carne suína bate recorde em julho

Por Jonathan da Silva 09/08/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína registraram um novo recorde em julho. Foram embarcadas 138,3 mil toneladas, número 31,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 105,3 mil toneladas. A receita mensal gerada também foi recorde, ultrapassando os US$ 300 milhões pela primeira vez. No total, foram US$ 309,4 milhões registrados em julho, o que representa 24,1% a mais que o obtido no mesmo momento de 2023, com US$ 249,4 milhões. Os dados foram anunciados na quarta-feira (7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) durante o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), em São Paulo.

No acumulado de 2024, a alta em volumes é de 8,2%, com total de 752,1 mil toneladas exportadas entre janeiro e julho, contra 695,1 mil toneladas no mesmo período do ano passado. No entanto, a receita acumulada no período chegou a US$ 1,609 bilhão, saldo 3,2% menor que o total registrado na mesma época de 2023, com US$ 1,663 bilhão.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o recorde nas exportações de carne suína reflete o momento positivo vivido pela suinocultura brasileira, com forte demanda internacional e diversificação de mercados. “O Brasil vai se consolidando para alguns países como uma importante alternativa, com Filipinas e Japão ganhando destaque. As perspectivas indicam também números positivos para o fechamento do ano. O trabalho para abertura e ampliações de mercado capitaneados pelo ministro Carlos Fávaro e sua equipe já dá resultados concretos. Seguiremos em busca de novas oportunidades para a carne suína”, destaca Santin.

Principais parceiros no comércio exterior

As Filipinas assumiram a primeira posição no ranking dos maiores importadores de carne suína do Brasil neste mês. No total, foram embarcadas 27,2 mil toneladas em julho, número 137,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 11,4 mil toneladas. Em segundo, aparece a China, que importou 19,7 mil toneladas, número que no entanto representa queda de 48,4% ante 2023. Na sequência, aparecem o Japão, com 11,3 mil toneladas (crescimento de 235,1%), Singapura, com 11,3 mil toneladas (aumento de 122,8%) e Hong Kong, com 10,6 mil toneladas (crescimento de 37,2%).

O diretor de mercados da ABPA, Luis Rua, destaca o forte incremento nos fluxos de exportações de carne suína do Brasil, com Filipinas, Japão e México como principais destaques. “Filipinas, que recentemente aceitou o pré-listing, foi o principal comprador pela primeira vez da proteína suína em julho. Outro ponto destacado foi a cada vez maior presença no mercado japonês, que demanda produtos customizados e de maior valor agregado. No geral, a demanda internacional está aquecida e assim deverá permanecer nos próximos meses, inclusive com a melhoria recentemente observada dos indicadores da cadeia produtiva de carne suína na China”, detalha Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2024 0 Comentários 375 Visualizações
Business

Indústria gaúcha se recupera parcialmente de perdas das enchentes

Por Jonathan da Silva 09/08/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria gaúcha teve um crescimento de 9,9% em junho, recuperando parcialmente a perda de 11,6% registrada em maio, durante as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (8) em pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, avalia que o setor industrial já encarava situação difícil antes mesmo da calamidade e que ela gerou um agravamento. “Agora, além dos danos mais duradouros causados pelas enchentes, sofremos ainda com o cenário econômico doméstico, carregado de incerteza com relação à política fiscal, e que piorou a partir da interrupção no ciclo de redução dos juros e com a instabilidade cambial. Isso dificulta a recuperação das empresas e, como consequência, nos prejudica na tentativa de reconstrução imediata do Rio Grande do Sul”, pontua Bier.

Detalhes dos resultados

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) da Fiergs mostra que, tal qual no mês anterior, a atividade industrial em junho foi impactada pelos componentes ‘faturamento real’ e ‘compras industriais’. Estes cresceram, respectivamente, 14,2% e 37,7%, após caírem, na mesma ordem, 19% e 29,9%, em maio. Na mesma base de comparação, a indústria gaúcha utilizou 81% de sua capacidade instalada (UCI) em junho, um aumento de 5% sobre maio. As horas trabalhadas na produção cresceram 1,4% após queda de 1,6% no mês anterior. O emprego ficou praticamente estável, com queda de apenas 0,1%, e a massa salarial real recuou 2%.

Na comparação anual com junho de 2023, os resultados são predominantemente negativos. O IDI-RS recuou 1,6%, com quatro dos seis componentes em queda, com destaque para o faturamento real que caiu 4,5% e para as compras industriais, que reduziram 4,2%. Junho de 2024, todavia, teve um dia útil a menos do que o mesmo mês de 2023, 20 ante 21.

Analisados os primeiros semestres de 2024 e de 2023, o IDI-RS teve uma queda de 3,4%. Entre os indicadores que o compõem, mais uma vez o faturamento real e as compras industriais se destacaram como as perdas mais intensas no acumulado de janeiro a junho, 5,8% e 9,5%, respectivamente. Também sofreram recuo as horas trabalhadas na produção (-3,3%) e o emprego (-1,5%), enquanto aumentaram a UCI (0,6%) e a massa salarial real (3,2%).

Em 12 dos 16 segmentos incluídos na pesquisa de junho da Fiergs, o cenário ficou negativo, com o nível de atividade tendo recuado na comparação entre o primeiro semestre de 2024 e o de 2023. A queda mais impactante foi a de Máquinas e equipamentos, com redução de 14,4%. Outras participações negativas em destaque foram de Couros e calçados, redução de 4,8%, de Alimentos, queda de 1,9%, e de Equipamentos de informática e eletrônicos, com recuo de 10,6%. Já entre os quatro segmentos ­com crescimento na atividade industrial no ano, o de Veículos automotores forneceu a maior contribuição positiva, subindo 9,4%, e o de Móveis também teve destaque, com crescimento de 6,4%.

Os detalhes da pesquisa completa podem ser conferidos em observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2024 0 Comentários 333 Visualizações
Cidades

Transportadores saúdam conclusão das obras no complexo Scharlau

Por Jonathan da Silva 09/08/2024
Por Jonathan da Silva

A proximidade do fim das obras no complexo Scharlau, em São Leopoldo, é considerada um alento aos transportadores, que afirmam estar sentindo de forma expressiva prejuízos em função das obras e reparos que vão além do tempo esperado. O setor e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) avaliam a via como uma das mais importantes para o escoamento da região.

A integrante da Comissão de Jovens Empresários e Executivos da NTC&Logística (Comjovem) Porto Alegre, Taís Lorenz, ressalta que a obra é extremamente importante para a região. “Já sentimos os benefícios, tanto para quem vai de Portão em direção a Porto Alegre quanto para quem segue para Novo Hamburgo. O trânsito agora é livre, com passagem facilitada pelo viaduto, que inclui uma sinaleira de pedestres rápida. Para quem vem da Grande Porto Alegre, o antigo congestionamento causado pela sinaleira foi eliminado, proporcionando um fluxo contínuo. Esta obra melhorou nosso trajeto em cerca de 50% a 60%, apesar de ainda haver alguns cones e áreas em finalização. É uma melhoria significativa para a região, trazendo mais agilidade para os caminhões e veículos”, enfatiza Taís.

Outra preocupação na região está em acelerar o progresso na obra da Ponte do Rio do Sinos. “É hoje um gargalo e o que se vê é um andamento muito devagar. Parece que não sai do lugar. É crucial acelerar o progresso naquele ponto para não perdermos os benefícios do fluxo que está sendo liberado pela Scharlau”, acrescenta a integrante do Comjovem.

Mesmo com o avanço na região, as condições gerais das estradas são motivos de preocupação para empresas do setor, que encaram prejuízos financeiros nas frotas por conta de custos elevados de manutenção dos caminhões e de insumos como pneus. “Hoje o maior problema é a qualidade das estradas em todo o estado, principalmente os buracos. Vemos frequentemente o fluxo ser interrompido para consertar buracos, que reaparecem em poucos meses. É fundamental haver a manutenção constante das vias”, finaliza Taís.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2024 0 Comentários 634 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Novo Hamburgo realiza reparos no dique do Santo Afonso

Por Jonathan da Silva 08/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Novo Hamburgo está realizando obras de reparo no dique do bairro Santo Afonso. Os trabalhos no local incluem remoção da vegetação de toda a estrutura, além da recomposição da chamada berma, a faixa lateral. A ação acontece após o levantamento topográfico realizado pelo Exército e mesmo ainda sem o município ter recebido recursos federais.

A prefeita Fátima Daudt (MDB) tem abordado os problemas do dique e cobrado o Governo Federal por ações de reconstrução de todo o Sistema de Contenção de Cheias da Bacia do Rio dos Sinos. A chefe do executivo hamburguense providenciou com o Exército um relatório sobre as condições do dique durante a enchente, feito pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), e também o levantamento topográfico da estrutura, que foi realizado em meados do mês passado.

Além disso, avaliações dos técnicos da Prefeitura indicaram que o dique precisa ser redimensionado e reconstruído tendo como nova referência a enchente de maio. A administração municipal reforça que a avaliação e reconstrução definitiva do dique é de responsabilidade da União, que anunciou recursos para tal no dia 30 de julho, em Porto Alegre. A Prefeitura também já fez o levantamento de todas as casas que, ao longo dos últimos 20 anos anos, foram construídas em cima do dique. As famílias que vivem no local já foram cadastradas e serão removidas para um espaço seguro.

Desacordo com São Leopoldo

A Secretaria Municipal de Obras Públicas de Novo Hamburgo também esclarece que a erosão verificada, próxima à Travessa Vera Cruz, é uma das consequências do transbordamento do rio sobre o dique. Ainda de acordo com a pasta, o dano na estrutura foi agravada pelo trânsito de veículos pesados sobre a crista realizado pela Prefeitura de São Leopoldo para o conserto da parte solapada do dique no território leopoldense. Em reunião com o Ministério Público e representantes técnicos das prefeituras de Novo Hamburgo e São Leopoldo à época, a prefeita Fátima alertou para o perigo, propondo uma solução conjunta entre as duas cidades, mas teve a proposta recusada pelo município vizinho. Os rachões (pedras) foram colocados em vários pontos do dique, no lado de Novo Hamburgo, pela prefeitura leopoldense, medida não recomendada pelo relatório de vistoria do IME.

Fotos: Vinicius Soares/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
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