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Cooperativa Languiru

Gastronomia

Cooperativa Languiru volta a produzir iogurte sachê e bebida láctea sabor morango

Por Jonathan da Silva 01/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Cooperativa Languiru anunciou a retomada da produção de iogurte sachê e bebida láctea sabor morango. Com foco no sabor morango em primeiro momento, os produtos voltaram ao mercado na última quinta-feira (28). Os itens podem ser encontrados em supermercados do Vale do Taquari.

O retorno se dará com a produção mensal de 5 mil litros em cada linha. De acordo com o coordenador do setor de leite da Languiru, Jones Kohl, a retomada da indústria e da produção de bebida láctea e iogurte permite à cooperativa renovar as energias em seu ressurgimento. “Relembrando o slogan da Languiru, ‘alimentando gerações’, nos motiva a levar estes produtos de alta qualidade ao nosso cliente”, pontua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2024 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Municípios analisam encaminhamento de estado de emergência econômica

Por Marina Klein Telles 02/06/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação dos Municípios do Vale do Taquari (AMVAT), por meio de assessoria jurídica, estuda e orienta os prefeitos da região quanto à possibilidade de decretarem estado de emergência econômica face às consequências advindas do momento de extrema dificuldade enfrentado pela Cooperativa Languiru. Essa foi uma das pautas tratadas pela entidade em assembleia realizada na manhã de hoje, dia 01 de junho, na CIC Teutônia.

O prefeito de Colinas, Sandro Herrmann, apresentou levantamento preliminar dos impactos para a economia dos municípios. “Tomando por base dados de 2021 e 2022, se a Languiru vier a parar com suas atividades nos segmentos de aves, suínos, leite, indústria e comércio, o Vale do Taquari deixa de arrecadar cerca de R$ 68,2 milhões em geração de ICMS, direta e indiretamente, redução que iniciaria a partir do próximo ano”, colocou Hermann.

O prefeito complementa sua fala, trazendo outros possíveis impactos que o fim das atividades da Languiru podem vir a ter a na região. “São recursos que deixam de circular nos municípios. Para algumas cidades a movimentação da Languiru representa 45% do ICMS, isso inviabilizaria muitos municípios. A Languiru corresponde à aproximadamente 15% de toda movimentação de ICMS da região. Não se trata apenas de uma questão de sobrevivência da Cooperativa, mas de todos nós. São números assustadores”, alertou.

Diante disso está sendo analisado, município por município, com acompanhamento da AMVAT, o decreto de estado de emergência econômica, almejando acesso a recursos financeiros e refinanciamento de créditos tomados, especialmente pelos produtores rurais.

Presidente e vice-presidente da Languiru, Paulo Birck e Fábio Secchi, respectivamente, apresentaram números e plano de reorganização da Cooperativa na assembleia da entidade regional, um mês após assumirem os cargos. “São decisões duras, mas a situação é extremamente complexa. Estamos negociando unidades de varejo e industriais, seja por meio de parcerias ou vendas, mantendo os negócios que apresentam resultado operacional positivo. Se continuarmos insistindo em setores que drenam nossos escassos recursos, como é a suinocultura, vamos acabar com todos os associados”, apontou o presidente.

Ele reitera que a Languiru está buscando renegociar suas dívidas. “Estamos renegociando com credores de instituições financeiras e reduzindo o volume de produção na avicultura. Precisamos estancar o prejuízo para podermos seguir e cumprir com os compromissos da Cooperativa, evitando que essa conta fique para os produtores”, enfatizou Birck.

Paralelamente a isso, Secchi falou em união de esforços para levar a Languiru ao ponto de segurança. “Os desafios são enormes, mas com transparência e o diagnóstico correto, de mãos dadas, podemos transpor esse momento. Não se trata de um problema meu, do Paulo ou dos associados. Se não conseguirmos avançar, o Vale do Taquari irá empobrecer. Humildemente, viemos aqui pedir ajuda pela sobrevivência da Languiru”, finalizou.

Foto: Leandro Augusto Hamester/divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2023 0 Comentários 555 Visualizações
Business

Languiru anuncia nova etapa de programa de reestruturação

Por Felipe Schwartzhaupt 15/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

A Cooperativa Languiru anunciou nesta quarta-feira, 15, uma nova etapa do seu programa de reestruturação, com ações específicas no enfrentamento às dificuldades e para manutenção de atividades do quadro social. O presidente Dirceu Bayer confirma a negociação com a empresa Lactalis do Brasil, parceria que potencializa a cadeia leiteira com a Cooperativa fornecendo a produção de leite in natura de seus associados à empresa.

Com isso, a Lactalis, que também conta com unidade industrial em Teutônia, passa a envazar, inicialmente, o leite UHT (Longa Vida) e, futuramente, abre a possibilidade de fabricação de outros produtos do mix lácteo da marca Languiru, otimizando sua capacidade industrial. Já a Indústria de Laticínios da Cooperativa segue com a produção de derivados, como bebidas lácteas, iogurtes e doce de leite. Com o ganho de produção na indústria, a Lactalis também deve absorver parte da mão de obra da unidade da Languiru. “Nós não vendemos a nossa Indústria de Laticínios, iremos continuar operando, e maquinários obsoletos poderão ser negociados com a própria Lactalis e outras empresas”, explica Bayer.

As 925 propriedades de 1.230 associados da Languiru passam a fornecer, em média, 350 mil litros de leite diariamente à Lactalis, considerando que existe oscilação ao longo do ano pelo período de entressafra – o restante do volume segue sendo industrializado pela Languiru.

A parceria ainda fortalece o trabalho de assistência técnica no campo, com foco na qualidade e produtividade dos associados – inclusive, o pagamento dos produtores seguirá a cargo da Languiru. Ao mesmo tempo, estende benefícios de compra de insumos nas unidades de Agrocenter e Fábrica de Rações aos produtores da Lactalis.

Também está em andamento a oferta de cartão convênio que beneficia os empregados da Lactalis na região para compras nas unidades de varejo da Cooperativa, como supermercados, lojas Agrocenter e farmácias. São ações que fortalecem a cadeia leiteira numa região reconhecida pelos seus volumes de produção, ao mesmo tempo em que valorizam a economia local como um todo.

Bayer pede tranquilidade aos associados, defendendo que a negociação é um importante passo para a sustentabilidade da Cooperativa e dos produtores rurais. “A cadeia leiteira possui enorme importância econômica e social na área de atuação da Languiru. Com a união de forças, estamos garantindo a continuidade das atividades nesse segmento, uma maneira estratégica de mantermos os pagamentos com associados e transportadores em dia, além de seguirmos com a marca Languiru, reconhecida pela sua qualidade”, explica, acrescentando que, com isso, a Cooperativa também ganha em poder de negociação e competitividade no mercado do leite.

Em comunicado enviado à imprensa, o CEO da Lactalis no Brasil, Roosevelt Júnior, explica que a parceria com a Languiru é a mesma adotada pela empresa em outras regiões do país, citando como exemplo o modelo firmado com as cooperativas CCPR, em Minas Gerais, e Cativa, no Paraná. “Esse acordo fortalece a bacia leiteira gaúcha. Vamos unir a expertise da Languiru no campo e a eficiência produtiva da Lactalis. Isso contribui com os objetivos estratégicos do grupo no país, que busca constituir uma liderança responsável no mercado que ajude no contínuo processo de melhoria da produtividade e qualidade do leite no campo e, também, para a manutenção de cooperativas fortes e representativas junto aos produtores rurais”, frisou.

A Cooperativa Languiru reúne Líderes de Núcleo e associados em reuniões agendadas para sexta-feira, dia 17, em Teutônia. Na oportunidade, o presidente Dirceu Bayer e o vice-presidente Cesar Wilsmann, acompanhados dos demais membros dos Conselhos de Administração e Fiscal, detalham as negociações no segmento leite e as tratativas em andamento nas cadeias da avicultura e suinocultura. “Enquanto em outras regiões produtores abandonam a atividade no campo, o foco principal da Languiru sempre foi a manutenção do seu associado. Todo esforço continua com esse objetivo, o associado é total prioridade no programa de reestruturação. A Languiru é forte, sustentou toda dificuldade do mercado até agora, está fazendo todo trabalho necessário para garantir uma produção consistente e sustentável”, conclui Bayer.

Foto: Leandro Augusto Hamester/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/03/2023 0 Comentários 581 Visualizações
Business

Cooperativa Languiru apresenta Poupança Grãos, iniciativa que valoriza e rentabiliza a produção

Por Amanda Krohn 31/01/2023
Por Amanda Krohn

A Cooperativa Languiru lançou, recentemente, a iniciativa Poupança Grãos, com o intuito de valorizar e rentabilizar a produção. O projeto se trata de um sistema de comercialização sustentável. Para participar, o interessado precisa ter à disposição uma estrutura dinâmica que permita colher o mais rápido possível e com o menor índice de perdas. Para tanto, a Languiru conta com pontos de recebimento de grãos equipados com balança rodoviária e estrutura que agilize ao máximo o processo de entrega da carga.

No Poupança Grãos, o produtor deixa o seu milho depositado em uma das unidades da Languiru, com a possibilidade de escolher o que fazer com ele depois. No momento em que optar em comercializar o milho com a Cooperativa, na modalidade Poupança Grãos o valor a receber usa como parâmetro a opção à vista (14 dias) praticado pela Languiru e, no vencimento, o produtor recebe o valor fixado na data da opção, sem descontos e corrigido pelo índice de poupança acrescido de 10%.

Nos últimos meses a Cooperativa preparou sua estrutura para se posicionar como a melhor opção de recebimento, armazenamento e beneficiamento de grãos, com pontos estrategicamente localizados. Em Teutônia, a carga pode ser entregue na Unidade de Recebimento de Grãos do Bairro Alesgut ou na Cerealista Markus do Centro Administrativo; em Estrela, a carga pode ser encaminhada para a Unidade de Recebimento, Armazenamento e Beneficiamento de Grãos no Complexo Portuário, na própria Fábrica de Rações ou ainda na Cerealista Markus em Linha Geraldo; em Cruzeiro do Sul, a carga pode ser direcionada para a Arla; em Venâncio Aires, na Unidade de Recebimento de Grãos do Agrocenter Languiru; em Taquari, na Certaja; em General Câmara, na Apomedil; e em Rio Pardo, na Coparroz.

Fotos: Éderson Moisés Käfer/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/01/2023 0 Comentários 803 Visualizações

Edição 308 | Jul 2026

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