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Combustível

Business

Aumento do preço do combustível traz dor de cabeça e preocupação para o setor de logística e transporte

Por Stephany Foscarini 14/05/2022
Por Stephany Foscarini

A disparada dos preços do diesel e o impacto disso no valor do frete é, hoje, uma das maiores preocupações do setor de transporte e logística. O resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente ao mês de março de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o diesel está entre os principais itens do recorde de crescimento do IPCA, registrado no último mês de março, com elevação de 13,7% na comparação com o mês anterior.

Ser empresário em um país com instabilidades jurídicas, fiscais e econômicas, não é nada fácil. Todos os dias chegamos em nossas empresas e temos um novo cenário. São novos preços, novos desafios tributários e fiscais, antigamente ouvíamos o ditado matar um leão por dia. Nos dias atuais estamos matando uma alcateia”.

“Ser empresário em um país com instabilidades jurídicas, fiscais e econômicas, não é nada fácil. Todos os dias chegamos em nossas empresas e temos um novo cenário. São novos preços, novos desafios tributários e fiscais, antigamente ouvíamos o ditado matar um leão por dia. Nos dias atuais estamos matando uma alcateia”, comenta o vice-presidentes Institucional do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul – SETCERGS, Lucas Holderle.

A dificuldade de conseguir repassar os preços é a maior preocupação no setor do transporte. Muitas empresas não dão a devida importância ao transporte de suas mercadorias, vendo-o apenas como mais um custo.

“Precisamos mostrar aos clientes a importância de ter transportadoras com qualidade em suas operações, trazendo um menor custo ao cliente, e não me refiro a baixar os fretes, e sim na agilidade de entrega, com produtos em perfeitos condições, que faz com que o consumidor final se sinta satisfeito e queria comprar mais dessa empresa. É este formato que precisamos mostrar aos nossos clientes, assim terão plena certeza que o transporte é seu aliado e não seu inimigo monetário”, completou Lucas.

Um dos destaques na programação da TranspoSul nessa área, será a palestra do Consultor em transportes, Lauro Valdivia, no dia 4 de junho. Ele falará sobre o impacto do aumento dos insumos do transporte na composição do valor do frete.

O que causa os reajustes

São vários os motivos apontados para a disparada dos preços. Entre eles estão a alta do petróleo no exterior, a desvalorização do Real e o gatilho que aumentava a cobrança de ICMS. Enquanto a busca por medidas para conter os aumentos provoca uma discussão nacional, o desafio dos transportadores rodoviários de carga é manter a viabilidade das empresas e dos negócios.

Em nota oficial emitida no final do ano de 2021, o SETCERGS já vinha alertando para risco de descontrole nas altas dos preços dos combustíveis. “A manutenção da saúde financeira dos transportadores torna imprescindível o repasse imediato dos aumentos para o preço dos fretes. Mas além disso é urgente a adoção de políticas que tragam previsibilidade para tais reajustes e a contenção da alta carga tributária que ao contrário dos anseios da sociedade brasileira, segue sem solução”, diz o texto.

A 22ª edição da TranspoSul – Feira e Congresso de Transporte e Logística ocorre de 13 a 16 de junho, na Fiergs, em Porto Alegre (RS). Além da exposição, o evento integra quatro dias de palestras com intensa programação. As inscrições e outras informações podem ser feitas através do site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2022 0 Comentários 895 Visualizações
Variedades

FCDL-RS é contra a manutenção da alíquota de 30% no ICMS

Por Gabrielle Pacheco 24/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A FCDL-RS considera um fato positivo o governo estadual ter solicitado a retirada dos três projetos de reforma tributária da pauta de votação da Assembleia Legislativa. Desde que a proposta foi apresentada aos gaúchos, a FCDL-RS alertou que a reforma tributária que o executivo gaúcho pretendia implementar representaria um grande aumento dos impostos pagos pela nossa sociedade.

“O recuo do governo estadual não pode vir acompanhada da manutenção da alíquota de ICMS em 30% para combustíveis, energia e telecomunicações por mais três anos. Quando ela foi majorada em 2015, foi dito a plenos pulmões que vigoraria até o final de 2018. O que aconteceu em 2018? Foi prorrogada até o final de 2020. Agora, não é possível que isso continue”, enfatiza o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O presidente destaca que entre 2010 e 2019 a arrecadação gaúcha de ICMS aumentou 28,35% em termos reais, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu apenas 8,5% no mesmo período. Ou seja, a renda estadual aumentou 3,3 vezes mais do que a riqueza da população do Rio Grande do Sul.

Na avaliação do presidente da FCDL-RS, é fundamental que uma reforma tributária no âmbito da que precisa ser feita no Rio Grande do Sul se origine a partir de um amplo debate com todos os segmentos. A Federação não concorda com nenhum tipo de aumento de tributos, pois é evidente que empresas e cidadãos já chegaram ao seu limite no que se refere ao pagamento de impostos, sem ter o devido retorno do serviço público.

– A hora é da administração pública gaúcha cortar custos de maneira realmente séria e relevante. Privatizar estatais deficitárias, fechar repartições sem utilidade prioritária, mesmo que isto implique em revisar a Constituição Estadual, são aspectos que seriam muito melhor recebidos pela nossa sociedade. O Rio Grande do Sul sofre há muitos anos com o desperdício de dinheiro público, algo que apequenou o nosso estado, causando o empobrecimento dos gaúchos. Precisamos nos reerguer, urgentemente. E, com certeza, não é mantendo a máquina pública do jeito que está e tentando elevar tributos que vamos conseguir isso – conclui Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2020 0 Comentários 541 Visualizações
Variedades

Região Sul tem os preços do diesel e da gasolina mais baratos do País, aponta Ticket Log

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Região Sul apresentou os maiores reajustes no preço do diesel e da gasolina nos primeiros 15 dias de julho, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A região, que ainda concentra os menores preços do País, teve um acréscimo de 4,49% na gasolina, que foi encontrada nos postos ao preço médio de R$ 4,117 o litro, na quinzena. O avanço no diesel foi ainda maior, 6,5%, e o combustível teve o litro vendido ao preço médio de R$ 3,148. Ainda assim, o combustível é o mais barato do País, e chega a ser 14% mais barato que a média encontrada na Região Norte, que registrou a maior média nacional para o litro do diesel. Já o etanol também apresentou alta e foi vendido nas bombas a R$ 3,451, um incremento de 2,25%.

“A gasolina e o diesel continuam mais baratos no Sul, mas é interessante perceber que os índices de reajustes para esses dois combustíveis foram mais altos por lá, em relação aos aplicados nas demais regiões. Os próximos dias devem mostrar se essa curva se manterá até o final do mês”, analisa o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

No recorte por Estado, o IPTL apontou que o ranking de preços mantém as posições do fechamento de junho. O Paraná lidera com os menores preços para os principais combustíveis, com o diesel comercializado a R$ 3,060, um aumento de 6,7%, em relação a junho; o etanol teve alta de 5,1%, com o preço médio de R$ 2,895; enquanto a gasolina teve os mesmos 5,1% de aumento e foi vendida a R$ 3,998. Com um avanço de 3,4%, Santa Catarina teve o diesel comum vendido a R$ 3,221, e o diesel S-10, a R$ 3,272. Ambos são os mais caros de toda a Região Sul.

O Rio Grande do Sul apresentou os preços mais altos para a gasolina, vendida a R$ 4,235, um avanço de 4,7%; e para o etanol, cujo litro foi comercializado a R$ 3,931, um aumento de 1,7%.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo.

A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2020 0 Comentários 711 Visualizações
Variedades

Região Sul registra alta no preço dos combustíveis em junho, mas mantém gasolina mais barata do País

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Região Sul manteve o comportamento de alta no preço dos combustíveis em todo o País e apresentou aumento para o diesel, a gasolina e o etanol em junho, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A gasolina, que em maio era vendida por R$ 3,763 o litro, teve um acréscimo de 4,7% e foi encontrada nos postos ao preço médio de R$ 3,940. O avanço no diesel foi de 3,21%, e o combustível teve o litro vendido ao preço médio de R$ 2,956. Ainda assim. o valor é 17% mais barato que o encontrado na Região Norte, que registrou a maior média nacional para o combustível. Já o etanol, o único combustível que não havia registrado aumento nos primeiros 15 dias de junho, fechou o mês com alta de 2,99%, e foi vendido nas bombas a R$ 3,375.

“Os preços dos combustíveis nos postos da Região Sul se mantêm como os mais baratos de todo o território nacional há alguns meses. Em junho, identificamos o primeiro aumento do ano, e essa alta também impactou os motoristas da região. Ainda assim, o Sul lidera com as menores médias para o diesel e a gasolina. Os próximos dias devem mostrar se essa curva se manterá em julho”, analisa o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Ao analisar os Estados, o IPTL apontou que o Paraná lidera o ranking dos menores preços para os principais combustíveis. O diesel foi comercializado a R$ 2,867, um aumento de 4% em relação a maio. Já o etanol registrou alta de 6,3% e foi comercializado a R$ 2,755. A gasolina, que em maio foi vendida a R$ 3,614, apresentou um avanço de 5,2% e foi comercializada nas bombas paranaenses a R$ 3,803. Com um aumento de 3,4%, Santa Catarina teve o diesel vendido a R$ 3,018, o mais caro de toda a Região Sul.

O Rio Grande do Sul fechou junho com os preços mais altos para a gasolina, vendida a R$ 4,045, e para o etanol, comercializado a R$ 3,864, um aumento de 1,4%. Em Porto Alegre, os motoristas encontraram o diesel, a gasolina e o etanol mais caros na zona leste. Já na zona sul foram encontrados os menores valores para a gasolina e o etanol, enquanto a zona norte registrou o diesel mais barato da cidade.

Ainda de acordo com o estudo realizado pela Ticket Log, os preços apresentados em junho demonstram que, embora existam perfis diferentes em cada veículo, em todos os Estados foi mais vantajoso financeiramente abastecer com gasolina.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo.

A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 561 Visualizações
Variedades

Região Sul registra alta no preço dos combustíveis em junho, mas mantém gasolina mais barata do País

Por Gabrielle Pacheco 09/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Região Sul manteve o comportamento de alta no preço dos combustíveis em todo o País e apresentou aumento para o diesel, a gasolina e o etanol em junho, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A gasolina, que em maio era vendida por R$ 3,763 o litro, teve um acréscimo de 4,7% e foi encontrada nos postos ao preço médio de R$ 3,940. O avanço no diesel foi de 3,21%, e o combustível teve o litro vendido ao preço médio de R$ 2,956. Ainda assim. o valor é 17% mais barato que o encontrado na Região Norte, que registrou a maior média nacional para o combustível. Já o etanol, o único combustível que não havia registrado aumento nos primeiros 15 dias de junho, fechou o mês com alta de 2,99%, e foi vendido nas bombas a R$ 3,375.

“Os preços dos combustíveis nos postos da Região Sul se mantêm como os mais baratos de todo o território nacional há alguns meses. Em junho, identificamos o primeiro aumento do ano, e essa alta também impactou os motoristas da região. Ainda assim, o Sul lidera com as menores médias para o diesel e a gasolina. Os próximos dias devem mostrar se essa curva se manterá em julho”, analisa o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Ao analisar os Estados, o IPTL apontou que o Paraná lidera o ranking dos menores preços para os principais combustíveis. O diesel foi comercializado a R$ 2,867, um aumento de 4% em relação a maio. Já o etanol registrou alta de 6,3% e foi comercializado a R$ 2,755. A gasolina, que em maio foi vendida a R$ 3,614, apresentou um avanço de 5,2% e foi comercializada nas bombas paranaenses a R$ 3,803. Com um aumento de 3,4%, Santa Catarina teve o diesel vendido a R$ 3,018, o mais caro de toda a Região Sul.

O Rio Grande do Sul fechou junho com os preços mais altos para a gasolina, vendida a R$ 4,045, e para o etanol, comercializado a R$ 3,864, um aumento de 1,4%. Em Porto Alegre, os motoristas encontraram o diesel, a gasolina e o etanol mais caros na zona leste. Já na zona sul foram encontrados os menores valores para a gasolina e o etanol, enquanto a zona norte registrou o diesel mais barato da cidade.

Ainda de acordo com o estudo realizado pela Ticket Log, os preços apresentados em junho demonstram que, embora existam perfis diferentes em cada veículo, em todos os Estados foi mais vantajoso financeiramente abastecer com gasolina.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo.

A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2020 0 Comentários 662 Visualizações
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Governo do RS receberá doação de combustível da Petrobras para auxiliar no combate à Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Petrobras informou que doará 3 milhões de litros de combustível, gasolina e diesel, aos Estados para contribuir no combate ao coronavírus. A intenção é abastecer ambulâncias e hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo agilidade no atendimento a pacientes com Covid-19. 

Ainda não há a confirmação da quantidade que será encaminhada ao Rio Grande do Sul. Contudo, a doação está encaminhada, como explica o secretário da SGGE, Claudio Gastal. “Estamos analisando o consumo das ambulâncias nos últimos três meses. Essa informação será repassada à Petrobras nos próximos dias para justificar o envio do combustível”.

Em valores, a empresa informou que destinará R$ 30 milhões em doações para colaborar no combate à pandemia em todo o país, incluindo kits de testes de diagnósticos, máscaras, materiais de higiene e segurança, além dos combustíveis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 507 Visualizações
Variedades

Etanol registra recorde histórico de consumo no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 05/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) indicam um recorde histórico de consumo de etanol no Brasil em 2019 da ordem de 32,8 bilhões de litros, registrando 10,5% de crescimento em relação a 2018 – alta de 3,1 bilhões de litros no período. Desse total, o consumo de etanol hidratado respondeu por 22,5 bilhões de litros, aumento de 16,3% e os outros 10,3 bilhões de litros correspondem ao etanol anidro, o aditivo à gasolina.

Esses números colocam o Brasil na dianteira da sustentabilidade, uma vez que o etanol de cana emite 90% menos gases causadores de efeito estufa (GEE) em comparação a gasolina, sendo um dos maiores mercados consumidores de combustíveis renováveis do mundo. A manutenção de um contexto externo favorável a ampliação das vendas de biocombustível possibilitou ao Brasil consumir 2,74 bilhões de litros de etanol a cada 30 dias durante o último ano – a maior média de vendas mensais já registrada em toda série histórica.

Por consequência, a participação do etanol (hidratado e anidro) na matriz de combustíveis utilizados pela frota de veículos de passeio e de carga leve (Ciclo Otto – em gasolina equivalente) atingiu 48,3%, a maior desde 2009 no Brasil. Em pelo menos cinco federações o etanol foi responsável por abastecer mais da metade da matriz de transportes leves. Isso significa que nestes estados (Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Goiás e São Paulo) foram consumidos, em média, 2,1 litros de etanol a cada litro de gasolina pura vendida.

“Acompanhamos no mundo todo um esforço para aumentar a participação dos renováveis na matriz de transportes, enquanto no Brasil substituímos em quase metade os fósseis no ciclo Otto, com reflexos positivos no meio ambiente e na saúde pública. Estamos registrando uma mudança de preferência do consumidor, mas precisamos ampliar a consciência sobre as vantagens do etanol, que além de ter um preço vantajoso em muitos estados, traz sustentabilidade socioeconômica e ambiental para o país”, avalia Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da Unica.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
05/02/2020 0 Comentários 795 Visualizações
Variedades

Sul registra maior alta do diesel no país

Por Gabrielle Pacheco 30/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

No mês passado, os motoristas da Região Sul viram o preço do diesel avançar acima dos 3% nas bombas, revela o levantamento de setembro do Índice de Preços Ticket Log (IPTL). O cenário também foi de alta para a gasolina e – com destaque – para o etanol, que teve na região o litro mais caro do país, vendido no Rio Grande do Sul a R$ 4,094.

“Analisando o comportamento de preços na região, percebemos uma alta relevante no valor do diesel, acima da média nacional, que foi de 2,5%. Outro dado que continua a chamar atenção nos postos do Sul está na variação de preços entre os Estados. No caso do etanol, a diferença chega a 41%, quando se compara a média do litro vendido no Paraná, de R$ 2,899, com a do Rio Grande do Sul, de R$ 4,094”, comenta o Diretor-Geral de Frotas e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, Jean-Urbain Hubau.

“Outro dado que continua a chamar atenção nos postos do Sul está na variação de preços entre os Estados.”

No recorte regional, os postos gaúchos permanecem no topo do ranking dos maiores preços para todos os tipos de combustível. Já Santa Catarina apresentou o valor médio da gasolina mais barata, com o litro vendido a R$ 4,071, que também é a menor média nacional para o combustível. No Paraná, foram encontrados os valores mais baixos para o etanol, diesel comum e diesel S-10, comercializados a R$ 2,899, R$ 3,446 e R$ 3,523, respectivamente.

No contexto nacional, o cenário foi de aumento nos preços dos combustíveis nos postos. O etanol e a gasolina registraram a menor variação em relação a agosto, com 0,3% e 0,4%, respectivamente, enquanto o preço do litro do diesel S-10 aumentou 2,6%, e, do diesel comum, 2,5%. Já o gás veicular natural (GNV) avançou 0,56%, com o preço médio de R$ 3,365.

Em Porto Alegre

Na capital gaúcha, abastecer com gasolina na zona sul sai mais barato para os motoristas. A diferença chega a 1,4%, com o litro vendido a R$ 4,314, ante os R$ 4,375 dos postos do Centro. Já na zona leste, o etanol tem o menor valor, com média de R$ 4,025, ante os R$ 4,05 da zona sul. O IPTL também revela que as análises das principais regiões da cidade mostram que, pelas médias contabilizadas, a gasolina manteve a margem de vantagem acima dos 70% do preço médio do etanol, uma opção mais econômica para os motoristas.

O IPTL é um índice mensal de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que traz grande índice de confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2019 0 Comentários 922 Visualizações
Variedades

Etanol varia até 36% entre os postos da região Sul

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Pelo segundo mês consecutivo, o preço dos combustíveis ficou mais caro nos postos da Região Sul, revela o levantamento de abril do Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A gasolina apresentou alta de 3,4%, no comparativo com o mês anterior e foi comercializada a R$ 4,559. Já o etanol, mesmo com reajuste abaixo de 1%, é destaque pela alta variação entre os Estados e chega a registrar diferença de 36% nas bombas.

“Ao analisar os dados de abril, identificamos que os motoristas da Região Sul já não pagam pelos combustíveis mais baratos do País, com exceção do diesel, como acontecia nos meses anteriores. O período foi de alta e a variação de preços entre os Estados chama atenção, como é o caso do etanol, que chega a 36%, quando comparamos à média do litro vendido no Paraná, de R$ 3,092, aos R$ 4,20 do Rio Grande do Sul”, comenta o Diretor-Geral de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, Jean-Urbain Hubau (Jurb).

No recorte regional, Santa Catarina lidera o ranking da gasolina mais barata, com o litro vendido a R$ 4,279. A variação para o combustível chega a 10%, quando o litro é comparado ao preço médio mais caro encontrado nos postos do Rio Grande do Sul, que foi de R$ 4,70.

Os motoristas gaúchos ainda pagaram os maiores preços do etanol (R$ 4,20), alta de 2%, GNV (R$ 3,449), diesel comum (R$ 3,462) e S-10 (R$ 3,554). No Paraná, foi registrado o menor valor para o etanol, comercializado a R$ 3,09.

No contexto nacional, abril foi mais um período de aumento nos preços dos combustíveis, com exceção do gás veicular natural (GNV). A gasolina, com o litro vendido em média a R$ 4,587, e o etanol, a R$ 3,633, apresentaram alta de 3,2% e 2%, respectivamente. Com o diesel e o diesel S-10, não foi diferente: aumento médio de 1%, nos postos de todo o País. Na contramão do reajuste, o GNV recuou 0,36%, comercializado a R$ 3,295.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/05/2019 0 Comentários 525 Visualizações
Variedades

Redução da alíquota do ICMS sobre o combustível dos aviões em São Paulo gera 490 novas partidas semanais

Por Gabrielle Pacheco 06/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

A redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o combustível dos aviões em São Paulo, dos atuais 25% para 12% em voos domésticos, vai quase que dobrar o número de cidades paulistas atendidas pelo transporte aéreo, das atuais sete para 13. Isso porque as companhias aéreas (AVIANCA, AZUL, GOL, LATAM, LATAM CARGO e PASSAREDO) assumiram o compromisso de atender seis novos destinos dentro do estado e criar mais 64 voos nacionais, todos em processo de definição. Será o equivalente a 490 partidas semanais que deverão ser iniciadas em até 180 dias, após a sua formalização pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

“Essa, sem dúvida, é uma das maiores conquistas da aviação comercial brasileira. Com essa medida, São Paulo ganha ainda mais protagonismo na conectividade aérea nacional, além do desenvolvimento econômico e social que será gerado com mais voos no estado. O governo estadual dá um exemplo de iniciativa que fortalece a competividade do setor aéreo”, diz o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), Eduardo Sanovicz.

Segundo ele, os voos que serão criados e destinos que serão atendidos promoverão um estímulo econômico gerado pelo aumento de consumo nas cidades e das receitas com o turismo que, num cenário conservador, poderá proporcionar ao estado um aumento anual de R$ 6,9 bilhões no Valor Bruto da Produção, além da geração de 59 mil empregos e o pagamento de R$ 1,4 bilhão em salários. Estima-se, ainda, um impacto econômico de mais de R$ 316 milhões, em 2019. O estado concentra o maior número de movimentações aéreas (decolagens domésticas e internacionais) do país, com mais de 30% do total.

“Stopover”

Também está prevista uma campanha conjunta entre a Secretaria Estadual de Turismo, o São Paulo Convention & Visitors Bureau (SPCVB) e a ABEAR, representando as companhias aéreas associadas, para promover o programa “stopover”, que é a descida em São Paulo de um passageiro num voo vindo de Fortaleza ou alguma cidade internacional, por exemplo, com destino final previsto em Porto Alegre. Neste caso, o passageiro poderia optar por permanecer pelo menos um dia em alguma cidade paulista e aproveitar as ofertas locais de lazer, compras, cultura ou natureza antes de se deslocar ao destino final. O investimento previsto é de cerca de R$ 40 milhões, apenas em 2019.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/02/2019 0 Comentários 626 Visualizações
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