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calçado

Business

Abicalçados abre inscrições para participação em feira nos Estados Unidos

Por Jonathan da Silva 02/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está com inscrições abertas para empresas interessadas em participar da feira Atlanta Shoe Market, nos Estados Unidos. As inscrições são disponibilizadas através do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e limitadas, com duração até 11 de abril. A mostra acontece entre 10 e 12 de agosto.

As inscrições, já com subsídio da ApexBrasil, partem de US$ 500 para associados do Brazilian Footwear. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Carla Giordani, destaca que a Atlanta Shoe Market, feira regional em franco crescimento no mercado calçadista norte-americano, tem foco em clientes do sudeste dos Estados Unidos e na conexão com distribuidores locais. “A feira, mais do que negócios, gera conexões fundamentais para empresas que buscam posicionamento de marca e distribuição no mercado estadunidense”, conta.

Segundo Carla, os Estados Unidos são o principal mercado consumidor de calçados do planeta, mas ainda muito dependente dos produtos asiáticos. “No entanto, aquele mercado vem buscando, cada vez mais, diferenciais de sustentabilidade que não são cumpridos pelos calçadistas asiáticos, abrindo uma porta importante para o calçado brasileiro”, acrescenta a analista.

Magic e Project

Nos próximos dias, a Abicalçados abrirá inscrições para empresas interessadas em participar das feiras Magic Las Vegas/Project (19 a 21 de agosto) e Magic Nova Iorque (22 a 24 de setembro), também nos Estados Unidos. As primeiras acontecem simultaneamente durante a Magic Week.

A Magic Las Vegas é um evento que reúne calçados, vestuário e acessórios, facilitando a logística dos compradores entre um evento e outro, tendo foco em volume e produtos comerciais, enquanto a Project tem foco em produtos com maior valor agregado. A Magic Nova Iorque, por sua vez, ocorre próxima à Semana de Moda de Nova Iorque, visando atender principalmente butiques e redes de lojas da Costa Leste dos Estados Unidos.

Mercado

Principal destino do calçado brasileiro no primeiro bimestre de 2024, os Estados Unidos importaram 1,9 milhão de pares verde-amarelos por US$ 38,9 milhões, quedas de 10,4% e 3,7%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2024 0 Comentários 454 Visualizações
Business

Assintecal irá à China em busca de negócios e insights de mercado

Por Jonathan da Silva 18/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) promoverá, em setembro, a participação de empresas na maior feira da indústria de base no mundo, a All China Leather (ACLE), realizada em Xangai, na China e uma missão em importantes polos produtivos chineses. O objetivo das ações é gerar negócios e colher insights do mercado.

A China é a maior produtora de calçados do mundo, com mais de 11 bilhões de pares produzidos por ano. O país asiático é considerado uma referência internacional em termos de avanços tecnológicos para aumento da produtividade do setor. As atividades da Assintecal na China ocorrem através do Brazilian Materials, programa de apoio às exportações de componentes e químicos promovido pela Associação em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Com mais de mil expositores e cerca de 30 mil visitantes de 29 países, a ACLE acontece entre os dias 3 e 5 de setembro. Já a missão ao mercado chinês está prevista para a semana seguinte, de 9 a 13, e prevê visitas a centros tecnológicos, institutos, shoppings e empresas nos polos de Guagzhou, Shenzhen e Dongguan. “Trata-se de uma missão completa, que reunirá oportunidades de negócios com o maior mercado de calçados do mundo e muita informação de qualidade que, certamente, tornará a indústria nacional mais competitiva”, comenta o presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, ressaltando que as empresas brasileiras não podem seguir tratando a China como uma ameaça sem aprender com ela. “Não foi à toa que a China se tornou a segunda maior economia do mundo, crescendo muito mais do que a média mundial. É um país que soube modernizar seu parque produtivo com o apoio do Poder Público e muita disposição por parte de sua iniciativa privada”, completa o dirigente.

Tanto a feira ACLE quanto a Missão serão subsidiadas pelo programa Brazilian Materials. As inscrições são limitadas e acontecem até o dia 22 de abril, partindo de US$ 2.880 para a feira e US$ 800 para a Missão. Mais informações e inscrições pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 405 Visualizações
Business

Exportações de calçados começam ano em queda no Brasil

Por Jonathan da Silva 13/03/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações de calçados do Brasil sofreram quedas de 31,3% em volume e 22,8% em receita no primeiro bimestre comparado ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Se considerado apenas o mês de fevereiro, as quedas foram de 33,4% em volume e 22,5% em receita em relação a 2023. As exportações somaram 18,38 milhões de pares e US$ 169,66 milhões nos dois primeiros meses de 2024.

O resultado é o pior do primeiro bimestre dentro da série histórica, que teve início em 1997. Os dados geram alerta para o setor calçadista brasileiro. “Existem instabilidades e processos inflacionários graves nos principais mercados do mundo. É claro que tem impacto. Mas penso que o impacto maior está sendo o retorno de uma China mais agressiva ao mercado, tirando espaços dos seus concorrentes internacionais, principalmente na América Latina”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que a América Latina absorve mais de 50% das exportações brasileiras de calçados.

Mais um país que teve influência nos resultados do primeiro bimestre de 2024 foi a Argentina, uma vez que os Estados Unidos, principal destino internacional do calçado brasileiro, vem apresentando quedas cada vez menos significativas. “A Argentina apresentou, no ano passado, dois semestres consecutivos de elevação na taxa de pobreza, alcançando mais de 40% da população. O impacto da crise argentina é sentida fortemente pelos calçadistas brasileiros”, avalia Ferreira.

Exportações do calçado brasileiro passam por momento de baixa

Destinos

O principal destino das exportações de calçados brasileiros neste primeiro bimestre foi os Estados Unidos, que recebeu 1,9 milhão de pares por US$ 38,9 milhões, o que representou quedas de 10,4% e 3,7%, respectivamente, comparado aos dois primeiros meses do ano anterior.

Em momento econômico conturbado, a Argentina ficou no segundo lugar entre os maiores destinos do calçado brasileiro nestes dois primeiros meses de 204. Para o país vizinho foram embarcados 1,18 milhão de pares por US$ 24,75 milhões, quedas de 29,9% em volume e 17,8% em receita em relação ao primeiro bimestre de 2023.

A Espanha ocupa o terceiro lugar do ranking de exportações. O país europeu recebeu 2,93 milhões de pares por US$ 8,88 milhões neste primeiro bimestre, quedas de 33,4% e 36,2%, respectivamente, no comparativo com a mesma época do ano passado.

Origens

O Rio Grande do Sul continua ocupando o posto de maior exportador brasileiro de calçado. No bimestre, 5,67 milhões de pares saíram das fábricas gaúchas por US$ 84,45 milhões, o que representa quedas de 2% em volume e de 3,8% em receita na comparação com os dois primeiros meses de 2023.

O segundo estado com mais exportações foi o Ceará, de onde partiram 6,73 milhões de pares por US$ 41 milhões, baixas de 36,3% e 36,7%, respectivamente, em relação ao primeiro bimestre do ano anterior.

Dentre os estados que mais exportam, a Bahia foi quem teve menor queda no desempenho. Entre janeiro e fevereiro, as fábricas baianas embarcaram 533,88 mil pares por US$ 12,95 milhões, queda de 16,3% em volume e estabilidade de receita em relação aos dois primeiros meses de 2023.

São Paulo perdeu a terceira posição do ranking para a Bahia e agora ocupa a quarta colocação. Neste primeiro bimestre, as fábricas paulistas exportaram 756,6 mil pares por US$ 12,7 milhões, quedas de 37,6% e 31,2%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Otimismo para o futuro

Haroldo Ferreira avalia que com a desaceleração da inflação mundial e a manutenção de taxas positivas de crescimento econômico em mercados como Estados Unidos e Europa, as exportações brasileiras devem apresentar melhor desempenho no segundo semestre do ano. Todavia, a estimativa é que 2024 tenha resultados inferiores a 2023.

Importações em alta

Na contramão das exportações, as importações continuam em crescimento. Durante fevereiro, entraram no Brasil 4,1 milhões de pares por US$ 53,48 milhões, o que representa queda de 5,9% em volume, mas incremento de 41,8% em receita, em comparação com o mesmo mês em 2023. No acumulado do bimestre, as importações somaram 6,9 milhões de pares e US$ 90,6 milhões, queda de 9% em volume e aumento de 4,4% em receita em relação ao mesmo período do ano passado.

Os países asiáticos seguem sendo as principais origens de importação, representando mais de 80% dos calçados que entram no Brasil. A principal origem foi o Vietnã, que exportou para o Brasil 1,2 milhão de pares por US$ 26,7 milhões em fevereiro, altas de 59% em volume e de 47% em receita na relação com o mesmo mês do ano passado. No compilado do bimestre, as importações de calçados vietnamitas atingiram 2 milhões de pares e US$ 43,87 milhões, elevação de 5% em pares e baixa de 0,9% em receita no comparativo com os dois primeiros meses de 2023.

A segunda maior origem das importações do começo de ano foi a Indonésia. Em fevereiro, as importações de calçados do país do sudeste asiático chegaram a 660 mil pares e US$ 11, 44 milhões, aumentos de 78,9% e 51,7%, respectivamente, ante o mesmo mês em 2023. Considerado o bimestre, as importações da Indonésia foram de 1 milhão de pares e US$ 17,17 milhões, crescimento de 34,3% e 10,2% ante o mesmo momento do ano passado.

A China completa o pódio do ranking, tendo embarcado para o Brasil neste mês de fevereiro 1,65 milhão de pares por US$ 5,27 milhões, baixa de 44,2% em volume e alta de 3,6% em receita na comparação com o mesmo mês do ano passado. No bimestre, as importações chinesas somaram 2,75 milhões de pares e US$ 9,58 milhões, baixas de 36,2% e 16,3%, respectivamente, sobre 2023.

Consideradas partes de calçados, como cabedais, saltos, solados, palmilhas, etc., as importações do bimestre somaram US$ 7,9 milhões, o que representa uma alta de 62% em relação ao mesmo período de 2023. Neste recorte, as principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Os resultados completos do levantamento da Abicalçados podem ser conferidos clicando aqui.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2024 0 Comentários 456 Visualizações
Business

Assintecal reconhece referências da cadeia de materiais para calçado

Por Jonathan da Silva 12/03/2024
Por Jonathan da Silva

A cerimônia de entrega da 24ª edição do Prêmio Primus aconteceu na noite desta segunda-feira (11), em Novo Hamburgo. A premiação da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) reconheceu 11 cases para referência ao desenvolvimento da indústria de base.

Durante a cerimônia, o presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, destacou a importância do engajamento cada vez maior por parte dos associados da entidade, o que não fortalece somente a premiação, mas a atividade. “O Prêmio Primus, há mais de 20 edições, tem a missão de gerar referências positivas para a nossa atividade. O engajamento dos associados é um indicador de que estamos cada vez mais fortes e prontos para vencer os desafios do setor no mercado nacional e internacional com a integração da cadeia”, declarou. Segundo o dirigente, as empresas reconhecidas são “gigantes” e fundamentais para o posicionamento do Brasil como referência na produção de materiais para calçados no mundo.

Berwanger ressaltou, ainda, o papel da Assintecal enquanto fomentadora da cultura criativa na cadeia de moda. “Aqui temos um reconhecimento de todo um trabalho realizado pela entidade em parceria com os seus associados, a nossa espinha dorsal”, pontuou. Aliado a isto, a Assintecal deu início, no evento, a uma pesquisa para entender como é possível continuar impulsionando o crescimento do setor da melhor forma possível.

O Prêmio Primus acontece há mais de duas décadas como uma iniciativa da Assintecal que tem grandes apoiadoras no mercado. Uma delas é a Braskem, empresa brasileira de atuação global nas indústrias da química e do plástico. O líder comercial de Solventes da empresa, Bruno Bellini, destaca que é uma honra manter a parceria com a premiação. “Para nós, é um prazer participar e patrocinar por mais um ano o Prêmio Primus, sendo este um evento que reconhece as iniciativas sustentáveis e inovadoras do setor calçadista e que impulsiona o desenvolvimento de toda a cadeia”, ressalta o gestor, acrescentando que a Assintecal tem um papel importante de integrar as principais empresas ligadas ao setor, não só no momento do Prêmio, mas de forma contínua, com diversos projetos, pesquisas e na troca de informações relevantes.

Patrocinadora master do Prêmio Primus, a Covestro ressalta a missão do reconhecimento para dar luz às diferentes tendências e avanços tecnológicos em todo o setor. “Para nós, da Covestro, estar presente na premiação reforça nosso compromisso com o desenvolvimento de soluções que atendem às demandas de nossos clientes alinhadas a produtos com alta tecnologia e sustentabilidade”, diz Helga Wysocki, Sales & Market Development LATAM do grupo.

Origem Sustentável

Além da premiação, durante o Prêmio Primus foram certificadas indústrias de componentes no âmbito do Origem Sustentável, único programa de certificação de ESG voltada para empresas da cadeia produtiva do calçado no mundo. No total, mais de 100 empresas, que representam quase 50% da produção nacional de calçados, já estão certificadas.

Na ocasião, a Fibertex foi recertificada e obteve um upgrade, passando do nível Prata (mais de 40% dos indicadores do programa atingidos) para Diamante (mais de 80% dos indicadores atingidos). Já a Bertex foi recertificada como Ouro. A empresa Perfil Injetados teve sua recertificação, no nível Prata, enquanto a BM Strass e a Elastosul Filmes receberam a certificação Prata pela primeira vez.

A 24ª edição do Prêmio Primus contou com patrocínios da Covestro e Braskem (masters), Biason Assessoria Ambiental, Eurolatina Turismo, Fenac/Fimec, Grupo Sinos, Faculdades IENH, Montebravo Corretora, Rech Sistemas de Gestão, Traduzca, Transduarte, Triart Estandes e Eventos e Voren.

Os vencedores

Design – MPE:
Fibrart (Reflexus futuros)

Invação Tecnológica Covestro:
Projeto no plano – MGE:
Ambiente Verde (Transformando resíduos em riqueza)

Invação Tecnológica Covestro:
Projeto em andamento – MPE:
Fibrart (Reflexus futuros)

Invação Tecnológica Covestro:
Projeto em andamento – MGE:
Killing (Resultados de desenvolvimento continuado de resinas para impressão 3D)

Invação Tecnológica Covestro:
Projeto em andamento – MGE:
Grupo Cofrag (Eco-byo recycle: tecido reciclado biodegradável)

Invação Tecnológica Covestro:
Inovação aberta – MGE:
Cipatex (Parcerias estratégicas no desenvolvimento de produtos sustentáveis)

Origem sustentável:
Subcategoria ambiental – MGE:
Cipatex (Engenharia reversa como estratégia para avançar na sustentabilidade)

Exportação:
Matrizaria Polako (Exportação triunfante: desbravando fronteiras e alimentando o crescimento global)

Origem sustentável:
Subcategoria social – MGE:
Boxprint (Primeiro projeto do Brasil de doação de excedentes de restaurantes)

Origem sustentável:
Subcategoria social – MPE
Primus Têxtil (Quilos de solidariedade)

Origem sustentável:
Subcategoria ambiental – MPE
RR Componentes (Gerenciamento inteligente de resíduos sólidos)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2024 0 Comentários 519 Visualizações
Moda e beleza

Na Fimec, Fábrica Conceito produzirá bolsas pela primeira vez

Por Jonathan da Silva 05/03/2024
Por Jonathan da Silva

Visitantes da Fimec 2024 poderão prestigiar logo na entrada da feira a 14ª edição da Fábrica Conceito, realizada pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos – IBTeC, em parceria com a Fenac e Coelho Assessoria Empresarial. A ação é idealizada com o objetivo de apresentar aos fabricantes de calçados que visitam a Fimec os lançamentos em máquinas, equipamentos, componentes, matérias-primas e sistemas de gestão que estão em destaque na feira. A feira será realizada nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, na próxima semana, 12 a 14 de março.

Na edição de 2024, o projeto traz uma inovação. Com quatro linhas de produção, será a primeira vez na história da ação que serão produzidas bolsas. Para fazer a primeira participação, o instituto convidou a Luz da Lua, conhecida grife de bolsas e calçados do país, que criou dois modelos especialmente para esta feira.

A Fábrica Conceito terá ainda dois outros nomes conhecidos da indústria brasileira: Calçados Ramarim, produzindo um modelo de sandália e um tênis casual da marca Comfortflex, e Calçados Bompel, que produzirá quatro modelos de calçados classificados como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), além da Escola do Calçado Senai, com dois modelos de tênis femininos.

Em um espaço de 1.300 metros quadrados, o projeto terá a participação de 70 empresas, incluindo fabricantes dos calçados e das bolsas, fabricantes de máquinas e equipamentos, fornecedores de componentes e materiais, além de sistemas de gestão de produção entre outros. O projeto terá ainda a participação de cerca de 100 pessoas na produção, entre alunos do Senai Calçado e operários das marcas participantes. A fábrica também contrata profissionais de mercado especialmente para a feira e, muitas vezes, esta participação se transforma em oportunidade para um novo emprego, sendo um dos vieses do projeto, uma atuação na área de responsabilidade social através da busca na promoção destes profissionais.

Máquinas, equipamentos, componentes, matérias-primas e sistemas de gestão estão em destaque na feira

Serão produzidos um total de 1.600 pares de calçados e 80 bolsas nos três dias de feira. Parte dos produtos produzidos será destinado a entidades que desenvolvem ações e projetos sociais da região.

A Fimec tem sido ao longo das mais de quatro décadas de existência, o palco de apresentação de inovações em matérias-primas, máquinas, equipamentos e soluções para a indústria coureiro-calçadista. É a partir da Fimec que os curtumes e as indústrias de calçados e artefatos introduzem inovações em suas linhas de produção.

A ação faz também visa realizar uma importante contribuição social. Historicamente, pessoas contratadas pelo projeto para atuar na Fábrica Conceito encontram nesta oportunidade o espaço para sua reinserção no mercado de trabalho. Ainda na área de responsabilidade social, a Fábrica tem parceria com prestadores de serviços que se encarregam da destinação de todos os resíduos produzidos nos quatro de dias de feira, para os mais diferentes tipos de reaproveitamento.

E ao final da feira, parte da produção da Fábrica é destinada a instituições que atendem pessoas em vulnerabilidade social.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2024 0 Comentários 550 Visualizações
Business

Construarte e Multifeira esperam receber 50 mil visitantes

Por Marina Klein Telles 04/05/2023
Por Marina Klein Telles

Dois grandes eventos remodelados e com a expectativa de reunir mais de 50 mil visitantes. Com esta proposta, a Associação de Entidades Empresariais de Santa Cruz do Sul (Assemp) e o Município de Santa Cruz do Sul lançaram na noite de terça-feira, 2 de maio, a 8ª Construarte e 9ª Multifeira, que vão ocorrer de 28 de junho a 2 de julho, no Parque da Oktoberfest. O coquetel de lançamento, no Pavilhão Central, contou com a apresentação das novidades, divulgação das empresas já confirmadas na exposição e presença de autoridades, patrocinadores, convidados e imprensa.

A 8ª Construarte, que neste ano terá como tema: O Conceito de Morar Bem inclui as áreas da construção, decoração e negócios imobiliários, com a participação de construtoras, incorporadoras, imobiliárias, metalúrgicas, engenheiros, arquitetos, lojas e entidades ligadas ao setor. Já a 9ª Multifeira será direcionada a moda, vestuário, calçados, utilidades domésticas, bem-estar e saúde, agroindústria familiar, feira de automóveis e brinquedos.

As exposições vão ocorrer em três pavilhões do parque, que conta com 80 mil metros quadrados de área. Além disso, a área externa terá uma programação voltada para gastronomia, música e lazer dos visitantes. “Esses são eventos que trazem a possibilidade de desenvolvimento de todo o nosso importante setor da construção civil e do varejo. Este ano, nossa proposta é garantir aos visitantes muitas novidades e tendências, buscando principalmente, proporcionar uma experiência diferenciada para todos e fomentar intensamente a realização de negócios”, destaca o engenheiro civil e coordenador dos eventos, Leo Azeredo.

As feiras, que passaram por uma reestruturação com relação aos ambientes, disposição pelo parque e incremento da participação de empresas locais, serão realizadas em parceria com a Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos (Seasc), Associação de Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac), Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) e Sociedade das Empresas Imobiliárias de Santa Cruz do Sul (Seisc).

De acordo com o vice-presidente de Eventos da Assemp, Roni Schuh, o objetivo para este ano é superar, em número de visitantes, o evento do ano passado, prejudicado pelo clima. “Com tempo bom e uma diversificada programação, esperamos chegar a 50 mil visitantes nos cinco dias de feira, unindo lazer e bons negócios”, enfatiza ele. Em 2022, a 7ª Construarte e a 8ª Multifeira tiveram um público visitante de 30 mil pessoas.

Foto: Rodrigo Assmann/divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2023 0 Comentários 666 Visualizações
Business

46ª Fimec conecta o setor coureiro-calçadista mundial

Por Marina Klein Telles 08/03/2023
Por Marina Klein Telles

A Fenac, em Novo Hamburgo, realizou a solenidade de abertura da 46ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes). O evento teve início na terça-feira (07) e contou com a presença de autoridades e entidades do cluster. A maior feira coureiro-calçadista da América Latina vai até quinta-feira (09), permitindo que profissionais do setor possam conferir novidades e tendências em tecnologia e inovação para diferentes áreas do setor.

É com um grande esforço conjunto que pessoas de quase 40 países se encontram em Novo Hamburgo para buscar soluções de cooperação e desenvolvimento para o setor calçadista, derrubando fronteiras e estreitando relações

Durante a cerimônia, o diretor-presidente da Fenac, Marcio Jung, agradeceu a presença das autoridades, patrocinadores, expositores e visitantes. “É com um grande esforço conjunto que pessoas de quase 40 países se encontram em Novo Hamburgo para buscar soluções de cooperação e desenvolvimento para o setor calçadista, derrubando fronteiras e estreitando relações”, complementou o diretor-presidente.

O vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, destacou em sua fala a importância do setor enquanto maior cluster-coureiro calçadista do mundo e ressaltando o impacto do evento na região. “Nós somos o estado que mais exporta em volume de recursos em dólar, somos o estado que mais produz valor agregado no nosso produto, que é de altíssima qualidade. Além disso, trata-se de um setor que também tem relação com questões cambiais e merece uma atenção especial do Governo do RS. Nossas portas estão 100% abertas para o setor coureiro-calçadista”, pontuou o vice-governador.

Já a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, destacou que, além de apresentar novidades, a Fimec é uma das maiores feiras calçadistas do mundo, onde o setor se encontra e troca experiências. “O porte deste evento e o volume de negócios e oportunidades nos permitem dizer que, de hoje até quinta-feira, Novo Hamburgo é a capital mundial do calçado. Temos aqui a pujança do setor coureiro-calçadista e as conexões que se estabelecem têm potencial para se tornarem permanentes, proporcionando renda, emprego e desenvolvimento”, avaliou a prefeita.

Atrações e experiências para profissionais do setor

A partir desta quarta-feira, a programação conta com palestras e painéis expositivos sobre sustentabilidade, geotecnologia e automação, apresentando novas possibilidades de mercado. Além disso, a tradicional Fábrica Conceito retorna à Fimec trazendo cinco linhas de trabalho, com produção simultânea de calçados infantis, masculinos, femininos e de segurança integrando diversas marcas regionais.

O Estúdio Fimec, por sua vez, é outro espaço dentro da feira que apresenta tendências de consumo, comportamento e tecnologia. Conhecido como um ambiente de pesquisa, os visitantes do local podem conferir de perto o resultado de um amplo estudo voltado ao comportamento que pauta o produto. Neste ano, o espaço reúne os conceitos de sustentabilidade, digitalização, frugalidade e conforto, com expositores demonstrando produtos e materiais, além de softwares de desenvolvimento e espaços com informação e conteúdo da área.

SERVIÇO

Evento: 46ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes)
Data: 07 a 09 de março 2023
Horário: 13 às 20 horas
Local: Fenac | Av. Nações Unidas, 3825 – Bairro Ideal – Novo Hamburgo/RS, Brasil
Credenciamento: www.fimec.com.br

Feira profissional – proibido o acesso de menores de 14 anos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/03/2023 0 Comentários 647 Visualizações
Moda e beleza

Vinci Shoes lança coleção de botas para a temporada inverno 2023

Por Gabrielle Pacheco 07/03/2023
Por Gabrielle Pacheco

A Vinci Shoes, marca especializada em flatwear, apresenta uma coleção inédita para seu inverno de 2023. São oito modelos de botas de cano médio e alto que buscam trazer conforto e estilo. As peças chegam com estética pesada, aspecto feminino e trendy, feitos em couro.

São botas que podem compor os mais diversos looks no dia e noite, do básico jeans e camiseta, passando por alfaiataria, vestidos longos, vestidos midis e muitas outras possibilidades, enriquecendo as mais diversas produções.

Essa é a primeira vez que a marca clica uma grande campanha para seu digital, trazendo uma nova perspectiva para seus produtos que são feitos sob demanda a partir da compra pelo site ou encomenda nas guide shops. A marca não trabalha com estoque, minimizando os impactos ambientais sem que isso atrase suas entregas.

Todos os modelos da Vinci Shoes estão disponíveis o ano inteiro, sem ter troca de coleção, além da maioria dos produtos estarem disponíveis em uma grade de tamanho diversa, indo do 33 ao 42, e com valores a partir de R$ 360, no e-commerce ou em lojas próprias localizadas em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.

Foto: Fernando Piccoli/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/03/2023 0 Comentários 2,4K Visualizações
Business

Calçado brasileiro escolhe mercados-alvo para o próximo biênio

Por Felipe Schwartzhaupt 07/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

Exportadores brasileiros de calçados, que tiveram um incremento histórico nos embarques em 2022 (142 milhões de pares e US$ 1,3 bilhão em divisas, melhor resultado em 12 anos), escolheram seus mercados-alvo para o próximo biênio. Os targets são escolhidos a cada renovação de convênio da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (ApexBrasil), entidades que mantêm o Brazilian Footwear, programa de internacionalização do setor calçadista.

Para o biênio 2024/2025, a escolha aconteceu em reunião virtual no último dia 28 de fevereiro e contou com a participação de representantes da Abicalçados, ApexBrasil e empresários de todos os portes, segmentos, estados e maturidades exportadoras, associados ao Brazilian Footwear. “Trata-se de uma escolha cuidadosa, minuciosamente planejada pelos departamentos de Inteligência de Mercado da Abicalçados e ApexBrasil, que colocam os principais mercados de cada continente para votação entre os empresários participantes”, explica a gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli.

Os mercados-alvo escolhidos devem ser impactados por ações comerciais e de imagem do programa de exportação para o próximo biênio. No escopo do projeto, que subsidia ações de internacionalização físicas e digitais, estão feiras internacionais, missões comerciais, plataformas virtuais de conexão com compradores estrangeiros, capacitações para a exportação, iniciativas de promoção de imagem com influenciadores, promoção do programa Origem Sustentável, entre outras iniciativas.

“O Brazilian Footwear tem, hoje, cerca de 300 empresas associadas que respondem por quase 80% do total gerado pelas exportações brasileiras de calçados. Elas estão em estágios diferentes de internacionalização, sendo que a escolha dos mercados leva em consideração as diferentes estratégias para abertura, manutenção e ampliação dos embarques em diferentes países”, acrescenta Letícia.

Oportunidades

Para a gestora do Brazilian Footwear na ApexBrasil, Mariele Christ, o caráter democrático da seleção de mercados, que leva em consideração as experiências das próprias empresas, é um diferencial do processo, pois torna a escolha mais assertiva. “O exercício e a metodologia para a seleção é interessante, pois são as próprias empresas que mapeiam oportunidades comerciais em países nos quais precisam do apoio do Brazilian Footwear, seja para abertura, manutenção ou ampliação do comércio”, avalia a gestora, ressaltando que, previamente à seleção, as empresas respondem um questionário com dados qualitativos dos países.

“Tivemos como premissa a distribuição geográfica, de forma a abranger todos os continentes. Tivemos duas gratas surpresas, que foram os mercados da Austrália – como secundário, para observação – e da Angola, onde já existe abertura para o nosso calçado e potencial de crescimento”, acrescenta Mariele.

Selecionados

Após quase duas horas de discussão, foram eleitos os mercados-alvo prioritários dos Estados Unidos, Colômbia, Chile, Emirados Árabes Unidos, Alemanha e Angola. Já os mercados-alvo secundários, que serão trabalhados para entendimento e prospecção para ações futuras durante o biênio, serão Arábia Saudita e Austrália.

Conheça os mercados prioritários selecionados:

Estados Unidos

Eleito para consolidação do mercado, os Estados Unidos são, historicamente, o principal destino do calçado brasileiro no exterior. No ano passado, conforme dados elaborados pela Abicalçados, foram embarcados para lá 17,84 milhões de pares, que geraram US$ 334,6 milhões, incrementos de 17,7% em volume e de 46,4% em relação a 2021.

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, explica que, apesar de ser o principal destino das exportações do setor, o Brasil possui apenas 1% de market share das importações daquele país. “Os Estados Unidos são os maiores importadores do mundo e que vem dando mais atenção para fornecedores fora da Ásia, principalmente em função das exigências em sustentabilidade e proximidade logística. Em 2019, as importações de calçados chineses respondiam por quase 50% do market share, número que caiu para 39% no ano passado. É um mercado com grandes possibilidades para o nosso produto”, destaca Priscila.

Colômbia

Tendo caído três posições no ranking de destinos do calçado brasileiro no exterior (de 5º para 8º destino), a Colômbia é considerada um mercado relevante para o calçado brasileiro, principalmente para empresas que estão menos adiantadas no processo de exportação. Segundo Priscila, o Brasil representa quase 10% das importações totais de calçados daquele país e tem potencial de crescer ainda mais devido às proximidades geográficas, que facilitam a logística, e culturais. Em 2022, as exportações de calçados verde-amarelos para lá somaram 10,22 milhões de pares, que geraram US$ 43,8 milhões, queda de 3,4% em volume e incremento de 29% em receita em relação a 2021.

Chile

Visando a abertura estratégica do mercado chileno, o Brazilian Footwear apostará naquele mercado para o próximo período. Conforme levantamento da Inteligência de Mercado da Abicalçados, o Brasil responde por apenas 3,4% das importações de calçados do país. “Apesar disso, na América Latina, o Chile é o nosso quarto principal destino e importa muito produto de maior valor agregado (35% é couro)”, destaca Priscila. No ano passado, foram embarcados para lá 3,64 milhões de pares, que geraram US$ 49,6 milhões, altas tanto em volume (+24,8%) quanto em receita (+52,5%) em relação a 2021.

Emirados Árabes Unidos

Considerado estratégico por ser um reexportador para os demais países árabes, os Emirados Árabes Unidos possuem grande potencial de mercado para o Brasil, que hoje responde por apenas 0,3% das importações de calçados do país. O elevado preço médio do calçado consumido lá (US$ 66,30) é outro atrativo para as exportações. Em 2022, foram exportados para lá 1 milhão de pares verde-amarelos, que geraram US$ 9 milhões, resultados superiores tanto em volume (+4,6%) quanto em receita (+34,6%) ante 2021.

Alemanha

Respondendo por 20% do consumo de calçados na Europa ocidental, a Alemanha é a principal importadora mundial no Velho Continente e a segunda maior do mundo (US$ 12 bilhões em importações em 2021). “Por outro lado, o Brasil representa apenas 0,1% das importações totais do setor, o que denota grande potencial para crescimento”, explica Priscila. No ano passado, a indústria calçadista brasileira embarcou 1,47 milhão de pares para lá, que geraram US$ 10,1 milhões, resultados superiores tanto em volume (113,2%) quanto em receita (+45,8%) ante 2021.

Angola

Principal mercado africano para o calçado brasileiro, a Angola, além de ser estratégica para a expansão no continente, tem 32% de suas importações do setor provenientes do Brasil. “No ranking de importações angolanas, o Brasil só está atrás da China. A projeção para o consumo de calçados no país é de crescimento de 2% ao ano até 2024, portanto existe espaço para a ampliação das exportações brasileiras para esse destino”, comenta Priscila. Décimo terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, a Angola importou, em 2022, 5 milhões de pares verde-amarelos, que geraram US$ 19 milhões, incrementos tanto em volume (+37%) quanto em receita (+41,4%) em relação a 2021.

Sobre o Brazilian Footwear:

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear.

Sobre a ApexBrasil:

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasi. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do País. Conheça: https://apexbrasil.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/03/2023 0 Comentários 1,K Visualizações
Business

Fimec 2023 projeta reunir mais de 20 mil profissionais do setor coureiro-calçadista

Por Gabrielle Pacheco 28/02/2023
Por Gabrielle Pacheco

Com foco no setor coureiro-calçadista, a 46ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) promete muitas novidades em tecnologia e matéria-prima. De 7 a 9 de março, os pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, os visitantes poderão conferir de perto inovações de todo o processo calçadista.

Vamos ter uma feira muito internacionalizada, trazendo de volta os bons tempos da nossa incursão mundial nos calçados e couros.

A presença de visitantes do exterior é um dos destaques dessa edição, que totaliza, até o momento, profissionais credenciados de 37 países. “A Fimec é uma feira mundial extremamente importante para o setor coureiro-calçadista, mas, nessa edição, se consolida ainda mais internacionalmente, pois já temos registrados visitantes de 37 países, muitos da África, Europa e Ásia. Assim, vamos ter uma feira muito internacionalizada, trazendo de volta os bons tempos da nossa incursão mundial nos calçados e couros”, explica Marcio Jung, diretor-presidente da Fenac.

Além de visitantes de diferentes estados brasileiros, a Fimec receberá profissionais da África do Sul, Argentina, Áustria, Bangladesh, Benin, Bolívia, Burkina Faso, Camarões, Chile, China, Colômbia, Egito, Equador, Espanha, EUA, Etiópia, Gana, Grã-Bretanha, Guatemala, Guiné, Índia, Irã, Mauritânia, México, Nigéria, Palestina, Paquistão, Paraguai, Peru, Quênia, República Democrática do Congo, República Dominicana, Senegal, Somália, Uruguai e Venezuela. “Esperamos receber mais de 20 mil visitantes nos três dias de feira”, projeta Jung.

A internacionalização da feira também se estende aos expositores desta edição, já que a Fimec reunirá 55 empresas estrangeiras de cinco países, que serão: Argentina, China, Itália, Peru e Uruguai. Ao todo, a feira contará com mais de 350 expositores, totalizando dez mil metros quadrados – uma área de exposição 30% maior em relação ao último ano.

Expositores projetam bons negócios

Entre os expositores desta edição, a expectativa também é positiva. Para Marcelo Cezario, diretor da Comelz, a Fimec 2023 é a oportunidade para apresentar ao mercado os produtos da marca, além de alavancar ainda mais as vendas. “A Fimec servirá como um ‘termômetro’ para entender como o ano se projetará, contribuindo para finalizarmos as estratégias”, antecipa. A Comelz, que já participa da Fimec com estande próprio desde 1998, apresentará nesta edição a linha de Máquinas Plus, com características mais versáteis para a indústria, além da linha CJ para setores de desenvolvimento e pequenas produções. Ao falar sobre o cenário do cluster, Cezario explica que se percebe uma arrancada acima da média em termos de vendas neste início de ano. “As empresas estão, em sua maioria, repletas de pedidos, algumas fechadas até maio ou além desse período. Paralelo a isso, em geral, os clientes estão com problemas de mão de obra, principalmente a especializada”, avalia.

Outra empresa que apresentará novidades na Fimec é a Maquetec. Para o diretor comercial da marca, Gerson Luiz Lorscheitter, a feira dá visibilidade ao expositor para apresentar suas inovações. “Nossa expectativa é fazer muitos negócios e encaminhar outros. Queremos fazer desta feira a melhor de todas, pois estamos completando 30 anos de empresa”, explica Lorscheitter, destacando que a Maquetec participa da Fimec desde 2005. Ao falar sobre o cenário do setor, o diretor comercial aponta que se está diante de uma grande oportunidade para se fazer deste período o melhor de todos os tempos. “Temos possibilidades visíveis na exportação e de formar marcas respeitadas no mundo”, salienta.

Serviço

O quê: 46ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes)
Quando: 07 a 09/03, das 13h às 20h
Onde: Fenac, Av. Nações Unidas, 3825, Novo Hamburgo
Quanto: Gratuito mediante credenciamento online

Foto: Diego Soares/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2023 0 Comentários 1,2K Visualizações
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