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Cinemateca Capitólio

Cultura

Cinemateca Capitólio exibe filmes carnavalescos com ingresso popular

Por Gabrielle Pacheco 27/02/2023
Por Gabrielle Pacheco

A temporada da folia já acabou, mas não no cinema. De 2 a 12 de março, a Cinemateca Capitólio, em Porto Alegre, vai celebrar as delícias e as dores da festa mais popular do país com a mostra Recordar é Viver! Histórias de Carnavais. A programação irá apresentar uma seleção especial de filmes carnavalescos realizados entre as décadas de 1920 e 2010 no Brasil e no exterior. Dez títulos serão exibidos com entrada franca e os demais terão ingressos populares (R$ 10).

Na abertura, haverá a exibição de Orfeu do Carnaval (1959), do francês Marcel Camus, inspirado no texto teatral Orfeu da Conceição, de Vinícius de Moraes. A sessão do grande clássico vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro e protagonizado pelo ator porto-alegrense Breno Mello será apresentada pelo diretor e roteirista Alexandre Derlan. Mais duas produções do Rio Grande do Sul ganham sessões na mostra: Errante – Um Filme de Encontros, de Gustavo Spolidoro, e Harmonia, de Jaime Lerner.

Uma edição especial do Projeto Raros vai projetar dois filmes dirigidos por Vera de Figueiredo: Artesanato do Samba (co-dirigido por Zózimo Bulbul) e Samba da Criação do Mundo, inspirado no enredo que a Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis elaborou para o desfile de 1978. O público poderá assistir ainda a grandes ficções carnavalescas de realizadores como Nelson Pereira dos Santos, Julio Bressane, Walter Lima Jr., Fernando Coni Campos, Watson Macedo e José Carlos Burle. Um dos principais destaques é Quando o Carnaval chegar (1972), de Cacá Diegues, que tem no elenco Chico Buarque, Nara Leão, Maria Bethânia, Hugo Carvana, Elke Maravilha, Odete Lara, Antônio Pitanga e José Lewgoy.

Haverá um panorama de documentários: O que foi o Carnaval de 1920!, de Alberto Botelho; Carnaval de Rua de Porto Alegre, produzido pela Wilken Filmes; Carnaval do Rio de Janeiro, do chileno Aldo Francia; Nossa Escola de Samba, de Manuel Horácio Gimenez; e Arrasta a bandeira colorida, de Luna Akalay e Aloysio Raulino.

As célebres festas de Sevilla e Veneza também estarão na tela em duas obras-primas: Mulher Satânica, de Josef von Sternberg, protagonizado por Marlene Dietrich, e Casanova de Fellini, de Federico Fellini. A mostra tem o apoio do Centro Técnico Audiovisual, da Cinemateca Nacional de Chile, do Canal Thomaz Farkas e da Versátil Filmes.

Confira a programação

02/03, quinta-feira
19h30 Orfeu do Carnaval

03/03, sexta-feira (exibição gratuita)
15h A Baronesa Transviada
17h Carnaval Atlântida
19h30 Projeto Raros: Artesanato do Samba + Samba da Criação do Mundo

04/03, sábado
19h Ladrões de Cinema

05/03, domingo
17h Quando o Carnaval Chegar
19h O Gigante da América (exibição gratuita)

07/03, terça-feira
17h Mulher Satânica
19h Casanova de Fellini

08/03, quarta-feira
19h Carnaval de Rua de Porto Alegre + Errante – Um Filme de Encontros + debate

09/03, quinta-feira
17h Orfeu do Carnaval
19h A Baronesa Transviada (exibição gratuita)

10/03, sexta-feira
15h Mulher Satânica
16h30 Casanova de Fellini
19h30 Carnaval do Rio de Janeiro + A Lira do Delírio (exibição gratuita)

11/03, sábado
17h Carnaval Atlântida (exibição gratuita)
19h Rio, Zona Norte

12/03, domingo
16h30 O Que Foi o Carnaval de 1920! + Nossa Escola de Samba + Arrasta a Bandeira Colorida (exibição gratuita)
18h – Harmonia + debate

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2023 0 Comentários 950 Visualizações
Cultura

Cinemateca Capitólio Petrobras recebe mostra inspirada no cinema de Alfred Hitchcock

Por Gabrielle Pacheco 06/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Cinemateca Capitólio Petrobras recebe a partir de 17 de abril a mostra A Vertigem do Cinema Moderno que segue até domingo, 28. Os filmes exibidos são de diferentes períodos e momentos da história do cinema que estabelecem diálogos instigantes com Um Corpo que Cai, a obra-prima de Alfred Hitchcock.

A inspiração da mostra é a pesquisa Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno, de Luiz Carlos Oliveira Jr, que investiga a recorrência do filme em toda a história moderna do cinema.

O pesquisador participa de um debate após a exibição da obra de Hitchcock no sábado, 20 de abril, às 20h.

A programação apresenta a cópia restaurada de Um Corpo Que Cai e mais quinze filmes, incluindo Blow-Up – Depois Daquele Beijo, de Michelangelo Antonioni, Sem Sol, de Chris Marker, Dublê de Corpo, de Brian De Palma, A Estrada Perdida, de David Lynch, e Você e os Seus, de Hong Sang-soo.

A sessão de abertura ocorre na quarta-feira, 17 de abril, às 18h, e apresenta A Névoa Verde, dos diretores Guy Maddin, Galen Johnson e Evan Johnson, que revisita o enredo do clássico de Hitchcock através de uma colagem de imagens encontradas e reaproveitadas de filmes antigos e programas de televisão rodados em San Francisco. A sessão será comentada pelo crítico, professor e montador Milton do Prado.

Na sessão de encerramento, no domingo, 28 de abril, às 18h30, integrantes do grupo de estudos Aurora debatem os diálogos contemporâneos com a obra de Hitchcock após a sessão de Você e os Seus, filme realizado pelo sul-coreano Hong Sang-soo, inédito em Porto Alegre.

A mostra A Vertigem do Cinema Moderno integra o projeto Cinemateca Capitólio Petrobras – programação especial 2019, que conta com 26 atividades.

Os ingressos para as sessões custam R$ 10, com meia entrada para estudantes, idosos e portadores do Cartão Petrobras com acompanhante, além de gratuidade para os funcionários da Petrobras.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2019 0 Comentários 606 Visualizações
Cultura

Segunda edição do Porto Alegre Noir inicia na próxima semana

Por Gabrielle Pacheco 01/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

De 9 a 14 de abril, a Cinemateca Capitólio (Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico) recebe a segunda edição do Porto Alegre Noir, evento cultural e de caráter temático, dedicado à literatura policial e ao cinema de inspiração noir. Durante seis dias, a cidade vai respirar mistério, investigação e suspense com as histórias dos romances policiais e os clássicos filmes do gênero.

O objetivo da iniciativa é reverenciar um dos gêneros de literatura e cinema mais cultuados por fãs e admiradores de todas as idades, geração após geração. “O Porto Alegre Noir surgiu a partir da constatação de que a literatura policial e o cinema noir possuem uma legião de fãs que dialogam, sem preconceitos, entre as duas formas de manifestação artística: os livros e os filmes.

Unir as duas vertentes em um único evento reforça e valida o verdadeiro objeto de culto que é o noir, um conceito por vezes vago e misterioso, tão bem expresso pela estética das luzes e sombras e pelos desvios morais da alma humana, características presentes nas melhores obras do gênero”, comenta Jorge Ghiorzi, um dos organizadores do festival.

O Porto Alegre Noir II promoverá uma extensa programação que inclui workshops, debates, exposição, mostra de filmes e um espaço para venda de livros policiais, de suspense e mistério.

Entre as atividades, os bate-papos “À Sangue Frio – o crime verdadeiro e a literatura”, com Rafael Guimaraens, Sandra Abrano e Luiz Gonzaga Lopes, “A lendária Coleção Amarela da Livraria do Globo”, com Sérgio Karam, Paula Ramos e Samir Machado de Machado e “Dashiell Hammett e os 90 anos de Safra Vermelha”, com Júlio Ricardo da Rosa e Juremir Machado da Silva.

Na mostra de cinema noir, destaque para quatro dos seis diretores da programação e, que sofreram perseguições durante o período do McCarthismo nos Estados Unidos: Cy Endfield (Justiça Injusta, 1950), Edward Dmytryk (Até a Vista, Querida, 1944), Abraham Polonsky (A Força do Mal, 1948) e Joseph L. Mankiewicz (O Ódio é Cego, 1950).

O evento também apresenta-se como um veículo de divulgação do gênero e de diálogo com a atualidade. “É uma oportunidade de descobertas e redescobertas para novas audiências e antigos admiradores das histórias policiais”, acrescenta Jorge.

“A ficção policial é uma ótima ferramenta para se dissecar as mazelas da sociedade em que vivemos, por isso, um evento como o Porto Alegre Noir se torna ainda mais necessário no contexto atual do país. Nessa edição, vamos destacar a discussão político-social nos temas dos debates e nos clássicos do cinema noir que foram selecionados”, finaliza Cesar Alcázar, produtor e organizador do evento.

Foto: Antonio Mainieri da Cunha Pinto/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2019 0 Comentários 564 Visualizações

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