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Cidades

Geração de empregos em São Leopoldo acumula saldo positivo no primeiro semestre

Por Jonathan da Silva 31/07/2024
Por Jonathan da Silva

São Leopoldo teve saldo positivo de 84 novos postos de trabalho durante o primeiro semestre de 2024 de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Governo Federal. O resultado reflete números positivos nos serviços, com 370, e na indústria, com 205. No entanto, os dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência nesta terça-feira (30) apontam que a cidade do Vale dos Sinos fechou com saldo negativo de 306 postos no mês de junho, com 1.840 admissões e 2.146 desligamentos.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Turístico e Tecnológico de São Leopoldo, Juliano Maciel, ressalta que a cidade ainda enfrenta os impactos da enchente de maio. “Porém, ressalto a tendência da curva descendente estar se atenuando. Lembre-se que em maio tivemos um saldo negativo de 636 vagas, e agora em junho de 306. Estes números confirmam uma tendência que vem sendo projetada por economistas, de que esta crise tem um perfil de duração mais acelerado. Caímos e recuperaremos a atividade econômica com mais rapidez em relação à pandemia. Vamos trabalhar muito para termos um 2° semestre de retomada e números positivos”, salienta Maciel.

O destaque do sexto mês fica a cargo do setor de construção, com saldo positivo de 6. Os setores de indústria, serviços, comércio e agropecuária tiveram resultados negativos de 161, 92, 58 e 1, respectivamente. O estado do Rio Grande do Sul também registrou saldo negativo de 8.569 novos postos de trabalho em junho, com admissões de 108.299 e 116.868 desligamentos.

Foto: Digue Cardoso/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2024 0 Comentários 422 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo supera mil empregos criados no primeiro semestre

Por Jonathan da Silva 31/07/2024
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo teve 1.012 postos de trabalho criados durante o primeiro semestre de 2024 segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Governo Federal. Mesmo com mais de 6 mil empresas atingidas pela cheia do Rio dos Sinos em maio, a cidade do Vale dos Sinos ficou entre as que mais geraram empregos formais com carteira assinada no Rio Grande do Sul entre janeiro e junho. Na região metropolitana, criou menos apenas que Porto Alegre, Gravataí e Cachoeirinha.

Com o resultado, Novo Hamburgo soma 71.079 postos de trabalho, portanto, o número de empregos ocupados. Em junho, de acordo com o Caged, o município fechou o mês com o saldo positivo de 14 empregos gerados. Entre os seis meses do primeiro semestre, apenas o mês da histórica enchente, maio, teve saldo negativo na criação de emprego.

A Agência Municipal de Emprego (AME) de Novo Hamburgo, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, segue com oportunidades de empregos abertas em sua unidade. Para se candidatar a uma das vagas, basta o candidato comparecer à agência, que fica na Rua Joaquim Pedro Soares, 349, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, com a carteira de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2024 0 Comentários 572 Visualizações
Business

Abicalçados reporta recuperação gradual do setor calçadista

Por Jonathan da Silva 03/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) reportou a criação de mais de 5 mil empregos no primeiro bimestre do ano dentro do setor calçadista. Apenas em fevereiro foram 3,4 mil novas vagas. De acordo com a entidade, há recuperação, mas sem motivos para euforia. Com o resultado, as indústrias calçadistas fecharam o bimestre com estoque de 285,25 mil postos de trabalho em todo o país, 6,8% a menos do que no mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o dado aponta para uma leve recuperação, mas que ainda deixa o setor com resultado muito aquém de anos anteriores. Em 2022, por exemplo, o primeiro bimestre registrou a criação de 13 mil vagas. “Estamos alcançando o patamar de criação de empregos do ano passado, mas muito aquém da nossa capacidade”, explica o dirigente.

De acordo com Ferreira, fatores como a isenção de impostos de importação das plataformas internacionais em remessas de até US$ 50 têm impactado severamente a atividade. “Mecanismos compensatórios como a política da desoneração de pagamentos para os setores que mais empregam vem ajudando para que o baque não seja maior. Porém, desde o meio do ano passado, até mesmo esse tema vem sendo motivo de controvérsia, com o Governo Federal não respeitando a vontade do Congresso Nacional, que aprovou a renovação do benefício por duas vezes”, comenta o presidente-executivo da entidade, destacando que as empresas precisam de segurança para planejar o ano e pavimentar o caminho para uma retomada da atividade.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no país, entre eles o calçadista. Atualmente, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta. No caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. A renovação do mecanismo, que foi aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, no entanto, foi recolocada em pauta pelo Governo Federal via Projeto de Lei (PL) em tramitação em regime de urgência nas casas legislativas.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/04/2024 0 Comentários 470 Visualizações

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