A solidariedade para com as vítimas da enchente continua chegando. Nesta tarde, a Defesa Civil recebeu a visita do prefeito de Barão, Jefferson Schuster Born. Ele trouxe alimentos, água e um fogão, para repasse às famílias que tiveram perdas com a cheia do Rio Caí. O coordenador Clóvis Pereira agradeceu pelo apoio e destacou a importância de uma comunidade ajudar a outra. Hoje, dezenas de voluntários de Montenegro, incluindo vários funcionários da Prefeitura, estão em Muçum, entregando doações e participando do processo de reconstrução da cidade, arrasada pela inundação.
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O governo federal reconheceu sumariamente, nesta quinta-feira (7), o estado de calamidade pública de municípios do Rio Grande do Sul afetados, ao longo da semana, pelas consequências de chuvas intensas. Após o governo do Estado declarar a gravidade da situação na quarta-feira (6), o quadro, agora, foi reconhecido também no âmbito da União.
A lista inclui as 79 cidades abrangidas pelo Decreto 57.177, do Executivo estadual. O documento foi publicado na quarta, em edição extra do Diário Oficial.
O decreto estadual e, na sequência, o reconhecimento de modo sumário pelo governo federal garantem a celeridade necessária para que os municípios possam receber recursos federais para as ações de resposta, restabelecimento e reconstrução.
A solicitação de recursos financeiros federais deve ser encaminhada pelos municípios, via protocolo no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), com as informações a respeito dos eventos adversos que atingiram seus territórios, como danos humanos e danos materiais em infraestrutura, por exemplo.
O chefe da Casa Militar e Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, ressalta que a Defesa Civil do Estado auxiliará as cidades na inserção de suas demandas no sistema. “Os municípios poderão contar com aportes de recursos federais para suprir as necessidades decorrentes desse evento severo, mas é essencial que a solicitação seja feita corretamente. Poderão ser atendidas desde as demandas de ajuda humanitária – como cestas básicas, água potável e telhas – até as mais complexas – como reconstrução de pontes, residências, prédios públicos e obras de infraestrutura”, explica.
Se, além desses 79 primeiros, outros municípios vierem a requerer o mesmo reconhecimento, o procedimento poderá ser realizado, mas por outra via. A tramitação não será de modo sumário, como ocorreu nessa primeira leva, mas poderá ser mais célere do que o rito ordinário – que é um processo mais demorado, o qual requer maior detalhamento e informações mais completas sobre os prejuízos e danos, com inserção de documentação e laudos robustos.
Para a decretação do estado de calamidade, o governo gaúcho levou em consideração a ocorrência de alagamentos, chuvas intensas, granizo, inundações, enxurradas e vendavais de elevada intensidade. Os eventos foram classificados como desastres de nível 3 (grande porte) pela destruição de moradias, estradas e pontes. Além de danos humanos, materiais e ambientais, houve prejuízos econômicos e sociais.
Conforme o último balanço da Defesa Civil estadual, com dados atualizados até 19h desta quinta, 83 municípios foram afetados em todo o Estado. Além disso, em âmbito municipal, 22 municípios decretaram situação de emergência e 46 reportaram danos por meio do sistema S2ID.
Municípios em estado de calamidade pública no RS
- Caxias do Sul
- Coqueiros do Sul
- Cachoeira do Sul
- Palmeiras das Missões
- Boa Vista das Missões
- Passo Fundo
- Sarandi
- Getulio Vargas
- Lajeado do Bugre
- Santo Expedito do Sul
- Mato Castelhano
- Erechim
- Santa Maria
- Ibiraiaras
- Nova Bassano
- São Jorge
- Bento Gonçalves
- Protásio Alves
- Marau
- Casca
- Estação
- André da Rocha
- Vacaria
- Cruz Alta
- Chapada
- Montauri
- Santo Antônio do Palma
- Água Santa
- Nova Araçá
- Campestre da Serra
- Carlos Barbosa
- Camargo
- Panambi
- São Domingos do Sul
- Sagrada Família
- Paraí
- Jacuizinho
- Lagoão
- Santo Ângelo
- Boa Vista do Buricá
- Sede Nova
- Eugênio de Castro
- Santo Cristo
- Farroupilha
- São Sebastião do Caí
- Jaguarí
- Ciríaco
- Sertão
- Muliterno
- Candelária
- Lajeado
- David Canabarro
- Estrela
- Arroio do Meio
- Montenegro
- Novo Hamburgo
- Encantado
- Muçum
- Roca Sales
- Colinas
- Imigrantes
- Santa Tereza
- Sapiranga
- Cachoeirinha
- Vanini
- Nova Roma do Sul
- Serafina Corrêa
- Bom Retiro do Sul
- Cotiporã
- São Nicolau
- Cruzeiro do Sul
- Bom Jesus
- Ipê
- Espumoso
- Charqueadas
- Coxilha
- Taquari
- Itapuca
- São Jerônimo
Foto: Maurício Tonetto/Divulgação | Fonte: Assessoria
O governo do Estado monitora, continuamente, o nível dos rios em todo o Rio Grande do Sul. Neste momento, alguns rios começam a baixar, ao passo que outros estão subindo. A situação, portanto, ainda requer atenção. Conforme o boletim de monitoramento hidrológico, fechado por volta das 10h desta quinta-feira (7), boa parte dos rios do Estado apresentam níveis de atenção, com diferentes desdobramentos da situação, conforme as regiões. A situação que requer mais atenção é a do Guaíba.
O acompanhamento é realizado pela Sala de Situação da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), em articulação com a Defesa Civil estadual. A partir da medição do nível dos rios em diversas estações do Estado, os profissionais realizam as análises, que levam em consideração três limiares: atenção, alerta e inundação.
A medição do rio Guaíba na Estação Cais Mauá C6 marcou, nesta quinta, 2,43 metros. O hidrólogo Pedro Camargo, da Sala de Situação, aponta que a tendência é de o Guaíba continuar subindo nas próximas 24 horas, com reflexos nas ilhas do Delta do Jacuí.
“O principal problema agora é a evolução dos níveis do Guaíba. Ele acabará recebendo o pico das cheias do Taquari e dos Sinos. Permaneceremos analisando o comportamento do Guaíba, que é influenciado por vários fatores, inclusive a direção dos ventos. Naturalmente, com o escoamento da água, ele subirá um pouco, podendo atingir, no máximo, três metros, que é a cota de extravasamento dele no cais”, explicou Camargo.
O rio dos Sinos está acima da cota de inundação e apresenta elevação. Os rios Taquari, Jacuí e Caí, que também estão acima da cota, apresentam estabilidade ou declínio. As bacias do Médio Uruguai, Ibicuí, Gravataí e Guaíba apresentam níveis em alerta. O Sinos marcou 4,48 metros na estação de São Leopoldo e 7,26 metros na de Campo Bom.
O Gravataí, que apresenta uma elevação considerada bastante lenta, subindo menos de um centímetro por hora, deve entrar em estabilidade e depois em declínio, nos próximos dias.
No Vale do Taquari, região bastante afetada pelas enxurradas, o pico da cheia já passou, e a tendência agora é declínio, até os rios voltarem a limiares normais.
As bacias do Ibicuí e do Médio Uruguai estão com estações em alerta. O rio Uruguai, em São Borja, apresenta uma lenta, mas persistente, elevação.
O rio Ibirapuitã, em Alegrete, que estava apresentando limiar de alerta, entrou em declínio, mas seguirá sob monitoramento, devido às previsões de chuvas no Sul e na Campanha. Diante dessas precipitações, é possível que esse rio apresente alguma resposta mais significativa.
Foto: Alex Rocha/Divulgação | Fonte: Assessoria
Em boletim divulgado nesta quinta-feira (7), a Sala de Situação do governo do Estado, coordenada pela Defesa Civil e pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), mantém o alerta meteorológico para chuva intensa em grande parte do Rio Grande do Sul, além de risco de vento forte e queda de granizo em alguns pontos.
A previsão do tempo, realizada pela equipe de meteorologistas, aponta que as instabilidades se espalham por todas as regiões ao longo do dia devido à aproximação e posterior avanço de uma frente fria.
A meteorologista Vanessa Gehm explica que uma área de baixa pressão atmosférica aliada ao fluxo de umidade da Amazônia está favorecendo as instabilidades na metade Sul do Estado, que devem aumentar. “A partir da tarde, uma frente fria avança pela fronteira com o Uruguai e reforçará as instabilidades nessas regiões, se espalhando para as demais áreas da metade Norte entre a noite desta quinta e a madrugada de sexta-feira”, afirma.
Alerta de temporais
O alerta divulgado pela Defesa Civil aponta para o risco de tempo severo com chuva forte, descargas elétricas, eventual queda de granizo e rajadas de vento nas áreas da metade Sul, Noroeste, Norte, Centro e Leste nesta quinta-feira (7). Nessas regiões, os volumes de chuva devem variar entre 50 e 75 mm/dia, podendo chegar aos 140 mm/dia no Sul e em parte da Campanha. Não se descartam temporais na Região dos Vales.
No final da tarde desta quinta o alerta foi renovado expandindo o risco de temporais nas próximas horas para grande parte do Estado.
Previsão do tempo para os próximos dias
Sexta-feira
Os acumulados ficam em torno dos 30 e 50 mm/dia nos Vales e no Leste, chegando pontualmente aos 75 mm/dia no Centro e Norte gaúcho. Ao longo do dia, o tempo volta a ficar estável – mas, a partir da noite, as chuvas retornam em parte do Estado.
Sábado
O sábado (9) começa com tempo instável, porém, gradualmente o sol entre nuvens volta a predominar sobre o Rio Grande do Sul.
A tendência é que os temporais e as chuvas intensas retornem à metade Sul na segunda-feira (11/9).
Alertas da Defesa Civil
É importante que a população das regiões citadas se cadastre para receber os alertas meteorológicos, que servem também como prevenção. Para isso, basta enviar, por SMS, o CEP da localidade para o número 40199. Em seguida, chegará a confirmação do cadastro e, a partir daí, os avisos da Defesa Civil passarão a ser recebidos.
Também é possível realizar o cadastro via Whatsapp. Para ter acesso ao serviço, é necessário se cadastrar pelo telefone (61) 2034-4611 ou por este link e, em seguida, interagir com o chatbot (robô de atendimento), enviando um simples “Oi”. Após essa primeira interação, o usuário poderá compartilhar sua localização atual ou escolher qualquer outra do seu interesse e, dessa forma, receber as mensagens.
Quaisquer atualizações sobre as previsões serão comunicadas pela Defesa Civil do Estado, juntamente à Sala de Situação, no site do órgão e em suas redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter).
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
O governo mobiliza grande efetivo para buscas, resgate e identificação das vítimas das cheias nas regiões Norte, Serra e Vale do Taquari. Os esforços do Estado, articulados pela Defesa Civil, promovem uma atuação transversal de todas as secretarias – e, em especial, das forças de resposta, que são o Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS), a Brigada Militar (BM) e a Polícia Civil (PC), nas ações de socorro às pessoas atingidas.
Ao todo, 911 servidores estaduais atuam em campo realizando os atendimentos. A Defesa Civil estadual empregou 36 profissionais no apoio aos municípios e 28 viaturas e caminhões. As ações ocorrem em conjunto com as Defesas Civis municipais. A equipe da Sala de Situação e do Centro de Operações da Defesa Civil estadual seguem monitorando a cheia dos rios e emitindo alertas à população quando potenciais fontes de risco são identificadas.
Desde segunda-feira (3), 674 agentes e um helicóptero da BM, 121 agentes e um helicóptero do CBMRS e 50 agentes e um helicóptero da PC trabalham nas ações de resgate. Mais de 40 embarcações estão sendo usadas para buscas e remoção de pessoas ilhadas, além de viaturas de apoio. O Instituto-Geral de Perícias (IGP) conta com 30 servidores para perícia e identificação de vítimas, além disso, é responsável pela confecção de documentos de identificação.
As inundações provocaram destruição em infraestrutura, o que dificulta a locomoção das equipes e dos moradores. Pistas ficaram alagadas em função do transbordo dos rios. Houve queda de barreiras, de cabeceira de pontes e deslizamentos. A Secretaria de Transportes e Logística, por meio das equipes do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), trabalha para desobstruir as rodovias o mais rápido possível, para que os artigos de primeira necessidade possam chegar aos municípios mais atingidos pelas chuvas.
Helicópteros utilizados nas operações de resgate
Brigada Militar – 1
Corpo de Bombeiros Militar de SC – 1
Corpo de Bombeiros Militar do RS – 1
Exército – 1
Força Aérea Brasileira – 2
Marinha – 1
Polícia Civil do RS – 1
Polícia Militar de Santa Catarina – 1
Polícia Rodoviária Federal – 1
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Após a chuva intensa que caiu na região nos últimos dias, a Defesa Civil avalia que a situação está sob controle no momento. De sexta-feira, 1º, até segunda-feira, 4, o volume de chuva foi de 151mm, causando alguns transtornos em Estância Velha.
Na tarde de segunda-feira, o coordenador da Defesa Civil, Kairo Campos junto com o prefeito Diego Francisco e com o vice-prefeito Airton Haag fizeram uma vistoria nos pontos mais atingidos em Estância Velha. O ponto mais crítico recebeu uma atenção especial, inclusive com a decisão de interromper, durante a noite, o trânsito na Av. 1° de Maio, entre a rua Henrique Konrath Filho e Av. Campo Grande.
O trecho onde fica localizado o Arroio Estância Velha encontrava-se com desmoronamentos causados pela chuva, oferecendo risco para quem circulava no local. Na manhã desta terça-feira, 5, o trânsito foi liberado e segue sendo monitorado. Conforme levantamento da Defesa Civil, foram recebidos 8 chamados no período mais crítico (árvores caídas, deslizamento de terra e monitoramento dos arroios). “A Defesa Civil e todos nós da administração estamos atentos para qualquer emergência. Felizmente não tivemos nenhuma pessoa desalojada e a situação está sob controle, com monitoramento constante” afirma Diego Francisco.
A Defesa Civil informa que qualquer emergência deve ser informada imediatamente através do telefone (51) 99849-1761.
Foto: Cleberton Baruffi/divulgação | Fonte: Assessoria
As chuvas que atingem a região desde a noite de sábado já somam um acumulado de 66 milímetros e estão provocando a elevação do nível do Rio Caí em Montenegro. No principal ponto de monitoramento, no Passo do Manduca, a água está agora em 3,0 metros, com elevação média de 20 centímetros por hora.
De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Clóvis Pereira, a chamada cota de alerta é de 4 metros. “Ainda falta bastante, mas, se continuar chovendo, devemos atingir este índice até o meio da tarde”, analisa. Em Montenegro, o Rio Caí transborda quando atinge 6 metros. “Como também segue chovendo na Serra e no Vale do Paranhana, muita água deve chegar ao longo do dia, o que torna o risco de enchente uma possibilidade real”, ressalta Clóvis.
A equipe da Defesa Civil já acionou o plano de contingência para as cheias, colocando sua equipe em prontidão para eventuais operações de socorro em caso de inundação. Também participam desse esforço diversas secretarias municipais e o Corpo de Bombeiros.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
A sala de situação juntamente com a defesa civil, do Rio Grande do Sul, informa sobre o retorno das instabilidades nestes próximos dias.
No dia de hoje, terça-feira, 22, os ventos se intensificam na maioria das regiões, variando entre 60 a 80km/h e chegando, pontualmente, a 90km/h no sul, centro, norte e serra gaúcha. Além disso, as instabilidades retornam para a parte da campanha, sul, centro, vales, região metropolitana, serra e litoral norte, onde a risco para temporais isolados, com eventual queda de granizo.
Na quarta-feira as instabilidades seguem atuando em parte do sul, centro e leste gaúcho, onde, ainda, há riscos para temporais isolados. As rajadas, também, continuam fortes entre 60 e 80km/h, no norte e serra gaúcha.
Na quinta-feira com avanço da frente fria as instabilidades seguem atuando na metade norte do estado. Ainda, há riscos de temporais isolados no noroeste, norte e nordeste gaúcho.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Morro Reuter segue recuperação de áreas atingidas pelo ciclone extratropical
Por Marcel Vogt
Por Marcel Vogt
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu a situação de emergência em cidades do Rio Grande do Sul afetadas pelo ciclone extratropical no dia 15 de junho. Entre elas, está Morro Reuter, que solicitou recursos para reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. Com base nas informações enviadas pela Administração Municipal, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avaliou e aprovou as metas apresentadas e liberou o valor de R$ 196.753,15.
O recurso está sendo empregado na recomposição do pavimento da Rua Alberto Meurer, localidade Linha Gorgen, e Rua Egídio Wolf, e restabelecimento da trafegabilidade e segurança da Rua Mathias Mombach, localidade Walachai, e do Caminho de Pedestres 2195, localidade Picada São Paulo.
Além destes reparos, a Administração Municipal aplica recursos próprios no restabelecimento da trafegabilidade e segurança da Rua Arthur Alfredo Hoffmeister, localidade Linha Gorgen, e da Rua Belvedere, localidade Belvedere. Esta última foi liberada para tráfego nesta quarta-feira, (9).
Foto: Daniela Moraes/Divulgação | Fonte: Assessoria
Uma comitiva da Casa Militar- Subchefia de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul está participando de reunião do Conselho Nacional de Gestores de Proteção e Defesa Civil (CONGEPDEC), na cidade de São Paulo. As comitivas estaduais foram recepcionadas na manhã de terça-feira (8) pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff e pelo coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil de SP, coronel Henguel Ricardo Pereira, no Palácio dos Bandeirantes, sede do poder executivo estadual.
Participam da programação o secretário chefe da Casa Militar e de Proteção e Defesa Civil do RS, coronel Luciano Chaves Boeira, e o subchefe da Casa Militar- Proteção e Defesa Civil, coronel Marcus Vinicius Gonçalves Oliveira.
No primeiro dia de atividades, foram apresentados diversos tópicos, como a análise do case do evento adverso na cidade de São Sebastião; Captação de Emendas, Fundo de Defesa Civil e Aparelhamento; Inovações Tecnológicas e Políticas Públicas de fortalecimento do Sistema de Proteção e Defesa Civil Estadual; Inovações e Soluções Preventivas em obras de Contenção; Estratégias de Comunicação – Case São Sebastião e Protocolo de Acionamento de Emergências em Gasoduto. Para o segundo dia estão previstas discussões sobre pontos do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil pelos gestores dos 27 estados participantes.
De acordo com o coronel Marcus, “essas oportunidades de troca de experiências entre os estados possibilitam a otimização das boas práticas relacionadas à temática de Proteção e Defesa Civil, o que traz benefícios para todos”, ressaltou.
O chefe da Defesa Civil gaúcha, coronel Boeira, destacou que “os últimos eventos adversos, especialmente os que ocorreram no Rio Grande do Sul, têm despertado mais o interesse da população e maior atenção dos gestores públicos em todas as esferas, buscando todos alcançarmos melhor capacidade de prevenção e redução dos danos”, destacou.

