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ciência

Política

Secretária estadual se reúne com o reitor da Feevale

Por Jonathan da Silva 16/07/2026
Por Jonathan da Silva

O reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, recebeu nesta quinta-feira (16) a secretária estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Lisiane Lemos, para uma reunião no Câmpus II da instituição, em Novo Hamburgo. O encontro teve como foco o fortalecimento de ações voltadas à inovação, ciência e tecnologia, incluindo a discussão de possíveis parcerias para a Expointer 2026 e o convite oficial para a participação da secretária no Novo Hamburgo Feevale Summit 2026, que será realizado entre os dias 15 e 17 de setembro.

Além do reitor, participaram da reunião a diretora de Inovação da Universidade Feevale, Manuela Bruxel, e o diretor do Departamento de Conhecimento para Inovação, Ciência e Tecnologia da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado, Guilherme Camboim.

Durante o encontro, foram debatidos temas de interesse comum entre a universidade e o governo estadual, especialmente iniciativas voltadas ao desenvolvimento da inovação, da ciência, da tecnologia e do empreendedorismo. Também esteve na pauta a possibilidade de parcerias durante a Expointer 2026, que ocorrerá de 29 de agosto a 6 de setembro, em Esteio.

Convite para o Feevale Summit

No encontro, o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, formalizou o convite para que a secretária participe do Novo Hamburgo Feevale Summit 2026. Segundo o líder acadêmico, a aproximação entre a universidade e o governo estadual é estratégica para o desenvolvimento de projetos conjuntos. “Nos interessa sempre a parceria da Sict e do Governo do Estado em nossas atividades, que têm tudo a ver com o desenvolvimento e o apoio ao empreendedorismo”, afirmou José Paulo da Rosa.

A secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Lisiane Lemos, destacou que a reunião está alinhada aos objetivos da pasta. “Meu papel na Sict é fazer com que todos os atores do ecossistema possam conversar para promover a inovação, seja conectando dados, serviços e soluções em projetos que façam sentido”, enfatizou a titular da pasta.

Visita ao câmpus

Após a reunião, o reitor conduziu a secretária para uma visita às instalações do Câmpus II da Universidade Feevale e ao Teatro Feevale.

Foto: Eduarda Souza/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2026 0 Comentários 72 Visualizações
Variedades

No RS, especialistas defendem integração entre ciência e gestão de riscos climáticos

Por Jonathan da Silva 25/06/2026
Por Jonathan da Silva

A integração entre ciência, governança e comunicação de riscos foi apontada como um dos principais desafios para o enfrentamento de eventos meteorológicos extremos durante painel realizado na manhã desta quarta-feira (24), no Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil, realizado em Porto Alegre. O encontro, promovido pelo Governo do Estado em parceria com o Local Governments for Sustainability (Iclei), reuniu especialistas do Brasil e da Argentina para debater sistemas de alerta precoce, adaptação climática e estratégias de prevenção. A atividade integra o Programa de Preparação para Eventos Extremos (Prepara RS – El Niño).

Os participantes destacaram a necessidade de transformar dados científicos em informações capazes de subsidiar decisões rápidas e eficazes diante de situações de risco, além de reforçarem a importância da cooperação entre instituições e da comunicação clara com a população.

Emissão de alertas

A coordenadora de Prognósticos Regionais do Serviço Meteorológico Nacional da Argentina, Viviana Elisa López, afirmou que a principal missão dos órgãos de meteorologia e hidrologia é proteger a população por meio da emissão de alertas. “O nosso objetivo principal, tanto da meteorologia quanto da hidrologia, é proteger a população. Os alertas são o produto mais relevante emitido por essas instituições para as defesas civis, pois permitem antecipar ameaças e orientar medidas que ajudam a salvar vidas”, afirmou Viviana.

Segundo a especialista, a definição dos níveis de alerta envolve fatores que vão além dos modelos matemáticos. “O prognóstico não é 100% certeiro. Por isso, o prazo é muito importante no momento de decidir o nível do alerta, porque deve considerar a incerteza, a intensidade do fenômeno e o contexto em que ele vai ocorrer”, ponderou Viviana.

A palestrante também destacou a evolução dos sistemas de monitoramento. “Atualmente estamos trabalhando para levar o nosso sistema de alerta precoce para um modelo baseado em impactos, em que não apenas se prevê o fenômeno, mas principalmente o que ele vai causar nas pessoas e nos territórios”, completou Viviana.

Mudança climática

A secretária de Mudança do Clima da província argentina de Santa Fé, Verónica Irizar, defendeu uma atuação voltada à prevenção e ao fortalecimento da resiliência dos territórios. “Não temos responsabilidade [pelas emissões], mas sem nenhuma dúvida estamos pagando as consequências da mudança climática. Isso exige que a gente saia de uma lógica de apenas reagir às emergências e passe a usar esses recursos para prevenir riscos e fortalecer a resiliência dos territórios”, afirmou Verónica.

A especialista também ressaltou a necessidade de mudanças estruturais relacionadas ao modelo de desenvolvimento e à redução das emissões de gases de efeito estufa. “Temos um compromisso ético de redução de emissões e de avançar fortemente na transição energética e na mudança do modelo produtivo, porque não se trata apenas de responder a desastres, mas de evitá-los antes que aconteçam”, ressaltou Verónica.

A palestrante também abordou o cenário institucional argentino. “Nós temos um governo nacional que adota uma postura negacionista em relação à mudança climática, que se retirou dos territórios e reduziu os recursos com os quais os governos subnacionais contam, o que torna ainda mais difícil sustentar políticas de adaptação de longo prazo”, observou Verónica.

Monitoramento e comunicação

A diretora do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Regina Célia dos Santos Alvalá, destacou que a gestão de riscos depende da articulação entre monitoramento, prevenção e comunicação. “Precisamos conhecer os riscos, nos preparar, disseminar e comunicar. E, para isso, é fundamental monitorar e alertar antecipadamente, porque, sem informação qualificada, não há como proteger vidas”, afirmou Regina Célia.

A diretora também ressaltou a importância da atuação interdisciplinar. “O elemento social é fundamental no trabalho que fazemos. As nossas equipes são formadas tanto por profissionais das ciências exatas quanto das ciências sociais, porque não basta entender o fenômeno físico – é preciso compreender também quem está exposto e em que condições”, explicou Regina.

Base em riscos

O meteorologista e coordenador do Centro de Monitoramento da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Bruno Zanetti Ribeiro, apresentou ferramentas utilizadas pelo estado para monitoramento meteorológico e emissão de alertas. “Não há uma previsão de tempo convencional, é uma previsão focada em risco. Isso muda completamente a forma como a informação é produzida e utilizada, porque o objetivo não é apenas dizer se vai chover, mas qual é o impacto que essa chuva pode causar em cada território”, afirmou Ribeiro.

Sobre a utilização de radares meteorológicos, o especialista explicou que a tecnologia permite análises mais detalhadas das tempestades. “O radar nos permite fazer basicamente o raio X das tempestades. A gente consegue identificar o que tem dentro delas, se há chuva, granizo, qual o tamanho do granizo e a intensidade do vento, o que é essencial para a emissão de alertas mais precisos e rápidos”, pontuou Ribeiro.

Governança integrada

Ao longo do painel, os especialistas convergiram na avaliação de que o fortalecimento da gestão de riscos climáticos depende da integração entre instituições, da padronização dos processos de comunicação e da articulação entre diferentes níveis de governo.

A consolidação de uma governança meteorológica integrada, com foco na população e na antecipação de impactos, foi apontada pelos participantes como um dos principais elementos para enfrentar o aumento da frequência e da intensidade dos eventos meteorológicos extremos.

Foto: João Pedro Rodrigues/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 154 Visualizações
Ensino

Feevale promove “Pint of Science” em bares de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 13/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizará, nos dias 19 e 20 de maio, em Novo Hamburgo, mais uma edição do “Pint of Science”, evento internacional que busca aproximar a ciência da comunidade por meio de debates em bares e cafés. A programação ocorrerá no Velho Viking e no Boteco 1538, a partir das 19h, com entrada gratuita e participação de pesquisadores, professores e estudantes da instituição. A proposta é discutir temas científicos atuais em linguagem acessível, promovendo o diálogo entre academia e população em espaços informais.

Organizado pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Feevale, o evento integra uma iniciativa internacional criada no Reino Unido e realizada simultaneamente em diversos países. No Brasil, o Pint of Science acontece há mais de dez anos e, em 2026, alcança um recorde de participação, chegando a 213 cidades.

Programação na cidade

A programação em Novo Hamburgo começa na terça-feira, 19 de maio, no Velho Viking. O encontro contará com a conversa “Vírus de Cinema: o que da ficção pode ser real?”, conduzida pelas acadêmicas do mestrado em Virologia da Feevale, Laura Gabriela Nienow, Pamela Maria Correa e Maria Eduarda Seidler. Na mesma noite, a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Toxicologia e Análises Toxicológicas da Feevale, Isadora Richter, abordará o tema “Drogas, álcool e um fio de cabelo: a ciência por trás do passado”, discutindo métodos científicos utilizados para análises toxicológicas.

Já na quarta-feira, 20 de maio, o Boteco 1538 receberá o debate “O tempo não para: estamos preparados para viver mais e melhor?”. A atividade reunirá pesquisadores, professores e estudantes vinculados ao Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Gerontologia e ao Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social da Feevale. Participam da conversa Cesar Augusto Kampff, Yasmin Daniele Garcia, Deise Claudiane Rodrigues Antunes, Ana Carolina Lima, Marliese Christine Simador Godoflite, Geraldine Alves dos Santos, Rosane Barbosa e Igor de Oliveira Lopes.

Ciência fora dos laboratórios

Segundo a organização, o objetivo do Pint of Science é transformar espaços cotidianos em ambientes de troca de conhecimento, permitindo que o público tenha contato direto com pesquisadores e temas científicos presentes no dia a dia.

A programação é aberta à comunidade e não exige inscrição prévia. Os encontros ocorrerão sempre às 19h, nos dois estabelecimentos participantes.

O festival internacional foi criado com o propósito de tornar o conhecimento científico mais acessível ao público geral, incentivando conversas sobre pesquisa, inovação e sociedade em ambientes descontraídos.

Serviço

  • O quê: Pint of Science 2026 em Novo Hamburgo
  • Quando: 19 e 20 de maio, às 19h
  • Onde: Velho Viking e Boteco 1538, em Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2026 0 Comentários 149 Visualizações
Ensino

Pesquisa sobre genética indígena publicada na Nature tem participação gaúcha

Por Jonathan da Silva 13/05/2026
Por Jonathan da Silva

Um estudo internacional sobre a história evolutiva e a diversidade genética dos povos indígenas da América, publicado na capa da revista científica Nature em abril, apresentou novos dados sobre a origem e a evolução dessas populações. A pesquisa contou com a participação de pesquisadores vinculados e egressos do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular (PPGBM) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e analisou 128 genomas completos de alta cobertura, o maior conjunto já estudado desse tipo entre populações indígenas americanas. O trabalho identificou mais de 1,4 milhão de variantes genéticas inéditas e aponta uma complexidade maior na formação dos povos originários do continente.

O estudo, intitulado “The evolutionary history and unique genetic diversity of Indigenous Americans”, investiga processos de migração, adaptação biológica e ancestralidade genética das populações indígenas americanas. Segundo os pesquisadores, os resultados reforçam que a ocupação da América ocorreu há pelo menos 15 mil anos, a partir de populações que começaram a se diferenciar geneticamente há cerca de 25 mil anos na região da Beríngia, território que conectava Ásia e América durante a última era glacial.

Diversidade genética

De acordo com a pesquisa, os povos indígenas da América apresentam uma diversidade genética superior à anteriormente conhecida. Os dados também indicam múltiplas migrações para a América do Sul e adaptações biológicas a ambientes extremos ao longo do tempo.

Os pesquisadores identificaram marcas genéticas relacionadas à imunidade, metabolismo e reprodução, indicando a ação da seleção natural sobre essas populações. O estudo também encontrou sinais de ancestralidade arcaica, como neandertais e denisovanos, preservados ao longo das gerações e possivelmente associados a adaptações biológicas importantes.

Outro ponto destacado pela pesquisa é a identificação e ampliação da compreensão do componente ancestral Ypikuéra, termo de origem Tupi. Segundo os autores, esse sinal genético permanece presente há mais de 10 mil anos em populações indígenas americanas e pode refletir processos ligados à seleção natural.

Os resultados também indicam conexões genéticas entre esse componente ancestral e populações da Australásia, sugerindo uma história compartilhada mais profunda do que a anteriormente conhecida pela ciência.

Impactos para a medicina de precisão

Os pesquisadores afirmam que o estudo tem implicações para a medicina de precisão e para políticas públicas voltadas à saúde. Isso porque as populações indígenas americanas carregam variantes genéticas pouco representadas em pesquisas baseadas predominantemente em populações europeias.

Segundo o estudo, essas variantes podem influenciar tanto fatores de risco quanto mecanismos de proteção relacionados a doenças comuns. A incorporação dessa diversidade genética em pesquisas médicas pode contribuir para o desenvolvimento de diagnósticos e tratamentos mais específicos.

Participação da UFRGS

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da UFRGS, Maria Cátira Bortolini, que também é uma das autoras do estudo, destacou o alcance científico da publicação. “A publicação na Nature representa um avanço científico extraordinário. Resultado de um trabalho construído com rigor, colaboração e respeito às populações indígenas”, afirma Maria Cátira.

Segundo a pesquisadora, a expectativa é que os resultados contribuam para ampliar a valorização da diversidade genética humana e dos povos originários da América. “Espera-se que esse estudo estimule a valorização da diversidade genética humana e da nossa história evolutiva, valorizando os povos originários da América, e contribua para descentralizar visões historicamente eurocêntricas na ciência”, conclui Maria Cátira.

Foto: Evidência Press/Comunicação/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2026 0 Comentários 130 Visualizações
Ensino

Estudantes de Campo Bom se destacam em eventos científicos na capital

Por Jonathan da Silva 28/10/2025
Por Jonathan da Silva

Estudantes da rede municipal de Campo Bom participaram, entre os dias 22 e 24 de outubro, do 20º Salão UFRGS Jovem e de atividades científicas na PUC-RS, em Porto Alegre. As apresentações envolveram pesquisas realizadas ao longo do ano letivo e resultaram em premiação para um dos projetos, destacando o trabalho desenvolvido nas escolas do município.

Participação da EMEF Rui Barbosa

Na quinta-feira (23), alunos da EMEF Rui Barbosa estiveram no Salão UFRGS Jovem, promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Os estudantes Mateus Vigano, Mariana Flach e Gabriel Kappler, da turma 93, apresentaram o trabalho “Natureza Educadora: a Magia das Salas Verdes na Aprendizagem”. Já os alunos Guilherme Kehl, João Stein, Emilly Caetano, Laura Reis e Laura Keller, da turma 82, expuseram o projeto “Cuidando de quem Cuida de Nós: Como Está a Saúde Mental dos Profissionais da Educação?”. Ambos os grupos compartilharam dados e resultados obtidos durante o ano.

Premiação em Ciências Humanas

O projeto da turma 82 recebeu o reconhecimento como Projeto Destaque na área de Ciências Humanas, em premiação realizada na sexta-feira (24), no Salão de Atos da UFRGS. O trabalho aborda a saúde mental dos profissionais da educação e discute formas de valorização e cuidado no ambiente escolar.

Pesquisas da EMEF CEI

Na quarta-feira (22), estudantes da EMEF CEI também participaram do Salão UFRGS Jovem. O trabalho “A influência da Lei 15.100/25 na dinâmica educacional: desafios e perspectivas”, desenvolvido pelos alunos Júlia Fernanda Wink dos Santos, Cainã Gabriel da Silva e Luiza Manuella Biondo Luz, sob orientação do professor Rafael Geossling Cardoso, analisou os impactos da legislação que proíbe o uso de celulares em sala de aula.

Outro grupo da escola, formado pelos estudantes Asafe Tosseto de Mello, Lívia Schilling, Rafaella Correa de Andrade e Sofia Mariana Ganzer Martin, orientado pela professora Rebeca Cavalcante Lopes, apresentou o projeto “Disseminando o Bem Viver: Cuidando do Rio dos Sinos”. A pesquisa propõe ações de conscientização sobre preservação ambiental e a importância da responsabilidade coletiva. O trabalho também foi exposto no Espaço Jovem Cientista da PUC-RS, na sexta-feira (24).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2025 0 Comentários 284 Visualizações
Variedades

Praça do Saber de Campo Bom integra ciência, cultura e educação

Por Jonathan da Silva 10/10/2025
Por Jonathan da Silva

Campo Bom passou a contar em setembro com um novo espaço voltado à difusão do conhecimento e da cultura. A Praça do Saber, localizada na Biblioteca Pública Municipal Professor Antônio Nicolau Orth, no Complexo Cultural CEI, foi inaugurada como resultado de uma parceria entre a Prefeitura, a Universidade Feevale e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). O espaço tem como objetivo aproximar a comunidade da ciência e da tecnologia por meio de atividades interativas e acessíveis.

Com oficinas, workshops e exposições, a Praça do Saber busca despertar a curiosidade, a criatividade e o protagonismo dos visitantes. Entre as ações estão experiências de astronomia com realidade aumentada, design de superfície e estamparia, leitura e produção textual, além de iniciativas voltadas à inclusão, como o Cinema Acessível, destinado a estudantes do Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Os visitantes contarão com o apoio de monitores das escolas municipais, capacitados pela Universidade Feevale, que irão auxiliar na condução das atividades e na exploração dos conteúdos. O acompanhamento tem o objetivo de fortalecer o aprendizado e estimular a autonomia dos estudantes.

Programação e horários

O espaço funciona às segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 11h e das 13h30min às 16h. O agendamento para visitas e atividades pode ser feito pelo telefone (51) 3597-0423, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Oficinas e atividades

  • Uma Jornada nas Estrelas: 22 de outubro (tarde), 12 de novembro (manhã), 19 de novembro (tarde) e 3 de dezembro (manhã)
  • Workshops de Calçados Criativos: 6 de novembro (manhã) e 7 de novembro (tarde)
  • Oficina de Criatividade: 21 de outubro (manhã), 4 de novembro (tarde), 18 de novembro (manhã) e 2 de dezembro (tarde)
  • Oficina de Tecnologia: 21 de outubro (manhã), 22 de outubro (tarde), 4 de novembro (tarde) e 2 de dezembro (manhã)
  • Software Alea e Hora do Conto: 22 de outubro (tarde), 12 de novembro (manhã), 19 de novembro (tarde) e 3 de dezembro (manhã)
  • Visita guiada e oficina sobre a História do Calçado: 6 de novembro (manhã) e 7 de novembro (tarde)

Serviço

  • O quê: Praça do Saber – espaço interativo de ciência, cultura e educação
  • Quando: Segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 11h e das 13h30min às 16h
  • Onde: Biblioteca Pública Municipal Professor Antônio Nicolau Orth, Complexo Cultural CEI – Campo Bom
  • Quanto: Entrada gratuita (com agendamento prévio)
  • Agendamento: (51) 3597-0423 (segunda a sexta, das 8h às 18h)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2025 0 Comentários 300 Visualizações
Ensino

Femic premia jovens talentos em Montenegro

Por Jonathan da Silva 15/09/2025
Por Jonathan da Silva

A 9ª edição da Feira Montenegrina de Iniciação Científica (Femic) premiou os melhores trabalhos apresentados por estudantes na noite desta sexta-feira (11), no Teatro Roberto Atayde Cardona, em Montenegro. O evento, realizado entre os dias 9 e 11 de setembro no Parque Centenário, reuniu mais de 90 projetos desenvolvidos por 270 alunos de 34 escolas públicas e privadas do município e da região.

Considerada o maior evento educacional da cidade, a Femic busca estimular a produção científica entre crianças e jovens. De acordo com o coordenador da feira, Lucimar Alberti, a iniciativa incentiva o espírito investigativo e o pensamento crítico desde a infância, se consolidando como espaço de valorização do protagonismo estudantil e incentivo à ciência.

Projetos premiados

Entre os destaques, o Colégio Sinodal Progresso recebeu o Prêmio Professor José Breno da Cruz, na categoria Ciência da Natureza, Matemática, Robótica e Tecnologia, com o projeto “BioVenture”. Já a Escola Etelvino de Araújo Cruz conquistou o Prêmio Professora Elisabete Gonçalves, na categoria Ciências Humanas e Linguagens, com o trabalho “É só usar o chat”.

Diversidade de temas

No total, 19 trabalhos foram premiados, abrangendo temáticas como meio ambiente, tecnologia, saúde e cultura, desde a educação infantil até o ensino médio. Além das exposições, o evento contou com apresentações teatrais e registrou cerca de 1.550 visitantes, ampliando a repercussão nas redes sociais.

Credencial para outros palcos

A Femic também assegura aos estudantes credenciais para eventos científicos regionais e, com o apoio da nova Política de Apoio à Iniciação Científica, garante recursos permanentes para sua continuidade.

A lista completa dos premiados está disponível no site da Prefeitura de Montenegro, em montenegro.rs.gov.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2025 0 Comentários 363 Visualizações
Projetos especiais

Praça do Saber é inaugurada em Campo Bom para aproximar jovens da ciência e da cultura

Por Jonathan da Silva 09/09/2025
Por Jonathan da Silva

Com o objetivo de ampliar o acesso de crianças e jovens à ciência, tecnologia e cultura de forma inclusiva e interativa, a Praça do Saber foi inaugurada nesta terça-feira (9) na Biblioteca Pública Municipal Professor Antônio Nicolau Orth, em Campo Bom. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Universidade Feevale e a Secretaria de Educação e Cultura do município, com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Desenvolvido no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social da Feevale, o projeto envolveu professores de áreas como Design, Moda, Física, Arquitetura e Urbanismo, Letras e História, além do Museu Nacional do Calçado (MNC), do Laboratório de Inclusão e Ergonomia (Labie) e do Centro de Design da Instituição. O espaço contará com atividades voltadas a alunos de escolas de Campo Bom e de municípios da região.

A Praça do Saber reúne uma mostra interativa e multissensorial com temáticas como sistema solar, ecologia, arte digital e arte ótica. Também abriga uma exposição do MNC, uma sala de acomodação sensorial para crianças neuroatípicas, além de oficinas e workshops sobre astronomia, meio ambiente, design, leitura e diversidade.

Recursos de acessibilidade

O local dispõe de tecnologias assistivas como audiodescrição, comunicação alternativa, QR Code com vídeos em Libras, materiais em formato tátil e ambientes adaptados. Equipamentos de realidade aumentada, realidade virtual e interação cérebro-máquina complementam as ferramentas disponíveis.

Disseminação de conhecimento

A coordenadora do projeto, professora Regina Heidrich, destacou a importância de integrar arte, educação e tecnologia. “Nosso desafio é fazer com que essas três linguagens conversem e construam pontes dentro de um mundo em que por muito tempo foram mantidas separadas. A educação é uma ferramenta poderosa de transformação social, e quando ela é inclusiva, reconhece e valoriza”, destacou Regina, que também prestou homenagem in memorian a Simone Daise Schneider, ex-secretária de Educação do município.

Para a secretária de Educação e Cultura de Campo Bom, Mara Daubermann, o espaço amplia o acesso ao conhecimento. “Que os alunos, professores e comunidade possam desfrutar deste espaço integrador, que une ciência, cultura e tecnologia de forma acolhedora, e promove criatividade, diálogo, diversidade e respeito às diferenças. Vida longa à Praça do Saber”, afirmou a titular da pasta.

O reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, destacou o impacto do projeto. “O principal desafio que temos no país é melhorar a qualidade da educação, e com o avanço das tecnologias, é ainda maior o desafio de trazer os jovens para dentro das bibliotecas. Além disso, cerca de 10% dos estudantes são de inclusão, que exigem de nós uma atenção diferenciada, e espaços como esse permitem atender a esses alunos, que cada vez mais nos procuram”, ressaltou o líder da universidade.

O prefeito de Campo Bom, Giovani Feltes (MDB), também participou da inauguração. “Bom receber a Praça do Saber, bom saber que Campo Bom inicia esse projeto, bom saber que continuamos a ser considerados bons parceiros pela Feevale e continuar exatamente com essa relação respeitosa, carinhosa, de bem-aventurança, de acolhimento e, claro, de torcida para as coisas deem certo”, expressou o chefe do executivo campo-bonense.

Participação da comunidade

A equipe de monitores foi formada por alunos voluntários de escolas do município. Entre eles, Fernanda Cristina da Silva Port, de 15 anos, estudante da Escola Municipal CEI, destacou a experiência. “Com esse projeto, a gente vai aprender não só sobre a diversidade, mas sobre a fala e a escuta ativa em si”, afirmou a jovem.

Inserção em programa federal

O projeto integra o edital Praças da Ciência, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Finep, com apoio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). O programa visa implantar espaços lúdicos e interativos que aproximem crianças, jovens e adultos do conhecimento científico em diversas áreas, valorizando a inclusão e a acessibilidade.

Serviço

  • O quê: Praça do Saber – espaço interativo e inclusivo de ciência e cultura
  • Quando: visitas às segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 11h e das 13h30 às 16h; segundo e quarto sábado do mês, pela manhã
  • Onde: Biblioteca Pública Municipal Professor Antônio Nicolau Orth (CEI – Av. dos Estados, 1080-K, Campo Bom)
  • Quanto: gratuito
  • Mais detalhes: (51) 3597-0435
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2025 0 Comentários 383 Visualizações
Ensino

Femictec reuniu cerca de 800 estudantes em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 08/09/2025
Por Jonathan da Silva

A 12ª Feira Municipal de Iniciação Científica e Tecnológica (Femictec) foi encerrada neste sábado (6), no Centro de Eventos da Fenac, em Novo Hamburgo, após três dias de apresentações de pesquisas e atividades envolvendo quase 800 estudantes de escolas municipais, estaduais e particulares. Promovido pela Secretaria Municipal de Educação (Smed), o evento registrou a exposição de 190 trabalhos desenvolvidos ao longo do ano letivo e incluiu a realização da VII Olimpíada Municipal de Robótica.

A feira contou com alunos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de atividades culturais abertas ao público visitante. O secretário de Educação de Novo Hamburgo, André Luís da Silva, destacou a importância do engajamento de toda a rede de ensino. “Sem a participação de cada um, um evento como este não seria possível”, afirmou o titular da pasta. O secretário também ressaltou o envolvimento das famílias no processo de preparação. “Que este evento continue a contribuir para o crescimento e o desenvolvimento da educação em Novo Hamburgo”, completou da Silva.

Seleção para a Mostratec Jr.

Um dos momentos mais aguardados do encerramento foi a divulgação dos trabalhos credenciados para a Mostratec Jr. 2025, feira de alcance nacional e internacional. Entre os selecionados estão projetos como “Descobrindo os Cogumelos”, da EMEB Presidente Affonso Penna, e “Vozes Silenciadas: construindo espaços de apoio e igualdade”, da EMEB Presidente Getúlio Vargas. Além disso, pesquisas da APAE e do Colégio Marista Pio XII receberam menção honrosa.

Olimpíada de Robótica

Na Olimpíada Municipal de Robótica, 23 equipes de 18 escolas participaram com 169 alunos. Entre os vencedores, estiveram:

  • Categoria Anos Iniciais: EMEB Presidente Deodoro da Fonseca (1º lugar), EMEB São Jacó (2º lugar) e EMEB Marcos Moog (3º lugar).

  • Categoria Anos Finais: EMEB São João (1º lugar), EMEB Presidente Getúlio Vargas (2º lugar) e EMEB Arnaldo Grin (3º lugar).

O Troféu Destaque em Robótica foi concedido à equipe Nilodroid, da EMEB Irmão Nilo, que conquistou o prêmio pelo terceiro ano consecutivo e ficará com o troféu de forma definitiva.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2025 0 Comentários 373 Visualizações
Ensino

Noites de premiações marcam encerramento da VIII Fecitec em Estância Velha

Por Jonathan da Silva 28/08/2025
Por Jonathan da Silva

A VIII Feira de Ciências, Tecnologia e Cultura (Fecitec) foi realizada de 20 a 22 de agosto, em Estância Velha, reunindo cerca de 280 estudantes de escolas municipais, estaduais e privadas no Ginásio da Igreja Católica. Promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Semec), o evento apresentou 83 trabalhos de alunos da educação infantil ao ensino médio, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a Educação Especial, com o objetivo de valorizar a ciência, a criatividade e a inovação.

Durante os três dias de programação, o público pôde conhecer pesquisas previamente selecionadas nas feiras escolares do município. Além de professores e pesquisadores, a comunidade escolar esteve presente, acompanhando a apresentação de temas diversos, que foram desde a sustentabilidade até questões ligadas à saúde e ao comportamento.

Noites de premiação

O encerramento ocorreu em duas noites de premiação. No dia 21 de agosto, foram reconhecidos trabalhos do ensino fundamental II e do ensino médio. Já no dia 22, foi a vez da educação infantil e do ensino fundamental I. Os estudantes mais novos receberam certificados de participação, como forma de incentivo, enquanto escolas tiveram projetos contemplados com o Prêmio Estância 360, que concedeu valores monetários para estimular o desenvolvimento de pesquisas.

Projetos premiados

Entre os destaques da feira, na categoria Convidados Ensino Fundamental, o Colégio Luterano Arthur Konrath conquistou o 1º lugar com o projeto “Bioplástico: Um futuro sustentável”. No Ensino Médio, o Colégio Estadual de Ensino Médio 8 de Setembro foi premiado em primeiro lugar com o trabalho “O Descarte de Roupas no Deserto do Atacama: Recursos Naturais, Saúde e Sustentabilidade Ambiental”. Já na categoria EJA, a EMEF Otávio Rocha recebeu os dois primeiros lugares com os projetos “Nomofobia: O Uso Excessivo do Celular e os Impactos na Infância” e “Sabão Caseiro: Menos Resíduos, Mais Limpeza”.

Incentivo à pesquisa desde cedo

Na Educação Infantil, projetos como “Sons que Encantam”, da Casa dos Pimpolhos, e “A Matemática no Cotidiano pelo Olhar das Crianças”, da Escola Recanto da Floresta, conquistaram as primeiras posições em suas categorias. No Ensino Fundamental I, o trabalho “Tum Tum Bate Coração”, da EMEF Walter Jacob Bauermann, foi o vencedor, enquanto no Fundamental II o projeto “Enchentes: Melhor Uso da Tecnologia”, da EMEF Germano Dauernheimer, levou o 1º lugar.

Participação ampla

A VIII Fecitec também destacou trabalhos em categorias específicas, como Educação Especial, com projetos da EMEF Nicolau Anselmo Wecker e da EMEF Fernando Ferrari. Outras escolas, como a EMEI Rincão dos Pequeninos e a EMEF José de Alencar, receberam reconhecimento pela participação. Ao todo, mais de 20 instituições de ensino integraram o evento, reforçando o caráter coletivo e educacional da feira.

Foto: Júlia Monteiro/Decom/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2025 0 Comentários 309 Visualizações
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