Mais vistas
Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em...
Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas
Feevale conecta educação e mercado no primeiro dia da Gramado...
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Envelhecimento saudável é tema de encontro da Rede Bem Cuidar...
Projeto Entre Elas estreia na feira Feito em Gramado
Maior da história: Colibri Matrero é hexacampeão do Freio de...
Tricofest é aberta em Nova Petrópolis com mais de 14...
O futuro na vitrine: 8º Simpósio Estadual do Varejo acontece...
Esteio inicia emissão de carteirinhas para pessoas com fibromialgia
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

carne bovina

Variedades

Carne bovina entra em ciclo de valorização no país com 35% da produção para exportações

Por Jonathan da Silva 24/04/2026
Por Jonathan da Silva

O mercado da carne bovina no Brasil vive um ciclo de valorização impulsionado pela demanda interna e internacional. A avaliação foi apresentada pelo setor nesta quinta-feira (23), durante fórum realizado na Nacional Hereford e Braford, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Especialistas apontam que o movimento ocorre com cerca de 35% da produção nacional voltada à exportação e com oferta global mais restrita, o que sustenta a alta dos preços ao longo da cadeia produtiva.

De acordo com o analista da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, os preços da arroba do boi gordo vêm registrando alta consistente desde 2024, puxados principalmente pelo consumo. “Não é a oferta que está puxando esse movimento, mas sim o crescimento da demanda, que sustenta toda a cadeia produtiva”, afirmou Fabbri. Segundo o especialista, a valorização impacta diretamente todos os elos do setor, refletindo tanto na rentabilidade do produtor quanto nos preços ao consumidor final.

No cenário externo, países como China, Estados Unidos e México ampliaram a demanda pela carne brasileira, enquanto novos mercados seguem em processo de abertura. Ao mesmo tempo, concorrentes relevantes enfrentam queda na produção. Fabbri destacou que os Estados Unidos registram o menor nível de rebanho em décadas, o que os posiciona como importadores. “O mundo quer carne, e o Brasil tem capacidade para atender essa demanda, inclusive em mercados mais exigentes”, comentou o analista.

Mercado interno e externo

Atualmente, cerca de 35% da produção nacional é destinada à exportação, enquanto o mercado interno segue como principal destino. Segundo Fabbri, fatores econômicos como a redução do desemprego e o aumento da renda média contribuem para sustentar o consumo. “Com mais renda, o consumidor passa a buscar produtos de maior valor agregado”, explicou o especialista.

Valorização da carne de qualidade

O diretor do Programa Carne Certificada Hereford, Eduardo Eichenberg, afirmou que a valorização já é percebida também em carnes com diferenciação de qualidade. “A perspectiva é positiva, com valorização contínua, ainda que em ritmo moderado”, afirmou Eichenberg.

Segundo o dirigente, remates recentes ligados à entidade registraram valorização média próxima de 20% em relação ao ano anterior. Ele atribui o resultado à mudança no comportamento do consumidor. “Há uma busca crescente por produtos com padrão superior, o que favorece sistemas de certificação”, ressaltou Eduardo Eichenberg.

Entre os fatores considerados pelos consumidores estão rastreabilidade, sanidade, bem-estar animal e sustentabilidade. “O consumidor está mais exigente. A escolha não passa mais apenas pelo preço, mas pela confiança no produto e na cadeia de produção”, concluiu Eichenberg.

Debate no fórum

Além de Felipe Fabbri e Eduardo Eichenberg, o fórum contou com a participação da consultora Ana Doralina Menezes, do presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Eduardo Soares, do gerente executivo da associação, Felipe Azambuja, do representante do Frigorífico Silva, Mateus Silva, da presidente do Instituto Desenvolve Pecuária, Antonia Scalzilli, e do representante do Grupo Mandabrasa, proprietário do 20 Barra 9, Pedro César Bergamaschi.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/04/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Business

Governo brasileiro promove encontro com stakeholders em Pequim

Por Marina Klein Telles 27/03/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira dos Exportadores de Carne (ABIEC) em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada do Brasil em Pequim, promoveram o seminário China Brazil Animal Protein, na capital chinesa em 24 de março.

Abordando pontos e demandas sob o ponto de vista brasileiro e chinês, o evento contou com apresentação do presidente da ABPA, Ricardo Santin, juntamente com o presidente da ABIEC, Antônio Camardelli. O evento também contou com apresentações do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, da diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana, e do diretor do Departamento de Saúde Animal, Eduardo de Azevedo Pedrosa Cunha.

Na ocasião, as cadeias produtivas da avicultura, da suinocultura e da bovinocultura reforçaram o compromisso com a qualidade, a biosseguridade e a sustentabilidade da produção, no apoio à segurança alimentar da população chinesa.

O seminário ainda teve apresentações de líderes dos órgãos chineses de importação e inspeção de alimentos: Maddam Yu Lu, vice-presidente da Câmara de Comércio da China para Importação e Exportação de Alimentos, Produtos Nativos e Subprodutos Animais (CFNA China), Ma Chuang, vice-presidente do World Poultry Science Association (Asia Alliance); Chen Wei, vice-presidente e secretário-geral da China Meat Association (CMA China); e Wang Xin, Presidente da China Entry-Exit Inspection and Quarantine Association (CIQA China).

“Os líderes dos órgãos chineses são uma amostra da alta qualidade dos stakeholders presentes no seminário, que abordou perspectivas brasileiras e chinesas para a segurança alimentar e o reforço dessas parcerias. É mais um resultado positivo da missão preparatória liderada pelo ministro Fávaro, que já alcançou grandes resultados com a reabertura de mercado para o setor de bovinos e a reabilitação de uma planta de carne de frango brasileira, até então suspensa”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango e de carne suína. Apenas em 2022, o país importou volumes superiores a 1 milhão de toneladas das duas proteínas, gerando receitas superiores a US$ 2,5 bilhões de dólares para o Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2023 0 Comentários 670 Visualizações
Business

ABPA projeta desempenho da produção, consumo e exportações para 2022-2023

Por Amanda Krohn 30/07/2022
Por Amanda Krohn

A avicultura e a suinocultura do Brasil deverão registrar novos avanços neste ano. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) que apresentou, em coletiva de imprensa, as projeções do setor para produção, exportações e consumo de carnes de frango e suína do Brasil para 2022 e 2023. Segundo as perspectivas da ABPA, a produção brasileira de carne de frango poderá crescer até 1% este ano na comparação com 2021, alcançando até 14,5 milhões de toneladas em 2022. A alta deve seguir em 2023, quando é projetada alta de até 5% na produção, podendo chegar a 15 milhões de toneladas.

A disponibilidade de produtos no mercado interno também deverá apresentar níveis positivos, com elevação de até 0,5% em 2022, alcançando 9,78 milhões de toneladas, com aumento da disponibilidade interna esperada para 2023 de 9,8 milhões de toneladas.  “Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Já as exportações do setor, conforme a ABPA, deverão alcançar neste ano até 4,9 milhões de toneladas, número 6% maior que o registrado no ano anterior. Em 2023, a expectativa é de vendas também 6% superiores, alcançando até 5,2 milhões de toneladas.

“Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas – presidente da ABPA, Ricardo Santin.

“A questão sanitária internacional ainda deve pressionar o comércio global de carne de frango. Novos focos de influenza aviária foram identificados entre os grandes produtores, sustentando a demanda de grandes exportadores livres da enfermidade, como é o caso do Brasil. Adicionalmente, a sentida redução da participação da Ucrânia no comércio internacional, a retirada das tarifas de importação do México até o próximo ano, a forte demanda filipina e a redução temporária das tarifas sul-coreanas de importação também impactarão no saldo das exportações”, completa Santin.

 

Já em carne suína, as projeções da ABPA indicam crescimento de até 5% na produção em 2022, podendo alcançar 4,95 milhões de toneladas. Em 2023, a produção deverá chegar a até 5,1 milhões de toneladas, com elevação de 3%. A disponibilidade de produtos para o mercado interno neste ano deverá ser até 9% superior, com 3,9 milhões de toneladas. Para 2023, a expectativa é de nova elevação, chegando a 3,95 milhões de toneladas, 2% maior.

“A carne suína está mais competitiva que as demais proteínas, o que tem gerado um considerável impulso no consumo interno, que deverá pela primeira vez atingir os 18 quilos per capita. Neste contexto, a diversificação e customização de produtos pelas agroindústrias vem gerando oportunidades interessantes e possibilitando ao consumidor descobrir a qualidade e a variedade proporcionada pela carne suína, que combina com praticamente tudo. Pelo lado da produção, tivemos um primeiro semestre bastante complicado, mas tudo indica que a segunda parte do ano seja melhor, tanto no mercado interno quanto externo”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Por fim, as exportações projetadas para o ano deverão alcançar até 1,1 milhão de toneladas, número 3% menor que o registrado em 2022 mas, mesmo assim, o segundo melhor resultado da história da suinocultura brasileira. Em 2023, entretanto, é esperada nova elevação, de até 9%, com volumes que podem alcançar 1,2 milhão de toneladas.

“Há expectativa de incremento nas importações chinesas de carne suína ao longo do segundo semestre, o que deverá favorecer as exportações do setor, conforme já temos observado. Soma-se a isso a abertura do mercado do Canadá, as reduções tarifárias da Coreia do Sul e Vietnã, além da ampliação das vendas para novos mercados, como a Tailândia. Muito possivelmente a média mensal de exportações ficará próxima das 100 mil toneladas a partir de agora”, completa Rua.

Estudo de competitividade setorial

Durante a coletiva, a ABPA apresentou pontos de um amplo estudo que detalha gargalos e fatores positivos da capacidade competitiva da avicultura e da suinocultura do Brasil. Um dos pontos abordados no trabalho foi o aumento dos insumos que compõem a produção. O polietileno utilizado na fabricação de embalagens acumulou alta de 61% entre 2018 e 2021, segundo o levantamento. A energia elétrica aumentou, no mesmo período, 32% — mantendo o Brasil entre os países com custos energéticos menos competitivos, em comparação com outros grandes exportadores mundiais de proteínas.

Os custos também se tornaram mais elevados na logística de exportação. A média do frete internacional por contêiner saltou de US$ 3,89 mil dólares em 2018, para mais de US$ 7 mil em 2021, alta de quase 100%. “O estudo nos mostrou que, além de repensarmos questões fundamentais para o país, como a carga tributária que recai sobre os insumos, é preciso fortalecer as políticas de oferta destes elementos fundamentais para produção. Ao mesmo tempo, é fundamental aprofundar a posição do país como grande exportador, por meio da ampliação de acordos comerciais que nos tornem mais competitivos em mercados onde a taxação nos acomete de forma mais severa, em relação aos nossos competidores”, conclui Ricardo Santin.

O trabalho será apresentado durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no país, que será realizado de 9 a 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).

SIAVS

Realizado pela ABPA, o principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivo e legislativo nacional e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Em 2019, o evento recebeu mais de 20 mil visitantes de 50 países, com mais de 170 expositores. Nas dezenas de salas do congresso ocorreram apresentações de mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países para 2,4 mil congressistas.  O credenciamento de imprensa para o SIAVS 2022 pode ser feito antecipadamente pelo site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2022 0 Comentários 680 Visualizações
Business

Cadeia produtiva da carne bovina discute situação em meio à pandemia da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 15/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A produção, o abastecimento e o consumo de carne bovina em função da pandemia do coronavírus foram discutidos pelos integrantes da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Carne Bovina em videoconferência com o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, na segunda-feira, 13.

O presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Ronei Lauxen, relatou que há diminuição no volume de venda de carne com a queda no consumo, o que acaba reduzindo também a atividade nos frigoríficos. Segundo o dirigente, não há risco de desabastecimento para a população.

Algumas demandas encaminhadas pelo setor foram a abertura de uma linha de crédito para os pecuaristas, a possibilidade de prorrogação do ICMS para a indústria e o pedido de retirada da restrição feita para exportação de gado para China, cuja idade limite é 30 meses.

Covatti Filho garantiu o encaminhamento das solicitações apresentadas e disse que a prorrogação dos prazos das inspeções de adequação e alterações das plantas frigoríficas deve ser solicitada para a Secretaria da Agricultura. A linha de crédito especial para os pecuaristas deve ser negociada com o Banrisul e também sugerida para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para que seja incluída no novo Plano Safra. Será solicitada à ministra Tereza Cristina a retirada da restrição de exportação para China para animais com mais de 30 meses.

O secretário deve ainda solicitar audiência com secretário da Fazenda, Marco Aurélio Cardoso, para discutir a prorrogação do ICMS. Uma reunião deve ser agendada dentro de duas semanas entre entidades de produtores e o Sicadergs, a fim de discutir propostas de medidas para relações comerciais no mercado interno.

Participaram da videoconferência representantes das seguintes entidades: Federação da Agricultura do Estado do RS (Farsul), Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), Câmara Setorial Carne Bovina e Devon, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetag), Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs), Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul), Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do RS (Sicadergs), Emater, Secretaria da Fazenda (Sefaz) e Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2020 0 Comentários 618 Visualizações

Edição 305 | Abr 2026

Entrevista | Sergio Luis Patzlaff aborda o impacto da gestão incremental para gerar resultados

Especial | ACI promove exposição fotográfica histórica em comemoração aos 99 anos de NH

Business | Reunindo política e negócios, Romeu Zema visita Calçados Beira Rio S.A.

Moda | Tricofest chega a sua 5ª edição com as principais tendência outono/inverno

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em investimentos

  • 2

    Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas

  • 3

    Feevale conecta educação e mercado no primeiro dia da Gramado Summit

  • 4

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 5

    Envelhecimento saudável é tema de encontro da Rede Bem Cuidar em Gramado

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO