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calçado

Projetos especiais

Empresa de calçados Kidy lança plataforma digital de educação infantil

Por Jonathan da Silva 25/11/2024
Por Jonathan da Silva

A fabricante de calçados Kidy, de Birigui-SP, anunciou o lançamento da Edukidy, uma plataforma digital voltada à educação infantil, desenvolvida em parceria com a empresa Netbil. A iniciativa busca oferecer conteúdos educativos e interativos para crianças, que poderão acessar mais de 100 jogos e atividades após a compra de calçados da marca.

De acordo com o gestor nacional de vendas da Kidy, Rafael Menezes, o projeto está alinhado ao propósito da empresa, que inclui educação, saúde e conforto como pilares. “Não se tratam de joguinhos apenas lúdicos, mas que trazem mensagens importantes de educação e conscientização para as crianças”, afirma Menezes.

O CEO da Netbil, Tiago Cruz, ressalta a preocupação em proporcionar conteúdo de qualidade. “Queremos ajudar os pais a responder uma questão: o que nossos filhos estão fazendo no smartphone e quanto tempo gastam na web sem aprender?”, explica Cruz. O CEO destaca também que os personagens da plataforma foram escolhidos para apresentar diversidade às crianças.

Tempo de tela e acesso

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que dispositivos eletrônicos sejam usados por crianças a partir de dois anos, com acompanhamento de responsáveis e por até uma hora diária. A orientação é que os conteúdos sejam educativos, diretriz que a Edukidy busca seguir.

Para acessar a plataforma, o responsável deve registrar um código token encontrado na embalagem do calçado no site oficial, em edukidy.com.br. O acesso aos conteúdos será liberado por 12 meses, sem custos adicionais.

Tecnologia nos produtos

Além da plataforma, a Kidy investe em tecnologia nos calçados, como a linha Equilíbrio, que reduz quedas em até 30%, e a linha Surpresa, que acompanha brinquedos. A empresa possui 11 tecnologias exclusivas certificadas pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro e do Calçado (IBTeC).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/11/2024 0 Comentários 468 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de calçados até outubro caem 17,8%

Por Jonathan da Silva 18/11/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de calçados registraram uma queda de 17,8% em receita e 20,7% em volume nos primeiros dez meses de 2024, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Entre janeiro e outubro, foram exportados 81,2 milhões de pares, gerando US$ 827,73 milhões. No mês de outubro, os embarques somaram 9,56 milhões de pares, com receita de US$ 91,43 milhões, quedas de 19% em volume e 8,6% em receita em comparação com o mesmo mês do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, atribui o desempenho negativo às dificuldades nos mercados dos Estados Unidos e Argentina, principais destinos dos calçados brasileiros. “Devemos encerrar o ano com queda entre 15% e 20% nas exportações em volume. Para 2025, estimamos um crescimento modesto de até 0,5% ou queda de até 2%, diante de uma base de comparação já fraca”, afirmou Ferreira.

Destinos das exportações

Os Estados Unidos permanecem como principal mercado para os calçados brasileiros, com 8,32 milhões de pares exportados entre janeiro e outubro, gerando US$ 179,9 milhões. Esses números representam quedas de 3,5% em volume e 5,9% em receita em comparação ao mesmo período de 2023.

A Argentina aparece como segundo maior destino, com 10,74 milhões de pares e US$ 177,5 milhões em receita, quedas de 16,7% e 12,5%, respectivamente. No entanto, em outubro, houve aumento de 57% no volume e 32,3% na receita. “Apesar da leve melhora na economia interna, o mercado argentino segue instável, com avanço do calçado asiático”, avaliou Ferreira.

O Paraguai ocupa a terceira posição, com 6,9 milhões de pares e receita de US$ 36,8 milhões entre janeiro e outubro, quedas de 21,6% em volume e 12,7% em receita.

Origens das exportações

O Rio Grande do Sul lidera as exportações de calçados, com 27 milhões de pares enviados entre janeiro e outubro, gerando US$ 410 milhões. O estado registrou quedas de 11,2% em volume e 12,2% em receita. Ceará e São Paulo aparecem na sequência, com 25 milhões e 4,94 milhões de pares exportados, respectivamente, ambos também registrando quedas significativas.

Importações em alta

Contrariando o movimento das exportações, as importações de calçados cresceram 21% em volume e 3,7% em receita entre janeiro e outubro, totalizando 29,8 milhões de pares e US$ 391,74 milhões. Os principais fornecedores continuam sendo Vietnã, China e Indonésia.

As importações de produtos vietnamitas somaram 9,98 milhões de pares e US$ 185,33 milhões, alta de 21,2% em volume e 0,4% em receita. Da Indonésia, vieram 5,44 milhões de pares, gerando US$ 87,94 milhões, incrementos de 53,5% e 23,6%, respectivamente.

Em partes de calçados, como solados e palmilhas, as importações cresceram 27,5%, atingindo US$ 30,28 milhões no acumulado do ano. As principais origens desses itens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2024 0 Comentários 272 Visualizações
Variedades

Conexão Origem Sustentável debate práticas de ESG na cadeia do calçado

Por Jonathan da Silva 07/10/2024
Por Jonathan da Silva

A primeira edição do Conexão Origem Sustentável, evento organizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), será realizada no dia 15 de outubro no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara. O evento tem como objetivo debater práticas de ESG (ambiental, social e de governança) na cadeia produtiva do calçado, incorporando ações sustentáveis como reutilização de materiais e neutralização das emissões de carbono.

O gerente de Marketing e Estratégia da Abicalçados, Cristian Schlindwein, afirmou que o evento busca não apenas promover discussões relevantes para o setor, mas também adotar práticas sustentáveis na sua execução. “O Conexão Origem Sustentável assume o compromisso de ser referência em eventos com práticas sustentáveis, conduzindo de forma limpa e com o menor impacto possível”, declarou Schlindwein.

Uma das principais iniciativas do evento será a neutralização das emissões de carbono. Segundo o gerente, o mapeamento das emissões será realizado em parceria com a empresa Ecovalor, que fará o inventário das fontes de CO2 e adquirirá créditos de carbono certificados pela ONU para compensar o impacto ambiental. O diretor comercial da Ecovalor, Othavio Laube, explicou que as emissões estimadas para um evento desse porte variam entre 300 e 400 toneladas de CO2. “Realizamos o inventário em três escopos: emissão interna, levantando toda a geração de resíduos, energia elétrica utilizada e deslocamento dos participantes. Após esse levantamento, iremos adquirir créditos certificados pela ONU para neutralização completa das emissões”, comentou Laube.

Além da neutralização de carbono, o evento vai promover o reuso e reciclagem de materiais utilizados na organização. A separação de resíduos será incentivada entre os participantes para conscientizar sobre a importância da gestão de lixo. No campo dos negócios, o evento contará com uma exposição de materiais sustentáveis e inovadores, com curadoria da consultora do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Julia Webber. A exposição visa fomentar práticas eco-responsáveis no setor calçadista.

O evento também terá uma ação social com arrecadação de alimentos para a Horta Comunitária Joanna de Ângelis, que atende famílias carentes de Novo Hamburgo. O presidente da entidade, Gilmar Dalla Roza, destacou a importância da iniciativa, especialmente após as enchentes que afetaram a região em maio, quando a horta precisou utilizar grande parte de seus estoques para ajudar as famílias atingidas.

O Conexão Origem Sustentável oferecerá palestras sobre práticas ESG em diferentes setores econômicos. Os ingressos são gratuitos para empresas certificadas ou em processo de certificação pelo programa Origem Sustentável, com preços a partir de R$ 75 para outras empresas associadas e R$ 150 para o público geral.

Programação de palestras

  • 13h30min – Credenciamento
  • 14h – Abertura oficial
  • 14h10min – Palestra Panorama do ESG para o mercado e consumo, com Mosaiclab | Ricardo Duarte Contrera
  • 14h50min – Palestra Tramontina: Liderança e Ação para um futuro sustentável | Lizandra Rostellato Marin
  • 15h30min – Palestra Fruki: Compromisso sustentável | Fabíola Eggers e Elias Neto
  • 16h10min – Palestra Suzano: Sustentabilidade e cadeia de valor – desafios e oportunidades | Francisco Rollo
  • 16h50min – Palestra C&A: Agilidade, modernização no mercado e monitoramento da cadeia de fornecedores | Kelly M. Braz
  • 17h30min – Painel Sustentabilidade como Diferencial Competitivo | com empresas certificadas nível Diamante pelo Origem Sustentável: Grendene (Carlos André Carvalho), Box Print (Marco Schmitt), Cipatex (William Marcelo Nicolau), Ambiente Verde (Alberto Luiz Wanner) e S2 Holding (Thomas Simon).
  • 18h10min – Coquetel de networking
  • 20h – Encerramento do evento
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2024 0 Comentários 515 Visualizações
Business

Calçadista Kidy está entre as melhores do Brasil em premiação do Lide

Por Jonathan da Silva 30/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Kidy Calçados, empresa de Birigui-SP, está concorrendo em cinco categorias no Prêmio Líderes Regionais 2024, promovido pelo Lide Noroeste Paulista. A votação para o prêmio está aberta até 6 de outubro, com a cerimônia de premiação marcada para 5 de novembro, em São José do Rio Preto-SP. A empresa calçadista disputa nas categorias Indústria, Inovação, Melhor Empresa, Práticas Sustentáveis e com a indicação de seu cofundador e diretor, Ricardo Gracia, como Empresário do Ano.

Gracia destacou a importância da indicação em diversas categorias, afirmando que ela reflete o compromisso da Kidy em unir negócios ao bem-estar infantil e práticas sustentáveis. “Nossa indicação em cinco categorias aponta que estamos trilhando o caminho certo, aliando negócios com bem-estar e saúde dos pequenos, sempre prezando pela integração com a comunidade e a adoção de práticas sustentáveis de produção”, enfatiza o empresário.

A Kidy, que já produziu mais de 54 milhões de pares de calçados infantis, prevê um crescimento de 15% no faturamento em 2024, com foco no aumento da produtividade e reposicionamento de custos e preços. Gracia também comentou que a empresa planeja fortalecer sua presença internacional em países do Oriente Médio e Europa em 2025.

O Prêmio Líderes Regionais é um dos principais reconhecimentos empresariais do Noroeste Paulista. A escolha dos vencedores é realizada em três etapas: uma fase de indicações por líderes locais, seguida de votação popular e, finalmente, a escolha pelos membros dos Comitês de Gestão do Lide. São 13 categorias no total, incluindo Indústria, Inovação, Práticas Sustentáveis, Empresário do Ano e Empresa do Ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2024 0 Comentários 507 Visualizações
Business

Abicalçados se posiciona contra possível elevação da taxa de juros

Por Jonathan da Silva 16/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comunicou ter posição contrária à possibilidade de elevação da taxa básica de juros Selic nas próximas reuniões do Banco Central, que acontecem nos dias 17 e 18 de setembro. De acordo com a entidade, a o aumento traria impactos à sustentação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fragilizando a possibilidade de incrementos mais robustos ao desestimular investimentos e a demanda.

A nota da entidade afirma que “o Brasil detém, atualmente, uma das maiores taxas reais de juros do mundo, associada a uma política monetária contracionista iniciada há mais de dois anos, motivada por um cenário internacional adverso e inflação crescente”. Com a taxa Selic em 10,5% desde maio de 2024, a taxa real de juros situa-se em torno de 6,4%, patamar acima da taxa natural de juros, taxa de juros de equilíbrio, estimada pelo próprio Banco Central em 4,75%. “A elevação da taxa básica de juros trará impactos à sustentação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fragilizando a possibilidade de crescimentos mais robustos ao desestimular investimentos e a demanda que, puxada pela despesa de consumo das famílias, tem contribuído positivamente para o crescimento da economia brasileira ao longo de 2024”, continua o comunicado da Abicalçados.

A publicação da entidade calçadista avalia ainda que “o elevado patamar da taxa de juros tende a conter a demanda agregada, interrompendo o crescimento sustentado da atividade econômica no País e desestimulando os investimentos, sendo nocivo à competitividade da indústria nacional no contexto global”. Segundo a Abicalçados, no cenário internacional há um movimento de redução da taxa básica de juros em diversos países. O Banco Central Europeu, em junho, reduziu em 0,25% a taxa básica de juros, passando-a para 3,75%. Com a desaceleração da inflação acumulada em 12 meses nos Estados Unidos, há também perspectivas de que o Federal Reserve (FED) reduza a taxa de juros estadunidense na próxima semana. “Estes movimentos possibilitam cortes na Selic sem que haja redução do diferencial de juros do Brasil frente a estas economias”, diz a nota.

Ainda conforme o comunicado, há indícios de desaceleração da inflação no Brasil, visto que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou, em agosto, a primeira deflação em 14 meses, registrando queda de 0,02% no nível geral de preços. “A Abicalçados reconhece que é necessária cautela na condução da política monetária do País. Contudo, em vista do cenário atual, não vislumbra a necessidade de elevação da taxa básica de juros e manifesta sua preocupação quanto à pressão para que ocorra um aumento da Selic na próxima reunião do Banco Central”, conclui a nota.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2024 0 Comentários 361 Visualizações
Business

Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços atende pleito calçadista

Por Jonathan da Silva 13/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Diário Oficial da União do dia 12 de setembro apresentou o Decreto 12.175, que regulamenta e define as 23 atividades econômicas do setor industrial que serão beneficiadas na primeira etapa do programa de depreciação acelerada do Governo Federal. Dentre elas, está o setor industrial calçadista, que teve seu pleito atendido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Conforme a coordenadora da Assessoria Jurídica da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Suély Mühl, em julho deste ano a entidade enviou pleito ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, sobre o tema. “A indústria calçadista tem como característica uma produção tradicionalmente intensiva em mão de obra, com o uso de máquinas, equipamentos e aparelhos, portanto seu fortalecimento com o auxílio da depreciação acelerada contribui para a geração de empregos e para o desenvolvimento econômico, industrial, ambiental e social do País”, comenta Suély.

Segundo a coordenadora, o mecanismo alinha-se ao disposto nos artigos 11 e 12 da Lei n.º 14.871/24, permitindo às empresas que dilatem o seu fluxo de caixa e reduzam os impactos com investimentos em equipamentos nos primeiros anos a partir de novas aquisições. Suély explica que o decreto estabelece um sistema de cotas. Para a preparação de couros e fabricação de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados, o limite máximo de renúncia tributária anual autorizado é de R$ 18.746.605,06 por atividade econômica (CNAE 15).

Exigências

Conforme o projeto, o MDIC poderá exigir dos beneficiários obrigações relacionadas à promoção da indústria nacional, à sustentabilidade e à agregação de valor no país. “A indústria calçadista brasileira, por ser a mais sustentável do mundo e transformar materiais de base em produtos de valor agregado, está plenamente em consonância com as exigências”, destaca a advogada, ressaltando que a cadeia produtiva do calçado possui a única certificação de práticas ESG do mundo, o Origem Sustentável.

Também coube ao MDIC, em portaria conjunta com o Ministério da Fazenda, relacionar as máquinas, os equipamentos, os aparelhos e os instrumentos que podem ser objeto do benefício.

O que é

Depreciação acelerada é um mecanismo que funciona como antecipação de receita para as empresas. Toda vez que adquire um bem de capital, o empresário pode abater seu valor nas declarações futuras de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e de Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). Em condições normais, esse desconto é feito em até 20 anos, conforme o bem vai se depreciando Com a depreciação acelerada, o abatimento poderá ser feito em duas etapas – 50% no primeiro ano e 50% no segundo.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2024 0 Comentários 342 Visualizações
Variedades

Inspiramais volta a Porto Alegre e anuncia edição também em São Paulo

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

A partir de 2025, o Inspiramais, principal salão lançador de materiais para as indústrias de calçados, vestuário, móveis, tapeçarias e bijuterias, terá edições em Porto Alegre e em São Paulo. As datas para a realização em ambas as cidades já têm inclusive data confirmada: o primeiro evento acontece nos dias 21 e 22 de janeiro, no Centro de Eventos da Fiergs, na capital gaúcha; e o segundo acontece nos dias 15 e 16 de julho, no Centro de Eventos Pro Magno, na capital paulista.

Abordando a temática ‘Burnout’, que embasa a pesquisa que será materializada em mais de mil produtos que serão apresentados no espaço Conexão Inspiramais, o salão deve contar com mais de 150 expositores de todos os principais polos produtivos brasileiros em cada uma das edições.

Retorno a Porto Alegre e edição paulista

Na sua 30ª edição, em função das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em maio deste ano, em especial a região metropolitana de Porto Alegre, o Inspiramais ocorreu em duas oportunidades, em Taquarae em São Paulo. A ida de uma edição para a capital paulista, em definitivo, reflete o dinamismo da moda. “Moda é comportamento e exige uma mudança contínua , por isso estamos muito felizes de realizar uma edição em Porto Alegre e uma em São Paulo, contemplando toda a diversidade da indústria do setor”, destaca a superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly.

Segundo Silvana, na edição da capital gaúcha a abrangência do salão será ampliada com duas novidades. A primeira delas é a exposição de materiais para o setor automotivo, inclusive com uma parceria com a influencer Nicole Malagueta, que levará seu Fusca estilizado e reformado com alguns materiais que estarão no Inspiramais, mostrando a transversalidade do segmento de materiais. A outra é novidade a participação do movimento Open Design, que trará ao salão 20 expositores. “Também retomaremos as rodadas de negócios entre fabricantes de bolsas e expositores de materiais”, adianta a superintendente.

O salão

Promovido pela Assintecal em parceria com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel), o Inspiramais tem a realização do Brazilian Materials e a parceria do Sebrae Nacional. Mais detalhes podem ser obtidos no site inspiramais.com.br.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 437 Visualizações
Business

Saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro cai 30% até agosto

Por Jonathan da Silva 10/09/2024
Por Jonathan da Silva

O saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro encarou uma queda de 30% entre janeiro e agosto, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). As exportações somaram 63,87 milhões de pares e US$ 654,78 milhões, quedas tanto em volume, de 22,4%, quanto em receita, de 20,4%, em relação ao mesmo período do ano passado. O cenário é o inverso nas importações de calçados, que no mesmo intervalo somaram 23,94 milhões de pares e US$ 300,44 milhões, aumento de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita no comparativo com momento equivalente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca a queda no volume exportado para a Argentina, de 30,8%, que é o segundo principal destino do calçado brasileiro no exterior, e vem puxando as exportações brasileiras de calçados para baixo. “Estamos vivendo um período de baixo consumo internacional. E este consumo menor vem sendo absorvido pelos produtores asiáticos, em especial da China, que depois das rígidas políticas para contenção da Covid-19 voltou ao mercado de forma bastante agressiva”, explica o dirigente.

Principais destinos

Principal destino internacional do calçado brasileiro, os Estados Unidos importaram, entre janeiro e agosto, 6,95 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 147,62 milhões. Os resultados quedas tanto em volume, de 5,3%, quanto em receita, de 8,3%, em relação ao mesmo período de 2023. No segundo posto ainda aparece a Argentina, que nos primeiros oito meses de 2023 importou 6,8 milhões de pares brasileiros por US$ 128,7 milhões, baixas significativas tanto em volume, de 36,7%, quanto em receita, de 23,4%, em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Ultrapassando a França no terceiro lugar ranking de destinos apareceu o Paraguai. Entre janeiro e agosto, partiram rumo ao país vizinho 5,47 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 28,2 milhões, ainda assim quedas tanto em volume, de 19,2%, quanto em receita, de 12,8%, em relação ao intervalo correspondente de 2023.

RS, maior exportador de calçados

Respondendo por mais de 50% de todo o valor gerado com as exportações de calçados no Brasil, o Rio Grande do Sul segue sendo o principal player internacional do setor no país. Entre janeiro e agosto, partiram das fábricas gaúchas 21,24 milhões de pares por US$ 328,14 milhões, quedas de 13,8% e de 13,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. Na sequência do Rio Grande do Sul apareceram como principais exportadores brasileiros de calçados os estados do Ceará (19,67 milhões de pares e US$ 134,44 milhões, quedas de 21% e de 27,3%, respectivamente, ante 2023) e São Paulo (3,74 milhões de pares e US$ 57,5 milhões, quedas de 29,9% e de 25,3%).

Ásia puxa aumento das importações de calçados

Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 23,94 milhões de pares por US$ 300,44 milhões, elevação de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita em relação ao mesmo período do ano passado. Respondendo por cerca de 90% dos calçados que entram no Brasil, os países asiáticos seguem puxando as importações para cima.

A China é a principal origem do volume importado. Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 7,75 milhões de pares chineses por US$ 27,32 milhões, quedas de 4,7% e de 24,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2023. O preço médio do calçado foi de US$ 3,50 por par.

A segunda origem dos calçados importados em 2024 foi o Vietnã, de onde partiram rumo ao Brasil 7,68 milhões de pares por US$ 141,9 milhões, incremento de 11,2% em volume e queda de 8,2% em receita no comparativo com os oito primeiros meses do ano passado.

Com crescimentos de 21,6% em pares e 3,1% em receita em relação ao ano passado, a Indonésia foi a terceira principal origem do calçado importado. No período, as empresas indonésias enviaram ao Brasil 3,64 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 61,48 milhões.

A Abicalçados tem monitorado o crescimento das importações de outros dois países asiáticos: Camboja e Mianmar.  Conforme a entidade, entre janeiro e agosto, Camboja foi a origem de 655 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 9,73 milhões, incrementos tanto em volume, de 82,1%, quanto em receita, de 62,6%, em relação ao mesmo intervalo de 2023. Atualmente, o Camboja é a quinta principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Já Mianmar, entre janeiro e agosto, exportou para o Brasil 271,46 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 2,85 milhões, impressionantes aumentos de 168,7% em volume e de 156% em receita em relação ao mesmo intervalo de 2023. Mianmar, conforme ranking da Abicalçados, já é a sétima principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Partes de calçados

Em partes de calçados, considerados cabedais, palmilhas, solados, saltos, etc, as importações dos oito meses somaram US$ 23,72 milhões, 26,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 428 Visualizações
Cultura

Museu Nacional do Calçado inaugura exposição no Hotel Swan Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Museu Nacional do Calçado (MNC) neste mês de setembro a exposição “Flores e Cores”, no Hotel Swan Novo Hamburgo. Especial para o mês em que se inicia a primavera no Brasil, a mostra apresenta quadros de pintores famosos e calçados que foram selecionados tendo as próprias obras como inspiração. Além disso, há quadros de autoria de Ariadne Decker, junto a dois calçados que foram pintados à mão pela artista, em 2004, para a marca de sapatos Território Nacional.

Desde o início deste ano, o MNC disponibiliza parte de seu acervo para exposições no Swan NH. As mostras são resultado de uma collab estabelecida entre as organizações com o objetivo de resgatar a história do setor coureiro-calçadista e aproximar o museu da comunidade. Além de exposições fixas e ajustáveis que são oferecidas ao longo do ano, o hotel apresenta, nos apartamentos e saídas de elevadores, fotografias de calçados, selecionadas com a curadoria do MNC.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 398 Visualizações
Business

Assintecal realiza missão e mapeia oportunidades na China

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

Uma missão à China será realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) entre os dias 3 e 12 de setembro. Organizada por meio do Brazilian Materials, programa de apoio à internacionalização do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a iniciativa tem, segundo a Assintecal, o objetivo de “transformar uma dor de cabeça” em insights pela maior competitividade da indústria nacional.

O gestor de Mercado Internacional da entidade, Luiz Ribas Júnior, avalia que a China, apesar de, em muitos casos, ser vista como uma concorrente desleal, tem muito a ensinar para a cadeia produtiva do calçado brasileiro. “Evidentemente, não são todas as empresas chinesas que praticam concorrência predatória. Pelo contrário, é um mercado que vem se desenvolvendo muito em termos de tecnologia e respeito às melhores práticas de ESG. Temos muito a aprender com a maior produtora de calçados do mundo, que somente no ano passado produziu mais de 13 bilhões de pares, dos quais exportou mais de 9 bilhões”, afirma Júnior, ressaltando que as produtoras locais, antes conhecidas apenas por produtos de menor valor agregado, tem produzido cada vez mais calçados com diferenciais de qualidade, inovação e sustentabilidade para abastecimento de mercados mais sofisticados.

Feira

Durante a missão, os empresários visitarão uma das maiores feiras internacionais de couros e componentes, a All China Leather Exhibition (ACLE), que acontece em Xangai entre os dias 3 e 5 de setembro. Organizada pela China Leather Industry Association (CLIA) e pela APLF Limited, a ACLE é conhecida como o evento de destaque para empresas internacionais que buscam oportunidades no vasto mercado chinês.

Desde sua criação, em 1998, a ACLE já recebeu centenas de milhares de compradores das principais províncias de curtumes e manufatura de artigos de couro/calçados da China continental. “A ACLE é um evento anual de sourcing para marcas de calçados e compradores de materiais para calçados esportivos, oferecendo materiais como cabedais, solas, malhas, flyknit, suprimentos e máquinas para calçados”, destaca Júnior.

A mostra, que conta com 1,2 mil expositores de 28 países, tem seis participantes brasileiras apoiadas pelo Brazilian Materials: Tanac, Noko, Química Carioca, Seta, SystemHaus e Corium. Na visita, o consultor da Assintecal, Marnei Carminatti, estará à disposição para auxiliar empresários da missão na orientação de tendências, moda e mercado.

Imersão no mercado

Estão previstas também visitas à Nike House Innovation, Peak, Anta, entes públicos, Xin Hao Pan Shoe Materials Market, XDD Footwear Co, Xinruizhou Tecnologias de Corte, New Belle Group, Emma Technology Group, Qi Sheng Shoe, Consulado Geral do Brasil em Xangai, Huafon Microfiber, entre outros grupos. O ambiente de negócios na China, a relação comercial bilateral, formas de garantir uma maior integração, expansão global das marcas, oportunidades de negócios, tendências de mercado e moda, novas tecnologias, sustentabilidade em materiais, automação e outros temas estarão em pauta.

Participam da Missão à China, com o apoio do Brazilian Materials, diretores da Bertex, Chronos, Cofrag, Cofratec, Cotton Shoes, Crespi do Brasil, FCC, Killing, Martêxtil, Metalização Igrejinha e Sugar Shoes.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 368 Visualizações
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