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Cultura

Visita guiada neste sábado aborda arte cemiterial em Dois Irmãos

Por Jonathan da Silva 21/11/2025
Por Jonathan da Silva

A visita guiada Simbologia e Arte Cemiterial será realizada neste sábado, 22 de novembro, das 9h às 12h, no Cemitério Evangélico do Travessão, em Dois Irmãos, para apresentar ao público informações sobre estilos, símbolos e elementos arquitetônicos presentes nas lápides locais, como forma de destacar práticas e ritos de passagem preservados na comunidade. A atividade ocorre mediante inscrições até esta sexta-feira, dia 21, pelo link abre.ai/n6L1. A ação integra o Projeto Cemitérios Patrimoniais: Preservando Memórias e Materialidades.

A proposta da visita é explicar as simbologias da arte cemiterial, que revelam características dos ritos de passagem adotados no final do século XIX e início do século XX na região, então parte da antiga Colônia de São Leopoldo. O roteiro inclui análise de lápides, identificação de estilos presentes no cemitério e observação de elementos arquitetônicos, como traços neogóticos. Serão três horas de atividade prática.

Os espaços cemiteriais são espaços de memória coletiva de uma comunidade. São espaços de história, arte e simbologia. Na visita, vamos conversar um pouco sobre todos esses aspectos, lembrando origens e significados, entre outras abordagens”, destaca a idealizadora do projeto, a arquiteta e mestre em patrimônio cultural Ingrid Arandt.

Projeto Cemitérios Patrimoniais: Preservando Memórias e Materialidades – Etapa I

O Projeto Cemitérios Patrimoniais: Preservando Memórias e Materialidades – Etapa I tem financiamento da Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul (Sedac/RS), por meio do Sistema Estadual Unificado de Apoio e Fomento às Atividades Culturais – Pró-Cultura RS, com recursos descentralizados da Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022, a Lei Paulo Gustavo.

Foto: Ingrid Arandt/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2025 0 Comentários 106 Visualizações
Cultura

Sicredi Pioneira promove mostra do artista Jeferson Hoffmann em Canela

Por Jonathan da Silva 30/10/2025
Por Jonathan da Silva

A Sicredi Pioneira promove, de 3 a 12 de novembro, a exposição “Jeferson Hoffmann” no Espaço Sicredi Canela, com entrada gratuita. A mostra reúne obras do artista gaúcho de Nova Petrópolis, conhecido por pintar com a boca, e tem como objetivo valorizar talentos regionais e fortalecer o papel do espaço como ambiente de convivência, cultura e desenvolvimento comunitário.

Aberta ao público, a exposição funciona em formato autoguiado e poderá ser visitada durante o horário de atendimento do espaço. A programação inclui um vernissage na segunda-feira, 3 de novembro, às 19h, com a presença do artista, de sua família e da professora Marta Buhs, que o acompanha no processo criativo. O evento contará com bate-papo e demonstrações ao vivo, mediante inscrição prévia.

Quem é Jeferson Hoffmann

Jeferson Hoffmann começou a pintar aos 12 anos. Sem movimentos no tronco, pernas e braços, ele utiliza a boca para segurar o pincel e expressar sua arte. Hoje, é o único gaúcho integrante da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, organização que reúne mais de 800 artistas em 75 países. Especialista em óleo sobre tela, o pintor já produziu mais de mil obras, muitas delas enviadas à sede da associação, na Suíça, para seleção e confecção de cartões. A ligação com a Sicredi Pioneira é antiga — a família Hoffmann é associada desde a década de 1990.

Serviço

  • O quê: Exposição Artística de Jeferson Hoffmann
  • Quando: de 3 a 12 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h
  • Onde: Espaço Sicredi Canela (Rua Felisberto Soares, 159, sala 02 – Centro)
  • Quanto: entrada gratuita
  • Vernissage: 3 de novembro, às 19h (inscrições em forms.office.com/r/wpzKFgbN0c)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2025 0 Comentários 116 Visualizações
Cultura

Feira do Livro e das Artes celebra cultura e identidade de São José do Hortêncio

Por Jonathan da Silva 21/10/2025
Por Jonathan da Silva

A 18ª Feira do Livro e das Artes de São José do Hortêncio reuniu, nos dias 17 e 18 de outubro, no Ginásio Municipal Clóvis Luiz Schaeffer, crianças, jovens e adultos em uma programação voltada à valorização da cultura, da literatura e das tradições locais. Promovido pela Prefeitura local, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Desporto, o evento teve como objetivo fortalecer o sentimento de pertencimento da comunidade e promover o acesso à arte e ao conhecimento.

De acordo com a secretária de Educação, Cultura e Desporto de São José do Hortêncio, Viviane Flores, a feira refletiu o comprometimento da população com a valorização de suas raízes. “Foi uma feira carregada de significados, oriundos de um povo com raízes culturais refletidas no trabalho em prol das artes e da educação”, afirmou a titular da pasta.

Literatura em destaque

Como esperado, a literatura foi um dos principais eixos da feira, com o lançamento de três obras que emocionaram o público. Na abertura, no dia 17, o Cras Novo Horizonte apresentou o livro “Flor de Maio”, que reúne histórias de pessoas com deficiência escritas por usuárias do serviço. No dia seguinte, a escritora Leani Veiga Koppe e a ilustradora Andrea Schneck lançaram “Vovô Hortêncio”, obra bilíngue inspirada nas memórias e histórias do município.

A patronesse da feira, Márcia Funke Dieter, também envolveu o público com a contação de histórias e o lançamento de “A Galinha Bananeira”, livro igualmente inspirado na cidade. “São José do Hortêncio tem uma feira feita pela comunidade e para a comunidade. O que acontece nas escolas e nas famílias se reflete aqui, através da arte e da literatura”, destacou Márcia. Os escritores Pedro Guerra e Milene Barazzetti participaram de atividades com as crianças nas escolas, ampliando o diálogo entre autores e leitores.

Arte e expressões locais

Além da literatura, a feira deu espaço às diversas manifestações artísticas do município. O palco recebeu apresentações de alunos da Educação Infantil, grupos locais e da Orquestra Municipal, em uma mostra de talentos e integração. O evento contou ainda com a participação do gravurista gaúcho Giovanni Bocchi Nejar, reconhecido internacionalmente por sua técnica em bico-de-pena e único brasileiro a expor quatro vezes no Museu do Louvre, em Paris. Bocchi realizou oficinas com o artista local Lucas Roth, compartilhando suas técnicas e experiências com o público.

Integração e valorização comunitária

Também entre os destaques do evento, o vale-livro de R$ 25, distribuído aos estudantes incentivou a leitura e movimentou as bancas de livros. Os trabalhos escolares foram expostos em uma mostra especial, reforçando o protagonismo dos alunos. O tradicional Kindertag, no sábado, garantiu diversão às crianças, simbolizando o compromisso da feira com o futuro da comunidade.

As soberanas de São José do Hortêncio e da Festa do Aipim – rainha Daiane Plautz e princesas Alana Backes e Ariane Hanauer – também participaram da programação, acompanhadas das candidatas à próxima corte. No pavilhão anexo, a feira da agroindústria e do artesanato destacou a produção local e o talento dos empreendedores hortencienses.

A 18ª Feira do Livro e das Artes foi patrocinada por Sicredi Pioneira e Vidrofix, com apoio institucional da Associação Cultural de São José do Hortêncio.

Foto: Marco Dieter/Comunicação/Prefeitura de São José do Hortêncio/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2025 0 Comentários 158 Visualizações
Cultura

Festival de Artes de Lomba Grande vive sua 20ª edição

Por Jonathan da Silva 17/10/2025
Por Jonathan da Silva

Entre os dias 16 e 19 de outubro, o bairro de Lomba Grande, em Novo Hamburgo, recebe a 20ª edição do Festival de Artes de Lomba Grande. Criado em 2002, o evento reúne apresentações, exposições e oficinas que valorizam as expressões culturais da comunidade. A edição deste ano também marca os 25 anos da Associação Cantalomba, entidade que atua na preservação e no incentivo à cultura local.

O festival nasceu de uma iniciativa coletiva entre a comunidade e artistas locais, sob coordenação da professora de artes e música Jacinta Scalcon, conhecida como Tita. O projeto começou com oficinas voltadas a crianças e jovens do bairro e, ao longo dos anos, ampliou suas atividades para abranger linguagens como artes visuais, música, dança e artesanato.

Desde então, o evento se consolidou como um dos principais marcos culturais de Novo Hamburgo, reunindo moradores e visitantes em torno de atividades que refletem a identidade e as tradições de Lomba Grande.

Programação diversificada

A 20ª edição do festival contará com atrações que já se tornaram tradição, como o Encontro de Coros, que reúne grupos de diferentes cidades do estado, e a Feira de Economia Solidária, onde artesãos e artesãs expõem suas produções e promovem oficinas abertas ao público.

Outro destaque é o Sarau Cultura Viva, que promove o intercâmbio entre artistas locais e convidados, fortalecendo o espírito comunitário que marca o evento desde sua origem. A Exposição de Artes Plásticas e Visuais, com curadoria de Maurício Hilgert e Fernanda Nielsen da Cruz, também integra a programação e busca rearticular o segmento de artes visuais, historicamente presente no bairro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

17/10/2025 0 Comentários 172 Visualizações
Cultura

Feira do Livro e das Artes de São José do Hortêncio celebra cultura e raízes locais

Por Jonathan da Silva 15/10/2025
Por Jonathan da Silva

A 18ª Feira do Livro e das Artes de São José do Hortêncio será realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Ginásio Municipal Clóvis Luiz Schaeffer. Com o tema “Raízes da nossa terra: entre páginas, lembranças e cores que nascem da cultura”, o evento reunirá literatura, música, arte e tradições locais em uma programação aberta a toda a comunidade.

Nesta edição, a patronesse é a escritora Márcia Funke Dieter, que participará de atividades de contação de histórias e fará o lançamento do livro Galinha Bananeira durante a programação. A entrega do convite oficial à autora foi realizada recentemente pela secretária municipal de Educação, Cultura e Desporto, professora Viviane Flores, acompanhada das coordenadoras Letícia Pedrozo e Simone Koch.

O escritor Luiz Fernando Oderich será o homenageado da feira, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição ao cenário literário da região.

Abertura e lançamentos literários

A cerimônia de abertura ocorre na sexta-feira, 17 de outubro, às 19h, com apresentações da Orquestra Municipal, do Ballet Infantil e um bate-papo com a patronesse. A noite também marcará o lançamento de duas obras: As histórias do Vovô Hortêncio, livro bilíngue infantojuvenil, e Flor de Maio – Histórias de vida de pessoas com deficiência.

Durante a solenidade, será realizada a entrega simbólica do vale-livro aos diretores das escolas municipais e estaduais. Ao todo, 850 vales de R$ 25 serão distribuídos a estudantes e professores, desde a educação infantil até o ensino médio.

Programação diversificada

Ao longo dos dois dias, o público poderá participar de atividades culturais e recreativas, como caminhada com pets, corrida de carrinho de rolimã, oficinas de desenho, apresentações de estudantes, espetáculo teatral e shows musicais. A feira também contará com espaços de editoras, agroindústria, artesanato, comidas típicas e exposições escolares, reforçando o caráter plural e comunitário do evento.

O público infantil terá atenção especial com pintura de rosto, brinquedos infláveis e contação de histórias. No sábado de manhã, ocorre o Kindertag – Dia da Criança –, com atividades lúdicas e educativas voltadas às famílias.

Realização e apoio

A 18ª Feira do Livro e das Artes é promovida pela Prefeitura de São José do Hortêncio, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto, com patrocínio de Sicredi Pioneira e Vidrofix e apoio institucional da Associação Cultural de São José do Hortêncio.

Serviço

  • O quê: 18ª Feira do Livro e das Artes de São José do Hortêncio
  • Quando: 17 e 18 de outubro
  • Onde: Ginásio Municipal Clóvis Luiz Schaeffer, São José do Hortêncio
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2025 0 Comentários 201 Visualizações
Cultura

Exposição “T E M P O” tem abertura nesta quinta na Casa CDL em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição fotográfica “T E M P O”, dos arquitetos Ana Cattani e Airton Cattani, tem sua abertura oficial na Casa CDL de Novo Hamburgo nesta quinta-feira, 9 de outubro, às 19h, por onde permanece até 6 de novembro, com entrada gratuita. A mostra reúne 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de zero a cem anos de idade, organizadas em ordem cronológica. A proposta é convidar o visitante a refletir sobre a passagem do tempo a partir do corpo e das marcas que a vida imprime.

Iniciado em 2022, o projeto levou os autores a fotografar centenas de mãos em diferentes idades, gêneros e contextos. As imagens foram captadas sob as mesmas condições de luz e ambiente, revelando detalhes como cicatrizes, tatuagens, joias e marcas de trabalho, e incluídas em um livro publicado pelo casal. “São 101 fotografias, e elas mostram fotografias de mãos de pessoas, desde um recém-nascido até uma pessoa com 100 anos. E com isso a gente consegue ver a passagem do tempo. Por isso que a exposição não se chama Mãos, pois, na verdade é uma reflexão sobre o tempo, sobre o que o tempo faz com a mão das pessoas”, explica o professor Airton Cattani.

Segundo o organizador da mostra, a ideia surgiu em uma conversa com a esposa e parceira de trabalho, a arquiteta Ana Cattani. “A ideia surgiu de uma conversa que a gente estava tendo sobre o tempo. O tempo passa. Depois de uma certa idade, o tempo adquire outra relevância na vida das pessoas. Os jovens estão um pouco ligando para o tempo. Tempo para a festa, trabalho, educação e tudo mais. E em uma certa idade, o tempo começa a adquirir um caráter um pouco diferente”, pondera o arquiteto.

Por que as mãos?

De acordo com Cattani, o ponto de partida para a obra foi buscar uma forma de representar visualmente a passagem do tempo. “Nós começamos a pensar como é que a gente poderia representar o tempo. Ah, o tempo é representado pelos relógios, calendários, pelas estações do ano… Enfim, vários recursos são usados geralmente para mostrar essa passagem do tempo. E nos ocorreu que as mãos estão sempre expostas, são muito registradas nessa passagem”, conta o organizador da mostra.

A partir disso, o casal montou um pequeno estúdio fotográfico transportável para garantir uniformidade entre as fotografias realizadas. “Ele tinha sempre o mesmo fundo, sempre as mesmas condições de iluminação, onde eram fotografadas as mãos escolhidas. Sem muitos critérios, além do critério tecnológico. Enfim, tem homens, tem mulheres, tem pessoas brancas, pessoas pretas. Enfim, tem de tudo um pouco”, detalha Cattani.

O organizador observa ainda como o tempo atua sobre a aparência das mãos de forma sutil e simbólica. “É engraçado também que a expressão das mãos é muito homogênea nos primeiros anos da vida. Eu não consigo dizer se é um menino ou uma menina em um, dois, três anos. Aí, a partir de uma certa idade, não. Você quer uma mão de uma menina, de um menino, de um homem, de uma mulher. E no final da vida, também, elas ficam indistintas. Não se percebe muito bem as diferenças”, pondera o artista.

Viagem no tempo

As fotografias, todas em preto e branco, foram organizadas de forma a criar uma narrativa contínua. “No dia da primeira montagem, elas aconteceram na sequência que a gente imagina. Foi emocionante. A gente passa a perceber ou tentar se encontrar nesse conjunto de 101 mãos, onde é que estaria a minha mão. Está nos 10, nos 20, nos 30, nos 40. A gente vê como uma espécie de cronograma da vida”, conta o artista.

A gente vê como uma espécie de cronograma da vida”, enfatiza Airton Cattani.

O artista vê sentido também na relação entre a sequência das imagens e o número de fotografias. “Estabelecemos 100 anos por ser uma data redonda. Teria que ter um limite. 101 é um número primo. Ela se adapta, digamos assim, a vários lugares”, pontua Cattani.

Superando desafios

O autor recorda ainda que as primeiras etapas do trabalho foram realizadas ainda sob os efeitos da pandemia de Covid-19, o que trouxe dificuldades específicas. “Eu tinha que ir com máscara, era o finalzinho da pandemia, e eu tive algumas recusas em função disso. Quando faltavam as pessoas mais idosas, fui ao Asilo Padre Cacique, um um lugar que várias pessoas iam. E aí me recomendaram: ‘olha, não é muito bom, porque a gente está evitando contato’”, relembra Cattani.

Em outros casos, o artista precisou lidar com resistência e desconfiança. “Eu estive em contato com um colégio de freiras, e tive uma recusa, porque de repente chega um maluco no local que vai querer pegar a nossa alma ou pegar a nossa senha bancária”, brinca o artista ao recordar a passagem.

Mesmo com os desafios, a sequência com fotografias de todas as idades entre 0 a 100 foi completada. “Algumas fotos foram tomadas em condições muito tensas. Por exemplo, um bebê recém-nascido: os pais todos cuidadosos e a criança se mexe, não tem como segurar muito a mão. E a pessoa de 100 anos também. Foi muito tenso porque ela já não estava mais no domínio das suas faculdades mentais, então ela não estava entendendo o que estava acontecendo. Eu sei que eu suava em bicas”, conta Cattani.

Emoção com o resultado final

Para o artista, o resultado final do trabalho superou a expectativa inicial. “É muito bom de ver o resultado. Nós tínhamos uma percepção das fotos separadas. A foto de um, a foto de outro. No dia da primeira montagem, elas aconteceram na sequência que a gente imagina. Foi emocionante”, conta Cattani.

A montagem, segundo o arquiteto, desperta uma reação emocional e reflexiva no público. “Algumas pessoas ficaram emocionadas com as fotos. A gente passa a perceber a velocidade da vida. As mãos vão trocando de uma maneira relativamente lenta. Daí a ideia começa a acelerar. É a própria vida. Velocidade total. E ao final, volta a ficar mais lenta”, analisa o autor.

Entre o pessoal e o coletivo

Airton Cattani

Para Airton Cattani, o projeto é também um registro de memórias afetivas. “Minhas filhas e minha neta estão na exposição. Minha neta Antônia, que nasceu no ano passado, está lá na primeira foto, ela com os pais e a pulseirinha do hospital”, conta o autor.

No entanto, as fotografias não identificam os retratados. “Elas são apresentadas de forma anônima, apenas com as iniciais acompanhadas do numeral da idade. XY39, por exemplo. É uma questão de direito autoral, privacidade”, pondera o artista.

Cattani conta ainda que as pessoas retratadas vêm de cidades como Porto Alegre, Osório e Garibaldi. “Por uma questão de acessibilidade, fizemos em Porto Alegre, onde moramos, em Osório, onde temos parentes, e Garibaldi, onde eu tenho parentes também. Essas três cidades, praticamente”, detalha o autor.

A jornada da obra

A mostra “T E M P O” já foi exibida em Porto Alegre, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Pelotas e Maringá, e chega agora a Novo Hamburgo. “Ela tem um caráter itinerante. Não é qualquer espaço que comporta, porque é uma exposição longa, precisa de 30 metros de parede. A Casa CDL tem um espaço compartimentado, mas permite dividir o percurso e manter o caminho cronológico. Tem um caminho recomendado, um caminho cronológico, porque daí tu entende mais facilmente o processo todo”, explica Cattani.

Essa exposição procura sensibilizar para um determinado aspecto da vida: A passagem do tempo – o aspecto das mãos e a vida que se revela nelas”, conclui Airton Cattani.

Inclusão e acessibilidade

Além das fotografias e de um vídeo especial preparado, a mostra busca incluir diferentes públicos. “Tem um vídeo em Libras também que nós vamos colocar, que é uma pessoa que faz leitura, intérprete de Libras, e ela lê o texto da curadora, que é a Maristela Salvatori. E a obra vai ser acompanhada também de moldes em gesso de mãos para pessoas que eventualmente não enxergam e possam tocar as mãos de uma criança, de um jovem, de um adulto”, detalha Cattani.

Serviço

A exposição “T E M P O” pode ser visitada na Casa CDL, na Rua Domingos de Almeida, 708, no Centro de Novo Hamburgo, até 6 de novembro, com entrada gratuita. Mais detalhes e vídeos sobre o projeto estão disponíveis em marcavisual.com.br/tempo e vimeo.com/765067284.

  • O quê: Exposição fotográfica “T E M P O”, de Ana e Airton Cattani, com 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de 0 a 100 anos, organizadas cronologicamente, propondo uma reflexão sobre a passagem do tempo e suas marcas
  • Quando: Abertura na quarta-feira, 9 de outubro, às 19h; visitação até 6 de novembro, de segunda a sexta-feira, durante o horário de funcionamento da Casa CDL
  • Onde: Casa CDL — Rua Domingos de Almeida, 708, Centro, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Fotos: CDL-NH/Divulgação e Jonathan da Silva/Expansão
09/10/2025 1 Comentário 184 Visualizações
Cultura

Exposição em Hamburgo Velho celebra os dez anos da Simples Assim

Por Jonathan da Silva 26/09/2025
Por Jonathan da Silva

A produtora cultural Simples Assim está completando dez anos de trajetória e marca a data com a exposição Essência que Move, que ficará aberta ao público de 1º a 31 de outubro de 2025, no Museu Comunitário Casa Schmitt-Presser, localizado no bairro Hamburgo Velho, em Novo Hamburgo. O lançamento oficial será realizado na próxima segunda-feira, dia 29 de setembro, e a visitação será gratuita.

A exposição reúne dez obras de dez artistas, muitas delas criadas especialmente para o projeto, em formatos A3 e telas 30×40. As criações partem de uma mesma reflexão: a transformação do ser humano e do mundo pela arte. O resultado é um mosaico de diferentes estilos e técnicas.

Participação de artistas renomados

Entre os nomes confirmados estão o chargista Santiago, artista de projeção internacional com passagens por jornais e revistas da Europa, América Latina e Japão, e a hamburguense Raquel da Silva, ilustradora premiada pela JCI em São Paulo com o Prêmio TOYP. Também participam Alexandre Reider, Ariadne Decker, Beto Soares, Gabrieli Maidana, João Pedro Krech, Lorena Toniolo, Marciano Schmitz e Vergilio Lopes.

Manifesto artístico e comunitário

Segundo o diretor da Simples Assim, Daniel Henz, a proposta vai além da celebração. “Gostaríamos que a comemoração tivesse uma entrega efetiva e afetiva para a nossa cidade, que fosse algo compartilhado com a comunidade. E essa ideia está traduzida na exposição”, afirmou Henz.

O projeto conta com apoio da Sociedade de Amigos da Fundação Scheffel. Para a produtora, a iniciativa reforça a arte como agente de mudança social, além de valorizar o patrimônio histórico da cidade, já que a Casa Schmitt-Presser é um dos referenciais culturais de Novo Hamburgo.

Serviço

  • O quê: Exposição Essência que Move
  • Lançamento: 29 de setembro de 2025
  • Quando: De 1º a 31 de outubro de 2025
  • Onde: Museu Comunitário Casa Schmitt-Presser, segundo piso – Av. Gen. Daltro Filho, 929, Hamburgo Velho, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
  • Horário: Terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados, das 11h às 17h
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2025 0 Comentários 167 Visualizações
Cultura

Exposição fotográfica “T E M P O” chega à Casa CDL, em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição fotográfica “T E M P O”, dos arquitetos Ana Cattani e Airton Cattani, será atração a partir do próximo dia 9 de outubro, às 19h, na Casa CDL, em Novo Hamburgo, onde ficará disponível até 6 de novembro, com entrada gratuita. A mostra reúne 101 imagens em preto e branco e propõe uma reflexão sobre a passagem do tempo a partir do registro de mãos de pessoas de 0 a 100 anos de idade.

Iniciado em 2022, o projeto levou os autores a fotografar centenas de mãos, contemplando diferentes idades, gêneros, etnias e realidades sociais. A seleção final exposta apresenta as imagens sob as mesmas condições de luz e ambiente, destacando joias, tatuagens, cicatrizes e marcas de trabalho que carregam histórias individuais.

A disposição das fotografias em ordem cronológica convida o visitante a construir o próprio percurso de observação. Entre os registros, chamam a atenção três pares de gêmeos e o encontro entre gerações, simbolizado pela mão de um bebê de um ano ao lado da mão de sua bisavó de 99 anos.

O corpo humano com o tempo

Segundo a curadora da mostra, Maristela Salvatori, a sequência linear das imagens evidencia transformações provocadas pelo tempo no corpo humano. “Observadas individualmente, as fotos têm atributos estéticos próprios; já em conjunto, formam um retrato amplo da diversidade da vida, tornando a mostra sensível, humana e atemporal”, afirmou Maristela.

Trajetória da mostra

A exposição já passou por Porto Alegre, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Maringá e Pelotas. O projeto também deu origem ao livro homônimo, que reúne todas as fotografias e textos dos autores, além da colaboração de Aline Sanches. A publicação traz recursos gráficos que reforçam o conceito do tempo, como a capa impressa apenas em verniz e a progressão da palavra “T E M P O” nas páginas iniciais.

Serviço

A visitação pode ser feita na Casa CDL, na Rua Domingos de Almeida, 708, Centro, Novo Hamburgo. Mais detalhes e vídeos sobre a mostra estão disponíveis em marcavisual.com.br/tempo e vimeo.com/765067284.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 186 Visualizações
Cultura

Sicredi promove mostra de Jeferson Hoffmann em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Sicredi Pioneira está promovendo, de 22 de setembro a 1º de outubro, uma exposição do artista Jeferson Hoffmann no Espaço Sicredi Feitoria, em São Leopoldo. Com entrada gratuita, a mostra reúne obras do pintor de Nova Petrópolis conhecido por realizar suas artes com a boca, valorizando sua trajetória marcada por superação e destacando a atuação cultural da cooperativa na região.

A visitação ocorre em formato autoguiado durante o horário de atendimento do espaço. A programação teve o vernissage na noite desta terça (23), com participação do artista, de sua família e da professora Marta Buhs, que o acompanha no processo criativo. O evento contou com bate-papo e demonstrações ao vivo.

Quem é Jeferson Hoffmann

Jeferson Hoffmann começou a pintar aos 12 anos, utilizando a boca para segurar o pincel, já que não possui movimentos no tronco, pernas e braços. É especialista na técnica de óleo sobre tela e já produziu mais de mil obras, enviadas para a Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, na Suíça, entidade que reúne mais de 800 artistas em 75 países. Ele é o único gaúcho integrante da associação.

Espaço de convivência

O Espaço Sicredi Feitoria foi criado para aproximar a cooperativa da comunidade, funcionando também como ambiente de convivência e desenvolvimento. Além de atendimento, o local recebe atividades profissionais, sociais e culturais, com acesso gratuito para associados e população em geral.

Serviço

  • O quê: Exposição Artística “Jeferson Hoffmann”
  • Quando: de 22 de setembro a 1º de outubro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h
  • Onde: Espaço Sicredi Feitoria (Avenida Feitoria, 5070 – Feitoria, São Leopoldo)
  • Quanto: entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 183 Visualizações
Cultura

Sicredi Pioneira leva exposição de Jeferson Hoffmann a quatro cidades gaúchas

Por Jonathan da Silva 18/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Sicredi Pioneira promove, a partir deste mês setembro, uma exposição itinerante de Jeferson Hoffmann, artista de Nova Petrópolis conhecido por pintar com a boca. Com entrada gratuita, a mostra estará disponível nos Espaços Sicredi de Gramado, São Leopoldo, Picada Café e Canela, em períodos de dez dias em cada município. A programação é aberta ao público e funciona em formato autoguiado, durante o horário de atendimento das agências.

Em algumas cidades, a agenda inclui vernissage especial com a presença do artista, de sua família e da professora Marta Buhs, que o acompanha no processo criativo. Nesses encontros, os visitantes poderão participar de bate-papo, assistir a uma demonstração ao vivo e conhecer mais sobre a trajetória do pintor.

Quem é Jeferson Hoffmann

Sem movimentos no tronco, pernas e braços, Jeferson Hoffmann iniciou sua história com a pintura aos 12 anos, utilizando a boca para segurar o pincel. Hoje, é o único gaúcho integrante da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, que reúne mais de 800 artistas em 75 países. Especialista na técnica óleo sobre tela, acumula mais de mil obras enviadas para a sede da associação, na Suíça, para seleção e confecção de cartões.

Natural de Nova Petrópolis, Hoffmann mantém vínculo com a Sicredi Pioneira desde a década de 1990, quando sua família se associou à cooperativa. A instituição financeira cooperativa, presente em 21 municípios entre o Vale do Sinos e a Serra Gaúcha, reforça, por meio da exposição, o papel dos Espaços Sicredi como locais de convivência, cultura e desenvolvimento comunitário.

Programação da mostra

  • Gramado: 8 a 18 de setembro, Espaço Sicredi Gramado (Av. das Hortênsias, 1990 – Centro), de segunda a sexta, das 9h às 16h.

  • São Leopoldo: 22 de setembro a 1º de outubro, Espaço Sicredi Feitoria (Av. Feitoria, 5070 – Feitoria), de segunda a sexta, das 9h às 16h. Vernissage em 23 de setembro, às 18h30min.

  • Picada Café: 13 a 22 de outubro, Espaço Sicredi Picada Café (Rua Vicente Prieto, 146 – Centro), de segunda a sexta, das 9h às 16h. Vernissage em 14 de outubro, às 19h.

  • Canela: 3 a 12 de novembro, Espaço Sicredi Canela (Rua Felisberto Soares, 159, sala 02 – Centro), de segunda a sexta, das 9h às 16h. Vernissage em 3 de novembro, às 19h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2025 0 Comentários 192 Visualizações
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