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consumidor

Variedades

Mais de 50% dos consumidores planejam pagar à vista nas compras de Natal

Por Jonathan da Silva 04/12/2024
Por Jonathan da Silva

Mais da metade dos consumidores pretende pagar à vista nas compras de Natal deste ano conforme pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA). Dos entrevistados, 49,5% informaram que usarão o salário do mês para as compras, enquanto 14,5% utilizarão reservas financeiras, 15,8% o 13º salário, e 3,3% recorrerão a empréstimos de familiares.

De acordo com o economista-chefe da CDL Porto Alegre, Oscar Frank, o pagamento à vista pode trazer vantagens financeiras significativas. “Esse tipo de pagamento viabiliza a obtenção de descontos por parte dos consumidores, representando uma economia ao longo do tempo. Além disso, ajuda na organização financeira, especialmente para aqueles que têm dificuldades em pagar faturas de cartão de crédito ou que recorrem frequentemente ao cheque especial”, afirma Frank. O economista destaca que métodos como débito ou Pix evitam gastos além da capacidade financeira dos consumidores.

A pesquisa também revelou as categorias mais procuradas para os presentes de Natal. Moda e acessórios lideram a lista, com 51,4% da preferência, seguidos por itens para bebês e crianças (28%) e produtos de perfumaria e cosméticos (24%).

Neste ano, a CDL POA também lançou um Programa de Educação Financeira, com o objetivo de conscientizar a população sobre o controle das finanças pessoais. A iniciativa busca auxiliar as famílias na realização de objetivos financeiros de longo prazo por meio de uma melhor gestão de recursos.

A pesquisa completa sobre o comportamento de consumo no Natal está disponível no site da CDL Porto Alegre, em conteudo.cdlpoa.com.br/pesquisa-natal-2024.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2024 0 Comentários 285 Visualizações
Variedades

Pesquisa aponta que 45% dos consumidores gaúchos pretendem comprar na Black Friday

Por Jonathan da Silva 26/11/2024
Por Jonathan da Silva

Uma pesquisa realizada pela Fecomércio-RS revelou que 45,2% dos consumidores entrevistados no Rio Grande do Sul pretendem realizar compras durante a Black Friday de 2024. O levantamento, denominado de Pesquisa de Final de Ano, voltado a consumidores com intenção de adquirir presentes de Natal, também mostrou que a data tem impactado o comportamento de consumo, influenciando tanto os gastos de novembro quanto as compras de fim de ano.

De acordo com o estudo, 48,9% dos entrevistados que comprarão na Black Friday afirmaram que aproveitarão a data para adquirir presentes de Natal, parcial ou integralmente. Esse grupo representa 22,1% de todos os entrevistados. Além disso, 39,1% indicaram que um maior gasto em novembro reduzirá os recursos destinados às compras natalinas em dezembro.

Impacto das enchentes de maio

A pesquisa também investigou a influência das enchentes de maio nos hábitos de consumo. Entre os que pretendem comprar na Black Friday, 24,1% afirmaram que os eventos climáticos afetaram sua decisão de gastar, com 13,2% mencionando aumento nos gastos e 10,9% apontando redução.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada entre 10 e 23 de outubro de 2024 e contou com 385 entrevistas em cidades representativas de diferentes regiões do estado, como Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Ijuí e Pelotas. O levantamento buscou identificar tendências e comportamentos de consumo no período de festas de fim de ano.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2024 0 Comentários 378 Visualizações
Variedades

Especialista explica como renegociar dívidas sem comprometer a renda

Por Jonathan da Silva 20/08/2024
Por Jonathan da Silva

Nos últimos anos, o Brasil tem passado por um aumento no número de consumidores endividados, com mais de 70 milhões de brasileiros com dificuldades para honrar seus compromissos financeiros. A Lei n.º 14.181/21, conhecida como Lei do Superendividamento, que alterou o Código de Defesa do Consumidor (CDC), é considerada um marco na proteção dos direitos do cliente. A advogada civil Renata Da Veiga Lima Bernardes explica como fazer a renegociação das dívidas sem comprometer a renda.

Renata ressalta que a defesa do consumidor superendividado está diretamente ligada ao princípio da dignidade da pessoa humana, conforme estabelece a Constituição Federal de 1988. “A Constituição Federal, ao prever a defesa do consumidor como um direito fundamental, deixa claro que é obrigação do Estado assegurar proteção em todas as circunstâncias, especialmente para aqueles em situação de endividamento”, afirma a advogada.

A nova legislação tem o objetivo de garantir que consumidores possam renegociar suas dívidas de forma justa, sem comprometer o mínimo existencial, ou seja, o valor necessário para atender às suas necessidades básicas. O Decreto Federal n.º 11.567 elevou o mínimo existencial de R$ 303,00 para R$ 600,00, reforçando a proteção do consumidor.

No entanto, a Lei do Superendividamento enfrenta obstáculos em sua aplicação prática. A advogada aponta que interpretações divergentes nos tribunais sobre os conceitos e procedimentos previstos na legislação têm gerado insegurança jurídica. “Ainda há uma falta de regulamentação clara para termos como ‘mínimo existencial’, o que abre espaço para subjetivismos na interpretação”, destaca Renata. Além disso, muitos credores resistem a participar dos acordos de renegociação, dificultando a implementação das medidas propostas pela lei.

O papel do crédito na crise do endividamento

Entre os principais responsáveis pela inadimplência está o uso excessivo do cartão de crédito, que, segundo a especialista, é um dos “grandes vilões” do endividamento no Brasil. “O cartão de crédito tem sido o maior responsável pela inadimplência. Muitas famílias acabam comprometendo sua renda mensal com financiamentos e crediários, restando poucos recursos para despesas básicas como alimentação e saúde”, alerta a advogada civil.

Renata Da Veiga Lima Bernardes

Renata também enfatiza a importância da educação financeira como ferramenta de prevenção. Em uma sociedade consumista, como a brasileira, a falta de educação para o consumo agrava o problema do endividamento. “É fundamental que os consumidores se informem sobre seus direitos e busquem apoio junto a órgãos de proteção ao consumidor, como o Procon”, aconselha a especialista.

A advogada defende que a capacitação dos juízes e a adesão dos credores às práticas de renegociação são passos cruciais para a eficácia da lei. “O aprofundamento da capacitação dos juízes sobre a lei e seus objetivos, observando-se os entendimentos já firmados pelo STJ, é vital para assegurar que a lei alcance seu pleno potencial”, conclui Renata.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2024 0 Comentários 364 Visualizações
Business

Fecomércio-RS traz projeção de gastos na compra de presentes de natal

Por Marina Klein Telles 11/12/2023
Por Marina Klein Telles

O comércio varejista espera faturar até R$ 671,47 em média por consumidor neste Natal. O dado faz parte da Pesquisa Final de Ano, realizada pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), em todas as regiões do Estado. No estudo, os consumidores entrevistados revelam que deverão presentear pelo menos quatro pessoas neste fim de ano. Projeção confirma expectativa do varejo local.

O levantamento que ouviu mais de 800 consumidores em todas as regiões gaúchas apontou que o gasto médio com os presentes de Natal será na faixa dos R$ 165,47, por unidade. A maioria dos mesmos entrevistados manifestou o desejo de presentear no mínimo quatro pessoas. O estudo mostra que há diferença entre homens e mulheres. Os homens devem adquirir presentes com valor médio de R$ 215,76, já as mulheres pretendem gastar, na média, R$ 132,15 em cada produto. Considerando os quantitativos de mulheres e homens consumidores, a estimativa é que o total por consumidor figura na casa dos R$ 671,47.

Entre os produtos mais apontados pelos compradores estão os itens de vestuário, com 58,2% da preferência de consumo, seguido por brinquedos – 42,6% – e calçados, com 19,2% das indicações. Assessórios, perfumaria e eletrônicos são os outros segmentos que figuram entre os melhores colocados no levantamento da Fecomércio.

A questão econômica, como a redução da inflação e a manutenção de empregos foram apontados por mais de 70% dos consumidores ouvidos como condições que favorecem a compra de presentes neste Natal. “É um dado que vimos acompanhando nos últimos meses em Santa Cruz do Sul e que projeta um bom desempenho neste fim de ano. Aliado a isto, temos a redução do índice de inadimplência, que entre novembro e dezembro ficou em 27,17% em Santa Cruz”, comenta o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP), Mauro Spode.

Sobre a redução da inadimplência, Spode explica que a realização do Super Feirão Zero Dívida e a instalação do “Lugar Certo” – ponto de atendimento ao consumidor – junto ao Sindilojas-VRP, colaborou muito para a redução no número de consumidores negativados, situação que também é favorável ao consumo agora, no fim de ano.

Para o dirigente os dados podem ser interpretados com um verdadeiro raio-x de vendas. “Sabidamente as mulheres compram mais e presenteiam mais pessoas. Na outra ponta, temos as aquisições masculinas, em menor número e maior valor. Estes dados precisam estar na cabeça de todos os lojistas, para que atuem diretamente com seus públicos consumidores”, recomenda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2023 0 Comentários 582 Visualizações
Business

Em fevereiro, Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas segue retomada em ritmo lento

Por Stephany Foscarini 24/02/2022
Por Stephany Foscarini

A edição de fevereiro da Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas (ICF-RS) trouxe um quadro de recuperação lenta do consumo. Divulgada pela Fecomércio-RS nesta quinta-feira, 24, os resultados da pesquisa revelaram um processo de retomada do consumo que deve ser visto com cautela, uma vez que a melhora do quadro geral do consumo ocorre, sobretudo, em virtude de uma base de cálculo deprimida.

O comportamento dos componentes do ICF-RS evidencia as características da recuperação em curso. Todos os subíndices avaliados se encontram abaixo da linha dos 100,0 pontos e nenhum dos componentes supera o patamar pré-crise (considerado março de 2020). Apesar disso, os resultados recentes vêm apresentando melhora do quadro geral.

O subíndice de Emprego Atual teve alta de 2,8% aos 94,2 pontos e registrou o maior nível desde julho de 2020 (95,0 pontos). Frente a fevereiro do ano passado, houve crescimento de 51,0%. No indicador de Renda Atual houve alta marginal de 3,3% e de 14,6% na comparação interanual. Em nível, o indicador está em 91,8 pontos.

O subíndice de Consumo Atual atingiu os 79,3 pontos, maior nível desde abril de 2020 (81,5 pontos). Em relação a fevereiro do ano passado, a alta foi de 51,9%. Os subíndices de Acesso a Crédito e de Momento para a Aquisição de Bens duráveis têm sido destaques negativos da pesquisa, refletindo o aumento dos custos via alta da taxa de juros. Em 78,1% dos casos, os entrevistados referiram que este é um mau momento para adquirir esses bens.

Nos indicadores referentes às expectativas houve melhora, tanto na margem quanto em relação ao ano anterior. A Perspectiva Profissional registrou 76,7 pontos ao variar 1,5% na margem. Esse foi o maior resultado para o índice desde junho de 2020 (81,0 pontos). A Perspectiva de Consumo teve desempenho semelhante. Ao variar 7,3% na passagem do mês, o subíndice atingiu os 69,0 pontos, o maior valor desde abril de 2020 (77,4 pontos).

Estamos diante de um consumidor cauteloso, com acesso mais dificultado ao crédito e com muita pressão sobre seu orçamento”.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, afirma que, apesar do cenário bastante desafiador, a pesquisa de fevereiro já mostra um consumidor menos pessimista do que no passado. “É algo a ser comemorado. No entanto, estamos diante de um consumidor cauteloso, com acesso mais dificultado ao crédito e com muita pressão sobre seu orçamento. Neste caso, o esforço de venda que deve ser feito pelas empresas é muito maior do que numa conjuntura mais favorável”, comentou Bohn.

Acesse a pesquisa completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 482 Visualizações
Business

Especialista apresenta características do novo comportamento de compra do consumidor

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Atenta aos possíveis rumos que a economia está tomando diante do cenário atual de distanciamento social e limitações ao funcionamento do comércio, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga, está promovendo uma série de encontros. O objetivo é auxiliar lojistas através da qualificação e promoção de conhecimento. Nesta terça-feira (30) acontece o primeiro encontro o “Meetup”, com o tema “O novo comportamento de compra do consumidor”.

O atual cenário mudou completamente a maneira como o consumidor interage com as marcas, pois agora ele está mais digital do que nunca. As poucas empresas que se prepararam para este momento estão surfando e ganhando mercado. Porém a realidade é que a maioria das empresas não se prepararam para este quadro e estão sofrendo. O que fazer neste momento, e como atender as expectativas deste novo consumidor? É sobre isso que Wesley Ribeiro vai falar no encontro virtural. O palestrante é fundador da W Learning Ecossistema de Inovação, publicitário de formação, com pós graduação em gestão de varejo pela FGV e Transformação Digital pela PUC-RS. Foi executivo das Lojas Renner por 18 anos, e sócio fundador de duas startups de educação corporativa voltada a inovação.

O evento acontece a partir das 15h e será transmitido através da página da CDL Sapiranga no Facebook.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 813 Visualizações
Variedades

Pesquisa realizada pela DMCard aponta que 69% dos consumidores tiveram perda de renda devido à pandemia

Por Gabrielle Pacheco 01/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Entre os dias 5 e 12 de maio, a área de Experiência do Cliente da DMCard aplicou mais de 15 mil entrevistas online para uma pesquisa sobre o comportamento do consumidor com suas finanças durante a pandemia. O estudo apontou que 69% das pessoas tiveram algum tipo de perda financeira desde o início da quarentena e 62% acreditam que ainda vão enfrentar algum problema que as obrigará a atrasar o pagamento de suas contas.

“Nossa amostra é composta por pessoas que são portadoras de cartão de crédito e nos permite uma representatividade muito fiel de como anda o bolso desse consumidor economicamente ativo, se ele sofreu perdas e como o bolo está sendo repartido para o consumo e pagamento das dívidas mais comuns no dia-a-dia da população”, explica Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard.

Os entrevistados foram questionados sobre quais as dívidas que dariam prioridade em caso de não terem dinheiro suficiente para pagamento em dia de todas elas, sendo que, nesta questão, puderam citar mais de uma resposta. As contas de consumo como água, luz, telefone e internet ficaram em primeiro lugar, com 31% de percentual de lembrança.

Em segundo lugar na prioridade do consumidor está o cartão de crédito do supermercado, o private label, (29%) e, só então, o cartão de crédito tradicional (20%). Essa ordem de prioridade aponta para um consumidor que está preocupado em manter seu poder de compra, principalmente do que é essencial, em manter a comida na mesa. O cartão tradicional também pode ser utilizado no supermercado, contudo, além de não ser acessível a todos, este ainda é compreendido com um formato que pode ser utilizado para gastos supérfluos, por impulso, como explica Sandra.

“Além dessa percepção da importância e peso no orçamento entre os cartões de loja e o tradicional, há outro fenômeno importante de se observar, principalmente nas classes mais baixas, que é a atual dificuldade de se conseguir crédito na rede bancária. Não se trata apenas de uma escolha, muita gente não consegue ter um cartão de crédito tradicional. Com o atual cenário econômico a rede bancária acaba reduzindo sua aprovação e esse consumidor, muitas vezes ainda desbancarizado, acaba migrando para os cartões de loja”.

Na sequência das dívidas que não seriam tão priorizadas, foram citadas os financiamentos (11%) e a assistência médica (9%). A diretora também explica como o reflexo do não pagamento de alguma dessas contas na rotina também interfere na decisão. “Com estes resultados, conseguimos identificar uma linha clara de comportamento. O consumidor prefere pagar primeiro as contas que podem ocasionar a interrupção de algum serviço que lhe faria muita falta no seu dia-a-dia. Em segundo lugar, vêm as dívidas que podem tirar deles o poder de compra, em um momento em que ter crédito é muito importante em caso de emergências”.

Além do desemprego, contratos foram interrompidos e ganhos reduzidos

Apenas 26% dos entrevistados afirmaram estar empregados formalmente, com registro em carteira profissional, e sem nenhum tipo de redução em seus ganhos, enquanto outros 15% tiveram redução de carga horária e, consequentemente, em seus rendimentos.

Em contrapartida, 12% foram totalmente afastados do trabalho ou tiveram seus contratos interrompidos, e 15% já entraram na pandemia desempregados. Os entrevistados aposentados são 10% dos respondentes e 21% são profissionais autônomos.

49% pediram o auxílio emergencial, no entanto apenas 15% já recebeu

O auxílio emergencial de R$ 600 oferecido pelo governo foi buscado por 49% dos entrevistados. Considerando apenas esse grupo, 31% deles já recebeu a primeira parcela. Um grupo composto por 33% não foram aprovados, outros 19% foram aprovados mas ainda não receberam e 17% ainda estão aguardando resposta.

Dentre os 51% que não entraram com o pedido, apenas 1% ainda tem a intenção de solicitar o auxílio. “A demora e problemas no pagamento dessa ajuda do governo tem reflexo direto no comportamento financeiro, principalmente no pagamento de dívidas e nas classes mais baixas, nas quais a prioridade é sempre o consumo alimentar”, destaca Sandra.

Consumidor mais dependente do crédito para abastecer a despensa

O estudo também avaliou o uso do cartão de loja do supermercado pelos consumidores, principal área de atuação da DMCard, realizadora do estudo, e 41% dos entrevistados afirmaram que um limite maior disponível em seu cartão private label os ajudaria neste momento de pandemia.

E, em caso de atraso no pagamento especificamente da fatura desse cartão e posterior acordo, 45% prefere um desconto e pagar tudo de uma vez, 32% preferem um parcelamento da dívida e para 23% basta apenas um prazo maior para pagamento.

A primeira pergunta de toda a pesquisa era se as pessoas estavam bem de forma geral, sendo que 92% responderam positivamente. Também 92% responderam que, de alguma forma, respeitam o isolamento e 35% já conhecem alguém que foi contaminado pelo novo coronavírus.

“É importante entender o comportamento financeiro dessa população economicamente ativa pois, é somente ouvindo o que pensam que podemos entender suas reais necessidades e motivações e, assim, encontrar meios que possam ser viáveis para a sustentabilidade econômica das famílias, das empresas e do nosso país”, conclui a Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard.

Sobre o Grupo DMCard

A DMCard é uma administradora de cartões private label que nasceu em 2002, em São José dos Campos, interior de são Paulo. A empresa viabiliza a redes de supermercados a possibilidade de oferecerem aos seus consumidores um cartão de crédito de marca própria que, além de aumentar as vendas, fideliza seus clientes. Além da própria, o grupo conta também com a processadora de cartões Infocards e a financeira Finansinos S/A.

Denis César Correia, CEO do Grupo, explica o sucesso e os diferenciais da DMCard: “Somos uma empresa especialista em varejo, por isso podemos atender às necessidades específicas do segmento”.

A DMCard nasceu de uma pequena operação de cartões de fidelidade de uma rede varejista. Hoje, possui uma completa e integrada estrutura de administração e processamento de operações, e atua em diversas regiões do Brasil. A empresa já ultrapassou a marca de 3 milhões de cartões emitidos para mais de 360 redes e 2.300 lojas, incluindo Sonda, Cobal, Spani, Semar, Royal, Unissul, Unidasul, Docelar, Joanin, Ricoy, Imec, BH, Koch, Paulistão, Extrabom e Althof.

Além do crédito, a DMCard ainda oferece uma poderosa ferramenta de CRM que coleta informações sobre o hábito de compra dos consumidores, permitindo, assim, a criação de campanhas personalizadas e relevantes para os diferentes perfis de clientes existentes. 

Com nota alta em qualidade de serviço, a DMCard é uma das únicas empresas de cartões que possui o selo RA1000, garantindo o compromisso da marca em oferecer o melhor atendimento para seus parceiros e clientes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2020 0 Comentários 457 Visualizações
Business

Busca do consumidor por crédito cresce 12,4% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 20/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A demanda dos brasileiros por crédito teve alta de 12,4% em 2019, na comparação com 2018. O crescimento é o segundo maior já registrado na série histórica do Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, ficando atrás apenas de 2010, quando o aumento foi de 16,4%. O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, aponta as consecutivas quedas nas taxas de juros e a retomada gradual da economia como os principais fatores para o crescimento, que deve se manter elevado neste ano. A expectativa é que o crédito seja a alavanca econômica de 2020.

População com renda até R$ 1000 foi a que mais solicitou crédito

Os brasileiros cuja renda fica entre R$ 500 e R$ 1000 foram os que mais solicitaram crédito em 2019, com alta de 14%. Esta foi a única faixa que ficou acima da média nacional de 12,4%. Aqueles que ganham até R$ 500 ficaram com a segunda maior variação (12%). Rabi explica que “os crescimentos apresentados pela população de baixa renda refletem a maior volatilidade destas pessoas de acordo com os movimentos econômicos, ou seja, apresentam uma retomada mais intensa quando os dados econômicos são positivos”.

Regiões Norte e Nordeste impulsionaram a alta

As regiões Norte e Nordeste foram as que apresentaram maior variação anual acumulada em 2019 – 16% e 13,1%, respectivamente. Apenas o Sudeste ficou abaixo da média nacional, com crescimento de 11,5% no ano.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
20/01/2020 0 Comentários 443 Visualizações
Business

Busca do consumidor por crédito cresce 17,2% em novembro

Por Gabrielle Pacheco 16/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Indicador Serasa Experian de Demanda do Consumidor por Crédito mostrou um aumento de 17,2% no volume de solicitações em novembro de 2019. A região Norte impulsionou a alta, apresentando variação positiva de 22,4% no comparativo com o mesmo mês do ano anterior – as demais também tiveram crescimento significativo neste mês. Na análise com outubro/19, houve queda de -4,5%. Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o crédito foi o grande impulsionador da economia brasileira neste ano, principalmente por conta das quedas sequenciais dos juros nos últimos meses.

“Os brasileiros estão mais otimistas na hora de buscar crédito e a perspectiva para o próximo ano é ainda melhor, uma vez que o Cadastro Positivo trará novos dados para compor o score dos consumidores”, comenta. Uma pesquisa recente da Serasa Experian mostra que 88% das pessoas acreditam que o score pode contribuir para o acesso a crédito no Brasil, sendo que 94% afirmam que o Cadastro Positivo vai influenciar o modelo estatístico de pontuação de crédito, com variáveis que devem incluir os hábitos de pagamento dos clientes e outros detalhes como pontualidade, gastos mais frequentes, montante de renda comprometida, entre outras.

“Os brasileiros estão mais otimistas na hora de buscar crédito e a perspectiva para o próximo ano é ainda melhor.”

A população com renda entre R$ 500 e R$ 1000 foi a que apresentou maior crescimento na busca por crédito desde o início do ano. Nestes onze primeiros meses de 2019, o número da faixa ficou acima da média total e desde abril tem crescido mais do que as demais. Rabi explica que, normalmente, “aqueles com rendimentos menores têm um comportamento mais volátil. Quando a situação da economia piora, esta parcela populacional sai mais do mercado de crédito. Quando a economia dá sinais de melhora, ela tende a voltar com mais intensidade, e é isso que temos visto ao longo de 2019”.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/12/2019 0 Comentários 456 Visualizações
Business

CDL POA dá dicas para economizar no fim de ano

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O fim de ano chegou, e os gastos dessa época não se resumem à compra de presentes de Natal para familiares e amigos, viagens e compra de roupas novas para as festas. Geralmente os consumidores também têm muitos gastos com a preparação dos comes e bebes para as ceias e almoços de Natal e Ano Novo. Por isso, é muito importante haver planejamento para esses gastos, evitando o risco de começar o novo ano no vermelho, afetando assim os planos futuros. Para ajudar nesta tarefa, a CDL POA, em parceria com a Boa Vista, apresenta algumas dicas para que o consumidor celebre as festas de fim de ano da melhor maneira possível e comece 2020 no azul.

Planejamento

O melhor começo para um bom planejamento para as compras de fim de ano, incluindo presentes, alimentos, bebidas e viagens, é conversar com a família para que, juntos, decidam o que realmente é necessário comprar. Feito isso, o consumidor pode fazer uma planilha de gestão de orçamento familiar para registrar todas as despesas e ganhos. Assim, saberá exatamente quanto dinheiro tem e quanto poderá gastar sem entrar no vermelho. É importante não esquecer de colocar as dívidas que já foram feitas para ter clareza nos valores disponíveis e evitar deixar de pagar uma delas.

Lista de compras

Já sabendo o quanto terá disponível para as festas de fim de ano, é hora de preparar uma lista de presentes e de gastos no supermercado, incluindo quantidade, para não comprar produtos em excesso.

Compras antecipadas

Deixar para fazer as compras muito em cima das festas não é aconselhável. Isso deixará o consumidor sob pressão e as escolhas poderão ser impulsivas, além de provavelmente o gasto acabar sendo maior do que o planejado. Quanto à comida e bebida, como panetone, algumas frutas, nozes e outros produtos tradicionais da época, poderá pagar mais caro se for comprar dias antes da festa. Esses produtos sobem muito de preço à medida em que chega o Natal.

Festas colaborativas

Se o consumidor receberá os amigos e parentes em sua casa para as comemorações de fim de ano, uma boa forma de economizar é organizar festas colaborativas. Cada convidado fica responsável por um prato e uma bebida. Assim, ninguém fica sobrecarregado financeiramente.

Amigo secreto

Como geralmente é impossível financeiramente presentear todas as pessoas que o consumidor gostaria, é válido pensar na possibilidade de organizar um amigo secreto entre os participantes das festas. Assim, todos sairão com um presente e ainda será possível limitar os valores que podem ser gastos com presentes, resultando em menores despesas.

Comparativos de preços

Antes de ir para as lojas e supermercados, uma boa dica é acessar os comparativos de preços na internet (há também para supermercados) e fazer uma pesquisa dos valores do que se pretende comprar. Essas ferramentas virtuais mantêm gráficos com históricos de preços, o que ajuda a saber se o preço do item desejado subiu ou caiu nos últimos seis meses. Também é possível fazer as compras em lojas virtuais, com antecedência, para não correr o risco de o item não chegar a tempo. Os preços virtuais costumam ser cerca de 20% mais barato do que nas lojas físicas.

À vista ou no crédito

Pagar à vista pode render descontos nos preços, então é uma boa dica, sempre que possível, é claro. O indicado é só pagar com cartão de crédito se o consumidor tiver a certeza de que terá dinheiro para quitar a fatura total no próximo vencimento. Se pagar só uma parte do boleto, a dívida será acrescida dos juros mais altos do mercado.

Cuidado com as promoções

Caso encontre uma promoção de algo que não estava na sua lista, o consumidor deve tentar não cair na tentação para não comprometer seus ganhos nos próximos meses. É fundamental ter em mente que o início de ano é cheio de despesas, como mensalidade e material escolar, férias e impostos, como IPTU e IPVA.

oto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2019 0 Comentários 554 Visualizações
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