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calçados

Business

Grendene aumenta portfólio de calçados produzidos com menor impacto ambiental

Por Marcel Vogt 18/07/2023
Por Marcel Vogt

Em 2022, a Grendene aumentou o seu portfólio de calçados produzidos com impacto reduzido ao meio ambiente, aqueles que possuem menor pegada ambiental se comparados às suas versões tradicionais, ao todo já são 56 modelos lançados desde 2019. No período, os produtos que utilizam materiais de origem renovável em sua produção (com, no mínimo, 25% da composição) faturaram mais de R$ 66 milhões. Só no ano passado, foram vendidos mais de 800 mil pares, com faturamento de aproximadamente R$ 50 milhões.

Também fazem parte da jornada de sustentabilidade da empresa as operações ecoeficientes. No último ano, houve redução de 6% no consumo de energia e 20% na emissão de gases de efeito estufa, o que significou uma diminuição de mais de 11.600 toneladas. Para atingir esses números, a Grendene conta com 3.500 painéis fotovoltaicos na unidade de Sobral com capacidade de geração de 1,14 megawatts-pico (MWp). Ainda com o objetivo de garantir a ecoeficiência de suas operações, a companhia atua com fornecedor de logística que utiliza veículos elétricos. No ano passado, foram percorridos cerca de 4.000 km entre Farroupilha e Porto Alegre.

E a preocupação com a economia de água não fica para trás. Considerando que a maior parte das operações industriais da Grendene estão localizadas no semiárido brasileiro, metade das fábricas estão em área de risco de estresse hídrico, Crato e Fortaleza, a companhia busca constantemente alternativas para o reuso de água em todo processo produtivo. No último ano, foram reaproveitados mais de 127 milhões de litros de efluentes tratados, cerca de 86% de todo o recurso hídrico utilizado nas unidades da empresa.

Sobre a Grendene

Fundada em 1971, a Grendene é a maior exportadora de calçados do Brasil e uma das maiores produtoras mundiais. Detentora das marcas Melissa, Grendha, Zaxy, Rider, Cartago, Ipanema, Pega Forte e Grendene Kids possui tecnologia proprietária e exclusiva na produção de calçados para os públicos feminino, masculino e infantil.

Com quatro unidades industriais, distribuídas por Ceará, e Rio Grande do Sul, tem capacidade instalada para produzir 250 milhões de pares/ano. Por meio de representantes comerciais, distribuidores, exportações diretas e da subsidiária Grendene USA, Inc. (EUA), seus produtos alcançam 65 mil pontos de venda no Brasil e 45 mil fora do país. A Companhia conta ainda com showroom Melissa em Milão, duas “Galeria Melissa” (São Paulo e Nova York).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2023 0 Comentários 697 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam US$ 626,5 milhões no semestre

Por Marcel Vogt 11/07/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no primeiro semestre do ano, foram embarcados 64,74 milhões de pares, que geraram US$ 626,5 milhões, quedas de 13,6% e 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Segregando o mês de junho, as exportações de calçados somaram 7,4 milhões de pares e US$ 88,12 milhões, quedas de 30,3% e 22%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2022.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, demonstra preocupação com a queda dos embarques, mesmo que estes estejam acima dos índices registrados na pré-pandemia, em 2019. “Naquele semestre, estávamos com números 13% inferiores em volume e 30% inferiores em receita na relação com os registros de 2023. O fato é que a pandemia desregulou o mercado e agora estamos passando por um ajuste. O ano passado foi extraordinário em todos os seus números, sendo natural que haja uma queda em função daquela base de comparação elevada. Mas a queda está sendo mais acelerada do que imaginávamos”, comenta. Por outro lado, o executivo destaca que não é somente a base de comparação a “culpada” pelos índices negativos. “Existe um desaquecimento da economia internacional, principalmente dos Estados Unidos, o nosso principal destino de calçados. Evidentemente, existe um impacto no setor”, acrescenta.

No primeiro semestre, o principal destino dos calçados brasileiros no exterior foi a Argentina. No período, foram embarcados para lá 7,84 milhões de pares por US$ 128 milhões, queda de 4,3% em volume e alta de 41% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Com a economia fragilizada e altos estoques, os Estados Unidos vêm comprando menos calçados brasileiros em 2023. No primeiro semestre, os embarques para lá somaram 5,32 milhões de pares e US$ 111,77 milhões, quedas de 38,5% e 55,5%, respectivamente, ante mesmo ínterim de 2022.

O terceiro destino internacional do primeiro semestre foi a França, que importou 1,78 milhão de pares verde-amarelos por US$ 30,7 milhões, quedas de 61,2% e 16,6% ante o mesmo período do ano passado.

Nordeste aliviou a queda

Os dados divulgados pela Abicalçados indicam que os estados do Ceará e da Bahia aliviaram a queda das exportações de calçados. Principal exportador de calçados em volume, o Ceará embarcou, no semestre, 20 milhões de pares por US$ 148,43 milhões, queda de 11% em volume e incremento de 4% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado. O quarto maior exportador do semestre foi a Bahia, que embarcou 2,25 milhões de pares por US$ 45 milhões, queda de 0,8% em volume e alta de 36,8% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O Rio Grande do Sul segue sendo o estado que mais arrecada divisas com as exportações de calçados. No primeiro semestre, partiram das fábricas gaúchas 18,12 milhões de pares por US$ 273,56 milhões, quedas de 16,4% e 8,6%, respectivamente, ante período correspondente do ano passado.

O terceiro estado exportador de calçados do Brasil no semestre foi São Paulo. No período, as indústrias paulistas embarcaram 4,33 milhões de pares por US$ 59,9 milhões, quedas de 11,5% e 7,8%, respectivamente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2023 0 Comentários 392 Visualizações
Business

Jantar histórico em Franca reúne mais de 60 indústrias do setor calçadista

Por Marcel Vogt 28/06/2023
Por Marcel Vogt

O maior polo de calçados masculinos do país teve uma comemoração especial nesta noite de terça-feira (27), com um jantar exclusivo, oferecido pela direção da Merkator Feiras e Eventos, empresa promotora das duas maiores feiras de calçados do Brasil, o SICC  (Salão Internacional do Couro e do Calçado) e da Zero Grau (Feira de Calçados e Acessórios). O evento, considerado histórico nesta região, teve a participação de mais de 60 indústrias que conheceram os novos projetos da promotora e as novidades para a próxima edição da Zero Grau, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de novembro, no Centro de Eventos do Serra Park, em Gramado (RS).

O foco do evento foi o de estreitar os laços profissionais e de amizade que une a Merkator ao cluster de calçados há mais de duas décadas com participação maciça das principais marcas masculinas do Brasil nas feiras anuais da promotora. “Sempre tivemos uma acolhida especial das indústrias daqui de Franca e como estamos com muitos projetos para o setor é um prazer trazer novidades para esses clientes tão participativos”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos.

Já Roberta Pletsch, diretora de Relacionamento da promotora destaca que este encontro foi uma maneira da Merkator retribuir a participação da indústria local na última edição do SICC, quando foi comemorada a trigésima edição da feira. “O segmento masculino é muito requisitado pelos lojistas nacionais e mesmo pelos compradores internacionais que prestigiam os nossos eventos. E a indústria de Franca é fundamental para atender esta demanda nas rodadas de negociações”, salienta Roberta.

A Nice Barcelos, diretora comercial da Merkator, conseguiu encaminhar um projeto específico para as micro e pequenas empresas de Franca com à participação delas na próxima Zero Grau. “As indústrias de micro e pequeno porte daqui de Franca sempre tiveram muito sucesso em nossas feiras. Assistimos muitas delas crescerem e se tornarem marcas referenciais ao longo destes anos. Por isto, estamos empenhados que continuem tendo representatividade com estandes coletivos nos nossos eventos”, acrescenta Barcelos. Segundo ela, os grupos dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraíba, e das cidades de Três Coroas (RS) e Juazeiro do Norte (CE) entre outros têm destaque nas feiras por trazer produtos diferenciados que encantam lojistas e importadores. “Eles sempre são as novas opções de fornecedores para os nossos convidados e também conseguem mostrar exclusividade em design e, muitas vezes, em construções de modelos. Para nós, as presenças destas empresas são importantes pela diversidade que trazem ao nosso mix de expositores”, finaliza a diretora comercial.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/06/2023 0 Comentários 453 Visualizações
Business

Crespi recebe certificação de sustentabilidade

Por Marcel Vogt 22/06/2023
Por Marcel Vogt

A Crespi do Brasil, indústria de laminados sintéticos de Novo Hamburgo/RS, recebeu, ontem, quarta-feira (21), a certificação do Origem Sustentável no nível Ouro. Com mais de 60% dos indicadores do programa atingidos, a empresa vem se destacando na busca de uma produção cada vez mais sustentável e alinhada aos conceitos de ESG (Environmental, Social and Governance).

Na oportunidade, a superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly, ressaltou que o momento é importante não somente para a empresa, mas para a cadeia produtiva do calçado no Brasil. “O Origem Sustentável é a única certificação de ESG para o setor no mundo e termos mais uma empresa certificada é sempre um momento de alegria e um indicativo de que estamos no caminho certo, rumo a uma indústria cada vez mais sustentável e alinhada às tendências de consumo”, disse.

O diretor da empresa, Paulo Roberto dos Reis Filho, destacou que a Crespi do Brasil pensa na sustentabilidade muito além da sua estrutura física e do pilar ambiental. “Queremos contribuir com a nossa comunidade local por meio de ações que favoreçam a educação, a saúde, o esporte, que valorizem a cultura e gerem empregos, sempre com o objetivo de promover a inclusão social, econômica e política”, comentou.

Direcionamento

Chamou a atenção dos auditores do Origem Sustentável, para a certificação da Crespi do Brasil, o fato de a empresa, a partir de 2020, ter mudado o direcionamento do seu centro de pesquisa e desenvolvimento, o Studio Crespi Design, que passou a produzir coleções orientadas para a inserção de produtos eco-responsáveis e novas possibilidades de acabamentos. Neste contexto, a empresa criou a base Ecofit, que tem 30% de sua composição feita de fibra de viscose, fibra artificial de fonte renovável produzida a partir de cavacos de madeira de árvores que possuem pouca resina ou a partir da semente do algodão e substitui a fios de origem petrolífera.

A partir da orientação, a empresa, em 2022, migrou completamente para o Ambiente de Contratação Livre, passando a utilizar energias totalmente renováveis em seu processo produtivo. “Por termos migrado nossa operação para uma energia renovável, deixamos de emitir o equivalente a 27,6 mil toneladas de CO2, o que contribuiu significativamente para reduzir nossa pegada de carbono”, conta Filho. Outro ponto de destaque colocado pelo diretor é a substituição do óleo combustível pelo gás natural e a troca das lâmpadas fluorescentes por lâmpadas de LED em 90% das suas dependências.  Segundo ele, com essas ações, a empresa conseguiu uma redução de 15% do seu consumo de energia elétrica e 20% no consumo de gás natural e à lenha.

O ano passado também marcou a divulgação do primeiro inventário de emissões de gás carbônico da empresa. O documento indicou que a produção emite, anualmente, 787,5g de CO2 por metro linear. “Nossa meta é chegar a menos de 690g por metro produzido até final de 2028”, projetou Filho.

Social

Na dimensão social, a Crespi do Brasil passou a realizar treinamentos com todos os seus 72 colaboradores, buscando sensibilizá-los sobre as questões de sustentabilidade e a postura da empresa diante dos novos desafios. “Os treinamentos são realizados tanto de forma on-line quanto presencial e contam com a participação de acionistas, colaboradores, fornecedores, clientes e consumidores. Além disso, enviamos nossa Política de Sustentabilidade para toda a equipe por meio de e-mail corporativo para que todos pudessem ter acesso”, informou Filho, destacando a criação de uma cultura de sustentabilidade na empresa e na comunidade.

Empresa

Com mais de 70 funcionários, a Crespi do Brasil é uma das líderes brasileiras no fornecimento de laminados sintéticos em poliuretano para as indústrias de calçados e artefatos. O objetivo de participar do Origem Sustentável é, além de ajudar na preservação ambiental e dos direitos humanos, fortalecer a imagem da marca junto aos seus clientes, fornecedores, colaboradores e sociedade em geral.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2023 0 Comentários 641 Visualizações
Moda e beleza

Mary Jane apresenta tênis sustentáveis no SPFW

Por Marina Klein Telles 26/05/2023
Por Marina Klein Telles

A partir de uma parceria inédita, a Mary Jane, marca gaúcha de calçados femininos, marcou presença no primeiro dia de desfiles do SPFW N55 (São Paulo Fashion Week), que ocorreu nesta quinta-feira (25), no Iguatemi São Paulo. No lançamento da coleção Verão 24 da marca TA Studios, intitulada “Empinando Pipas e Sonhos”, a Mary Jane apresentou três lançamentos de tênis sustentáveis que vão ao encontro dos propósitos da marca carioca. A campanha “Empinando Pipas e Sonhos” da TA Studios trouxe à passarela temas como saúde mental, artes plásticas como ferramenta terapêutica e referência as décadas de 80 e 90 em peças agêneras.

Os três modelos de calçados foram produzidos exclusivamente para atender a marca parceira, sendo produzidos com materiais sustentáveis. “Aceitamos o desafio da TA Studios em adaptar dois dos nossos modelos ícones – o Venice e o Insta -, que têm um estilo streetwear; e apresentar um lançamento de forma sustentável – o Orion, com um estilo mais jogging”, explica Joana Dalla Roza, designer de produto da Mary Jane. Os tênis têm versões exclusivas para passarela e foram desenvolvidos com os mesmos tecidos da nova coleção da marca parceira. Um dos destaques é o modelo Venice, que foi remodelado para diminuir o consumo de materiais. “Essa collab já está influenciando diretamente no novo posicionamento da Mary Jane e, por isso, esse modelo passará a ser comercializado nesta nova versão sustentável pela marca”, revelou Joana.

Ao falar sobre a parceria, a designer de produto ressaltou que a collab vai ao encontro do novo momento da marca. “Está sendo incrível essa parceria e a participação no SPFW, pois a Mary Jane está justamente passando por uma nova fase, buscando trabalhar com materiais mais sustentáveis e se preocupando mais com essa questão social da sustentabilidade. É uma virada de chave para a marca”, explicou.

Sobre a coleção “Empinando Pipas e Sonhos” da TA Studios

a coleção de Verão 24 traz para as passarelas uma alfaiataria leve e descontraída, desenvolvida com tecidos sustentáveis e eco-friendly, que remete a memórias de infância de sua estilista Gih Caldas, no interior do Rio de Janeiro. A inspiração surgiu em meio aos quadros de Cândido Portinari, artista de referência da estilista, que a faziam lembrar do seu dia a dia como criança, quando soltava pipa e andava descalça em sua cidade natal. Além do desfile no SPFW, a marca também terá um showroom exclusivo em formato “see now buy now”, ou seja, as peças desfiladas na passarela estarão disponíveis para compra por clientes finais e no atacado para multimarcas, nos dias 26 e 27 de maio, na Rua Coronel Joaquim Ferreira Lobo, 398, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo.

Sobre a Mary Jane

reconhecida como a primeira marca feminina com o DNA no skate, a Mary Jane começou como uma linha de tênis em 1999, e virou marca própria no ano 2000. Através de uma ampla linha de produtos, o posicionamento é voltado para o mercado de streetwear. Além de desenvolver tênis para meninas que praticam ou simpatizam com skate, a marca também produz calçados casuais que se adaptam a todos os estilos. Atualmente, a Mary Jane pertence a Calçados Wirth, indústria que iniciou em 1948 e está situada no Vale do Sinos, um dos principais polos calçadistas brasileiros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2023 0 Comentários 885 Visualizações
Moda e beleza

Inspiramais destaca o trabalho manual na moda

Por Marcel Vogt 25/05/2023
Por Marcel Vogt

A próxima edição do Inspiramias, salão que vai para a sua 28ª edição lançando materiais inovadores para a indústria de calçados, confecções, móveis e bijuterias, trará para o centro do debate a relevância cada vez maior para da originalidade na moda. O evento, que acontece nos dias 11 e 12 de julho, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre/RS, terá como tema a pesquisa “Homo Faber”, destacando a organicidade e a manualidade dos materiais e insumos para a indústria em contraste com a produção padronizada.

O coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Walter Rodrigues, destaca que os produtos estão em fase de desenvolvimento nas empresas, que lançarão, no salão, mais de mil materiais com a temática Homo Faber. Inspirada na obra do sociólogo e historiador norte-americano Richard Sennett, que no livro O Artífice faz uma investigação histórica do trabalho manual de artífices de diferentes ordens em busca de compreender os processos criativos envolvidos numa relação de mão dupla entre ideia e matéria, destacando a relevância cada vez maior da originalidade.

Neste contexto, o primeiro subtema da pesquisa é o “Pragmatismo”, com produtos que revelam a essência, dos materiais indicando um ponto focal no minimalismo onde a matéria transcende a modelagem. “Geometria”, é uma palavra-chave que inspira estampas e desenvolvimentos de modelagens que lembram formas geométricas indicando raciocino e lógica, em busca de um produto atemporal.

Manualidade

O segundo subtema é a “Manualidade”, principal atributo das próximas coleções. Aqui, Rodrigues faz questão de destacar um designer que tem chamado a atenção na moda nacional, João Maraschin, que foi finalista do prêmio da LVMH e que estará no salão. “Processos sustentáveis são a base da sua marca, não somente do ponto de vista ambiental, mas também social e cultural.  Trata-se de uma marca que funciona como uma plataforma para causar impacto positivo e um cenário mais inclusivo, diverso e justo na moda”, avalia Rodrigues. A influência da manualidade aparece fortemente como uma antítese a implementação da inteligência artificial nos processos da indústria da moda. “No INSPIRAMAIS teremos a manualidade representada por Maraschin, um jovem talento brasileiro que já chama a atenção no mercado internacional”, conta o estilista.

Na cartela de cores, a pesquisa Homo Faber destaca a Emperador, Cabana Blue, Tuscany, Cayenne, Nocturne, Jade Green, Turbulence, Burnit Sienna, Baroque Rose e Antler.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2023 1 Comentário 502 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam mais de US$ 440 milhões

Por Marina Klein Telles 10/05/2023
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no quadrimestre, foram embarcados 48,74 milhões de pares ao exterior, que geraram US$ 440,2 milhões, queda de 9,3% em volume e alta de 1,3% em receita na comparação com o mesmo período do ano passado. Segregando as exportações de abril, foram exportados 10,3 milhões de pares por US$ 111,76 milhões, quedas tanto em volume (-20,7%) quanto em receita (-2%) em relação ao mês correspondente de 2022.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que a queda das importações norte-americanas, no geral, vem impactando a indústria calçadista nacional, que tem os Estados Unidos como principal destino dos seus embarques. “Existe um desaquecimento da economia norte-americana. No primeiro trimestre, as importações estadunidenses de calçados, em geral, caíram 26%. O varejo local vendeu menos do que o previsto e está reajustando seus estoques”, comenta o dirigente.

Ferreira comentou ainda que a Argentina ultrapassou os Estados Unidos como principal destino em 2023. Além deste problema, Ferreira lista a inflação internacional e o desaquecimento de algumas das principais economias da Europa como empecilhos para o melhor desempenho dos embarques de calçados.

América Latina

Por outro lado, o executivo da Abicalçados avalia positivamente o desempenho das exportações de calçados para países da América Latina. No quadrimestre, as exportações para esses destinos alcançaram US$ 206 milhões, 21,4% mais do que no mesmo período do ano passado. “Existe uma pulverização maior das exportações de calçados, o que é positivo. O calçado brasileiro vem incrementando a sua presença em mercados importantes”, comenta Ferreira, destacando o incremento dos embarques para países como Peru, Equador, Paraguai e Bolívia.

Importações em alta

As importações de calçados seguem em alta no Brasil. No quadrimestre, entraram no País 12,5 milhões de pares por US$ 145,56 milhões, incrementos tanto em pares (+3,4%) quanto em receita (+20%) em relação ao mesmo período do ano passado.

As principais origens das importações seguem sendo os países asiáticos: Vietnã, com 3,16 milhões de pares e US$ 71,76 milhões, altas de 19,4% e 31%, respectivamente, ante mesmo período de 2022; Indonésia, com 1,16 milhão de pares e US$ 23,64 milhões, altas de 12,2% e 10,2%; e China, com 6,9 milhões de pares e US$ 20,12 milhões, quedas de 0,3% e 8,3%.

Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, solas, saltos etc – as importações do quadrimestre somaram US$ 8,83 milhões, 8,8% mais do que no mesmo intervalo de 2022. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2023 0 Comentários 490 Visualizações
Variedades

Inscrições abertas para participação na Seincc

Por Marcel Vogt 04/05/2023
Por Marcel Vogt

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) está com inscrições abertas para empresas de componentes e químicos para couro e calçados interessadas em expor na 22ª edição da Semana da Indústria Calçadista Catarinense (Seincc), que acontece nos dias 19 e 20 de setembro, em São João Batista/SC. A mostra, promovida pelo Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista (Sincasjb), reúne fabricantes da indústria de materiais e de máquinas de todo o Brasil, principalmente da região Sul. O público é outro atrativo da mostra, que recebe compradores de alguns dos principais polos calçadistas brasileiros, principalmente do crescente mercado catarinense.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, destaca que o polo de São João Batista concentra uma grande gama de marcas renomadas no mercado calçadista nacional, sendo que muitos negócios acabam sendo realizados durante o evento. “A Abicalçados projeta um crescimento entre 1% e 1,7% na produção de calçados, o que, necessariamente, irá demandar a compra de insumos. Insumos, que quando são inovadores e sustentáveis saem em vantagem”, ressalta.

As empresas associadas à Assintecal têm desconto para exposição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2023 0 Comentários 510 Visualizações
Business

Exportações de componentes e químicos para calçados crescem em 20%

Por Marcel Vogt 27/04/2023
Por Marcel Vogt

As exportações de componentes e produtos químicos para couros e calçados, tabuladas pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), somaram US$ 37,85 milhões em março, 20% mais do que em fevereiro. Já no acumulado do primeiro trimestre, a soma alcançou US$ 96,9 milhões, 4% menos do que no mesmo intervalo de 2022.

No início do ano já tivemos duas feiras, a IFLS + EICI, na Colômbia, e a APLF, nos Emirados Árabes Unidos, e em ambas tivemos ótimos resultados.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, avalia que o resultado aponta para um ajuste previsto e que as exportações do setor, embaladas especialmente pela América Latina, devem crescer na faixa de 5% em 2023. “Existe uma recuperação, apesar de algumas dificuldades no mercado internacional, principalmente em função da retomada da China após um período de restrições provocadas pela política de Covid Zero. No início do ano já tivemos duas feiras, a IFLS + EICI, na Colômbia, e a APLF, nos Emirados Árabes Unidos, e em ambas tivemos ótimos resultados”, comenta o gestor, ressaltando que a participação em eventos internacionais, especialmente após a retomada das feiras presenciais, será fundamental para alicerçar o crescimento dos embarques ao longo do ano.

No primeiro trimestre, o principal destino das exportações de componentes e químicos para couro e calçados foi a China. Para lá, foram embarcados o equivalente a US$ 16,84 milhões, 38% menos do que no mesmo ínterim de 2022. O segundo destino do período foi a Argentina, para onde foram exportados o equivalente a US$ 10,17 milhões, 101% menos do que no mesmo período do ano passado. “A China é um país autossuficiente quando falamos de abastecimento para produção de calçados, por isso é uma queda natural neste momento de retomada forte da produção local. Já, na Argentina, soma-se a uma demanda desaquecida à medida do Banco Central da República Argentina (BCRA) que alterou as condições de acesso ao Mercado Único de Câmbio para pagamento de importações, o que vem atrasando os pagamentos das suas importações em 180 dias. “Muitos exportadores brasileiros estão exportando menos para lá ou até mesmo desistindo do mercado em função dessa dificuldade, que atinge, principalmente, as empresas de menor porte”, avalia Ribas Júnior.

O principal exportador de componentes e químicos para couro e calçados do Brasil é o Rio Grande do Sul. No primeiro trimestre, as fábricas gaúchas embarcaram o equivalente a US$ 56,5 milhões, 2% mais do que no mesmo período do ano passado. O segundo maior exportador do setor no País foi São Paulo, de onde partiram o equivalente a US$ 12,25 milhões, 19% mais do que no mesmo intervalo de 2022.

Materiais

Conforme a Assintecal, os principais produtos exportados pelo setor seguem sendo os “Químicos para couro”, que têm como seu maior mercado consumidor a China. No primeiro trimestre, as exportações do material geraram US$ 59,7 milhões, 17% mais do que no mesmo período de 2022.

O segundo produto mais exportado pelo setor no trimestre foi “Cabedal”, que somou US$ 16 milhões, queda de 61% na relação com o mesmo ínterim de 2022.

Na sequência apareceram os Químicos para Calçados – Adesivos, com US$ 12,5 milhões, incremento de 13% ante o ano passado; Laminados Sintéticos, com US$ 3,47 milhões e alta de 10% ante 2022; Solados, com US$ 1,5 milhão, queda de 301% ante 2022; e Palmilhas, com US$ 546,24 mil, queda de 78% ante 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

27/04/2023 0 Comentários 468 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam US$ 328,44 milhões no trimestre

Por Marcel Vogt 12/04/2023
Por Marcel Vogt

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o mês de março já reflete o cenário de desaceleração econômica internacional, associado a elevadas taxas de inflação, o que compromete o crescimento de setores produtores de bens de consumo não essenciais. “Ao mesmo tempo, notamos um acirramento da concorrência internacional, na medida em que a China retoma seu posicionamento após as restrições da política de Covid Zero, além da queda do custo do frete internacional, hoje quase 80% abaixo do mesmo mês do ano anterior”, avalia o executivo, ressaltando que as dificuldades com a elevação do frete fizeram, no ano passado, com que países geograficamente próximos ao Brasil buscassem o abastecimento aqui, em detrimento da Ásia.

Desaquecimento nos EUA
Outro fato destacado pelo dirigente é a queda das exportações para os Estados Unidos, principal destino do calçado brasileiro no exterior. “Como resultado da desaceleração internacional e do crescimento do nível de estoques no mercado, as importações totais de calçados dos Estados Unidos já sofreram redução de 21,5% (em volume), o que tem impacto direto nos embarques brasileiros”, acrescenta Ferreira.

No trimestre, o principal destino das exportações de calçados brasileiros foram os Estados Unidos. No período, os norte-americanos importaram 2,9 milhões de pares verde-amarelos, que geraram US$ 56,87 milhões, quedas tanto em volume (-51,5%) quanto em receita (-35,9%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo destino dos primeiros três meses foi a Argentina, que recebeu 3,23 milhões de pares por US$ 55,32 milhões, altas tanto em volume (+1,4%) quanto em receita (+52,8%) em relação ao mesmo período de 2022.

Com crescimento expressivo e ultrapassando a França na terceira posição, a Espanha figurou no ranking dos principais destinos do calçado brasileiro. No primeiro trimestre, foram embarcados para lá 5,75 milhões de pares, que geraram US$ 17,8 milhões, altas de 265,6% e 272,2%, respectivamente, ante o mesmo intervalo do ano passado.

O principal exportador brasileiro de calçados segue sendo o Rio Grande do Sul. No primeiro trimestre, as fábricas gaúchas exportaram 9,58 milhões de pares por US$ 139,94 milhões, quedas tanto em volume (-11,2%) quanto em receita (-4%) em relação ao mesmo intervalo de 2022.

O segundo exportador do trimestre foi o Ceará, de onde partiram 13,18 milhões de pares por US$ 83,54 milhões, queda de 6% em volume e incremento de 6% em receita na relação com o mesmo ínterim do ano passado.

Encerrando o ranking, apareceu São Paulo. No primeiro trimestre, partiram das fábricas paulistas 2 milhões de pares, que geraram US$ 30,53 milhões, queda de 6,8% em volume e incremento de 3% em receita na relação com o mesmo período de 2022.

Importações seguem em alta
As importações de calçados, diferentemente das exportações, seguem em tendência de alta. No primeiro trimestre, entraram no Brasil 9,9 milhões de pares por US$ 111,96 milhões, altas tanto em volume (+11,4%) quanto em receita (+27,4%) em relação ao mesmo período de 2022. As principais origens seguem sendo os países asiáticos. O primeiro deles é a China, que exportou para o Brasil, nos três meses, 5,64 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 16,22 milhões, alta de 12,3% em volume e queda de 2% em receita na relação com 2022.

Na segunda posição apareceram os calçados importados do Vietnã. Nos três meses, entraram no Brasil 2,4 milhões de pares vietnamitas por US$ 55,58 milhões, altas tanto em volume (+21,8%) quanto em receita (+43,6%) em relação ao mesmo período do ano passado.

Fechando o ranking das importações apareceram os calçados da Indonésia. Nos três meses, o Brasil importou 846,27 mil pares de calçados daquele país, despendendo um total de US$ 17,3 milhões, altas de 13,3% e de 11,3%, respectivamente, no comparativo com o mesmo intervalo de 2022.

Alerta
Ferreira alerta que as importações de calçados chineses estão 51% superiores às importações do país asiático na média dos últimos sete anos. “Além disso, no trimestre, continua sendo o maior volume de importação originária da China desde 2010, com o menor preço médio, no período, de toda a série histórica (desde 1997).

Foto:Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2023 0 Comentários 473 Visualizações
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