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Associação Brasileira de Proteína Animal

Business

ALA e IICA lançam guia virtual sobre comércio de empresas avícolas das Américas

Por Amanda Krohn 27/10/2022
Por Amanda Krohn

Ter documentos e regulamentações relevantes, de forma organizada e de fácil acesso, é essencial para promover o comércio internacional e a produção sustentável de aves em uma região tão heterogênea como as Américas. Para atender a essa necessidade, a Associação Latinoamericana de Avicultura (ALA) – representada no Brasil pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) -, e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) lançaram um guia para identificação e sistematização de informações sobre regras do comércio de aves. O documento está disponível em inglês e espanhol.

Construído a partir de um acordo de cooperação mútua, o guia contém informações sobre as normas específicas da regulamentação nacional de produtos avícolas de cada país membro da ALA, que é membro do IICA. Os países envolvidos são: Antígua e Barbuda, Argentina, Barbados, Belize, Bolívia, Brasil, Chile, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, México, Nicaragua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, São Vicente e Granadinas, Suriname, Uruguai e Venezuela; além de Cuba.

O manual inclui legislações e regulamentações nacionais específicas voltadas às agroindústrias do setor que buscam acessar o mercado internacional no planejamento estratégico. Com conteúdo atual, resume as normas e as vincula às publicações originais dos órgãos reguladores de cada país por meio de links.

Daniel Rodríguez, gerente do Programa de Comércio Internacional e Integração Regional do IICA, destacou que a realização de iniciativas conjuntas com parceiros importantes como a ALA permite oferecer aos países informações técnicas especializadas para acessar mercados internacionais. “É extremamente importante que os exportadores conheçam as atuais regulamentações comerciais, em nível multilateral, em entidades como a OMC e com os principais parceiros comerciais, como Estados Unidos, China e União Europeia”, disse.

“O futuro da alimentação mundial passa pela América Latina e Caribe e a indústria avícola deve estar preparada para este chamado. Nesse contexto, o manual tem um papel fundamental para tornar fáceis e acessíveis as informações jurídicas que cada nação determina para uma empresa se tornar exportadora”, ressaltou a diretora da ALA, Juana Galván. Além do novo manual, a ALA mantém informações estatísticas, sanitárias, de qualidade e de gestão no site http://www.avicolatina.com, úteis para produtores que desejam exportar.

Foto: Reprodução ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2022 0 Comentários 570 Visualizações
Business

Receita de exportações de ovos cresce 12,3% em setembro

Por Amanda Krohn 19/10/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) geraram receita de US$ 1,663 milhão em setembro, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado supera em 12,3% o desempenho registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,480 milhão. O volume exportado no fim do terceiro trimestre do ano alcançou 479 toneladas, número 26,3% menor que o efetuado no mesmo período de 2021, com 650 toneladas.

Em 2022, a alta acumulada em receita representa aumento de 55,4%, com US$ 17,9 milhões entre janeiro e setembro deste ano, contra US$ 11,5 milhões no ano anterior. O saldo positivo se repete em volume, com 8,062 mil toneladas nos nove primeiros meses deste ano, 10% superior ao registrado no ano passado, com 7,329 mil toneladas.

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações, destaque para os Emirados Árabes Unidos, maior importador do ovo brasileiro, com 4,323 mil toneladas entre janeiro e setembro (-1,9%), seguido pelo Japão, com 815 toneladas (+25,5%). Sede da próxima Copa do Mundo, o Catar aumentou as importações do produto brasileiro em 222,16% neste ano, com 783 toneladas. “Há uma alta generalizada entre os doze maiores compradores de ovos brasileiros neste ano, apontando uma tendência de ampliação da capilaridade do produto, especialmente para nações islâmicas, ‘Ásia das Américas”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/10/2022 0 Comentários 480 Visualizações
Business

ABPA e ApexBrasil promovem exposição de imagens dos setores na Espanha

Por Amanda Krohn 19/10/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoverá uma exposição de imagens da avicultura e da suinocultura do Brasil nesta quinta-feira, 20, em Madri, na Espanha. O evento ocorrerá na Embaixada do Brasil na capital espanhola e mostrará elementos que definem o perfil produtivo dos setores brasileiros como a qualidade dos produtos, o status sanitário e a sustentabilidade das pequenas propriedades do interior do país. As imagens são da obra fotográfica Da Nossa Mesa para a sua Mesa, do fotógrafo Manoel Petry. Stakeholders e representantes da imprensa espanhola foram convidados para a exposição.

O evento de lançamento contará com apresentações do presidente da ABPA, Ricardo Santin, e do Embaixador do Brasil em Madrid, Orlando Leite Ribeiro. Santin abordará o papel do Brasil como fornecedor de alimentos para o continente europeu, em complementaridade à produção local.  “Neste momento em que a Europa busca construir caminhos seguros para a própria segurança alimentar, queremos reforçar a posição brasileira como parceiro sólido. Destacaremos nossa atuação com os mais elevados padrões de qualidade e sustentabilidade, além de preservar status sanitário ímpar entre os grandes produtores de carne de frango, por nunca registrar casos de influenza aviária no território. É um momento relevante para reforçarmos nossos laços com a comunidade europeia”, avalia Santin.

Foto: ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/10/2022 0 Comentários 563 Visualizações
Business

Setor de avicultura celebra Dia Mundial do Ovo com crescimento de consumo

Por Amanda Krohn 13/10/2022
Por Amanda Krohn

Nesta sexta-feira, 14, será celebrado o Dia Mundial do Ovo. A data é comemorada anualmente, sempre nas segundas sextas-feiras de outubro. No Brasil, as celebrações acontecem em todo o país, envolvendo produtores, entidades estaduais da avicultura, membros do Instituto Ovos Brasil, apreciadores e entusiastas da proteína animal cujo consumo mais cresceu nos últimos quinze anos. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em 2007, cada brasileiro consumia 131 unidades por ano. Atualmente, o índice praticamente dobrou: são 257 unidades anuais por pessoa, conforme último levantamento setorial, realizado em 2021.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, que também preside o conselho administrativo do Instituto Ovos Brasil, os investimentos em produtividade e as campanhas de esclarecimento sobre as propriedades do produto foram determinantes para que o ovo se transformasse em alimento prioritário na dieta média da população brasileira.

“Antes haviam estigmas severos sobre o ovo, com informações equivocadas relacionando-o ao aumento do colesterol e outros malefícios à saúde. No início da década passada, a ciência entrou em campo e reverteu esta desinformação, mostrando que, na verdade, o ovo é o alimento mais completo na natureza, depois do leite materno. A partir disso, um amplo trabalho de esclarecimento pautado por informações científicas e pela ampliação da capacidade produtora do Brasil permitiu disponibilizar à população oferta de produtos que superam a média global de consumo, que é de 230 unidades”, analisa Santin.

Hoje, o Brasil é o sexto maior produtor de ovos do planeta. Por segundo, são produzidos no país 1,743 mil ovos, tendo como base a produção total de 2021, com 54,973 bilhões de unidades. Os principais estados produtores são São Paulo (29,6% do total), Minas Gerais (10,5%), Espírito Santo (9,1%), Pernambuco (8,1%) e Rio Grande do Sul (5,8%), mas há polos de produção espalhados de norte a sul do país.

Em torno de 99,5% da produção nacional é destinada ao mercado interno, sendo exportado apenas 0,5% do total. Apesar disso, o produto brasileiro tem conquistado cada vez mais espaço no mercado internacional, com exportações acumulando alta de 13,5%.

“O ovo é, hoje, estratégico para a segurança alimentar do Brasil, com praticamente toda a produção destinada às nossas gôndolas. Entretanto, com as fortes altas nos custos de produção e os preços históricos do milho e do farelo de soja, o setor viu no mercado internacional uma oportunidade de equilibrar as contas, o que também tem gerado divisas importantes para o país. Com a melhora nos estoques de passagem de grãos este ano, esperamos que ocorra uma melhora na competitividade do ovo, mantendo o papel de proteína acessível e fundamental para a nutrição da população brasileira”, completa Santin.

Foto: Divulgação/ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/10/2022 0 Comentários 599 Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 102,7 mil toneladas em setembro

Por Amanda Krohn 05/10/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 102,7 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 8,5% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 112,2 mil toneladas. No mesmo período comparativo, as vendas de carne suína alcançaram receita de US$ 244,3 milhões, resultado 4,5% menor ao registrado em setembro de 2021, quando somaram US$ 255,8 milhões.

“O preço médio das vendas internacionais de carne suína vem se recuperando significativamente desde junho deste ano. Em setembro registraram preços médios em patamares próximos aos vistos no ápice da crise internacional de Peste Suína Africana, quando houve maior pressão do mercado global por proteína animal. É uma sinalização positiva para o comportamento das exportações neste segundo semestre e para a minimização das perdas da suinocultura brasileira no primeiro semestre. Vale destacar também a diversificação de mercados ao longo de 2022, com o Brasil aumentando as exportações para países de todas as regiões do mundo”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Balanço acumulado

No acumulado do ano, as vendas de carne suína alcançaram 825 mil toneladas, dado 5% inferior em relação ao embarcado entre janeiro e setembro de 2021, com 868,8 mil toneladas. O total da receita acumulada nos nove primeiros meses de 2022 chega a US$ 1,851 bilhão, número 10,2% menor que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 2,061 bilhões.

“Os embarques de carne suína vem recuperando gradativamente os níveis das exportações ao longo do ano. No primeiro trimestre, a média mensal ficou abaixo de 80 mil toneladas. Nos três meses seguintes, o Brasil alcançou média mensal superior a 90 mil toneladas. No terceiro trimestre, superamos a média mensal de 100 mil toneladas, o que sinaliza um fechamento de ano acima do esperado, em relação às projeções traçadas no início de 2022, com patamares próximos ao realizado em 2021”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos

Principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China importou em setembro 46,9 mil toneladas (-12,1%), seguida por Hong Kong, com 8,1 mil toneladas (-48,5%), Chile, com 7,1 mil toneladas (+46,2%), Filipinas, com 6,4 mil toneladas (+53,2%), Vietnã, com 5,5 mil toneladas (+26,3%), e Angola, com 4,5 mil toneladas (+92,4%).

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2022 0 Comentários 528 Visualizações
Business

Receita de exportações de ovos cresce 61,7% em 2022

Por Amanda Krohn 14/09/2022
Por Amanda Krohn

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostra que a receita das exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram em agosto US$ 1,499 milhão de dólares. O resultado é 20,5% superior ao registrado no mesmo período de 2021, quando obteve US$ 1,243 milhão de dólares.

Em volume, as vendas brasileiras de ovos ao mercado externo alcançaram 446 toneladas no oitavo mês deste ano, desempenho 21,5% menor que o alcançado em 2021, quando o país exportou 568 toneladas. No acumulado de janeiro a agosto, as receitas brasileiras totalizaram US$ 16,270 milhões, valor 61,7% maior que o efetivado no mesmo período do ano passado, quando foram registrados US$ 10,060 milhões. Em volume, a alta acumulada é de 13,5% nos oito primeiros meses deste ano, com 7,583 mil toneladas em 2022, contra 6,678 mil toneladas em 2021.

Principais mercados

Os Emirados Árabes Unidos seguem como principais destinos das exportações brasileiras de ovos, com 4,332 mil toneladas entre janeiro e agosto, volume 2,2% superior ao efetivado em 2021, com 4,231 mil toneladas. Em segundo lugar o Japão, maior consumidor global da proteína, destino de 728 toneladas no mesmo período, número 40,9% maior que o volume embarcado em 2021, com 517 toneladas.

“Há indicativos de que, pela primeira vez na história, deveremos fechar este ano com embarques equivalentes a 1% da produção total brasileira, um marco importante para o setor que vem crescendo de forma sustentável, com vendas para a Ásia e Oriente Médio”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2022 0 Comentários 551 Visualizações
Business

Receita das exportações de genética avícola cresce 22,7% em agosto

Por Amanda Krohn 13/09/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de material genético avícola totalizaram em agosto US$ 15,7 milhões, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 22,7% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 12,7 milhões. Considerando o volume exportado, as vendas de genética avícola registraram queda de 14,9%, com 1,299 mil toneladas exportadas no oitavo mês de 2022, contra 1,527 mil toneladas no ano anterior. No acumulado do ano, as receitas em genética avícola acumulam alta de 15,5%, com US$ 110,3 milhões em 2022, contra US$ 95,4 milhões de 2021.

Já em volume, houve retração de 2% no comparativo de 2022 com o ano passado, com 9,698 mil toneladas exportadas este ano, contra 9,892 mil toneladas registradas no ano anterior. Principais mercados — Entre os principais destinos das exportações do setor em 2022, destacam-se o México, com 37,4% do volume embarcado entre janeiro e agosto, seguido por Senegal, com 31,7%, Paraguai, com 17,9%, e Bolívia, com 3%.

“Apesar de uma leve retração no volume exportado pelo Brasil em 2022, há uma notável elevação nos preços médios de exportação do setor, o que indica o aumento da pressão de mercado por genética avícola. Há expectativa de que este quadro se mantenha ao longo deste ano”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2022 0 Comentários 505 Visualizações
Business

ABPA e ApexBrasil promovem avicultura do Brasil na Inglaterra

Por Amanda Krohn 13/09/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoveu um dia especial para exaltar os atributos da cadeia produtiva da avicultura do país. A ação ocorreu na última semana na Casa Brasil, espaço mantido pela ApexBrasil, em Londres, capital inglesa. Com a presença do diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, o Chicken Day realizou uma exposição de imagens da obra fotográfica “Da Nossa Mesa para a Sua Mesa”, de autoria de Manoel Petry, que relata a rotina de produtores que se dedicam a produzir alimentos para famílias do Brasil e de nações dos cinco continentes.

A ação contou também com a realização de uma experiência em realidade virtual, com vídeo em 360 graus, em uma imersão na rotina dentro das granjas. A sustentabilidade também esteve na pauta da ação, com o vídeo da campanha internacional “Da Nossa Mesa para a sua Mesa”, produzido pela ABPA com o objetivo de destacar o papel do Brasil como colaborador global pela segurança alimentar.

Os preceitos de sustentabilidade da produção brasileira também foram destaques na ação, com a apresentação da campanha internacional “Good Food for the People and the Planet”, ação global da ABPA que aborda atributos setoriais e ações que reforçam o alinhamento da avicultura e suinocultura com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

O sabor e a versatilidade da carne de frango do Brasil também foram destaque, com a realização de um “cooking show”, com o preparo de pratos à base de carne de frango made in Brasil. Cerca de 60 de formadores de opinião e visitantes do espaço participaram da ação, que exaltou a qualidade dos produtos. “Buscamos reforçar, para as mais de 350 pessoas que nos visitaram no Chicken Day, o compromisso com a sustentabilidade setorial, bem como com a segurança alimentar global e o apoio ao Reino Unido no suprimento do mercado com proteína de alta qualidade”, ressaltou Rua.

Destaque entre os principais importadores de carne de frango do Brasil, o Reino Unido importou entre janeiro e agosto deste ano 64,7 mil toneladas de carne de frango brasileira, com receita de US$ 188,7 milhões. A comunidade britânica é o 10º principal destino no ranking cambial dos principais importadores do produto brasileiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2022 0 Comentários 564 Visualizações
Business

ABPA projeta negócios superiores a US$ 800 milhões após o SIAVS

Por Amanda Krohn 17/08/2022
Por Amanda Krohn

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) indica que as projeções de contratos realizados durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) devem ultrapassar os US$ 800 milhões. Os números resultam da participação de 48 agroindústrias produtoras e exportadoras de carne de aves, suínos, ovos, lácteos, patos, peixes de cultivo e material genético, em ação no SIAVS por meio de parceria entre a ABPA e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O evento encerrou na última quinta-feira (11). Não são considerados negócios fechados por expositores de equipamentos, ração, insumos biológicos, certificadoras e outros participantes do evento.

Segundo as empresas consultadas, os negócios realizados e os contatos estabelecidos durante o evento deverão resultar em US$ 880,3 milhões em exportações nos próximos 12 meses. Apenas durante os três dias do evento, de acordo com as empresas associadas, os negócios alcançaram US$ 544,3 milhões. Conforme a ABPA, o SIAVS atraiu para a capital paulista importadores dos mercados da Colômbia, Peru, Dinamarca, Coreia do Sul, Malásia, África do Sul, Filipinas, México, Tailândia, Nigéria, Iraque, Catar, República Dominicana, Alemanha e Estados Unidos, além de traders e outros tradicionais clientes dos produtos exportados pelo Brasil.

Além disso, a parceria ABPA e ApexBrasil levou para São Paulo 28 jornalistas estrangeiros por meio do Projeto Imagem, 15 importadores pelo Projeto Comprador e 15 formadores de opinião de mercados estratégicos via Projeto Formadores de Opinião. “O SIAVS foi um marco histórico para a cadeia produtiva de proteína animal sob diversos aspectos, seja político, técnico e comercial. Os números e as consultas mostraram que a promoção de negócios e o fomento à geração de receitas cambiais para as cadeias produtivas superou, e muito, as expectativas. O volume de negócios realizados e projetados nos corredores do Anhembi terá significativo impacto positivo na balança comercial da avicultura e da suinocultura do Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Ao todo, 21 mil visitantes de 53 países estiveram presentes no evento — maior número já registrado até aqui. E a próxima edição já tem data marcada: de 6 a 8 de agosto de 2024, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). As novidades do evento estão no site do Siavs.

“O volume de negócios realizados e projetados nos corredores do Anhembi terá significativo impacto positivo na balança comercial da avicultura e da suinocultura do Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin

Fotos: Alf Ribeiro/ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2022 0 Comentários 810 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 6% em 2022

Por Amanda Krohn 05/08/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,828 milhões de toneladas nos sete primeiros meses de 2022, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 6% o total embarcado pelo país no mesmo período de 2021, com 2,668 milhões de toneladas.

O resultado em dólares das exportações do ano alcançou US$ 5,620 bilhões, valor 33,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,216 bilhões. Em julho, as vendas internacionais de carne de frango totalizaram 405,3 mil toneladas, volume 4,5% menor que o total exportado no sétimo mês de 2021, com 424,4 mil toneladas. Em receita, houve aumento de 20,7%, com US$ 892 milhões neste ano, contra US$ 739,2 milhões em 2021.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos assumiram, novamente, a liderança nas exportações de carne de frango do Brasil, com 37,8 mil toneladas exportadas em julho, número 11% superior ao alcançado no mesmo período de 2021. A China, no segundo posto, importou 37,5 mil toneladas (-40,5%). Em terceiro lugar, a Árabia Saudita importou 37,2 mil toneladas (+52,7%).

Outros destaques do mês foram Filipinas, com 21,8 mil toneladas (+16,1%), Coreia do Sul, com 18,8 mil toneladas (+79,4%) e Singapura, com 15,4 mil toneladas (+93,2%). “Destaque positivo para a Arábia Saudita que voltou a comprar volumes significativos nestes últimos dois meses. A expectativa, no geral, é que as exportações fiquem acima das 400 mil toneladas mensais até o fim do ano.” destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 606,5 mil toneladas nos primeiros sete meses de 2022, informa a ABPA. O volume é 8,9% menor ao registrado no mesmo período de 2021, quando foram embarcadas 665,4 mil toneladas.

A receita acumulada entre janeiro e julho deste ano chegou a US$ 1,337 bilhão, valor 16,2% menor que o efetuado no mesmo período de 2021, quando obteve US$ 1,596 bilhão. Considerando apenas o mês de julho, as vendas do setor chegaram a 96,3 mil toneladas, volume 6,2% menor que as 102,7 mil toneladas exportadas em julho de 2021. O saldo em dólares dos embarques do mês totalizaram US$ 222,4 milhões, número 9,7% menor que o resultado de julho do ano passado, com US$ 246,4 milhões.

O principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China, importou em julho deste ano 38,4 mil toneladas (-24,4%). Em segundo lugar, as Filipinas importaram no período 8,2 mil toneladas (+238,2%). Outros destaques foram a Tailândia, com 5 mil toneladas (+2149,7%) e o Uruguai, com 4,1 mil toneladas (+7,8%).

“Há um novo patamar nas vendas de carne suína para a China, em torno de 40 mil toneladas, o que deve se manter nos próximos meses e acima dos volumes praticados no primeiro semestre deste ano. Ao mesmo tempo, vemos outros mercados ganharem protagonismo em 2022, como Filipinas, EUA, Tailândia e Japão, para onde destinamos produtos de valor agregado mais elevado. Nos próximos meses, espera-se que os níveis de exportações sejam próximos de 100 mil toneladas”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2022 0 Comentários 747 Visualizações
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