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Variedades

Público da 9ª Construarte e 10ª Multifeira superou 30 mil pessoas

Por Jonathan da Silva 09/07/2024
Por Jonathan da Silva

O público da 9ª Construarte e 10ª Multifeira, que se encerrou neste domingo (8) em Santa Cruz do Sul, superou os 30 mil visitantes durante os cinco dias de programação. Os resultados do evento superaram as expectativas dos organizadores, a Associação de Entidades Empresariais de Santa Cruz do Sul (Assemp) e a Prefeitura do município. Com entrada gratuita, a maior feira de construção civil e decoração do Vale do Rio Pardo trouxe aos visitantes uma variedade de estandes com produtos e serviços diversos no Parque da Oktoberfest.

O evento reuniu profissionais, empresas e empreendimentos do setor para uma série de atividades como palestras, rodadas de negócios, networking, entre outras. A comunidade pôde conhecer, por meio dos 150 expositores, as mais recentes novidades e tendências do mercado, além de conferir uma variada gama de produtos para o lar, desde pequenos itens da construção civil até materiais para grandes reformas e decoração.

Uma das grandes novidades da feira neste ano foi utilização do Centro de Eventos. Com um ambiente novo e mais amplo, os expositores ganharam mais espaço para os estandes. A feira passou de 3,4 mil m² de exposições para 7 mil m². “As melhorias foram primordiais para garantir uma infraestrutura confortável, principalmente em dias chuvosos. E mesmo com o tempo instável, registramos um excelente movimento de público durante o evento”, destaca o coordenador da 9ª Construarte e 10ª Multifeira, Leo Azeredo. “Embora o público tenha sido menor que no ano passado, podemos afirmar que o volume de negócios foi maior, pois quem foi ao parque tinha interesse no setor”, avalia o vice-coordenador, Taiguara Otes.

Mesmo com o retorno considerado positivo, a organização do evento destacar se manter atenta às novas demandas e recebe sugestões de melhorias para 2025. “Queremos cada vez mais melhorar a experiência dos visitantes e proporcionar uma feira com bons negócios e espaços de qualidade”, salienta o presidente da Assemp, Ricardo Bartz.

Por parte dos expositores, uma das solicitações foi a mudança das datas para o primeiro semestre, com intuito de minimizar os problemas em função das chuvas. A pesquisa de satisfação com os expositores da 9ª Construarte e 10ª Multifeira deve ser divulgada pela Assemp nos próximos dias.

A feira contou com apoio da Acomac, Seisc, Seasc e Sinduscon-RS, e patrocínio do BRDE, Banrisul, Caixa Econômica e Concretos Trevisan.

Variedade de negócios

A 9ª Construarte contou com amplas opções de serviços nas áreas de construção, decoração e negócios imobiliários, unindo lojas e entidades ligadas ao setor, bem como construtoras, incorporadoras, engenheiros, arquitetos, imobiliárias e metalúrgicas. Um dos destaques da feira ficou por conta do tradicional espaço Acomac – Casa & Construção, no Pavilhão 2, que ofereceu as principais tendências de produtos e itens para a construção civil. Além disso, houve espaço para as 14 imobiliárias nos espaços da Sociedade das Empresas Imobiliárias de Santa Cruz do Sul (Seisc), no Centro de Eventos.

Já na 10ª Multifeira, o visitante pôde conferir opções do comércio de vestuário, calçado, utilidades domésticas, agroindústrias, brinquedos, orquidário, dentre outras.

Fotos: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2024 0 Comentários 476 Visualizações
Business

Indústria calçadista brasileira perde 1,1 mil postos de trabalho em maio

Por Jonathan da Silva 04/07/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria do setor do calçado perdeu 1,1 mil postos de trabalho durante o mês de maio segundo dados levantados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). No entanto, mesmo com o resultado negativo, a atividade encerrou os cinco primeiros meses de 2024 com saldo positivo de 6,5 mil empregos criados. Com o registro, o setor terminou maio com o total de 287 mil pessoas empregadas no Brasil, o que representa 4,5% a menos do que no mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que o resultado é impactado por um movimento sazonal na indústria de calçados em função da troca de coleções. “Nos últimos dez anos, somente tivemos criação de vagas em maio de 2022, que foi um ano excepcional para a indústria. No ano passado, por exemplo, havíamos perdido mais de 2,3 mil empregos nesse mesmo mês”, pontua Ferreira.

De acordo com o dirigente, a produção do setor deve crescer entre 0,9% e 2,2% em 2024, o que significa mais de 870 milhões de pares. “Existe uma expectativa positiva para o segundo semestre, que teve um start bastante promissor na feira BFShow, realizada em maio, e que vendeu muito bem os lançamentos para Primavera/Verão”, conclui Ferreira, ressaltando que o movimento positivo, se confirmado, irá também colaborar para a criação de vagas de emprego.

Situação nos estados

O estado brasileiro que mais emprega no setor calçadista é o Rio Grande do Sul. De janeiro a maio, a indústria gaúcha criou 1,65 mil postos de trabalho, encerrando o mês cinco com 85,87 mil pessoas empregadas na atividade, o que ainda assim representa 3,9% menos do que no mesmo período de 2023.

O segundo maior empregador do setor é o Ceará, que criou 83 postos nos primeiros cinco meses do ano. Com o registro, a indústria cearense encerrou maio empregando 65,24 mil pessoas, 1,9% menos do que no mesmo mês de 2023. Com a perda de 102 postos entre janeiro e maio, a Bahia aparece na terceira colocação entre os estados que mais empregam. No total, em maio estavam empregadas na atividade 39,63 mil pessoas, 9% abaixo do ano passado.

As tabelas completas por estado podem ser conferidas em drive.google.com/file/d/1offDZepDoT1qtyfPe9pIvZqQHxaZzSug/view?usp=sharing.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2024 0 Comentários 419 Visualizações
Cultura

Museu Nacional do Calçado leva exposição ao Bourbon Shopping Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 03/07/2024
Por Jonathan da Silva

O Bourbon Shopping Novo Hamburgo está recebendo a exposição “Legado e Memórias”, em parceria com o Museu Nacional do Calçado. A mostra, que ficará disponível até o dia 31 de julho, é dedicada à história da indústria coureiro-calçadista, que se desenvolveu no Vale do Sinos a partir da chegada dos primeiros imigrantes alemães, em julho de 1824. Além disso, a exposição faz alusão ao Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil, comemorado neste ano.

Com a exposição de sapatos de diferentes estilos e épocas, a mostra traça a trajetória que fez com que Novo Hamburgo se tornasse a Capital Nacional do Calçado. Há detalhes que vão desde a criação da primeira fábrica do setor, em 1898, pelo imigrante alemão Pedro Adams Filho, até os dias atuais, em que a cidade segue como referência no segmento.

A exposição, que é aberta ao público, pode ser visitada de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h. O Bourbon Shopping Novo Hamburgo está localizado na Avenida Nações Unidas, 2001, no bairro Rio Branco, em Novo Hamburgo.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2024 0 Comentários 576 Visualizações
Business

Missão Colômbia deve gerar mais de R$ 35 milhões para calçadistas brasileiros

Por Jonathan da Silva 01/07/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de US$ 6,4 milhões (mais de R$ 35 milhões) devem ser gerados para as 34 marcas calçadistas brasileiras a partir da Missão Colômbia realizada pelo Brazilian Footwear entre os dias 25 e 27 de junho, em Bogotá. As estimativas consideram negócios realizados e alinhavados no evento. A iniciativa promovida pelo programa de apoio à exportação do setor mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), contou com o Projeto Comprador interno, que, além de players colombianos, teve, pela primeira vez, a participação de compradores de Equador, Peru e República Dominicana.

A representante da área de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, responsável pela ação, destaca a assertividade das rodadas, todas marcadas por meio do matchmaking, ferramenta que cruza as demandas dos compradores com as ofertas das marcas. “Nesta edição, devemos ter um total de mais de 350 mil pares comercializados com os players que participaram da ação”, conta a executiva.

De acordo com Carla, mais uma vez o mercado local abraçou o calçado brasileiro. “É um mercado potencial para o Brasil. Atualmente, somos o segundo maior fornecedor de calçados para a Colômbia, atrás apenas da China. Existe espaço para ampliar o nosso market share, principalmente devido às nossas similaridades culturais e à proximidade geográfica. Para que isso ocorra, no entanto, é preciso que cada vez mais as empresas participem de ações como esta, que além de gerar negócios expressivos, consolida o nosso posicionamento naquele mercado”, detalha a representante da Abicalçados.

Satisfação das marcas

Tradicional participante da Missão Colômbia, a Pampili demonstrou-se satisfeita com os resultados obtidos. Segundo a coordenadora de Negócios Internacionais da empresa, Lismeire Santos, a participação confirmou um primeiro semestre “surpreendente” para o setor calçadista exportador. “O mercado externo, de maneira geral, está indo bem. Na Missão, especialmente devido ao trabalho de matchmaking, que torna as negociações mais assertivas, tivemos resultados bastante positivos. Nesta edição, notamos a participação dos principais players do mercado colombiano. Fechamos negócios in loco e deixamos alguns alinhavados”, avalia Lismeire.

O gerente comercial da Nesk, Jonatha Pacheco, esteve à frente da participação da empresa pela primeira vez em uma ação internacional do Brazilian Footwear. “O evento foi muito bom. Além de fechar alguns negócios, foi importante, principalmente, para a prospecção deste mercado, que embora já atuemos há dez anos, não conhecíamos in loco”, conta Pacheco.

Participaram da Missão Comercial as marcas 365 Soft, Actvitta, Adrun, Arezzo, Beira Rio, BR Sport, By Cool, Coca-cola, Diversão, Giulia Domna, Gricci, Itweens, Jotape, Kids & Baby, Luiza Barcelos, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Nesk, Novopé, Pampili, Pé com Pé, Petite Jolie, PG4 Galleria, Polo Go, Scatamacchia, Schutz, Smidt Shoes, Solis Brasil, Tropical Brasil, Vitzi, Vizzano e Wiki.

Divulgação

Durante a iniciativa, as empresas brasileiras também participaram do Photocall, evento de imagem e relacionamento com a imprensa local que tradicionalmente potencializa a divulgação do calçado brasileiro em alguns dos principais veículos de comunicação da Colômbia. “O Photocall é uma ação consolidada na Colômbia, que atrai muitos jornalistas locais. Neste ano, a novidade foi um formato que permitiu a gravação de vídeos que serão utilizados nos canais do Brazilian Footwear”, destaca a coordenadora de Comunicação da Abicalçados, Alice Rodrigues. O encontro, que contabilizou a participação de 36 meios de comunicação locais, teve também com a presença do presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Mercado local

Com a produção de 54 milhões de pares de calçados por ano, o mercado colombiano é dependente das importações de calçados e tem no Brasil o segundo maior fornecedor internacional. De acordo com dados elaborados pela Abicalçados, a Colômbia tem um consumo interno de mais de 90 milhões de pares, o que representa a importância das importações para o o abastecimento. Em 2023, foram gastos com calçados US$ 848 milhões, número que, mesmo 3% menor do que o registro de 2022, está 21% à frente dos registros da pré-pandemia, em 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2024 0 Comentários 406 Visualizações
Business

Abicalçados se reúne com governos do Ceará e da Bahia

Por Jonathan da Silva 24/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) se reuniu com empresários e os governos estaduais do Ceará e da Bahia, respectivamente, nos dias 18 e 19 de junho. Os encontros ocorreram nas sedes dos poderes executivos destes estados e tiveram como objetivo apresentar as principais demandas do setor para as duas unidades federativas, que estão entre os maiores produtores, empregadores e exportadores da indústria calçadista do Brasil.

Com o emprego direto de mais de 288 mil pessoas em cerca de 600 cidades brasileiras, a indústria calçadista brasileira é a maior do ocidente, com uma produção estimada em mais de 865 milhões de pares. No entanto, de acordo com a Abicalçados, o setor vem perdendo competitividade em função dos custos produtivos acumulados no chamado “Custo Brasil” e da concorrência dos players asiáticos. “Já fomos o terceiro maior produtor de calçados do mundo, hoje estamos na quinta posição. E, quando falamos de exportações, estamos perdendo ainda mais espaço em função dos nossos grandes custos produtivos”, pontua o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que há cerca de duas décadas, 35% da produção nacional era exportada e hoje apenas 14% dessa mesma produção é destinada ao mercado internacional.

Concorrência considerada desleal

No mercado interno, para Ferreira, o problema tem sido o que ele define como crescente “Custo Brasil”, estimado em mais de R$ 1,7 trilhão por ano, além da “invasão” de calçados asiáticos no varejo. Os países da Ásia, segundo o dirigente, são países com baixa ratificação das convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), tratados internacionais que definem padrões e pisos mínimos a serem observados e cumpridos por todos os países que os ratificam. “Os três maiores players asiáticos, China, Vietnã e Indonésia, por exemplo, não ratificaram convenções importantes relacionadas a jornadas de trabalho, salários ou políticas sociais. Então, é uma concorrência desleal não somente com a indústria brasileira, mas com todas as melhores práticas de ESG”, avalia Ferreira.

Pleitos

Entre os pleitos levados aos governos cearense e baiano, o presidente-executivo da Abicalçados lista a necessidade de manutenção e ampliação do direito antidumping aplicado contra o calçado chinês, hoje em US$ 10,22 por par. “Porém, mesmo com a aplicação, três grandes grupos chineses, que respondem por quase metade dos calçados chineses que entram no Brasil, ficaram isentos. Ou seja, continuam exportando produtos com dumping – preços abaixo dos praticados no mercado – para o Brasil sem qualquer sobretaxa”, salienta Ferreira. O dirigente também lista a importância da manutenção da tarifa de importação de 35%, a inclusão do Vietnã e Indonésia no direito antidumping, a maior taxação das plataformas internacionais de e-commerce em remessas de até US$ 50, entre outros pontos.

Força dos mercados

Com a maior produção de calçados do Brasil e a segunda maior exportação, em volume, o Ceará tem neste setor uma importante base da sua economia. Atualmente, a indústria calçadista cearense gera 64,7 mil empregos diretos e é a que mais emprega no âmbito da Indústria de Transformação no estado. Já a indústria de calçados na Bahia emprega, diretamente, 39,6 mil pessoas, e é a quinta maior produtora do setor no Brasil, sendo a quarta principal exportadora, em volume.

Abicalçados e governo cearense se reuniram

Sensibilização

Em ambas as reuniões, Ferreira destacou a sensibilização dos poderes executivos, que colocaram suas bancadas nas câmaras estadual e federal à disposição para auxiliar nas pautas do setor calçadista brasileiro. “Foram encontros bastante produtivos, no sentido de que as equipes entenderam a importância do nosso setor no âmbito econômico e social brasileiro”, salientou o dirigente.

Na reunião com o governo do Ceará, participaram o governador do estado, Elmano de Freitas (PT), o senador Júlio Ventura (PDT), o presidente Ferreira e os empresários calçadistas Pedro Grendene (Vulcabras) e Vilson Hermes (Grupo Dass). Já na Bahia, estiveram presentes o governador Jerônimo Rodrigues (PT), os secretários estaduais Manoel Vitório (Fazenda), Angelo Almeida (Desenvolvimento Econômico) e Afonso Florence (Casa Civil), além de Ferreira e os empresários Grendene e Hermes.

Fotos: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2024 0 Comentários 486 Visualizações
Business

Agora na categoria diamante, Killing é recertificada no programa Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Killing S.A. Tintas e Adesivos recebeu a recertificação de Origem Sustentável, única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista, concedida em parceria pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A empresa gaúcha passou da categoria ouro para a diamante, nível mais alto da iniciativa. O reconhecimento foi entregue ao CEO Milton Killing na sexta-feira (14) pelo presidente e pela superintendente da Assintecal, Gerson Luis Berwanger e Silvana Dilly, e pelo presidente executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Antes mesmo de se falar em sustentabilidade, a Killing já era uma empresa comprometida com as ações sociais e ambientais. Nesses mais de 60 anos, aprimoramos essas práticas em uma evolução que deve ser contínua. Esse reconhecimento, com o Selo Origem Sustentável Diamante, demonstra que estamos no caminho certo”, afirma Milton Killing.

De acordo com Berwanger, ter uma empresa como a Killing entre as certificadas no nível máximo do Origem Sustentável é uma satisfação para a entidade. “A Killing, cada vez mais, se torna uma referência para a cadeia produtiva do calçado. Certamente, é uma empresa que ajuda a tornar o mundo mais sustentável”, avalia o presidente da Assintecal.

O Origem Sustentável segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Atualmente, mais de 90 empresas de calçados e componentes, que respondem por mais de 45% da produção nacional do setor, estão certificadas ou em processo de certificação.

Práticas sustentáveis

Entre as iniciativas da Killing estão ações ambientais como o uso de água e o cuidado com a geração de efluentes e a destinação de resíduos sólidos, além de adoção de energias renováveis e o monitoramento da qualidade do ar. Desde 2019, por exemplo, a Killing deixou de emitir o equivalente a 993 toneladas de dióxido de carbono. Em 2023, a empresa também distribuiu 350 mudas de árvores nativas para os colaboradores plantarem em suas casas.

O engajamento social também é destaque com ações como o já tradicional evento “Meio Frango Simplesmente Juntos”, que desde 2017 mobiliza colaboradores e comunidade, com preparo, venda e distribuição de kits de meio frango, salada e pão, com arrecadação totalmente destinada a entidades sociais da região de Novo Hamburgo. A Killing também promove, através de instituições, a doação de tintas para pintura de escolas, museus e outros espaços públicos; e prepara novas doações para este ano, para atender escolas e hospitais, das cidades atingidas pelas enchentes de maio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 463 Visualizações
Business

Empresas calçadistas poderão manter créditos presumidos de ICMS fora do PIS/Cofins

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

A liminar que assegura que as empresas do setor calçadista terão o direito de excluir créditos presumidos de ICMS do recolhimento do PIS e Cofins foi deferida pelo poder judiciário. A decisão foi comunicada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A medida pode gerar mais de R$ 100 milhões de economia para as empresas.

A coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, explica que, a partir de agora, empresas associadas à entidade poderão manter de fora da contribuição do PIS Cofins seus créditos presumidos de ICMS recebidos nos estados. “A depender do porte da empresa, a economia pode ultrapassar R$ 110 milhões por ano”, explica a especialista.

Essa é a segunda liminar em menos de um mês concedida por ação da Abicalçados em prol das empresas associadas. A primeira havia sido a exclusão dos créditos presumidos de ICMS da base de cálculo do IRPJ e CSLL. Ambos os Mandados de Segurança Coletivo exitosos foram patrocinados pela Biason Advocacia.

Mais informações sobre a medida e suas consequências podem ser obtidas pelo e-mail suely@abicalcados.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 434 Visualizações
Business

Piccadilly é recertificada no nível máximo do programa Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 30/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Piccadilly Company, de Igrejinha, uma das principais fabricantes de calçados femininos do Brasil, foi recertificada no nível máximo do Origem Sustentável, o Diamante. A cerimônia de entrega aconteceu nesta segunda-feira (29), na sede da empresa, e contou com a participação de representantes da direção da companhia e da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

A vice-presidente e diretora de Produto da Piccadilly, Ana Carolina Grings, destaca o orgulho de receber a recertificação. “Este é o mais alto reconhecimento por nossas práticas exemplares em ESG. Estou profundamente honrada por contribuir para este legado que não apenas reforça nosso compromisso com as futuras gerações, mas também garante a sustentabilidade e o sucesso contínuo de nosso negócio”, pontua Ana Carolina. Segundo ela, a recertificação é um testemunho do trabalho árduo e da dedicação da equipe em integrar a sustentabilidade em cada aspecto da operação.

Social

Neste processo de recertificação auditada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), no pilar social a companhia teve destacados os esforços pelo fortalecimento das práticas de governança corporativa, promovendo a transparência, a ética e a conformidade, além de contar com 36% dos cargos de liderança e mais de 50% de cargos de alta gestão ocupados por mulheres. Houve também participação ativa em iniciativas de responsabilidade social, atingindo mais de 7 mil horas de voluntariado, envolvendo colaboradores e comunidades

Ambiental

Na área ambiental, os destaques da Piccadilly estão nos investimentos em tecnologias sustentáveis, que reduzem o impacto ambiental das operações da empresa. Nesta seara, a empresa reporta que, atualmente, 64% dos resíduos gerados no processo produtivo são reciclados e que zela pela política Aterro Zero há mais de uma década. “Também realizamos o Programa de Fornecedores com foco na rastreabilidade e qualidade do produto, além de deter o controle e neutralização de 100% das emissões rastreadas de gases de efeito estufa”, conta a Coordenadora ESG e Sustentabilidade da empresa, Morgana Marca.

Futuro

E como a sustentabilidade é uma jornada, a Piccadilly também planejou o futuro, listando oito compromissos na sua política de sustentabilidade. Para desenvolvê-los, a empresa conta com uma área estratégica de ESG e com um Comitê “Guardiões do Amanhã”.  Os dois times têm como papel levar as temáticas importantes para alta administração, estabelecer os temas prioritários, definir políticas, engajando todos seus stakeholders na jornada da sustentabilidade, conclui Morgana.

Para a Piccadilly o programa Origem Sustentável vai muito além de apenas um selo, representa um compromisso tangível com práticas e valores sustentáveis, criando valor não apenas para a empresa, mas também para a sociedade e o meio ambiente como um todo.

Origem Sustentável

Criado pela Abicalçados em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), o Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como SENAI, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Atualmente mais de 90 empresas de calçados e componentes, que respondem por mais de 45% da produção nacional do setor estão certificadas ou em processo de certificação. Mais informações no site www.origemsustentavel.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2024 0 Comentários 536 Visualizações
Business

Compradores do mundo todo buscam tendências e bons negócios na 2ª BFSHOW

Por Jonathan da Silva 22/04/2024
Por Jonathan da Silva

Faltando menos de um mês para a 2ª edição da BFSHOW, realizada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a NürnbergMesse Brasil, o encontro se consolida no mercado como a maior feira de calçados do Brasil e gera expectativa entre visitantes já confirmados. Com 270 marcas já confirmadas, um crescimento de mais de 100% na área de exposição e a presença confirmada dos principais players calçadistas do Brasil, a BFSHOW espera receber 10 mil compradores nacionais e internacionais entre os dias 21 e 23 de maio, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Nesta edição, será possível conhecer em primeira mão os lançamentos das coleções de Primavera-Verão 2025 do setor calçadista brasileiro.

Essa é a principal expectativa do estilista Gustavo Silva, da Serafine, de Minas Gerais. A marca de vestuário está em sua terceira coleção de calçados e aproveita a BFSHOW para conhecer novos fornecedores e o que será tendência para a próxima estação. “Quero ver as novidades com relação a materiais, solados e cores. É importante para selecionarmos parceiros e fornecedores que estejam alinhados às tendências da nossa coleção de roupas. A primeira edição da feira foi excelente para nós, pois prospectamos importantes fornecedores. O leque oferecido pela BFSHOW é excelente e temos a expectativa que em São Paulo esse volume de opções seja ainda maior e encontremos novos fornecedores para a marca”, pontua Silva.

Outro comprador confirmado para o evento na capital paulista é Humberto Costa, representante do Grupo Planeta Jeans, rede de seis lojas do Paraná. “Esperamos não só encontrar as tendências para o verão, mas também estreitar o relacionamento entre lojista e fábrica. A proximidade oferecida pela BFSHOW nos garante também a possibilidade de fazer novos negócios, encontrar outros fabricantes, outros produtos e fazer com que a gente consiga efetuar bons negócios também nas nossas lojas”, destaca Costa. Mesmo objetivo de Mohamad Abdul Majid, da importadora Sad Trading, de Moçambique. “A feira oferece oportunidades de networking, novos negócios e parcerias, além de colocar em exposição as novas tendências para o Verão – próxima coleção a ser comercializada no Brasil e também em Moçambique”, ressalta Abdul Majid.

A feira vem gerando alta expectativa em visitantes de todos os lugares do Brasil. “São Paulo será um grande palco. Um local onde encontraremos representantes, fabricantes, importadores, exportadores e lojistas todos em um só lugar. Com certeza iremos fazer grandes compras e bons negócios e, assim, manter nossas lojas cada vez mais atualizadas com novas tendências do mercado calçadista. Temos certeza de que essa será a maior feira de todos os tempos e vamos juntos fazer deste o melhor ano para o setor calçadista”, celebra Francisco Aldemir Bezerra de Souza, diretor comercial da Planeta Calçados – rede de 8 lojas presente nas cidades de Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Iguatu, Brejo Santo -, e diretor do Síndilojas em Juazeiro do Norte (CE).

A gerente de Negócios e Relacionamento da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Letícia Sperb Masselli, destaca que a BFSHOW é também um ponto de encontro internacional do setor calçadista. “A quinta maior indústria de calçados do mundo, a mais sustentável entre as suas concorrentes, tem na feira uma grande vitrine. É um evento imperdível, em que teremos mais de 80% da produção nacional de calçados apresentando suas coleções para a temporada mais quente do ano. Temos certeza de que será um sucesso que dará uma injeção de ânimo na atividade”, ressalta Letícia.

Um dos responsáveis pela feira, Ricardo Azeredo, Head de Novos Negócios da NürnbergMesse Brasil, destaca  o crescimento do evento. “A BFSHOW dobrou de tamanho nessa edição, reforçando a importância deste evento para o setor calçadista brasileiro. Estamos preparando uma feira de alto padrão para receber bem os 10 mil visitantes esperados, que buscam os melhores produtos para oferecer aos consumidores nacionais e internacionais. Os compradores terão uma experiência ainda melhor nesta edição”, pontua Azeredo.

Programa Comprador

Sucesso na primeira edição, o Programa Comprador também está de volta. Iniciativa da BFSHOW que conta com o apoio da ApexBrasil no âmbito de compradores internacionais, a ação busca incentivar os negócios entre compradores nacionais e internacionais e os expositores da feira. Em 2023, a ação levou à BFSHOW compradores do Brasil e de países como Austrália, Bolívia, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, Portugal, Rússia, Reino Unido, entre outros.

Compradora internacional participante do Programa, Emma Damas Malamsha, da Apri Arch Fashion Ltd, importadora e distribuidora de calçados da Tansânia, na África, destaca que a BFSHOW é uma mostra importante para o setor. “Hoje, nosso principal parceiro estratégico é a China, mas na BFSHOW descobrimos outros fornecedores com potencial, com os quais podemos fazer parcerias e negócios. Existe muita colaboração no setor e a feira é uma grande oportunidade para nos conhecermos”, afirma Emma.

Estreitar laços na BFSHOW também é o objetivo do Grupo Real Calçados, rede fundada na Bahia e com mais de 100 lojas espalhadas pelo Brasil. “É uma forma de interagir com fornecedores e estar mais perto para ver o que há de ofertas, lançamentos, novidades e tendências que estão por vir. Criamos vínculos ali porque quando apostamos num produto, estabelecemos uma conexão com o próprio fornecedor, o que nos dá suporte e confiança”, conta o diretor Ivan Nunes Andrade Filho.

Na sua primeira edição, a BFSHOW recebeu compradores internacionais dos cinco continentes que geraram mais de R$ 315 milhões em negócios com o mercado internacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2024 0 Comentários 344 Visualizações
Business

Abicalçados reporta recuperação gradual do setor calçadista

Por Jonathan da Silva 03/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) reportou a criação de mais de 5 mil empregos no primeiro bimestre do ano dentro do setor calçadista. Apenas em fevereiro foram 3,4 mil novas vagas. De acordo com a entidade, há recuperação, mas sem motivos para euforia. Com o resultado, as indústrias calçadistas fecharam o bimestre com estoque de 285,25 mil postos de trabalho em todo o país, 6,8% a menos do que no mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o dado aponta para uma leve recuperação, mas que ainda deixa o setor com resultado muito aquém de anos anteriores. Em 2022, por exemplo, o primeiro bimestre registrou a criação de 13 mil vagas. “Estamos alcançando o patamar de criação de empregos do ano passado, mas muito aquém da nossa capacidade”, explica o dirigente.

De acordo com Ferreira, fatores como a isenção de impostos de importação das plataformas internacionais em remessas de até US$ 50 têm impactado severamente a atividade. “Mecanismos compensatórios como a política da desoneração de pagamentos para os setores que mais empregam vem ajudando para que o baque não seja maior. Porém, desde o meio do ano passado, até mesmo esse tema vem sendo motivo de controvérsia, com o Governo Federal não respeitando a vontade do Congresso Nacional, que aprovou a renovação do benefício por duas vezes”, comenta o presidente-executivo da entidade, destacando que as empresas precisam de segurança para planejar o ano e pavimentar o caminho para uma retomada da atividade.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no país, entre eles o calçadista. Atualmente, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta. No caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. A renovação do mecanismo, que foi aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, no entanto, foi recolocada em pauta pelo Governo Federal via Projeto de Lei (PL) em tramitação em regime de urgência nas casas legislativas.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/04/2024 0 Comentários 424 Visualizações
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