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CNC

Política

Fecomércio-RS se une à CNC em ação sobre imposto de importação no STF

Por Jonathan da Silva 22/02/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS ingressou com pedido de “Amicus Curiae” na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7589), ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e Confederação Nacional da Indústria (CNI) no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação pede a suspensão dos benefícios de isenção do imposto de importação nas remessas internacionais de mercadorias de até US$ 50,00 para pessoas físicas, bem como a declaração de inconstitucionalidade da norma.

O “Amicus Curiae” (amigo da causa) tem por objetivo contribuir com a ação, por meio do acréscimo de informações e dados que possam influenciar a decisão dos Ministros.

Um estudo realizado pela CNC mediu o impacto da isenção do imposto de importação em produtos adquiridos por pessoas físicas com valor até US$ 50 sobre o varejo nacional. Para cada 1% de diferença de preços em relação ao produto importado pelo Programa Remessa Conforme, há perda média de 0,49% no faturamento. Os mais afetados são os setores de farmácia e perfumaria, com o maior impacto (0,87%), seguidos por vestuário e calçados (0,64%).

O estudo ainda indica que, para um empresário importar o mesmo produto anunciado até US$ 50 (aproximadamente R$ 250) em lojas de comércio eletrônico, o custo tributário varia entre 63% e 90%. Isso elevaria o preço de venda ao consumidor desse mesmo produto a R$ 546, no mínimo. “É extremamente necessário fortalecer os argumentos e ampliar o discurso para conseguirmos, em conjunto com as Confederações, reverter esta medida que gera tanto desequilíbrio concorrencial para os empresários brasileiros”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/02/2024 0 Comentários 502 Visualizações
Business

ICEC-RS inicia 2024 com queda

Por Jonathan da Silva 31/01/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS divulgou nesta quarta-feira (31) a edição de janeiro de 2024 da pesquisa de Confiança dos Empresários do Comércio (ICEC-RS), da CNC. O índice atingiu 105,0 pontos, o que representa o terceiro mês consecutivo de recuo na margem. A queda de 3,4% foi mais intensa que a de dezembro de 2023, indicando um início de ano com revisão para baixo da confiança dos Empresários do Comércio. Na comparação com o mesmo período de 2023 o ICEC-RS teve queda de 7,1%.

O resultado na margem resultou de movimentos distintos entre seus três componentes. O Índice de Condição Atual do Empresário do Comércio-RS (ICAEC-RS), depois de duas quedas consecutivas na margem, teve variação de 0,9% (em relação a dezembro de 2023), registrando 84,3 pontos – em patamar pessimista, abaixo dos 100,0 pontos. Na comparação interanual, houve recuo de 17,9%. Os outros dois componentes, por sua vez, tiveram recuo, com maior influência das Expectativas.

O Índice de Expectativa do Empresário do Comércio-RS (IEEC-RS), apresentou forte recuo comparado a dezembro do ano passado, registrando queda de 7,9%. O resultado representa uma intensificação das quedas nos dois meses anteriores, indicando uma reavaliação importante que pode estar associada ao risco percebido dos impactos sobre a dinâmica da atividade local das alterações propostas pelo executivo em matéria tributária. Com o resultado, o IEEC-RS caiu para 125,4 pontos, ficando 0,6% abaixo do patamar de janeiro de 2023.

Já no Índice de Investimento do Empresário do Comércio-RS (IIEC-RS), a queda marginal de 1,2%, que levou o componente para os 105,4 pontos, foi influenciada pelo subindicador de Contratação de Funcionários, cujo recuo de 5,2% na margem vem em linha com o movimento de ajuste nas equipes após reforço para as vendas de final de ano. Em relação ao patamar de janeiro do ano passado, o recuo no IEEC-RS foi de 4,6%.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, analisa os resultados. “Se o resultado de 2023 mostrou uma confiança bastante influenciada por uma avaliação negativa das condições atuais, o começo de 2024 traz na reavaliação das expectativas o tom dos desafios de 2024. Por mais que as condições macroeconômicas se apresentem melhores – inflação controlada, mercado de trabalho sustentado, continuidade da queda taxa de juros – se somam incertezas que tem limitado a confiança do setor”, pontua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/01/2024 0 Comentários 476 Visualizações
Business

ICF-RS tem segunda alta consecutiva na margem

Por Jonathan da Silva 31/01/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS divulgou os resultados da edição de janeiro de 2024 da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas (ICF-RS), da CNC. O período de coleta dos dados ocorre nos dez últimos dias do mês que antecede a divulgação, neste caso nos últimos dez dias de dezembro de 2023, no município de Porto Alegre. O índice apresentou variação positiva de 0,7% na margem, sendo o segundo aumento consecutivo nesta base de comparação (dezembro de 2023 havia variado +0,5%). Deste modo, o nível do índice atingiu os 62,8 pontos. Em comparação com o mesmo período de 2023, todavia, a Intenção de Consumo se mantém muito deprimida, ficando 22,6% aquém do patamar de janeiro de 2023.

Dos sete subindicadores que compõem o índice, quatro registraram aumento nesta edição. Destaque para o indicador de Emprego Atual (90,5 pontos), que variou 1,4% na margem, e para o componente que avalia a Renda Atual (80,5 pontos), que avançou 2,4% em relação a dezembro de 2023. Também nas altas, Momento para Duráveis – que segue em patamar muito deprimido (27,9 pontos) – teve variação de 0,5% na margem e a Perspectiva de Consumo variou 2,7%, chegando aos 71,3 pontos com a terceira alta consecutiva na margem.

O subindicador de Nível de Consumo Atual (52,4 pontos), por sua vez, ficou praticamente estável, ao variar -0,2% na margem, com forte desaceleração em relação ao resultado de dezembro de 2023 (-5,9%). Nas baixas, Acesso a Crédito teve nova contração na margem (-1,7%), enquanto Perspectiva Profissional (29,7 pontos), após ter registrado alta em dezembro de 2023, voltou a cair em janeiro de 2024 (-2,3%), reforçando a avaliação predominante de não ser esperada melhora quanto ao emprego – resultado que demanda cautela na interpretação, já que também pode refletir cenário de maior estabilidade no mercado de trabalho.

Os dados, na comparação com o período de janeiro de 2023, apresentam piora em todos os indicadores, reforçando um quadro que, apesar de reação na margem, evidencia um patamar bastante baixo de confiança. “Ao longo do ano passado, o ICF mostrou que as famílias reforçaram sua cautela. No começo de 2024, apesar de um esboço de reação, o ponto de partida segue sendo um consumidor cauteloso nas duas decisões sobre consumo – exigindo esforço para entender o cliente, suas condições de pagamento, e reforçar as estratégias e a gestão em atendimento e vendas”, comentou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS.

Foto: Duda Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/01/2024 0 Comentários 456 Visualizações
Saúde

Piso salarial dos farmacêuticos será discutido em audiência pública na Câmara dos Deputados

Por Amanda Krohn 08/12/2022
Por Amanda Krohn

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados aprovou o requerimento do deputado federal Ubiratan Sanderson (PL/RS) e realizará audiência pública para debater o Projeto de Lei (PL) 1559/2021, que estabelece o piso salarial dos farmacêuticos. A solicitação atendeu a pedido da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado do Rio Grande do Sul (Sinprofar) e da Confederação Nacional do Comércio (CNC). A audiência pública proporcionará mais tempo para a discussão do projeto, que estava na pauta da CTASP para ser votado ontem. O texto propõe uma remuneração mensal mínima de R$ 6,5 mil para profissionais no exercício da profissão farmacêutica; além de um acréscimo de 10% na remuneração dos responsáveis técnicos.

“Temos alertado para os efeitos negativos que serão gerados se aprovado esse projeto. O primeiro deles é no aumento do desemprego. Pequenas farmácias não poderão arcar com este valor proposto de piso salarial, o que tende a implicar em redução de vagas para farmacêuticos no mercado de trabalho”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. “Essa proposta não reconhece disparidades regionais ao pressupor a mesma capacidade financeira de estabelecimentos de grande porte, localizados nas metrópoles, com a encontrada no varejo de cidades ou povoamentos distantes dos médios e grandes centros urbanos”, alerta. O cumprimento obrigatório do pagamento do novo piso, acrescenta Bohn, também aumentaria o custo dos estabelecimentos, acarretando em aumento no valor dos medicamentos de preço livre.

Ao solicitar a audiência pública, o deputado Ubiratan Sanderson fez menção às preocupações. “Não há dúvida de que os profissionais farmacêuticos merecem tratamento justo e equitativo. Em que pese ser meritória a referida proposição, contudo, ainda precisa ser aprimorada, sobretudo para o controle das externalidades negativas (inclusive para os farmacêuticos) decorrentes da aprovação de um piso salarial 94,79% maior do que a remuneração média atual, cujo impacto mensal é de aproximadamente R$ 304,1 milhões para as empresas”, escreveu em sua justificativa. A Fecomércio-RS e o Sinprofar participarão da audiência, que ainda não tem data para ser realizada.

Representa+ – Através da plataforma colaborativa Representa+, da Fecomércio-RS, empresários e interessados podem consultar e opinar a respeito de pautas como a do piso salarial dos farmacêuticos, atribuindo grau de prioridade para atuação da Federação em projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa. O leitor pode acessar mais detalhes sobre o PL 1559/2021 e contribuir nas ações relacionadas à pauta através do link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/12/2022 0 Comentários 572 Visualizações
Business

Luiz Carlos Bohn é empossado como presidente do Sistema Fecomércio-RS

Por Amanda Krohn 19/07/2022
Por Amanda Krohn

“Temos muito trabalho pela frente, mas estamos prontos para fazer mais e melhor”, disse o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, ao assumir a diretoria da entidade para a gestão 2022/2026. O empresário, que inicia seu terceiro mandato à frente da entidade, tomou posse junto com a nova Diretoria na noite desta segunda-feira (18).

Em seu discurso de posse, Bohn falou sobre as metas alcançadas nos dois mandatos anteriores, como a consolidação financeira do Sistema, a construção da nova sede e a reforma administrativa com a seleção de uma equipe de alto nível que pudesse implementar as decisões da Diretoria de forma eficiente.

O presidente também destacou a participação da Fecomércio-RS no debate público sobre as questões relevantes para o empresariado gaúcho. “Fico feliz em olhar para trás e dizer que nós, eu, meus vice-presidentes e diretores, conseguimos atingir a todos esses objetivos. Fico orgulhoso em ver que conseguimos atingir tudo isso mesmo tendo que passar pelo desafio de uma pandemia. Enfrentamos a pandemia sem parar de trabalhar! Nossos resultados dependeram de muito trabalho e esforço de todos nós em prol dos empresários e da sociedade gaúcha”.

Planos de atuação

Bohn afirmou que quer olhar para frente e planejar o futuro da entidade para os próximos quatro anos. Ele destacou os três principais eixos de atuação da nova gestão, começando pelo Programa Recuperação de Sindicatos. O presidente afirmou que a nova gestão reconhece a importância, em termos de representatividade política, que a existência de uma base sindical ampla confere à Fecomércio-RS. “Estamos propondo e criando novos serviços para os sindicatos que formam a nossa base, gerando apoio para um novo modelo sindical. Estaremos juntos, com os esforços visando à reformulação dos sindicatos filiados, de forma a termos entidades viáveis e representativas do empresariado gaúcho”.

O segundo eixo de ação passa pela intensificação das atividades e da participação da Federação no debate público do Estado e do País, principalmente em 2022, que será um ano de Eleições. “É preciso que fique claro para todos que a nossa entidade não tem partido. Mas isso não significa que não tenhamos atuação política. Temos posicionamento”, afirmou taxativo.

No terceiro eixo de atuação, a nova gestão pretende estabelecer canais de ligação e de serviços entre a Fecomércio-RS e as empresas gaúchas. Além do papel de representar e defender os interesses dos empresários do setor terciário, a entidade quer ser cada vez mais atuante no auxílio direto ao crescimento das empresas, através de projetos como o Lab Fecomércio, que viabiliza acesso à tecnologia avançada para empresas e sindicatos.

Bohn também destacou o importante papel de Sesc e Senac, braços sociais da entidade. “Por meio de diversas ações em todo o estado também teremos uma série de entregas previstas para a comunidade. Nossa meta é continuar oferecendo educação de qualidade, desde a educação infantil, ensino fundamental, médio, superior e educação de jovens e adultos, além de ações de saúde, cultura, lazer, convívio social e bem-estar para o maior número de gaúchos”, finalizou.

Posse da entidade recebeu autoridades

O presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros, não pôde estar presente na posse da nova gestão da Fecomércio-RS, mas enviou um vídeo para prestigiar o presidente Luiz Carlos Bohn e a nova Diretoria. “A CNC e eu, em particular, nos regozijamos pela boa prática e iniciativa dos seus pares por terem lhe reconduzido a mais um mandato. Isso é a prova da sua proficiência, honestidade, competência e espírito de realização. Só temos a agradecer a você, nosso segundo vice-presidente, que tem prestado inestimáveis serviços à CNC e ao Sistema Comércio como um todo”, concluiu.

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, prestigiou a cerimônia e em seu discurso cumprimentou a nova diretoria. “Recebam nosso abraço de parceria e boa relação e parabéns por estarem aqui desbravando a Zona Norte com essa bela nova sede”. O governador do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira Júnior, também marcou presença no evento lembrando da importância da parceria pública-privada para a economia do estado gaúcho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2022 0 Comentários 628 Visualizações
Business

CNC aumenta para 3,8% projeção de crescimento do PIB em 2021

Por Caren Souza 04/06/2021
Por Caren Souza

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aumentou de 3,2% para 3,8% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), em 2021. A projeção tem como base o resultado positivo divulgado nesta terça-feira (01/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra que o PIB brasileiro cresceu 1,2% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com os três meses imediatamente anteriores – o maior avanço para um primeiro trimestre desde 2011 (+1,4%).

A expectativa da CNC é que o PIB se mantenha estável no segundo trimestre de 2021. De acordo com o presidente da Confederação, José Roberto Tadros, a adoção de medidas restritivas em abril tende a prejudicar o consumo das famílias, principal agregado sob a ótica da demanda.

“Quatro fatores podem dificultar um crescimento mais vigoroso da economia no transcorrer deste ano: um possível recrudescimento da pandemia diante do aumento recente no número de casos e da lentidão no processo de imunização da população, inflação elevada, desemprego em alta e o risco de uma crise energética diante do nível historicamente baixo dos reservatórios das hidrelétricas”, afirma Tadros.

Apesar desses riscos, o resultado acima do esperado e o cenário potencialmente mais positivo da vacinação no segundo semestre levaram a entidade a revisar as projeções para cima. Somado à elevação de 11,2% no acumulado do segundo semestre do ano passado, o avanço do PIB no primeiro trimestre de 2021 elevou o nível de atividade econômica ao mesmo patamar verificado antes da disseminação da covid-19. O PIB brasileiro totalizou R$ 7,65 trilhões nos últimos quatro trimestres encerrados em março.

Consumo das famílias recua

Sob a ótica da produção, destacaram-se a agropecuária (+5,7%), os serviços de transportes (+3,6%) e as indústrias extrativas (+3,2%). Mesmo ainda afetado pelo isolamento social, o comércio seguiu o ritmo de expansão da economia, oscilando +1,2% – maior taxa positiva para esse período desde 2018 (+1,3%). Das doze atividades pesquisadas, apenas a indústria de transformação (-0,5%) e os serviços públicos, como educação, saúde, defesa e seguridade social (-0,6%), apresentaram recuos no período.

Pelo lado da demanda, após crescerem 20% no quarto trimestre de 2020, os investimentos desaceleraram (+4,6%), mas garantiram o avanço no nível de atividade, na medida em que o consumo das famílias (-0,1%), o consumo do governo (-0,8%) e o setor externo (-7,9%) contribuíram negativamente. “O desempenho negativo do consumo das famílias no primeiro trimestre pode ser atribuído a uma série de fatores econômicos, como a elevação do nível geral de preços e o avanço do desemprego. Contudo, a intensificação do isolamento social ao longo dos três primeiros meses do ano contribuiu significativamente para a queda do consumo”, explica Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo.

Fonte: Assessoria
04/06/2021 0 Comentários 730 Visualizações
dívidas
Business

RS registra 23% de aumento em negociação de dívidas

Por Eduarda Ferreira 01/02/2021
Por Eduarda Ferreira

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), após três reduções seguidas, o número de brasileiros com dívidas voltou a subir no último mês de 2020. Assim, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) apontou que 66,3% dos consumidores estão endividados atualmente. Entretanto, mesmo com um cenário econômico delicado, milhares de pessoas veem a renegociação de dívidas como uma forma de amenizar os impactos na vida financeira. Assim, a QuiteJá , plataforma de recuperação de crédito, registrou um aumento de 23% em acordos realizados no estado do Rio Grande do Sul em dezembro de 2020.

Além disso, o levantamento apontou que o grande motivo das negociações são as ofertas de flexibilização para o pagamento, recebimento do 13° salário, além de facilidades para entrada e prazos oferecidas pelos grandes bancos e redes de varejo. Assim, na QuiteJá, a média no valor de dívidas negociadas é a partir de R$ 2.100,00 e as parcelas giram em torno de R$ 150,00.

Formule pelo menos duas propostas diferentes para quitar o débito, e registre isso detalhadamente, para usar durante a negociação com o credor.

De acordo com o CEO da QuiteJá, Luiz Henrique Garcia, a época é boa para renegociar dívidas e manter o nome limpo. “Devido a pandemia, as condições que estão sendo adotadas pelos credores de forma geral são muito atrativas. Quase uma ‘black week’ de negociação, que podem oferecer ao cliente taxas de juros bem menores, descontos em multas, parcelamento do débito, e dentre outras ofertas”, explica. “Se a pessoa possui condição para negociar, o ideal é não perder tempo e correr para aproveitar”, acrescenta Garcia.

É preciso conhecer suas dívidas

O executivo alerta ainda que o primeiro passo é sempre conhecer a sua dívida. “Parece algo óbvio demais, porém, algumas pesquisas mostram que, na realidade, a maioria dos brasileiros sequer sabe qual é o tamanho do seu endividamento”, afirma. “Recentemente, aqui na QuiteJá realizamos uma pesquisa que mostrou que 66,6% dos entrevistados se consideram endividados. Algumas pessoas não sabem o impacto que é deixar uma dívida em aberto, principalmente se for em cartão de crédito. É necessário pensar na melhor saída para pagar a dívida, com base na sua capacidade financeira”, explica o CEO.

Conforme Garcia, é preciso se preparar para a renegociação. “Formule pelo menos duas propostas diferentes para quitar o débito, e registre isso detalhadamente para usar durante a negociação com o credor. Após isso, exponha com transparência qual a sua realidade atual”, aconselha.

Foto: Reprodução
01/02/2021 0 Comentários 616 Visualizações
turismo
Business

Turismo tem alta de 28% e aguarda pela temporada de verão

Por Gabrielle Pacheco 12/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Depois de longos meses em queda, o turismo brasileiro dá sinais de melhora. De acordo com uma pesquisa realizada pela Cielo em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o setor teve alta de 28% em setembro – com faturamento de R$12,8 bilhões – em comparação a agosto. Além disso, o número é três vezes maior do que o registro em abril de 2020. Por segmento, as áreas de hospedagem e alimentação registraram o maior volume de vendas em setembro, cerca de R$ 8,53 bilhões.

Muitas vezes subestimado, o setor de Turismo responde por cerca de 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega cerca de 7 milhões de pessoas direta e indiretamente no Brasil. “O turismo foi gravemente afetado pela crise. A mescla das restrições com a diminuição da demanda fez com que os serviços fossem reduzidos de uma forma sem precedentes”, comenta a pesquisadora Isabel Grimm, integrante do grupo de pesquisa Turismo e Sociedade, encabeçado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pelo ISAE Escola de Negócios.

Além disso, segundo a pesquisadora, a reestrutura das áreas turísticas e os investimentos em segurança epidemiológica em todo o mundo passaram a receber investimentos e maior controle, já visualizando que os protocolos de saúde se tornarão permanentes. Essa preocupação tem alcançado resultados positivos para o setor. “Os turistas estão aderindo novos hábitos de viagem, buscando por experiências mais próximas ao seu entorno, com forte tendência ao turismo doméstico e regional”, destaca.

Reinvenção

A adaptação tem sido a chave para o sucesso do setor no processo de reabertura. No Hotel Solar do Imperador, em Porto Seguro (BA), fundado há quase 30 anos, a retomada das atividades foi gradual e segue atendendo todas as medidas de segurança contra o novo coronavírus. Assim, o primeiro passo foi reduzir o número de funcionários e implementação de novos turnos. “A distribuição das atividades foi repensada, para que sempre tenha alguém higienizando os locais, até nas áreas abertas como a da piscina”, explica um dos proprietários e administrador do hotel, Charbel Spinelli Tauil.

No restaurante, o buffet passou a ser assistido – os funcionários ficam paramentados e atrás de um vidro – e também existe as opções à la carte. Na área de lazer, os hóspedes podem utilizar a sauna e hidro, mediante agendamento de horário. “Tivemos que reestruturar todos os nossos serviços, principalmente aquele de maior probabilidade de contato entre o nosso público. Os turistas perceberam que nos transformamos em um ambiente seguro, e aos poucos estão voltando. Estamos ansiosos para a temporada de verão”, destaca Charbel.

Plano Nacional de Retomada do Turismo

Seguindo a linha da retomada responsável, o Ministério do Turismo acaba de lançar o Plano Nacional de Retomada do Turismo. Trata-se de uma aliança nacional que reúne poder público, iniciativa privada, terceiro setor e Sistema S para diminuir os efeitos negativos causados no setor, em decorrência da pandemia da covid-19.

Assim, por meio de um ato normativo foram definidos os eixos de atuação e os parâmetros para desenvolvimento de programas, projetos e ações para a retomada. Como não poderia ser diferente, o foco é o turismo nacional, responsável (para empresas e turistas) e descentralizado, dando oportunidades a destinos de todo o País. Além disso, o Ministério lançou a campanha Viaje com Responsabilidade e Redescubra o Brasil, com uma série de vídeos voltada à promoção dos destinos turísticos brasileiros.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/11/2020 0 Comentários 574 Visualizações
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