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Cultura

Desfile Farroupilha de Novo Hamburgo está confirmado para o dia 20

Por Jonathan da Silva 12/09/2024
Por Jonathan da Silva

A realização do tradicional Desfile Farroupilha de Novo Hamburgo está confirmada para o próximo dia 20 de setembro, uma sexta-feira, às 9h, na Avenida Pedro Adams Filho, no Centro da cidade. Além de celebrar o dia do gaúcho, neste ano as comemorações ganham a companhia da celebração da Independência do Brasil e do bicentenário da imigração alemã no Brasil. O evento é aberto a toda a comunidade hamburguense.

O desfile é um momento importante, que materializa muitos sentimentos, como o orgulho, a esperança e a satisfação em ser quem se é”, afirma o secretário da Cultura de Novo Hamburgo, Ralfe Cardoso.

O desfile contará com a participação de escolas do município, instituições, Centros de Tradição Gaúcha (CTGs) e dezenas de cavalarianos. “Todos e todas estão convidados para prestigiar esse encontro, que celebra a força do nosso povo e resiliência para enfrentar os desafios”, destaca o secretário Cardoso.

A população de Novo Hamburgo pode acessar a avenida por meio do Calçadão Osvaldo Cruz ou da Praça do Imigrante, ocupando as calçadas, onde será possível prestigiar a atividade.

Serviço

  • O quê: Desfile Farroupilha de Novo Hamburgo
  • Quando: sexta-feira, 20 de setembro, a partir das 9h (protocolo inicia às 8h45min)
  • Onde: Avenida Pedro Adams Filho, entre a Rua Marcílio Dias e a Rua Lima e Silva, no Centro de Novo Hamburgo
  • Quanto: evento gratuito
Fotos: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2024 0 Comentários 630 Visualizações
Variedades

A cor do futuro: WGSN revela a tendência de 2026

Por Marina Klein Telles 11/09/2024
Por Marina Klein Telles

A WGSN (Worth Global Style Network), empresa líder mundial em previsão de tendências, especialmente nas áreas de moda, design, beleza e consumo, anunciou a cor do ano de 2026 Transformative Teal. Uma fusão fluida entre o azul escuro e o verde aquático.

A empresa prevê que 2026 será o ano do redirecionamento, marcado pelo aumento da demanda dos consumidores por maior responsabilidade ecológica.  Além de moda, a WGSN também cobre setores como tecnologia, sustentabilidade, alimentação e estilo de vida.

Veja alguns produtos com a cor tendência

6F Decorações – Coleção Vedete – edição Saint Tropez

Saint-Tropez, pitoresca cidade na Côte d’Azur, no sul da França, ícone de estilo e sofisticação, serviu de inspiração para o lançamento de uma série de objetos que passam a fazer parte da Coleção Vedete, criada pela 6F Decorações. As peças, inspiradas em elementos naturais promovem uma combinação única de charme rústico e elegância sofisticada, trazendo a exuberância dos tons em azul e verde, propostos pela WGSN.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 1,K Visualizações
Business

Comércio pode estreitar relacionamento e impulsionar vendas no Dia do Cliente

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Dia do Cliente é celebrado no próximo domingo, dia 15 de setembro. A data homenageia o principal patrimônio das empresas e é considerada uma oportunidade de estreitar as relações entre eles e os empreendimentos, além de possibilitar o impulsionamento de vendas. O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch, ressalta que a celebração em favor dos clientes vem crescendo há bastante tempo, demonstrando a consciência dos consumidores em relação a receberem atendimento de qualidade e personalizado.

Koch destaca que a data é um momento especial para agradecer e reconhecer o valor que os clientes têm para todos os negócios. “O Dia do Cliente nos possibilita demonstrar apreço e gratidão pela parceria que eles disponibilizam aos nossos negócios, diariamente. Portanto, as empresas têm uma oportunidade a mais para reafirmarem seu compromisso com a qualidade no atendimento e na oferta de produtos e serviços”, ressalta o dirigente.

O presidente ainda pontua que a satisfação do público é uma premissa fundamental para o sucesso de qualquer empreendimento. Por ser uma ocasião que combina a valorização do cliente com o potencial de impulsionar vendas, a data é vista como propícia para realizar promoções e conceder descontos especiais, com alto potencial de alavancar negócios. “Aproveitar o Dia do Cliente é benéfico tanto para a satisfação do consumidor quanto para o crescimento dos negócios. Lógico que os estabelecimentos comerciais devem estar adequadamente preparados ao longo de todo o ano para bem receber e atender sua clientela. Na semana e no dia dedicado ao cliente redobrar essa atenção e carinho para com eles é fundamental para incrementar vendas, conquistar e fidelizar o público”, aponta Koch.

Dicas da FCDL-RS para a data

  • Desenvolver uma campanha impactante para o 15 de setembro, identificando o perfil e as preferências dos clientes, utilizando diversos canais de comunicação para divulgá-la;
  • Ofertar promoções que valorizem os consumidores, como descontos significativos e ofertas de leve 3 e pague 2;
  • Distribuir brindes e amostras grátis, criando uma experiência positiva e memorável nos consumidores;
  • Proporcionar um atendimento cordial, com atenção e simpatia, proporcionando uma compra única e exclusiva.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 529 Visualizações
Cultura

Tradicionalismo movimentou R$ 4,5 bilhões na economia gaúcha em 2023

Por Marina Klein Telles 11/09/2024
Por Marina Klein Telles

Qual é o impacto do tradicionalismo na economia do Rio Grande do Sul? Em 2023, o valor chegou a 4,5 bilhões, conforme aponta a pesquisa inédita intitulada A participação do Tradicionalismo no Produto Interno Bruto do Rio Grande do Sul. Ela foi divulgada nesta terça-feira, 10, no Piquete Negrinho do Pastoreio, do governo do Estado, no Acampamento Farroupilha. O estudo foi coordenado pela Universidade Feevale, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e contou com a participação das pastas do Turismo (Setur), da Cultura (Sedac) e da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

Essa foi a primeira pesquisa mostrando o tradicionalismo como um setor produtivo e que se dedicou ao mapeamento de eventos, como rodeios e festas, de itens culturais, como pilchas e alimentos. O estudo ocorreu de julho de 2023 a abril de 2024, com nove eixos categorizados e mensurados. O método de trabalho incluiu formulação de hipóteses, análise dos segmentos do tradicionalismo e definição de coleta de dados, entre outros instrumentos.

O reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, pontuou que é um prazer para a Instituição contribuir como o estudo. “A Feevale tem o propósito de construir uma comunidade melhor. Tenho convicção de que, com mais atividades tradicionalistas, conseguiremos fazer isso. Quando apoiamos um projeto como esse, é por entendermos a importância do tradicionalismo e do quanto uma universidade pode contribuir através de sua cientificidade”, destacou.

O titular da Sedec, Ernani Polo, reforçou a importância da pesquisa. “É um instrumento fundamentado por meio de um estudo científico, o que dá mais credibilidade para quem vive do tradicionalismo e não tinha números do setor para organizar as suas atividades. É um olhar do tradicionalismo sob a perspectiva de um setor socioeconômico, além de cultural”, disse.

“A Secretaria de Turismo tem a diretriz de priorizar, dentre os produtos turísticos do Estado, o turismo cultural tradicionalista. Mas tudo isso precisa estar comprovado não só pela paixão de quem defende a causa, mas em números, como no caso de qualquer indústria. Para lançar um produto no mercado são necessários dados estatísticos que assegurem um bom negócio. É o que fizemos aqui hoje”, afirmou o titular da Setur, Ronaldo Santini.

“Muito além da cultura, que já é um ativo importantíssimo do nosso Estado, poder mensurar economicamente quanto o tradicionalismo movimenta anualmente no RS nos dá a capacidade de planejar melhor as políticas públicas para o setor, além de buscar incentivos e fomento para essa cadeia produtiva que gera desenvolvimento e renda em cada município gaúcho”, ressaltou o chefe de gabinete da Seapi, Joel Maraschin.

Cavalo crioulo

Autor do trabalho, o economista e professor da Universidade Feevale, José Antônio Ribeiro de Moura, enaltece o movimento realizado pelos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) e por outras entidades, nos quais são cultivadas todas as expressões do tradicionalismo e divulgados o folclore e a cultura gaúcha. “A produção artística do Rio Grande do Sul é rica e proporciona o desenvolvimento do Estado”, frisou.

O professor chama a atenção para a contribuição dos rodeios e do cavalo crioulo, assim como das festas campeiras, para o crescimento da economia gaúcha. Somente em 2023, foram realizados 3.264 rodeios, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. “São 3,2 mil festas por ano, uma média impressionante de mais de 60 a cada fim de semana. Dessas, 9% são grandes eventos; 48%, médios; e 43%, pequenos, os quais geraram, somente com inscrições, R$ 980 milhões. Além disso, o investimento em rodeios, festas campeiras e torneios de tiro de laço foi de cerca de R$ 1,3 bilhão, totalizando um consumo de mais de R$ 2 bilhões”, detalhou.

Eixos do tradicionalismo

Dados preliminares do estudo foram apresentados durante o 35º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria, em fevereiro, quando já se indicava a importância dos rodeios na economia do Estado. Na fase final, os dados foram divididos em nove eixos que movimentam a economia e cujos valores são:

– Rodeios: R$ 2 bilhões
– Festas: R$ 613,4 milhões
– Música: R$ 220 milhões
– Cavalo crioulo: R$ 1 bilhão
– Radiodifusão: R$ 2,3 milhões
– Projetos culturais: R$ 65,8 milhões
– Erva-mate: R$ 396 milhões
– Cutelaria: R$ 96 milhões
– Churrasco: R$ 106,5 milhões

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 426 Visualizações
Variedades

Inspiramais volta a Porto Alegre e anuncia edição também em São Paulo

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

A partir de 2025, o Inspiramais, principal salão lançador de materiais para as indústrias de calçados, vestuário, móveis, tapeçarias e bijuterias, terá edições em Porto Alegre e em São Paulo. As datas para a realização em ambas as cidades já têm inclusive data confirmada: o primeiro evento acontece nos dias 21 e 22 de janeiro, no Centro de Eventos da Fiergs, na capital gaúcha; e o segundo acontece nos dias 15 e 16 de julho, no Centro de Eventos Pro Magno, na capital paulista.

Abordando a temática ‘Burnout’, que embasa a pesquisa que será materializada em mais de mil produtos que serão apresentados no espaço Conexão Inspiramais, o salão deve contar com mais de 150 expositores de todos os principais polos produtivos brasileiros em cada uma das edições.

Retorno a Porto Alegre e edição paulista

Na sua 30ª edição, em função das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em maio deste ano, em especial a região metropolitana de Porto Alegre, o Inspiramais ocorreu em duas oportunidades, em Taquarae em São Paulo. A ida de uma edição para a capital paulista, em definitivo, reflete o dinamismo da moda. “Moda é comportamento e exige uma mudança contínua , por isso estamos muito felizes de realizar uma edição em Porto Alegre e uma em São Paulo, contemplando toda a diversidade da indústria do setor”, destaca a superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly.

Segundo Silvana, na edição da capital gaúcha a abrangência do salão será ampliada com duas novidades. A primeira delas é a exposição de materiais para o setor automotivo, inclusive com uma parceria com a influencer Nicole Malagueta, que levará seu Fusca estilizado e reformado com alguns materiais que estarão no Inspiramais, mostrando a transversalidade do segmento de materiais. A outra é novidade a participação do movimento Open Design, que trará ao salão 20 expositores. “Também retomaremos as rodadas de negócios entre fabricantes de bolsas e expositores de materiais”, adianta a superintendente.

O salão

Promovido pela Assintecal em parceria com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel), o Inspiramais tem a realização do Brazilian Materials e a parceria do Sebrae Nacional. Mais detalhes podem ser obtidos no site inspiramais.com.br.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 471 Visualizações
Cidades

Defesa Civil confirma instalação de base regional no Vale do Rio Pardo até janeiro

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul garantiu a instalação de uma unidade adjunta à Defesa Civil regional de Lajeado no Vale do Rio Pardo, possivelmente em Santa Cruz do Sul, com funcionamento a partir de janeiro do ano que vem.  A confirmação ocorreu durante reunião entre a coordenação regional do órgão e o Comitê Pró-Clima do Vale do Rio Pardo nesta terça-feira (10).

O encontro em Santa Cruz do Sul serviu para a apresentação de projetos do Eixo-1 da Defesa Civil. O grupo, que trata sobre resiliência climática e gestão de desastres, apresentou a proposta para aquisição de equipamentos e qualificação das Defesas Civis nos 17 municípios consorciados no Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale). O comandante regional do órgão estadual, coronel Claiton Fernando Marmitt, participou do evento.

A presidente do Cisvale, Sandra Backes, abriu a reunião saudando a presença do coronel Marmitt e apresentando os projetos desenvolvidos pelo comitê. “Na proposta do Eixo-1, que trata sobre resiliência climática e gestão de desastres, nós temos o trabalho integrado com a Defesa Civil e sentimos a necessidade de uma unidade regional, assim como o melhor aparelhamento e treinamento das nossas equipes, nos 17 municípios que fazem parte do Cisvale”, justificou a presidente.

Sandra frisou a necessidade de um treinamento constante para os operadores das Defesas Civis dos municípios da região, solicitação que deve ser encaminhada como um pedido especial do Comitê Pró-Clima ao Governo do Estado. “Nossa região tem muita deficiência na área de capacitação e treinamento dos técnicos das unidades municipais de Defesa Civil, por isso solicitamos de maneira muito especial ao estado esta possibilidade de criarmos cursos e momentos dedicados a esta formação especial”, destacou a dirigente do Cisvale.

Ao conhecer a articulação regional, o coronel Marmitt confirmou a instalação de uma adjuntoria, uma espécie de unidade adjunta, à Defesa Civil Regional, com sede no município de Lajeado, no Vale do Taquari. “Esta unidade funciona de maneira coordenada, com a presença constante de equipe da Defesa Civil Estadual, dando um suporte localizado e uma resposta imediata à região. Esta equipe fica fixada na adjuntoria e trabalha em parceria com o Vale do Taquari”, explicou o coordenador regional da Defesa Civil.

Marmitt ressaltou que a unidade adjunta deve entrar em operação já no início do próximo ano, a partir de 2 de janeiro, possivelmente em Santa Cruz do Sul. “Queremos ressaltar a extrema importância do trabalho do Consórcio na organização de projetos e na mobilização regional com a criação do Comitê Pró-Clima. Esta gestão climática precisa ocorrer de forma integrada entre os municípios, para que todo o planejamento seja o reflexo de organização e bons projetos para o Vale do Rio Pardo como um todo”, avaliou o representante do órgão estadual.

Coronel Claiton Fernando Marmitt

Comitê opta por aparelhamento

Com a confirmação de que a partir de janeiro do próximo ano a região contará com a adjuntoria local da Defesa Civil Regional, os membros do Comitê Pró-Clima atualizaram os projetos que serão submetidos ao Comitê Gestor do Plano Rio Grande no próximo dia 16 de setembro. “A intenção é aparelhar e equipar as unidades da Defesa Civil nos municípios. Listamos o que é necessário e cada município fica responsável de conferir esta lista e confirmar se será necessário algum item a mais”, explicou a diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas.

Após a confirmação das unidades municipais da Defesa Civil da região, os membros do Eixo-1 do Comitê Pró-Clima irão finalizar o projeto para encaminhar ao Governo do Estado, que solicitou a inclusão de propostas ao Plano Rio Grande até o próximo dia 26 de setembro. “É muito importante que o atendimento nos nossos municípios tenha acesso a estes equipamentos e possa dar uma resposta mais eficiente às nossas comunidades. Este projeto acaba sendo essencial para a resiliência e gestão de desastres naturais no Vale do Rio Pardo”, complementou a presidente do Consórcio, Sandra Backes.

Equipamentos para a Defesa Civil dos municípios

  • Caminhão baú 5 Ton, 4×4 (17 unidades);
  • Caminhonete tração 4×4 (17 unidades);
  • Barco de alumínio (34 unidades);
  • Bote de borracha (34 unidades);
  • Gerador de energia 50 KVA (17 unidades);
  • Reboque barco/bote/moto (34 unidades);
  • Drone de 30 Kg (17 unidades);
  • Notebook (17 unidades);
  • Nobreak (17 unidades);
  • Repetidora e integradora de radiocomunicação (17 unidades);
  • Provedor de internet independente (Kit Starlink) (16 unidades);
  • Cobertor de alumínio (3.400 unidades);
  • Colete salva vidas (850 unidades);
  • Megafone (68 unidades).
Fotos: Rodrigo Salles/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 353 Visualizações
Business

Debate sobre impactos das enchentes encerram o primeiro dia da ChocolaTCHÊ

Por Marina Klein Telles 11/09/2024
Por Marina Klein Telles

“Diante dos obstáculos, você desiste ou persiste?”. Este foi o tema do painel que deu continuidade ao ciclo de palestras da segunda edição da ChocolaTCHÊ, na tarde desta terça-feira, 10 de setembro, no Centro de Eventos do Parkshopping Canoas. Participaram como painelistas o fundador da Alfajores Odara, Jeison Scheid, a proprietária da LeFran Doceria, Franciele Ramires e o consultor e empresário João Rodrigues. A mediadora foi a jornalista Bruna Magalhães.

Franciele contou que iniciou no ramo da confeitaria, em 2017, na cozinha dos pais e teve o local fortemente atingido pelas enchentes de maio. “No dia da enchente levantamos tudo, porém, não poderíamos imaginar que dias depois a água chegaria no segundo piso. A única coisa que consegui salvar foi o motor da minha panela mexedora. É um processo de recomeço, tanto do atelier como da casa, pois eu trabalho de casa e, evidentemente, isso tudo nos afeta emocionalmente e financeiramente”, desabafa. Franciele conta que teve que sair de casa de Jet Ski. “Peguei todo o meu medo e a minha dor por essa situação inacreditável e coloquei no trabalho. Naquilo que eu sei fazer. Percebi que nunca fomos tão amados. Não sou mais a mesma pessoa”, define.

Já para Scheid, que teve um início “raiz”, como ele mesmo descreve, pois começou lá no final de 2013 produzindo alfajores em casa e vendendo na beira da praia da Ferrugem, em Garopaba/SC. “A vida na praia, vendo o sol nascer no mar foi a inspiração para o nome Odara”, revela. A experiência no verão deu certo e Scheid resolveu voltar para empreender em Porto Alegre, em 2014 O fundador da Alfajores Odara conta as dificuldades que a empresa teve com a catástrofe climática que atingiu o Rio Grande do Sul. “A Odara era um ponto de arrecadação para o município de Arroio do Meio, que havia sido fortemente atingido pelas cheias e Porto Alegre ainda não tinha sido atingida, porém, pouco tempo depois, já estávamos completamente debaixo d’água”, afirma.

Scheid diz que a água chegou a 2,20 metros de altura. “Tivemos um prejuízo total de mais de R$ 3 milhões, sendo R$1,8 milhão só de estoque. Como nosso maior mercado é o estado de São Paulo, nossa assessoria de imprensa é de lá e foi procurada pela mídia nacional, em meados de maio, que buscava alguma fábrica no Rio Grande do Sul que tivesse sido atingida e que o proprietário ainda não tinha conseguido acesso ao local”, conta. Scheid revela que alguns dias depois lançou a pré-venda dos alfajores para tentar arrecadar dinheiro para se reerguer. Quando os veículos começaram a divulgação, veio a surpresa. “Foram vendidos mais de R$ 600 mil para pessoas físicas. Foi um acolhimento muito grande”, salienta.

Para o consultor e empresário, João Rodrigues, “é impressionante a energia emocional que eles têm. Temos uma tendência, que é do ser humano, de que quando passamos por momentos difíceis é normal nos encolhermos. No entanto, tem pessoas que diante do caos estufam o peito e dizem: ‘o que vou fazer com isso?’”, ressalta. Rodrigues diz que toda informação recebida gera algum tipo de conexão. “Toda informação que recebemos vira pensamento, que gera sentimento e esse sentimento, por sua vez, gera comportamento. É esse comportamento que gera resultado”, explica. Para ele, não conseguimos controlar o sentimento e, sim, o comportamento. “Temos que mudar o que estamos pensando. Não temos controle sobre o que aconteceu, mas temos como seguir em frente. A forma como você se vê é o que determina comportamentos”, finaliza.

Na palestra de encerramento do primeiro dia, o consultor de empresas e CEO da Bello Festas, Ricardo Mello, falou sobre “Vendas: como vender, onde vender e porquê vender – Arte e Ciência”. Mello afirmou que o primeiro talento que uma confeiteira deve ter é saber vender. “Não adianta fazer um bolo incrível, é preciso dominar a arte da venda”, enfatiza. Para tanto, o consultor explica que é necessário aparecer, ter um bom produto e criar um diferencial. “Só se tem uma marca quando há um diferencial”, ressalta. Ele considera que a venda é a mistura entre arte e ciência e ensina os nove passos para ter sucesso nas vendas: prospecção e qualificação; preparação; abertura; sondagem; demonstração; oferta; negociação; fechamento e o pós-venda.

Serviço

O quê: 2ª ChocolaTCHÊ – Feira e Congresso de Confeitaria Artesanal do Rio Grande do Sul
Quando: 10 e 11 de setembro de 2024, das 10h às 20h
Onde: Centro de Eventos do ParkShopping Canoas (Av. Farroupilha, 4545 – Canoas/RS)
Ingressos: chocolatche.com.br
Mídias: instagram.com/chocolatcheoficial

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 354 Visualizações
Business

Indústria do RS cresce pelo segundo mês consecutivo

Por Marina Klein Telles 10/09/2024
Por Marina Klein Telles

O Índice de Desempenho Industrial gaúcho (IDI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta terça-feira (10), cresceu 4%, em julho, na comparação com junho. O resultado é decorrente, em parte, ao efeito calendário, uma vez que o mês de julho teve três dias úteis a mais. Foi o segundo aumento consecutivo do índice de atividade da indústria gaúcha, que acumula, nesse período, alta de 14,4%, compensando e superando as fortes perdas de maio, de -11,6%, provocadas pelas enchentes.

O IDI-RS combina seis indicadores que medem a atividade do setor industrial. A pesquisa de julho mostra que a maioria deles veio no lado positivo na comparação com junho. O maior destaque foi o faturamento real, que cresceu 9,2%, depois de ter aumentado 14,4%, em junho. Desta forma, superou a perda de maio, que havia sido de -19,1%. Também pesaram positivamente no resultado as horas trabalhadas na produção (+1,2%), a massa salarial real (+1,7%) e a utilização da capacidade instalada (+2,7 pontos percentuais), que atingiu 83,9%. É o mais alto nível desde julho de 2021. Já o emprego, que não cresce desde abril de 2023, recuou 0,4% e as compras industriais, que caíram 2%, devolveram pequena parte da alta expressiva de junho, quando chegou a 37,5%.

O comportamento da indústria gaúcha também foi positivo na comparação anual. Em relação a julho de 2023, o avanço de 6,7% do IDI-RS foi o segundo do ano e o mais intenso desde agosto de 2022 nessa base de comparação. O calendário, mais uma vez, colaborou: julho deste ano teve 23 dias úteis, ante 21 em julho de 2023.

Com isso, o ritmo da queda acumulada do IDI-RS no ano diminuiu, de -3,3%, até junho, para -1,9%, até julho, respectivamente, na comparação com os primeiros seis e sete meses de 2023. O resultado negativo de 2024 até julho foi influenciado, principalmente, pelas compras industriais, que caíram -7,3%, e pelo faturamento real, -3,3%. As horas trabalhadas na produção, -1,8%, e o emprego, -1,6%, também recuaram no período. Apenas a massa salarial real (+3,4%) e a UCI (+1,6 ponto percentual) subiram.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 322 Visualizações
Cultura

Chama Crioula é oficialmente recebida em Novo Hamburgo no CTG Porteira Velha

Por Marina Klein Telles 10/09/2024
Por Marina Klein Telles

Símbolo da coragem e do amor pelo Estado, a Chama Crioula chegou a Novo Hamburgo neste domingo, 8 de setembro. Um grupo com mais de 10 cavalarianos a levou ao Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Porteira Velha, onde a Chama foi entregue a prefeita Fátima Daudt e ao patrão João Ricardo Hoff (CTG Porteira Velha) para abertura dos Festejos Farroupilha 2024.

Antes disso, foram percorridos cerca de 600 km, entre Alegrete e Dois Irmãos, para trazer o emblema do início das comemorações. Cinco cavalarianos representaram Novo Hamburgo na Guarda da Honra da 30ª Região Tradicionalista: Osmar da Silva, Neval Nunes da Silva, Sérgio de Almeida e Derci Alves, do CTG Essência da Tradição, além de Marivaldo Antônio Cenci, do CTG Terra Nativa. Junto a centelha da Chama, o grupo cavalgou durante 15 dias até o destino, onde houve a expansão para cada uma das instituições da 30ª RT, a qual Novo Hamburgo pertence, e deslocamento até suas cidades.

Durante o cerimonial cívico-rio-grandense de recepção da Chama Crioula, a prefeita destacou a força dos gaúchos e das gaúchas, citando o trajeto feito, sob sol, chuva, vento e variadas condições climáticas, como exemplo. “A força do nosso povo está muito representada nesse caminho feito pela Chama, por tudo o que os cavalarianos passam durante aquele período. Vocês mostram essa força; é o que nos move no Rio Grande do Sul. O gaúcho tem no peito, na alma, essa força”, disse.

Em seguida, foi declarada a aberta a Semana Farroupilha da cidade de Novo Hamburgo. O Desfile acontece no dia 20 de setembro. Mais informações serão divulgadas em breve.

Foto: Amanda Ferreira/Secult | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 546 Visualizações
Business

Saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro cai 30% até agosto

Por Jonathan da Silva 10/09/2024
Por Jonathan da Silva

O saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro encarou uma queda de 30% entre janeiro e agosto, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). As exportações somaram 63,87 milhões de pares e US$ 654,78 milhões, quedas tanto em volume, de 22,4%, quanto em receita, de 20,4%, em relação ao mesmo período do ano passado. O cenário é o inverso nas importações de calçados, que no mesmo intervalo somaram 23,94 milhões de pares e US$ 300,44 milhões, aumento de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita no comparativo com momento equivalente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca a queda no volume exportado para a Argentina, de 30,8%, que é o segundo principal destino do calçado brasileiro no exterior, e vem puxando as exportações brasileiras de calçados para baixo. “Estamos vivendo um período de baixo consumo internacional. E este consumo menor vem sendo absorvido pelos produtores asiáticos, em especial da China, que depois das rígidas políticas para contenção da Covid-19 voltou ao mercado de forma bastante agressiva”, explica o dirigente.

Principais destinos

Principal destino internacional do calçado brasileiro, os Estados Unidos importaram, entre janeiro e agosto, 6,95 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 147,62 milhões. Os resultados quedas tanto em volume, de 5,3%, quanto em receita, de 8,3%, em relação ao mesmo período de 2023. No segundo posto ainda aparece a Argentina, que nos primeiros oito meses de 2023 importou 6,8 milhões de pares brasileiros por US$ 128,7 milhões, baixas significativas tanto em volume, de 36,7%, quanto em receita, de 23,4%, em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Ultrapassando a França no terceiro lugar ranking de destinos apareceu o Paraguai. Entre janeiro e agosto, partiram rumo ao país vizinho 5,47 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 28,2 milhões, ainda assim quedas tanto em volume, de 19,2%, quanto em receita, de 12,8%, em relação ao intervalo correspondente de 2023.

RS, maior exportador de calçados

Respondendo por mais de 50% de todo o valor gerado com as exportações de calçados no Brasil, o Rio Grande do Sul segue sendo o principal player internacional do setor no país. Entre janeiro e agosto, partiram das fábricas gaúchas 21,24 milhões de pares por US$ 328,14 milhões, quedas de 13,8% e de 13,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. Na sequência do Rio Grande do Sul apareceram como principais exportadores brasileiros de calçados os estados do Ceará (19,67 milhões de pares e US$ 134,44 milhões, quedas de 21% e de 27,3%, respectivamente, ante 2023) e São Paulo (3,74 milhões de pares e US$ 57,5 milhões, quedas de 29,9% e de 25,3%).

Ásia puxa aumento das importações de calçados

Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 23,94 milhões de pares por US$ 300,44 milhões, elevação de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita em relação ao mesmo período do ano passado. Respondendo por cerca de 90% dos calçados que entram no Brasil, os países asiáticos seguem puxando as importações para cima.

A China é a principal origem do volume importado. Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 7,75 milhões de pares chineses por US$ 27,32 milhões, quedas de 4,7% e de 24,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2023. O preço médio do calçado foi de US$ 3,50 por par.

A segunda origem dos calçados importados em 2024 foi o Vietnã, de onde partiram rumo ao Brasil 7,68 milhões de pares por US$ 141,9 milhões, incremento de 11,2% em volume e queda de 8,2% em receita no comparativo com os oito primeiros meses do ano passado.

Com crescimentos de 21,6% em pares e 3,1% em receita em relação ao ano passado, a Indonésia foi a terceira principal origem do calçado importado. No período, as empresas indonésias enviaram ao Brasil 3,64 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 61,48 milhões.

A Abicalçados tem monitorado o crescimento das importações de outros dois países asiáticos: Camboja e Mianmar.  Conforme a entidade, entre janeiro e agosto, Camboja foi a origem de 655 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 9,73 milhões, incrementos tanto em volume, de 82,1%, quanto em receita, de 62,6%, em relação ao mesmo intervalo de 2023. Atualmente, o Camboja é a quinta principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Já Mianmar, entre janeiro e agosto, exportou para o Brasil 271,46 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 2,85 milhões, impressionantes aumentos de 168,7% em volume e de 156% em receita em relação ao mesmo intervalo de 2023. Mianmar, conforme ranking da Abicalçados, já é a sétima principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Partes de calçados

Em partes de calçados, considerados cabedais, palmilhas, solados, saltos, etc, as importações dos oito meses somaram US$ 23,72 milhões, 26,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 467 Visualizações
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