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calçado

Business

Câmara Setorial do Calçado tem sua primeira reunião

Por Gabrielle Pacheco 08/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

Um encontro virtual nesta quinta-feira (8) reuniu entidades dos setores calçadista, coureiro, máquinas e de componentes para calçados em prol da Câmara Setorial do Calçado. Proposta pelo presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista, deputado estadual Issur Koch, a reunião marcou o início das discussões para manutenção dos incentivos fiscais ao cluster calçadista junto ao governo do Estado.

“Esta reunião é resultado da preocupação de diferentes lideranças com o prazo de duração dos benefícios fiscais para a cadeia produtiva, tendo em vista que a Secretaria Estadual da Fazenda estipulou o final de junho para os incentivos fiscais”, explicou Issur.

O presidente-executivo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), José Fernando Bello, elogiou a iniciativa e disse que a entidade apoia o esforço conjunto para melhorar a competitividade da indústria. “Contem com o CICB nesta pauta e em todas as reivindicações destinadas a fortalecer o setor”, resumiu.

Haroldo Ferreira, da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), destacou a importância de Issur Koch ter assumido esta semana a Presidência da Comissão do Mercosul e Assuntos Internacionais da Assembleia Legislativa. “Vamos precisar muito do seu apoio em temas de interesse do setor calçadista no Mercosul, como a revisão da Tarifa Externa Comum que está atualmente em discussão. Não podemos deixar que mexam na tarifa de importação sob pena de prejudicarmos a geração de empregos”, alertou.

Gerson Luis Berwanger, presidente da Assintecal, defendeu uma atuação em bloco pelo setor. “Fico feliz de estarmos reunidos por uma causa conjunta. Atualmente, quase 70% do calçado é de tecido. Para continuarmos crescendo, precisamos pensar em todos os atores envolvidos”.

Marco Kirsch, da ACI, reafirmou o apoio da entidade ao cluster. “Somos parceiros desta iniciativa por entendermos sua importância para a atividade econômica do Vale e do Rio Grande do Sul”, enfatizou.

Ao final do encontro ficou definida a criação de um grupo de trabalho para apresentar às entidades uma minuta da pauta a ser levada à Secretaria da Fazenda. “Com o apoio técnico que temos nas entidades, poderemos definir questões práticas a serem levadas ao Estado com vistas à competitividade”, destacaram os presidentes do Sindicato da Indústria de Calçados do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs) e da AICSul, Renato Klein e Moacir Berger, respectivamente.

Benefícios

Atualmente, o setor contra com três benefícios fiscais, mas apenas um tem sido acessado pelas empresas. “O crédito presumido para saídas interestaduais, de 8,5% de crédito sobre ICMS devido na operação interestadual, está sendo utilizado. Os demais, em virtude das exigências determinadas no acordo anterior, tornam-se impraticáveis”, disse Cauê Cardoso Soares, advogado da área tributária da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2021 0 Comentários 538 Visualizações
Business

Setor calçadista gerou mais de 18 mil postos no bimestre

Por Caren Souza 31/03/2021
Por Caren Souza

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no primeiro bimestre de 2021, as fábricas calçadistas geraram 18,6 mil postos de trabalho. Com o resultado, a atividade encerrou os dois primeiros meses do ano empregando 265,9 mil pessoas, 6,4% menos do que no mesmo período de 2020.

Muito provavelmente trata-se de um reflexo da reposição dos estoques no varejo.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, somente em fevereiro, foram gerados 8 mil empregos com carteira assinada no setor. “É um dado importante, que sinaliza a recuperação experimentada nos últimos meses do ano passado. Muito provavelmente trata-se de um reflexo da reposição dos estoques no varejo”, explica o dirigente.

Por outro lado, o executivo é mais comedido quanto à continuidade dos bons números a partir de março. “A partir de março já devemos começar a sentir, nos registros, os problemas gerados pelo segundo surto de Covid-19 e o consequente abre e fecha do varejo físico, que responde por mais de 85% das vendas totais da indústria calçadista brasileira”, projeta.

RS é o maior empregador

O Rio Grande do Sul segue sendo o principal empregador do setor calçadista no Brasil, respondendo por 30,8% do total de postos gerados na atividade. No bimestre, a indústria calçadista gaúcha gerou 6,26 mil postos de trabalho, fechando em 81,9 mil postos diretos gerados, 11,4% menos do que no mesmo período de 2020.

O segundo empregador do setor no Brasil é o Ceará. No bimestre, as indústrias calçadistas cearenses geraram 1,1 mil postos, somando 59,9 mil empregados na atividade, 5,1% mais do que no mesmo período de 2020.

O terceiro empregador do início foi a Bahia, que ultrapassou São Paulo no ranking de geração de postos na atividade. No bimestre, as indústrias baianas geraram 3,28 mil postos, encerrando os dois meses empregando 30,38 mil pessoas na atividade, 2,2% mais do que no mesmo período do ano passado.

São Paulo, que tem sido um dos estados mais afetados pela pandemia do novo coronavírus e o abre e fecha do varejo físico, terminou o bimestre com saldo positivo de 4,1 mil postos gerados, encerrando o período com um total de 29,63 mil empregos na atividade, 16,3% menos do que no mesmo ínterim de 2020.

No próximo dia 15 de abril, a Abicalçados promoverá o tradicional evento Análise de Cenários, no qual serão divulgadas as projeções do setor calçadista para 2021.

Fonte: Assessoria
31/03/2021 0 Comentários 578 Visualizações
Produção
Business

Feira italiana contará com 16 marcas brasileiras

Por Gabrielle Pacheco 22/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

Maior feira de calçados do planeta, a italiana Micam Milano realizará sua 91ª edição no formato digital entre os dias 8 de março e 8 de maio. O evento, que ainda está em fase de inscrições, já tem 16 marcas brasileiras confirmadas com apoio do Brazilian Footwear. Trata-se de um programa de fomento às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A organização busca potencializar a mostra digital, com mais marcas e mais compradores.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que a mostra foi postergada – a data inicial era de fevereiro a abril – em função do cancelamento da feira presencial, ocasionada pelo avanço do novo coronavírus na Europa. “A organização busca potencializar a mostra digital, com mais marcas e mais compradores”, conta.

Na mostra digital, realizada no final do ano passado, as 14 marcas nacionais apoiadas pelo Brazilian Footwear geraram US$ 350 mil entre negócios efetivados e alinhavados durante o evento, um retorno sobre investimentos de mais de 2.700%. “A expectativa para a 91ª edição da Micam Milano digital é positiva, visto que todos os esforços estão, agora, voltados para o evento on-line”, avalia Paola.

NuOrder

A Micam Milano ocorre em parceria com a NuOrder, plataforma de gestão de pedidos que conta com mais de 500 mil compradores ativos cadastrados. “É um diferencial importante e que tem grande impacto nos negócios, tanto os efetivados durante a feira quanto os alinhavados por meio da qualificação dos contatos gerados”, conclui a analista da Abicalçados.

Foto: Divulgação
22/02/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Movimento
Business

Movimento resgata a importância do calçado brasileiro

Por Gabrielle Pacheco 15/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O setor calçadista promoveu, no final de agosto, o movimento Um Sapato pelo Brasil. No período, 150 marcas brasileiras de calçados realizaram ações sincronizadas nas redes sociais, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância do setor para o País. Afinal, são mais de 270 mil empregos e 900 milhões de pares produzidos anualmente.

“A campanha foi um sucesso, pois uniu concorrentes em prol de uma mesma causa.”

De acordo com relatório da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), estima-se que foram mais de 4 milhões de impressões nas redes sociais das marcas participantes, 325 mil curtidas e 11 mil comentários entre os dias 24 e 27 de agosto. “A campanha foi um sucesso, pois uniu concorrentes em prol de uma mesma causa. Desse modo, geramos um alcance de mais de 3,5 milhões de usuários na redes sociais”, avalia Alice Rodrigues, coordenadora de Promoção de Imagem da entidade. Segundo ela, os feedbacks foram muito positivos. “Acredito que plantamos uma semente importante nesse momento histórico: a união”, afirma.

“É fundamental que esse movimento tenha continuidade, pela força social e econômica do setor.”

Uma das marcas participantes foi a Bischoff Group, produtora de calçados das marcas Jorge Bischoff e Loucos & Santos. A diretora de Branding & Negócios, Natália Bischoff, aponta que a iniciativa foi de grande significado para a valorização do sapato brasileiro, “Foi só o primeiro passo. De fato, é fundamental que esse movimento tenha continuidade, pela força social e econômica do setor”, destaca. Segundo ela, cada vez mais é importante a criação de ações conjuntas que fortaleçam a marca “sapato do Brasil”, reconhecido mundialmente por qualidade, conforto e design.

Consumidores aprovam movimento

Rafael Martinez, empresário residente em São Paulo, reconhece que sempre foi muito exigente na compra de sapatos. “A campanha me alertou para o potencial da indústria brasileira, não só pela qualidade, mas também pela função social que ela exerce, gerando emprego e renda, favorecendo a economia do nosso País”, contou.

A servidora pública Nathalia Paola Oliveira, de Porto Alegre, comenta que o calçado brasileiro não deve em nada em termos de qualidade para calçados importados. Para ela, o consumidor local deveria ter mais consciência do fato, especialmente por meio de campanhas como a Um Sapato pelo Brasil. “Todos os meus calçados são daqui. Sabemos, por exemplo, que muitos estrangeiros são apaixonados por algumas marcas nacionais, sendo que não são devidamente valorizadas no país de origem. Precisamos mudar esse quadro”, concluiu. 

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/09/2020 0 Comentários 584 Visualizações
Business

Tecnologia antiviral para a fabricação de calçados já é realidade no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a evolução do contágio pelo novo coronavírus no país, os brasileiros adquiriram um novo hábito: retirar o calçado ao entrar em casa. Isso se deve ao receio de que o solado possa estar contaminado com o vírus, sendo veículo para contaminação dentro de casa. Mas, e se a sola do seu sapato pudesse garantir ação antiviral permanente? É o que propõe a nova tecnologia da FCC, indústria gaúcha conhecida por utilizar a ciência dos materiais para atender diversos mercados. O lançamento FCC ANTIViral consiste em uma linha de elastômeros termoplásticos com propriedades virucidas.

O termoplástico com ação antiviral tem atributos que fazem com que o DNA/RNA viral reduza sua capacidade infecciosa, e consegue inativar vírus envelopados, como os vírus influenza, herpesvírus, coronavírus, entre outros. “Ele previne de maneira permanente, mesmo depois de inúmeras lavagens, a contaminação cruzada entre o termoplástico e o usuário, evitando assim que o solado seja um veículo de transmissão do vírus”, explica Júlio Schmitt, diretor de inovação da FCC. A eficácia virucida do composto foi testada em laboratório externo, com base na norma ISO 21702 (Measurement of antiviral activity on plastics and other non-porous surfaces).

A ideia do desenvolvimento surgiu a partir da observação dos novos comportamentos e hábitos relacionados à higiene, decorrentes da pandemia. “Vimos que surgiram novas necessidades por parte dos consumidores e imaginamos que no mercado de calçados não seria diferente. Por isso, nos antecipamos e desenvolvemos uma nova tecnologia que está totalmente conectada a essas necessidades”, afirma Schmitt. A linha de termoplásticos FCC ANTIViral leva ao mercado brasileiro a primeira solução antiviral para a produção de solas de calçados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 668 Visualizações
Business

Feiras norte-americanas devem gerar US$ 4,5 milhões a marcas nacionais

Por Gabrielle Pacheco 19/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

As 30 marcas calçadistas brasileiras que participaram do inédito Circuito de Promoção Comercial nos Estados Unidos, com participações nas feiras FN Platform (Las Vegas), Playtime (Nova Iorque), Sole Commerce/Footwear @Coterie/Children’s Club (Nova Iorque) e Atlanta Shoe Market (Atlanta), devem somar mais US$ 4,5 milhões às exportações brasileiras de calçados, conforme relatório gerado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

A ação foi realizada com o subsídio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela entidade calçadista em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), entre os dias 5 e 17 de fevereiro.

A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que a estratégia de apoiar a participação em mais de uma plataforma comercial foi acertada, pois proporcionou o atendimento de um leque maior de nichos do mercado norte-americano.

“Quanto mais conseguirmos dividir esse mercado por nicho de atuação, maior a chance de sucesso na estratégia comercial.”

“O mercado dos Estados Unidos, além de gigante em termos financeiros – no ano passado importou o equivalente a US$ 26 bilhões em calçados -, é complexo, com a concorrência de grandes marcas internacionais. Portanto, quanto mais conseguirmos dividir esse mercado por nicho de atuação, maior a chance de sucesso na estratégia comercial”, explica Letícia.

O circuito começou na FN Platform, feira calçadista que atende diversos segmentos de produtos, desde os mais comerciais até os de maior valor agregado. A mostra, que aconteceu em Las Vegas entre os dias 5 e 7 de fevereiro, deve gerar mais de US$ 3 milhões para as 23 marcas brasileiras participantes, somando negócios in loco e alinhavados no evento.

A segunda parada do Circuito foi na Playtime, em Nova Iorque. Focada no mercado infantil, a mostra aconteceu entre 9 a 11 de fevereiro e teve a parceria do Texbrasil, programa de internacionalização da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção (Abit) e da Apex-Brasil. Pelo Brazilian Footwear participaram as marcas Tip Toey Joey, Petit Cheriè e Mon Sucrê. A participação, conforme relatório da Abicalçados, gerou mais de US$ 200 mil, entre negócios in loco e alinhavados no evento.

Seguindo viagem, a próxima parada foi na Sole Commerce, que aconteceu concomitantemente a Children’s Club e Footwear @Coterie, entre os dias 11 e 13 de fevereiro. Nas feiras, ocorridas em Nova Iorque, com foco em calçados femininos de maior valor agregado e em infantis, a participação das marcas Ferri, Guilhermina, Vicenza, Carrano, Paula Torres e Klin gerou US$ 336 mil, entre negócios in loco e iniciados no evento.

Encerrando o circuito de feiras nos Estados Unidos, a participação das marcas Rider, Cartago, Ipanema, Zaxy, Usaflex, Petite Jolie, NMD Brazil, Piccadilly, Offline, Cocco Miami, Klin, World Colors, Shoetherapy, Bottero, Verofatto, Anatomic & Co, So.Sí e Anatomic Gel na Atlanta Shoe Market gerou US$ 1,7 milhão entre negócios efetivados e alinhavados no evento, entre 15 e 17 de fevereiro, em Atlanta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/02/2020 0 Comentários 641 Visualizações
Exportações
Business

Setor calçadista avalia 2019 e faz projeções para o próximo ano

Por Gabrielle Pacheco 17/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Após um período difícil, o setor calçadista começou sua recuperação em 2019. Apesar de graduais, os efeitos já puderam ser sentidos, com a produção crescendo 2,1% entre janeiro e outubro, em relação ao mesmo período do ano passado. A performance, conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foi puxada pelas exportações, que registraram incremento de 3,8% no entre janeiro e novembro deste ano, no comparativo com intervalo correspondente de 2018.

“O resultado teve influência direta da guerra comercial instalada contra a China.”

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o mercado doméstico, que representa mais de 85% das vendas do setor calçadista, andou de lado em 2019. Até outubro, segundo o IBGE, as vendas do varejo ficaram estáveis, mas apontando para uma leve recuperação no mês 10, de 2,5% em relação ao seu correspondente de 2018.

Já as exportações, que alcançaram 104 milhões de pares até novembro, foram impulsionadas pelos Estados Unidos, principal destino do calçado brasileiro no exterior. No período, os norte-americanos importaram 10,8 milhões de pares, 26,5% mais do que em 2018. “O resultado teve influência direta da guerra comercial instalada contra a China, que fez com que os importadores locais passassem a importar de países alternativos ao asiático em função das sobretaxas aplicadas”, explica Ferreira.

Por outro lado, o dirigente ressalta que o resultado dos embarques totais poderia ter sido ainda melhor, não fosse a crise da Argentina, segundo mercado internacional para o calçado brasileiro. “Não fosse a queda das exportações para a Argentina, de quase 20% até novembro (9 milhões de pares), teríamos logrado um resultado muito melhor, de incremento de quase 6% no geral”, comenta, destacando a grave crise pela qual passa o país, com queda generalizada no consumo de calçados.

Projeções

As mudanças na macroeconomia e na dinâmica do mercado doméstico fizeram com que a Abicalçados revisasse as projeções de crescimento de 2019, que ficarão entre 2% e 2,5% na produção de calçados – era de mais de 3% no início do ano.

“No mercado interno, já notamos uma retomada na confiança do consumidor.”

Para 2020, a projeção do setor é otimista, embora com o “pé na realidade do mercado”. “Não será um grande crescimento. Diferentemente de 2019, esse crescimento deve vir do mercado doméstico e não das exportações”, projeta, ressaltando os problemas na Argentina, que devem dificultar ainda mais as exportações para aquele país. “No mercado interno, já notamos uma retomada na confiança do consumidor, o que deve refletir positivamente no aumento da demanda”, acrescenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/12/2019 0 Comentários 481 Visualizações
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Abicalçados recebe influenciadoras norte-americanas

Por Gabrielle Pacheco 26/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Entre os dias 2 e 6 de dezembro, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promove, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a 7ª edição da sua ação com influenciadores digitais. O Digital Influencer Project – DIP traz para o Brasil personalidades dos países que são mercados-alvo do Brazilian Footwear para conhecer a moda, o lifestyle e a cultura verde-amarela.

Em uma viagem marcada por experiências, os convidados participam de ensaios fotográficos com calçados brasileiros para serem publicados em seus perfis nas redes sociais. Além de impactar seus milhares de seguidores, esse conteúdo tem alto potencial de influência nos países-alvo, gerando visibilidade internacional às marcas calçadistas participantes.

Nesta edição, as convidadas são as influenciadoras de moda norte-americanas Natalie Suarez (@natalieoffduty) e Dylana Suarez (@dylanasuarez), que somam mais de 850 mil seguidores em seus perfis no Instagram. Elas, que são irmãs, viajarão juntas ao litoral alagoano, onde acontece a ação. A analista de Promoção de Imagem da Abicalçados, Luana Chinazzo, destaca que com duas convidadas é possível otimizar a ação e gerar mais resultados às empresas participantes.

“Trazer duas influenciadoras proporcionará um maior engajamento, aumentando a quantidade de postagens orgânicas”, explica Luana.

A iniciativa terá a participação das marcas Vicenza, Petite Jolie, Insecta (foto), Cecconello e Melissa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2019 0 Comentários 497 Visualizações
Business

Cadeia coureiro-calçadista discute sustentabilidade

Por Gabrielle Pacheco 14/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Vista como vilã ambiental por parte dos consumidores anos atrás, especialmente no que diz respeito à produção de couros, a cadeia produtiva do setor está atualmente em outro patamar no quesito sustentabilidade, não somente com relação às questões ambientais, mas também nas sociais e econômicas. Porém, existe ainda um longo caminho a ser percorrido. Neste contexto, o dia de ontem (13) foi histórico.

Entidades ligadas à cadeia, lideradas pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), promoveram o evento “Sustentabilidade: é hora de avançar”, que reuniu um público de mais de 400 pessoas no Centro Cultural de Campo Bom/RS.

O encontro iniciou com a apresentação de Alexandre Birman, CEO da Arezzo&CO, uma das maiores empresas de calçados do Brasil. O grupo está em fase de adesão à certificação Origem Sustentável e foi um dos pioneiros na adoção da sustentabilidade em sua estratégia de negócios. Birman reconheceu os avanços já conquistados na área, porém lançou um desafio arrojado, para que a cadeia coureiro-calçadista se torne a primeira certificada como sustentável, de ponta a ponta, no mundo.

“É o nosso sonho e é por isso que a Arezzo luta há mais de 15 anos”, disse.

Com mais de 13 milhões de pares de calçados e 1,5 milhão de bolsas comercializados no ano passado, o grupo trabalha a cultura de sustentabilidade junto ao seu quadro de mais de 1,6 mil colaboradores. Além de envolver seu público interno, a empresa incentiva o engajamento de seu quadro de fornecedores, tendo lançado recentemente o Código de Conduta Socioambiental para esse público. O grupo tem como meta, até 2021, ter todos os fornecedores certificados pelos programas Origem Sustentável (cadeia de calçados e componentes) e CSCB (couros).

Convidada pela Arezzo&CO para trazer um olhar da sustentabilidade na moda, a jornalista especializada em Moda, Lilian Pacce, ressaltou a importância assumida pela sustentabilidade no setor, especialmente em resposta a uma demanda crescente do consumidor, principalmente da geração Z – pessoas nascidas em meados de 1990 até início de 2010. “Esse público está mais informado e mais preocupado com a sustentabilidade”, destacou.

Segundo Lilian, parte da cadeia já entendeu a importância do conceito, como as 32 marcas internacionais que assinaram o Fashion Pact, uma carta com objetivos comuns, como a eliminação de gases de efeito estufa até 2050, a restauração da biodiversidade, a proteção dos oceanos, entre outros. A carta foi apresentada na última reunião do G7, na França, e contou com o apoio de líderes políticos. Entre as signatárias, aparecem marcas como Adidas, Burberry, Chanel, Gap, H&M, Inditex e Kering.

“Ao invés da posse, as pessoas têm procurado mais o acesso, por meio de aluguel de roupas.”

“O fato é que o mercado está mudando, a forma de consumo não será mais a mesma. Ao invés da posse, as pessoas têm procurado mais o acesso, por meio de aluguel de roupas. Inclusive, o brechó tomou status de startup. As empresas precisam estar preparadas para isso”, disse, ressaltando que a sustentabilidade “não é uma onda, é um tsunami”. No Brasil, a jornalista citou como cases de sucesso a parceria com a marca francesa Veja, que deu origem à Vert, que produz calçados com látex da Amazônia e criou o primeiro tênis de corrida sustentável; e o da Osklen, que trabalha com couro de pirarucu e possui trabalho importante junto a comunidades ribeirinhas para capacitação e geração de renda.

Foto: Diego Rosinha/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/11/2019 0 Comentários 541 Visualizações
Business

Setor coureiro-calçadista ganha Frente Parlamentar

Por Gabrielle Pacheco 12/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Criada por iniciativa do deputado federal Lucas Redecker, a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista foi instalada na manhã desta segunda-feira (11), em solenidade na Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, com a presença de empresários e entidades de classe do setor.

Redecker, que também preside a frente, explicou que o objetivo de lançar a frente em Novo Hamburgo é ganhar tempo, evitar custos e reunir o máximo possível de players do setor. Segundo ele, a intenção é dar agilidade ao trabalho da frente e já começar a fazer imediatamente os encaminhamentos das demandas em Brasília. O parlamentar enfatizou que a frente foi criada para atender as exigências do segmento.

“Estamos abertos para receber as demandas, pois o que nós queremos é manter a geração de emprego e renda e a garantia de que a economia do RS, apesar das dificuldades que passa, tenha condições de crescer. Precisamos diminuir as amarras, como a redução da burocracia, e a segurança jurídica é outra pauta que nós temos que debater, assim como os licenciamentos ambientais e os prazos e, é claro, a equiparação das alíquotas de ICMS com SC, pauta que já está andando, entre outras”, afirmou.

“Estamos abertos para receber as demandas, pois o que nós queremos é manter a geração de emprego e renda e a garantia de que a economia do RS, apesar das dificuldades que passa, tenha condições de crescer.”

O objetivo, explicou o deputado, é fazer com que a pauta de reivindicações seja reverberada dentro da Câmara, a partir da mobilização que será feita pela Frente Parlamentar, e que reuniões periódicas sejam realizadas com o setor conforme as necessidades e para avaliar o andamento dos trabalhos. O parlamentar ainda cogitou a possibilidade de realizar uma reunião na região de Franca, em São Paulo, outro grande polo produtor de calçados no país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/11/2019 0 Comentários 920 Visualizações
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