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Business

Justiça defere recuperação judicial da Sorvelândia em Caxias do Sul

Por Jonathan da Silva 11/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Justiça deferiu o processamento do pedido de recuperação judicial da Sorvelândia, fabricante de sorvetes de Caxias do Sul que atua no mercado desde 1970. O processo tramita na Vara Regional Empresarial da Comarca de Caxias do Sul e é conduzido pela advogada empresarial Aline Ribeiro. A medida busca permitir a reorganização do passivo da empresa e preservar a continuidade das atividades, os empregos, as relações com fornecedores e clientes e a operação da estrutura produtiva.

Antes da análise do pedido principal, a empresa havia obtido uma tutela cautelar antecedente para resguardar a operação enquanto preparava a documentação necessária ao procedimento. Com fundamento no artigo 51-A da Lei nº 11.101/2005, também foi determinada a realização de constatação prévia para verificar a regularidade da documentação técnica apresentada e as condições de funcionamento da companhia.

Fatores da crise

O valor apurado dos créditos sujeitos à recuperação judicial é de R$ 13,4 milhões. Já o passivo declarado nas projeções contábeis da empresa, que inclui obrigações de diferentes naturezas, inclusive aquelas que não necessariamente estão sujeitas aos efeitos da recuperação judicial, chega a aproximadamente R$ 80 milhões.

Conforme as informações apresentadas no processo, a crise econômico-financeira resultou da combinação de fatores registrados nos últimos anos. Entre eles estão o aumento da concorrência no setor, a redução das margens comerciais, a sazonalidade do mercado de sorvetes, os efeitos econômicos da pandemia, o encarecimento do crédito, a elevação das taxas de juros e o aumento dos custos de matérias-primas, embalagens, energia elétrica e logística refrigerada.

A documentação também aponta impactos das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. Em determinados períodos, alguns insumos e embalagens plásticas tiveram aumento de aproximadamente 70%, segundo os dados apresentados no processo. De acordo com a empresa, não foi possível repassar integralmente esses custos aos consumidores devido à necessidade de preservar a competitividade.

Operação permanece ativa

A Sorvelândia foi fundada em 1970 a partir de uma pequena produção artesanal da família Zadra. Ao longo de mais de cinco décadas, a empresa ampliou sua estrutura produtiva, diversificou o portfólio e expandiu a presença comercial para diferentes regiões do Rio Grande do Sul e também de Santa Catarina.

Atualmente, a companhia atua na fabricação e distribuição de sorvetes, picolés, doces gelados e outros produtos. Segundo as informações apresentadas à Justiça, a empresa mantém estrutura produtiva instalada, marca, carteira ativa de clientes, rede de distribuição, fornecedores, trabalhadores e capacidade de produção e geração de receitas, apesar da restrição de liquidez.

O objetivo da recuperação judicial é reorganizar o endividamento de forma coletiva e compatível com a capacidade de geração de caixa da atividade, evitando que ações individuais de credores comprometam a continuidade da operação.

A recuperação judicial é um instrumento de preservação e reorganização de empresas economicamente viáveis. O deferimento do processamento permite que a Sorvelândia avance de forma estruturada na negociação de seu passivo, sob supervisão judicial, preservando uma operação construída ao longo de mais de cinco décadas. O objetivo é criar condições para a continuidade da atividade empresarial e, ao mesmo tempo, buscar uma solução coletiva que também contemple os interesses dos credores”, explica a advogada empresarial Aline Ribeiro.

Cadeia de frio

A necessidade de manter a cadeia de frio foi um dos pontos considerados no processo. A fabricação, o armazenamento, a distribuição e a comercialização dos produtos dependem de câmaras refrigeradas, freezers, conservadoras e expositores instalados em estabelecimentos comerciais, além do fornecimento contínuo de energia elétrica e de logística refrigerada.

Antes da formalização do pedido principal, a Justiça havia concedido uma tutela cautelar que antecipou os efeitos do chamado “stay period”. A medida suspendeu inicialmente por 30 dias execuções e atos de constrição contra a empresa e impediu medidas que pudessem comprometer bens e direitos necessários à operação.

No processo, a Sorvelândia também solicitou proteção específica aos freezers, conservadoras e demais equipamentos utilizados na comercialização dos produtos, além de medidas para preservar recebíveis operacionais considerados necessários à manutenção das atividades.

A continuidade do fornecimento de energia elétrica também é apontada como necessária para a operação. A empresa depende do funcionamento contínuo de equipamentos industriais, câmaras frias e sistemas de refrigeração para conservar matérias-primas, estoques e produtos acabados.

Próxima etapa

Com o processamento da recuperação judicial deferido, o processo entra na etapa de elaboração do Plano de Recuperação Judicial. O documento deverá apresentar as medidas propostas para o equacionamento das dívidas e a reorganização econômico-financeira da companhia.

Conforme a Lei nº 11.101/2005, o plano deve ser apresentado no prazo de 60 dias contados da publicação da decisão que deferiu o processamento da recuperação judicial. Depois disso, os credores poderão analisar e se manifestar sobre as condições propostas pela empresa.

Segundo a defesa, a expectativa é que o processo permita à Sorvelândia adequar sua estrutura financeira à capacidade de geração de receitas da operação, preservando o valor econômico construído pela empresa desde 1970 e criando condições para a continuidade das atividades.

Foto: Sorvelândia/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2026 0 Comentários 112 Visualizações
Business

Mercopar 2026 abre inscrições para visitantes

Por Jonathan da Silva 10/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Mercopar 2026 está com inscrições abertas para visitantes interessados em participar da 35ª edição da feira, que será realizada de 20 a 23 de outubro, em Caxias do Sul. Promovido pelo Sebrae RS e pelo Sistema Fiergs, o evento terá participação gratuita e reunirá empresas, startups, compradores, instituições de pesquisa e ambientes de inovação durante quatro dias. A programação será voltada à geração de negócios, inovação, networking e atualização sobre soluções para a indústria.

A feira é considerada a maior de inovação industrial da América Latina. Durante o evento, os visitantes poderão conhecer lançamentos e soluções de segmentos como máquinas e equipamentos, metalmecânico, automação e robótica, ferramentas e componentes, tecnologia e softwares industriais, plásticos e borracha, energia, logística, movimentação de materiais, startups e serviços especializados para a indústria.

A programação também contará com a presença de compradores nacionais e internacionais, instituições de pesquisa, ambientes de inovação e empresas de diferentes portes. A proposta é ampliar as possibilidades de negócios e parcerias entre os diferentes participantes da cadeia produtiva.

Conexões e oportunidades

Segundo o diretor técnico do Sebrae RS, Ariel Berti, a abertura das inscrições marca uma nova etapa para empresas e profissionais que pretendem acompanhar tendências e ampliar contatos durante a feira. “A Mercopar é muito mais do que uma feira de negócios. É um ambiente onde inovação, conhecimento e relacionamento se encontram para gerar oportunidades concretas. Ao abrir as inscrições, convidamos empresários, profissionais e empreendedores a fazerem parte de mais uma edição, que reforça o papel da feira como ponto de encontro da indústria latino-americana”, afirma o dirigente.

Berti também destaca a participação dos visitantes como parte das conexões estabelecidas durante a programação. “A Mercopar cria um ambiente único de conexão entre empresas, fornecedores e compradores. Cada visitante amplia as possibilidades de geração de negócios, de acesso à inovação e de desenvolvimento de parcerias que fortalecem a competitividade da indústria brasileira”, destaca o diretor técnico.

Resultados da edição anterior

Na edição de 2025, a Mercopar reuniu 528 expositores, sendo 60 startups. As empresas participantes representaram 12 estados brasileiros e a China. O evento recebeu mais de 44 mil visitantes.

Para 2026, a feira seguirá reunindo empresas, startups, compradores, instituições de pesquisa e ambientes de inovação em um espaço destinado ao desenvolvimento de negócios e ao fortalecimento das cadeias produtivas da indústria.

Serviço

  • O quê: Mercopar 2026 – 35ª edição da feira de inovação industrial
  • Quando: 20 a 23 de outubro
  • Onde: Caxias do Sul
  • Quanto: entrada gratuita
  • Inscrições para visitantes: mercopar.com.br
  • Realização: Sebrae RS e Sistema Fiergs
Foto: Zé Carlos de Andrade/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2026 0 Comentários 54 Visualizações
Cidades

Caxias está entre as cidades com mais empregos em tecnologia no RS

Por Jonathan da Silva 10/09/2026
Por Jonathan da Silva

Caxias do Sul ocupa a quarta posição entre os municípios do Rio Grande do Sul com o maior número de empregos formais na área de tecnologia da informação e comunicação (TIC), com cerca de 2,8 mil postos de trabalho, conforme dados de levantamento da Brasscom. No cenário estadual, são 59.461 empregos formais no setor, o maior número entre os estados da região Sul e o quarto maior do Brasil.

Para o gerente regional do Sebrae RS, Gustavo Rech, a relação entre o setor tecnológico e a base industrial do município é um dos fatores que contribuem para a geração de empregos na área. Caxias do Sul reúne empresas dos segmentos metalmecânico, automotivo, de implementos rodoviários e plástico, entre outros, que demandam soluções em automação, digitalização, inteligência artificial, análise de dados, manufatura avançada e desenvolvimento de software. “Caxias do Sul possui uma característica que a diferencia de muitos polos tecnológicos: a tecnologia está fortemente conectada à economia real. Essa base industrial demanda constantemente soluções tecnológicas, impulsionando a geração de empregos qualificados”, ressalta Rech.

Ecossistema de inovação

A formação de profissionais e o desenvolvimento de soluções também envolvem universidades, empresas, startups e ambientes de inovação. A Universidade de Caxias do Sul (UCS) atua na formação de profissionais, pesquisa e transferência de tecnologia para o mercado.

Em 2025, o ecossistema ligado à instituição contava com cerca de 60 empresas incubadas ou residentes, segundo dados apresentados pelo gerente regional do Sebrae RS.

Outro integrante desse ecossistema é o Instituto Hélice, iniciativa voltada à inovação aberta e à colaboração entre grandes empresas. A articulação entre empresas, empreendedores e instituições também faz parte das frentes de atuação do Sebrae RS na Serra Gaúcha, que apoia startups, empreendedores e pequenos negócios na incorporação de inovação e tecnologia.

Programas para startups

Entre as iniciativas está o Startando, parceria entre o Sebrae RS e o Sicredi Pioneira voltada ao desenvolvimento de startups da região. Segundo Gustavo Rech, no primeiro semestre, 15 negócios participaram de programas de ideação. “Entre as iniciativas está o Startando, parceria entre Sebrae RS e Sicredi Pioneira voltada ao desenvolvimento de startups da região. No primeiro semestre, 15 negócios passaram por programas de ideação. Na segunda etapa do ano, o foco está na aceleração de outras 15 startups, sendo seis contempladas com apoio financeiro de R$ 6,5 mil mensais durante seis meses”, explica o gerente regional do Sebrae RS.

Ações para empresas tradicionais

As ações de inovação também abrangem empresas de setores tradicionais. Ao longo do ano, o Sebrae RS desenvolve consultorias em inteligência artificial destinadas a pequenos negócios e mantém um programa de aceleração de empresas tradicionais.

A iniciativa reúne mais de 60 participantes da Serra Gaúcha em uma jornada composta por oito encontros.

Desenvolvimento tecnológico

Para Gustavo Rech, a combinação entre a atividade industrial e a atuação de empreendedores e instituições de apoio permite que empresas do município utilizem e desenvolvam soluções tecnológicas voltadas às necessidades do mercado.

A cidade não apenas adota tecnologia, mas também desenvolve tecnologias voltadas para os desafios da indústria e da sociedade”, afirma o gerente regional do Sebrae RS, Gustavo Rech.

Foto: DC Studio/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
10/09/2026 0 Comentários 109 Visualizações
Projetos especiais

Projeto leva história dos distritos de Caxias do Sul a professores da cidade

Por Jonathan da Silva 03/09/2026
Por Jonathan da Silva

O projeto “Caxias do Sul: História e Cultura nos Distritos” inicia, no dia 9 de setembro, uma nova etapa voltada a professores de escolas e instituições de ensino do município. A iniciativa prevê 35 palestras gratuitas para apresentar resultados de pesquisas sobre a formação histórica e cultural de Caxias do Sul e disponibilizar conteúdos e materiais que possam ser utilizados em atividades com estudantes. A primeira atividade será realizada às 13h15min, na Escola Estadual Especial de Ensino Médio Helen Keller, instituição voltada à educação de pessoas surdas.

As atividades serão realizadas com professores de escolas rurais, urbanas e instituições de educação especial. A programação começa pelas escolas da área rural e inclui, inicialmente, a Escola Helen Keller, a Escola João Prataviera e a Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (Apadev). Posteriormente, os encontros serão realizados em escolas da área urbana.

A proposta é disponibilizar aos educadores conteúdos, resultados de pesquisas e materiais didáticos para apoiar o trabalho sobre história local em sala de aula. Entre os recursos estão informações sobre diferentes períodos, distritos, grupos e movimentos migratórios que participaram da formação do município.

Desdobramento de seminário

O projeto de palestras é um desdobramento da obra e do seminário “Caxias do Sul: História e Cultura nos Distritos” e dá continuidade a um trabalho de pesquisa sobre o município. O percurso teve início com o Guia de Caxias do Sul, passou por um projeto cartográfico, pelo lançamento do livro e pela realização de um seminário com pesquisadores e historiadores na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC). Também foram realizadas visitas técnicas destinadas a professores e guias.

Nesta nova etapa, os resultados do trabalho serão apresentados diretamente aos profissionais que atuam na educação.

Segundo a idealizadora do projeto, Marivania Sartoretto, as palestras também abordarão o processo de investigação realizado junto às comunidades. O conteúdo inclui histórias, memórias, fotografias, documentos e informações reunidas durante o trabalho de campo. “Queremos que os professores tenham acesso não apenas ao resultado final da pesquisa, mas também aos contextos, às imagens, aos documentos e aos caminhos que nos permitiram chegar a essas informações. A proposta é entregar conteúdos e recursos que possam continuar sendo trabalhados em sala de aula, aproximando os estudantes da história do lugar onde vivem”, afirma Marivania.

Materiais para uso em sala de aula

As palestras terão como principal referência o livro “Caxias do Sul: História e Cultura nos Distritos” e o acervo formado durante o desenvolvimento do projeto. Serão apresentados fotografias, vídeos, documentos históricos, músicas, mapas e outros recursos audiovisuais e gráficos.

Os professores também terão acesso a uma linha do tempo sobre a formação de Caxias do Sul, mapas dos distritos e do território municipal, materiais sobre diferentes etnias e culturas que participaram da formação da cidade e propostas de dinâmicas interativas.

Um mapa do território de Caxias do Sul poderá permanecer nas instituições atendidas para ser utilizado como material de apoio. “A proposta é que as informações não se encerrem na palestra, mas possam se desdobrar em atividades, discussões e projetos desenvolvidos posteriormente pelos professores com seus alunos”, explica Marivania.

Diversidade e memória

Entre os temas previstos está a diversidade étnica e cultural presente na formação de Caxias do Sul, considerando diferentes distritos, períodos históricos, grupos e movimentos migratórios. As palestras também pretendem estimular reflexões sobre a participação de diferentes gerações na construção da memória coletiva. “Conhecer quem veio antes de nós também ajuda a pensar sobre o presente. Uma das provocações do projeto é justamente perguntar: qual história queremos deixar para o amanhã? São pessoas, famílias e comunidades que impactam a vida de outras pessoas e continuam construindo a história de Caxias do Sul todos os dias”, acrescenta Marivania.

A inclusão também integra a iniciativa. Nas instituições de educação especial, as palestras e os recursos serão adaptados às diferentes realidades, com o objetivo de ampliar as formas de acesso aos conteúdos e possibilitar que os resultados das pesquisas sejam apresentados a públicos diversos.

Identidade visual do projeto

A identidade desta etapa conta com a obra “Caxias do Sul: Pluralidade de um Povo”, criada pelo artista Luan Zuchi. A ilustração foi produzida em aquarela sobre papel 300g e posteriormente digitalizada. A composição utiliza uma paleta monocromática e mantém relação visual com a obra criada anteriormente por Rafael Dambros para a capa do livro.

Segundo a apresentação do projeto, a escolha da aquarela está relacionada aos conceitos de memória, movimento e transformação. A técnica é associada às lembranças e à continuidade das migrações e das trocas culturais, consideradas parte do processo de construção da identidade do município.

Acesso ao conteúdo

O livro “Caxias do Sul: História e Cultura nos Distritos” está disponível gratuitamente em formato digital (PDF). A versão impressa pode ser adquirida nas Livrarias Rossi, Do Arco da Velha, Livraria do João e com os idealizadores. O seminário realizado pelo projeto também pode ser assistido em formato digital.

O projeto “Palestras – Caxias do Sul: história e cultura nos distritos” é financiado pela Lei de Incentivo à Cultura (LIC) da Prefeitura de Caxias do Sul. A iniciativa conta com apoio cultural de RandonCorp, Instituto Elisabetha Randon, Cyncly Brasil, Hotel Blue Tree Towers e Sorvetes Urca.

Quem é Marivania Sartoretto

A idealizadora do projeto, Marivania Sartoretto, atua como empreendedora e produtora cultural em projetos relacionados à valorização do território, da história, da cultura e do turismo de Caxias do Sul. Sua atuação reúne iniciativa empreendedora, investigação territorial e produção de conhecimento aplicado.

Em 2006, Marivania idealizou o Guia de Caxias do Sul, projeto em formato impresso e digital descrito como um arquivo de experiências e memórias do município. A iniciativa também envolveu o mapeamento cartográfico ilustrativo do território, utilizado como base para investigações sobre a realidade local, que resultaram em pesquisas acadêmicas, apresentações em congressos e publicações em anais.

Marivania também é idealizadora da obra “Caxias do Sul: História e Cultura nos Distritos”, desenvolvida com foco na ampliação do acesso ao conhecimento, especialmente no contexto educacional. O trabalho de campo realizado durante o projeto serve de base para estudos acadêmicos relacionados à sustentabilidade e à Sociedade 5.0.

Sua atuação inclui visitas técnicas, palestras e ações culturais voltadas à difusão do conhecimento e à relação entre pesquisa, educação e território.

Foto: Silvia Koch/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2026 0 Comentários 68 Visualizações
Business

Benevi Confecções comemora 35 anos e prepara expansão

Por Ester Ellwanger 27/08/2026
Por Ester Ellwanger

A Benevi Confecções chega aos 35 anos de atuação em 2026 com novos projetos para ampliar sua presença no mercado e atualizar sua estrutura. Entre os próximos movimentos estão a abertura de uma nova unidade, a reformulação do layout da fábrica em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, e investimentos no desenvolvimento de tecidos e produtos voltados às atuais demandas do consumidor por conforto, praticidade e durabilidade.

Na unidade caxiense, a mudança de layout prevê uma reorganização dos espaços e uma estrutura voltada a receber clientes e parceiros que visitam a fábrica. Paralelamente, a empresa trabalha em um projeto de expansão com a abertura de uma nova unidade, que deverá ampliar a capacidade de atendimento e a presença da marca no mercado.

“Chegar aos 35 anos é olhar para tudo o que foi construído pelos meus pais e, ao mesmo tempo, pensar nos próximos passos. Temos projetos importantes em andamento, tanto na estrutura da empresa quanto no desenvolvimento dos nossos produtos. A ideia é continuar evoluindo sem perder os valores que fizeram parte da Benevi desde o início”, afirma Rogério Menegotto, sócio-proprietário e diretor da empresa.

Fundada por Maria Rech Menegotto e Waldemar Menegotto, a Benevi nasceu em Caxias do Sul e construiu sua trajetória no segmento de cama, mesa e banho. Atualmente, a segunda geração da família está à frente do negócio, com Rogério dando continuidade ao empreendimento criado pelos pais.

 

 

 

Mudança no perfil do consumidor

As transformações previstas pela empresa acompanham também uma mudança percebida no comportamento dos consumidores nos últimos anos. Se no início da trajetória da Benevi os bordados estavam entre os principais destaques, especialmente após a pandemia, a procura por produtos mais práticos e confortáveis ganhou espaço.

A malha passou a ter maior participação entre as preferências dos clientes, levando a empresa a investir na industrialização completa do processo, da compra do fio à finalização das peças. Entre os trabalhos atuais está o desenvolvimento da malha com gramatura de 160 g/m², pensada para reunir maciez, resistência e durabilidade.

“Hoje percebemos um consumidor muito atento ao conforto, mas também à praticidade. Ele quer um produto agradável, que possa ser utilizado em diferentes épocas do ano, tenha durabilidade e facilite a rotina. Essa mudança influencia diretamente nos nossos investimentos e no desenvolvimento das coleções”, explica Rogério.

Outra tendência observada no setor é o Hipercal 400, tecido de toque aveludado, também conhecido como “toque pele de pêssego”. Inspirado em uma tendência do mercado norte-americano, o material é produzido em poliéster e tem como características a secagem rápida, a baixa formação de amassados e a facilidade de manutenção.

A presença crescente de tecidos com esse perfil evidencia uma mudança no próprio mercado de cama, mesa e banho, em que características como estética e acabamento seguem relevantes, mas passam a dividir espaço com atributos relacionados à funcionalidade e ao uso cotidiano.

Uma história que atravessa gerações

Ao completar três décadas e meia, a Benevi mantém a gestão familiar como uma das características de sua trajetória. O negócio iniciado por Maria e Waldemar atravessou diferentes momentos do setor, mudanças no comportamento de consumo e transformações nos processos produtivos.

Para Rogério, a data também representa o reconhecimento das relações construídas ao longo desse período com colaboradores, clientes, representantes, lojistas e fornecedores.

A trajetória da empresa se insere ainda em uma característica marcante da economia da Serra Gaúcha: a presença de negócios familiares que chegam às novas gerações conciliando a preservação de sua origem com a necessidade de atualização constante.

Foto: Fabio Grison e Juliano Vicenzi/Divulgação | Fonte: Assessoria

27/08/2026 0 Comentários 96 Visualizações
Business

4ª Convenção CDL Caxias reúne mais de 5 mil participantes em dois dias de evento

Por Ester Ellwanger 24/08/2026
Por Ester Ellwanger

A 4ª Convenção CDL Caxias reuniu mais de 5 mil participantes durante os dois dias de programação, encerrados nesta quinta-feira, 20 de agosto, no Centro de Eventos dos Pavilhões da Festa da Uva. Com o tema ‘Decisões que constroem resultados’, o encontro promoveu conhecimento, reflexão, relacionamento e oportunidades de negócios para profissionais em torno de conteúdos relacionados a economia, liderança, comportamento, tendências, inovação, gestão e tecnologia.

Além das oito palestras realizadas no palco principal, a programação contou com 12 atividades na Arena Conecta, promovidas pela CDL Mulher, CDL Jovem e HUB de Eventos, feira com 40 expositores e rodada de negócios com a participação de 40 empresas. Os diferentes espaços ampliaram as possibilidades de troca de experiências, relacionamento e geração de oportunidades entre os participantes.

Além de apresentar tendências, a 4ª Convenção CDL Caxias buscou provocar reflexões sobre os desafios e as oportunidades que surgem em um ambiente de rápidas mudanças e sobre como os negócios podem se preparar para o futuro.

Para o presidente da CDL Caxias, Mauro Andreazza, a realização do evento reforça a importância de criar esses espaços para que os participantes estejam preparados para lidar diariamente com novas tecnologias, mudanças na economia, no comportamento das pessoas e nas relações de trabalho que estão redesenhando o mercado.

“Em um cenário de constantes transformações, tomar boas decisões exige informação, conhecimento e diferentes pontos de vista. Ao longo de dois dias, reunimos especialistas e experiências para ampliar o repertório de empresários e lideranças e contribuir para as escolhas dentro dos seus negócios. A Convenção CDL Caxias também é um espaço de relacionamento, troca de experiências e geração de oportunidades”, ressaltou.

Mercado, tendências e transformação

Na quarta-feira, 19 de agosto, primeiro dia da 4ª Convenção CDL Caxias, os debates estiveram concentrados em temas relacionados a futuro, tendências e novos caminhos para os negócios. Uma das palestras mais prestigiadas da programação, o economista Ricardo Amorim falou sobre “Liderança e visão de futuro: como tomar melhores decisões em tempos de transformação” e destacou que a sorte acontece quando se está preparado.

O professor, escritor e especialista em psicologia transacional, inteligência emocional e neurociência Gabriel Carneiro abordou em “Te vejo no topo” os desafios que podem interferir nas decisões e pontuou que os preguiçosos sempre vão criticar os ousados.

A consultora sênior da WGSN e referência global em tendências de consumo, Monica Levandoski, apresentou “Grandes Ideias 2028 – Propulsores e Inovações” e destacou que o consumidor está cada vez mais exigente, o que impõe ao varejo a necessidade constante de adaptação.

Já Otelmo Drebes Jr., sócio e representante da terceira geração das Lojas Lebes, mostrou as transformações do comércio na palestra “Varejo 5.0: o novo papel da loja física”. Ele utilizou diferentes cases para demonstrar que a relação entre consumidores e empresas mudou, ou seja, não é mais apenas o consumidor que vai até a loja, mas a loja que precisa ir até o cliente.

Nesta quinta-feira, 20 de agosto, segundo e último dia da 4ª Convenção CDL Caxias, os conteúdos trataram de gestão, inovação, marketing, cultura organizacional e comportamento. O executivo Lásaro do Carmo Jr. abordou os “Fatores críticos do sucesso empresarial” e destacou que um bom líder precisa entender o seu negócio para poder cobrar resultado.

O professor, mentor da Endeavor e sócio da StartSe, Romeo Busarello, abordou as transformações digitais e a importância de dados e clientes para a construção de negócios. Durante a palestra “Tudo que pode ser escrito, falado, visto e ouvido vai virar bit”, compartilhou uma série de cases para ilustrar as mudanças provocadas pela transformação digital.

Também sócio da StartSe, Fabio Neto apresentou a palestra “Era da Reconfiguração: um olhar sobre negócios e pessoas”. Em sua abordagem, destacou que a palavra ‘tendência’ já não é suficiente para explicar as transformações que estão ocorrendo no mundo.  Segundo ele, o cenário atual é marcado pela emergência e pela necessidade de adaptação constante.

Encerrando a programação, o comunicador Luciano Potter apresentou a palestra “Tenha amigos e fique rico”.

“A diversidade de conteúdos e formatos foi mais uma vez o diferencial desta edição, consolidando a Convenção como um espaço de conexão entre conhecimento e prática, aproximando empresários, profissionais e lideranças de novas ideias, tendências e oportunidades para os negócios”, conclui o presidente da CDL Caxias.

  Foto:  Wéllington Damin/Divulgação | Fonte: Assessoria

24/08/2026 0 Comentários 120 Visualizações
Business

Lideranças empresariais da Serra gaúcha participam de evento para discutir IA e transformação digital

Por Ester Ellwanger 21/08/2026
Por Ester Ellwanger

O Brivia_Group, por meio da SR Consulting, reuniu mais de 50 lideranças empresariais da Serra Gaúcha, nesta quarta-feira, 19 de agosto, em Caxias do Sul, para discutir os impactos da inteligência artificial na transformação digital das empresas.

Estiveram presentes representantes de corporações como Randon, Grendene, Grupo Argenta, Piccadilly e Salton, além de executivos de outros segmentos da economia. O encontro foi apoiado pela multinacional de tecnologia Salesforce.

Com o tema “Quando estratégia, tecnologia e IA trabalham juntas, a transformação acontece”, o evento colocou em discussão como CRM, dados e inteligência artificial podem ser combinados para gerar impacto no negócio.

Pontos debatidos

A principal provocação foi que a adoção de IA começa pela qualidade dos dados, pela estratégia de relacionamento com clientes e pela capacidade das empresas de transformar esses dados em decisão.

“Não existe IA sem uma estratégia bem estruturada de CRM. É preciso priorizar dados organizados, colocar o cliente no centro da estratégia e desenvolver uma cultura alinhada. A IA entra para potencializar esse alicerce”, afirma Filipe Faro, head de CRM do Brivia_Group.

Outro ponto discutido foi a necessidade de criar mecanismos de governança para o uso da IA, especialmente à medida que empresas passam a incorporar agentes e diferentes modelos às suas operações. Para Denise Castaman, Account Executive da Mulesoft (Salesforce), o desafio é acelerar a adoção sem perder controle sobre os dados.

“A IA passou a ser algo consolidado, porém ainda está muito distante da realidade da jornada de cada empresa. O desafio é garantir governança sem limitar a inovação, com segurança, rastreabilidade e qualidade no trânsito das informações”, avalia.

A discussão também abordou a importância de conectar os projetos tecnológicos às necessidades de quem está na operação e aos objetivos do negócio. “Cresce a demanda por parceiros que atuem de ponta a ponta, desde o entendimento da necessidade do negócio até a construção e arquitetura das soluções como um todo”, analisa o CEO do Brivia_Group, Marcio Coelho.

Maturidade digital das empresas

No último ano, o Brivia_Group publicou um estudo sobre o nível de maturidade digital das empresas gaúchas. A análise considerou sete pilares, com destaque para IA & Gestão Eficiente.

Nesse quesito, o estudo conclui que as empresas estão na chamada “zona de sensibilização”, ou seja, reconhecem o potencial da inteligência artificial para o negócio, mas não fazem investimentos correspondentes nem possuem processos estruturados. Esse é considerado um estágio intermediário numa escala que compreende dois níveis inferiores (crítico e muito crítico) e dois superiores (otimização e excelência).

A pesquisa também aponta que a IA começa a ser percebida no contexto das organizações, mas ainda de maneira orgânica e dispersa, sem áreas estruturadas e focadas no assunto, com atuação direta do C-level.

Também indica que, por se tratar de uma tecnologia nova e em fase de teste, as empresas não têm percepção de impacto financeiro positivo no negócio. Um novo estudo, de recorte nacional, será lançado ainda este ano pelo grupo gaúcho de transformação digital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

21/08/2026 0 Comentários 98 Visualizações
Variedades

Grupo Felice inaugura primeira concessionária da Omoda & Jaecoo da Serra Gaúcha em Caxias do Sul

Por Jonathan da Silva 14/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Felice inaugurou sua primeira concessionária Omoda & Jaecoo em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, na noite desta quarta-feira (12). A unidade está localizada na Avenida Ruben Bento Alves, 1642, ocupa 2,3 mil m² e reúne showroom de veículos novos e seminovos e estrutura de pós-venda. A operação começou com cerca de 34 colaboradores e foi instalada na região com foco no atendimento à demanda por veículos eletrificados.

A concessionária também conta com uma das maiores fachadas da Omoda & Jaecoo no Brasil. A inauguração reuniu mais de 200 pessoas, entre clientes, autoridades, imprensa, parceiros e convidados. Participaram da solenidade os embaixadores das marcas do Grupo Felice, Carla Fachim e Paulo César Tinga.

Investimento na Serra

Segundo o presidente do Grupo Felice, Elton Doeler, a escolha de Caxias do Sul está relacionada ao potencial econômico da região e às mudanças no mercado automotivo. “A Serra Gaúcha sempre teve uma importância muito grande para o Grupo Felice e enxergamos em Caxias do Sul um ambiente especialmente favorável para esse novo momento. Estamos trazendo uma marca que chega com uma proposta muito conectada às mudanças do setor e ao perfil de um consumidor que busca tecnologia, eficiência e novas experiências”, destacou Doeler.

O dirigente também relacionou a expansão à atividade econômica de Caxias do Sul e da Serra Gaúcha. “Caxias do Sul simboliza muito bem a força da Serra Gaúcha. É uma cidade que cresce, investe e acompanha de perto as transformações do mercado. Para o Grupo Felice, estar cada vez mais presente nessa região é uma decisão estratégica e uma demonstração de confiança no seu potencial de desenvolvimento e nas oportunidades que ainda temos pela frente”, completou Doeler.

O que é o Grupo Felice

Criado em 1996, em Santiago, na região Central do Rio Grande do Sul, o Grupo Felice começou suas atividades com uma concessionária da Fiat. Posteriormente, incorporou as marcas Mitsubishi, Jeep, Ram e Volkswagen ao portfólio, além da Omoda & Jaecoo.

Atualmente, o grupo possui mais de 800 colaboradores e 31 concessionárias distribuídas pelas regiões Sul, Noroeste, Fronteira Oeste, Campanha e Norte do estado. A empresa também mantém a Felice Alimentos, indústria de arroz responsável pela comercialização das marcas Quality, São Pedro e Dona Branca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2026 0 Comentários 133 Visualizações
Variedades

Mercopar 2026 tem espaço de exposição quase esgotado

Por Jonathan da Silva 12/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Mercopar 2026 está com o espaço de exposição praticamente esgotado a três meses da realização da feira, que ocorre de 20 a 23 de outubro, em Caxias do Sul. Organizado pelo Sebrae RS e pelo Sistema Fiergs, o evento tem uma fila de espera de cerca de 50 empresas interessadas em ocupar estandes em caso de desistências. A edição deve reunir mais de 500 expositores e terá como um dos focos a integração de empresas brasileiras às cadeias globais de suprimentos.

A programação contará com rodadas de negócios entre empresas de diferentes portes. Entre as participantes estarão BMW, Renault Geely, Ford e Embraer, que terão contato direto com micro e pequenos fornecedores locais.

A BMW participará da Mercopar pela primeira vez em 2026. A presença da montadora integra a proposta de ampliar a conexão entre empresas brasileiras e cadeias globais de fornecimento durante o evento.

Atrativos do evento

Entre as novidades desta edição está a criação de um palco de conteúdo, que reunirá especialistas e lideranças para discutir temas relacionados a inovação, liderança e eficiência energética. A programação também terá demonstrações de novas tecnologias e rodadas internacionais de negócios.

Foto: Zé Carlos de Andrade/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2026 0 Comentários 105 Visualizações
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Mercopar 2026 abre inscrições para visitantes

Por Jonathan da Silva 12/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Mercopar 2026 abriu as inscrições gratuitas para visitantes da 35ª edição da feira, que será realizada de 20 a 23 de outubro, em Caxias do Sul. Promovido pelo Sebrae RS e pelo Sistema Fiergs, o evento terá quatro dias de programação voltada à geração de negócios, inovação, networking e atualização para profissionais e empresas da indústria, reunindo expositores, compradores nacionais e internacionais, instituições de pesquisa, ambientes de inovação e startups.

Durante a feira, os visitantes poderão conhecer lançamentos e soluções dos setores de máquinas e equipamentos, metalmecânico, automação e robótica, ferramentas e componentes, tecnologia e softwares industriais, plásticos e borracha, energia, logística, movimentação de materiais, startups e serviços especializados para a indústria.

A programação também reunirá empresas de diferentes portes, compradores nacionais e internacionais, instituições de pesquisa e ambientes de inovação. A proposta é ampliar as oportunidades de negócios, parcerias e conexões entre os diferentes elos da cadeia produtiva.

Para o diretor técnico do Sebrae RS, Ariel Berti, a abertura das inscrições marca uma nova etapa para empresas e profissionais interessados em ampliar contatos e acompanhar tendências da indústria. “A Mercopar é muito mais do que uma feira de negócios. É um ambiente onde inovação, conhecimento e relacionamento se encontram para gerar oportunidades concretas. Ao abrir as inscrições, convidamos empresários, profissionais e empreendedores a fazerem parte de mais uma edição, que reforça o papel da feira como ponto de encontro da indústria latino-americana”, afirma Berti.

Conexões e negócios

Berti também destaca a participação do público como parte das oportunidades geradas durante o evento. “A Mercopar cria um ambiente único de conexão entre empresas, fornecedores e compradores. Cada visitante amplia as possibilidades de geração de negócios, de acesso à inovação e de desenvolvimento de parcerias que fortalecem a competitividade da indústria brasileira”, reforça o diretor técnico da entidade.

A organização espera ampliar, em 2026, a presença de compradores nacionais e internacionais. A feira chega à 35ª edição reunindo empresas, startups, compradores, instituições de pesquisa e ambientes de inovação em um espaço voltado ao desenvolvimento de negócios e ao fortalecimento das cadeias produtivas industriais.

Resultados de 2025

Na edição de 2025, a Mercopar reuniu 528 expositores, sendo 60 startups, representantes de 12 estados brasileiros e da China. O evento recebeu mais de 44 mil visitantes.

A edição de 2026 manterá a participação de empresas e startups de diferentes segmentos, além da presença de compradores e instituições relacionadas à pesquisa e à inovação.

Serviço

  • O quê: Mercopar 2026
  • Quando: 20 a 23 de outubro
  • Onde: Caxias do Sul
  • Quanto: entrada gratuita para visitantes
  • Inscrições: pelo site da Mercopar
  • Realização: Sebrae RS e Sistema Fiergs
Foto: Zé Carlos de Andrade/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2026 0 Comentários 259 Visualizações
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