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autismo

Saúde

Dia do Autismo lembra da importância do conhecimento sobre o transtorno e tratamento

Por Marina Klein Telles 04/04/2023
Por Marina Klein Telles

No domingo, 2 de abril, foi celebrado o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo. A data, vigente desde 2007, é de grande valor para levar à pauta as informações e orientações acerca do reconhecimento e tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de reforçar a necessidade de inclusão social e respeito a quem tem o transtorno.

Estima-se que os números de pessoas com TEA estejam aumentando em todo o Brasil, seguindo a tendência que já foi verificada nos Estados Unidos, de acordo com relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). De acordo com a última estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), seriam 2 milhões de diagnosticados com TEA dentre a população de 200 milhões de pessoas no Brasil. Ou seja, 1 % da população. Foram levantados dados acerca do Autismo no último censo do IBGE, em 2022. A divulgação dos números ainda é aguardada.

Segundo Mariana Potrich, psicóloga que atua na equipe do Centro Regional de Referência em TEA do Programa TEAcolhe, nos últimos 12 anos pesquisas apontam um aumento no número de casos, fato que acontece devido às mudanças no diagnóstico. “Hoje, o “espectro” abrange um conjunto de transtornos, como síndrome de asperger, autismo infantil, transtorno desintegrativo da infância, transtorno global do desenvolvimento, entre outros, que compõem o Transtorno do Espectro do Autismo – TEA”, explica a psicóloga.

Além dos atendimentos especializados, a psicóloga reforça também a importância da solicitação da Carteira de Identificação da Pessoa com TEA (CIPTEA), para garantia dos direitos. “Além de assegurar direitos, ela também ajuda a mapear as pessoas com TEA e as necessidades, assim políticas públicas podem ser desenvolvidas para esta população”, salientou. Ela conclui: “Porém, o mais importante é que esta pessoa possa ser olhada para além de seu diagnóstico e consiga ter uma vida plena como qualquer outro indivíduo. O respeito às diferenças é uma emergência social para todas as pessoas”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2023 0 Comentários 486 Visualizações
Saúde

Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo: Diferenças entre TEAs e deficiência auditiva

Por Marina Klein Telles 02/04/2023
Por Marina Klein Telles

O Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo é celebrado anualmente em 2 de abril e tem como objetivo difundir informações à população sobre a condição, com vistas à redução da discriminação.

Conforme o Ministério da Saúde, os Transtornos do Espectro Autista (TEAs) surgem na infância e tendem a persistir na adolescência e na vida adulta. Na maioria dos casos, eles se manifestam nos primeiros cinco anos de vida e as pessoas afetadas pela condição podem ter condições comórbidas, como epilepsia, depressão e ansiedade. Já o nível intelectual varia muito de um caso para outro, alternando de comprometimento profundo a casos com altas habilidades cognitivas.

Dr. Gilberto Ferlin, otorrinolaringologista e foniatra no Hospital Paulista, destaca que os TEAs têm como um de seus critérios diagnósticos a falha na comunicação social e explica que, embora inicialmente os sintomas apresentados possam ser parecidos, não há relação direta do transtorno com a deficiência auditiva.

“O deficiente auditivo, dependendo do grau da perda auditiva e do ambiente onde se encontra, embora não apresente falha na comunicação social, como o TEA, pode, por não ouvir, não responder a chamados e não conseguir se comunicar efetivamente. Por isso, é fundamental, antes de fechar o diagnóstico de autismo, ter um diagnóstico audiológico consistente, principalmente em crianças. Quanto menor a criança, mais importante é o diagnóstico audiológico antes de se pensar em TEA”, reitera.

O especialista pontua que, muitas vezes, os primeiros sintomas notados pelos cuidadores – não necessariamente os que primeiro aparecem -, tanto no autista como no deficiente auditivo, são muito semelhantes, como por exemplo: não responder às conversas, nem mesmo ao chamado do nome e o atraso na fala. Ambas as características devem estar presentes por volta do primeiro ano de vida e sua ausência constitui sinal de alerta para possíveis alterações no desenvolvimento infantil.

Nesse contexto, ressalta o otorrino, é fundamental que o diagnóstico audiológico seja consistente e o mais breve possível.  “Deficientes auditivos e autistas podem se confundir num primeiro olhar. Evidentemente, existem outros sintomas na comunicação social que os diferencia, como o olhar, por exemplo – embora não seja o único. Autistas podem também, ao contrário, manifestar irritação ou agressividade a determinados tipos de sons em intensidade (volume) não tão elevadas”, ressalta o médico.

A partir do diagnóstico do TEA e suas particularidades encontradas em cada indivíduo, a reabilitação, especificamente das perdas auditivas, pode seguir o padrão dos deficientes auditivos sem deixar de observar a singularidade do paciente. Num primeiro olhar, a perda auditiva pode dificultar o diagnóstico do TEA, por isso, é fundamental que o diagnóstico audiológico do paciente seja consistente e confiável. “Muitas vezes, a partir da avaliação do profissional habituado a trabalhar com desenvolvimento infantil, como o otorrino foniatra, é possível formular diagnóstico diferencial de uma ou outra alteração, pois um diagnóstico não necessariamente exclui o outro. Nesse sentido, a busca do diagnóstico etiológico auxilia, em muito, o trabalho terapêutico”, pondera.

Vale lembrar que o exame de triagem auditiva neonatal, obrigatório em maternidades no Brasil, por se tratar de exame de triagem, não exclui todas as possibilidades de déficit auditivo infantil, visto que existem condições de saúde que evoluem com perda de audição progressiva a partir do nascimento. Por isso, um profissional deve ser consultado tão logo se suspeite que possa existir dificuldade auditiva na criança. “Crianças que não tenham atenção a sons, não se assustam com barulho intensos, não balbuciam (brincam emitindo e explorando os sons da boca) no primeiro ano de vida, principalmente se estimuladas pelos cuidadores, devem ser investigadas”, finaliza Dr. Ferlin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2023 0 Comentários 675 Visualizações
Cultura

Projeto `Sinfonia Diferente RS na Estrada´ faz apresentação em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 23/03/2023
Por Marina Klein Telles

O projeto de Musicoterapia para pessoas com Autismo, Uma Sinfonia Diferente RS, apresenta Sinfonia Diferente RS na Estrada, com Financiamento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) do PRÓCULTURA RS, no dia 28 de março, às 19h30min, no Teatro Paschoal Carlos Magno, em Novo Hamburgo. No show, a Banda Sinfonia Diferente terá participações de crianças e jovens com autismo, além de artistas já consagrados do público. A entrada é franca e os ingressos podem ser retirados no Sympla.

Voluntários

Todo o trabalho do projeto tem a musicoterapia como fio condutor e equipe técnica multidisciplinar. As sessões de musicoterapia são focadas no desenvolvimento do grupo, sem deixar de considerar as características individuais de cada participante, por isso, além da equipe técnica, o processo conta com a participação de um grande grupo de voluntários, sendo estudantes ou profissionais da área da saúde, coordenado pela Educadora Musical Dejeane Arruée. “O trabalho desta equipe e de nossos voluntários é parte essencial para o sucesso do processo terapêutico do Projeto.” ressalta Grazi Pires – Coordenadora e Musicoterapeuta responsável pelo Projeto.

Formação e capacitação

Desde 2020 o Sinfonia recebe alunos de psicologia da Faculdade IENH para estágio curricular e também realiza pesquisas, coordenado pela Musicoterapeuta e Psicóloga Marylea Vargas, com o objetivo de divulgar o projeto e os efeitos da musicoterapia no tratamento do autismo em congressos, seminários e eventos de pesquisa.

Sobre o Sinfonia

A metodologia foi criada em 2015 pela musicoterapeuta Ana Carolina Steinkpopf, em Brasília e consiste em uma equipe técnica multidisciplinar liderada por um (a) Musicoterapeuta, com auxílio de voluntários que acompanham as crianças e jovens durante todas as sessões. A edição gaúcha se destaca por seus diferenciais e ampliação dos atendimentos para além dos participantes.

Uma Sinfonia Diferente RS, é realizado pela Pretas Produções, da dupla 50 Tons de Pretas e tem um caráter social. Atende famílias de baixa renda, e busca tornar acessível às famílias a Musicoterapia, uma vez que essa intervenção tem eficácia cientificamente comprovada com as pessoas com TEA.

Em 2019 foi realizada a 1ª edição do projeto no RS, atendendo 31 famílias. Em 2020 e 2021, devido a pandemia, o Sinfonia migrou para as sessões online, atendendo mais de 40 famílias. Em 2022 o projeto seguiu crescendo e foi realizado em formato híbrido, atendendo 52 famílias.

Neste ano, segue com mais de 60 famílias, com sede em POA e NH e ampliando o acolhimento aos pais, com Grupo de Pais, Coral para Pais e projeto de atendimentos individuais de psicoterapia com as estagiárias formandas de psicologia da Faculdade IENH.

Serviço

O quê: Sinfonia Diferente RS na Estrada – Novo Hamburgo
Quando: 28/03, às 19h30
Onde: Teatro Paschoal Carlos Magno, Rua Eng. Ignácio Christiano Plangg, 66, Novo Hamburgo
Quanto: Entrada franca (ingressos pelo Sympla).

23/03/2023 0 Comentários 617 Visualizações
Cultura

Projeto Sinfonia Diferente RS na Estrada faz turnê pelo Estado

Por Marina Klein Telles 13/03/2023
Por Marina Klein Telles

O projeto de Musicoterapia para pessoas com Autismo, Uma Sinfonia Diferente RS, inicia em março a turnê Sinfonia Diferente RS na Estrada com Financiamento do Fundo de Apoio a Cultura (FAC) do PRÓCULTURA RS. Serão shows da Banda Sinfonia Diferente, com participações de cerca crianças e jovens com autismo, além de artistas já consagrados do público.

O primeiro show será no dia 14 de março, às 19h30min, no Teatro Renascença, em Porto Alegre. E o segundo no dia 16 de março, no Teatro Paschoal Carlos Magno, Novo Hamburgo. Um terceiro show está para ser confirmado. Todos com entrada franca. “Uma Sinfonia Diferente trata disto. Crianças autistas sendo quem são, embaladas por um repertório que foi desenvolvido em conjunto e com muito amor, a fim de mostrar que sim, eles podem”, afirma Graziela Pires, Coordenadora Geral do Projeto e vocalista da 50 Tons de Pretas.

A turnê Sinfonia Diferente RS na Estrada tem por objetivo apresentar as canções que marcaram a trajetória do projeto, que começou em 2019, no Rio Grande do Sul. “Vocês vão ver um show. Um show diferente. Um show de afeto, de troca de olhares, de conquistas pessoais e de transcendência. Porque nossos artistas são muito mais do que um laudo, um diagnóstico ou o que um CID possa dizer. Eles são diferentes”, conclui Grazi.

A banda é formada por artistas voluntários e convidados que, anualmente, se dedicam a realizar o projeto musical, que é uma super produção de uma grande sessão de musicoterapia aberta ao público. Segundo Grazi, no espetáculo é possível conhecer como a música e suas diversas formas de manifestação podem auxiliar no desenvolvimento e na inclusão das pessoas com Autismo.

Sobre o Sinfonia

A metodologia foi criada em 2015 pela Musicoterapeuta Ana Carolina Steinkpopf, em Brasília e consiste em uma equipe técnica multidisciplinar liderada por Musicoterapeuta, com auxílio de voluntários que acompanham as crianças e jovens durante todas as sessões. A edição gaúcha se destaca por seus diferenciais e ampliação dos atendimentos para além dos participantes.

Uma Sinfonia Diferente RS, é realizado pela Pretas Produções, da dupla 50 Tons de Pretas e tem um caráter social. Atende famílias de baixa renda, e busca tornar acessível às famílias a Musicoterapia, uma vez que essa intervenção tem eficácia cientificamente comprovada com as pessoas com TEA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2023 0 Comentários 484 Visualizações
Cidades

Campanha em Santa Cruz do Sul levará crianças com autismo ao jogo Avenida x Internacional

Por Amanda Krohn 18/01/2023
Por Amanda Krohn

A campanha Lugar de autista é em todo lugar, em Santa Cruz do Sul, levará crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) para assistir a partida entre o Periquito e o Sport Club Internacional no Estádio dos Eucaliptos. A partida ocorre na quarta-feira, 25 e a ação é realizada através de uma parceria entre a Prefeitura de Santa Cruz do Sul e o Esporte Clube Avenida. O projeto, idealizado pela assessora do gabinete do vice-prefeito Elstor Desbessell, Adriele Vargas, foi encampado pela Secretaria de Habitação, Desenvolvimento Social e Esporte (Sehase) e o clube de futebol. Tia de crianças com autismo, Adriele tem se empenhado em iniciativas que buscam ampliar a inclusão de pessoas com o transtorno.

A ideia surgiu ao constatar crianças nos estádios usando abafadores de ouvido, durante as transmissões dos jogos da Copa do Catar. Ao pesquisar sobre a situação, Adriele deparou-se com a iniciativa do Sport Club Corinthians Paulista, que conta com a torcida Autistas Alvinegros. Ela torce para que mais clubes adotem a iniciativa. “O objetivo principal dessa ação é proporcionar um momento de vivência especial e diferenciado para famílias que, muitas vezes, não têm essa oportunidade,” comentou.

Apresentada ao Avenida, a proposta foi acolhida. Conforme o diretor de marketing do clube, Diogo Louzada, após visita de representantes da Prefeitura, houve a definição do local que será destinado aos convidados da campanha. “O espaço reservado está sendo desenvolvido após alinhamentos, justamente para que esse público sinta-se seguro”, explica. A ação beneficiará 10 crianças, acompanhadas por seus responsáveis, das entidades Luz Azul e Aira, que militam na causa autista. Elas também receberão os protetores auditivos, concedidos pelo Município, e camisetas alusivas à campanha. Conforme Louzada, a área demarcada para os autistas permanecerá reservada a este público durante os próximos jogos do Avenida. “Os protetores de ruídos ficarão no clube onde, conforme necessidade, os autistas poderão pegar emprestado para assistir aos jogos”, explicou.

Para o prefeito em exercício e secretário de Planejamento e Orçamento de Santa Cruz do Sul, Elstor Desbessell, a campanha atende um anseio geral por uma sociedade mais inclusiva. “Precisamos instituir mecanismos que permitam a inserção das crianças autistas, garantindo a elas a possibilidade de desfrutarem de momentos como uma partida de futebol”, avaliou. O secretário da Sehase, Everson Carvalho de Bello, frisou a relevância do projeto. “Acreditamos que essa iniciativa pode, além de incentivar autistas e suas famílias a frequentarem os ambientes esportivos, deixar nossa cidade ainda mais sensível às questões relativas a essa causa”, considerou. Conforme o secretário, por parte da Prefeitura, a iniciativa futuramente deve ser estendida a outras modalidades esportivas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2023 0 Comentários 802 Visualizações
Cidades

Lei santa-cruzense de substituição do sinal sonoro das escolas deve ser adotada em Vera Cruz

Por Amanda Krohn 16/01/2023
Por Amanda Krohn

A lei 9.157/2022, implementada em Santa Cruz do Sul, para substituição do sinal sonoro que avisa os horários de entrada, intervalos e saída nas escolas públicas e privadas do município deve ser adotada em Vera Cruz. A medida busca proteger estudantes com autismo dos efeitos do som alto e estridente. A notícia foi trazida pelo vereador do município vizinho, Luiz Carlos Souza. Ele foi recebido pelo prefeito em exercício e secretário de Planejamento e Orçamento, Elstor Desbessell, e a idealizadora da proposta, a assessora do gabinete do vice-prefeito, Adriele Vargas.

Souza, que também milita pela causa autista, parabenizou Santa Cruz pela instituição da legislação. O vereador, que presidiu a Câmara no ano passado, apresentou proposta similar ao prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker. “Ideias boas precisam ser copiadas, porque é para o bem de todos”, relatou. Desbessell frisou que a proposta, acolhida pela prefeita Helena Hermany, busca tornar o ambiente escolar mais amigável às crianças com transtorno do espectro autista (TEA). “É uma pequena mudança que trará mais conforto aos estudantes que sofrem com este transtorno. É motivo de alegria para nós ver Santa Cruz do Sul servindo de exemplo para outros municípios”, declarou.

Foto: Fernando Oliveira/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2023 0 Comentários 568 Visualizações
Variedades

Unicred Região dos Vales doa notebooks para projeto voltado ao autismo

Por Stephany Foscarini 13/01/2022
Por Stephany Foscarini

Sempre dedicada a colaborar com as comunidades em que está inserida, a Unicred Região dos Vales realizou uma ação para apoiar novamente o projeto Uma Sinfonia Diferente RS, que oferece musicoterapia para jovens e crianças com autismo. Depois de colaborar com o projeto no último ano, com a doação de instrumentos musicais, a cooperativa acaba de destinar dois notebooks para a instituição.

A entrega da doação foi realizada na sede da Unicred Região dos Vales e contou com a presença do presidente, Dr. Paulo Luiz Rech, e da musicoterapeuta e coordenadora do projeto Uma Sinfonia Diferente RS, Graziela Pires. “Buscamos estar sempre próximos da nossa comunidade e de causas importantes em que acreditamos. Desta forma, é com muita alegria e otimismo que novamente colaboramos com este projeto tão bonito, voltado para um grupo que muito admiramos”, comenta Dr. Rech.

Graziela, Paulo e Patricia

As inscrições para a quarta edição do projeto Uma Sinfonia Diferente RS foram abertas e encerradas em dezembro, nas modalidades presencial e online. Neste ano, a iniciativa também conta com o apoio do Natura Musical, edital de incentivo para projetos culturais, a partir da categoria de inclusão. Os pais que inscreverem seus filhos na modalidade online poderão participar de um sorteio, que vai destinar os notebooks para apoiar dois integrantes do projeto na aprendizagem remota.

A Unicred Região dos Vales é uma importante incentivadora do nosso trabalho. Com esta nova doação, vamos poder colaborar com dois alunos que desejam participar do projeto na modalidade online, mas que não possuem o equipamento necessário”.

Segundo Graziela, a doação vai colaborar muito com o projeto: “A Unicred Região dos Vales é uma importante incentivadora do nosso trabalho. Com esta nova doação, vamos poder colaborar com dois alunos que desejam participar do projeto na modalidade online, mas que não possuem o equipamento necessário”, finaliza. O sorteio dos dois notebooks deve ser feito no início do próximo ano, antes do começo das aulas da próxima edição do projeto.

Criado em 2015, em Brasília, pela musicoterapeuta Ana Carolina Steinkpof, o Projeto Social Uma Sinfonia Diferente recebeu a primeira edição no Rio Grande do Sul em 2019 por meio de Graziela Pires, musicoterapeuta, cantora e compositora da banda 50 Tons de Pretas. O projeto tem como objetivo de promover um espaço terapêutico e artístico que apoie o desenvolvimento das potencialidades das pessoas com autismo num ambiente favorável. Também realiza atendimento exclusivo aos pais e responsáveis dos autistas por meio de círculos de conversa e troca de experiências conduzidas por psicólogas e especialistas.

Sobre

A Unicred Região dos Vales é uma instituição cooperativa que atua no âmbito financeiro, concedendo empréstimos, financiamentos, aplicações financeiras, seguros, previdência e cartões aos seus cooperados por meio de uma gestão participativa, democrática e transparente, com o propósito baseado na premissa da prosperidade, pois “Acreditamos que prosperar é um direito de todos”. A cooperativa possui área de atuação no Vale dos Sinos, Vale do Caí, Vale do Paranhama e Litoral, em 58 munícipios, localizados em dez agências de negócios. Para mais informações, acesse www.unicred.com.br/regiaodosvales e @unicredregiaodosvales

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2022 0 Comentários 876 Visualizações
Variedades

Estudante autista de 10 anos lança livro contando sua história

Por Stephany Foscarini 05/08/2021
Por Stephany Foscarini

Josué Stein Pedroso, 10 anos, estudante do quinto ano na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Pastor Rodolfo Saenger em Sapiranga, é autista e surpreendeu a todos com seu talento especial. Foi a partir de um trabalho proposto pela professora de AEE (Aprendizagem Especial) Veridiana dos Santos, com a titular Deisi Raquel Kautzmann Ribeiro, que Josué descobriu seu talento para contar histórias. Habilidade que, com o apoio da Administração Municipal, se transformou em um livro, onde ele conta sua história, quem ele é e como ele percebe a própria condição de autista. O município adquiriu 500 exemplares para serem distribuídos em todas as escolas da rede municipal.

Nós decidimos não olhar apenas para as limitações do Josué, mas investir no potencial dele, na capacidade do nosso filho”.

A mãe do Josué, Giovana Cristina Stein Pedroso, conta que ele sempre foi muito criativo, criando histórias para tudo. “Assim que ele começou a ler e escrever, já pegava folhas de caderno e grampeava, fazia historinhas e montava livrinhos. Os livrinhos já ficavam junto com os demais livros da sala de aula para que os coleguinhas tivessem acesso e fossem lendo também durante as aulas”, recorda. “Nós decidimos não olhar apenas para as limitações do Josué, mas investir no potencial dele, na capacidade do nosso filho”, enfatiza Giovana. Ela salienta que o papel da família é fundamental para as crianças com autismo ou qualquer outra necessidade especial. “Parece que portas se fecham quando recebemos o laudo. Mas quando percebemos que não devemos olhar para os nãos, para as impossibilidades, mas olhar para a potencialidade e as habilidades dessa criança, começamos a ver que janelas de oportunidades podem se abrir”, completa Giovana.

Processo de criação do livro

Giovana conta que o livro iniciou após a atividade proposta pela professora, de criar um vídeo ou um texto contando sobre a própria vida. “Ele chegou em casa, me viu sentada no computador e pediu pra eu escrever. Sentou do meu lado e começou a ditar. Eu sou assim, meu nome é Josué, tenho 10 anos… e começou a falar tudo que está no livro. Eu, como professora, de imediato, já vi que daria um bom livro.”

A professora descreve Josué como um menino querido, alegre e cheio de vida. “Ele gosta de criar histórias, defende seu ponto de vista e argumenta cada detalhe do que é trabalhado com muita informação e conhecimento. Ele veio para a escola este ano e foi um presente para todos nós, que estamos aprendendo muito com ele. Na escola valorizamos cada um, com sua especificidade, explorando suas capacidades, habilidades e não presos a um diagnóstico. Todos podem desenvolver potencialidades incríveis e o Josué está aí para provar isso. É um aluno super especial!”, revela Veridiana.

Josué Stein Pedroso

SMED foca na formação do aluno para a vida

A Secretaria de Educação de Sapiranga valoriza o processo de aprendizagem e iniciativas como essa, que valorizam a individualidade do aluno. Neste caso, um aluno especial que desenvolveu habilidades diferenciadas com a escrita. A secretária de Educação, Claudia Kichler salienta que a educação é um direito de todos e que os professores e gestores buscam uma aprendizagem que forma para a vida. “É importante criar oportunidades para que os alunos com deficiência possam demonstrar suas capacidades e que recebam o apoio necessário para remover barreiras que impedem sua inclusão tanto na escola quanto na sociedade. O trabalho nas escolas é realizado de forma coerente e com comprometimento de todos os envolvidos no processo”, valoriza.

Como educadora, sempre tive um olhar especial para os alunos de inclusão, valorizando o melhor do aluno e priorizando seu potencial”.

A diretora pedagógica da SMED, Ana Andrioli, comemora o desenvolvimento do Josué e almeja por mais alunos como ele, que se permitam ousar e compartilhar suas histórias. “Como educadora, sempre tive um olhar especial para os alunos de inclusão, valorizando o melhor do aluno e priorizando seu potencial. Só podemos falar daquilo que conhecemos. Entre tantos desafios, a inclusão certamente é um dos que dispensa maior atenção, mas a partir do momento que nos permitimos conhecer o aluno, ouvir seus relatos e aqueles que convivem com ele, as diferenças diminuem e o convívio passa ser mais leve”, enfatiza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2021 0 Comentários 816 Visualizações
Cidades

Capão da Canoa cria projeto para instituir a carteira do autista

Por Caren Souza 13/05/2021
Por Caren Souza

Uma reunião, realizada na tarde de quarta-feira (12), marcou um importante passo para a concretização de mais políticas públicas na área social. O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, enviou à Câmara Municipal um projeto de lei para criar a carteira do autista no município. A vice-prefeita, Juliana Martin, também participou do ato.

Fico muito feliz e grato em ver esse tipo de projeto virar realidade.

Atendendo à Lei Federal 13.977, de 8 de janeiro de 2020, que dá direito ao atendimento prioritário para pessoas com o espectro, Capão da Canoa avança ainda mais no que se refere à inclusão social. A elaboração e emissão do novo documento é resultado de um trabalho realizado em conjunto com mães, como grupo AMA/Projeto Autismo Viver, presentes no encontro.

O Secretário de Saúde, Josiel Matos, a Secretária de Cidadania, Trabalho e Ação Comunitária, Almei Cecconello, e o coordenador das políticas públicas para pessoas com deficiência, Davi Mendonça (Davi Confeiteiro), também estiveram presentes.

O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, relata que é um passo extremamente importante para muitas famílias do município. “Fico muito feliz e grato em ver esse tipo de projeto virar realidade, principalmente em ações como essa, que certamente colaborarão para melhorar a vida das pessoas”, relata.

Fonte: Assessoria
13/05/2021 0 Comentários 765 Visualizações
Autismo
Cidades

Canoas abre Centro de Referência especializado no espectro autismo

Por Gabrielle Pacheco 12/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

A partir das 15 horas desta quinta feira (12), Canoas passa a contar com um Centro de Referência no Transtorno do Espectro Autista. Pioneira, a unidade será o ponto de apoio para crianças e famílias que convivem com a doença. Além disso, o centro contará com especialistas como neurologistas, psicólogos, fonoaudiólogo, assistente social, enfermeiros e técnicos de enfermagem, para realizar o acompanhamento de pessoas com autismo e contribuir para que as famílias tenham melhores condições de lidar com o transtorno.

Assim, o Centro de Referência no Transtorno do Espectro Autista é uma ampliação dos serviços prestados pelo Ambulatório de Diagnóstico Precoce e Cuidado da Criança e Adolescente com Transtorno do Espectro Autista e terá uma sede própria, na rua Araçá. A abertura da nova unidade era uma promessa feita pela atual gestão e que, agora, passará a beneficiar centenas de famílias da cidade.

Famílias participam do diagnóstico

O fluxo de atendimento inicia na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do paciente, aquela mais próxima da casa do paciente. Atualmente, Canoas conta com 27 unidades espalhadas por todos os bairros. Quando o médico da UBS suspeita da presença da doença, encaminha a criança ou adolescente para o centro de referência. No local, o paciente passa por consultas com psiquiatra, neurologista, psicólogo, fonoaudiólogo e demais profissionais, que farão o diagnóstico final.

A família também receberá o apoio de psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros. Para a psicóloga da Diretoria de Políticas de Saúde Mental, Dóris Luft, a atuação do serviço tem trazido grandes benefícios para as famílias “Nós tivemos uma grande adesão das famílias, no engajamento ao diagnóstico e tratamento da doença. Não só as mães, mas também os pais têm ido às consultas e se mostram acolhidos com o serviço”, diz a profissional.

Dóris destaca que é fundamental ter esse tipo de diagnóstico ainda nos primeiros anos de vida. “É um fato importante, pois quanto mais cedo iniciar o tratamento, melhor será a vida do paciente. O serviço busca justamente fazer o diagnóstico nos anos iniciais da criança para acompanhar e aprimorar o seu desenvolvimento”, comemora.

Autismo

O transtorno do espectro do autismo (TEA), conforme denominado pelo DMS-5, o Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais, também conhecido pela sua denominação antiga (DSM IV): autismo, é um transtorno neurológico caracterizado por comprometimento da interação social, comunicação verbal e não verbal e comportamento restrito e repetitivo.

Os sinais geralmente desenvolvem-se gradualmente, mas algumas crianças com autismo alcançam o marco de desenvolvimento em um ritmo normal e depois regridem. O autismo é altamente hereditário, mas a causa inclui tanto fatores ambientais quanto predisposição genética. Em casos raros, o autismo é fortemente associado a agentes que causam defeitos congênitos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/11/2020 0 Comentários 908 Visualizações
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