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crise

Business

Gestão após medidas emergenciais é tema de debate na ACIST-SL

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Governo Federal publicou medidas emergenciais para ajudar os empreendedores a suportarem as perdas causadas pela pandemia do novo coronavírus, como a MP 936. Porém, elas têm tempo limitado de vigência e será necessária muita preparação em área como gestão, planejamento e recursos humanos para lidar com o futuro. Para apontar alternativas, os núcleos dos Contabilistas e dos Jovens Empresários da ACIST-SL promovem, nesta terça-feira (28), às 17h, a palestra on-line Gestão Estratégica Após Medidas Emergenciais: Cenários e Ações Gerenciais para o Retorno Empresarial. “Nosso objetivo é apontar algumas sugestões que poderão ser adotadas para minimizar os impactos da crise ocasionada pela pandemia, considerando o esgotamento das medidas emergenciais do governo”, explica Mariana Cardoso, coordenadora do Núcleo de Contabilistas.

Ela dividirá o debate com Patrícia Parnow e Andreia Silveira, respectivamente coordenadora e vice coordenadora do Núcleo de Jovens Empresários. “Ter conhecimentos de contabilidade, de finanças, departamento pessoal e também de inteligência emocional será essencial para a manutenção das atividades”, ressalta.

O debate acontece no Facebook da entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2020 0 Comentários 542 Visualizações
Business

Retomada pós-Covid é tema de debate internacional

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A retomada do mercado mundial de calçados pós-Covid foi tema de uma live talk realizada hoje, 22, com lideranças internacionais do setor. O evento, promovido pela Expo Riva Schuh, contou com a participação das associações setoriais Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), Appicaps (associação de calçadistas de Portugal), ACLE (conselho de exportadores de couros da Índia), CLIA (associação de curtumes da China), e das empresas Gold Star/Valleverde (Itália), Bata (Europa) e Sabu (Alemanha).

Na oportunidade, a gestora do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com Apex-Brasil, Letícia Sperb Masselli, destacou que o impacto maior da pandemia se deu no mercado interno brasileiro, que absorve mais de 85% da produção nacional. Segundo ela, a produção caiu 30% no primeiro semestre, queda que deve ser arrefecida no segundo semestre devido à retomada gradual dos pedidos.

A gestora comentou, ainda, que o Brasil nunca entrou em lockdown completo e que portanto as indústrias seguiram trabalhando, com capacidade reduzida pela queda nos pedidos e por medidas de segurança sanitária.

“A indústria calçadista brasileira está preparada para receber pedidos e possui alta capacidade de atendimento neste momento em que grandes marcas internacionais buscam alternativas de fornecimento.”

Ela destacou ainda que essa cadeia está mais unida e isso reflete também no preço mais competitivo, segurança e agilidade nas entregas internacionais.

Sustentabilidade

Uma das tendências do mercado pós-Covid é a Sustentabilidade, especialmente diante de um consumidor cada vez mais consciente e exigente. Neste contexto, Letícia destacou que a indústria brasileira vem trabalhando com o programa Origem Sustentável, que promove o conceito em todo o processo produtivo, desde a matéria-prima até o calçado pronto, não somente no aspecto ecológico, mas social, econômico e cultural.

Digitalização

Em um contexto de pandemia, Letícia comentou que a indústria calçadista vem respondendo rapidamente à digitalização do mercado, tanto no ambiente doméstico quanto internacional, com destaque para a plataforma BrazilianFootwear, que coloca marcas brasileiras em contato com compradores internacionais, diminuindo a distância física a poucos cliques.

“As empresas vêm realizando adaptações e qualificando seus times para esse mercado. É um processo que foi impulsionado ainda mais durante a pandemia do novo coronavírus.”

Expo Riva Schuh

Uma das maiores feiras internacionais do setor calçadista, reconhecida pela comercialização de grandes volume para os principais mercados do mundo, a Expo Riva Schuh ocorre duas vezes por ano, em Riva del Garda, na Itália. Empresas brasileiras, apoiadas pelo Brazilian Footwear, participam do evento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 572 Visualizações
Business

Sebrae e Lojas Renner se unem para fortalecer pequenas empresas da cadeia produtiva da moda

Por Gabrielle Pacheco 25/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante do cenário desafiador vivenciado pelo segmento da moda, o Sebrae e a Lojas Renner se uniram para apoiar micro e pequenas empresas que fazem parte da cadeia produtiva da varejista. A nova parceria vai proporcionar, de maneira gratuita, um conjunto de consultorias para gerenciamento de crise e gestão financeira em 220 pequenos negócios de seis estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais).

As consultorias serão oferecidas ao longo de dois meses, customizadas para a realidade de cada empresa, no formato online, para atender às recomendações de distanciamento social devido ao coronavírus. Serão seis encontros virtuais, totalizando 12 horas de atendimento, divididos em três temáticas: gestão financeira; linhas de crédito disponíveis no mercado; e dispositivos do governo e outras ações para o enfrentamento da pandemia. 

De acordo com o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, com o serviço individualizado, os empresários terão condições de avaliar rapidamente qual caminho seguir na gestão dos negócios, a partir da realidade e nível de preparação de cada um diante da crise. “A finalidade é um atendimento que leve clareza para esse empresário na tomada de decisão porque ele não pode esperar muito para redirecionar o seu negócio. Mais do que nunca, ele precisa de um atendimento pontual, rápido e efetivo para a gestão e sobrevivência da empresa”, explica. 

Em recente pesquisa realizada pelo Sebrae que avaliou os impactos da Covid-19 nos pequenos negócios, os empresários do segmento da moda afirmaram ter enfrentado queda brusca no faturamento. 

Para o diretor de produto da Lojas Renner, Henry Costa, a capacitação ajudará os pequenos empresários a se adequarem a este novo momento, permitindo que eles utilizem os recursos disponíveis da forma mais adequada. “Este projeto se soma a outras iniciativas que a Renner vem adotando para apoiar sua cadeia de fornecedores, dentro da nossa atuação de responsabilidade social e corporativa. Estamos trabalhando de maneira colaborativa com nossos parceiros, buscando soluções conjuntas que preservem a força do setor”, afirma.

Parte das empresas beneficiadas pelas consultorias também receberá da Renner um subsídio financeiro, com o objetivo de auxiliar na manutenção dos empregos e na reestruturação do negócio, podendo impactar positivamente mais de 2 mil pessoas. O investimento total da varejista é de R$ 1,5 milhão.

A relação entre o Sebrae e a Lojas Renner existe desde 2017, quando uniram esforços para apoiar a cadeia têxtil por meio do Programa Nacional de Encadeamento Produtivo. Desde então, mais de 200 micro e pequenas empresas passaram por um processo de qualificação empresarial com duração de 12 a 18 meses, recebendo capacitação em temas estratégicos para a gestão do negócio. O programa apresentou resultados gerais de aumento de produtividade de 23% e de competitividade de 55%, e se prepara para mais um ciclo de atividades no segundo semestre de 2020.

Mecânica

O trabalho está sendo efetuado com as seguintes etapas: no primeiro momento, o Sebrae e a Renner fizeram uma pré-seleção dos empresários que apresentavam um conjunto específico de critérios, como ser um pequeno negócio, um número considerável de empregados, a localização das regiões estratégicas para a Renner e com cobertura pela rede de consultores Sebrae. O contato está sendo feito pelos gestores do Sebrae nos estados comunicando que a consultoria está disponível. As instituições irão também formar lista de interessados e havendo vagas remanescentes esses empresários poderão ser atendidos.

Sobre a Lojas Renner S.A.

Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. foi a primeira corporação brasileira com 100% das ações negociadas em bolsa e está listada no Novo Mercado, grau mais elevado dentre os níveis de governança corporativa da B3. Atua por meio da Renner, que tem moda em diferentes estilos; da Camicado, empresa do segmento de casa e decoração; da Youcom, especializada em moda jovem; e da ASHUA Curve & Plus Size, que oferece roupas nos tamanhos 46 a 54. Atualmente, conta com cerca de 600 lojas em operação, considerando todos os seus formatos. A companhia opera ainda com a Realize CFI, que apoia o negócio de varejo, através da oferta e gestão de produtos financeiros.

Sobre o Sebrae

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é uma entidade privada que promove competitividade e o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos de micro e pequenas empresas, atuando com foco no fortalecimento do empreendedorismo e na aceleração do processo de formalização da economia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2020 0 Comentários 557 Visualizações
Business

Economia criativa resiste à crise do coronavírus com uso de ferramentas online

Por Gabrielle Pacheco 26/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a chegada do coronavírus ao Brasil, uma série de ações estão sendo tomadas para conter a expansão da doença. A proibição da realização de eventos e reuniões acertou em cheio o setor dos pequenos negócios que atuam com economia criativa. Com mais de 150 mil empreendimentos na área, empregando mais de 48 mil pessoas e gerando uma massa salarial de R$ 1,3 bilhões por ano, o segmento tem se reinventado diante da crise. A internet tornou-se uma ferramenta fundamental que tem contribuído para que os microempreendedores lancem novos modelos de negócios.

Um desses casos que se revelou durante o período de quarentena, em virtude do Covid-19, é o da professora de canto, Stefanni Lanza, 34 anos, que dá aulas há 14 anos em Belo Horizonte. Autônoma, ela encontrou nas aulas de música online a solução para a proibição dos encontros para realização de suas atividades presenciais. Há mais de uma semana, ela mantém encontros virtuais e individuais com os alunos, com duração de uma hora, no formato ao vivo, onde há interação total entre professor e estudante.

“Entendemos, desde o princípio, que a situação é atípica e tomamos essas medidas emergenciais. Reformulei toda a nossa metodologia, criando exercícios e dinâmicas voltadas para a interação virtual. Além do mais, com a disponibilização desse novo formato, mantive a metade dos alunos que eu tinha, tenho conseguido novas adesões, de pessoas que diante da situação não querem ficar entediadas dentro de casa. As minhas aulas acabam funcionando como um hobby, apesar de toda essa crise, acredito que vamos superar”, afirma a professora de música.

Stefanni Lanza destaca o papel fundamental das redes sociais e da internet para conseguir manter seu negócio. “É curioso como o setor criativo é capaz de se reinventar diante da crise, é claro que estamos preocupados com a infinidade de eventos que estão sendo cancelados. Mas, em contrapartida, fico feliz ao ver iniciativas de artistas se reunindo para fazer apresentações ao vivo pela internet. É uma corrente do bem, graças à tecnologia que dispomos. Fui procurada para fazer um show online para funcionários de uma empresa de TI. O dono quer proporcionar momentos de entretenimento para os colaboradores que estão produzindo em home office. Isso é incrível, enche nossos corações de esperanças”, declara.

A analista de Competitividade do Sebrae, especialista em economia criativa, Jane Blandini, acredita que há uma tendência mundial no uso da internet como plataforma de disseminação da cultura e do entretenimento. Porém, ela reforça que os pequenos negócios precisam de incentivos do governo e da sociedade para conseguirem monetizar o seu trabalho.

“Vejo um movimento global de popularização das lives. Há museus, escolas de música, Djs, produtores e cantores que já aderiram. A visibilidade que a internet proporciona é sensacional, é uma oportunidade, mesmo dentro da crise. Para além disso, destaco iniciativas como a do governo do Ceará que abriu editais selecionando artistas para fazerem apresentações online. É importante pensar em soluções para continuar gerando renda para esses criativos”, analisa.

O Sebrae tem acompanhado de perto a reação dos pequenos negócios diante da crise do novo Coronavírus e mantém seus canais de atendimentos ativos. Uma página com diversos casos inspiradores, orientações e cursos gratuitos para empreendedores está disponível aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2020 0 Comentários 475 Visualizações
Business

Governo anuncia primeiras medidas para reduzir prejuízo econômico

Por Gabrielle Pacheco 19/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A gestão estadual anunciou nesta quarta-feira, 18, as medidas iniciais para minimizar o prejuízo econômico em função do coronavírus. O governador Eduardo Leite se reuniu com os secretários da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, e do Planejamento, Leany Lemos, e com os representantes do Banrisul, do BRDE e do Badesul. O objetivo foi discutir o cenário econômico a partir da pandemia do coronavírus e encaminhar as primeiras medidas nessa área.

Foi definido que o Banrisul ampliará a oferta de crédito para pessoas físicas e jurídicas. Algumas das principais ações serão voltadas a pessoas jurídicas. Será concedida carência de até dois meses no pagamento de prestações de dívidas contraídas pelas empresas junto ao banco. Além disso, aqueles empreendedores que já tiverem alcançado o limite de endividamento em relação ao Banrisul poderão ampliar esse limite em até 10%.

“Não estamos falando em economia para salvar CNPJ, empresas, mas no que toca na vida das pessoas, dos funcionários, empregados, daqueles que vão ter a vida atingida. Parar tudo vai impactar na vida de muita gente e vai afetar empregos. Por isso, fizemos essa reunião e definimos essas primeiras medidas, que poderão e deverão ser ampliadas conforme a necessidade”, explicou o governador.

Leite reforçou que, para enfrentar a situação, o governo precisa atuar em três frentes: ampliação da assistência social aos trabalhadores autônomos mais carentes, apoio aos governos, que terão queda na arrecadação, e crédito para empreendedores, com o objetivo de evitar demissões.

“Queremos fazer movimentos maiores a respeito de prazos para o pagamento de tributos das empresas junto ao governo do Estado, mas a nossa capacidade é muito limitada. Quem tem capacidade de emitir títulos da dívida e até moeda para fazer frente a isso é o governo federal, então isso é indelegável, precisamos desse apoio”, afirmou Leite.

O secretário da Fazenda destacou que os demais Estados estão se organizando para, em conjunto, demandar um maior suporte da União.

“É necessária essa organização e os secretários de Fazenda já estão fazendo isso para coordenar com o governo federal que os empreendedores e as pessoas físicas consigam ultrapassar esse momento difícil. É fundamental a coordenação nacional e o apoio do governo federal, como mostra o exemplo dos principais países do mundo que estão passando pela mesma situação”, detalhou.

Medidas iniciais do Banrisul

Para pessoas físicas: oferta de R$ 11 bilhões disponíveis de crédito e aumento automático de 10% no limite do Banricompras.

Para pessoas jurídicas (microempreendedores, pequenas e médias empresas): carência de dois meses no pagamento de prestações de dívidas contraídas junto ao banco, ampliação de 10% do limite, R$ 3 bilhões disponíveis e pré-aprovados para pessoas jurídicas que estejam no limite da capacidade de crédito e prolongamento para até 3 anos no prazo para pagamento de parcelas referentes a empréstimos para o custeio da safra (em atenção aos produtores rurais).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/03/2020 0 Comentários 438 Visualizações
Business

Exportações de calçados caem pelo segundo mês

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Refletindo a crise da Argentina e o final dos embarques da temporada de Alto Verão, as exportações de calçados caíram pelo segundo mês consecutivo. Após cair 9,4% em março, em abril o tombo da receita gerada foi ainda maior, de 17,7% na relação com o mesmo mês do ano passado.

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que no mês quatro foram embarcados 9,12 milhões de pares por US$ 76,66 milhões. Em volume a queda foi de 7,6% na mesma relação. Com o resultado, no quadrimestre, as exportações somaram 44,16 milhões de pares embarcados, que geraram US$ 343,8 milhões, incremento de 9,4% em volume e queda de 0,1% em receita no comparativo com igual período de 2018.

O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, avalia que o comportamento pode ser explicado, em maior parte, pelo efeito da crise na Argentina.

“A crise no país vizinho, nosso segundo principal destino no exterior, vem afetando as exportações de calçados brasileiros desde o segundo semestre do ano passado”, revela Heitor.

Ele comenta ainda que, somente em abril, a revés foi de quase 50%, o que teve um reflexo de mais de 10% de queda nos números gerais”, comenta. No quadrimestre, a Argentina importou 2,5 milhões de pares verde-amarelos por US$ 32 milhões, quedas de 33,1% e de 45,1%, respectivamente, na relação com igual ínterim do ano passado.

Além do efeito Argentina, Klein ressalta que o fim dos embarques da temporada Alto Verão também afetaram negativamente o desempenho. “Os calçados de borracha ou injetados, as sandálias praianas, são pautas fortes das nossas exportações. Se desconsiderássemos os resultados desse segmento, as exportações totais teriam crescido 3,7%, em abril”, explica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2019 0 Comentários 452 Visualizações
CidadesVariedades

Gramado instala gabinete de crise

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

Os integrantes da comissão municipal para gerenciar os efeitos da greve e do desabastecimento em Gramado, criada nesta segunda (28), conforme proposta feita pelo Prefeito João Alfredo Bertolucci, o Fedoca, já realizaram sua primeira reunião hoje à tarde, na sede do executivo. A primeira pauta foi realizar um levantamento da necessidade urgente de combustível para o município, para que sejam abastecidos os veículos do poder público, dando prioridade para a saúde, segurança e situações emergenciais, além de contemplar uma parte da rede hoteleira para que Gramado continue com seus estabelecimentos funcionando, recebendo turistas e gerando divisas para a cidade. O objetivo é minimizar ao máximo as perdas no turismo durante o próximo feriadão de Corpus Christi, tradicionalmente um dos que mais tem movimento na região das Hortênsias.

Definidas as quantidades necessárias de combustível, a comissão vai solicitar ao Gabinete de Crise do Governo do Estado carregamentos com escolta policial para que os caminhões de combustível cheguem a Gramado. Os integrantes estão em contato com os hotéis e postos da região para calcular essas necessidades, ao mesmo tempo em que é feito o contato com o Governo do Estado para ver o que mais pode ser feito em relação à Região das Hortênsias. O gabinete municipal de crise estará em trabalho permanente a partir de agora e se reunirá diariamente.

A comissão é integrada por: Prefeito Municipal João Alfredo Bertolucci, Presidente da Câmara de Vereadores Manu Caliari, pelo Presidente do SindTur Fernando Boscardin, pelo Coordenador da Defesa Civil Paulo Boeira, pelo Vice-Presidente da Abrasel Felipe Andreis, pelo Comandante do 1º Batalhão em Áreas Turísticas, Tenente Coronel Gilson Marquez, representante dos revendedores de combustíveis da região, Dalton Martins, Delegado de Polícia Gustavo Barcellos, Promotora de Justiça Natália Cagliari e o Secretário Municipal de Trânsito e Mobilidade Urbana Luiz Quevedo.

Fonte: Assessoria | Foto: Reprodução
29/05/2018 0 Comentários 914 Visualizações
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