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brasil

Business

Feira de materiais e máquinas em Milão deve gerar mais de US$ 4 milhões para brasileiros

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de US$ 4 milhões devem ser gerados para marcas brasileiras entre negócios efetivados e alinhavados na 104ª edição da Lineapelle, feira realizada em Milão de 17 a 19 de setembro. O Brasil esteve representado por dez empresas de componentes e máquinas para couros e calçados, cuja participação foi promovida pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A ação teve também o suporte da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq).

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, afirma que a participação nacional foi satisfatória, especialmente dadas as circunstâncias do mercado internacional. “O cenário externo está bastante nebuloso, principalmente pelo ciclo econômico desacelerado na Europa. Tivemos uma visitação equilibrada, notamos uma efetividade nos negócios, ou seja, quem foi, foi para fazer negócios”, avalia a executiva.

Silvana ressalta que a Lineapelle é uma das maiores feiras do setor no mundo e participar dela transcende a realização de negócios. “Estar na feira proporciona posicionamento e relacionamento com alguns dos principais mercados do mundo”, conclui a superintendente da entidade.

Presença

Além de participar da Lineapelle, Silvana e a gestora de Relacionamento e Marketing da Assintecal, Aline Santos, participaram do evento Awake, realizado pela ApexBrasil com o objetivo de celebrar a moda brasileira durante a Semana de Moda de Milão. As representantes participaram da abertura do encontro, no dia 18.

Participaram da Lineapelle, com o apoio do Brazilian Materials, as empresas BKS, Master equipamentos, Michelon, NBN, Smart Group, OTB, Pollibox, Boxflex, Moltec Componentes e Systemhaus.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 513 Visualizações
Esporte

Ceisc União Corinthians estreia no Torneio Interligas nesta quarta

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Ceisc União Corinthians estreia pelo Torneio Interligas nesta quarta-feira, 25 de setembro, às 21h30min, contra o Regatas, da Argentina. A equipe de Santa Cruz do Sul embarcou nesta segunda-feira (23) para Corrientes, no país argentino, onde será disputado o torneio entre os times brasileiros e castelhanos. A competição acontece entre os dias 25 e 29 deste mês.

O Brasil será representado no torneio por União Corinthians, Pato Basquete, Fortaleza e Unifacisa. A Argentina, por sua vez, terá Regatas, San Martín, Peñarol e Platense. A equipe santa-cruzense divide grupo com Peñarol, Regatas e Fortaleza, em um formato de todos contra todos onde apenas o primeiro colocado de cada chave disputa a final. Os jogos do torneio internacional serão transmitidos pela plataforma Basquet Pass, que transmitiu partidas do NBB na temporada passada. O público também poderá se informar sobre o andamento dos jogos nas redes sociais do UniCo.

Para o técnico do União Corinthians, Rodrigo Silva, a competição é uma oportunidade fundamental na preparação da equipe para a temporada 2024/2025 do Novo Basquete Brasil (NBB). “O Interligas nos permite enfrentar adversários de altíssimo nível em um ambiente competitivo. Isso é crucial para nossa evolução e para chegarmos bem no NBB”, avalia o treinador.

Para a disputa em solo argentino, o União Corinthians não poderá contar com o ala-pivô Fabrício Russo, que ainda se recupera de uma lesão no adutor da coxa.

Foto: Vinícius Molz Schubert/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 566 Visualizações
Business

Saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro cai 30% até agosto

Por Jonathan da Silva 10/09/2024
Por Jonathan da Silva

O saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro encarou uma queda de 30% entre janeiro e agosto, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). As exportações somaram 63,87 milhões de pares e US$ 654,78 milhões, quedas tanto em volume, de 22,4%, quanto em receita, de 20,4%, em relação ao mesmo período do ano passado. O cenário é o inverso nas importações de calçados, que no mesmo intervalo somaram 23,94 milhões de pares e US$ 300,44 milhões, aumento de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita no comparativo com momento equivalente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca a queda no volume exportado para a Argentina, de 30,8%, que é o segundo principal destino do calçado brasileiro no exterior, e vem puxando as exportações brasileiras de calçados para baixo. “Estamos vivendo um período de baixo consumo internacional. E este consumo menor vem sendo absorvido pelos produtores asiáticos, em especial da China, que depois das rígidas políticas para contenção da Covid-19 voltou ao mercado de forma bastante agressiva”, explica o dirigente.

Principais destinos

Principal destino internacional do calçado brasileiro, os Estados Unidos importaram, entre janeiro e agosto, 6,95 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 147,62 milhões. Os resultados quedas tanto em volume, de 5,3%, quanto em receita, de 8,3%, em relação ao mesmo período de 2023. No segundo posto ainda aparece a Argentina, que nos primeiros oito meses de 2023 importou 6,8 milhões de pares brasileiros por US$ 128,7 milhões, baixas significativas tanto em volume, de 36,7%, quanto em receita, de 23,4%, em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Ultrapassando a França no terceiro lugar ranking de destinos apareceu o Paraguai. Entre janeiro e agosto, partiram rumo ao país vizinho 5,47 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 28,2 milhões, ainda assim quedas tanto em volume, de 19,2%, quanto em receita, de 12,8%, em relação ao intervalo correspondente de 2023.

RS, maior exportador de calçados

Respondendo por mais de 50% de todo o valor gerado com as exportações de calçados no Brasil, o Rio Grande do Sul segue sendo o principal player internacional do setor no país. Entre janeiro e agosto, partiram das fábricas gaúchas 21,24 milhões de pares por US$ 328,14 milhões, quedas de 13,8% e de 13,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. Na sequência do Rio Grande do Sul apareceram como principais exportadores brasileiros de calçados os estados do Ceará (19,67 milhões de pares e US$ 134,44 milhões, quedas de 21% e de 27,3%, respectivamente, ante 2023) e São Paulo (3,74 milhões de pares e US$ 57,5 milhões, quedas de 29,9% e de 25,3%).

Ásia puxa aumento das importações de calçados

Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 23,94 milhões de pares por US$ 300,44 milhões, elevação de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita em relação ao mesmo período do ano passado. Respondendo por cerca de 90% dos calçados que entram no Brasil, os países asiáticos seguem puxando as importações para cima.

A China é a principal origem do volume importado. Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 7,75 milhões de pares chineses por US$ 27,32 milhões, quedas de 4,7% e de 24,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2023. O preço médio do calçado foi de US$ 3,50 por par.

A segunda origem dos calçados importados em 2024 foi o Vietnã, de onde partiram rumo ao Brasil 7,68 milhões de pares por US$ 141,9 milhões, incremento de 11,2% em volume e queda de 8,2% em receita no comparativo com os oito primeiros meses do ano passado.

Com crescimentos de 21,6% em pares e 3,1% em receita em relação ao ano passado, a Indonésia foi a terceira principal origem do calçado importado. No período, as empresas indonésias enviaram ao Brasil 3,64 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 61,48 milhões.

A Abicalçados tem monitorado o crescimento das importações de outros dois países asiáticos: Camboja e Mianmar.  Conforme a entidade, entre janeiro e agosto, Camboja foi a origem de 655 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 9,73 milhões, incrementos tanto em volume, de 82,1%, quanto em receita, de 62,6%, em relação ao mesmo intervalo de 2023. Atualmente, o Camboja é a quinta principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Já Mianmar, entre janeiro e agosto, exportou para o Brasil 271,46 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 2,85 milhões, impressionantes aumentos de 168,7% em volume e de 156% em receita em relação ao mesmo intervalo de 2023. Mianmar, conforme ranking da Abicalçados, já é a sétima principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Partes de calçados

Em partes de calçados, considerados cabedais, palmilhas, solados, saltos, etc, as importações dos oito meses somaram US$ 23,72 milhões, 26,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 476 Visualizações
Gastronomia

iFood atinge marca histórica de 100 milhões de pedidos no mês de agosto

Por Jonathan da Silva 04/09/2024
Por Jonathan da Silva

A empresa brasileira iFood alcançou a marca histórica de 100 milhões de pedidos apenas durante o mês de agosto. O feito foi alcançado no sábado (31). A marca conhecida pelo aplicativo de delivery de lanches e itens variados iniciou suas operações em 2011, à época com cerca de 12 mil pedidos mensais.

O pedido de número 100.000.000 foi um lanche com hambúrguer, refrigerante e batata-frita, realizado às 12h54min, em Lins, cidade com cerca de 74 mil habitantes na região centro-oeste do estado de São Paulo. O marco representa um crescimento de mais de 30% em relação a agosto de 2023, quando o aplicativo registrou cerca de 76 milhões de pedidos.

Segundo a empresa, o número recorde reflete o investimento em inovação e tecnologia, bem como o crescimento contínuo da plataforma, que hoje atua como um grande ecossistema de soluções, trazendo mais opções, economia e conveniência aos clientes, além de ampliar as possibilidades de venda dos estabelecimentos parceiros. “Temos orgulho de alcançar a marca de 100 milhões de pedidos neste mês de agosto, um marco histórico que celebra não apenas o crescimento do iFood, mas também a confiança e o apoio de todo nosso ecossistema, formado por clientes, entregadores, parceiros e colaboradores”, celebra o CEO do iFood, Diego Barreto.

Criado em 2011, em Jundiaí, no interior de São Paulo, o iFood se apresentava, inicialmente, como um guia impresso de cardápios chamado Disk Cook, com os pedidos sendo feitos por meio de uma central telefônica. Em 2012, foram lançados o site e o aplicativo para dispositivos móveis e no ano seguinte, em 2013, a empresa recebeu investimentos da Movile, grupo brasileiro criado no fim dos anos 1990 por Fabricio Bloisi e que investe em negócios na área de tecnologia. Desde então, com um modelo de negócio diferente dos tradicionais, se tornou referência em delivery na América Latina, conectando hoje 55 milhões de clientes, 350 mil estabelecimentos parceiros e 310 mil entregadores ativos, em 1500 cidades do Brasil.

Em 2011, fazíamos 12 mil pedidos por mês. Em 2015, alcançamos o nosso primeiro milhão. Hoje, em 2024, chegamos ao histórico marco de 100 milhões de pedidos em um único mês. Somos uma empresa de inovação brasileira, com uma cultura muito sólida e forte, que utiliza tecnologia para criar, evoluir e conquistar resultados tão expressivos como este”, destaca Diego Barreto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2024 0 Comentários 663 Visualizações
Projetos especiais

BTG Pactual lança FIDC para pequenas e médias empresas do RS afetadas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 04/09/2024
Por Jonathan da Silva

O BTG Pactual lançou recentemente o FIDC “Juntos pelo RS”, em apoio a pequenas e médias empresas do estado atingidas pelas enchentes de abril e maio. O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios do maior banco de investimentos da América Latina captará recursos filantrópicos e de investimento, um mecanismo chamado de “blended finance”, com oferta inicial de R$ 40 milhões.

O produto será destinado para apoiar empresários de pequeno e médio porte do Rio Grande do Sul, que fornecem produtos e serviços a grandes empresas, com a concessão de crédito de até R$ 250 mil. As empresas terão carência de 12 meses e pagamento parcelado em até 24 vezes. A taxa de juros será CDI mais 1,5% ao ano, abaixo da oferta corrente de mercado. Além do recurso financeiro, os empreendedores terão acesso a jornadas de capacitação com conteúdo de gestão de uso de crédito, além de mentoria com colaboradores do BTG Pactual. As empresas que receberão o crédito serão indicadas por parceiros que fazem parte da rede de relacionamento do banco.

A criação do FIDC surge como uma forma de utilizar a expertise reconhecida do BTG para impulsionar a retomada de negócios que foram afetados pelas enchentes. “Queremos usar toda nossa experiência de operador de crédito para fazer o recurso chegar de forma rápida aos empresários, dando a eles ferramentas adicionais para que esse crédito seja eficiente na recuperação das suas operações”, destaca o sócio do banco e co-head do BTG Pactual Empresas, Gabriel Motomura.

 A iniciativa é uma parceria entre as áreas de Responsabilidade Social do BTG Pactual e o BTG Pactual Empresas. “Unimos as nossas expertises para pensar em um produto que pudesse apoiar a retomada econômica do estado, atraindo investidores e parceiros para atuarem em conjunto conosco”, pontua o CEO do BTG Pactual, Roberto Sallouti.

Foto: BTG Pactual/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2024 0 Comentários 808 Visualizações
Variedades

Havan é novamente certificada entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil

Por Jonathan da Silva 03/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Havan recebeu pela sexta vez consecutiva o selo do Great Place to Work (GPTW), que certifica a varejista como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Atualmente, a empresa comandada por Luciano Hang está entre as cinco melhores empresas no ranking da GPTW.

Para o dono da Havan, essa conquista se deve ao empenho e apoio de todos os colaboradores. “É um orgulho para a Havan conquistar esse selo, principalmente porque ele representa que nossos colaboradores estão felizes e satisfeitos no trabalho”, afirma Luciano Hang.

O Great Place to Work é uma consultoria global que ajuda as organizações a manterem boas práticas de gestão e um bom ambiente de trabalho para os colaboradores. A organização oferece certificados e ranqueia as melhores empresas em diversos segmentos. Para ser certificada pela GPTW é necessário que a empresa seja analisada pelos próprios colaboradores. Para isso, é aplicado um questionário com várias perguntas e, caso a avaliação seja positiva, é emitido o certificado.

Com o selo em mãos, a empresa descreve suas práticas de gestão e cultura organizacional, que serão analisadas por especialistas contratados pela GPTW. As mais bem avaliadas fazem parte do ranking da GPTW. A Havan está entre as dez melhores empresas para se trabalhar no Brasil desde 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2024 0 Comentários 1,K Visualizações
Cultura

Cidade alemã inaugura monumento em homenagem a Nova Petrópolis e ao bicentenário

Por Jonathan da Silva 26/08/2024
Por Jonathan da Silva

Um monumento em homenagem a Nova Petrópolis e ao bicentenário da imigração alemã para o Brasil foi inaugurado neste domingo (25) na cidade de Emmelshausen, na Alemanha. O município alemão e o brasileiro possuem vínculo de irmandade desde 2019. Para festejar o aniversário de cinco anos da parceria, uma comitiva brasileira está no país germânico, em viagem organizada pela Rota Romântica.

A inauguração do monumento aconteceu durante o “Weinmarkt”, a Festa do Vinho de Emmelshausen. Na manhã do domingo, foi realizada uma celebração ecumênica em alusão ao 200 anos da imigração alemã para o Brasil. Logo após o almoço, um cortejo de autoridades das duas cidades, ao som do “Musikverein von Emmelshausen”, um conjunto musical local, foi em direção à rótula onde está instalado o monumento.

Dentre as autoridades presentes na inauguração, estiveram o prefeito de Emmelshausen, Volker Bernd, o prefeito distrital Peter Unkel, o vereador da cidade alemã, Alfred Muders, o prefeito de Nova Petrópolis, Jorge Darlei Wolf (PSDB), e a presidente da Associação Rota Romântica, Terezinha Haas. “Nossa irmandade não está só no papel, mas também em nossos corações. Que ela siga firme e forte como esta pedra”, disse o prefeito Wolf.

Prefeito Jorge Darlei Wolf discursa em Emmelshausen

O monumento

Esculpido em um bloco de arenito de 20 toneladas, o monitoramento teve produção coordenada pelo proprietário do Esculturas Parque Pedras do Silêncio, Valmor Heckler, e pelo artista Hermann Wilhelm, de Emmelshausen. A execução da arte ficou a cargo do escultor brasileiro Leonardo Mathias.

O monitoramento fica em uma das rótulas de acesso a Emmelshausen. Dois letreiros identificam o local: o nome de Nova Petrópolis, no lado de quem deixa a cidade e o nome de Emmelshausen para quem chega. Tanto a posição dos letreiros quanto o formato de bota do monumento representam a jornada dos migrantes alemães rumo ao Brasil a partir de 1824.

Monumento foi inaugurado neste domingo

Solidariedade

Ainda no domingo, a comunidade de Emmelshausen finalizou a doação de recursos financeiros para a recuperação de Nova Petrópolis após as chuvas de maio. Além dos € 9,3 mil doados inicialmente, foram entregues mais € 700, totalizando € 10 mil. Na cotação atual, o valor corresponde a R$ 60 mil e já se encontra depositado em uma conta da Prefeitura de Nova Petrópolis, por meio de uma operação de câmbio intermediada pelos próprios representantes da comunidade de Emmelshausen.

Fotos: Francis Limberger/Comunicação PMNP/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2024 0 Comentários 642 Visualizações
Variedades

Economista afirma que segundo semestre será melhor para a economia brasileira

Por Jonathan da Silva 22/08/2024
Por Jonathan da Silva

O doutor em Economia e consultor setorial Marcos Lélis afirmou que o segundo semestre deverá ser melhor para a economia brasileira durante reunião online do Grupo de Inteligência realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) na manhã desta quinta-feira (22). O objetivo do encontro foi dar subsídios para fabricantes do setor poderem traçar estratégias comerciais assertivas para curto e médio prazos. De acordo com o especialista, a economia do país deve crescer em 2024, puxada pelo mercado interno, com a menor taxa de desemprego em mais de 10 anos e o aumento do salário médio.

Segundo Lélis, o PIB brasileiro deve crescer 1,9% em 2024, passando para 2,1% em 2025. “O segundo semestre será melhor do que o primeiro”, afirma o economista. O mercado interno deve seguir sendo o motor desse crescimento, baseado na taxa de desemprego de 6,9% e no aumento da renda média do brasileiro, que passou de R$ 2.948 para R$ 3.113 entre julho de 2023 e julho de 2024. “Por outro lado, são impeditivos de um incremento ainda maior, a persistência do endividamento das famílias brasileiras, hoje em 78,5%, praticamente idêntico ao registro do ano passado”, destaca Lélis, ressaltando que o custo do crédito ainda segue elevado e que os juros elevados ainda impedem que as famílias possam honrar seus compromissos.

Com a inflação controlada (IPCA de 12 meses em 4,2%) e a possibilidade de redução de juros nos Estados Unidos, Lélis avalia que existe espaço para a redução de juros no Brasil, o que poderia aliviar a pressão do endividamento das famílias sobre o consumo. O economista adiantou também que os dados do setor calçadista, que deve crescer em 2024, serão divulgados no evento Análise de Cenários, que será realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em outubro.

Grupo de Inteligência

O Grupo de Inteligência de Mercado da Assintecal tem o objetivo de auxiliar empresas do setor de componentes para couro, calçados e artefatos na adoção de estratégias com base em informações relevantes e projeções para a atividade no curto e médio prazos. As reuniões são realizadas bimestralmente e contam com apresentações de Marcos Lélis.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2024 0 Comentários 440 Visualizações
Business

Agroindústrias brasileiras projetam US$ 2 bilhões em negócios após o SIAVS

Por Jonathan da Silva 16/08/2024
Por Jonathan da Silva

Os exportadores da avicultura e da suinocultura do Brasil projetam US$ 2,03 bilhões (R$ 11,05 bilhões) em negócios para os próximos 12 meses após reuniões realizadas durante o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), maior evento dos setores no país, realizado na semana passada em São Paulo. Apenas nos três dias do evento, foram US$ 192,8 milhões (R$ 1,04 bilhão) já confirmados com exportações de aves, suínos, ovos e genética avícola.

A ação que ocorreu durante o salão foi organizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que também organiza o próprio SIAVS, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O resultado da iniciativa foi a geração de 9,2 mil encontros de negócios, 2 mil deles com novos clientes para as empresas. São importadores de mais de 50 países que procuraram o espaço das agroindústrias durante o evento. A ação foi organizada realizada por meio dos projetos setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck.

Cerca de 60 agroindústrias do setor estiveram presentes nos três dias de programação na capital paulista, com estandes próprios ou por meio do pavilhão das agroindústrias. “Os números reforçam a posição do SIAVS como ponto de encontro da indústria global de proteína animal. São dados que mostram o impacto positivo da ação realizada em São Paulo para a avicultura e a suinocultura do Brasil, que também contou com produtores de carne bovina, peixes, lácteos, insumos, equipamentos e diversas outras cadeias produtivas” destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Mais detalhes sobre o SIAVS podem ser obtidos no site siavs.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2024 0 Comentários 470 Visualizações
Variedades

Evento em Gramado destaca produtos de origens coloniais

Por Jonathan da Silva 15/08/2024
Por Jonathan da Silva

Gramado tem se tornado referência nacional na ênfase aos produtos com certificação de origem ao ser palco do Connection Terroirs do Brasil, que é a maior vitrine de promoção de produtos com territorialidade. O evento está marcado para acontecer entre 28 e 31 de agosto, no centro da cidade, e terá uma programação diversificada sob a organização da Rossi e Zorzanello Eventos e Empreendimentos e correalização do Sebrae. A Rua Coberta e o Palácio dos Festivais serão os palcos principais do evento, que proporcionará à comunidade local e visitantes uma imersão na realidade dos produtos com certificado de origem.

O Brasil possui 116 produtores certificados pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), dos quais 51 estarão na cidade da serra gaúcha. A Rua Coberta receberá uma exposição com comercialização de produtos ao público. O Cine Embaixador terá uma grade de conteúdo com mais de 15 palestrantes, que irão abordar temas como o desenvolvimento do turismo a partir dos produtos de origem e a transformação de territórios, entre outros. “Foi pensando em toda a riqueza que os brasileiros produzem utilizando a terra e a natureza com responsabilidade, e com o objetivo de dar a projeção e o reconhecimento merecidos, que criamos o Connection Terroirs do Brasil. É um evento voltado a promover os produtos típicos e únicos”, pondera o CEO do evento, Eduardo Zorzanello.

Qualidade, identidade e tradição são sempre destacados quando o tema são terroirs do Brasil. Além de uma produção genuína, o local de sua produção acaba se tornando destino turístico, a exemplo do Vale dos Vinhedos. “Ao garantir um selo de originalidade como a Indicação Geográfica, aquela região tem na mão a oportunidade de se desenvolver como um destino turístico, movimentando a economia local e possibilitando que toda a região cresça. Um exemplo é o café da Região do Cerrado Mineiro, que através do turismo oferece experiências criadas a partir de suas fazendas, torrefações, cooperativa e cafeterias, que ainda estimulam o empreendedorismo e a criatividade como oferta turística”, reforça a curadora do evento, Luciana Thomé.

Produtos de origem

Na Alameda Terroir, na Rua Coberta, o público encontrará uma exposição que reúne dezenas de produtos que refletem a diversidade e a riqueza do terroir brasileiro. Cada um desses produtos possui características consideradas únicas, resultantes da combinação do solo, clima e o saber-fazer das comunidades de cada região.

Haverá exposição de vinhos e espumantes, cafés, queijos, melado, mel, arroz, própolis, guaraná, aguardente, cerâmica, banana, maçã, uva, cacau, Tambaqui, erva-mate, bordado, farinha de mandioca, calçado, bala de banana, renda de agulha, doces de Pelotas e chocolate artesanal de Gramado.

Palco de conteúdo

Nomes de destaque, personalidades e cases de sucesso compartilharão suas experiências de vida com grandes debates sobre mercado, sustentabilidade, inovação, produtos de origem e turismo. A programação reserva abordagens sobre vários temas como a conexão internacional entre Brasil e Portugal e Argentina, turismo regenerativo, estratégia de marca, a transformação de territórios pelos produtos de origem, inovação, sustentabilidade, o valor global dos produtos locais, inclusão produtiva, entre vários outros.

Solidariedade

A exposição da Rua Coberta tem acesso gratuito ao público. Já para participar da área de conteúdos é necessário efetuar um credenciamento, o valor deste investimento será doado integralmente ao município de Santa Tereza, que sofreu severamente com as enchentes. A credencial também permite acesso gratuito em mais de 10 parques temáticos da região.

Mais detalhes sobre o evento e inscrições são realizadas no site https://www.connectionexperience.com.br/ e pelas redes sociais @connectionexperience.

Fotos: Rafael Cavalli/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2024 0 Comentários 376 Visualizações
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