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calçado

Business

Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços atende pleito calçadista

Por Jonathan da Silva 13/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Diário Oficial da União do dia 12 de setembro apresentou o Decreto 12.175, que regulamenta e define as 23 atividades econômicas do setor industrial que serão beneficiadas na primeira etapa do programa de depreciação acelerada do Governo Federal. Dentre elas, está o setor industrial calçadista, que teve seu pleito atendido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Conforme a coordenadora da Assessoria Jurídica da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Suély Mühl, em julho deste ano a entidade enviou pleito ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, sobre o tema. “A indústria calçadista tem como característica uma produção tradicionalmente intensiva em mão de obra, com o uso de máquinas, equipamentos e aparelhos, portanto seu fortalecimento com o auxílio da depreciação acelerada contribui para a geração de empregos e para o desenvolvimento econômico, industrial, ambiental e social do País”, comenta Suély.

Segundo a coordenadora, o mecanismo alinha-se ao disposto nos artigos 11 e 12 da Lei n.º 14.871/24, permitindo às empresas que dilatem o seu fluxo de caixa e reduzam os impactos com investimentos em equipamentos nos primeiros anos a partir de novas aquisições. Suély explica que o decreto estabelece um sistema de cotas. Para a preparação de couros e fabricação de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados, o limite máximo de renúncia tributária anual autorizado é de R$ 18.746.605,06 por atividade econômica (CNAE 15).

Exigências

Conforme o projeto, o MDIC poderá exigir dos beneficiários obrigações relacionadas à promoção da indústria nacional, à sustentabilidade e à agregação de valor no país. “A indústria calçadista brasileira, por ser a mais sustentável do mundo e transformar materiais de base em produtos de valor agregado, está plenamente em consonância com as exigências”, destaca a advogada, ressaltando que a cadeia produtiva do calçado possui a única certificação de práticas ESG do mundo, o Origem Sustentável.

Também coube ao MDIC, em portaria conjunta com o Ministério da Fazenda, relacionar as máquinas, os equipamentos, os aparelhos e os instrumentos que podem ser objeto do benefício.

O que é

Depreciação acelerada é um mecanismo que funciona como antecipação de receita para as empresas. Toda vez que adquire um bem de capital, o empresário pode abater seu valor nas declarações futuras de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e de Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). Em condições normais, esse desconto é feito em até 20 anos, conforme o bem vai se depreciando Com a depreciação acelerada, o abatimento poderá ser feito em duas etapas – 50% no primeiro ano e 50% no segundo.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2024 0 Comentários 442 Visualizações
Variedades

Inspiramais volta a Porto Alegre e anuncia edição também em São Paulo

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

A partir de 2025, o Inspiramais, principal salão lançador de materiais para as indústrias de calçados, vestuário, móveis, tapeçarias e bijuterias, terá edições em Porto Alegre e em São Paulo. As datas para a realização em ambas as cidades já têm inclusive data confirmada: o primeiro evento acontece nos dias 21 e 22 de janeiro, no Centro de Eventos da Fiergs, na capital gaúcha; e o segundo acontece nos dias 15 e 16 de julho, no Centro de Eventos Pro Magno, na capital paulista.

Abordando a temática ‘Burnout’, que embasa a pesquisa que será materializada em mais de mil produtos que serão apresentados no espaço Conexão Inspiramais, o salão deve contar com mais de 150 expositores de todos os principais polos produtivos brasileiros em cada uma das edições.

Retorno a Porto Alegre e edição paulista

Na sua 30ª edição, em função das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em maio deste ano, em especial a região metropolitana de Porto Alegre, o Inspiramais ocorreu em duas oportunidades, em Taquarae em São Paulo. A ida de uma edição para a capital paulista, em definitivo, reflete o dinamismo da moda. “Moda é comportamento e exige uma mudança contínua , por isso estamos muito felizes de realizar uma edição em Porto Alegre e uma em São Paulo, contemplando toda a diversidade da indústria do setor”, destaca a superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly.

Segundo Silvana, na edição da capital gaúcha a abrangência do salão será ampliada com duas novidades. A primeira delas é a exposição de materiais para o setor automotivo, inclusive com uma parceria com a influencer Nicole Malagueta, que levará seu Fusca estilizado e reformado com alguns materiais que estarão no Inspiramais, mostrando a transversalidade do segmento de materiais. A outra é novidade a participação do movimento Open Design, que trará ao salão 20 expositores. “Também retomaremos as rodadas de negócios entre fabricantes de bolsas e expositores de materiais”, adianta a superintendente.

O salão

Promovido pela Assintecal em parceria com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel), o Inspiramais tem a realização do Brazilian Materials e a parceria do Sebrae Nacional. Mais detalhes podem ser obtidos no site inspiramais.com.br.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 556 Visualizações
Business

Saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro cai 30% até agosto

Por Jonathan da Silva 10/09/2024
Por Jonathan da Silva

O saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro encarou uma queda de 30% entre janeiro e agosto, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). As exportações somaram 63,87 milhões de pares e US$ 654,78 milhões, quedas tanto em volume, de 22,4%, quanto em receita, de 20,4%, em relação ao mesmo período do ano passado. O cenário é o inverso nas importações de calçados, que no mesmo intervalo somaram 23,94 milhões de pares e US$ 300,44 milhões, aumento de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita no comparativo com momento equivalente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca a queda no volume exportado para a Argentina, de 30,8%, que é o segundo principal destino do calçado brasileiro no exterior, e vem puxando as exportações brasileiras de calçados para baixo. “Estamos vivendo um período de baixo consumo internacional. E este consumo menor vem sendo absorvido pelos produtores asiáticos, em especial da China, que depois das rígidas políticas para contenção da Covid-19 voltou ao mercado de forma bastante agressiva”, explica o dirigente.

Principais destinos

Principal destino internacional do calçado brasileiro, os Estados Unidos importaram, entre janeiro e agosto, 6,95 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 147,62 milhões. Os resultados quedas tanto em volume, de 5,3%, quanto em receita, de 8,3%, em relação ao mesmo período de 2023. No segundo posto ainda aparece a Argentina, que nos primeiros oito meses de 2023 importou 6,8 milhões de pares brasileiros por US$ 128,7 milhões, baixas significativas tanto em volume, de 36,7%, quanto em receita, de 23,4%, em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Ultrapassando a França no terceiro lugar ranking de destinos apareceu o Paraguai. Entre janeiro e agosto, partiram rumo ao país vizinho 5,47 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 28,2 milhões, ainda assim quedas tanto em volume, de 19,2%, quanto em receita, de 12,8%, em relação ao intervalo correspondente de 2023.

RS, maior exportador de calçados

Respondendo por mais de 50% de todo o valor gerado com as exportações de calçados no Brasil, o Rio Grande do Sul segue sendo o principal player internacional do setor no país. Entre janeiro e agosto, partiram das fábricas gaúchas 21,24 milhões de pares por US$ 328,14 milhões, quedas de 13,8% e de 13,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. Na sequência do Rio Grande do Sul apareceram como principais exportadores brasileiros de calçados os estados do Ceará (19,67 milhões de pares e US$ 134,44 milhões, quedas de 21% e de 27,3%, respectivamente, ante 2023) e São Paulo (3,74 milhões de pares e US$ 57,5 milhões, quedas de 29,9% e de 25,3%).

Ásia puxa aumento das importações de calçados

Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 23,94 milhões de pares por US$ 300,44 milhões, elevação de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita em relação ao mesmo período do ano passado. Respondendo por cerca de 90% dos calçados que entram no Brasil, os países asiáticos seguem puxando as importações para cima.

A China é a principal origem do volume importado. Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 7,75 milhões de pares chineses por US$ 27,32 milhões, quedas de 4,7% e de 24,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2023. O preço médio do calçado foi de US$ 3,50 por par.

A segunda origem dos calçados importados em 2024 foi o Vietnã, de onde partiram rumo ao Brasil 7,68 milhões de pares por US$ 141,9 milhões, incremento de 11,2% em volume e queda de 8,2% em receita no comparativo com os oito primeiros meses do ano passado.

Com crescimentos de 21,6% em pares e 3,1% em receita em relação ao ano passado, a Indonésia foi a terceira principal origem do calçado importado. No período, as empresas indonésias enviaram ao Brasil 3,64 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 61,48 milhões.

A Abicalçados tem monitorado o crescimento das importações de outros dois países asiáticos: Camboja e Mianmar.  Conforme a entidade, entre janeiro e agosto, Camboja foi a origem de 655 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 9,73 milhões, incrementos tanto em volume, de 82,1%, quanto em receita, de 62,6%, em relação ao mesmo intervalo de 2023. Atualmente, o Camboja é a quinta principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Já Mianmar, entre janeiro e agosto, exportou para o Brasil 271,46 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 2,85 milhões, impressionantes aumentos de 168,7% em volume e de 156% em receita em relação ao mesmo intervalo de 2023. Mianmar, conforme ranking da Abicalçados, já é a sétima principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Partes de calçados

Em partes de calçados, considerados cabedais, palmilhas, solados, saltos, etc, as importações dos oito meses somaram US$ 23,72 milhões, 26,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 532 Visualizações
Cultura

Museu Nacional do Calçado inaugura exposição no Hotel Swan Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Museu Nacional do Calçado (MNC) neste mês de setembro a exposição “Flores e Cores”, no Hotel Swan Novo Hamburgo. Especial para o mês em que se inicia a primavera no Brasil, a mostra apresenta quadros de pintores famosos e calçados que foram selecionados tendo as próprias obras como inspiração. Além disso, há quadros de autoria de Ariadne Decker, junto a dois calçados que foram pintados à mão pela artista, em 2004, para a marca de sapatos Território Nacional.

Desde o início deste ano, o MNC disponibiliza parte de seu acervo para exposições no Swan NH. As mostras são resultado de uma collab estabelecida entre as organizações com o objetivo de resgatar a história do setor coureiro-calçadista e aproximar o museu da comunidade. Além de exposições fixas e ajustáveis que são oferecidas ao longo do ano, o hotel apresenta, nos apartamentos e saídas de elevadores, fotografias de calçados, selecionadas com a curadoria do MNC.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 505 Visualizações
Business

Assintecal realiza missão e mapeia oportunidades na China

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

Uma missão à China será realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) entre os dias 3 e 12 de setembro. Organizada por meio do Brazilian Materials, programa de apoio à internacionalização do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a iniciativa tem, segundo a Assintecal, o objetivo de “transformar uma dor de cabeça” em insights pela maior competitividade da indústria nacional.

O gestor de Mercado Internacional da entidade, Luiz Ribas Júnior, avalia que a China, apesar de, em muitos casos, ser vista como uma concorrente desleal, tem muito a ensinar para a cadeia produtiva do calçado brasileiro. “Evidentemente, não são todas as empresas chinesas que praticam concorrência predatória. Pelo contrário, é um mercado que vem se desenvolvendo muito em termos de tecnologia e respeito às melhores práticas de ESG. Temos muito a aprender com a maior produtora de calçados do mundo, que somente no ano passado produziu mais de 13 bilhões de pares, dos quais exportou mais de 9 bilhões”, afirma Júnior, ressaltando que as produtoras locais, antes conhecidas apenas por produtos de menor valor agregado, tem produzido cada vez mais calçados com diferenciais de qualidade, inovação e sustentabilidade para abastecimento de mercados mais sofisticados.

Feira

Durante a missão, os empresários visitarão uma das maiores feiras internacionais de couros e componentes, a All China Leather Exhibition (ACLE), que acontece em Xangai entre os dias 3 e 5 de setembro. Organizada pela China Leather Industry Association (CLIA) e pela APLF Limited, a ACLE é conhecida como o evento de destaque para empresas internacionais que buscam oportunidades no vasto mercado chinês.

Desde sua criação, em 1998, a ACLE já recebeu centenas de milhares de compradores das principais províncias de curtumes e manufatura de artigos de couro/calçados da China continental. “A ACLE é um evento anual de sourcing para marcas de calçados e compradores de materiais para calçados esportivos, oferecendo materiais como cabedais, solas, malhas, flyknit, suprimentos e máquinas para calçados”, destaca Júnior.

A mostra, que conta com 1,2 mil expositores de 28 países, tem seis participantes brasileiras apoiadas pelo Brazilian Materials: Tanac, Noko, Química Carioca, Seta, SystemHaus e Corium. Na visita, o consultor da Assintecal, Marnei Carminatti, estará à disposição para auxiliar empresários da missão na orientação de tendências, moda e mercado.

Imersão no mercado

Estão previstas também visitas à Nike House Innovation, Peak, Anta, entes públicos, Xin Hao Pan Shoe Materials Market, XDD Footwear Co, Xinruizhou Tecnologias de Corte, New Belle Group, Emma Technology Group, Qi Sheng Shoe, Consulado Geral do Brasil em Xangai, Huafon Microfiber, entre outros grupos. O ambiente de negócios na China, a relação comercial bilateral, formas de garantir uma maior integração, expansão global das marcas, oportunidades de negócios, tendências de mercado e moda, novas tecnologias, sustentabilidade em materiais, automação e outros temas estarão em pauta.

Participam da Missão à China, com o apoio do Brazilian Materials, diretores da Bertex, Chronos, Cofrag, Cofratec, Cotton Shoes, Crespi do Brasil, FCC, Killing, Martêxtil, Metalização Igrejinha e Sugar Shoes.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 458 Visualizações
Business

Assintecal teve 15 estandes na Febrac, em Minas Gerais

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

Em uma parceria com o Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana (Sindinova), a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) contou com 15 estandes em um espaço coletivo na 14ª Feira de Máquinas e Componentes para Calçados (Febrac), que aconteceu em Nova Serrana-MG entre os dias 27 e 29 de agosto. O evento reuniu mais de 100 empresas, a maior parte do polo mineiro, mas também de outras partes do Brasil.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, que esteve no evento, ressalta que essa foi a maior edição da história da Febrac, o que confirma as boas expectativas do mercado de calçados, que no Brasil deve crescer mais de 2% ao longo de 2024. Atualmente, Minas Gerais é a quarta maior produtora de calçados do Brasil, produzindo, anualmente, cerca de 130 milhões de pares. “As empresas estão com uma demanda importante e para atender precisam atualizar maquinários e aumentar a compra de materiais. O sucesso da feira comprovou esse momento de crescimento, com uma empresa realizando mais de R$ 200 mil em negócios em um único dia”, destaca a executiva. Segundo Silvana, a parceria com o Sindinova, um dos mais importantes sindicatos industriais do país, é fundamental para o fortalecimento do polo mineiro.

Participaram da Febrac, no estande coletivo da Assintecal, as empresas JR Soluções, Fivelaço, Usitec, Artecola, OTB, BIQ, Focal Têxtil, Elastonordeste, Simple Eco, Peter Chemical, FX Máquinas, EVA Plus e Filastic.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 437 Visualizações
Projetos especiais

Indústria paulista inova e lança calçado infantil com brinquedo surpresa

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

A empresa paulista Kidy Calçados lançou no dia 27 de agosto para lojistas brasileiros e importadores a linha ‘Kidy Surpresa’, que possui 12 modelos de calçados infantis com mais de 40 variações de cores para meninos e meninas. A novidade do produto lançado pela fabricante de produtos infantis de Birigui-SP é que ele vem acompanhado por 14 opções de brinquedos-surpresa.

A linha, inédita no Brasil, segue a estratégia da empresa de transformar o calçado em brinquedo, alimentando o ambiente lúdico para uma infância saudável e divertida. O gerente de Marketing da Kidy, João Gava, conta que o calçado vem cuidadosamente embalado em uma caixa que, além do produto, terá um brinquedo. A numeração disponível vai do 22 ao 32. “A Kidy, mais uma vez, inova no mercado de calçados infantis, agora em acordo com a febre das caixinhas surpresas que têm feito a cabeça da garotada”, afirma Gava.

Dia das Crianças

A previsão da Kidy Calçados é de que a linha esteja disponível nas lojas a partir de outubro, a tempo do Dia das Crianças, uma das datas mais rentáveis para a empresa. “A meta é, até o final do ano, comercializar mais de 150 mil pares do Kidy Surpresa, sendo que a produção irá funcionar de acordo com a demanda. A nossa expectativa é bastante positiva, pois, além do Dia das Crianças, teremos o Natal, principal data para vendas de brinquedos”, projeta Gava.

Com modelos a partir de R$ 99, o calçado se destaca pela união entre qualidade, ludicidade e preço competitivo. “O nosso objetivo foi criar um produto 2 em 1, com calçado e brinquedo pelo preço do calçado”, destaca o gerente. Todos os calçados da linha serão produzidos com materiais de qualidade, performance e conforto certificados pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC).

A Kidy

Com produção de mais de 3,5 milhões de pares de calçados infantis por ano, a Kidy Calçados tem plantas produtivas em Birigui e em Três Lagoas-MS, nas quais emprega, diretamente, aproximadamente 2 mil pessoas. Atualmente, 15% da produção é exportada para mais 50 países, sendo os principais destinos países da América Latina.

A Kidy é uma das primeiras indústrias a receber o Selo de Indicação de Procedência (IP) do Calçado Infantil do Sindicato das Indústrias do Calçado e Vestuário de Birigui (Sinbi). O IP atesta que a empresa certificada segue criteriosos padrões de conformidade, aderindo às melhores práticas industriais desde a escolha das matérias-primas até o uso de tecnologia de ponta, tudo isso aliado ao compromisso com a sustentabilidade, valorização de seus recursos humanos e ao estrito cumprimento da legalidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 598 Visualizações
Projetos especiais

Certificação Origem Sustentável alcança 100 empresas participantes

Por Jonathan da Silva 26/08/2024
Por Jonathan da Silva

Única certificação de ESG e sustentabilidade para a cadeia produtiva do calçado no mundo, a Origem Sustentável chegou a 100 empresas participantes, com 80 já certificadas e 20 em processo de preparação. O reconhecimento abrange empreendimentos que representam cerca de 50% da produção nacional de calçados, de mais de 870 milhões de pares. A certificação foi criada por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal).

O gerente de marketing e estratégia da Abicalçados, Cristian Schlindwein, destaca que as indústrias de calçado brasileiras estão amadurecendo o tema ESG com estratégias e implementação de práticas. A fala é corroborada com dados que constam no capítulo de ESG do Relatório Setorial Indústria de Calçados 2024, produzido pela entidade, que aponta que 88% das empresas do setor realizam a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos industriais, que são reutilizados, reciclados ou coprocessados. Além disso, a pesquisa traz outros dados relevantes para ilustrar o aumento das práticas de sustentabilidade na atividade: 68% das empresas do setor realizam verificação periódica de seus fornecedores quanto à conformidade legal, ambiental e social; 74% das empresas executam controle de substâncias restritas; 67% das empresas utilizam energia 100% renovável, seja adquirida via Mercado Livre de Energia ou por meio de autogeração; 59% das empresas possuem ao menos uma linha de produtos sustentáveis; entre outros dados.

Segundo Schlindwein, o avanço das práticas de ESG no setor é impulsionado por um movimento de conscientização do consumidor brasileiro e mundial, que vem cobrando medidas de sustentabilidade não somente ambiental, mas também social das marcas. Uma recente pesquisa do McKinsey aponta que 38% dos consumidores do mundo já trocaram sua marca favorita por outra devido a questões relativas ao tema. “A sustentabilidade é um caminho sem volta para a indústria que quer se manter competitiva em um cenário instável e de grande concorrência, muitas vezes predatória”, destaca o gerente.

Competitividade

Dentro do tema da chamada ‘concorrência desleal’, com destaque sempre para os players asiáticos, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que a Origem Sustentável é uma ferramenta a mais para a competitividade. “Em um mercado cada vez mais concorrido, em especial com as produtoras asiáticas, a divulgação de ações em acordo com os direitos humanos e com a preservação ambiental se tornaram uma ferramenta de competitividade. Os três maiores players asiáticos, China, Vietnã e Indonésia, por exemplo, não ratificaram convenções importantes relacionadas a jornadas de trabalho, salários ou políticas sociais. Nós precisamos divulgar que somos o país com a indústria de calçados mais sustentável do planeta. O consumidor mundial precisa saber disso”, enfatiza Ferreira.

Origem Sustentável

A certificação foi criada pelas entidades para reconhecer tanto empresas produtoras de calçados quanto suas fornecedoras de materiais e insumos. O Origem Sustentável é baseado nas melhores práticas internacionais da área, seguindo diretrizes  em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias dentro da certificação são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes, como Senais, SGS, ABNT, Intertek e Bureau Veritas. Mais detalhes podem ser obtidos no site origemsustentavel.org.br.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2024 0 Comentários 624 Visualizações
Business

Feira peruana deve gerar R$ 5,5 milhões para empresas brasileiras

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

Cerca de R$ 5,5 milhões (US$ 1,1 milhão) devem ser gerados para empresas brasileiras que participaram da feira peruana Expo Detalles, realizada de 7 a 9 de agosto em Lima com expositores de 22 países. A participação do Brasil foi promovida pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O valor esperado contabiliza negócios feitos diretamente no feira calçadista, que totalizam R$ 825 mil (US$ 150 mil) para 15 marcas nacionais, além dos encaminhados durante o evento.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que a feira foi bastante positiva para os brasileiros, que receberam grande visitação não apenas de compradores locais, mas também de outras diversas partes da América Latina. “Foram contabilizados 230 contatos, a maior parte deles inéditos. As feiras do continente, como um todo, vem crescendo de importância para empresas que buscam expandir suas exportações sem necessitar grandes investimentos”, comenta Ribas Júnior. De acordo com o dirigente, os mercados locais buscam, sobretudo, novidades que unem preço competitivo e atributos de sustentabilidade, característica cada vez mais demandada nos mercados latino-americanos.

Participaram da Expo Detalles as empresas Biatex, Fibertex, Usicon, Usitec, Tecmec, Orisol, WS Metais, Primus Têxtil, Artecola, Rodamatrizes, Quimicolla, Maquetec, KSD Metais, Plastiuzzi e GP Matrizes.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 601 Visualizações
Business

Feira norte-americana de calçados deve gerar R$ 21 milhões a marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de R$ 21 milhões (US$ 3,88 milhões) devem ser gerados para 27 marcas brasileiras que participaram da feira Atlanta Shoe Market, que aconteceu entre os dias 10 e 12 de agosto, em Atlanta, nos Estados Unidos. A participação das empresas do Brasil foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Os resultados do desempenho estão em relatório do programa e somam negócios efetivados no local e encaminhados para os próximos meses.

A representante da área de negócios da Abicalçados, Carla Giordani, destaca que foram cerca de 200 contatos com compradores dos Estados Unidos e países da América Latina, sendo quase 100 deles inéditos para as marcas brasileiras. Já na feira, foram comercializados mais de 34 mil pares de calçados, número que salta para 264 mil pares se somados os negócios que ficaram alinhavados para um futuro próximo. “Tivemos o recorde de participação de marcas brasileiras apoiadas pelo programa, além de resultados 20% superiores aos registrados na feira do ano passado”, pontua Carla.

Participando pela primeira vez da Atlanta Shoe Market, a Ramarim se mostra satisfeita com os resultados alcançados. “A experiência superou as nossas expectativas. É uma feira diferente das que estamos acostumados, com foco maior no lojista. Tivemos novos e importantes contatos”, avalia a gerente de exportação da empresa, Tatiana Müller.

A coordenadora comercial da Cocco Miami, Paula Gerhand, ressalta que, apesar de uma visitação menos expressiva do que em outras edições, os compradores estavam focados em negócios. “Fechamos negócios importantes, entre eles com novos clientes de Michigan e Nova Orleans, além de receber tradicionais parceiros do mercado dos Estados Unidos”, aponta Paula.

Participaram da Atlanta Shoe Market as marcas Arezzo, Schutz, Beira Rio, Moleca, Vizzano, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Bottero, Itapuã, New Face, Pegada, Ramarim, Comfortflex, Vicenza, Cartago, Ipanema, Melissa, Mini Melissa, Levecomfort, Leveterapia, West Coast, Piccadilly, Usaflex e Cocco Miami.

Próximos eventos

A Atlanta Shoe Market fez parte de um circuito de feiras calçadistas nos Estados Unidos. A próxima parada para as marcas brasileiras será a Magic Las Vegas, entre os dias 19 e 21 de agosto. As marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participam da feira apoiadas pelo Brazilian Footwear. Encerrando o circuito de mostras, Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport e Carrano participam da Magic NY entre os dias 22 e 24 de setembro, também apoiadas pelo programa.

Mercado dos Estados Unidos

O mercado estadunidense consome, anualmente, mais de 2,6 bilhões de pares de calçados, quase todos frutos de importações. Atualmente, os Estados Unidos são o principal mercado internacional para o calçado brasileiro. Entre janeiro e julho, foram embarcados para lá 5,97 milhões de pares de calçados do Brasil, que geraram US$ 125,96 milhões de receita.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 511 Visualizações
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