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ciência

Ensino

Feevale promove “Pint of Science” em bares de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 13/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizará, nos dias 19 e 20 de maio, em Novo Hamburgo, mais uma edição do “Pint of Science”, evento internacional que busca aproximar a ciência da comunidade por meio de debates em bares e cafés. A programação ocorrerá no Velho Viking e no Boteco 1538, a partir das 19h, com entrada gratuita e participação de pesquisadores, professores e estudantes da instituição. A proposta é discutir temas científicos atuais em linguagem acessível, promovendo o diálogo entre academia e população em espaços informais.

Organizado pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Feevale, o evento integra uma iniciativa internacional criada no Reino Unido e realizada simultaneamente em diversos países. No Brasil, o Pint of Science acontece há mais de dez anos e, em 2026, alcança um recorde de participação, chegando a 213 cidades.

Programação na cidade

A programação em Novo Hamburgo começa na terça-feira, 19 de maio, no Velho Viking. O encontro contará com a conversa “Vírus de Cinema: o que da ficção pode ser real?”, conduzida pelas acadêmicas do mestrado em Virologia da Feevale, Laura Gabriela Nienow, Pamela Maria Correa e Maria Eduarda Seidler. Na mesma noite, a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Toxicologia e Análises Toxicológicas da Feevale, Isadora Richter, abordará o tema “Drogas, álcool e um fio de cabelo: a ciência por trás do passado”, discutindo métodos científicos utilizados para análises toxicológicas.

Já na quarta-feira, 20 de maio, o Boteco 1538 receberá o debate “O tempo não para: estamos preparados para viver mais e melhor?”. A atividade reunirá pesquisadores, professores e estudantes vinculados ao Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Gerontologia e ao Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social da Feevale. Participam da conversa Cesar Augusto Kampff, Yasmin Daniele Garcia, Deise Claudiane Rodrigues Antunes, Ana Carolina Lima, Marliese Christine Simador Godoflite, Geraldine Alves dos Santos, Rosane Barbosa e Igor de Oliveira Lopes.

Ciência fora dos laboratórios

Segundo a organização, o objetivo do Pint of Science é transformar espaços cotidianos em ambientes de troca de conhecimento, permitindo que o público tenha contato direto com pesquisadores e temas científicos presentes no dia a dia.

A programação é aberta à comunidade e não exige inscrição prévia. Os encontros ocorrerão sempre às 19h, nos dois estabelecimentos participantes.

O festival internacional foi criado com o propósito de tornar o conhecimento científico mais acessível ao público geral, incentivando conversas sobre pesquisa, inovação e sociedade em ambientes descontraídos.

Serviço

  • O quê: Pint of Science 2026 em Novo Hamburgo
  • Quando: 19 e 20 de maio, às 19h
  • Onde: Velho Viking e Boteco 1538, em Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2026 0 Comentários 107 Visualizações
Ensino

Pesquisa sobre genética indígena publicada na Nature tem participação gaúcha

Por Jonathan da Silva 13/05/2026
Por Jonathan da Silva

Um estudo internacional sobre a história evolutiva e a diversidade genética dos povos indígenas da América, publicado na capa da revista científica Nature em abril, apresentou novos dados sobre a origem e a evolução dessas populações. A pesquisa contou com a participação de pesquisadores vinculados e egressos do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular (PPGBM) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e analisou 128 genomas completos de alta cobertura, o maior conjunto já estudado desse tipo entre populações indígenas americanas. O trabalho identificou mais de 1,4 milhão de variantes genéticas inéditas e aponta uma complexidade maior na formação dos povos originários do continente.

O estudo, intitulado “The evolutionary history and unique genetic diversity of Indigenous Americans”, investiga processos de migração, adaptação biológica e ancestralidade genética das populações indígenas americanas. Segundo os pesquisadores, os resultados reforçam que a ocupação da América ocorreu há pelo menos 15 mil anos, a partir de populações que começaram a se diferenciar geneticamente há cerca de 25 mil anos na região da Beríngia, território que conectava Ásia e América durante a última era glacial.

Diversidade genética

De acordo com a pesquisa, os povos indígenas da América apresentam uma diversidade genética superior à anteriormente conhecida. Os dados também indicam múltiplas migrações para a América do Sul e adaptações biológicas a ambientes extremos ao longo do tempo.

Os pesquisadores identificaram marcas genéticas relacionadas à imunidade, metabolismo e reprodução, indicando a ação da seleção natural sobre essas populações. O estudo também encontrou sinais de ancestralidade arcaica, como neandertais e denisovanos, preservados ao longo das gerações e possivelmente associados a adaptações biológicas importantes.

Outro ponto destacado pela pesquisa é a identificação e ampliação da compreensão do componente ancestral Ypikuéra, termo de origem Tupi. Segundo os autores, esse sinal genético permanece presente há mais de 10 mil anos em populações indígenas americanas e pode refletir processos ligados à seleção natural.

Os resultados também indicam conexões genéticas entre esse componente ancestral e populações da Australásia, sugerindo uma história compartilhada mais profunda do que a anteriormente conhecida pela ciência.

Impactos para a medicina de precisão

Os pesquisadores afirmam que o estudo tem implicações para a medicina de precisão e para políticas públicas voltadas à saúde. Isso porque as populações indígenas americanas carregam variantes genéticas pouco representadas em pesquisas baseadas predominantemente em populações europeias.

Segundo o estudo, essas variantes podem influenciar tanto fatores de risco quanto mecanismos de proteção relacionados a doenças comuns. A incorporação dessa diversidade genética em pesquisas médicas pode contribuir para o desenvolvimento de diagnósticos e tratamentos mais específicos.

Participação da UFRGS

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da UFRGS, Maria Cátira Bortolini, que também é uma das autoras do estudo, destacou o alcance científico da publicação. “A publicação na Nature representa um avanço científico extraordinário. Resultado de um trabalho construído com rigor, colaboração e respeito às populações indígenas”, afirma Maria Cátira.

Segundo a pesquisadora, a expectativa é que os resultados contribuam para ampliar a valorização da diversidade genética humana e dos povos originários da América. “Espera-se que esse estudo estimule a valorização da diversidade genética humana e da nossa história evolutiva, valorizando os povos originários da América, e contribua para descentralizar visões historicamente eurocêntricas na ciência”, conclui Maria Cátira.

Foto: Evidência Press/Comunicação/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2026 0 Comentários 96 Visualizações
Ensino

Estudantes de Campo Bom se destacam em eventos científicos na capital

Por Jonathan da Silva 28/10/2025
Por Jonathan da Silva

Estudantes da rede municipal de Campo Bom participaram, entre os dias 22 e 24 de outubro, do 20º Salão UFRGS Jovem e de atividades científicas na PUC-RS, em Porto Alegre. As apresentações envolveram pesquisas realizadas ao longo do ano letivo e resultaram em premiação para um dos projetos, destacando o trabalho desenvolvido nas escolas do município.

Participação da EMEF Rui Barbosa

Na quinta-feira (23), alunos da EMEF Rui Barbosa estiveram no Salão UFRGS Jovem, promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Os estudantes Mateus Vigano, Mariana Flach e Gabriel Kappler, da turma 93, apresentaram o trabalho “Natureza Educadora: a Magia das Salas Verdes na Aprendizagem”. Já os alunos Guilherme Kehl, João Stein, Emilly Caetano, Laura Reis e Laura Keller, da turma 82, expuseram o projeto “Cuidando de quem Cuida de Nós: Como Está a Saúde Mental dos Profissionais da Educação?”. Ambos os grupos compartilharam dados e resultados obtidos durante o ano.

Premiação em Ciências Humanas

O projeto da turma 82 recebeu o reconhecimento como Projeto Destaque na área de Ciências Humanas, em premiação realizada na sexta-feira (24), no Salão de Atos da UFRGS. O trabalho aborda a saúde mental dos profissionais da educação e discute formas de valorização e cuidado no ambiente escolar.

Pesquisas da EMEF CEI

Na quarta-feira (22), estudantes da EMEF CEI também participaram do Salão UFRGS Jovem. O trabalho “A influência da Lei 15.100/25 na dinâmica educacional: desafios e perspectivas”, desenvolvido pelos alunos Júlia Fernanda Wink dos Santos, Cainã Gabriel da Silva e Luiza Manuella Biondo Luz, sob orientação do professor Rafael Geossling Cardoso, analisou os impactos da legislação que proíbe o uso de celulares em sala de aula.

Outro grupo da escola, formado pelos estudantes Asafe Tosseto de Mello, Lívia Schilling, Rafaella Correa de Andrade e Sofia Mariana Ganzer Martin, orientado pela professora Rebeca Cavalcante Lopes, apresentou o projeto “Disseminando o Bem Viver: Cuidando do Rio dos Sinos”. A pesquisa propõe ações de conscientização sobre preservação ambiental e a importância da responsabilidade coletiva. O trabalho também foi exposto no Espaço Jovem Cientista da PUC-RS, na sexta-feira (24).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2025 0 Comentários 250 Visualizações
Variedades

Praça do Saber de Campo Bom integra ciência, cultura e educação

Por Jonathan da Silva 10/10/2025
Por Jonathan da Silva

Campo Bom passou a contar em setembro com um novo espaço voltado à difusão do conhecimento e da cultura. A Praça do Saber, localizada na Biblioteca Pública Municipal Professor Antônio Nicolau Orth, no Complexo Cultural CEI, foi inaugurada como resultado de uma parceria entre a Prefeitura, a Universidade Feevale e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). O espaço tem como objetivo aproximar a comunidade da ciência e da tecnologia por meio de atividades interativas e acessíveis.

Com oficinas, workshops e exposições, a Praça do Saber busca despertar a curiosidade, a criatividade e o protagonismo dos visitantes. Entre as ações estão experiências de astronomia com realidade aumentada, design de superfície e estamparia, leitura e produção textual, além de iniciativas voltadas à inclusão, como o Cinema Acessível, destinado a estudantes do Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Os visitantes contarão com o apoio de monitores das escolas municipais, capacitados pela Universidade Feevale, que irão auxiliar na condução das atividades e na exploração dos conteúdos. O acompanhamento tem o objetivo de fortalecer o aprendizado e estimular a autonomia dos estudantes.

Programação e horários

O espaço funciona às segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 11h e das 13h30min às 16h. O agendamento para visitas e atividades pode ser feito pelo telefone (51) 3597-0423, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Oficinas e atividades

  • Uma Jornada nas Estrelas: 22 de outubro (tarde), 12 de novembro (manhã), 19 de novembro (tarde) e 3 de dezembro (manhã)
  • Workshops de Calçados Criativos: 6 de novembro (manhã) e 7 de novembro (tarde)
  • Oficina de Criatividade: 21 de outubro (manhã), 4 de novembro (tarde), 18 de novembro (manhã) e 2 de dezembro (tarde)
  • Oficina de Tecnologia: 21 de outubro (manhã), 22 de outubro (tarde), 4 de novembro (tarde) e 2 de dezembro (manhã)
  • Software Alea e Hora do Conto: 22 de outubro (tarde), 12 de novembro (manhã), 19 de novembro (tarde) e 3 de dezembro (manhã)
  • Visita guiada e oficina sobre a História do Calçado: 6 de novembro (manhã) e 7 de novembro (tarde)

Serviço

  • O quê: Praça do Saber – espaço interativo de ciência, cultura e educação
  • Quando: Segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 11h e das 13h30min às 16h
  • Onde: Biblioteca Pública Municipal Professor Antônio Nicolau Orth, Complexo Cultural CEI – Campo Bom
  • Quanto: Entrada gratuita (com agendamento prévio)
  • Agendamento: (51) 3597-0423 (segunda a sexta, das 8h às 18h)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2025 0 Comentários 269 Visualizações
Ensino

Femic premia jovens talentos em Montenegro

Por Jonathan da Silva 15/09/2025
Por Jonathan da Silva

A 9ª edição da Feira Montenegrina de Iniciação Científica (Femic) premiou os melhores trabalhos apresentados por estudantes na noite desta sexta-feira (11), no Teatro Roberto Atayde Cardona, em Montenegro. O evento, realizado entre os dias 9 e 11 de setembro no Parque Centenário, reuniu mais de 90 projetos desenvolvidos por 270 alunos de 34 escolas públicas e privadas do município e da região.

Considerada o maior evento educacional da cidade, a Femic busca estimular a produção científica entre crianças e jovens. De acordo com o coordenador da feira, Lucimar Alberti, a iniciativa incentiva o espírito investigativo e o pensamento crítico desde a infância, se consolidando como espaço de valorização do protagonismo estudantil e incentivo à ciência.

Projetos premiados

Entre os destaques, o Colégio Sinodal Progresso recebeu o Prêmio Professor José Breno da Cruz, na categoria Ciência da Natureza, Matemática, Robótica e Tecnologia, com o projeto “BioVenture”. Já a Escola Etelvino de Araújo Cruz conquistou o Prêmio Professora Elisabete Gonçalves, na categoria Ciências Humanas e Linguagens, com o trabalho “É só usar o chat”.

Diversidade de temas

No total, 19 trabalhos foram premiados, abrangendo temáticas como meio ambiente, tecnologia, saúde e cultura, desde a educação infantil até o ensino médio. Além das exposições, o evento contou com apresentações teatrais e registrou cerca de 1.550 visitantes, ampliando a repercussão nas redes sociais.

Credencial para outros palcos

A Femic também assegura aos estudantes credenciais para eventos científicos regionais e, com o apoio da nova Política de Apoio à Iniciação Científica, garante recursos permanentes para sua continuidade.

A lista completa dos premiados está disponível no site da Prefeitura de Montenegro, em montenegro.rs.gov.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2025 0 Comentários 311 Visualizações
Projetos especiais

Praça do Saber é inaugurada em Campo Bom para aproximar jovens da ciência e da cultura

Por Jonathan da Silva 09/09/2025
Por Jonathan da Silva

Com o objetivo de ampliar o acesso de crianças e jovens à ciência, tecnologia e cultura de forma inclusiva e interativa, a Praça do Saber foi inaugurada nesta terça-feira (9) na Biblioteca Pública Municipal Professor Antônio Nicolau Orth, em Campo Bom. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Universidade Feevale e a Secretaria de Educação e Cultura do município, com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Desenvolvido no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social da Feevale, o projeto envolveu professores de áreas como Design, Moda, Física, Arquitetura e Urbanismo, Letras e História, além do Museu Nacional do Calçado (MNC), do Laboratório de Inclusão e Ergonomia (Labie) e do Centro de Design da Instituição. O espaço contará com atividades voltadas a alunos de escolas de Campo Bom e de municípios da região.

A Praça do Saber reúne uma mostra interativa e multissensorial com temáticas como sistema solar, ecologia, arte digital e arte ótica. Também abriga uma exposição do MNC, uma sala de acomodação sensorial para crianças neuroatípicas, além de oficinas e workshops sobre astronomia, meio ambiente, design, leitura e diversidade.

Recursos de acessibilidade

O local dispõe de tecnologias assistivas como audiodescrição, comunicação alternativa, QR Code com vídeos em Libras, materiais em formato tátil e ambientes adaptados. Equipamentos de realidade aumentada, realidade virtual e interação cérebro-máquina complementam as ferramentas disponíveis.

Disseminação de conhecimento

A coordenadora do projeto, professora Regina Heidrich, destacou a importância de integrar arte, educação e tecnologia. “Nosso desafio é fazer com que essas três linguagens conversem e construam pontes dentro de um mundo em que por muito tempo foram mantidas separadas. A educação é uma ferramenta poderosa de transformação social, e quando ela é inclusiva, reconhece e valoriza”, destacou Regina, que também prestou homenagem in memorian a Simone Daise Schneider, ex-secretária de Educação do município.

Para a secretária de Educação e Cultura de Campo Bom, Mara Daubermann, o espaço amplia o acesso ao conhecimento. “Que os alunos, professores e comunidade possam desfrutar deste espaço integrador, que une ciência, cultura e tecnologia de forma acolhedora, e promove criatividade, diálogo, diversidade e respeito às diferenças. Vida longa à Praça do Saber”, afirmou a titular da pasta.

O reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, destacou o impacto do projeto. “O principal desafio que temos no país é melhorar a qualidade da educação, e com o avanço das tecnologias, é ainda maior o desafio de trazer os jovens para dentro das bibliotecas. Além disso, cerca de 10% dos estudantes são de inclusão, que exigem de nós uma atenção diferenciada, e espaços como esse permitem atender a esses alunos, que cada vez mais nos procuram”, ressaltou o líder da universidade.

O prefeito de Campo Bom, Giovani Feltes (MDB), também participou da inauguração. “Bom receber a Praça do Saber, bom saber que Campo Bom inicia esse projeto, bom saber que continuamos a ser considerados bons parceiros pela Feevale e continuar exatamente com essa relação respeitosa, carinhosa, de bem-aventurança, de acolhimento e, claro, de torcida para as coisas deem certo”, expressou o chefe do executivo campo-bonense.

Participação da comunidade

A equipe de monitores foi formada por alunos voluntários de escolas do município. Entre eles, Fernanda Cristina da Silva Port, de 15 anos, estudante da Escola Municipal CEI, destacou a experiência. “Com esse projeto, a gente vai aprender não só sobre a diversidade, mas sobre a fala e a escuta ativa em si”, afirmou a jovem.

Inserção em programa federal

O projeto integra o edital Praças da Ciência, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Finep, com apoio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). O programa visa implantar espaços lúdicos e interativos que aproximem crianças, jovens e adultos do conhecimento científico em diversas áreas, valorizando a inclusão e a acessibilidade.

Serviço

  • O quê: Praça do Saber – espaço interativo e inclusivo de ciência e cultura
  • Quando: visitas às segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 11h e das 13h30 às 16h; segundo e quarto sábado do mês, pela manhã
  • Onde: Biblioteca Pública Municipal Professor Antônio Nicolau Orth (CEI – Av. dos Estados, 1080-K, Campo Bom)
  • Quanto: gratuito
  • Mais detalhes: (51) 3597-0435
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2025 0 Comentários 348 Visualizações
Ensino

Femictec reuniu cerca de 800 estudantes em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 08/09/2025
Por Jonathan da Silva

A 12ª Feira Municipal de Iniciação Científica e Tecnológica (Femictec) foi encerrada neste sábado (6), no Centro de Eventos da Fenac, em Novo Hamburgo, após três dias de apresentações de pesquisas e atividades envolvendo quase 800 estudantes de escolas municipais, estaduais e particulares. Promovido pela Secretaria Municipal de Educação (Smed), o evento registrou a exposição de 190 trabalhos desenvolvidos ao longo do ano letivo e incluiu a realização da VII Olimpíada Municipal de Robótica.

A feira contou com alunos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de atividades culturais abertas ao público visitante. O secretário de Educação de Novo Hamburgo, André Luís da Silva, destacou a importância do engajamento de toda a rede de ensino. “Sem a participação de cada um, um evento como este não seria possível”, afirmou o titular da pasta. O secretário também ressaltou o envolvimento das famílias no processo de preparação. “Que este evento continue a contribuir para o crescimento e o desenvolvimento da educação em Novo Hamburgo”, completou da Silva.

Seleção para a Mostratec Jr.

Um dos momentos mais aguardados do encerramento foi a divulgação dos trabalhos credenciados para a Mostratec Jr. 2025, feira de alcance nacional e internacional. Entre os selecionados estão projetos como “Descobrindo os Cogumelos”, da EMEB Presidente Affonso Penna, e “Vozes Silenciadas: construindo espaços de apoio e igualdade”, da EMEB Presidente Getúlio Vargas. Além disso, pesquisas da APAE e do Colégio Marista Pio XII receberam menção honrosa.

Olimpíada de Robótica

Na Olimpíada Municipal de Robótica, 23 equipes de 18 escolas participaram com 169 alunos. Entre os vencedores, estiveram:

  • Categoria Anos Iniciais: EMEB Presidente Deodoro da Fonseca (1º lugar), EMEB São Jacó (2º lugar) e EMEB Marcos Moog (3º lugar).

  • Categoria Anos Finais: EMEB São João (1º lugar), EMEB Presidente Getúlio Vargas (2º lugar) e EMEB Arnaldo Grin (3º lugar).

O Troféu Destaque em Robótica foi concedido à equipe Nilodroid, da EMEB Irmão Nilo, que conquistou o prêmio pelo terceiro ano consecutivo e ficará com o troféu de forma definitiva.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2025 0 Comentários 340 Visualizações
Ensino

Noites de premiações marcam encerramento da VIII Fecitec em Estância Velha

Por Jonathan da Silva 28/08/2025
Por Jonathan da Silva

A VIII Feira de Ciências, Tecnologia e Cultura (Fecitec) foi realizada de 20 a 22 de agosto, em Estância Velha, reunindo cerca de 280 estudantes de escolas municipais, estaduais e privadas no Ginásio da Igreja Católica. Promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Semec), o evento apresentou 83 trabalhos de alunos da educação infantil ao ensino médio, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a Educação Especial, com o objetivo de valorizar a ciência, a criatividade e a inovação.

Durante os três dias de programação, o público pôde conhecer pesquisas previamente selecionadas nas feiras escolares do município. Além de professores e pesquisadores, a comunidade escolar esteve presente, acompanhando a apresentação de temas diversos, que foram desde a sustentabilidade até questões ligadas à saúde e ao comportamento.

Noites de premiação

O encerramento ocorreu em duas noites de premiação. No dia 21 de agosto, foram reconhecidos trabalhos do ensino fundamental II e do ensino médio. Já no dia 22, foi a vez da educação infantil e do ensino fundamental I. Os estudantes mais novos receberam certificados de participação, como forma de incentivo, enquanto escolas tiveram projetos contemplados com o Prêmio Estância 360, que concedeu valores monetários para estimular o desenvolvimento de pesquisas.

Projetos premiados

Entre os destaques da feira, na categoria Convidados Ensino Fundamental, o Colégio Luterano Arthur Konrath conquistou o 1º lugar com o projeto “Bioplástico: Um futuro sustentável”. No Ensino Médio, o Colégio Estadual de Ensino Médio 8 de Setembro foi premiado em primeiro lugar com o trabalho “O Descarte de Roupas no Deserto do Atacama: Recursos Naturais, Saúde e Sustentabilidade Ambiental”. Já na categoria EJA, a EMEF Otávio Rocha recebeu os dois primeiros lugares com os projetos “Nomofobia: O Uso Excessivo do Celular e os Impactos na Infância” e “Sabão Caseiro: Menos Resíduos, Mais Limpeza”.

Incentivo à pesquisa desde cedo

Na Educação Infantil, projetos como “Sons que Encantam”, da Casa dos Pimpolhos, e “A Matemática no Cotidiano pelo Olhar das Crianças”, da Escola Recanto da Floresta, conquistaram as primeiras posições em suas categorias. No Ensino Fundamental I, o trabalho “Tum Tum Bate Coração”, da EMEF Walter Jacob Bauermann, foi o vencedor, enquanto no Fundamental II o projeto “Enchentes: Melhor Uso da Tecnologia”, da EMEF Germano Dauernheimer, levou o 1º lugar.

Participação ampla

A VIII Fecitec também destacou trabalhos em categorias específicas, como Educação Especial, com projetos da EMEF Nicolau Anselmo Wecker e da EMEF Fernando Ferrari. Outras escolas, como a EMEI Rincão dos Pequeninos e a EMEF José de Alencar, receberam reconhecimento pela participação. Ao todo, mais de 20 instituições de ensino integraram o evento, reforçando o caráter coletivo e educacional da feira.

Foto: Júlia Monteiro/Decom/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2025 0 Comentários 272 Visualizações
Ensino

Novo Hamburgo realiza 12ª Femictec em setembro

Por Jonathan da Silva 27/08/2025
Por Jonathan da Silva

A 12ª Feira Municipal de Iniciação Científica e Tecnológica (Femictec) será realizada nos dias 4, 5 e 6 de setembro, nos pavilhões 1, 2 e 3 da Fenac, em Novo Hamburgo. O evento, promovido pela Secretaria Municipal de Educação (Smed), reunirá quase 800 estudantes orientados por mais de 200 professores, com a apresentação de 190 trabalhos de pesquisa em diferentes áreas do conhecimento. Todas as 91 escolas municipais estarão representadas na Feira, além de instituições convidadas da rede privada.

Os projetos apresentados são resultado de etapas preparatórias, como feiras e mostras internas realizadas pelas próprias escolas, que selecionaram os trabalhos que chegam agora à fase municipal. A expectativa da organização é de receber cerca de 2 mil visitantes por dia.

Incentivo à pesquisa

O coordenador da 12ª Femictec, Carlos Batista Bach, afirmou que a feira busca estimular o ensino pela pesquisa e consolidar a investigação científica como ferramenta pedagógica. “A Femictecé um espaço de descobertas e de valorização do protagonismo dos estudantes. Cada trabalho apresentado revela o potencial criativo e investigativo que temos em nossas escolas”, destacou Bach.

Importância para a rede

Para o secretário de Educação de Novo Hamburgo, André Luís da Silva, o evento é um dos maiores da pasta e reforça a importância da postura investigativa entre os estudantes. “Buscamos fomentar a postura investigativa dos alunos e, assim, potencializar os processos de aprendizagem”, enfatizou o titular da pasta. Silva também ressaltou a disciplina de Articulação de Saberes, oferecida aos alunos do final do Ensino Fundamental, como incentivo à pesquisa e à investigação.

Vitrine para novos projetos

Além da mostra científica, a Femictec também funcionará como vitrine para identificar projetos que poderão representar Novo Hamburgo em eventos científicos de maior abrangência. A programação contará ainda com a 8ª Olimpíada Municipal de Robótica, que integra a Feira e amplia as experiências na área da tecnologia.

Serviço

  • O quê: 12ª Feira Municipal de Iniciação Científica e Tecnológica (Femictec)
  • Quando: 4, 5 e 6 de setembro
  • Onde: Pavilhões 1, 2 e 3 da Fenac, em Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Arquivo/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2025 0 Comentários 363 Visualizações
Variedades

Encontro em Porto Alegre debate fortalecimento da pesquisa clínica no Brasil

Por Jonathan da Silva 15/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento promoveu, na sexta-feira passada (8), em Porto Alegre, o evento “Clinical Research Summit”, reunindo representantes do governo, pesquisadores, indústria farmacêutica, instituições de saúde e órgãos reguladores para discutir estratégias de fortalecimento da pesquisa clínica no país. O objetivo da iniciativa foi ampliar o acesso de pacientes a novos tratamentos, acelerar descobertas e integrar a ciência brasileira às demandas da população, por meio de mais investimentos, parcerias público-privadas e colaboração entre instituições.

Segundo o CEO do hospital, Mohamed Parrini, a ciência nasce da colaboração entre pessoas. “Ao integrar assistência, medicina e pesquisa, temos a oportunidade de gerar inovação e desenvolvimento para o país”, destacou Parrini.

O evento teve como destaque a palestra do cardiologista e professor da Harvard Medical School, Peter Libby, sobre a inflamação como mecanismo comum a diversas doenças. Libby ressaltou a importância da persistência em projetos ousados e avaliou que a Inteligência Artificial pode liberar o médico para se dedicar mais ao paciente. “Não ficaremos presos a um computador durante a consulta, mas sim livres para olhar e interagir com o paciente”, afirmou o palestrante.

Pesquisa como soberania nacional

A diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Meiruze Freitas, defendeu a criação de um Programa Nacional de Pesquisa Clínica com financiamento sustentável e integração entre etapas pré-clínicas e clínicas. O diretor do Instituto Butantan, Esper Kallas, citou a experiência durante a pandemia como modelo de articulação a ser mantido. Já o professor emérito da Universidade Federal de Pelotas, César Victora, destacou que o propósito maior da ciência é aliviar o sofrimento humano.

Parcerias e inclusão

Na mesa-redonda “Construindo pontes: o poder da colaboração público-privada na pesquisa clínica”, representantes da Fiocruz, da Sanofi no Brasil e de hospitais defenderam a criação de um programa nacional com metas claras, orçamento estável e gestão integrada. As propostas incluem aumentar a inclusão e diversidade nos estudos, garantir representatividade regional, de gênero e raça, e alinhar projetos às necessidades do SUS.

Próximos passos

O encontro será seguido pela elaboração de um artigo científico sobre o panorama da pesquisa clínica no Brasil, com participação dos palestrantes e coordenação do Hospital Moinhos de Vento. A segunda edição do Clinical Research Summit está marcada para junho de 2026. Criado em 2014, o Instituto de Pesquisa Moinhos mantém mais de 200 estudos clínicos em andamento, em mais de 40 especialidades, e lidera a única unidade de ensaios clínicos da região Sul dedicada à coordenação de pesquisas.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2025 0 Comentários 333 Visualizações
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