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Cultura

Projeto abre inscrições para residência artística em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 13/03/2026
Por Jonathan da Silva

Estão abertas até o dia 18 de março as inscrições para o programa de residência artística do projeto “Arte Contemporânea no Cotidiano da Cidade”, voltado a artistas com produção em andamento residentes no Vale do Sinos e na Região Metropolitana de Porto Alegre. A iniciativa é promovida pela AB Studio e Galeria de Arte Contemporânea, em Novo Hamburgo, e integra a programação formativa do projeto financiado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), com o objetivo de promover formação, intercâmbio e produção artística.

A residência oferecerá 15 vagas e será realizada ao longo de seis meses, com encontros no terceiro sábado de cada mês, das 10h às 12h. As atividades ocorrerão na Casa de Cultura Dalila Clementina Sperb, em Novo Hamburgo, e incluem debates sobre textos contemporâneos de arte e o desenvolvimento de uma exposição coletiva a partir das reflexões produzidas durante os encontros.

Os encontros serão conduzidos pela curadora e pesquisadora Nilza Colombo. A programação também contará com a participação de artistas convidados, como Lurdi Blauth, Laura Marcela Ribero Rueda e Tôni Rabello.

Além dos encontros teóricos, estão previstas visitas independentes e agendadas a ateliês compartilhados, como os da AB Studio e Galeria de Arte, de Edu Rick Martins e de Lurdi Blauth.

Critérios de inclusão

Das 15 vagas oferecidas na residência artística, 40% serão destinadas a artistas autodeclarados negros, indígenas, pessoas trans ou pessoas com deficiência. Caso essas vagas não sejam preenchidas, serão redistribuídas entre os demais inscritos, com prioridade para candidatos de menor poder aquisitivo, residentes em regiões periféricas ou em outros municípios.

Auxílio deslocamento

O programa também prevê auxílio deslocamento para até oito artistas que residam fora de Novo Hamburgo e que se autodeclarem em situação de vulnerabilidade econômica. O valor será definido conforme a distância, sendo de R$ 50 para deslocamentos de até 50 quilômetros e de R$ 100 para distâncias superiores.

As inscrições devem ser realizadas por meio do formulário disponibilizado no link da bio do perfil @abstudioegaleria na rede social Instagram.

Projeto inclui outras atividades culturais

A Residência Artística integra o projeto Arte Contemporânea no Cotidiano da Cidade, que iniciou suas atividades nesta semana com o primeiro encontro do Atelier Guiado. A atividade é mediada pela artista visual e professora de arte Cristiane Lawall e será realizada ao longo de seis meses com encontros semanais na Casa de Cultura Dalila Clementina Sperb.

O atelier é voltado a jovens artistas e a interessados em experimentar diferentes materiais das artes visuais, com foco na ampliação das formas de expressão.

Além dessas ações, a programação do projeto prevê a realização de uma exposição coletiva com programa de visitação mediada para estudantes e entidades, duas edições de uma feira de artes visuais, além de atividades descentralizadas em uma comunidade periférica e em um território indígena.

Proposta do projeto

O projeto foi idealizado pela curadora e artista visual Amanda Becker e busca ampliar a presença da arte contemporânea no cotidiano urbano por meio de atividades de formação, criação e difusão artística. “A proposta é criar uma programação contínua que envolve exposições, intercâmbios e experimentação artística, valorizando os artistas da região. Mais do que apresentar obras, buscamos construir ambientes de diálogo onde diferentes públicos possam se envolver com a arte”, afirmou Amanda.

Segundo a organização, a iniciativa também busca estimular o intercâmbio entre artistas, valorizar trajetórias artísticas, mobilizar novos talentos e fomentar a economia criativa e o empreendedorismo cultural.

Realização e parcerias

O projeto é realizado pela AB Studio e Galeria de Arte Contemporânea em parceria com o Ministério da Cultura, com financiamento da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Sistema Pró-Cultura da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul.

A iniciativa conta com produção executiva e gestão cultural da Imago Produtora, além de apoio institucional da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Novo Hamburgo, do Passeio Hamburgo e do Ponto de Cultura e Escola de Samba Protegidos.

Arte Contemporânea no Cotidiano da Cidade

Entre as atividades previstas no projeto estão Atelier Guiado, Residência Artística, Exposição Coletiva, Bazar das Artes e ações em comunidades periféricas e indígenas. Mais informações e detalhes sobre as inscrições podem ser obtidos no perfil @abstudioegaleria no Instagram.

Foto: Leonardo Rosa/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Cultura

Artesanal Sul abre exposição de Jeannine Krischke em homenagem a Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 13/03/2026
Por Jonathan da Silva

A artista têxtil Jeannine Krischke inaugura a exposição Porto Arte Alegre 254 no próximo dia 18 de março, durante a 13ª edição da feira Artesanal Sul, que será realizada de 18 a 21 de março no Centro de Eventos do BarraShoppingSul, em Porto Alegre. A mostra integra a programação do evento voltado a artesãos e entusiastas dos trabalhos manuais, que reunirá mais de 50 expositores de diferentes regiões do Brasil e deverá receber mais de 10 mil visitantes ao longo dos quatro dias.

Com curadoria de Ciça Mora, a exposição apresenta seis painéis de arte vestível inspirados em espaços históricos e afetivos da capital gaúcha. As obras têm como proposta abordar a preservação e a valorização do patrimônio cultural e natural de Porto Alegre.

Exposição Porto Arte Alegre 254

As estampas das peças expostas trazem referências a elementos arquitetônicos e artísticos da cidade. Entre os detalhes representados estão as pinturas murais do Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul, uma releitura do veludo das poltronas do Theatro São Pedro, os vitrais da Galeria Chaves e a Fonte Talavera de la Reina, considerada marco zero da capital, localizada em frente ao Museu de Arte do Paço (Mapa).

A curadora Ciça Mora explica que o trabalho da artista parte de registros fotográficos realizados durante caminhadas pela cidade. A partir dessas imagens, fragmentos são transformados em estampas aplicadas nos têxteis.

A artista Jeannine Krischke também comentou o processo criativo de suas obras. “Penso o meu trabalho como algo muito além do desenvolvimento de roupas ou de estampas, mas como arte em movimento, um chamado à preservação e à efetiva valorização de nosso patrimônio arquitetônico, artístico e ambiental. Nesse sentido, gosto de pensar que meus vestíveis ampliam as possibilidades da educação patrimonial, pela circulação inusitada e imprevisível que eles têm, considerando seus múltiplos usos e públicos. Elogio sincero e afetivo à cidade na qual nasci e vivo, minhas criações partem de Porto Alegre, sua espacialidade e história, e a tomam como personagem, fazendo-a circular a acionar memórias e fantasias, universalmente, além-mares”, expressou Jeannine.

Mostra coletiva

Outra exposição prevista na programação é Artesãos 3 – O Encontro. A mostra coletiva apresenta obras inspiradas nos minicontos do livro Artesãos, de Wander Mazzotti, e propõe a aproximação entre literatura e arte visual.

Nas obras, personagens do livro, reais e fictícios, são reinterpretados por artistas convidados. Entre as figuras representadas estão o líder militar e político romano Júlio César, a atriz Zezé Motta e artistas da música pop como Michael Jackson e Freddie Mercury.

As duas exposições ficarão abertas à visitação durante todos os dias da feira, de 18 a 21 de março, das 11h às 18h, no Centro de Eventos do BarraShoppingSul.

Feira reúne expositores e cursos

A Artesanal Sul reunirá mais de 50 expositores entre ateliês, fábricas, indústrias e lojistas do setor de artesanato. O evento apresenta materiais e produtos ligados a áreas como pintura, bordado, tricô e papelaria, além de itens como fios, tecidos, carimbos, agulhas, pincéis, máquinas de costura, feltros, fitas e outros aviamentos.

Entre as empresas participantes estão a Santa Fé, fabricante de feltros, e a Círculo, fabricante de fios para trabalhos manuais. Empresas gaúchas também participam da feira, como a Casa das Cordas, que trabalha com cordas naturais e sintéticas, e a Corfix, do segmento artístico e decorativo.

Além da área de exposição e vendas, o evento oferecerá cursos de capacitação voltados ao artesanato. A organização ampliou o espaço destinado às atividades formativas, com 170 vagas por dia. Também haverá aulas realizadas nos estandes dos expositores, com pelo menos cinco atividades programadas por dia voltadas à produção de itens artesanais.

A feira é organizada pela empresa WR São Paulo, responsável também pela Mega Artesanal.

Serviço

  • O quê: Artesanal Sul 2026 – 13ª edição
  • Quando: 18, 19, 20 e 21 de março, das 11h às 18h
  • Onde: Centro de Eventos do BarraShoppingSul (Av. Diário de Notícias, 300 – bairro Cristal – Porto Alegre)
  • Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada), por dia de feira – ingressos à venda no site wrsaopaulo.com.br/artesanalsul ou na bilheteria do Centro de Eventos do BarraShoppingSul
  • Classificação etária: 12 anos, com exceção de lactentes de até 2 anos
Foto: Jeannine Krischke/AR/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 121 Visualizações
Cultura

Intervenção transforma escadaria da Praça da Matriz em memorial a vítimas de feminicídio

Por Jonathan da Silva 11/03/2026
Por Jonathan da Silva

Uma intervenção artística promovida pelo Museu de História Julio de Castilhos está sendo realizada nesta quarta-feira (11), das 10h às 17h, na escadaria do Monumento a Julio de Castilhos, na Praça da Matriz, no Centro Histórico de Porto Alegre. Intitulada “História que Sangra – Do documento à presença/ausência”, a ação transforma o espaço em um memorial temporário dedicado a mulheres vítimas de feminicídio no Rio Grande do Sul e integra a programação do Mês da Mulher.

A iniciativa é organizada pelo museu, instituição vinculada à Secretaria da Cultura do estado, e busca chamar atenção para o crescimento dos casos de feminicídio no Rio Grande do Sul, além de promover reflexão sobre memória e violência contra mulheres.

Memorial temporário

No centro da escadaria serão instaladas 80 mãos em gesso, representando as 80 mulheres vítimas de feminicídio registradas no estado em 2025. Ao lado delas, mãos pretas simbolizarão as mulheres assassinadas em 2026 até a data da montagem da intervenção.

A instalação foi concebida por servidoras e estagiárias do Museu de História Julio de Castilhos e utiliza moldes de luvas cirúrgicas. O material remete tanto ao cuidado quanto à investigação, em referência à preservação da memória e à dimensão de violência presente nos casos.

Segundo a museóloga e coordenadora da ação, Doris Couto, a proposta busca relacionar memória histórica e acontecimentos contemporâneos. “O museu preserva memórias. Quando mulheres são assassinadas, o que se perde não é apenas uma vida – é uma história que deixa de existir. Diante disso, silenciar também seria uma forma de apagamento”, afirma Doris.

Fitas com desejos de futuro

A intervenção também apresentará fitas com desejos de futuro escritos por mulheres que visitaram o museu entre 2022 e 2023 durante atividades culturais da instituição. Entre as palavras registradas estão “respeito”, “igualdade” e “liberdade”.

Segundo os organizadores, a presença desses registros busca estabelecer um contraponto entre histórias interrompidas pela violência e expectativas de futuro manifestadas pelas visitantes.

Contexto de políticas públicas

A ação ocorre em um momento de discussão sobre políticas públicas relacionadas à proteção das mulheres no Estado. Na terça-feira (10), no Palácio Piratini, o governador Eduardo Leite (PSD) lançou o Programa Estadual de Proteção e Promoção dos Direitos das Mulheres.

O programa reúne ações voltadas ao fortalecimento da rede de proteção, prevenção da violência e promoção da autonomia feminina no Rio Grande do Sul. A iniciativa prevê investimento de R$ 71 milhões em medidas organizadas em quatro eixos: governança, acolhimento, capacitação e desenvolvimento, e enfrentamento à violência.

A intervenção ocupará o espaço da escadaria apenas durante o período da atividade. De acordo com os organizadores, todos os elementos utilizados são removíveis e serão instalados sem perfurações ou fixações na estrutura do patrimônio histórico.

Mesmo com o museu temporariamente fechado para restauro, a instituição afirma que ações externas buscam manter a participação do Museu de História Julio de Castilhos em debates públicos relacionados à memória, história e questões sociais contemporâneas.

Serviço

  • O quê: intervenção artística “História que Sangra – Do documento à presença/ausência”, do Museu de História Julio de Castilhos
  • Quando: quarta-feira, 11 de março, das 10h às 17h
  • Onde: escadaria do Monumento a Julio de Castilhos, Praça da Matriz, Centro Histórico de Porto Alegre
Foto: Ana Lagazzio/MHJC/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Cultura

Projeto Ecos leva performances sobre crise ambiental a quatro cidades do RS

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

O projeto Ecos – Crise e Criação realiza apresentações gratuitas em espaços públicos de Maquiné, Osório, Canoas e Porto Alegre nos dias 15 e 16 de março, com performances que abordam a crise ambiental contemporânea. A iniciativa reúne 12 artistas e é resultado de um laboratório intensivo de pesquisa e criação em Artes Cênicas realizado durante dez dias no Ponto de Cultura AMÓ – Lugar de Bem Viver, em Maquiné. O projeto foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, com realização do Ministério da Cultura e financiamento da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul.

As apresentações ocorrem no domingo, dia 15, às 11h, no Balneário Municipal de Maquiné, e às 15h, na Vila Olímpica, em Osório. Na segunda-feira, 16, as performances serão realizadas às 11h no Calçadão de Canoas e às 16h no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico de Porto Alegre.

Processo de criação

O trabalho reúne 12 performers que ocupam o espaço público com ações corporais e vocais desenvolvidas a partir das experiências vividas durante a residência artística. As apresentações abordam temas relacionados à crise ambiental, como enchentes, secas severas, erosão, poluição e o uso de agrotóxicos.

A criação foi desenvolvida durante a residência do projeto, realizada de 9 a 16 de março em Maquiné, município localizado em área de Mata Atlântica e que enfrentou quatro enchentes no período de um ano. Durante o processo, os artistas participaram de saídas de campo em locais afetados por desastres ambientais, encontros com comunidades tradicionais e conversas com especialistas em meio ambiente.

A orientação artística do trabalho foi realizada pela atriz Tânia Farias, enquanto a orientação musical ficou a cargo do músico Sérgio Bai.

Participação dos artistas

A performance foi criada coletivamente pelos artistas Agêlú, Alex Pantera, Elis, Gabriela Soledad Tomasín, Harú, Jacs, Jade Rocha, Kalisy Cabeda, Marina Zoé, Murillo Munii, Pascal Berten e Sandra Bittencourt.

Segundo a organização, o trabalho foi concebido como um processo em desenvolvimento, no formato de work in progress, permitindo que a criação tenha novos desdobramentos após a circulação inicial das apresentações.

Etapas do projeto

O projeto Ecos – Crise e Criação é dividido em três etapas: oficina comunitária de teatro, residência artística e circulação da performance. A oficina é gratuita, tem duração de seis meses e é voltada à comunidade de Maquiné e região, especialmente jovens.

As atividades abordam a crise ambiental em níveis local e global por meio de práticas teatrais, jogos de improvisação e criação cênica.

Todo o processo do projeto está sendo registrado em audiovisual e resultará em um vídeo-documentário que será disponibilizado em plataforma online. De acordo com a organização, a iniciativa parte da reflexão sobre a catástrofe ambiental recente ocorrida no Rio Grande do Sul e busca discutir modos de produção, consumo e relação com a natureza por meio da arte.

Serviço

  • O quê: performances do projeto Ecos – Crise e Criação
  • Quando: 15 e 16 de março
  • Onde:
    15 de março – 11h, Balneário Municipal de Maquiné; 15h, Vila Olímpica de Osório
    16 de março – 11h, Calçadão de Canoas; 16h, Largo Glênio Peres, Centro Histórico de Porto Alegre
  • Quanto: entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 63 Visualizações
Cultura

Canteiro de Obras do Remanso Instituto Cultural expõe minimostra de arte contemporânea

Por Jonathan da Silva 06/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Remanso Instituto Cultural realiza a minimostra de arte contemporânea Canteiro de Obras #3 nos dias 13 e 14 de março, das 15h às 20h, no jardim de sua sede, em Porto Alegre. O evento gratuito reúne artistas e coletivos selecionados por edital e integra o Projeto Pública, iniciativa da própria instituição que promove ações de produção e circulação de arte contemporânea por meio de residências artísticas, oficinas, palestras e atividades de arte-educação, contemplada pela Política Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura (MinC), do Governo Federal.

A ação transforma o jardim do instituto em um espaço de experimentação e interação com o público. A proposta do evento é trabalhar o conceito de “canteiro” como um local onde a arte se desenvolve de forma processual e colaborativa.

A programação reúne seis artistas e coletivos selecionados via edital: Gabe Felds (Canela), Juan Pablo Trabalha (Jaguarão), Karen Villela (Uruguaiana), Lai Borges (Porto Alegre), Leonardo Miguel (Osório) e Michel Au Hasard (Dois Irmãos). Também participa da programação a dupla Rojana, formada pelas artistas Roberta Fofonka e Janaína Ferrari, que apresentará a ação intitulada “Variações de desistência e abandono”.

As propostas apresentadas têm caráter experimental e efêmero e utilizam a interação direta com o público como parte do processo de construção das obras. Entre os trabalhos, estão abordagens relacionadas à identidade, ao sistema da arte, à cultura drag e a explorações sensoriais que incluem, por exemplo, o uso do olfato.

Intervenções murais

Além das performances e instalações apresentadas durante a minimostra, o público poderá visitar quatro intervenções murais de grande formato instaladas nas paredes dos jardins do instituto. As obras são assinadas pelos artistas Leandro Machado, Mitti Mendonça, Rafael Muniz e Santiago Pooter.

As intervenções foram produzidas entre junho de 2025 e fevereiro de 2026 como resultado das residências artísticas realizadas pelo projeto.

Projeto Pública

O Projeto Pública é desenvolvido pela Remanso Instituto Cultural, organização sem fins lucrativos dedicada à promoção da produção e da circulação de arte contemporânea. A iniciativa prevê a realização de um ciclo de instalações de arte públicas produzidas a partir de quatro residências artísticas, além de minimostras e atividades voltadas à formação de público.

Entre as ações previstas estão atividades de arte-educação com previsão de acessibilidade e palestras destinadas ao público interessado em arte contemporânea.

Serviço

  • O quê: minimostra de arte contemporânea Canteiro de Obras #3
  • Quando: 13 e 14 de março, das 15h às 20h
  • Onde: Remanso Instituto Cultural (Rua Santo Antônio, 366, bairro Independência, Porto Alegre)
  • Quanto: entrada gratuita
Foto: Guilherme Leon/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2026 0 Comentários 60 Visualizações
Cultura

Artista Rubiane Maia cria obra inédita no Instituto Ling, em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 05/03/2026
Por Jonathan da Silva

A artista multidisciplinar Rubiane Maia realiza, entre os dias 9 e 13 de março, uma intervenção artística no Instituto Ling, em Porto Alegre, onde criará uma obra inédita em um ateliê temporário montado em frente a uma das paredes do centro cultural. O público poderá acompanhar o processo de criação em tempo real, das 10h30min às 20h, com entrada gratuita. A atividade integra a abertura da quinta temporada do projeto Ling Apresenta, que busca aproximar o Rio Grande do Sul da produção contemporânea de outras regiões do Brasil.

Natural de Caratinga, em Minas Gerais, Rubiane Maia vive e trabalha entre Vitória, no Espírito Santo, e a cidade de Folkestone, no Reino Unido. Em seus trabalhos, a artista desenvolve produções multidisciplinares que combinam performance, instalação e outros modos de expressão.

Como será a obra

A obra que será produzida em Porto Alegre terá como ponto de partida referências à cidade de Vitória, onde a artista cresceu e viveu grande parte da vida, além de relações com a região do sudeste da Inglaterra, onde reside atualmente. Um dos elementos utilizados no processo será o giz como matéria-prima. “O trabalho partirá da elaboração de um diagrama que reflete aspectos centrais da minha pesquisa. A estética escolhida é inspirada nos Quadros Negros de Joseph Beuys, especialmente em sua dimensão processual. Tenho também grande interesse em utilizar o giz, pois ele estabelece uma relação direta com a geologia da região onde vivo. Entre o sudeste da Inglaterra e o norte da França encontra-se a maior concentração de pedra-giz do planeta, formada pelo acúmulo de micro-organismos marinhos ao longo de milhões de anos, uma especificidade que também possibilitou o surgimento de fósseis. Essa dimensão geológica é conceitualmente muito importante para o trabalho”, adianta a artista Rubiane Maia.

Conversa com a artista

Após a finalização da obra, a artista participará de uma conversa com a curadora Galciani Neves no dia 14 de março, às 10h30min, no Instituto Ling. O encontro abordará a experiência de criação, os resultados do projeto e aspectos da pesquisa artística desenvolvida por Rubiane Maia. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia no site do Instituto Ling.

A obra produzida durante a intervenção ficará exposta para visitação até o dia 16 de maio, com entrada franca.

Projeto Ling Apresenta

A intervenção abre a quinta temporada do projeto Ling Apresenta, que neste ano recebe o subtítulo Por uma “geografia da ação”: corpo, matéria, território. A proposta é aproximar o público do Rio Grande do Sul da produção artística contemporânea desenvolvida na região sudeste do Brasil, encerrando um ciclo que, ao longo dos últimos quatro anos, apresentou artistas das cinco regiões do país.

Segundo a curadora Galciani Neves, as trajetórias de Rubiane Maia, Advânio Lessa, Juliana dos Santos e Raphaela Melsohn — artistas convidados para ocupar a parede do Instituto Ling ao longo de 2026 — dialogam com a forma como cada um experimenta e aprende com os materiais utilizados em seus processos criativos. Nesse contexto, matéria, corpo, contexto e método se combinam e dão forma ao que o geógrafo Milton Santos definiu como geografia da ação.

Outros artistas convidados

Além de Rubiane Maia, o projeto também receberá ao longo do ano outros três artistas convidados para desenvolver obras inéditas na parede de entrada do centro cultural. Estão previstos trabalhos de Advânio Lessa, de Minas Gerais, e das artistas Juliana dos Santos e Raphaela Melsohn, ambas de São Paulo.

Nas edições anteriores, o Ling Apresenta recebeu artistas das regiões Sul, Nordeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil. O projeto também contou com a participação de curadores como Luísa Kiefer, Bitu Cassundé, Vânia Leal e Paulo Henrique Silva. No canal do Instituto Ling no YouTube estão disponíveis minidocumentários que apresentam os processos de criação dos artistas participantes.

Quem é Rubiane Maia

Rubiane Maia nasceu em Caratinga, Minas Gerais, em 1979. Sua prática artística envolve diferentes linguagens, como performance, instalação, fotografia, vídeo e escrita. A pesquisa desenvolvida pela artista investiga o corpo como espaço de percepção e escuta, em diálogo com memória, linguagem e forças mais-que-humanas.

Formada em Artes Visuais e mestre em Psicologia Institucional pela Universidade Federal do Espírito Santo, a artista já apresentou trabalhos em instituições como Instituto Marina Abramovic, NYU Abu Dhabi, ICA London, Folkestone Trienal e na 35ª Bienal de São Paulo.

Serviço

  • O quê: intervenção artística de Rubiane Maia no projeto Ling Apresenta
  • Quando: de 9 a 13 de março, das 10h30min às 20h; conversa com a artista em 14 de março, às 10h30min; visitação da obra até 16 de maio
  • Onde: Instituto Ling (Rua João Caetano, 440, bairro Três Figueiras, Porto Alegre)
  • Quanto: entrada gratuita; conversa mediante inscrição prévia pelo site institutoling.org.br
Foto: Levi Fanan & Fundação Bienal de São Paulo/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Variedades

Festival Sálvia entra no Calendário Oficial de Eventos do Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 05/03/2026
Por Jonathan da Silva

O “Sálvia – Festival de Arte, Cultura e Gastronomia”, realizado em Caxias do Sul, passou a integrar o Calendário Oficial de Eventos e Datas Comemorativas do Rio Grande do Sul após a aprovação, pela Assembleia Legislativa, do Projeto de Lei 302/2024. A proposta, de autoria da deputada estadual Delegada Nadine Anflor (PSDB), foi aprovada com 48 votos favoráveis e altera a Lei nº 15.950, de 9 de janeiro de 2023, que consolida a legislação estadual relativa a eventos e datas oficiais no estado. O objetivo da medida é reconhecer o festival como iniciativa de relevante interesse turístico.

Realizado desde 2019, o evento reúne chefs, restaurantes, vinícolas, cervejarias e produtores locais na Praça das Feiras, em Caxias do Sul, com programação gratuita e aberta ao público.

Reconhecimento institucional

A iniciativa que resultou no projeto teve origem em indicação da vereadora de Caxias do Sul, Marisol Santos (PSDB), que articulou o reconhecimento do festival junto ao Legislativo estadual, o que levou à proposição apresentada pela deputada estadual Delegada Nadine Anflor.

Segundo a vereadora Marisol Santos, o processo envolveu articulação política e acompanhamento da tramitação nas comissões legislativas. “Quando pensamos o Sálvia, pensamos grande. Hoje o festival caminha para a sua sétima edição, consolidado como um dos principais eventos de arte, cultura e gastronomia da serra gaúcha. O Sálvia movimenta a economia criativa, valoriza artistas locais, chefs, produtores independentes, empreendedores e atrai milhares de pessoas para viver experiências gratuitas e acessíveis. Procurei a deputada Delegada Nadine com o propósito de transformar esse impacto regional em reconhecimento estadual. O Sálvia ser oficialmente um evento do Rio Grande do Sul fortalece o turismo, gera oportunidades e projeta Caxias do Sul para todo o estado”, destacou Marisol.

Crescimento do festival

A sexta edição do evento, realizada em 2025, recebeu 30.155 visitantes no último fim de semana de novembro. A programação contou com shows artísticos, atrações culturais e diversidade gastronômica.

Ao longo das edições, o festival reúne diferentes segmentos ligados à produção regional, incluindo restaurantes, cozinhas autorais, vinícolas, cervejarias e produtores locais.

Organização do evento

Para a diretora da Interface Eventos e idealizadora do Sálvia, Lisete Alberici Oselame, a aprovação do projeto amplia a visibilidade do festival. “O trabalho coletivo envolvido na construção do evento faz toda a diferença no sucesso do Sálvia. Destaco, ainda, a parceria essencial com o Sebrae, responsável pela curadoria das cozinhas desde a primeira edição, e com o SEGH Região Uva e Vinho, além de agradecer especialmente a vereadora Marisol e a deputada estadual Nadine”, afirmou Lisete.

Próxima edição

A próxima edição do Sálvia – Festival de Arte, Cultura e Gastronomia está prevista para os dias 28 e 29 de novembro, na Praça das Feiras, em Caxias do Sul. O evento manterá o formato gratuito e a proposta de reunir gastronomia, cultura e arte em um mesmo espaço.

Foto: Sálvia/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Cultura

​Centro de Cultura Arno Michaelsen recebe o Salão de Arte de Gramado neste mês

Por Jonathan da Silva 02/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Centro Municipal de Cultura Arno Michaelsen recebe, de 4 a 30 de março, o Salão de Arte de Gramado, exposição de arte contemporânea realizada pela Casa 100 + By Cour des Arts em conjunto com a Secretaria da Cultura e Economia Criativa de Gramado. O evento tem visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h50min e das 13h às 17h, com o objetivo de apresentar ao público uma seleção de trabalhos em diferentes suportes e linguagens.

A mostra reúne telas, bandeiras artísticas e instalações, contemplando produções contemporâneas de artistas convidados. O vernissage está agendado para o dia 4 de março, às 18h30min, no local da exposição, marcando o início oficial do período de visitação e possibilitando o contato do público com os autores das obras.

Artistas participantes

Participam do Salão de Arte de Gramado os artistas Ana Goulart, Aroldo Junior, Ana Lua Fagundes, Andréa Cerqueira, Ara Vilela, Cati Alionis, Cleusa Soares, Dino Faria, Esther Melo, Elania Matos, Flávia Junqueira, Germano, Gilmar Stahl, Gisele Faganello, Izilda Werner, Josie Mengai, Justina D’Agostino, Laura Kessler, Leni Zilioto, Luiz Fernando Rigotti, Luiza Sella, Mariângela Rettore, Mauro Kersul, Meg Gerhardt, Marilde Mafra, Patricia Di Basso, Ricardo Veras, Rogério Zanforlin, Sonia Gambeta, Sandra Helena Lima, Wim Aerts e Ysa Floriano.

Serviço

A exposição ocorre no Centro Municipal de Cultura Arno Michaelsen, localizado na Rua Leopoldo Rosenfeld, nº 818, em Gramado. A visitação é gratuita e acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h50min e das 13h às 17h.

Foto: Lucas Brito/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2026 0 Comentários 72 Visualizações
Cultura

Programa de Artes abre seleção gratuita para turmas de 2026 em Gramado

Por Jonathan da Silva 26/02/2026
Por Jonathan da Silva

Estão abertas até 8 de março as inscrições para o processo seletivo das turmas de 2026 do Programa de Artes Pedro Henrique Benetti, em Gramado. A iniciativa, mantida pela Gramadotur, oferece formação artística gratuita nas áreas de teatro, dança, circo, patinação e técnica vocal, com carga horária total de 240 horas ao longo de dois anos e certificação ao final do curso para os alunos aprovados.

Quem pode participar

Podem se inscrever moradores de Gramado que completem 10 anos até 31 de março de 2026 e que tenham disponibilidade mínima de quatro horas semanais para aulas, ensaios, oficinas e apresentações. Para a modalidade de teatro, a idade mínima é de 12 anos. Cada candidato pode optar por apenas uma modalidade e, se selecionado, deverá assumir permanência mínima de dois anos no programa.

Cronograma de seleção

As audições para teatro, patinação, jazz fusion, sapateado, acrobacias e projeção circense ocorrerão no próximo 10 de março, às 14h. Já a seleção para técnica vocal será realizada em 16 de março, também às 14h. Todas as audições acontecerão no Expogramado.

A divulgação dos horários e dos primeiros resultados está prevista para 11 de março. O início das aulas e das matrículas será realizado em 12 de março. Para técnica vocal, as atividades começam em 18 de março, após a divulgação dos resultados e efetivação das matrículas.

Formação cultural

De acordo com a diretora artística e pedagógica, Grasiela Gil, o programa integra a política de formação cultural do município. “Em Gramado, onde cultura e turismo caminham juntos, a formação de mão de obra artística fortalece a economia criativa e a identidade local. O Programa de Artes Pedro Henrique Benetti cumpre um papel vital ao semear talentos, gerar oportunidades de arte e transformação de desejos em técnica”, destacou Grasiela.

Foto: Cleiton Thiele/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2026 0 Comentários 88 Visualizações
Cultura

Galeria Orbe abre mostra de Carlos Trevi em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A galeria Orbe, novo espaço dedicado à arte, design e bem-estar em Porto Alegre, inaugura a exposição individual “Mundo Brasilidade”, do artista visual Carlos Trevi, no dia 2 de março, às 18h. O espaço está localizado na Rua Dr. Florêncio Ygartua, 164, no bairro Moinhos de Vento. A curadoria da mostra é dos proprietários João Ribeiro e Leo M. Picoli.

A exposição marca a abertura oficial da galeria e apresenta esculturas em jacarandá e assemblages em madeira, características da produção do artista paulista. A exposição poderá ser visitada até o dia 24 de abril, às 18h.

Exposição e curadoria

Mundo Brasilidade reúne obras que articulam madeira, metais, muranos, cristais e elementos ornamentais provenientes de diferentes repertórios culturais. A prática de Carlos Trevi parte da recomposição de fragmentos, como peças utilitárias, acessórios, ferragens e imagens devocionais, deslocados de suas funções originais para compor novas estruturas.

O texto da mostra é assinado por André Venzon. “O ritmo do mundo nas mãos de Carlos Trevi é outro. Tal qual um Geppetto contemporâneo, inspirado por troncos de jacarandá — índices de pura brasilidade — o artista inventa, usando madeiras nobres e acessórios raros, pedestais, palmatórias, lamparinas e outros objetos repletos de memória, encanto e beleza”, afirma Venzon.

Quem é Carlos Trevi

Carlos Trevi nasceu em São Paulo, em 1961, e atuou na gestão cultural em instituições ligadas ao Santander Cultural em Recife, Porto Alegre e São Paulo, onde coordenou exposições, programas formativos e projetos de difusão artística. Atualmente reside em Porto Alegre e trabalha como curador independente, consultor e artista visual.

Segundo a apresentação institucional, a experiência na área cultural influencia a organização espacial e expositiva de suas obras, refletindo-se na composição de matéria, escala e presença.

O que é a Orbe

Fundada por João Ribeiro e Leo M. Picoli, a Orbe é um espaço híbrido voltado à curadoria, representação e comercialização de obras de artistas e designers brasileiros, com ênfase na produção autoral e em pequenas edições. O projeto tem origem em uma trajetória iniciada em 2020, quando os fundadores assumiram a gestão da Loja Iberê, na Fundação Iberê.

A galeria promove exposições, projetos especiais e colaborações com foco na aproximação entre público e obra, estabelecendo diálogo entre arte contemporânea, design e produção manual.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 102 Visualizações
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