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Associação Brasileira de Proteína Animal

Business

ABPA projeta desempenho da produção, consumo e exportações para 2022-2023

Por Amanda Krohn 30/07/2022
Por Amanda Krohn

A avicultura e a suinocultura do Brasil deverão registrar novos avanços neste ano. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) que apresentou, em coletiva de imprensa, as projeções do setor para produção, exportações e consumo de carnes de frango e suína do Brasil para 2022 e 2023. Segundo as perspectivas da ABPA, a produção brasileira de carne de frango poderá crescer até 1% este ano na comparação com 2021, alcançando até 14,5 milhões de toneladas em 2022. A alta deve seguir em 2023, quando é projetada alta de até 5% na produção, podendo chegar a 15 milhões de toneladas.

A disponibilidade de produtos no mercado interno também deverá apresentar níveis positivos, com elevação de até 0,5% em 2022, alcançando 9,78 milhões de toneladas, com aumento da disponibilidade interna esperada para 2023 de 9,8 milhões de toneladas.  “Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Já as exportações do setor, conforme a ABPA, deverão alcançar neste ano até 4,9 milhões de toneladas, número 6% maior que o registrado no ano anterior. Em 2023, a expectativa é de vendas também 6% superiores, alcançando até 5,2 milhões de toneladas.

“Os produtores têm mantido a disponibilidade interna de produtos, o que sustentou os níveis per capita. Os programas de auxílio à renda que chegarão ao mercado ainda este ano deverão incrementar o poder de compra da população, com consequente impacto nas vendas internas de produtos avícolas – presidente da ABPA, Ricardo Santin.

“A questão sanitária internacional ainda deve pressionar o comércio global de carne de frango. Novos focos de influenza aviária foram identificados entre os grandes produtores, sustentando a demanda de grandes exportadores livres da enfermidade, como é o caso do Brasil. Adicionalmente, a sentida redução da participação da Ucrânia no comércio internacional, a retirada das tarifas de importação do México até o próximo ano, a forte demanda filipina e a redução temporária das tarifas sul-coreanas de importação também impactarão no saldo das exportações”, completa Santin.

 

Já em carne suína, as projeções da ABPA indicam crescimento de até 5% na produção em 2022, podendo alcançar 4,95 milhões de toneladas. Em 2023, a produção deverá chegar a até 5,1 milhões de toneladas, com elevação de 3%. A disponibilidade de produtos para o mercado interno neste ano deverá ser até 9% superior, com 3,9 milhões de toneladas. Para 2023, a expectativa é de nova elevação, chegando a 3,95 milhões de toneladas, 2% maior.

“A carne suína está mais competitiva que as demais proteínas, o que tem gerado um considerável impulso no consumo interno, que deverá pela primeira vez atingir os 18 quilos per capita. Neste contexto, a diversificação e customização de produtos pelas agroindústrias vem gerando oportunidades interessantes e possibilitando ao consumidor descobrir a qualidade e a variedade proporcionada pela carne suína, que combina com praticamente tudo. Pelo lado da produção, tivemos um primeiro semestre bastante complicado, mas tudo indica que a segunda parte do ano seja melhor, tanto no mercado interno quanto externo”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Por fim, as exportações projetadas para o ano deverão alcançar até 1,1 milhão de toneladas, número 3% menor que o registrado em 2022 mas, mesmo assim, o segundo melhor resultado da história da suinocultura brasileira. Em 2023, entretanto, é esperada nova elevação, de até 9%, com volumes que podem alcançar 1,2 milhão de toneladas.

“Há expectativa de incremento nas importações chinesas de carne suína ao longo do segundo semestre, o que deverá favorecer as exportações do setor, conforme já temos observado. Soma-se a isso a abertura do mercado do Canadá, as reduções tarifárias da Coreia do Sul e Vietnã, além da ampliação das vendas para novos mercados, como a Tailândia. Muito possivelmente a média mensal de exportações ficará próxima das 100 mil toneladas a partir de agora”, completa Rua.

Estudo de competitividade setorial

Durante a coletiva, a ABPA apresentou pontos de um amplo estudo que detalha gargalos e fatores positivos da capacidade competitiva da avicultura e da suinocultura do Brasil. Um dos pontos abordados no trabalho foi o aumento dos insumos que compõem a produção. O polietileno utilizado na fabricação de embalagens acumulou alta de 61% entre 2018 e 2021, segundo o levantamento. A energia elétrica aumentou, no mesmo período, 32% — mantendo o Brasil entre os países com custos energéticos menos competitivos, em comparação com outros grandes exportadores mundiais de proteínas.

Os custos também se tornaram mais elevados na logística de exportação. A média do frete internacional por contêiner saltou de US$ 3,89 mil dólares em 2018, para mais de US$ 7 mil em 2021, alta de quase 100%. “O estudo nos mostrou que, além de repensarmos questões fundamentais para o país, como a carga tributária que recai sobre os insumos, é preciso fortalecer as políticas de oferta destes elementos fundamentais para produção. Ao mesmo tempo, é fundamental aprofundar a posição do país como grande exportador, por meio da ampliação de acordos comerciais que nos tornem mais competitivos em mercados onde a taxação nos acomete de forma mais severa, em relação aos nossos competidores”, conclui Ricardo Santin.

O trabalho será apresentado durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), maior evento dos setores no país, que será realizado de 9 a 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).

SIAVS

Realizado pela ABPA, o principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivo e legislativo nacional e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Em 2019, o evento recebeu mais de 20 mil visitantes de 50 países, com mais de 170 expositores. Nas dezenas de salas do congresso ocorreram apresentações de mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países para 2,4 mil congressistas.  O credenciamento de imprensa para o SIAVS 2022 pode ser feito antecipadamente pelo site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2022 0 Comentários 704 Visualizações
Business

Influenza aviária no Hemisfério Norte acende alerta

Por Stephany Foscarini 19/05/2022
Por Stephany Foscarini

Único entre os grandes produtores mundiais a nunca registrar influenza aviária no território, o Brasil acendeu um alerta com os recentes registros da enfermidade em diversos países do Hemisfério Norte, como Estados Unidos e países da União Europeia. Por este motivo, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) iniciou recentemente uma mobilização setorial, em uma campanha com o objetivo de reforçar os cuidados sanitários nas propriedades avícolas de todo o país.

Uma das primeiras ações foi feita juntamente com o Família Integrada – iniciativa conjunta da ABPA e associados para a realização de cursos para produtores de todo o Brasil. Uma aula online focada em práticas para preservar a biosseguridade das propriedades rurais, tanto para aves quanto para suínos foi realizada. Novas aulas estão no radar.

Além da ação com o Família Integrada, a ABPA, aliada aos associados, reforçou campanhas internas de conscientização em relação à proibição de visitas de pessoas externas à propriedade, entre outras. A campanha está em curso nas redes sociais da ABPA e na comunicação interna das agroindústrias associadas. Em outra linha de ação, protocolos de biosseguridade foram atualizados e redistribuídos para as equipes técnicas das agroindústrias do setor. Os protocolos são públicos e estão disponíveis no site da ABPA.

Assim como fazemos para preservar o status do Brasil livre da PSA, o engajamento de todos é fundamental para mantermos a mesma condição com relação à influenza aviária”.

As ações são coordenadas pela diretora técnica da ABPA, Sulivan Alves. Doutora pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/USP, ela realiza trabalho semelhante ao realizado no ano passado em relação à Peste Suína Africana (PSA). “Assim como fazemos para preservar o status do Brasil livre da PSA, o engajamento de todos é fundamental para mantermos a mesma condição com relação à influenza aviária”, comenta a gestora.

Pergunta: O que a ABPA tem feito para conscientizar produtores sobre a doença?
Sula Alves: Temos o compromisso de fazer um processo de conscientização, relembrando os cuidados que já são aplicados pelos estabelecimentos nas práticas diárias. Nós temos reforçado o alerta com esses cuidados, pois temos visto a quantidade de ocorrências de influenza aviária em vários países produtores, que têm sofrido bastante. Isso leva a perdas produtivas, de mercado — e temos que zelar para que não chegue por aqui.

Pergunta: Quais cuidados mais básicos o produtor deve ter?
SA: Primeiro de tudo é o isolamento da propriedade, evitando a entrada de pessoas que não fazem parte do processo produtivo, além de prevenir o ingresso de animais silvestres. Outro ponto muito simples é a troca de calçados para acessar áreas dos galpões. São coisas muito básicas que evitam não só a influenza aviária, mas também qualquer outra doença que possa ser trazida pelas pessoas ou animais. A higienização de mãos, práticas que temos até agora com a pandemia, se aplicam nas práticas com os animais no dia a dia.

Pergunta: Onde o produtor pode buscar mais informações?
SA: Temos em nosso site uma série de vídeos e informações muito simples que podem ser utilizadas pelos produtores para instruir seu pessoal, quem atua nas granjas. São materiais fáceis, dinâmicos, educativos para relembrar a importância das boas práticas que já fazem parte do dia a dia e não podem ser ignoradas, especialmente neste momento.

Pergunta: A questão sanitária é fundamental para manter os mercados?
SA: Sem dúvida, para nosso próprio mercado, mas também porque a ocorrência de uma doença como a Influenza Aviária pode impedir o comércio internacional. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango. E, sempre falamos: uma doença como essa pode afetar a totalidade das nossas exportações, podemos ser proibidos de exportar e isso fica retido no mercado interno, gerando desbalanceamento do nosso comércio.

Pergunta: Muitos países hoje estão proibidos de exportar devido à doença?
SA: Sim, países da Europa, da Ásia, até na própria América do Norte. Quando ocorre, dependendo do acordo do país com os importadores, todo o país é proibido de exportar, ou parte do país e a região afetada, além de terem de sacrificar os animais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2022 0 Comentários 793 Visualizações
Business

Inscrições para curso da ABPA e UPF sobre Trichinella Spiralis terminam nesta segunda

Por Stephany Foscarini 29/04/2022
Por Stephany Foscarini

Encerra nesta segunda-feira, 2, o prazo de inscrição para o curso sobre Trichinella Spiralis, que será realizado de 23 a 31 de maio, promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Universidade de Passo Fundo (UPF).

Voltado para profissionais do setor produtivo, o curso abordará informações técnicas sobre a enfermidade que afeta suínos – nunca registrada em território nacional – como ciclo biológico, epidemiologia, distribuição geográfica, patogenia, sintomas clínicos, tratamento, prognóstico, prevenção, diagnóstico, controle de dados, entre outros assuntos.

Nomes conhecidos do setor produtivo estarão à frente do curso, como os professores Maria Isabel Botelho Vieira e Elci Lotar Dickel (FAMV/UPF).

O curso será dividido em duas etapas. A primeira teórica, que será realizada à distância, por meio de vídeo aula, no dia 23 de maio. Ao final, os alunos receberão um certificado provisório emitido pela UPF. A etapa seguinte é prática e acontecerá no dia 31 de maio, de forma presencial, em Passo Fundo.

Associados da ABPA têm valores diferenciados para a inscrição. Para inscrições, basta acessar o formulário por meio do link.

Sobre

A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos da avicultura e da suinocultura do Brasil, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões.

Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a ApexBrasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork.

Por meio das marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção, além de fomentar novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2022 0 Comentários 858 Visualizações
calçados
Business

Nações Islâmicas expandem participação em exportações avícolas do Brasil em 2022

Por Stephany Foscarini 01/04/2022
Por Stephany Foscarini

No início do Ramadã — nono mês do calendário islâmico, que em 2022 ocorre de abril até o começo de maio — a avicultura brasileira vê crescer significativamente a participação do mercado de produtos halal (em português, “permitido”) entre os destinos de exportação de carne de frango do país, de acordo com análise da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

De acordo com a ABPA, o Brasil — maior exportador de carne de frango halal do planeta — exportou 1,915 milhão de toneladas de carne de frango para o mercado islâmico em 2021, quase a metade de toda a exportação brasileira do setor — 4,6 milhões de toneladas no ano passado. No primeiro bimestre de 2022, o volume de carne de frango halal já aumentou 5,17% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 310,4 mil toneladas.

As vendas de produtos para as 58 nações importadoras de carne de frango halal do Brasil geraram em 2021 quase US$ 3 bilhões em divisas — número que deve crescer em 2022, já que as exportações para esses destinos registraram receita total no bimestre de US$ 509,7 milhões, número 25% superior ao alcançado nos dois primeiros meses de 2021.

Principal destino

Entre as 58 nações, os Emirados Árabes Unidos são, desde 2020, o principal destino. Em 2021, a nação da península arábica importou 389,4 mil toneladas de carne de frango halal — equivalente a 8,7% de toda a exportação do setor —, o que gerou uma receita de US$ 692,2 milhões.

Neste ano, o país tem incrementado ainda mais as importações de produtos brasileiros. No primeiro bimestre foram 85,7 mil toneladas, volume 93,4% superior ao importado no mesmo período de 2021.

No mês passado, os Emirados Árabes Unidos assumiram a liderança entre os destinos das exportações brasileiras de carne de frango, superando a China. Foram 42,8 mil toneladas, volume 89,9% maior que o importado no segundo mês de 2021.

A avicultura brasileira é uma nação dedicada ao cumprimento do halal e isto nos colocou em uma posição estratégica para apoiar a segurança alimentar das nações árabes”.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, as nações islâmicas foram os primeiros destinos das exportações brasileiras de carne de frango, em 1975. Temos uma sólida parceria construída, que projeta para incrementos no longo prazo. Prova disso foi uma ação recente que realizamos em uma feira em Dubai, a Gulfood, onde foram projetados US$ 1 bilhão em exportações nos próximos meses, apenas a partir das tratativas estabelecidas no evento. “A avicultura brasileira é uma nação dedicada ao cumprimento do halal e isto nos colocou em uma posição estratégica para apoiar a segurança alimentar das nações árabes”, avalia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2022 0 Comentários 457 Visualizações
Business

Exportação de genética avícola cresce 21,3% em 2022

Por Stephany Foscarini 23/03/2022
Por Stephany Foscarini

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de genética avícola (considerando todos os produtos, entre ovos férteis e genética para reprodução) totalizaram US$ 26,079 milhões no primeiro bimestre de 2022, número 21,3% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 21,499 milhões.

Do total exportado nos dois primeiros meses deste ano, US$ 16,353 milhões resultaram das vendas de pintos de 1 dia, resultado 13% maior que o registrado em 2021, com US$ 14,468 milhões. A outra parte refere-se a ovos férteis, com receita de US$ 9,726 milhões, número US$ 38,3% superior ao realizado em 2021, com US$ 7,032 milhões.

Apenas em fevereiro, o resultado das vendas do setor chegou a US$ 13,302 milhões, número 65,5% maior que o registrado no segundo mês de 2021, com US$ 8,038. Deste total, US$ 8,162 milhões correspondem a pintos de 1 dia, saldo US$ 76,5% maior que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,625. Já o de ovos férteis foi de US$ 5,141 milhões, 50,6% maior que o realizado em fevereiro de 2021, com US$ 3,414.

Principais mercados

Entre os principais destinos, a Colômbia se destacou entre os importadores de pintos de 1 dia, com 24% do resultado em dólares do total exportado no bimestre, seguido por Bolívia, com 18%, e Peru, com 17%. Já entre os países importadores de ovos férteis, Senegal foi destaque com 38% da receita em dólares no primeiro bimestre de 2022, seguido por México, com 33%, e Paraguai, com 14%.

A demanda internacional por genética avícola do Brasil segue em elevação, em especial, nas nações das Américas e África. Em um momento com ocorrências de Influenza Aviária em diversos países produtores, o país ganhou competitividade por nunca ter registrado a enfermidade no território”.

“A demanda internacional por genética avícola do Brasil segue em elevação, em especial, nas nações das Américas e África. Em um momento com ocorrências de Influenza Aviária em diversos países produtores, o país ganhou competitividade por nunca ter registrado a enfermidade no território”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2022 0 Comentários 578 Visualizações
Business

ABPA é homenageada como Associação Parceira do Selo Mais Integridade 2021/2022 do MAPA

Por Stephany Foscarini 24/02/2022
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) foi uma das quatro entidades homenageadas como Associação Parceira do Selo Mais Integridade 2021/2022, em solenidade realizada nesta quarta-feira (23) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A homenagem contou com a presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, além de autoridades do Governo Federal. O diretor de relações institucionais da ABPA, Marcelo Osório, representou a entidade no evento.

Além disso, duas associadas da ABPA foram agraciadas com o Selo Mais Integridade: a São Salvador Alimentos (SSA), agroindústria instalada em Goiás, que recebeu o Selo Amarelo; e a Rivelli Alimentos, o grande destaque do evento, com o primeiro “Selo Mais Integridade – Versão Especial”, como a primeira empresa do agronegócio a receber o Prêmio Pró-Ética, da Controladoria-Geral da União (CGU).

As organizações que conquistaram o Selo poderão utilizar a marca de integridade do ministério nos produtos, sites, publicidades e publicações positivas, entre outros pontos que se relacionam com clientes, autoridades e stakeholders no mercado nacional e internacional, no âmbito das práticas Ambiental, Social e de Governança (ESG).

A ABPA tem acumulado forte experiência no desenvolvimento de práticas associativas que estimulam a integridade e a transparência nas relações e entre as associadas, incluindo composições de manuais, cursos e outras medidas”.

“A ABPA tem acumulado forte experiência no desenvolvimento de práticas associativas que estimulam a integridade e a transparência nas relações e entre as associadas, incluindo composições de manuais, cursos e outras medidas. A ABPA também tem estimulado as associadas à adesão ao Selo Mais Integridade, que é um importante marco anticorrupção, que valoriza a imagem do agro brasileiro para o País e o Mundo”, avalia presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Saiba mais sobre o Selo Mais Integridade no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Exportações de genética avícola geram receita de US$ 12,7 milhões em janeiro

Por Stephany Foscarini 17/02/2022
Por Stephany Foscarini

A receita das exportações brasileiras de genética avícola (somando ovos férteis e material genético) totalizaram US$ 12,7 milhões em janeiro, segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 5,1% menor em relação ao mesmo período de 2021, quando foram registradas US$ 13,4 milhões.

Os embarques de material genético totalizaram 77 toneladas, volume 34,8% menor em relação ao ano passado, com 119 toneladas. Em receita, o saldo das vendas chegou a US$ 8,192 milhões, número 16,8% menor que os US$ 9,843 milhões registrados em janeiro de 2021.

No caso de ovos férteis, porém, o volume exportado chegou a 1,097 mil toneladas, dado 11,5% maior que as 984 toneladas embarcadas no primeiro mês de 2021. O resultado das vendas do período gerou receita de US$ 4,585 milhões, número 26,7% maior que os US$ 3,618 milhões realizados no ano anterior.

Entre os destinos de exportação de ovos férteis em janeiro destacam-se Senegal, com 412 toneladas (-9,6%), seguido por México, com 353 toneladas (+43,7%), e Paraguai, 173 (-10,7%). No caso de material genético, se destacam Paraguai, com 46 toneladas (-45,2%), Bolívia, com 12 toneladas, (+58,7%), e Equador, com 6 toneladas (-21,4%).

O fornecimento de genética avícola brasileira para o mercado internacional ganhou espaço nas vendas para o México, além dos tradicionais mercados da América do Sul e África. O status sanitário do Brasil, que é livre de Influenza Aviária, deve manter a competitividade do segmento de alto valor agregado da avicultura no mercado internacional neste ano”.

“O fornecimento de genética avícola brasileira para o mercado internacional ganhou espaço nas vendas para o México, além dos tradicionais mercados da América do Sul e África. O status sanitário do Brasil, que é livre de Influenza Aviária, deve manter a competitividade do segmento de alto valor agregado da avicultura no mercado internacional neste ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 801 Visualizações
Business

Exportações de ovos iniciam 2022 com alta de 42,6%

Por Stephany Foscarini 11/02/2022
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram em janeiro 2,316 mil toneladas, volume que supera em 42,6% o total embarcado no mesmo período de 2021, com 1,624 mil toneladas.

As vendas internacionais do setor de ovos geraram em janeiro receita de US$ 3,089 milhões, número 52,3% superior ao registrado em 2021, com US$ 2,029 milhões.

Os Emirados Árabes Unidos seguem como principais destinos das exportações de ovos, com 1,937 mil toneladas importadas em janeiro, um crescimento de 70% em relação ao mesmo período de 2021.

“Os produtores de ovos estão enfrentando custos do milho e do farelo de soja em patamares históricos, assim como os produtores de carnes de aves e de suínos. O mercado internacional tem sido uma via utilizada para diminuir a pressão desses custos sobre a rentabilidade das empresas que contam com a opção de enviar produtos para o exterior. Exatamente por isto, é esperado que as vendas para o exterior sigam em alta ao longo de 2022”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2022 0 Comentários 525 Visualizações
Business

Ricardo Santin é reeleito vice-presidente do Conselho Mundial da Avicultura

Por Stephany Foscarini 08/02/2022
Por Stephany Foscarini

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, foi reeleito vice-presidente do Conselho Mundial da Avicultura (IPC, sigla em inglês). A nomeação ocorreu em encontro realizado na última semana de janeiro, em Atlanta (EUA).

Membro da diretoria do conselho desde 2012, Santin renovará esforços em prol do desenvolvimento da avicultura mundial, juntamente com Robin Horel, do Canadá, também reeleito para o cargo de presidente da entidade. Jim Sumner, que já presidiu o IPC, será o tesoureiro.

De acordo com Santin, a estratégia do trabalho do IPC se manterá na valorização da imagem setorial e dos alicerces sustentáveis da cadeia produtiva global.

“Por ser tão grande e presente na vida das pessoas, a produção avícola desperta o interesse e, infelizmente, também a produção de fake news. Por isso, devemos envidar esforços no desenvolvimento de estratégias comunicacionais que ampliem ao mundo a correta imagem do nosso setor, que promove desenvolvimento e segurança alimentar, com produtos de alta qualidade”, avalia.

Sobre o IPC

Fundado em 7 de outubro de 2005, o IPC é a associação global de produtores de carne de aves.

A missão do IPC é fortalecer as comunicações entre os países, desenvolver e implementar políticas para organizações internacionais que afetam a indústria avícola mundial e promover um entendimento comum e confiança nos produtos avícolas no mundo.

Atualmente, o IPC tem 31 países membros e 55 membros associados, representando 88% da produção global de carne de aves e quase 95% do comércio global de carne de aves. Organizações internacionais como OIE, FAO e Codex Alimentarius Commission reconhecem oficialmente o IPC como a associação global que representa o setor de carne de aves.

Foto: Divulgação/ABPA | Fonte: Assessoria
08/02/2022 0 Comentários 499 Visualizações
Business

Exportações de material genético e ovos férteis somam US$ 147,7 milhões em 2021

Por Stephany Foscarini 20/01/2022
Por Stephany Foscarini

A receita das exportações de material genético e ovos férteis do Brasil cresceram 26,7% em 2021, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram efetuadas vendas que geraram receitas totais de US$ 147,7 milhões no ano passado, contra US$ 116,5 milhões em 2020.

Em ovos férteis, os embarques totais do ano chegaram a 14,518 toneladas, volume 60,9% maior que o efetivado em 2020, com 9.024 toneladas. Em receita, o acréscimo foi de 53,3%, com US$ 59,319 milhões em 2021, contra US$ 38,691 milhões no ano anterior.

De materiais genéticos, foram exportados, ao todo, 1.173 toneladas, número 4,6% menor em relação ao mesmo período de 2020, quando foram embarcadas 1.230 toneladas. Já a receita das exportações do segmento alcançou US$ 88,441 milhões ao longo de 2021, resultado 13,5% ao realizado no ano anterior, com US$ 77,904 milhões.

O Brasil se consolidou como plataforma de exportação de genética de ponta, alta qualidade de produtos e status sanitário ímpar, livre de enfermidades que acometem outros grandes produtores, como Influenza Aviária”.

“O Brasil se consolidou como plataforma de exportação de genética de ponta, alta qualidade de produtos e status sanitário ímpar, livre de enfermidades que acometem outros grandes produtores, como Influenza Aviária. O país conta com grandes empresas que vem expandindo fronteiras e contam com estratégia internacional pautada por iniciativas como a Brazilian Breeders, marca internacional do setor. A expectativa é que o bom desempenho visto em 2021 se repita ao longo deste ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2022 0 Comentários 787 Visualizações
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