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Cidades

Entidades se reúnem com Prefeitura de Canela para debater a questão indígena

Por Marcel Vogt 02/06/2023
Por Marcel Vogt

Em reunião promovida pelo Sindilojas Região das Hortênsias, no dia 30 de maio, com a Prefeitura de Canela e participação da Associação Comercial e Industrial de Canela (ACIC), foi colocada uma pauta antiga: a questão indígena no município.

Durante a reunião com o prefeito Constantino Orsolin foram três as questões da pauta indígena:

A primeira é referente ao uso do espaço público. Neste caso, espaços urbanos e nobres da cidade, de grande circulação, pontos turísticos que servem de cenário para o turista. É sabido que para utilizar do espaço público há de se atender um protocolo, seguido da autorização da administração municipal. 

A segunda é quanto ao tipo de produtos que os indígenas comercializam. São itens industrializados, ou seja, não característicos da cultura indígena, que é tão rica em sua essência.

E a terceira questão figura a concorrência desleal com o comerciante local, que paga impostos para seguir trabalhando na legalidade. Para ter uma empresa é preciso um CNPJ, ponto de localização (que vem com IPTU, alvará, água, energia elétrica, etc), obrigações trabalhistas, caso existam funcionários, custos com serviços de contabilidade, entre outros.

“Temos uma série de obrigações para atuarmos e, por vendermos mercadorias, contribuímos com o Estado, para que este, em troca, ofereça à população obrigações sociais as quais se propõe”, destaca o presidente do Sindilojas, Guido Thiele.

Durante a reunião a entidade defendeu que a Lei deve ser válida para todos, para que assim se viva em comunidade, de forma ordeira e justa. O posicionamento foi recebido de forma acessível pela administração municipal, que também se demonstra preocupada com a situação, objetivando dar uma solução segura e legal à questão.

O Sindilojas e a ACIC, além da reunião com a administração, ainda elaboraram um ofício direcionado a demais autoridades de Canela pedindo providências quanto ao comércio ambulante praticado nas vias e passeios públicos da cidade, em especial no entorno da Catedral de Pedras, um dos principais atrativos turísticos do Brasil.

As entidades pedem providência quanto à invasão de vendedores oriundos de outros municípios e regiões do RS que apenas visam explorar pontualmente o fluxo de visitantes nas melhores datas e eventos, prejudicando consideravelmente o comércio local por concorrer de forma desleal. Tanto pela questão dos preços inferiores, de produtos obtidos por uma origem duvidosa, quanto pela sonegação de impostos e baixos custos de operação, além de prejudicarem as próprias famílias indígenas que moram permanentemente em Canela e que estão buscando por negociação.

O ofício foi direcionado ao prefeito de Canela, Constantino Orsolin, promotor de Justiça, Matheus Generali Cargnin, chefe da agência da Receita Federal, Alessandra Patrícia de Azevedo Martins, delegado da Polícia Civil, Vladimir Haag Medeiros e ao presidente da Câmara de Vereadores, Jefferson de Oliveira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2023 0 Comentários 563 Visualizações
Variedades

Comércio gaúcho com boas perspectivas de vendas para o inverno

Por Marcel Vogt 30/05/2023
Por Marcel Vogt

O mês de maio ficou marcado por temperaturas mais frias, que serviram para lembrar aos gaúchos que o inverno, cujo início acontece em 21 de junho, está próximo. As mudanças climáticas ao longo dos anos têm feito com que invernos mais gelados sejam menos frequentes no Rio Grande do Sul. Nesse 2023, com a perspectiva de influência do fenômeno El Niño, indicações meteorológicas apontam que as massas de ar frio em junho, julho e agosto deverão se intercalar com períodos mais aquecidos. Além disso, a estação deve ser marcada por grande umidade.

Neste 2023, existe a perspectiva de incremento das vendas, algo entre 8% e 10% na comparação com o inverno do último ano.

Diante desse cenário, o comércio gaúcho começa se preparar para atender a demanda dos consumidores que vão atualizar seus guarda-roupas. Na avaliação da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), vestuário, calçados e acessórios, tradicionalmente os segmentos que incrementam vendas na estação, terão, novamente, um bom desempenho neste ano.

“Historicamente, o segmento de vestuário apresenta, no inverno, um crescimento de quase 10% nas vendas em comparação com estações intermediárias, como outono e primavera. É um período em que blusões, malhas, moletons, cobertores, pantufas e pijamas, entre outros artigos, são muito procurados pelos consumidores. Outras alternativas de aquecimento, como lareiras, aquecedores, fogões a lenha e aparelhos de ar-condicionado, ajudam a impulsionar a comercialização do segmento de móveis e eletrodomésticos” destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente aponta que o comércio de vestuário segue buscando recuperar as perdas que teve nos momentos em que a crise sanitária impedia a circulação das pessoas, o que afetou a economia de maneira intensa. Portanto, o inverno de 2023 deve representar mais um passo nesse processo de retomada.

“2022 já teve uma boa resposta nas vendas de artigos como roupas, calçados e acessórios. O volume de vendas chegou a casa do R$ 1 bilhão. Neste 2023, existe a perspectiva de incremento das vendas, algo entre 8% e 10% na comparação com o inverno do último ano. O atual cenário econômico do país, com diminuição dos índices inflacionários e a antecipação dos 13o salário de aposentados e pensionistas do INSS, para o início de junho e de julho, o que injeta mais dinheiro circulante na economia, permite aos lojistas terem uma expectativa de resultados positivos na comercialização de produtos que ajudam a amenizar os dias frios” avalia Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS lembra, ainda, que mesmo com a projeção de uma variação térmica bastante acentuada, o Rio Grande do Sul, por ser o estado mais Meridional do país, sempre tem períodos em que o frio é intenso. Desta forma, os lojistas devem estar preparados para ofertarem ações que beneficiem o consumidor e desperte neles o desejo da compra, como promoções que englobem preços e prazos acessíveis, além de viabilizar uma experiência de compra única e personalizada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2023 0 Comentários 677 Visualizações
Business

Reunião Regional aborda desafios atuais da economia da região

Por Marcel Vogt 11/05/2023
Por Marcel Vogt

No início desta semana, a Fecomércio-RS promoveu encontros com lideranças da região. O destaque foi a segunda Reunião Regional promovida pela entidade no Estado neste ano, que ocorreu em Bento Gonçalves na terça-feira (09), com a participação de dirigentes e representantes de diversos sindicatos de cidades da região da Serra. Compondo a mesa, estava o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, e o presidente do Sindicato Regional de Bento Gonçalves e vice-presidente da Federação, Daniel Amadio. “Nosso objetivo com as reuniões regionais é discutir as pautas de interesse dos líderes sindicais, trocando experiências e buscando o fortalecimento dos sindicatos”, explica Bohn. Na segunda-feira, o presidente também teve encontro com lideranças no Sindilojas Caxias do Sul e, na terça, no Sindilojas Vacaria.

Na pauta estiveram a importância da atuação da entidade e temas de atenção para o desenvolvimento econômico da região, como as reformas sindical e tributária. Os representantes do sindicatos trouxeram diferentes demandas, como a preocupação sobre a compra de produtos importados da China sem tributação; a atualização da tabela do Simples Nacional; a solicitação de prorrogação para mudanças na emissão de notas fiscais; o comércio irregular de ambulantes; o comércio indígena; a compra de vagas na rede de ensino; e as imposições da legislação sobre acessibilidade e a segurança privada nas escolas.

Ao longo do encontro, especialistas da Fecomércio-RS também abordaram diversos assuntos e tiraram dúvidas dos presentes. A Gerente do Núcleo Jurídico Trabalhista e Sindical, Marcia Duarte, abordou a proposta de reforma trabalhista sindical e temas, como a regulamentação do trabalho em plataforma e fontes de custeio sindical, que sugerem uma revisão. A economista-chefe da Federação, Patricia Palermo, esclareceu tópicos sobre arcabouço fiscal e como funcionaria a substituição do teto de gastos. Já o membro do Núcleo Jurídico Tributário, Moisés Lucchese Mendes, falou sobre implicações da Reforma Tributária; e o gerente da Assessoria para Relações Governamentais, Lucas Schifino, apresentou a plataforma Representa+, ambiente digital da Fecomércio-RS que permite a participação ativa dos empresários na formulação das leis que impactam direta ou indiretamente seus negócios.

Presidente visita Sindilojas em Caxias do Sul e Vacaria

Um dia antes, na segunda-feira (8), o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, já havia se reunido com dirigentes dos sindicatos que representam as empresas de comércio de bens e serviços para ouvir as demandas regionais na sede do Sindilojas Caxias do Sul. A reforma tributária, o impacto da falta de tributação de sites chineses nos pequenos negócios locais e o déficit de vagas na rede de educação também pautaram a reunião.

Já na terça-feira (9), Bohn participou de encontro no Sindilojas de Vacaria. Nele, o presidente do Sindilojas Vacaria, Vitor Ziegler, fez uma comparação dos últimos anos do comércio e relatou as ações conjuntas das entidades para manterem as portas abertas durante a pandemia. “No entanto, agora, após a transição de governo, o mercado está mais estagnado e retomamos o cenário que tínhamos em 2019. Projetamos um crescimento de 10, 15% para esse ano e ainda não conseguimos atingir esse faturamento”, disse, lembrando que um ramo forte na região, o setor moveleiro, também está enfrentando dificuldades.

Foto: Denis Machado/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2023 0 Comentários 445 Visualizações
Business

Vendas do comércio gaúcho no Dia das Mães podem crescer até 5%

Por Marina Klein Telles 02/05/2023
Por Marina Klein Telles

Em meio a um cenário econômico de instabilidade, com juros em alta afetando o consumo, os comerciantes gaúchos deverão ter motivos para celebrar boas vendas no Dia das Mães de 2023. A expectativa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS é de um crescimento na comercialização de produtos destinados a presentear as mamães na ordem de 5% na comparação com 2022, o que pode representar um volume de vendas por volta de R$ 1,5 bilhão.

Segunda data mais importante do comércio no ano, o Dia das Mães é sempre muito aguardado pelos comerciantes. São muitos os segmentos que registram impacto positivo de vendas nessa data comemorativa.  “Supermercados e restaurantes aumentam sua lucratividade com o tradicional almoço do Dia das Mães. Neste ano, o ticket médio com os presentes deve ficar em torno de R$ 200,00, com os gaúchos optando, em sua maioria, pelo pagamento à vista (dinheiro ou cartão de débito) de suas compras”, destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O forte apelo emocional mobiliza as pessoas a buscarem o presente ideal neste dia que é considerado o Natal do primeiro semestre. “Tradicionalmente o Dia das Mães é uma data que traz resultados expressivos para o comércio. Vestuário, calçados, acessórios e artigos de perfumaria respondem pela maior fatia dos produtos adquiridos pelos consumidores para presentear as mamães. Também cresce a comercialização de artigos de utilidades domésticas e eletroeletrônicos”, pontua Vitor.

O dirigente ressalta, ainda, que neste Dia das Mães o Rio Grande do Sul deve experimentar uma situação diferenciada em relação ao país, uma vez que, em nível nacional, a expectativa é que não exista incremento de vendas. “Apesar das dificuldades das condições de consumo da população em geral, o nosso estado ainda registra um poder aquisitivo mais elevado do que muitas outras unidades federativas e isso contribui para impulsionar as vendas em uma data tão especial como essa”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

A FCDL-RS reforça aos lojistas a importância de planejarem com qualidade sua estratégia de vendas para obterem resultado positivo no Dia das Mães. A personalização do atendimento, conhecendo as necessidades e anseios dos clientes, a produção de vitrines com temas voltados às mamães, promoções especiais e formas de pagamento facilitadas ajudam a conquistar e fidelizar clientes. Vale lembrar que nesse 2023 segue crescendo a atitude dos consumidores em comprar os presentes com base no preço mais competitivo, sem se preocupar tanto com a marca do que adquirem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/05/2023 0 Comentários 666 Visualizações
Cultura

Faturamento do comércio gaúcho na Páscoa pode chegar a casa dos R$ 200 milhões

Por Marina Klein Telles 28/03/2023
Por Marina Klein Telles

A Páscoa 2023 deve registrar boas vendas no comércio gaúcho, com um incremento de até 6% do volume de produtos comercializados em relação ao ano passado. De acordo com a projeção da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, o faturamento no estado pode chegar a casa dos R$200 milhões, representando o terceiro avanço anual das vendas de Páscoa desde 2020.

“Esse indicador mostra o incremento do consumo pós-pandemia, mesmo com as dificuldades financeiras que boa parte da população enfrenta com a situação econômica do país, de inflação elevada e taxa de juros alta. Ainda assim, a Páscoa é mais uma data comemorativa com forte apelo emocional, o que leva as pessoas a buscarem o comércio para comprar produtos típicos do período, como ovos de chocolate, caixas de bombons e barras de chocolate”, avalia o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente destaca, ainda, que o ticket médio na aquisição de produtos deve ser semelhante ao de 2022 e ficar em torno de R$150,00. Isso porque a opção de compra da população deve ser por presentes com menor valor agregado.

“Como os produtos tradicionais da Páscoa tiveram uma elevação de preços entre 13% e 18% nos últimos 12 meses, enquanto a inflação, no mesmo período, foi de 6,66%, a estratégia de boa parte da população tem sido adquirir insumos e produzir, de forma artesanal, os itens para presentear familiares e amigos. Há, ainda, a escolha de artigos como roupas infantis e brinquedos, alternativa encontrada por quem não pode gastar muito nesse momento”, lembra Vitor Augusto Koch.

Mesmo empreendimentos que não vendem produtos ligados à Páscoa podem ter uma boa comercialização de produtos na data comemorativa, envolvendo o cliente na celebração e chamando ele para a loja. Para realizar boas vendas no período, a FCDL-RS lembra que um bom atendimento ao cliente é um fator essencial, pois a experiência positiva dele no estabelecimento ajuda muito a realizar a compra. Deixar o consumidor à vontade, com atendentes disponíveis e atenciosos é um bom caminho.

Também são interessantes estratégias como colocar produtos relacionados à Páscoa em destaque, especialmente ovos de chocolate, ovos em formato de coelho, cestas de chocolate, coelhos de pelúcia e cartões temáticos; uma vitrine caprichada, que impacte positivamente o consumidor; e tentar viabilizar preços e condições de pagamento adequadas ao orçamento dos clientes.

“Se relacionar com o consumidor dentro do espírito de prosperidade e comunhão que a Páscoa carrega certamente trará um retorno positivo tanto financeiramente como em fidelização dos clientes”, finaliza Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2023 0 Comentários 584 Visualizações
Business

Comércio gaúcho se prepara para um inverno ameno

Por Marina Klein Telles 20/03/2023
Por Marina Klein Telles

Os modelos de clima que fazem projeções para meses à frente indicam, neste momento, que o inverno na região Sul em 2023 deve ter temperatura acima da média. O fenômeno não é o mais desejado para os lojistas, especialmente aqueles que trabalham no segmento de vestuário. O frio deve começar junto com a temporada de outono-inverno 2023, que inicia oficialmente no dia 20 de março.

“O comportamento do comércio no frio pode variar de acordo com diversos fatores, como a região geográfica, o tipo de produto ou serviço oferecido e a cultura local. Em geral, no período de inverno, há uma demanda maior por produtos que ajudam a proteger do frio. Ainda não há uma estimativa precisa, uma vez que o cenário econômico e as condições climáticas podem sofrer mudanças significativas”, afirma o presidente da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner.

Entre os itens mais comercializados pelos lojistas nesta época do ano estão, cobertores, pantufas e pijamas. No segmento de móveis e eletrodomésticos, os destaques são lareiras, aquecedores e ar condicionado com a função aquecimento.

“O recomendado, para aproveitar ao máximo as oportunidades que essa nova temporada oferece, é montar um bom mix de produtos capaz de lidar com essas variações. Para isso, é essencial estar atento à análise da sazonalidade, pois é ela que nos ajuda a entender que se há períodos do ano em que nossos produtos têm maior demanda”, completa Pioner.

Apesar da previsão não ser de um inverno tão rigoroso, um fenômeno já conhecido dos gaúchos pode ser um aliado na promoção de turismo e negócios. Segundo os registros dos anos anteriores, existe grande possibilidade de nevar em Gramado e região novamente em 2023 nos meses de julho e agosto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2023 0 Comentários 746 Visualizações
Business

Panorama do Comércio RS tem dados sobre o fechamento de 2022 no setor divulgados

Por Felipe Schwartzhaupt 03/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

Segundo os números do IBGE, as vendas do comércio varejista registraram um crescimento de 7,1% no estado. Esse resultado ficou muito acima da média nacional, que registrou crescimento de 1,0%. Já as vendas do varejo ampliado, que inclui os segmentos de veículos, motocicletas, partes e peças, registrou avanço de 3,7%, em linha com a projeção da Federação Varejista apresentada em dezembro de 2022. O varejo ampliado do estado também registrou avanço superior à média nacional.

Mercado de Trabalho

A recuperação desses setores refletiu-se sobre o mercado de trabalho. De acordo com os números do CAGED, em 2022, 100,8 mil postos formais de trabalho foram criados no Rio Grande do Sul. O setor do comércio foi o terceiro setor que mais contribuiu com o saldo de vagas formais, criando cerca de 17,8 mil postos de trabalho.

Por fim, a inflação seguiu sua trajetória de desaceleração: no acumulado dos 12 meses encerrados em janeiro de 2023, os preços subiram, em média, 4,4% na região metropolitana de Porto Alegre. Os desempenhos dos setores do comércio, serviços e indústria ajudaram a recompor o PIB estadual de 2022, afetado pelo impacto da estiagem sobre a produção do Agro. A divulgação das estimativas do PIB estadual de 2022, prevista para os próximos meses, permitirá mensurar com maior exatidão o impacto de cada setor sobre a atividade econômica gaúcha.

Crescimento por setores

O ano de 2022 foi o segundo consecutivo de crescimento das vendas do comércio, o que permitiu ao setor superar as quedas provocadas pelo período de distanciamento social. O avanço da produção industrial perdeu fôlego, mas ainda assim o setor notou avanço de 1,1% na comparação entre 2022 e o ano anterior. Já o volume de prestação de serviços notou crescimento de 11,3%, acima da média nacional (8,3%).  No último ano, seis dos dez segmentos comerciais registraram crescimento das vendas no Rio Grande do Sul

“Os segmentos do comércio apresentaram desempenhos muito díspares no estado do Rio Grande do Sul. Enquanto o segmento de Combustíveis e Lubrificantes registrou crescimento de 30,4%, o segmento de Materiais para construção notou queda de 27,0%”, analisou o presidente da Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner.

Das dez atividades analisadas pelo IBGE, quatro registraram queda nas vendas no último ano e seis registraram alta. O segundo melhor desempenho foi observado pelo setor de “Livros, jornais e revistas e papelaria”, com alta de 26,1%. Os dois segmentos que se somam ao comércio varejista para formar o conceito do varejo ampliado também registraram queda: no caso de “Materiais para construção”, a queda foi de 12,1%; no caso de “Veículos, motocicletas, partes e peças” a queda foi de 0,7%. Por esse motivo, o varejo ampliado apresentou resultado mais modesto que o comércio varejista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2023 0 Comentários 713 Visualizações
Business

Pagamento do 13º salário movimenta o comércio nesse final de ano

Por Amanda Krohn 21/11/2022
Por Amanda Krohn

A chegada do final do ano representa o ingresso de recursos oriundos do pagamento do 13º salário para funcionários de empresas públicas e privadas na economia gaúcha. Isso traz boas perspectivas de incremento do consumo, movimentando o comércio e animando os lojistas do Rio Grande do Sul, conforme o presidente da Federação das Câmaras de Dirigente Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch.

O dirigente explica que o motivo da estimativa se dá, em partes, a promoções do comércio referentes a datas sazonais que coincidem com o pagamento do benefício. “O 13º salário chega em um momento no qual temos eventos favoráveis a expansão do consumo, como a Black Friday, a Copa do Mundo e o Natal. Esse dinheiro extra que os trabalhadores vão receber pode ajudá-los tanto no pagamento de dívidas, o que permite a eles regularizar sua situação de crédito, quanto investirem na aquisição de produtos”, explica Koch. “Isso, sem dúvida, traz um alento para o comércio”, continua.

De acordo com estimativa do Dieese, o 13º salário deve injetar cerca de R$ 16 bilhões na economia gaúcha neste final de ano. Quase 6 milhões de pessoas receberão o benefício, criado há 60 anos. No País, o rendimento adicional vai movimentar R$ 249,8 bilhões na economia e beneficiar 85,5 milhões de brasileiros. Importante lembrar que os aposentados e pensionistas do INSS não estão inclusos nestes indicadores por já terem recebido o salário extra na metade deste ano. E os servidores estaduais gaúchos já receberam a primeira parcela em outubro e receberão a segunda agora em novembro.
O 13º salário é pago em duas parcelas, sendo a primeira até 30 de novembro e a segunda até 20 de dezembro. Os descontos de Imposto de Renda e de INSS ocorrem na segunda parcela, que, portanto, vem com valor menor.

Para o presidente da FCDL-RS mais dinheiro na praça representa mercado aquecido e movimento maior para o comércio, o que amplia as chances de um expressivo crescimento das vendas. Apesar de muitas pessoas que recebem o 13º salário usarem parte do dinheiro para quitar dívidas, o que é importantíssimo na medida em que ajuda a regularizar a situação de crédito do consumidor, há uma parcela significativa dos recursos que se destinam ao consumo.

Para Koch, o 13º salário é essencial para estimular o lucro. “Como ajuda a girar a economia neste período, o 13º salário se tornou fundamental para incrementar as vendas do comércio. Então, mais uma vez os colegas lojistas precisam estar preparados e focados para vender, ofertando qualidade no atendimento e produtos com preços adequados ao orçamento das famílias gaúchas”, conclui o dirigente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2022 0 Comentários 559 Visualizações
Business

Final de ano mobiliza planejamento dos pequenos negócios gaúchos

Por Amanda Krohn 21/11/2022
Por Amanda Krohn

Duas em cada três empresas (65%) planejam ações especiais para aquecer as vendas neste final de ano. Isso é o que indica o levantamento mais recente do Sebrae RS. O estudo que monitora o comportamento dos pequenos negócios no Estado também aponta que uma em cada quatro empresas (24%) irá aumentar o estoque de produtos ou matéria prima visando um aumento da demanda por conta das festas de final de ano. A mesma proporção de negócios planeja ações promocionais: 16% irão promover o lançamento de novos produtos e/ou serviços, ao passo que 17% irão adaptar os existentes para atender às demandas do período considerado-chave para os 94% dos empreendedores gaúchos.

Em sua 28ª edição, a pesquisa elaborada pelo Sebrae RS foi realizada entre os dias 26/10 e 11/11 e contemplou empreendedores de Micro e Pequenas Empresas (MPE) e os Microempreendedores Individuais (MEI) gaúchos. “É uma época de tradicional demanda para muitos segmentos da economia. Além de considerar o pagamento do 13º salário e as festividades de Natal e Réveillon, este ano a Copa do Mundo será um atrativo a mais para os negócios com apelo extra ao consumo”, avalia o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Vanoni de Godoy.

A análise do comportamento dos pequenos negócios gaúchos realizada pelo Sebrae RS indicou ainda o PIX como a forma mais empregada pelos estabelecimentos para as transações comerciais. A ferramenta lançada há exatos dois anos é a mais usada por 38% das empresas, seguida pela utilização de cartão de crédito (25%) e dinheiro em espécie (17%).

Foto: Zé Carlos de Andrade / Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2022 0 Comentários 548 Visualizações
Business

Comércio prevê abertura de vagas temporárias para o final do ano

Por Amanda Krohn 10/10/2022
Por Amanda Krohn

De acordo com levantamento realizado em todas as regiões do país pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Sebrae, aproximadamente 95 mil vagas serão abertas no país até dezembro.  Entre os empresários que pretendem abrir vagas, 77% afirmam querer suprir a demanda que normalmente aumenta nesse período. Apesar da redução no número de vagas que devem ser criadas, a pesquisa aponta que 87% dos empresários não fizeram demissões nos últimos três meses, isto é, 10 pontos percentuais acima do registrado em 2021.

“Apesar do dado ser positivo, ficou abaixo do registrado na pesquisa de 2021 (105.723 vagas), quando havia um otimismo relacionado à atenuação da pandemia e o retorno à uma normalidade depois de dois anos fora do contexto causado pelo fechamento dos estabelecimento”, afirmou o presidente da Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner.

De acordo com o levantamento, 69% dos entrevistados afirmam que pretendem manter o número de funcionários para o 2º semestre, enquanto 16% pretendem aumentar o quadro de colaboradores. 26% dos empresários afirmam que já contrataram ou pretendem contratar funcionários para o final de ano. Os principais motivos entre os que não contratarão são: não acreditam que haverá um aumento significativo da demanda que justifique as contratações (35%), não possuem verba suficiente para contratações (25%) e os encargos trabalhistas serem muito altos (19%).

Considerando os empresários que já contrataram ou irão contratar funcionários para o fim do ano, a pesquisa mostra que pouco mais da metade (55%) pretende contratar mão de obra temporária e 32% pretendem fazer contratações por tempo indeterminado. Entre as empresas que farão contratações temporárias, 78% farão contratações neste formato com duração de até 3 meses. A média de funcionários contratados temporariamente será de 1,5. Considerando a forma da contratação, 49% afirmam que fará contratações informais e 48% farão contratações com registro. Apenas 14% farão contratações de terceirizados.

A pesquisa foi realizada entre proprietários ou responsáveis pela gestão de empresas de todos os portes dos setores de comércio e serviços, nos 27 27 estados brasileiros. Com o método de coleta CATI/telefone, foram coletados 770 casos, gerando uma margem de erro no geral de 3,5 p. p. para uma confiança a 95%. Os dados abrangem o período entre o dia 10 de agosto e 2 de setembro de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2022 0 Comentários 646 Visualizações
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