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Gastronomia

Paleta Atlântida reúne público de 180 mil pessoas em celebração do churrasco à beira-mar

Por Marina Klein Telles 26/01/2026
Por Marina Klein Telles

No último sábado, 24 de janeiro, o litoral gaúcho recebeu mais uma edição do Paleta Atlântida, considerado o maior churrasco de beira de praia do mundo. Reconhecido como um dos principais eventos do verão, o encontro movimentou a Praia de Atlântida, em Xangri-lá, reunindo aproximadamente 180 mil pessoas ao longo do dia.

Com produção da Combo Agência, o evento ocupou 4,5 quilômetros de faixa de areia e contou com a participação de mais de 1.800 assadores. Ao todo, foram utilizadas cerca de 16 toneladas de carvão para o preparo de 19 toneladas de carne, consolidando o Paleta Atlântida como um dos maiores encontros gastronômicos do país. “Ver a praia tomada por famílias, amigos e apaixonados por churrasco é a maior recompensa. Esta edição superou expectativas em público, qualidade gastronômica e ativações, mostrando que o Paleta Atlântida vai muito além de um evento: é uma celebração da cultura do fogo e da convivência. No próximo ano, teremos uma edição histórica, que celebra os 10 anos do evento”, comenta Luciano Leon, CEO do Paleta.

Entre os destaques da 9ª edição esteve o Camarote Paleta, espaço open food com palco exclusivo para apresentações musicais e uma curadoria especial de assados. A área reuniu 25 estações gastronômicas assinadas por chefs e assadores convidados, além de atrações como George Israel, cantor, compositor e saxofonista, ex-integrante da banda Kid Abelha; Pitta, com repertório de samba e pagode; Tonho Croco; e a DJ Taís Scherer. A programação do evento também incluiu competições esportivas, como torneios de futebol, beach tênis e futevôlei.

Outro momento aguardado pelo público foi o tradicional Concurso da Melhor Paleta, dividido nas categorias Raiz — para receitas temperadas exclusivamente com sal — e Gourmet, que permite o uso de diferentes temperos. Os participantes apresentaram seus assados a um corpo técnico de jurados, responsável por avaliar critérios como sabor, ponto da carne e apresentação.

Com média 9,93, o grande destaque da competição foi Rodrigo Crestana Michel (competidor nº 1050710), vencedor da categoria Melhor Paleta Gourmet, que recebeu uma bonificação de R$ 10 mil em compras na rede de Supermercados Desco e uma moto ES1 da Leva Motors. Já o primeiro lugar da categoria Melhor Paleta Raiz ficou com a equipe Amigos de Nova Roma (Competidor nº 107110), que também recebeu R$ 10 mil em compras na rede de Supermercados Desco.

Confira os vencedores

Melhor Paleta Gourmet
1º lugar — Competidor nº 1050710 (média 9,93)
2º lugar — Competidor nº 1090710 (média 9,81)
3º lugar — Competidor nº 1030410 (média 9,80)

Melhor Paleta Raiz
1º lugar — Competidor nº 107110 (média 9,90)
2º lugar — Competidor nº 1010210 (média 9,89)
3º lugar — Competidor nº 1140510 (média 9,86)

O Paleta Atlântida integra o calendário oficial da Prefeitura de Xangri-lá e da Associação Brasileira e Pan-Americana de Assadores. A 9ª edição do evento teve apresentação da Tramontina e patrocínio de Eisenbahn, Elev Energy Drink, Melnick, Nat Frangos, Sicredi, Unilever PRO e Vero.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2026 0 Comentários 197 Visualizações
Projetos especiais

Divulgados os projetos que receberão R$ 3 milhões do Fundo Social 2026

Por Marina Klein Telles 26/01/2026
Por Marina Klein Telles

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande do Sul (Sescoop/RS) anunciou, na sexta-feira (23), os projetos selecionados para receber recursos do Fundo Social em 2026. A iniciativa vai destinar R$ 3 milhões a 15 ações desenvolvidas por cooperativas que atuam diretamente nas comunidades gaúchas, com propostas voltadas para educação, saúde, cultura, integração social, geração de renda e meio ambiente.

O Fundo Social é um programa que valoriza o impacto positivo gerado pelas cooperativas nas comunidades onde estão inseridas. Para a edição de 2026, foram 48 ações inscritas. A seleção contemplou propostas que colocam em prática o 7º Princípio do Cooperativismo — Interesse pela Comunidade, alinhadas também aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e aos pilares social e ambiental da agenda ESG.

Para a coordenadora de Desenvolvimento Cooperativista do Sistema Ocergs, Rafaela Comerlato, tais iniciativas ajudam a evidenciar o protagonismo das cooperativas na construção de um futuro melhor. “Quando cooperamos, construímos um mundo mais justo. O edital busca reconhecer o potencial das cooperativas em liderar soluções globais a partir da atuação local, com planejamento, resultados e impacto mensurável”, destaca.

Desde 2023, o Fundo Social já destinou R$ 8 milhões a projetos de responsabilidade socioambiental e cooperativismo, beneficiando mais de 70 mil pessoas em diferentes regiões do estado.

Segurança digital para idosos

Entre os projetos selecionados para este ano, o de maior alcance foi pensado na modalidade de intercooperação — uma parceria entre as cooperativas Sicredi Origens RS e Sicredi Serrana RS/ES. A iniciativa, que estima impactar mais de 5 mil pessoas, vai trabalhar a conscientização de pessoas idosas sobre segurança digital, usando uma linguagem lúdica para mostrar situações de risco, como golpes e fraudes. O objetivo é ampliar a autonomia no uso da tecnologia, prevenir crimes e fortalecer redes de apoio.

Projetos que já são referência

Entre os destaques contemplados em anos anteriores que receberão recursos novamente em 2026, estão iniciativas como Multiplicadores Lixo Zero, na região de Santa Rosa, e Batalhão do Bem, na região de Santa Maria, que ajudaram a mostrar, na prática, como a cooperação pode gerar resultados concretos para a sociedade.

Conheça os projetos contemplados em 2026

1. Multiplicadores Lixo Zero

Cooperconcórdia, Unimed Fronteira Noroeste/RS, Camnpal, Cotripal, Cermissões e Cotrifred

Visa à capacitação de escolas e cooperativas para liderar ações de sustentabilidade, promovendo a cultura do lixo zero; a preservação da justiça ambiental, climática e dos biomas; e a economia circular e solidária. Com gamificação, agente conversacional e parceria entre cooperativas, atuará em 31 municípios do Rio Grande do Sul.

2. Implementação da Agenda ESG e Intercooperação – Preservando Gerações

Cotrirosa e Cooperluz

Tem por objetivo implementar ações da Agenda ESG com vistas ao enfrentamento às mudanças climáticas que afetam a produção agrícola e interferem na continuidade das propriedades rurais. O projeto contemplará uma série de atividades como cursos, palestras e atividades culturais para jovens mulheres e lideranças, no intuito de fortalecer o protagonismo das cooperativas na vida do cooperado e suas comunidades.

3. Batalhão do Bem – O cooperativismo em ação

Unicred Premium, Unimed Santa Maria/RS e Unicred do Brasil

Foca na transformação de resíduos têxteis em formação e geração de renda para pessoas em situação de vulnerabilidade social, reaproveitando fardas militares e outros materiais. A iniciativa oferecerá cursos de costura, modelagem, customização e empreendedorismo, promovendo economia circular e inclusão produtiva.

4. Reciclar é Viver – Educação Ambiental e Protagonismo Comunitário

Copercicla e Cotapel

Almeja promover a conscientização ambiental por meio de cursos para alunos do 4º ano e idosos nos municípios atendidos pela Copercicla. As atividades preveem cursos para melhorar a separação dos recicláveis e formações para cooperados, fortalecendo a organização interna e ampliando o conhecimento sobre práticas ambientais.

5. Viver Bem na Escola
Unimed Federação RS, Unimed Serra Gaúcha, Unimed Vale do Caí, Unimed Região da Campanha, Unimed Uruguaiana, Unimed Missões, Unimed Noroeste, Unimed Porto Alegre, Unimed Central de Serviços e Unimed Erechim

Busca promover a educação para a saúde e cuidado ambiental por meio de cursos e oficinas sobre prevenção à gravidez, valorização da vida e consciência ambiental para alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas nas áreas de atuação das Unimeds envolvidas no programa.

6. Peça teatral Abre o Olho – pessoas idosas mais conscientes sobre segurança digital

Sicredi Origens RS e Sicredi Serrana RS/ES

Pretende promover a conscientização de pessoas idosas sobre segurança digital, usando linguagem lúdica para mostrar situações de risco, como golpes e fraudes. O objetivo é reforçar a autonomia digital, prevenir crimes e fortalecer redes de apoio.

7. Pontes para o Futuro: Formação Profissional e Inclusão de Jovens Atípicos no Mercado de Trabalho Cooperativo

Coopeeb e Cooperlíquidos

Visa promover a inclusão social e produtiva de jovens atípicos de baixa renda, oferecendo capacitação para o mercado de trabalho e introdução ao cooperativismo. Fazem parte da temática dos cursos assuntos como autoconhecimento, comunicação, carreira, educação financeira, direitos trabalhistas e cooperativismo. Esta iniciativa busca reduzir barreiras de acesso ao emprego, fortalecer a autonomia dos participantes e criar oportunidades por meio de parcerias com cooperativas locais, contribuindo para uma comunidade mais inclusiva e justa.

8. RecicladaMente – Um movimento de Inclusão, Cultura e Sustentabilidade nas Escolas

Cootravipa

Tem como objetivo promover a conscientização ambiental de crianças e adolescentes por meio de atividades interativas como palestras, teatro, oficina Pet Terapia e ações de gestão escolar sustentável. A iniciativa estimula o bem-estar, o desenvolvimento socioemocional e o engajamento de alunos, famílias e escolas, fortalecendo práticas alinhadas à agenda ESG.  Ao tornar o aprendizado uma experiência divertida e interativa, despertamos a consciência ambiental em crianças e adolescentes; ao ensinar a separação correta dos resíduos e o cuidado com os animais, formamos jovens capazes de transformar suas casas e comunidades.

9. Formando Agentes Multiplicadores da Ação Climática

CoeducaRS

Objetiva capacitar crianças e adolescentes para atuarem como agentes multiplicadores de ações de enfrentamento às mudanças climáticas. Unindo educação ambiental e cooperativismo, com a realização de cursos e palestras, busca ampliar o conhecimento sobre os impactos do clima na agricultura e incentivar soluções sustentáveis, frente a falta de conhecimento específico acerca dos impactos das mudanças climáticas nas propriedades, visando transformar a realidade com mais consciência, protagonismo e engajamento ambiental.

10. Inclusão Transformadora para o TEA

Unimed VTRP

Busca qualificar a inclusão de alunos com autismo nas escolas selecionadas, oferecendo formação prática para professores, coordenadores, auxiliares e familiares. A iniciativa utiliza estratégias aplicáveis ao cotidiano escolar, com teoria, simulações, planos de ação individualizados, estudos de caso e materiais didáticos.

11. OLHA ELA: Protagonismo e Liderança Feminina

Unimed Litoral Sul

Visa ao apoio a mulheres vítimas de violência doméstica por meio de capacitação técnica, desenvolvimento socioemocional e conexão com oportunidades de trabalho.  O tema é expandindo também para alunos de escolas e empresários locais, acerca do acolhimento e oportunidades de trabalho para este grupo de pessoas.

12. Conexões do Futuro: Turismo Rural e Protagonismo Jovem

Sicredi Conexão

Almeja capacitar jovens e famílias rurais para desenvolverem iniciativas de turismo rural, valorizando as propriedades e promovendo o desenvolvimento sustentável da região. Voltado principalmente a jovens, o projeto traz cursos, oficinas e palestras, e busca fortalecer as famílias, gerar novas oportunidades de renda e preparar os participantes para estruturar atividades de turismo rural que impulsionem o desenvolvimento econômico e social da comunidade.

13. FASS Coop – Futuro Ambiental Sustentável e Seguro

Coopermil e Central Cresol Sicoper

Visa à orientação de agricultores e comunidades sobre gestão da produtividade e das finanças diante das perdas causadas pelas variações climáticas. Por meio de palestras e materiais educativos, promove práticas mais sustentáveis e seguras nas propriedades, reduzindo riscos por meio da prevenção, apoiada nos pilares Educação, Intercooperação e Compromisso com a Comunidade. Na dimensão ambiental, apresenta soluções de manejo para melhorar a produtividade, enfrentar estiagens e minimizar danos climáticos. Já no âmbito social/econômico, orienta sobre mitigação de riscos, uso adequado do seguro privado e procedimentos para migração entre Proagro e seguro privado.

14. Cotriel Educando para o Campo

Cotriel

Busca promover a conscientização ambiental entre alunos do 5º ao 7º ano de escolas rurais de seis municípios, mostrando que o lixo — especialmente o orgânico — pode gerar aprendizado, renda e preservação ambiental. Inclui oficinas, cursos e palestras sobre culinária sustentável, compostagem, reciclagem, hortas escolares e reaproveitamento de materiais. Conduzido de forma participativa, com apoio técnico e parceiros locais, o projeto incentiva o protagonismo dos estudantes e o desenvolvimento de soluções sustentáveis nas comunidades.

15. Conexão Mulheres no Agro: Trilhas de Gestão Inteligente, Financeira e Digital

Sicredi Sul Minas RS/MG

Tem como objetivo desenvolver nas mulheres as competências em gestão financeira, digital e cooperativista, fortalecendo sua autonomia e protagonismo no campo. Por meio de workshops, cursos e palestras com especialistas, visa preparar as participantes para usar ferramentas digitais, compreender custos e receitas, e tomar decisões estratégicas nas propriedades rurais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2026 0 Comentários 197 Visualizações
Business

”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro” será tema de palestra no Sindilojas Vale Germânico

Por Marina Klein Telles 26/01/2026
Por Marina Klein Telles

Os dados anuais revelam que a população mundial está em processo de envelhecimento. Uma realidade, porém, mais do que desafio, uma grande oportunidade econômica. Essa será a abordagem da reunião-almoço Oficina de Negócios, do Sindilojas Vale Germânico, no dia 12 de março, a partir das 11 horas. A economista-chefe do Sistema Fecomércio-RS, Patrícia Palermo, traz a palestra ”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro”.

Patrícia trará dados, análises e tendências sobre como o envelhecimento populacional, como esse processo molda o comportamento de consumo e a criação de novas demandas para o setor produtivo. “Vamos conversar sobre o rápido processo de envelhecimento da população, fatores condicionantes e impactos. O core da palestra é a sensibilização quanto ao potencial de consumo dessa população”, antecipa a economista, que ainda fará uma breve avaliação do cenário econômico atual e suas perspectivas.

O tema é pertinente. Números do Bank of America Merrill Lynch revelam que a chamada Economia Prateada movimenta US$ 7,1 trilhões no mundo, o que a torna a terceira maior atividade econômica global. No Brasil, esse público representa 20% do consumo, o que gera movimentação anual na casa dos R$ 1,6 trilhão. Soma-se a isso o fato de que 22% das pessoas com mais de 60 anos continuam ativas no mercado de trabalho, reforçando seu protagonismo econômico. No Rio Grande do Sul, o estado brasileiro líder em população “madura”, tem 20,16% de gaúchos com 60 anos ou mais.

A economista trará em sua palestra informações sobre as maiores oportunidade de negócios voltadas a esse público. São setores como saúde, cuidado, habitação, turismo, lazer e serviços financeiros, além de adaptações no varejo e na prestação de serviços. “Precisamos estar atentos às necessidades desse público, que busca qualidade, bem-estar, conveniência e experiências”, observa.

Patrícia Palermo é economista formada com láurea acadêmica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestre e doutora em economia aplicada pela mesma universidade. Tem larga experiência no assessoramento econômico de empresas, entidades empresariais e cooperativas de crédito. É professora universitária desde 2004. Desde 2011 atua como economista-chefe da Fecomércio-RS. É professora da PUC-RS e das Faculdades São Francisco de Assis. Foi escolhida como Economista do Ano pelo Conselho Regional de Economia do RS em 2016.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2026 0 Comentários 179 Visualizações
Cidades

Campo Bom celebra 67 anos com programação cultural gratuita

Por Jonathan da Silva 23/01/2026
Por Jonathan da Silva

Campo Bom comemora, no próximo dia 31 de janeiro, 67 anos de sua emancipação com uma programação cultural gratuita aberta à comunidade. As festividades serão realizadas no Largo Irmãos Vetter, a partir das 18h.

A principal celebração ocorre na noite do dia 31 e contará com apresentações musicais ao ar livre. A programação inicia às 18h com show da Banda Passarela. Na sequência, às 19h45min, quem se apresenta é Rafynha Muti. O encerramento está previsto para as 21h, com o Musical JM.

Além do dia 31

Além do evento principal, a programação de aniversário se estende pelos meses de janeiro e fevereiro com outras atividades culturais. O projeto Festejando Campo Bom de Verão levará apresentações teatrais ao Teatro Marlise Sauersig, com o objetivo de ampliar o acesso da comunidade às artes cênicas durante o período.

Carnaval também faz parte

As comemorações incluem ainda o Campo Bom Folia, evento que marcará o Carnaval 2026 no município. A iniciativa integra o calendário de eventos da cidade e faz parte das ações previstas para o período de aniversário.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 151 Visualizações
Business

Cadeia do tabaco precisa de soluções realistas e redução de danos, defende especialista

Por Marina Klein Telles 23/01/2026
Por Marina Klein Telles

A Federação Nacional dos Trabalhadores na Indústria do Tabaco (Fentitabaco) promoveu uma agenda institucional estratégica com foco na apresentação da cadeia produtiva do tabaco a formadores de opinião, reunindo indústria, processamento, produção rural e entidades representativas. A iniciativa teve como eixo central o fortalecimento do diálogo institucional, por meio da apresentação da cadeia produtiva a psicóloga especialista em redução de danos, Mônica Gorgulho. O evento foi realizado nesta quinta-feira, 22, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa).

Convidada para a visita técnica, a psicóloga Mônica Gorgulho destacou a necessidade de abordagens mais realistas no enfrentamento do uso de substâncias psicoativas. “O uso não se encerra por decreto. Por isso, a redução de danos é uma estratégia necessária e responsável”, afirma. Com mais de 30 anos de atuação, a especialista também observa que documentos internacionais precisam ser atualizados. “A Organização Mundial da Saúde está defasada em pontos da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, que já previa, em sua crisma o em 2005, a redução de danos como instrumento possível”, complementa, ao defender soluções que considerem saúde pública, regulação e evidências.

Para o presidente da Fentitabaco, Rangel Marcon, a visita cumpre um papel institucional relevante ao permitir que o debate seja construído a partir da realidade. “Mostrar a cadeia produtiva, as condições de trabalho e a organização do setor é fundamental para combater estigmas e qualificar o diálogo público”, destaca. Segundo ele, o contato direto com a indústria e com o campo contribui para uma compreensão mais equilibrada sobre os impactos econômicos e sociais do tabaco na região.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação (Stifa), Éder Rodrigues, reforça que a iniciativa também valoriza quem está na base do processo produtivo. “Os trabalhadores precisam ser vistos como parte da solução, com respeito, segurança e reconhecimento”, afirma. A agenda incluiu café com a imprensa, visitas a empresas compradoras, produção de sementes, unidades industriais e processadoras, além de visita a produtor rural, com atividades concentradas ao longo de um dia inteiro.

Também participaram do ato a assessora de comunicação do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Eliana Stülp, o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Dresch, e o presidente da Associação dos Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Gilson Becker. A programação incluiu café com a imprensa e reuniões institucionais na sede da Fentitabaco e do Stifa, além de visitas in loco à Universal Leaf, à Profigen, a propriedades rurais de produtores integrados e à unidade fabril da Philip Morris, com agenda integralmente organizada e coordenada pela Fentitabaco.

Cadeia complexa e organizada

Com participação recorrente em fóruns e painéis internacionais que tratam do uso de substâncias psicoativas, Mônica Gorgulho atua há mais de três décadas no debate sobre políticas públicas, saúde e redução de danos, contribuindo para a formulação de estratégias discutidas em ambientes multilaterais. Mesmo sem conhecer de forma aprofundada a realidade produtiva do tabaco no Brasil antes da visita, a especialista sempre defendeu a continuidade de setores legalizados e organizados, como forma de reduzir riscos e enfrentar mercados irregulares.

Durante a agenda em Santa Cruz do Sul, Mônica destacou que soluções baseadas apenas na restrição tendem a gerar efeitos adversos. “Quando se aumenta a proibição, cresce o incentivo ao mercado ilegal, que é sempre mais perigoso”, afirma. Para ela, políticas públicas precisam considerar soluções viáveis e responsáveis. “Nosso papel como profissionais da saúde é influenciar políticas públicas com criatividade e base técnica, buscando reduzir danos de forma concreta”, complementa.

Após conhecer in loco a cadeia produtiva do tabaco, a especialista afirma ter se surpreendido com o nível de organização e a complexidade do setor. “Eu não tinha dimensão do grau de estruturação, da integração entre indústria, campo e trabalhadores, nem da complexidade envolvida em todo o processo produtivo”, observa. Segundo Mônica, a experiência reforça a importância de construir políticas e narrativas públicas a partir do conhecimento direto da realidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 109 Visualizações
Business

Com investimento milionário, empresa gaúcha abre 2026 com novidades no setor automotivo

Por Marina Klein Telles 23/01/2026
Por Marina Klein Telles

O ano de 2026 começa com novidades na Vipes do Brasil. Ao completar 24 anos de atuação no mercado automotivo, a companhia gaúcha dá início a um novo ciclo estratégico com o primeiro grande investimento do ano: o lançamento da sua primeira linha de ferramentas manuais de marca própria. O projeto, que demandou mais de R$ 1 milhão em aportes, marca a expansão da linha de produtos da empresa e sinaliza um movimento relevante de diversificação do portfólio.

O produto que inaugura essa nova frente é uma maleta profissional com 216 peças fabricadas em aço cromo-vanádio, desenvolvida a partir de um processo técnico rigoroso que envolveu engenharia, testes de desempenho, certificações e aprimoramentos voltados ao uso intensivo no ambiente profissional. A iniciativa vai além da ampliação de portfólio e reforça a estratégia da companhia de investir em soluções com maior valor agregado e controle de qualidade.

A decisão de avançar em uma nova categoria vem sustentada por resultados financeiros consistentes. Ainda antes do encerramento de 2025, a Vipes já havia superado todo o faturamento registrado em 2024. Até novembro, as vendas ultrapassaram R$ 60 milhões, com crescimento próximo de 9%, consolidando uma trajetória de expansão sustentável e criando bases sólidas para os investimentos previstos ao longo de 2026.

Com uma carteira que supera 40 mil clientes ativos em diferentes regiões do país, a empresa vem ampliando sua presença de forma orgânica, apoiada em logística eficiente, relacionamento próximo e um portfólio em constante evolução. Esse movimento também se reflete em iniciativas comerciais estruturantes. Lançado em 2025, o Vipes Móvel — showroom itinerante da marca — tornou-se um dos principais ativos comerciais da companhia, fortalecendo a aproximação com distribuidores, oficinas e centros automotivos. Com investimento superior a R$ 500 mil, o projeto passa a integrar de forma permanente o calendário comercial da empresa.

Para o diretor-geral da Vipes do Brasil, Vicente Schneider, o início de 2026 consolida uma fase de amadurecimento estratégico. “Entramos em um novo ano com projetos mais estruturados, investimentos consistentes e uma visão clara de crescimento. A expansão da linha de produtos traduz o nosso DNA de inovação, qualidade técnica e proximidade com o mercado. Seguimos atentos a oportunidades que fortaleçam a operação e ampliem nossa eficiência”, afirma.

Dentro desse planejamento de médio e longo prazo, a companhia avalia, para os próximos anos, a possibilidade de estabelecer uma base ou sede em São Paulo. O movimento, ainda em fase de análise, teria como objetivo ampliar a eficiência logística e a proximidade com fornecedores, distribuidores e parceiros estratégicos, mantendo a operação central e as raízes da empresa no Rio Grande do Sul.

Com crescimento consistente, uma base sólida de clientes e investimentos direcionados, a Vipes do Brasil abre 2026 com foco em diversificação, eficiência operacional e construção de valor sustentável.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 106 Visualizações
Ensino

Proximidade do início do ano letivo gera expectativa de boas vendas no comércio gaúcho

Por Marina Klein Telles 23/01/2026
Por Marina Klein Telles

Há menos de um mês do início do ano letivo no estado, já se observa, no comércio gaúcho, a busca pelos materiais escolares, demanda que tem influência importante no faturamento das lojas.

O presidente da Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do Rio Grande do Sul – FCCS-RS, Vitor Augusto Koch, destaca a elevada procura por artigos como cadernos, livros didáticos, lápis, canetas, borrachas, mochilas e estojos, entre outros. “Muitas lojas em todo o estado estão registrando aumento de vendas desses produtos na comparação com o mesmo período de 2025, algumas com elevação de até 15%. É uma movimentação importante para quem atua nesse segmento e demonstra a preocupação dos pais ou responsáveis em adequar o orçamento familiar às necessidades de compra do material escolar, antecipando a sua aquisição”, avalia o dirigente.

O presidente da FCCS-RS lembra que esse período compreendido entre o final de janeiro e o início de fevereiro é o que leva os consumidores a pesquisarem os preços dos materiais escolares, buscando encontrar ofertas, promoções e boas condições de pagamento. “Nos últimos anos, em função da instabilidade econômica vivida no país, o consumidor segue colocando o preço como o principal fator de decisão no momento da compra do material escolar. Portanto, cabe aos lojistas ofertarem produtos de boa qualidade com preços que caibam no orçamento das famílias. É possível vender artigos qualificados e duráveis por valores acessíveis, gerando movimento de clientes e vendas mais amplas”, aponta Vitor Augusto Koch.

Em função desta busca por artigos mais baratos, os pais estão indo às compras do material escolar sema presença dos seus filhos. Esse comportamento, que cresce a cada ano, ajuda a evitar que as crianças queiram os cadernos e mochilas mais caros, com personagens da moda, e acabem fazendo os pais extrapolarem o orçamento estabelecido para a aquisição dos itens escolares.

Vitor Augusto Koch ressalta que a atual conjuntura econômica do país deve fazer com o que o ticket médio das compras no comércio gaúcho gire em torno dos R$ 210,00. Como a aquisição do material escolar acontece em meio a uma série de compromissos financeiros típicos do início do ano, como pagamento de IPVA e IPTU, além das férias e do Carnaval, que comprometem de maneira significativa o orçamento familiar dos gaúchos, a média de preços não deve ser muito maior do que isso.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 102 Visualizações
Variedades

Feevale recebe selo nacional por práticas em saúde mental no trabalho

Por Jonathan da Silva 22/01/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale foi reconhecida entre as 30 melhores organizações do Brasil em saúde mental no ambiente de trabalho e receberá o selo Workplace Mental Health no dia 29 de janeiro, em São Paulo. A honraria é concedida pela Great People Mental Health, parceira da Great Place to Work (GPTW), que avalia a experiência emocional dos colaboradores, como forma de reconhecer práticas institucionais voltadas ao bem-estar no trabalho.

A premiação será entregue durante cerimônia na capital paulista, com representação da Universidade Feevale pela coordenadora de Desenvolvimento Humano Organizacional do setor de Gestão de Pessoas, Fabrícia Boll. O reconhecimento ocorre em meio ao Janeiro Branco, movimento nacional de conscientização sobre a importância da saúde mental e emocional, e destaca organizações que adotam práticas voltadas à promoção de ambientes de trabalho saudáveis.

O gerente de Gestão de Pessoas da Universidade Feevale, Everton Zambon, afirmou que o reconhecimento valoriza as ações desenvolvidas pela instituição na área. “Realizamos várias ações preventivas em todas as áreas, viabilizando essa percepção positiva da nossa atuação junto aos colegas. Essas melhorias geram maior engajamento e melhores resultados para nossa instituição. Estamos muto felizes e orgulhosos com mais esta conquista”, destacou Zambon.

Avaliação e critérios

Nesta primeira edição do selo, apenas 30 organizações foram reconhecidas como Top 30 Workplace Mental Health 2025. O processo de avaliação contou com a atuação de um comitê técnico formado por especialistas em saúde mental, medicina do trabalho, psicologia organizacional, ética e direito, responsável por validar critérios, analisar situações sensíveis e assegurar a integridade do processo.

Outros reconhecimentos

Em junho de 2025, a Universidade Feevale recebeu da Great People Mental Health a certificação em saúde mental. No mês anterior, foi contemplada com a certificação Great Place to Work (GPTW), concedida com base em pesquisa realizada com colaboradores, que avaliou aspectos como confiança na liderança, respeito, imparcialidade, orgulho e espírito de equipe. Nos últimos dois anos, a instituição também recebeu o prêmio Top Ser Humano, da Associação Brasileira de Recursos Humanos, Seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS).

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/01/2026 0 Comentários 97 Visualizações
Cultura

Exposição histórica sobre o trem na serra gaúcha ganha vida na Estação Campos de Canella

Por Marina Klein Telles 22/01/2026
Por Marina Klein Telles

A Estação Campos de Canella (www.estacaocanella.com.br), mais conhecida como a “Rua Coberta de Canela”, a partir de agora, contará com uma atração permanente para os visitantes, a exposição “Memória sobre Trilhos”. Com produção de Adriana Guimarães e Liliana Reid, a mostra é composta por diversos painéis com textos breves, ilustrações e fotos relacionados à história do trem, além de um QR Code com informações adicionais.

Dentre os temas apresentados na exposição estão o surgimento dos trens no mundo e sua expansão pelo Rio Grande do Sul, aprofundando na construção da estrada de ferro que ligava Porto Alegre a Canela, e que foi fundamental para o desenvolvimento social e econômico da região.

De acordo com as produtoras, a ferrovia sempre foi mais do que um meio de transporte: foi um símbolo de progresso, encontro e transformação. “Queremos que o público revisite essa trajetória que atravessa continentes, molda civilizações e deixa marcas profundas no Estado, até chegar ao coração de Canela”, explicam.

A exposição dá, ainda, relevante destaque ao Coronel João Corrêa, que ganhou a concorrência para construir a linha entre as cidades, apresentando uma solução para a dificuldade que era fazer o trem subir a serra gaúcha. “Ele conseguiu resolver o problema através de uma manobra chamada rabicho, um sistema de subida de ré”, recordam Guimarães e Reid, que completa: “Foi um feito grandioso e que, devido à necessidade de registrar a construção para os investidores ingleses, foi toda documentada através de fotos, criando um rico acervo da construção”.

Para as produtoras, a exposição tem o objetivo de ser um memorial sobre o trem, compartilhando conhecimentos. “É importante para quem visita a cidade conhecer essa parte da história, que tem papel significativo no desenvolvimento de Canela, Gramado e de toda a região. Cada imagem, trecho e detalhe revelam capítulos de uma história que continua viajando, mesmo após o apito final do trem”, finalizam Adriana Guimarães e Liliana Reid.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/01/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Business

Industriais gaúchos iniciam 2026 menos pessimistas segundo o Icei-RS

Por Jonathan da Silva 22/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do Rio Grande do Sul (Icei-RS) apresentou leve recuperação em janeiro de 2026, ao atingir 46,3 pontos. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (22), em Porto Alegre, pelo Sistema Fiergs. De acordo com a entidade, o resultado indica redução do pessimismo entre os industriais, embora o indicador permaneça abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança.

Apesar da melhora, o Icei-RS segue sinalizando ausência de confiança no ambiente econômico. De acordo com o levantamento, a recuperação está associada principalmente ao aumento da confiança dos empresários em relação ao desempenho de suas próprias empresas nos próximos seis meses.

Avaliação da entidade

Para o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o cenário ainda exige cautela por parte do setor industrial. “Os nossos empresários continuam apostando em seus negócios, o que é uma ótima notícia. Mas, sem a recuperação plena da confiança no cenário econômico e com a alta taxa de juros, a tendência é de cautela em relação a novos investimentos e à expansão da produção e do emprego”, afirmou Bier.

Expectativas das empresas

O Índice de Expectativas da Própria Empresa avançou 2,5 pontos em janeiro, alcançando 53,4 pontos, sendo o único indicador em nível considerado otimista. Já o Índice de Expectativas, de forma geral, subiu para 48,5 pontos, mas completou o sétimo mês consecutivo abaixo dos 50 pontos.

Economia brasileira

A pesquisa aponta diferença entre a percepção sobre os próprios negócios e a avaliação do cenário nacional. Enquanto o Índice de Expectativas da Própria Empresa cresceu, o Índice de Expectativas da Economia Brasileira recuou 1,4 ponto, ficando em 38,8 pontos. Em relação à economia do país, 39,5% dos empresários industriais projetam deterioração no próximo semestre, 54,5% acreditam na manutenção do cenário atual e 6,0% esperam melhora.

Condições atuais

O Índice de Condições Atuais manteve estabilidade na passagem de 2025 para 2026, repetindo em janeiro o mesmo resultado de dezembro, com 41,7 pontos. O Índice de Condições da Economia Brasileira recuou de 36,5 para 36,3 pontos, enquanto o Índice de Condições da Empresa teve leve alta, passando para 44,4 pontos. Ainda segundo o levantamento, 51,5% dos empresários consultados apontaram deterioração do ambiente econômico nacional em janeiro, e 3,7% identificaram melhora.

A pesquisa completa está disponível no site do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul.

Foto: Senivpetro/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
22/01/2026 0 Comentários 122 Visualizações
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