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Business

Feira peruana deve gerar R$ 5,5 milhões para empresas brasileiras

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

Cerca de R$ 5,5 milhões (US$ 1,1 milhão) devem ser gerados para empresas brasileiras que participaram da feira peruana Expo Detalles, realizada de 7 a 9 de agosto em Lima com expositores de 22 países. A participação do Brasil foi promovida pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O valor esperado contabiliza negócios feitos diretamente no feira calçadista, que totalizam R$ 825 mil (US$ 150 mil) para 15 marcas nacionais, além dos encaminhados durante o evento.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que a feira foi bastante positiva para os brasileiros, que receberam grande visitação não apenas de compradores locais, mas também de outras diversas partes da América Latina. “Foram contabilizados 230 contatos, a maior parte deles inéditos. As feiras do continente, como um todo, vem crescendo de importância para empresas que buscam expandir suas exportações sem necessitar grandes investimentos”, comenta Ribas Júnior. De acordo com o dirigente, os mercados locais buscam, sobretudo, novidades que unem preço competitivo e atributos de sustentabilidade, característica cada vez mais demandada nos mercados latino-americanos.

Participaram da Expo Detalles as empresas Biatex, Fibertex, Usicon, Usitec, Tecmec, Orisol, WS Metais, Primus Têxtil, Artecola, Rodamatrizes, Quimicolla, Maquetec, KSD Metais, Plastiuzzi e GP Matrizes.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 533 Visualizações
Ensino

Intercambista finlandês passará semestre na Feevale

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

O universitário finlandês Daniel Joonatan Elazar Gontjarov escolheu a Universidade Feevale para realizar seu intercâmbio de graduação. Acadêmico do curso de Biotecnologia e Engenharia de Alimentos da Häme University of Applied Sciences (Hamk), Gontjarov passará o segundo semestre deste ano na instituição de ensino de Novo Hamburgo, onde participará das disciplinas de Português para Estrangeiros (curso de Pedagogia), Estratégia Organizacional (curso de Administração), Ciências dos Alimentos (curso de Nutrição), Inovação e Empreendedorismo (curso de Engenharia Química) e Práticas Sustentáveis em Nutrição (curso de Nutrição).

O estudante finlandês afirma que sempre teve o objetivo de fazer um intercâmbio na América Latina e que, como já estudou a língua espanhola, poderá ter facilidade com o português. “Conheci alguns estudantes brasileiros de intercâmbio na Finlândia e isso me deixou ainda mais animado para vir para cá. Pelo que vejo, os brasileiros são pessoas muito calorosas e acolhedoras, com bom humor. Espero aprender português, viajar, fazer bons amigos e criar boas lembranças aqui no Brasil”, destaca Gontjarov.

Foto: Laura Schommer/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 531 Visualizações
Business

Feira norte-americana de calçados deve gerar R$ 21 milhões a marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de R$ 21 milhões (US$ 3,88 milhões) devem ser gerados para 27 marcas brasileiras que participaram da feira Atlanta Shoe Market, que aconteceu entre os dias 10 e 12 de agosto, em Atlanta, nos Estados Unidos. A participação das empresas do Brasil foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Os resultados do desempenho estão em relatório do programa e somam negócios efetivados no local e encaminhados para os próximos meses.

A representante da área de negócios da Abicalçados, Carla Giordani, destaca que foram cerca de 200 contatos com compradores dos Estados Unidos e países da América Latina, sendo quase 100 deles inéditos para as marcas brasileiras. Já na feira, foram comercializados mais de 34 mil pares de calçados, número que salta para 264 mil pares se somados os negócios que ficaram alinhavados para um futuro próximo. “Tivemos o recorde de participação de marcas brasileiras apoiadas pelo programa, além de resultados 20% superiores aos registrados na feira do ano passado”, pontua Carla.

Participando pela primeira vez da Atlanta Shoe Market, a Ramarim se mostra satisfeita com os resultados alcançados. “A experiência superou as nossas expectativas. É uma feira diferente das que estamos acostumados, com foco maior no lojista. Tivemos novos e importantes contatos”, avalia a gerente de exportação da empresa, Tatiana Müller.

A coordenadora comercial da Cocco Miami, Paula Gerhand, ressalta que, apesar de uma visitação menos expressiva do que em outras edições, os compradores estavam focados em negócios. “Fechamos negócios importantes, entre eles com novos clientes de Michigan e Nova Orleans, além de receber tradicionais parceiros do mercado dos Estados Unidos”, aponta Paula.

Participaram da Atlanta Shoe Market as marcas Arezzo, Schutz, Beira Rio, Moleca, Vizzano, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Bottero, Itapuã, New Face, Pegada, Ramarim, Comfortflex, Vicenza, Cartago, Ipanema, Melissa, Mini Melissa, Levecomfort, Leveterapia, West Coast, Piccadilly, Usaflex e Cocco Miami.

Próximos eventos

A Atlanta Shoe Market fez parte de um circuito de feiras calçadistas nos Estados Unidos. A próxima parada para as marcas brasileiras será a Magic Las Vegas, entre os dias 19 e 21 de agosto. As marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participam da feira apoiadas pelo Brazilian Footwear. Encerrando o circuito de mostras, Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport e Carrano participam da Magic NY entre os dias 22 e 24 de setembro, também apoiadas pelo programa.

Mercado dos Estados Unidos

O mercado estadunidense consome, anualmente, mais de 2,6 bilhões de pares de calçados, quase todos frutos de importações. Atualmente, os Estados Unidos são o principal mercado internacional para o calçado brasileiro. Entre janeiro e julho, foram embarcados para lá 5,97 milhões de pares de calçados do Brasil, que geraram US$ 125,96 milhões de receita.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 450 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de carne suína bate recorde em julho

Por Jonathan da Silva 09/08/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína registraram um novo recorde em julho. Foram embarcadas 138,3 mil toneladas, número 31,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 105,3 mil toneladas. A receita mensal gerada também foi recorde, ultrapassando os US$ 300 milhões pela primeira vez. No total, foram US$ 309,4 milhões registrados em julho, o que representa 24,1% a mais que o obtido no mesmo momento de 2023, com US$ 249,4 milhões. Os dados foram anunciados na quarta-feira (7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) durante o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), em São Paulo.

No acumulado de 2024, a alta em volumes é de 8,2%, com total de 752,1 mil toneladas exportadas entre janeiro e julho, contra 695,1 mil toneladas no mesmo período do ano passado. No entanto, a receita acumulada no período chegou a US$ 1,609 bilhão, saldo 3,2% menor que o total registrado na mesma época de 2023, com US$ 1,663 bilhão.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o recorde nas exportações de carne suína reflete o momento positivo vivido pela suinocultura brasileira, com forte demanda internacional e diversificação de mercados. “O Brasil vai se consolidando para alguns países como uma importante alternativa, com Filipinas e Japão ganhando destaque. As perspectivas indicam também números positivos para o fechamento do ano. O trabalho para abertura e ampliações de mercado capitaneados pelo ministro Carlos Fávaro e sua equipe já dá resultados concretos. Seguiremos em busca de novas oportunidades para a carne suína”, destaca Santin.

Principais parceiros no comércio exterior

As Filipinas assumiram a primeira posição no ranking dos maiores importadores de carne suína do Brasil neste mês. No total, foram embarcadas 27,2 mil toneladas em julho, número 137,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 11,4 mil toneladas. Em segundo, aparece a China, que importou 19,7 mil toneladas, número que no entanto representa queda de 48,4% ante 2023. Na sequência, aparecem o Japão, com 11,3 mil toneladas (crescimento de 235,1%), Singapura, com 11,3 mil toneladas (aumento de 122,8%) e Hong Kong, com 10,6 mil toneladas (crescimento de 37,2%).

O diretor de mercados da ABPA, Luis Rua, destaca o forte incremento nos fluxos de exportações de carne suína do Brasil, com Filipinas, Japão e México como principais destaques. “Filipinas, que recentemente aceitou o pré-listing, foi o principal comprador pela primeira vez da proteína suína em julho. Outro ponto destacado foi a cada vez maior presença no mercado japonês, que demanda produtos customizados e de maior valor agregado. No geral, a demanda internacional está aquecida e assim deverá permanecer nos próximos meses, inclusive com a melhoria recentemente observada dos indicadores da cadeia produtiva de carne suína na China”, detalha Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2024 0 Comentários 387 Visualizações
Business

Abicalçados prepara participação em feiras nos Estados Unidos

Por Jonathan da Silva 05/08/2024
Por Jonathan da Silva

Com o objetivo de aumentar as exportações para o principal mercado de calçados do mundo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está preparando a participação de 30 marcas nacionais em três feiras nos Estados Unidos. A iniciativa ocorre por meio do programa Brazilian Footwear, uma promoção da entidade calçadista em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A primeira etapa será na Atlanta Shoe Market, feira em Atlanta. De 10 a 12 de agosto, 27 marcas brasileiras participarão do evento organizado para distribuidores e representantes norte-americanos. “Trata-se de uma mostra muito focada em negócios e com importância crescente no mercado dos Estados Unidos, em especial para compradores do sudeste do país”, comenta a representante da área de negócios da Abicalçados, Carla Giordani. A novidade desta edição da feira é um espaço criado para delegações internacionais, que além do Brasil, receberá a grupos de Portugal e África do Sul. Participam da feira, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Arezzo, Schutz, Beira Rio, Moleca, Vizzano, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Bottero, Itapuã, New Face, Pegada, Ramarim, Comfortflex, Vicenza, Cartago, Ipanema, Melissa, Mini Melissa, Levecomfort, Leveterapia, West Coast, Piccadilly, Usaflex e Cocco Miami.

Em seguida, entre 19 e 21 de agosto, as marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participam da Magic Las Vegas, também com o apoio do Brazilian Footwear. A feira na grande cidade da Flórida é focada no atendimento do mercado para produtos de maior valor agregado e recebe grande visitação de compradores estadunidenses.

No encerramento do circuito de feiras nos Estados Unidos, as marcas Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport e Carrano, apoiadas também pelo Brazilian Footwear, participam da Magic NY, em Nova Iorque. A feira recebe, principalmente, visitantes de todo os Estados Unidos e da América Latina. A mostra acontece entre os dias 22 e 24 de setembro.

Mercado dos Estados Unidos

Por ano, o mercado estadunidense consome mais de 2,6 bilhões de pares de calçados, praticamente todos importados. Apesar de ter um market share de cerca de 1% daquele mercado, o que aponta para oportunidades de aumento das vendas brasileiras para lá, os Estados Unidos são, hoje, o principal destino do calçado brasileiro no exterior. Em 2023, foram embarcados do Brasil para os EUA o equivalente a US$ 227 milhões, o que representa quase 20% do total exportado no período.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2024 0 Comentários 484 Visualizações
Esporte

Em preparação para o NBB, União Corinthians disputará torneio internacional em setembro

Por Jonathan da Silva 02/08/2024
Por Jonathan da Silva

O União Corinthians disputará um torneio internacional no mês de setembro em preparação para a temporada 2024/2025 do Novo Basquete Brasil (NBB). A equipe de Santa Cruz do Sul participará do tradicional Torneio Interligas, que será disputado em Corrientes, na Argentina, com quatro equipes do NBB e quatro equipes da elite do basquete argentino.

As oito equipes participantes serão dividas em dois grupos com quatro times em cada chave. Em um primeiro momento, os duelos serão dentro dos grupos. Na sequência, cada equipe enfrentará o time de igual posição da chave contrária. O campeão será o que obter a melhor pontuação ao fim de todos os jogos, que serão disputados entre os dias 25 e 29 de setembro.

Cada grupo terá dois times brasileiros e dois argentinos. Os representantes da Argentina serão o Regatas, o San Martín, o Peñarol e o Platense. O Brasil estará representado por, além do União Corinthians, o Pato Basquete, o Fortaleza e o Unifacisa. “Será um importante teste para a temporada, com equipes fortes do cenário nacional e da Argentina. Esperamos fazer uma boa preparação para chegar nessa competição preparatória já com um trabalho bom de quadra. Apesar de termos montado uma equipe praticamente toda nova esperamos fazer uma boa campanha no Interligas”, destaca o diretor de basquete do União Corinthians, Diego Puntel.

Começo da temporada

O UniCo abrirá oficialmente a temporada no dia 2 de setembro, quando iniciam os trabalhos físicos, técnicos e táticos no clube. Sob o comando do treinador Rodrigo Silva, o elenco contará com Felipe Vezaro (ala), Pedro Nunes (ala), Jony Machuca (armador), Rafail Lanaras (ala), Thaylor Gabriel dos Santos (ala/armador), Fabrício Veríssimo (ala), Fabrício de Oliveira (ala/pivô), Vitinho (armador), Duane Johnson (ala/pivô), Jon dos Anjos (ala/pivô) e Dikembe (pivô).

Foto: Vinicius Molz Schubert/Basquete U. Corinthians/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/08/2024 0 Comentários 434 Visualizações
Cultura

Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis chega à última semana

Por Jonathan da Silva 30/07/2024
Por Jonathan da Silva

Com encerramento no domingo, 4 de agosto, o 51º Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis chegou à última semana de programação. Na agenda da fase derradeira do evento, o público pode usufruir de atividades gratuitas relacionadas à diversidade cultural, com apresentações de grupos folclóricos no Palco da Diversidade, oficinas, jogos, noites culturais e atividades paralelas.

Durante os dias úteis da semana, o festival contará com cerca de 35 apresentações artísticas no Palco da Diversidade, sempre das 11h45min às 14h e das 17h45min às 21h, na Rua Coberta. A chegada do Ballet El Trebol, da Argentina, em 30 de julho, e do Amanecer Peruano, do Peru, e do Tanz-und Folkloreensemble Ihna, da Alemanha, no dia 31, incrementarão a programação do evento. O festival terá ainda apresentações de grupos do Pará, Santa Catarina, Sergipe e Espanha, além dos grupos de Nova Petrópolis: CTG Pousada da Serra – Invernada Adulta, em 1º de agosto, e Volkstanzgruppe Freundschaftskreis – Misto, no dia 2, ambos às 19h15min.

A música das orquestras também terá espaço na programação do 51º Festival Internacional de Folclore. Na terça-feira, 30 de julho, a Orquestra Jovem de Nova Petrópolis retorna ao evento, às 19h15min, e na quarta-feira, 31, a Banda Municipal de Nova Petrópolis apresenta seu repertório no mesmo horário.

O Palco da Diversidade recebe o Mamaço Festivo na quinta-feira, 1º de agosto, a partir das 15h. No dia 2, sexta-feira, ocorre a exibição do documentário “O Caminho de Hans”, na Rua Coberta, às 17h15min. Na quinta, o espaço junto ao Labirinto Verde contará com a oficina “Roda de Capoeira”.

Disseminação no interior

As atrações culturais trazidas pelos grupos que participam do festival também são levadas para as comunidades do interior de Nova Petrópolis durante as Noites Culturais. No dia 29 de julho, às 19h30min, a Sociedade Concórdia de Linha Imperial recebe as apresentações do Böhmerlandtanzgruppe, do Grupo Folclórico Os Parafusos, do Sergipe, e do Grupo Parafolclórico Frutos do Pará, do Pará. Na quarta-feira, dia 31, é a vez da Vila Olinda receber a Noite Cultural na Sociedade Canto Amizade. A partir das 19h30min, o Volkstanzgruppe Freundschaftskreis, o Ballet El Trebol, da Argentina, e o Tanz-und Folkloreensemble Ihna, da Alemanha, se apresentam na comunidade.

O Espaço Mais Cultura Professor Renato Urbano Seibt recebe duas oficinas culinárias e uma de artesanato na última semana do evento. Na segunda-feira, 29 de julho, o Grupo Parafolclórico Frutos do Pará, do Pará, comanda as Panelas da Diversidade, a partir das 15h. No dia 2, os integrantes da Asociación Cultural Amanecer Peruano irão ensinar uma iguaria peruana ao público da oficina. Na terça, 30 de julho, às 15h, o Grupo Folclórico Os Parafusos, do Sergipe, irá compartilhar seus conhecimentos artesanais na oficina Mãos da Diversidade.

Os funcionários da Dakota, marca patrocinadora do evento, recebem as apresentações do Ballet El Trebol, da Argentina, no dia 30 de julho, ao meio-dia, e do Amanecer Peruano, do Peru, na quarta-feira, 31, também às 12h.

No Centro de Eventos

O Centro de Eventos de Nova Petrópolis contará com duas atividades na segunda semana do 51º Festival Internacional de Folclore. No dia 1º de agosto, quinta-feira, ocorre a exibição do documentário “30 Anos do Volkstanzgruppe Edelstein – Coração que Dança”, a partir das 19h30min, no auditório do Centro de Eventos. Na sexta-feira, dia 2, os grupos se reúnem no Centro de Eventos para a oficina “Passos da Diversidade”.

Fim de semana repleto de atrações

A programação do terceiro e último final de semana do evento contará com jogos germânicos, apresentações no Parque Aldeia do Imigrante, Celebração da Vida, da Paz e da Diversidade, Desfile de Integração e a apresentação do Espetáculo “Linhas de Memória”.

No sábado, 3 de agosto, os Jogos Germânicos iniciam com as modalidades “Arremesso de Ovo” e “Bolão de Corda”, às 10h. A partir das 16h, ocorre a disputa na modalidade “Chopp em Metro”, na Rua Coberta. No Palco da Diversidade, os grupos de Caxias do Sul, Argentina, Peru e Alemanha, e os grupos de Nova Petrópolis: Grupo de Danças Folclóricas Internacional – infantil, Grupo de Danças Folclóricas Pommertal e Volkstanzgruppe Tannenwald – adulto se apresentam ao público.

Ainda no sábado, o Parque Aldeia do Imigrante recebe as apresentações do Tanz-und Folkloreensemble Ihna, da Alemanha, às 14h, e da Asociación Cultural Amanecer Peruano, do Peru, às 14h30min. No gramado junto ao Labirinto Verde será realizado o piquenique da XI Semana Mundial da Amamentação. Em caso de chuva, a atividade será cancelada.

O último dia do evento se inicia com a Celebração da Vida, da Paz e da Diversidade, às 10h. A Banda Municipal de Nova Petrópolis dá sequência às apresentações no Palco da Diversidade, que receberá ainda os grupos da Alemanha, do Peru e da Argentina. Representando Nova Petrópolis, sobem ao palco o Böhmerlandtanzgruppe – infantil, a Cia Ballerin, e as categorias adultas do Grupo de Danças Folclóricas Sonnenschein e o CTG Pousada da Serra.

A Avenida 15 de Novembro trará diversidade a partir das 15h45min, com o Desfile de Integração. Os integrantes da Associação dos Grupos de Danças Folclóricas Alemãs de Nova Petrópolis irão representar os legados deixados pelos imigrantes alemães seguindo a temática do evento e os grupos que participam do evento irão desfilar os coloridos dos trajes pela principal avenida da cidade.

Às 20h30min do domingo, dia 4, se inicia a cerimônia de encerramento do 51º Festival Internacional de Folclore com a extinção da Chama Folclórica e, na sequência, será apresentado o espetáculo “Linhas de Memória”. A produção traz lições sobre cooperatividade, gastronomia, religiosidade, música, dança e cuidado, legados dos imigrantes alemães preservados até a atualidade em Nova Petrópolis. O espetáculo cria um paralelo entre o ontem e o hoje, entre os antepassados e os descendentes, separados por 200 anos, mas com muito em comum.

A programação completa do festival está disponível no site oficial do evento, www.festivaldefolclore.com.br/programacao.

Realização

O 51º Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis é uma realização da Associação dos Grupos de Danças Folclóricas Alemãs e da Prefeitura de Nova Petrópolis. O evento integra o calendário anual da IOV – Organização Internacional de Folclore e Artes Populares, o calendário de eventos oficiais do Rio Grande do Sul e, em 2024, as comemorações alusivas ao bicentenário da imigração alemã no Brasil.

São patrocinadores do evento Dakota – ser linda é ser feliz, Sicredi Pioneira, Supermercados Andreazza, Gula Alimentos, Banrisul, Suibom, Niruma Móveis, Cervejaria Traum, Seibt Máquinas, Cervejaria Edelbrau e Nova Imóveis. Os apoiadores são Parque Aldeia do Imigrante, RBT Internet, You-C English School, Universidade La Salle, Eletrosom e Digi Sonorizações. O financiamento é de Pró-Cultura RS – Lei de Incentivo à Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Serviço

  • O quê: última semana do 51º Festival Internacional de Folclore
  • Quando: esta semana, até o dia 4 de agosto (domingo)
  • Onde: diversos pontos de Nova Petrópolis
Fotos: Mauro Stoffel e Lenara Pothin/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2024 0 Comentários 547 Visualizações
Variedades

Prefeito de São Leopoldo recebe comitiva do estado alemão de Rheinland-Pfalz

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

No encerramento das celebrações da data do bicentenário da imigração alemã, nesta quinta-feira (25), o prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi (PT), recebeu à tarde uma comitiva oficial do estado de Rheinland-Pfalz (Renânia-Palatinado), um dos 16 estados da Alemanha, localizado no sudoeste do país europeu. Muitos dos imigrantes que chegaram à então Colônia de São Leopoldo e colonizaram o Vale do Sinos eram desta região. A comitiva alemã foi liderada pela ministra de Assuntos Econômicos da Renânia-Palatinado, Daniela Schmitt, e composta por membros do ministério e empresários.

Também participaram do encontro o secretário de Cultura e Relações Internacionais (Secult) Marcel Frison, e o secretário-adjunto da Secult, Jari da Rocha, a vereadora Ana Affonso (PT), além de dirigentes das entidades empresariais do comércio, indústria e serviços de São Leopoldo.

A comitiva alemã está no Brasil há uma semana e tem como motivação fazer parcerias com municípios gaúchos nas áreas de saúde, indústria e biotecnologia. “As nossas empresas são empresas que operam e procuram o mercado mundial. Por isso, estamos interessados em fortalecer e criar onde já existe, as relações comerciais. As crises nos últimos anos nos mostraram que medidas especiais são necessárias para aumentar a resiliência e a capacidade da nossa economia estadual. Por isso, estamos investindo muito para capacitar as pequenas e médias empresas do nosso estado para que busquem novos clientes e apoiem outros países. Por isso, nós também cuidamos muito para que haja relações entre as empresas do nosso estado e empresas no Brasil. Este é um lado da questão. […]. Ficamos muito impressionados com o espírito de cooperação e a amizade demonstrado entre a colônia alemã do Rio Grande do Sul, especialmente com o nosso estado. Nesses sentidos, eu estou encantado com esse encontro, quero agradecer pela hospitalidade e espero que o encontro, hoje e amanhã, continue sendo tão produtivo”, afirma a ministra Daniela.

O prefeito Vanazzi destacou à comitiva que São Leopoldo tem grandes empresas de origem alemã como Stihl, Gedore, SAP. “A parte dessa visita é estabelecer uma relação, a partir de uma discussão que nós vamos fazer com os empresários locais, para poder estabelecer uma relação com o estado (Renânia-Palatinado), do ponto de vista de construir, talvez uma relação mais próxima, mais objetiva, de troca de experiência, mas também de mercado. Nós trabalhamos muito com essa possibilidade. Então, quero fazer um conhecimento muito, muito especial e tenho a convicção, pela nossa história, que essa sua visita pode render bons frutos no futuro, talvez possamos trocar contatos, possamos trocar relações com empresas, com instituições, e temos muito interesse enquanto município”, pontuou o chefe do executivo leopoldense.

Ao final do encontro, a comitiva alemã recebeu uma escultura alusiva ao bicentenário da imigração alemã.

Foto: Lisandro Lorenzoni/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 540 Visualizações
Variedades

Estudo aponta prejuízo de R$ 97 bilhões à economia brasileira com enchentes no RS

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

O prejuízo à economia brasileira em função das enchentes no Rio Grande do Sul pode atingir cerca de R$ 97 bilhões de acordo com estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Conforme o levantamento, as perdas podem chegar a R$ 58 bilhões no RS e a R$ 38,9 bilhões em outros estados. O impacto potencial no PIB do RS pode ser de 9,86%, com efeito de até 1% no PIB brasileiro. Além disso, a tragédia pode resultar na perda de 195 mil empregos em solo gaúcho e 110 mil em outras unidades federativas, totalizando 305 mil empregos, 7,19% do estoque de empregos formais no RS e 0,69% em nível nacional.

Para mitigar os efeitos do desastre, o Governo Federal anunciou um pacote de apoio ao RS de R$ 46,1 bilhões, incluindo recursos, antecipações de benefícios e crédito. O estado estima necessitar R$ 19 bilhões para reconstruir sua infraestrutura. No entanto, o consenso é de que esses esforços precisam ser complementados com outras ações. A CNC apresenta sugestões em três eixos temáticos:

1. Preservação dos Empregos:
  • Redução proporcional da jornada de trabalho e salários;
  • Suspensão temporária de contratos com compensação financeira;
  • Flexibilização do trabalho remoto;
  • Antecipação de férias;
  • Utilização de bancos de horas.
2. Acesso a Crédito:
  • Programa de crédito para pagamento de folha salarial;
  • Standstill para linhas de crédito públicas;
  • Renegociação de dívidas tributárias;
  • Redução a zero do spread bancário do BNDES.
3. Alívio Tributário:
  • Diferimento de 6 meses para pagamento do Simples Nacional e impostos federais;
  • Criação do Programa Perse-RS, com redução de alíquotas para o setor de turismo até 2027.

De acordo com o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, tanto as estimativas quanto as sugestões da confederação têm o objetivo de orientar a retomada econômica do RS e minimizar os impactos negativos da tragédia climática. “A rápida implementação das medidas de auxílio é muito importante para evitar efeitos prolongados e danos adicionais à economia gaúcha e à brasileira como um todo”, reforça Tadros.

O presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-RS e 2º vice-presidente da CNC, Luiz Carlos Bohn, destaca a necessidade de que as medidas a serem traçadas tenham um viés de resiliência. “O Rio Grande do Sul passou por uma tragédia histórica, com perdas que não se restringem apenas ao momento atual. Muita infraestrutura e muito capital privado de famílias e empresas foram destruídos. Para amenizar as perdas futuras, é necessário auxiliar todos que foram atingidos direta e indiretamente no Estado e, fundamentalmente, garantir que isso jamais se repita nas proporções vistas recentemente”, ressalta Bohn.

Impactos no setor produtivo

O economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, afirma que “a reconstrução do Rio Grande do Sul exigirá esforços contínuos e investimentos substanciais para restaurar a economia e os empregos perdidos”. A tragédia tende a afetar a atividade econômica, inflação e dinâmica fiscal de todo o país. O comércio, os serviços e o turismo sofrerão duramente caso as medidas mitigatórias não sejam implantadas de maneira efetiva. O estudo da CNC estima uma perda diária de R$ 5 bilhões no comércio, equivalente a 31,5% do valor previsto para maio. A infraestrutura e o abastecimento foram afetados, resultando em uma queda de 28% no fluxo de veículos de carga nas estradas. O RS representa 7% do volume de vendas no varejo brasileiro. As perdas no comércio podem chegar a R$ 10 bilhões, 5% do faturamento de 2023.

No turismo, a perspectiva é que o setor tenha perdas superiores a R$ 49 milhões por dia, acumulando até R$ 2 bilhões de perdas até junho de 2024 e podendo chegar a R$ 6 bilhões em 2024. O RS foi responsável por 6% do faturamento do turismo no Brasil, em 2023. A perda de faturamento pode representar até 21,4% do total faturado em 2023 no estado. A infraestrutura de transporte comprometida é um grande risco, com a interrupção do fluxo de turistas, por conta do fechamento do aeroporto de Porto Alegre e rodovias afetadas.

Além disso, o RS é um importante produtor agrícola, responsável por cerca de 6% do PIB estadual, com a produção de arroz representando 1%. A indústria do estado, com impacto relevante na transformação de máquinas, produtos químicos e veículos, também será afetada.

Confira na íntegra do estudo elaborado pela CNC.

Foto: Lauro Alves/Secom-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 413 Visualizações
Esporte

Treze atletas gaúchos disputam os Jogos Olímpicos de Paris

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

Treze atletas nascidos no Rio Grande do Sul fazem parte da delegação do Time Brasil que competirá nos Jogos Olímpicos de Paris. A disputa do maior evento esportivo do mundo se iniciou nesta quarta-feira (24) e a cerimônia oficial de abertura será nesta sexta, 26 de julho, no Rio Sena, a partir das 14h30min. Os representantes gaúchos estão presentes em nove modalidades diferentes.

Dentre as nove modalidades com representantes gaúchos, a que mais tem atletas nascidos no estado é o voleibol de quadra, com três: Cachopa, Lucão e Thales. Na sequência, aparecem dois esportes com dois atletas do Rio Grande do Sul: o judô, com os medalhistas Daniel Cargnin e Mayra Aguiar, e a esgrima, com Guilherme Toldo e Mariana Pistoia. Com um representante, há seis modalidades: maratona aquática, com Viviana Jungblut; natação, com Fernando Scheffer; rugby de 7, com Luiza Campos; surfe, com Tatiana Weston-Webb; tiro esportivo, com Georgia Furquim; e vela, com Gabriel Simões.

Porto Alegre é a cidade mais representada do estado nos Jogos Olímpicos, com oito dos treze participantes gaúchos. Canoas, Caxias do Sul, Colinas, São Leopoldo e Santa Maria contam com um representante cada.

Do Time Brasil, o Rio Grande do Sul é o sexto estado com mais representantes nas Olimpíadas de Paris. À frente, estão São Paulo (95 atletas), Rio de Janeiro (53), Minas Gerais (20), Paraná (17) e Bahia (15). No total, 274 brasileiros irão competir nesta edição dos Jogos. Além disso, esta será a primeira vez em que as mulheres serão maioria na delegação brasileira, com 55% dos competidores. Dentre os gaúchos, são sete atletas masculinos e seis femininas.

Na história, 38 atletas nascidos no Rio Grande do Sul já conquistaram medalhas olímpicas, somados os esportes individuais e coletivos. No total, os representantes gaúchos somam 11 medalhas de ouro, 21 de prata e 14 de bronze. Ao considerar apenas uma medalha no caso dos esportes coletivos, são 24 as conquistas do estado. O Brasil, por sua vez, já obteve 150 medalhas, 37 delas de ouro, 42 de prata e 71 de bronze.

Os atletas gaúchos nos Jogos

Daniel Cargnin – judô

Nascido em Porto Alegre no dia 20 de dezembro de 1997, Daniel Borges Cargnin é um dos principais nomes gaúchos na história dos Jogos Olímpicos. Na disputa da edição anterior, em Tóquio no ano de 2021, o judoca conquistou a medalha de bronze na categoria de até 66 kg. Além desta façanha, o gaúcho de 26 anos já ganhou um bronze em Campeonato Mundial, três pratas em Jogos Pan-Americanos, quatro ouros em Campeonatos Pan-Americanos de Judô e um ouro no World Masters de Jerusalém, em 2022. No começo do ano em que obteve esta conquista internacional, Cargnin mudou de categoria, subindo para a de até 73 kg. Nos Jogos de Paris, toda a competição deste peso será disputada na próxima segunda-feira, 29 de julho. O gaúcho estreará já na segunda fase contra Akil Gjakova, do Kosovo.

Daniel Cargnin busca em Paris sua segunda medalha olímpica

Fernando Cachopa – vôlei

Fernando Gil Kreling, mais conhecido como Cachopa, é um dos três gaúchos convocados para representar a Seleção Brasileira Masculina de Vôlei nos Jogos Olímpicos de Paris. Natural de Caxias do Sul, Cachopa tem 28 anos e atua pela seleção desde 2015. Em seu currículo, o levantador gaúcho tem uma medalha de bronze em Campeonato Mundial, um título de Copa do Mundo, um título de Liga das Nações e uma medalha de ouro em uma Copa Pan-Americana. Cachopa também esteve nas Olimpíadas de Tóquio, em 2021, quando o Brasil terminou no quarto lugar. Por clubes, o atleta já conquistou cinco vezes a Superliga Brasileira. Atualmente, joga pelo Vero Volley Monza, da Itália. Em Paris, a estreia do Brasil no vôlei masculino será já no sábado, 28 de julho, contra a Itália.

Fernando Cachopa - seleção brasileira de vôlei masculino - Jogos Olímpicos de Tóquio 2020

Cachopa busca sua primeira medalha olímpica com a seleção

Fernando Scheffer – natação

O medalhista olímpico Fernando Muhlenberg Scheffer nasceu em Canoas, em 6 de abril de 1998. O nadador começou a ganhar destaque pelo Grêmio Náutico União, de Porto Alegre, em 2016, quando disputou o Campeonato Mundial de Natação em Piscina Curta. Pouco tempo depois, em 2018, o gaúcho se mudou para Belo Horizonte, onde passou a treinar no Minas Tênis Clube, que representa até hoje. O auge da carreira do canoense até o momento aconteceu durante a disputa de sua primeira Olímpiada, em Tóquio, em 2021. Na competição dos 200 metros livres, Scheffer conquistou a medalha de bronze e obteve o recorde sul-americano de tempo. Dentre outras façanhas, o nadador de 26 anos soma três medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos e uma no Mundial de Piscina curta. Em Paris, o gaúcho não disputará nenhuma categoria individual por não ter alcançado o índice necessário, mas estará na equipe brasileira dos 4×200 metros livre, ao lado de Eduardo Moraes, Guilherme Costa e Murilo Sartori. Todas as fases da disputa da categoria serão na próxima terça-feira, 30 de julho.

Em Paris, Scheffer busca sua segunda medalha olímpica

Gabriel Simões – vela

Aos 22 anos, o porto-alegrense Gabriel Simões é um dos representantes mais jovens da delegação brasileira em Paris. O gaúcho competirá ao lado de Marco Grael na classe 49er da vela, modalidade que já deu muitas medalhas ao país. Indo para sua primeira participação nos Jogos Olímpicos, Simões é atleta do Clube dos Jangadeiros, de Porto Alegre. Com seu companheiro de barco, o gaúcho conquistou o Campeonato Sul-Americano em 2023 e terminou na quinta posição nos Jogos Pan-Americanos no mesmo ano. A vaga de Simões e Grael para as Olimpíadas de Paris veio com o título da 15ª regata da classe 49er na Semana Olímpica de Hyères, na França.

Jankovics Villatoro / Divulgação/Campeonato Sudamericano 49er

Simões e Grael representam o Brasil na vela

Georgia Furquim – tiro esportivo

Natural de Santa Maria, Georgia Furquim Bastos tem 27 anos de idade e é atleta da categoria skeet do tiro esportivo. A gaúcha é a primeira brasileira na história a se classificar para esta categoria em uma edição de Jogos Olímpicos. No skeet, o atirador utiliza uma espingarda para acertar tiros em dois pratos lançados de diferentes lugares do campo de competição. No currículo de Georgia, o destaque internacional é o quinto lugar obtido nos Jogos Pan-Americanos de 2023. Sua vaga para as Olimpíadas veio em abril deste ano, durante a disputa do Campeonato CAT XIV de Espingarda, em Santo Domingo. Na disputa olímpica de Paris, a modalidade de Georgia está agendada para os dias 3 e 4 de agosto.

Georgia disputará sua primeira Olimpíada

Guilherme Toldo – esgrima

Guilherme Amaral Toldo, conhecido como Pica-Pau, nasceu em Porto Alegre em 1º de setembro de 1992. Aos 31 anos, Toldo irá disputar os Jogos Olímpicos pela quarta vez, tendo participado de todas as edições desde 2012. O gaúcho é atleta do Grêmio Náutico União, clube da capital, e compete na categoria florete, em que o objetivo é acertar os golpes com a lâmina apenas no tronco dos oponentes. Ao longo da carreira, o esgrimista acumula dezenas de medalhas, várias delas de ouro. Suas principais conquistas são as duas medalhas de prata e quatro de bronze nos Jogos Pan-Americanos e as quatro medalhas de ouro nos Jogos Sul-Americanos. Por sua trajetória, Toldo faz parte do hall da fama da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE). O esgrimista conquistou sua vaga para Paris ainda em março de 2023, através do ranking classificatório para os Jogos. Agora o gaúcho irá em busca de sua primeira medalha olímpica. A competição do florete masculino acontece toda na próxima segunda-feira, 28 de julho.

Em sua quarta Olimpíada, Toldo busca a primeira medalha

Lucão – vôlei

Outro gaúcho na seleção masculina de vôlei é o experiente Lucão. Aos 38 anos, o gaúcho natural da cidade de Colinas irá para a disputa de sua quarta Olimpíada. Lucas Saatkamp tem na bagagem uma medalha de ouro no Rio de Janeiro, em 2016, e uma prata, em Londres, 2012, além do quarto lugar em Tóquio. O central também é campeão mundial, campeão da Copa do Mundo, campeão da Liga das Nações e bicampeão da Liga Mundial. Atualmente, Lucão joga no Sada Cruzeiro Vôlei, de Belo Horizonte. Em Paris, o gaúcho busca retornar ao pódio olímpico para uma terceira aparição na carreira.

Em Paris, Lucão quer terceira medalha olímpica

Luiza Campos – rugby de 7

Aos 33 anos, a porto-alegrense Luiza González da Costa Campos é considerada uma das maiores jogadoras da história do rugby brasileiro. Em sua carreira, a gaúcha já disputou três Copas do Mundo e dois Jogos Olímpicos pela Seleção Brasileira de rugby de 7. Além disso, participou da conquista da medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de 2023 e do título nos Jogos Sul-Americanos de 2018. Em 2022, após ser capitã da Seleção na Copa, Luiza foi eleita a melhor jogadora brasileira de rugby do ano no tradicional Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). Atualmente, a gaúcha defende o Charrua Rugby Clube, de Porto Alegre. Pelas Yaras, apelido da Seleção Brasileira, também disputa a primeira divisão do Circuito Mundial de Rugby de 7. Em Paris, na terceira Olimpíada de Luiza, o Brasil estreia na modalidade já no domingo, dia 28 de julho, às 12h, contra a dona da casa França.

Luiza CAMPOS

Luiza Campos vai para sua terceira Olimpíada

Mariana Pistoia – esgrima

Advogada, 3º Sargento do Exército Brasileiro e esgrimista, Mariana Nelz Pistoia nasceu em Porto Alegre em 3 de dezembro de 1998. Atualmente, a gaúcha de 25 anos é atleta do Grêmio Náutico União, também da capital gaúcha. A esgrimista disputará os Jogos de Paris na categoria florete, em que já conquistou uma medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos do ano passado e, dentre outras conquistas, foi campeã dos Jogos Sul-Americanos de 2018. Mariana obteve a vaga olímpica ao vencer o Pré-Olímpico das Américas, em abril deste ano, na Costa Rica. A disputa feminina do florete em Paris acontece inteiramente neste domingo, 28 de julho.

Mariana disputa em Paris sua primeira Olimpíada

Mayra Aguiar – judô

Mayra Aguiar da Silva é o principal nome do Rio Grande do Sul e um dos principais do Brasil na disputa dos Jogos Olímpicos de Paris. A judoca porto-alegrense de 32 anos é a única mulher brasileira na história a conquistar medalhas por esportes individuais em três edições olímpicas diferentes: bronze em Londres 2012, bronze no Rio 2016 e bronze em Tóquio 2020. Além disso, dentre muitas conquistas internacionais, Mayra é tricampeã mundial e campeã dos Jogos Pan-Americanos. Desde sempre atleta da Sogipa, de Porto Alegre, a gaúcha compete na categoria de até 78 kg do judô. Em Paris, esta modalidade será inteiramente disputada na próxima quinta-feira, 1º de agosto. Mayra vai em busca de sua quarta medalha, a primeira de ouro. Sua estreia será já nas oitavas de final contra a italiana Alice Bellandi, atual número 1 do mundo.

Em Paris, Mayra busca fazer ainda mais história

Tatiana Weston-Webb – surfe

Dos representantes gaúchos do Time Brasil, uma das mais cotadas para disputar medalha é Tatiana Guimarães Weston-Webb, nascida em Porto Alegre no dia 9 de maio de 1996. Ainda antes de completar um ano de vida, a brasileira se mudou para o Havaí, nos Estados Unidos, onde fez toda sua formação no surfe e se tornou uma das maiores estrelas mundiais da modalidade. Há anos entre as primeiras colocadas na World Surf League (WSL), o Circuito Mundial de Surfe, Tati já foi vice-campeã mundial em 2021, campeã dos Jogos Pan-Anamericanos de 2023 e disputou os Jogos Olímpicos de Tóquio. Neste ano, a brasileira está na sétima colocação do ranking da WSL. Um fator que amplifica as esperanças de medalha é o de a gaúcha ter sido terceira colocada na etapa do Taiti do Circuito Mundial, justamente onde a disputa do surfe nos Jogos Olímpicos acontecerá. A competição nas ondas do mar taitiano irá de 27 a 30 de julho.

Miriam Jeske / COB

Tati é uma das favoritas a conquistar medalha

Thales – vôlei

Thales Gustavo Hoss é mais um representante do Rio Grande do Sul na seleção masculina de voleibol nos Jogos Olímpicos de Paris. Aos 35 anos, o gaúcho de São Leopoldo irá para a sua segunda disputa de Olimpíadas, após estrear em Tóquio no ano de 2021. Apesar da experiência nas quadras, o líbero Thales começou a ganhar espaço na seleção apenas após a aposentadoria de Serginho, lenda da posição. Ainda assim, o gaúcho é campeão da Copa do Mundo, da Copa dos Campeões e da Liga das Nações pelo conjunto brasileiro. Em Paris, o leopoldense irá em busca de sua primeira medalha olímpica.

Thales fala sobre redes sociais e momento da carreira – Web Vôlei

Leopoldense Thales vai em busca da primeira medalha

Viviane Jugblut – maratona aquática

A nadadora Viviane Eichelberger Jungblut nasceu na capital Porto Alegre em 29 de junho de 1996. Aos 28 anos, Vivi, como é conhecida, irá disputar sua segunda Olimpíada. Na edição de Tóquio, em 2021, a gaúcha disputou as categorias dos 800 metros livres e dos 1.500 metros livres da natação de piscina. Agora, em Paris, o desafio será muito diferente. Vivi disputará a prova de 10 km da maratona aquática, que acontecerá no famoso Rio Sena. Nesta modalidade, a porto-alegrense já conquistou duas medalhas de bronze em Jogos Pan-Americanos, uma em Lima 2019 e outra em Santiago 2023. A nadadora do Grêmio Náutico União, da capital gaúcha, conquistou a vaga para os Jogos Olímpicos de 2024 ao obter o 14º lugar no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, realizado em fevereiro do ano passado no Catar. Em Paris, a maratona aquática feminina será disputada por volta das 2h da manhã do dia 8 de agosto.

Vivi disputará os Jogos Olímpicos pela segunda vez

Com atletas de 206 países, a disputa dos Jogos Olímpicos de Verão de Paris irá até o dia 11 de agosto. O Brasil irá em busca do recorde de medalhas em uma única edição, que é de Tóquio, em 2021, com 21 medalhas.

Fotos: Lecobron, CBJ, FIVB, Alexandre Loureiro/COB, Jankovics Villatoro, Gaspar Nóbrega/COB, Rosele Sanchotene, Miriam Jeske/COB e Satiro Sodré/CDBA/Divulgação
26/07/2024 0 Comentários 764 Visualizações
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