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Business

CDL POA lança material para ajudar lojistas a venderem mais no Dia das Mães

Por Ester Ellwanger 26/04/2022
Por Ester Ellwanger

Para o Dia das Mães, uma das datas mais esperadas do varejo, a CDL POA lança material para fornecer informações e suporte, instrumentalizando e orientando os lojistas a aproveitarem o período. A data é mais uma oportunidade para o varejo e o comércio buscarem a recuperação, pois cada data comemorativa ou evento são oportunidades para o estímulo ao consumo e devem ser potencializadas ao máximo. No material, os empresários, de qualquer tamanho, podem baixar gratuitamente, no site da CDL POA, dicas valiosas para uma boa campanha de vendas de Dia das Mães.

Com o tema ‘No Dia das Mães, amor e presente nunca são demais”, a Entidade disponibiliza cards personalizados para que possam ser usados nas redes sociais das empresas. Os cards foram idealizados para Instagram ou no Facebook, e o lojista pode incluir seus produtos e ofertas neles. Além disso, também são entregues materiais em diferentes formatos, como capa de Facebook, fundo para imagem de perfil da página, cartaz A3 (para imprimir), entre outros. Trata-se de uma campanha pronta e customizável que objetiva motivar e estimular o preparo para a data comemorativa.

Para o presidente da CDL POA, Irio Piva, o Dia das Mães de 2022 é uma oportunidade para que os lojistas potencializem suas vendas em um ano de retomada do consumo. “A campanha da CDL POA vem para ajudar o lojista a melhorar seu desempenho em sensibilizar o consumidor, reforçando o nosso compromisso em apontar caminhos e alternativas para que empresários de todo o Rio Grande do Sul possam acelerar os seus negócios”, pontua.

E a expectativa de vendas para o Dia das Mães é otimista. “O Dia das Mães dos dois últimos anos foi difícil pela dificuldade das pessoas se reunirem. Neste ano, existem mais motivos para comemorar e presentear, na medida em que os encontros acontecem. A expectativa é de que supere as vendas de 2019 e, claro, se comparar com 2020 e 2021 teremos uma diferença bastante significativa de maneira positiva”, destaca Piva.

 

Material

O material, que reúne as principais tendências para a data, mostra que beleza e moda são os itens mais procurados no Dia das Mães (52%); seguidos por moda e acessórios (46%); casa e decoração (29%); eletrodomésticos e eletroportáteis (24%); floricultura (24%); eletrônicos e informática (18%); vale-presente (17%); e alimentos (16%). Os dados são da Social Miner (2021). A CDL POA destaca também que a jornada do cliente deve ser lembrada, são impressões e percepções que o consumidor tem, on e off line, que impactam na decisão final de compra.

 

O conteúdo também convida o leitor a compreender quem é a mãe nos dias de hoje. A representação de mãe deve estar muito mais ligada à personalidade da pessoa e o presente deve combinar com a identidade de cada uma. Outra dica é a de que é preciso se preparar com antecedência, mesmo que muitos clientes deixem para a última hora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/04/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Estudo destaca principais mudanças de consumo durante a pandemia e aponta tendências

Por Ester Ellwanger 16/04/2022
Por Ester Ellwanger

Não é novidade para ninguém que a pandemia de Covid-19 provocou inúmeras mudanças no cotidiano das pessoas. No entanto, ao observar toda a movimentação ocasionada no mundo por conta da crise sanitária, a Adventures, aceleradora de marcas e startups, decidiu reunir as principais informações sobre o mercado e analisar as possibilidades para as marcas explorarem seus segmentos nos próximos meses. Para isso, a empresa anuncia o lançamento do report “Mudanças de Hábitos”, com foco no comportamento dos consumidores e seus impactos.

Com esse estudo, queremos trazer um novo olhar para as empresas que estão buscando por melhores caminhos para o cenário pós-pandêmico. Pudemos observar diversos fatores que impactaram diretamente no consumo das pessoas, como o uso de delivery, o consumo de alimentos naturais e o crescimento do setor de cosméticos, por exemplo”, explica Bruno Novaes, sócio e diretor executivo de estratégia da Adventures. “Acreditamos que teremos muitas opções para serem exploradas daqui para frente, basta analisarmos o que os dados nos mostram para trilharmos o caminho certo”, complementa.

Segundo o levantamento, durante a pandemia os consumidores passaram a valorizar ainda mais as experiências de compra, deixando de consumir sem propósito efetivo. Por isso, a expectativa é que o público continue optando por marcas que prezam pela excelente experiência do cliente e, para isso, o uso de novas tecnologias será o suporte ideal. Enquanto antes a experiência de consumo era levada em conta por uma menor parcela da população, no novo cenário ela passa, muitas vezes, a ser o fator mais importante numa decisão de compra.

 

“Não por acaso, a área de CX nas empresas teve um crescimento exponencial. Não existe mais compra sem conexão com a marca e, não levar isso em conta pode significar que a empresa não sobreviverá nesse mercado”, explica Novaes. “E para conseguir atender essa nova demanda dos consumidores, o uso da tecnologia tornou-se indispensável, quanto menos burocrático e mais rápido for o processo, maiores são as chances de conversão”, completa.

 

O papel do digital

A pesquisa também destaca que as redes sociais e o comércio eletrônico tiveram um papel fundamental durante a pandemia e ajudaram as marcas a criarem conexões ainda mais próximas com os seus clientes. O faturamento do e-commerce, que já vinha crescendo no Brasil nos últimos anos, teve um aumento de 41%, chegando a R$ 87,4Bi em 2020. Já no 1º trimestre de 2021, o número foi 72% maior do que o mesmo período no ano anterior, mostrando uma clara tendência de crescimento para os próximos anos.

Ao olhar para os setores que mais tiveram mudanças, positivas e negativas, no e-commerce durante a pandemia, o estudo destaca os seguintes números: entre os que mais tiveram crescimento estão o de petshop (+108%), lojas de departamento (+55%), casa e decoração (+53%), e perfumaria (+44%). Por outro lado, o ramo automotivo e de bebidas enfrentaram queda em seus faturamentos, com -37% e -21% respectivamente.

 

Ainda segundo o report, a omnicanalidade deverá ser uma das grandes apostas das empresas para os próximos anos, isso porque os consumidores buscam cada vez mais por companhias que ofereçam a possibilidade de integração entre os diferentes canais de comunicação. “As pessoas não aceitam mais serem tratadas como um índice de vendas, elas buscam por marcas que reconheçam o seu valor e estejam presentes em todos os meios de comunicação possíveis. Investir em omnicanalidade é um grande passo para quem deseja atrair ainda mais a atenção dos consumidores”, explica Novaes.

De olho na saúde e bem-estar

As mudanças durante a pandemia também contribuíram para o aumento dos gastos com bem-estar, chegando a US$ 4.4 trilhões em 2021. De acordo com o levantamento, os cuidados com emagrecimento, exercícios físicos e beleza são os mais relevantes a nível global, com um número em constante crescimento.

Além disso, o bem-estar corporativo também é um dos pilares que cresce ano após ano, isso porque as empresas estão compreendendo a importância de investir na saúde mental de seus colaboradores. Segundo a pesquisa, em 2021 o crescimento de aplicativos ligados à saúde, bem-estar e fitness multiplicaram a receita ao adotar o modelo de assinatura.

Mudanças na alimentação e no setor de beleza e cosméticos

A pandemia também foi responsável por provocar mudanças nas tarefas básicas do dia a dia, como a alimentação dos brasileiros. Segundo o estudo, 57% das pessoas mudaram ou pretendem mudar o estilo de alimentação para ingerir menos carne animal, enquanto 44% têm o hábito de consumir alimentos plant-based com alguma frequência.

Esse movimento no ramo alimentício fez com que muitas empresas investissem em novos formatos de lojas e canais de distribuição para impulsionarem suas vendas. Com isso, as expectativas são de que o delivery se mantenha em alta, já que 80% das pessoas têm a intenção de manter o uso no dia a dia. Para 51% das classes A e B, isso ajuda a variar a alimentação, enquanto para 30% das classes C, D e E torna-se opção pela falta de tempo.

Outro dado que chama atenção é sobre a movimentação no setor de beleza e cosméticos, que mesmo com o PIB do Brasil caindo -4,1%, manteve sua tendência de alta em 2020, com +4,7%, mostrando que o mercado cresceu na pandemia, chegando ao faturamento de R$ 122 bilhões. Além disso, o Brasil manteve a quarta posição no ranking mundial e, junto com a China, foram os únicos países que mantiveram os resultados positivos em vendas no setor entre os cinco maiores mercados globais, naquele ano.

Para as marcas que pretendem investir no segmento, será importante efetuar mudanças éticas, inclusivas e sustentáveis, pois os consumidores estão valorizando cada vez mais a transparência das empresas. Dados do estudo mostram, por exemplo, que é importante agregar valor ao serviço para além do produto. É preciso criar conexão entre o hábito de consumo dos clientes, por um olhar cada vez mais holístico, o que a empresa vende.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

16/04/2022 0 Comentários 895 Visualizações
Variedades

Comércio relacionado ao turismo mostra otimismo com retomada das viagens

Por Stephany Foscarini 09/04/2022
Por Stephany Foscarini

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, as perdas estimadas do setor, entre fevereiro de 2020 e dezembro de 2021, chegaram a R$ 473,7 bilhões. Em Sapiranga, este cenário não foi diferente. As empresas que trabalham no segmento vinham enfrentando um grande desafio diante de tantas restrições impostas aos viajantes.

“Depois de dois anos de pandemia, fomos o setor que mais foi afetado. Honramos a assistência aos nossos clientes durante todo este duro período”, destaca a proprietária da CVC Sapiranga, empresa associada da CDL Sapiranga, Alessandra Silva.

Fatores como o avanço da vacinação, a gradativa revogação das máscaras e a diminuição das restrições para os brasileiros no exterior animam os turistas. As boas notícias estão encorajando os viajantes, que estão ansiosos para entrar no avião e realizar seus sonhos. Existe um esforço de todos os lados para que isto ocorra de forma segura com muitos padrões de segurança sanitária que devem ser mantidos. A recente redução do dólar também vem sendo recebida com animação.

“As viagens internacionais, sem dúvida, irão voltar com muita intensidade. É muito importante para o setor, pois essas vendas representavam 40% do nosso negócio”, observa.

A empresária cita o dinamismo do setor e alerta que a oferta de voos ainda não foi normalizada para os níveis de 2019 e dá a dica para quem está pensando em viajar.

A procura pelas passagens áreas tão cedo não irá baixar. Se você já puder se programar e quiser garantir seu lugar no voo, não espere”.

“A procura pelas passagens áreas tão cedo não irá baixar. Se você já puder se programar e quiser garantir seu lugar no voo, não espere. Lá na frente terão poucas ofertas de voo e, quanto mais próximo da data de embarque, os valores do aéreo aumentam. Todos que não remarcaram suas viagens frustradas por conta da pandemia irão marcá-las, diminuindo a oferta dos voos e hotéis. A dica de ouro é antecedência para garantir seu lugar”, finaliza.

Os destinos internacionais mais procurados na agência são: Caribe (Cancún e Punta Cana), Chile, Bariloche, Orlando, Europa, Cruzeiros no Caribe (Temporada 2022/2023). Já no território nacional os preferidos são: Porto Seguro, Maceió, Maragogi, Rio de Janeiro, Cabo Frio/Búzios, Natal, Pipa, Fernando de Noronha, João Pessoa e Lençóis Maranhenses.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Business

Expectativa de boas vendas na Páscoa anima lojistas

Por Ester Ellwanger 01/04/2022
Por Ester Ellwanger

Ocorrendo em um período no qual a sociedade está vivendo mais próxima da normalidade existente antes da pandemia, a Páscoa de 2022 pode apresentar resultados mais positivos para o varejo, chegando a um incremento de até 5% nas vendas na comparação com o ano passado. Em todo o país a expectativa é que as vendas varejistas possam chegar à casa dos R$ 2,20 bilhões, enquanto no Rio Grande do Sul a injeção de recursos no comércio chegue à casa dos R$110 milhões.

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, avalia que a maior circulação de pessoas, a flexibilização das medidas restritivas e iniciativas como a liberação do saque de R$ 1 mil do FGTS e a antecipação do pagamento do 13º salário aos aposentados e pensionistas do INSS são fatores que devem contribuir para o incremento das vendas nesta data comemorativa. Esse cenário leva a entidade a projetar um ticket médio na aquisição de produtos em torno de R$145,00.

“A Páscoa deste ano é completamente diferente da de 2020 e de 2021. Hoje, a movimentação dos consumidores é maior e eles terão condições de buscar os presentes com mais tempo e tranqüilidade. Mesmo que a economia do país ainda esteja enfrentando sobressaltos, os produtos típicos como ovos de Páscoa, chocolates e caixas de bombons serão os mais procurados e adquiridos, mesmo com menor valor agregado”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

 

O dirigente lembra que a elevação dos custos da produção do chocolate deve ter reflexo no preço final dos produtos tradicionalmente adquiridos pelos consumidores nesta época do ano. E isso requer que os lojistas saibam aproveitar o potencial de vendas da data com muita sabedoria, realizando promoções e ofertando descontos atraentes. Para quem vai comprar, a dica é gastar de acordo com as suas possibilidades orçamentárias.

Outro ponto que chama a atenção na intenção de consumo dos gaúchos é a opção por adquirir roupas infantis e brinquedos, algo que já ocorre há alguns anos, surgindo como alternativa para driblar o elevado preço dos ovos de Páscoa e chocolates. São opções de presentes que o consumidor utiliza para enfrentar o período inflacionário, somando-se a isso a compra de chocolate em barra para confeccionar, em casa, artesanalmente, os ovos de Páscoa.

“Diante de tudo que o comércio gaúcho passou desde março de 2020 é importante que os lojistas aproveitem cada data comemorativa para retomarem suas vendas em patamares elevados. Sabemos da capacidade e da criatividade dos empreendedores do varejo para superar esses momentos delicados. Porém algumas dicas, como reforçar a presença nos canais online, ter uma equipe de vendas qualificada e preparada para bem atender o cliente, tentar viabilizar preços e condições de pagamento facilitadas, podem reforçar esse processo de reaquecimento”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2022 0 Comentários 529 Visualizações
Business

Intenção de Consumo das Famílias gaúchas tem alta em março

Por Ester Ellwanger 31/03/2022
Por Ester Ellwanger

A Intenção de Consumo das Famílias gaúchas (ICF-RS) registrou o terceiro aumento consecutivo, na margem, no mês de março. Ao nível de 78,7 pontos, o ICF-RS teve alta de 1,4% na comparação com fevereiro e de 32,9% frente ao mesmo período de 2021. Ainda assim, o patamar do ICF encontra-se 20,7% mais baixo do que o patamar pré-pandemia. A pesquisa foi divulgada pela Fecomércio-RS nesta quarta-feira, dia 30.

Todos os subíndices avaliados pela pesquisa contribuíram para o crescimento marginal de 1,4% do ICF-RS. A avaliação do mercado de trabalho foi positiva e concentra os maiores níveis dentre os aspectos avaliados. A segurança quanto ao Emprego Atual registrou 95,8 pontos, o que representou um avanço de 1,7% na margem e de 42,1% em relação a março de 2021. Já a Renda Atual teve aumento de 2,1% e de 14,5%, respectivamente. Quando comparados à edição de março de 2020 (dado considerado pré-pandemia), os números demonstraram haver uma defasagem de 16,1% para o emprego atual e de 8,7% para a renda atual.

Nas avaliações que dizem respeito ao nível de consumo, o indicador de Acesso a Crédito registrou 89,7 pontos ao variar 0,7% ante fevereiro passado e -0,2% em relação a março de 2021. No índice de Momento para o Consumo de Bens Duráveis se verificou o menor nível dentre os subíndices avaliados. Aos 43,8 pontos, houve aumento de 0,7% na margem e de 3,5% na comparação interanual. Já a avaliação do nível atual de consumo registrou 80,0 pontos. Em fevereiro, esse valor foi de 79,3 pontos e em março do ano passado de 48,1 pontos. Ainda que sigam em recuperação, essas variáveis têm sofrido com os desenrolar da conjuntura atual, em que predominam os aumentos de preços e de custos, algo que comprime a renda dos indivíduos e, portanto, tem gerado efeitos negativos sobre o consumo.

Na análise de expectativas, o subíndice de Perspectiva Profissional registrou 78,1 pontos ao variar 1,8% na margem e 82,5% na comparação interanual. No que diz respeito à Perspectiva de Consumo, o nível atingiu os 69,7 pontos com variações de 1,1% na margem, e de 66,0% em relação a março de 2021.

“Apesar do cenário desafiador, as pessoas estão melhorando, na margem, a intenção de consumo. Isso obviamente é uma boa notícia para a economia brasileira, mas especialmente para o comércio de bens e de serviços. No entanto, é importante ter claro que ainda há muito a percorrer. O indicador ainda está no campo pessimista, mas cada vez menos pessimista”, comentou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2022 0 Comentários 531 Visualizações
comércio
Business

Índice de Confiança dos Empresários do Comércio tem queda em março

Por Ester Ellwanger 27/03/2022
Por Ester Ellwanger

No mês de março, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio gaúcho apresentou variação de -0,6% e registrou o nível de 113,5 pontos. A análise dos principais aspectos da pesquisa permitiu verificar que este movimento foi mais representativo nas condições atuais. Essa é a quarta queda consecutiva do ICEC que se encontra, em nível, 9,0% abaixo do período pré-pandemia (março/20). A pesquisa foi divulgada pela Fecomércio-RS nesta sexta-feira, dia 25.

Segundo o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, os resultados do ICEC revelam o arrefecimento da confiança em meio a um ambiente em que o ritmo de recuperação da atividade econômica ocorre com morosidade, a inflação segue pressionando o orçamento de famílias e empresas e a invasão na Ucrânia insere ainda mais incerteza ao cenário.

Essa tendência de arrefecimento é mais clara ao se analisar o ICAEC (Condições Atuais). O subíndice registrou 93,0 pontos e teve variação de -6,4% na comparação com fevereiro passado. Em relação ao mesmo período de 2021 esse resultado superou em 19,5% em nível. Houve piora, na margem, em todos os componentes deste subíndice. Nesta edição, 47,8% dos entrevistados destacaram ter havido melhora nas condições do setor. Na edição anterior, esse percentual foi de 52,3% e em março do ano passado de 39,5%. O ICAEC apresenta-se, atualmente, 17,2% mais baixo do que no período pré-pandemia (março/20).

“O empresário gaúcho permanece resiliente. Ainda que estejamos em condições melhores do que há um ano, a pandemia e suas sequelas sobre a economia abalaram muito a confiança do empresariado”, completou Bohn.

Em relação às expectativas, o IEEC registrou aumento de 3,4% na margem. Aos 141,8 pontos esse resultado representou uma alta de 2,5% em relação ao mesmo período de 2021. Todos os componentes do IEEC tiveram aumento, tanto na margem quanto na comparação interanual. Contudo, quando se compara com o período pré-pandemia as expectativas se encontram ainda 9,3% abaixo daquele patamar. Em 76,0% dos casos se espera uma melhora da economia nos próximos meses. Esse percentual, em mar/21, era de 74,2%.

O índice de investimentos (IIEC) teve variação de -0,6%, ao nível de 105,6 pontos. Este é o único subíndice a registrar na atualidade patamares semelhantes ao que se verificava no período pré-pandemia (0,1%). O componente de contratação de funcionários teve variação de 0,1% na margem, aos 123,4 pontos e está 6,8% acima do mesmo período do ano anterior. O nível de investimento teve queda de 1,3% (100,9 pontos), com alta de 30,9% frente ao mesmo período de 2021. A situação dos estoques teve leve queda (-0,5%) e atingiu, em nível, os 92,6 pontos. Enquanto em março do ano passado, 61,2% enquadraram que o nível de estoques está adequado, em março deste ano esse percentual foi de 57,7%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2022 0 Comentários 783 Visualizações
Variedades

Fecomércio-RS analisa perspectivas para a Páscoa

Por Ester Ellwanger 21/03/2022
Por Ester Ellwanger

Após dois anos de Páscoa atípica no comércio por conta das medidas mais restritivas contra a Covid-19, a Fecomércio-RS espera, neste ano, uma maior circulação de pessoas no comércio em busca de chocolates para presentear na data, mas alerta que a alta dos preços e a retração na renda das famílias deverá provocar a procura por itens de menor valor. Por isso, em sua avaliação econômica em antecipação à Páscoa, a entidade faz recomendações para que os vendedores possam aproveitar o potencial da data e para que os consumidores consigam utilizar seu orçamento de forma mais eficiente.

A previsão é que a alta nos custos da indústria para produzir chocolates irá refletir nas prateleiras: o cacau, o açúcar, as embalagens e a energia estão mais caros, bem como os royalties dos brinquedos que costumam rechear os ovos de Páscoa. Diante desse cenário, as indústrias devem reduzir a produção de ovos e os lojistas devem preparar os seus estoques com antecedência, experimentar novos fornecedores e fazer parcerias, recomenda a assessoria econômica da entidade.

Já o consumidor sofre com o crédito mais caro. Além disso, observa-se uma redução da massa real de salários, que em dezembro de 2021 foi 1,8% menor em relação ao mesmo período do ano anterior, apesar do aumento do nível de ocupação.

 

Pesquisar Preços

Fecomércio-RS recomenda uma pesquisa de preços, afinal em tempos de inflação as diferenças entre um estabelecimento e outro podem ser significativas. Além disso, o público pode diversificar a cesta do coelhinho adicionando itens como ovos pequenos, e principalmente com barras e bombons, que costumam ter um valor menor do que os ovos tradicionais pela mesma quantidade de chocolate. Quem não abre mão dos ovos recheados com doces ou brinquedos deve se preparar com antecedência: em um cenário de produção retraída, as opções podem ficar mais escassas à medida que a data se aproxima.

Para atrair um consumidor que está lentamente retomando o ânimo para as compras após dois anos atípicos, como demonstra o último ICF-RS (Intenção de Consumo das Famílias) que apontou um nível 32,8% mais alto do que no mesmo período do ano anterior, a entidade recomenda que os lojistas apostem em sua presença digital, preparem os times para o atendimento, pesquisem tendências, criem combos e facilitem as condições de pagamento, sem que isso prejudique o seu próprio fluxo de caixa.

A Fecomércio-RS ainda lembra que a Páscoa não é uma oportunidade apenas para quem vende chocolates: a data eleva a procura por outros itens alimentícios, como peixes, e por viagens, o que pode representar uma oportunidade para destinos turísticos gaúchos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2022 0 Comentários 840 Visualizações
Business

Expocande comercializa espaços da Feira Comercial até sexta

Por Ester Ellwanger 21/03/2022
Por Ester Ellwanger

Fortalecer a economia e evidenciar as potencialidades de Candelária e dos municípios da região. Com este objetivo, a 10ª Exposição Industrial, Comercial, Serviços e Agronegócios de Candelária (Expocande) – que acontece de 28 de abril a 1º de maio, no Parque Municipal de Eventos Itamar Vezentini, em Candelária – comercializa espaços para sua Feira Comercial. Ao todo, são 165 espaços, divididos em dois pavilhões, área externa, agroindústrias e artesanato, além da praça de alimentação.

“Neste ano contamos com 35 espaços externos, além de 39 estandes no Pavilhão 1 e outros 49 no Pavilhão 2. Nossa expectativa é impulsionar a economia e ofertar bons negócios”, afirma o presidente da feira, Jorge Mallmann. Empresas interessadas na locação de espaços podem entrar em contato com a Lume Eventos até o dia 25 de março, data limite para comercialização, por meio do telefone (51) 99807-9403.

Até o momento, 33 empresas de Candelária já confirmaram participação na Expocande 2022, que contará com representantes dos mais variados segmentos como confecções, calçados, perfumaria, aromatizantes, fotografia, colchões, brinquedos, móveis, energia solar, estofados, consórcios, cooperativas de créditos, bancos, tratores, implementos agrícolas, videomonitoramento, entre outros. Segundo a comissão organizadora, 100% dos espaços do Pavilhão 1 já estão locados. No Pavilhão 2, a comercialização já alcança 76%. Nos espaços externos, a ocupação chega a 85%. “Para ampliar a participação local, empresas ligadas à Associação do Comércio e Indústria de Candelária (ACIC) têm valor especial”, garante Mallmann.

Praça de Alimentação

Tradicional ponto de encontro dos visitantes, a Praça de Alimentação da Expocande também promete chamar a atenção do público. Na edição deste ano, serão 11 locais disponíveis, que prometem oferecer lanches e pratos diversificados, para agradar aos mais diversos paladares, como xis, cachorro-quente, pastel, à la minuta, espetinhos, crepes, churros, morangos com chocolate, entre outros. “Tivemos uma excelente procura e os espaços de alimentação e bebida estão praticamente todos comercializados. Mas, dependendo do tipo de produto, ainda existe a possibilidade de negociação”, completa Mallmann.

Agroindústrias

Os sabores e aromas da agricultura familiar também estarão em evidência durante a 10ª Expocande. O espaço destinado à comercialização de produtos caseiros como sucos, salames, cachaças, queijos, pães, bolachas, doces, compotas, entre outras delícias, contará neste ano com 20 estandes. As agroindústrias locais interessadas na locação dos espaços podem entrar em contato com a Emater de Candelária, até o dia 08 de abril, pelo telefone (51) 99583-9633.

Foto: Frederico Sehn/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2022 0 Comentários 880 Visualizações
Variedades

Sicoob liberou mais de R$ 33 bilhões de crédito a micro e pequenos empreendedores em 2021

Por Ester Ellwanger 09/03/2022
Por Ester Ellwanger

Como um dos principais players do sistema financeiro a apoiar as micro e pequenas empresas, o Sicoob liberou mais de R$ 33 bilhões em crédito especificamente para este público em 2021. Isso representou um crescimento de 38% em dois anos — em 2019, foram destinados R$ 24 bilhões para este mesmo recorte de cooperados.

A instituição financeira cooperativa recentemente chegou à marca de 6 milhões de cooperados. Aproximadamente 25% deles são PJ. “Nós acreditamos que 2021 foi marcado por uma retomada de esperança, principalmente pelo avanço significativo da vacinação e a decrescente necessidade de regras rígidas de isolamento social”, explica Francisco Reposse Junior, Diretor Comercial e de Canais do Sicoob.

 

Para o executivo, um dos motivos que explica este crescimento na liberação de créditos para MPEs é justamente a atuação do Sicoob, que busca se aproximar e entender as dificuldades do dia a dia deste cooperado. “Hoje, em nossa carteira, eles compõem mais de 90% dos PJ que estão conosco”, afirma.

Ainda segundo ele, o último trimestre normalmente é o “campeão” nas liberações de crédito para este público. Em 2021, um terço do recurso liberado foi neste período. “Em geral, já é um intervalo em que a demanda de crédito aumenta, pois temos o pagamento de 13º e o reforço do estoque, e isso naturalmente faz crescer a demanda por dinheiro”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2022 0 Comentários 697 Visualizações
Business

Como lojistas devem lidar com clientes que se recusam a usar máscara?

Por Stephany Foscarini 05/03/2022
Por Stephany Foscarini

A cena tornou-se comum. O consumidor entra na loja sem máscara e logo um funcionário o orienta a colocar o equipamento de proteção. Como o cenário deve persistir ainda por um tempo com medidas restritivas, gerentes e supervisores precisam estar preparados para lidar com tal situação.

Diante de uma certa flexibilização do cenário atual, este comportamento tem causado constrangimento em muitos estabelecimentos comerciais até mesmo com a recusa dos clientes, que causa uma mal estar não só para os empresários mas para outros clientes que estejam no interior da loja”.

“Diante de uma certa flexibilização do cenário atual, este comportamento tem causado constrangimento em muitos estabelecimentos comerciais até mesmo com a recusa dos clientes, que causa uma mal estar não só para os empresários mas para outros clientes que estejam no interior da loja”, afirma o presidente da Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner.

Uma das recomendações da especialista, pioneira na América Latina na metodologia de pesquisa mystery shopping (cliente secreto) e considerada uma das mais importantes experts da temática, Stella Kochen Susskind, preparar os funcionários é fundamental. “Converse com os colaboradores sobre quais são os protocolos adotados pelo estabelecimento e como lidar com diversas situações hipotéticas. Quando sabemos quais os comportamentos adequados para cada possível problema, temos tranquilidade para lidar com os desafios. Deve ser criado um protocolo, inclusive, para chamar a polícia, quando necessário. É uma medida extrema, mas garante a preservação física dos funcionários e clientes.

Uma estratégia para não perder o cliente é ter máscaras descartáveis para oferecer ao cliente. Se uma pessoa entra sem máscara no estabelecimento, pode ser que ela tenha esquecido de levar o item. Ou seja, nem sempre envolve a escolha de não usar. Por esse motivo, em vez de ser rude e apontar que todos devem usar a proteção facial, o indicado é fazer uma abordagem oferecendo a máscara. É mais educado e pode evitar discussões desnecessárias na abordagem.

Por fim, outra recomendação é criar uma comunicação eficiente. Nas redes sociais, no estabelecimento e no discurso dos funcionários – as informações devem ser claras e baseadas em dados concretos. Ou seja, o cliente deve saber que todas as medidas estão sendo tomadas para garantir a saúde desse consumidor. E que a parte que cabe a ele é usar máscara.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2022 0 Comentários 978 Visualizações
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