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arroz

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Safra de arroz no RS enfrenta pressão por crédito e custos

Por Jonathan da Silva 22/04/2026
Por Jonathan da Silva

A próxima safra de arroz no Rio Grande do Sul é projetada sob um cenário visto pelo setor como de incertezas, com impacto de crédito restrito, custos elevados e queda do dólar, segundo avaliação da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz). A projeção foi apresentada pelo presidente da entidade, Denis Dias Nunes, ao analisar as condições que antecedem o plantio, indicando possível redução da área cultivada e efeitos sobre a oferta e o mercado na próxima temporada.

De acordo com o presidente da entidade, os produtores enfrentam dificuldades relacionadas ao acesso ao crédito e às taxas de juros elevadas, além de um cenário cambial desfavorável. A combinação desses fatores contribui para a compressão da rentabilidade antes mesmo do início do plantio.

O dirigente afirma que a tendência é de manutenção ou redução da área plantada, considerando também o aumento do endividamento dos agricultores. “Apesar de uma recente recuperação nos valores, muitos agricultores têm optado por reter a produção à espera de melhores cotações”, observa Dias Nunes.

Dinâmica de mercado

Outro elemento apontado é o ritmo lento da colheita atual, que influencia a estratégia de comercialização. Segundo Denis Dias Nunes, no início da safra houve volume significativo de exportações, o que permitiu a entrada de recursos sem a necessidade de venda imediata do arroz colhido.

O dirigente também destaca a relação com a produção de soja. “Além disso, com a proximidade da colheita da soja, a tendência é que produtores utilizem essa soja para gerar caixa, postergando a venda do arroz na expectativa de preços mais favoráveis”, projeta Dias Nunes.

Políticas de apoio

A Federarroz aponta as exportações como um mecanismo para reduzir estoques internos e sustentar preços. Nesse contexto, Denis Dias Nunes menciona a liberação de recursos federais para apoio à comercialização. O Ministério da Agricultura destinou R$ 56 milhões à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que deverá operacionalizar medidas como o Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro).

Custos de produção seguem como incerteza

Os custos de produção permanecem como um dos principais pontos de atenção para o setor. Segundo Denis Dias Nunes, os preços dos fertilizantes seguem elevados, influenciados por fatores externos, como a guerra entre Estados Unidos e Irã e a valorização de insumos como petróleo e combustíveis.

Para o dirigente, esse conjunto de fatores deve impactar tanto a área plantada quanto o nível de tecnologia utilizado nas lavouras. “A queda do dólar, embora possa aliviar parcialmente os custos de importação de insumos, também tende a reduzir a competitividade das exportações de arroz e soja, pressionando a rentabilidade do produtor. Diante de tudo isso, a próxima safra é ainda uma incógnita, o que exige cautela e acompanhamento atento do mercado ao longo dos próximos meses”, orienta Dias Nunes.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2026 0 Comentários 78 Visualizações
Variedades

Recursos de R$ 56 milhões são liberados para comercialização de arroz

Por Jonathan da Silva 16/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) anunciou a liberação de R$ 56 milhões destinados à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para apoiar a comercialização de arroz no estado. A medida foi confirmada nesta quarta-feira (15), após reunião no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e prevê a publicação de um edital que permitirá a operacionalização de mecanismos como o Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro). O objetivo é garantir melhores condições de mercado, facilitar o escoamento da produção e contribuir para a estabilidade dos preços.

De acordo com o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, os recursos serão utilizados por meio de um edital que viabilizará o uso dos instrumentos de subvenção. Esses mecanismos são adotados pelo governo federal para apoiar produtores em momentos de desequilíbrio de mercado, assegurando condições mais favoráveis para a comercialização. “A liberação do TED (Termo de Execução Descentralizada) representa um passo importante para o setor orizícola, que aguardava a medida como forma de assegurar maior estabilidade nos preços e facilitar o escoamento da produção”, destacou o dirigente.

Expectativa do setor

Segundo a entidade, a expectativa é de que o edital seja publicado nos próximos dias, possibilitando o acesso dos produtores aos benefícios previstos. A iniciativa atende a uma demanda do setor por medidas que contribuam para o equilíbrio do mercado e o suporte à cadeia produtiva do arroz.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2026 0 Comentários 68 Visualizações
Variedades

Arrozeiros gaúchos pedem prorrogação de incentivo fiscal

Por Jonathan da Silva 17/03/2026
Por Jonathan da Silva

Arrozeiros do Rio Grande do Sul solicitaram, nesta segunda-feira (16), a prorrogação do crédito presumido de ICMS nas vendas de arroz para São Paulo e Minas Gerais, durante reunião realizada na Assembleia Legislativa (ALRS), em Porto Alegre. O encontro reuniu representantes do setor, parlamentares e integrantes do governo estadual para discutir a manutenção do benefício previsto no Decreto Estadual nº 58.296/2025. A medida, segundo o setor, é considerada necessária para manter a competitividade do produto gaúcho diante da redução de área plantada e do aumento dos custos de produção.

A reunião foi promovida pela Frente Parlamentar em Defesa do Arroz, presidida pelo deputado estadual Marcus Vinícius (PP), com o objetivo de debater a renovação do incentivo fiscal e evitar distorções tributárias. O crédito presumido de ICMS permite às indústrias deduzirem parte do imposto devido, reduzindo a carga tributária nas operações interestaduais e ampliando a competitividade do arroz beneficiado.

Participaram representantes da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), do Sindicato da Indústria do Arroz (Sindarroz), da Federação das Associações de Rizicultores do Estado do RS (Fearroz), da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), além de parlamentares e representantes do governo estadual.

Impacto no setor

O presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, destacou a relevância do setor para a metade sul do estado, que concentra cerca de 4 milhões de hectares de terras baixas aptas ao cultivo de arroz irrigado e um dos maiores parques industriais de beneficiamento fora da Ásia. Dias Nunes afirmou que há redução na área plantada como estratégia para enfrentar custos elevados e queda nos preços. “Quando o Estado investe em programas de irrigação para ampliar a produção e garantir mais segurança à agricultura, o setor já tem 100% da área irrigada. No entanto, viemos fazendo um movimento contrário no sentido de diminuir a área plantada numa tentativa de reduzir os efeitos do alto custo de produção e queda nos preços de venda. Além disso, a indústria está localizada justamente na metade sul, que é a região que mais precisa de geração de emprego e renda”, destacou o dirigente.

Dias Nunes também relacionou a manutenção do incentivo a aspectos sociais. “Não estamos falando de mais geração de emprego em regiões já desenvolvidas, mas em uma área que precisa dessa atividade econômica. É uma questão estratégica para o Rio Grande do Sul”, afirmou o presidente da entidade.

Empregos e produção

O vice-presidente da Federarroz, Roberto Fagundes Ghigino, questionou os cálculos do governo sobre o impacto fiscal da medida e defendeu a análise das perdas já registradas pelo setor. Segundo ele, cerca de 90 mil hectares deixaram de ser cultivados, o que impacta diretamente a cadeia produtiva. “Estamos falando de uma cadeia que gera cerca de 24 mil empregos. Se apenas 10% das indústrias fecharem, seriam 2,4 mil postos de trabalho perdidos. E quando uma indústria fecha ou vai para outro estado, dificilmente volta a produzir aqui”, ressaltou Ghigino.

Encaminhamentos

Ao final da reunião, o presidente da Frente Parlamentar, deputado estadual Marcus Vinícius, informou que os relatos apresentados serão levados à sessão deliberativa do plenário da Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 17 de março. A proposta é coletar assinaturas de deputados em apoio à prorrogação do benefício e encaminhar o documento ao governador Eduardo Leite (PSD).

Foto: Érika Ferraz/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2026 0 Comentários 142 Visualizações
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Produtores apresentam cases de gestão e tecnologia na Abertura da Colheita

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas reuniu produtores e especialistas no painel “Produtores em Foco: Experiências que Geram Valor” nesta terça-feira (24), no Auditório Frederico Costa, em Capão do Leão. O encontro apresentou casos práticos de transformação no campo com foco em qualidade de semente, inovação, gestão e eficiência produtiva para ampliar escala e sustentar margens no agronegócio.

O debate integrou a programação do evento e colocou produtores no centro das discussões sobre estratégias aplicáveis às propriedades rurais.

Troca de experiências

O presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Denis Dias Nunes, afirmou que a troca de experiências e a abertura a novas perspectivas contribuem para o fortalecimento do setor produtivo. Segundo ele, o compartilhamento de vivências reais permite ampliar horizontes e estimular soluções práticas.

Algodão e organização produtiva

Na primeira palestra, o produtor de algodão e ex-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Pedro Schenkel, abordou o tema “Da semente à camisa” e apresentou dados sobre a evolução da cultura no Brasil. “Hoje produzimos cinco vezes mais algodão no Brasil, chegando a 4 milhões de toneladas, cerca de dez vezes mais do que na década de 70, em uma área duas vezes menor. Somos um dos maiores exportadores do mundo, ultrapassando os Estados Unidos”, afirmou Schenkel.

O especialista acrescentou que o país é o maior exportador de algodão responsável e ocupa a segunda posição em geração de empregos na indústria de transformação. Segundo Schenkel, a transformação ocorreu com eficiência na produção e no beneficiamento, melhoria da qualidade da fibra, inovação, sustentabilidade, compliance e rastreabilidade de 17 milhões de fardos identificados por safra.

Semente e planejamento

Na sequência, a gerente técnica e engenheira agrônoma da Sementes Falcão, Fernanda Falcão, apresentou a palestra “Semente: a pérola do campo” e defendeu que sustentabilidade, tecnologia e planejamento são determinantes para manter a rentabilidade. “Tínhamos um terreno com declive e a nossa estratégia foi adotar o sistema de plantio direto. Nunca ficamos sem cultura de cobertura. Aprendemos a controlar a erosão e, com a estiagem, conseguimos reter a água da chuva”, relatou Fernanda Falcão.

A painelista também destacou a importância do controle do processo produtivo antes da semeadura. “Para ter semente de alto vigor, os cuidados devem começar antes mesmo da semeadura”, ressaltou Fernanda Falcão.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 144 Visualizações
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Painel apresenta soluções tecnológicas para gestão no campo

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Arena da Inovação da 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas apresentou soluções tecnológicas já aplicadas à rotina do produtor rural nesta terça-feira (24), em Capão do Leão. Exemplos trazidos foram assistente virtual integrado ao WhatsApp para lançamento de despesas por áudio e a emissão de Nota Fiscal Eletrônica pelo celular, além do uso de drones com mão de obra especializada. O objetivo é ampliar a eficiência produtiva e a organização da gestão nas propriedades.

O painel “Conexões para o Campo: soluções práticas e oportunidades por meio da inovação” integrou a programação do evento e reuniu especialistas e empresas para apresentar ferramentas voltadas à realidade do agronegócio.

Ferramentas digitais na gestão rural

Entre as soluções apresentadas está o assistente virtual Zeca das Contas, uma inteligência artificial que auxilia na gestão financeira da propriedade. O diretor comercial da empresa, Bruno Quadros, explicou que o sistema permite interação por meio do WhatsApp, inclusive com envio de áudios, possibilitando, por exemplo, a emissão de Nota Fiscal Eletrônica. “O agro é super tecnológico. Em todas as áreas do agro a gente vê um incremento de tecnologia muito grande”, pontua Quadros.

A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a Farmcont, de Santa Maria, e permite ao produtor realizar o controle financeiro de forma simplificada. Segundo Quadros, sistemas de ERP já são consolidados, mas apresentam gargalos de usabilidade. “E o que a gente está fazendo foi conseguir colocar isso dentro do WhatsApp. Então, o produtor no seu telefone vai conseguir fazer o lançamento das suas despesas e das suas receitas”, explica o diretor comercial da empresa.

Ele diz, olha, essa despesa aqui é para a soja, X% para a soja, 100% para a soja, vou pagar dia tal, e a inteligência, por trás, já faz todo esse lançamento e o produtor confirma, é isso mesmo ou corrige ali como se estivesse conversando com alguém. Não precisa mais juntar aquela nota e ir lá levar para alguém, pedir para colocar. Ele já faz essa interface direto com o WhatsApp e com a inteligência artificial”, conta o diretor comercial Bruno Quadros.

Outras soluções apresentadas

O painel também apresentou cases como o fornecimento de mão de obra especializada para pulverização com drones e outras ferramentas voltadas à gestão e à produção rural.

Participaram do debate os gestores de Inovação e Tecnologia Gustavo Adornes e Milene Rostirolla, o diretor técnico da Ciclo, Antonio Duarte Pagano, o CEO da TerraMares, Victor Magalhães, o coordenador do Celeiro AgFood Hub, Luiz Humberto Villwock, o especialista em soluções com drones da Base Agro, Leonardo Henke, e o diretor comercial da Rota Rural, Bruno Costa.

Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é realizado pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas estão disponíveis no site oficial do evento.

Foto: Leandro Vieira/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 153 Visualizações
Variedades

Inovação no campo pauta debate na Abertura da Colheita

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A inovação tecnológica aplicada ao campo foi tema de debate na manhã desta terça-feira (24), durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, realizada na Estação Experimental da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão. O evento reuniu representantes de universidade, empresas e governo para discutir como parcerias entre setor produtivo, academia e poder público podem gerar valor e ampliar a competitividade no agronegócio.

O painel “Parcerias que Geram Valor” integrou a programação do evento e abordou desafios produtivos e caminhos para soluções tecnológicas no setor.

Universidade e setor produtivo

A coordenadora do Núcleo de Prospecção e Inovação iTEC/Furg, Micheli Castro, apresentou o funcionamento do núcleo, os critérios de seleção de projetos e o papel da pesquisa no atendimento às demandas do setor produtivo. Segundo ela, a aproximação entre empresas e universidades é decisiva para transformar ideias em soluções aplicáveis. “No iTEC temos um time de mulheres com vasta experiência em automação, robótica, ciência de dados, entre outros. Os empresários podem contar com a gente para buscar soluções mais rentáveis para os seus negócios”, ressaltou a Micheli.

Uma das empresas atendidas pelo núcleo é a Agrifence, criada em 2023 com foco na otimização do uso de máquinas agrícolas. O gerente-geral da Agrifence Brasil, Ignácio Melito, afirmou que, após anos de pesquisa, a empresa passou a comercializar um hardware instalado nos maquinários, capaz de analisar dados e gerar relatórios para apoiar decisões estratégicas, reduzir atrasos produtivos e ampliar a visão de negócio. “O apoio das universidades é essencial para destravar soluções que os empresários não conseguem avançar. É fundamental ter a visão de alguém de fora para dar um fôlego e conseguir executar os projetos até a fase final”, afirmou Melito.

Papel do poder público

Representando o Governo do Estado, a diretora de Ambientes de Inovação da Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT), Andréia Dullius, destacou a atuação do poder público na articulação entre setor produtivo e centros de pesquisa. “Ao longo dos anos, percebemos que é um grande desafio o empresário se aproximar da universidade para buscar a pesquisa como uma forma de solucionar problemas tecnológicos do seu negócio. O governo, por vezes, faz o elo entre essas pontas”, afirmou Andréia.

A diretora acrescentou que o investimento nas fases iniciais é determinante para a viabilidade dos projetos. “Infelizmente, normalmente as empresas não dedicam tempo e dinheiro nas primeiras etapas e, muitas vezes, elas acabam não prosperando”, concluiu Andréia.

Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é realizado pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas estão disponíveis no site oficial do evento.

Foto: Leandro Vieira/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 139 Visualizações
Variedades

Neco Argenta realizará palestra na 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz

Por Jonathan da Silva 18/02/2026
Por Jonathan da Silva

O empresário Neco Argenta, presidente da Argenta, participará como palestrante da 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, que será realizada de 24 a 26 de fevereiro, em Capão do Leão. A palestra está marcada para o dia 25, às 13h45min, no Auditório Frederico Costa, e integra a programação do evento promovido pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, que reúne representantes do setor produtivo, da indústria, da pesquisa e gestores públicos.

A 36ª edição da Abertura Oficial da Colheita do Arroz é considerada um dos encontros do calendário do agronegócio brasileiro. O evento contará com a participação de lideranças do agronegócio, da indústria e da gestão empresarial.

A presença de Neco Argenta ocorre dentro do reconhecimento aos 40 anos da Argenta que é destaque da programação. A palestra terá mediação de Clarissa Lopes Peixoto, CEO do Grupo Pitangueira.

Quem é Neco Argenta

À frente da Argenta, Neco lidera um grupo que reúne 14 marcas e emprega mais de 6,8 mil profissionais. Entre as empresas estão Sim Rede, Sim Distribuidora, Sim Lubrificantes, Charrua, Nexta e Vinícola Luiz Argenta, com atuação nos setores de energia, mobilidade, agronegócio e bens de consumo.

A palestra abordará temas como liderança no ambiente produtivo, visão de futuro e construção de negócios sustentáveis, a partir de quatro décadas de atuação empresarial.

Inscrições

As inscrições para a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz são gratuitas e podem ser realizadas pelo site colheitadoarroz.com.br.

Foto: Acervo Argenta/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/02/2026 0 Comentários 130 Visualizações
Variedades

Abiarroz lança campanha de incentivo ao consumo do arroz

Por Jonathan da Silva 27/10/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) lançou nesta segunda-feira (27) a campanha “Arroz Combina”, iniciativa que pretende estimular o consumo interno do cereal, valorizar a produção nacional e combater a desinformação sobre o alimento nas redes sociais. Financiado pelo Fundarroz – Fundo de Promoção, Pesquisa, Inovação e Incentivo ao Consumo de Arroz –, o projeto marca uma resposta do setor à queda histórica no consumo do produto no país.

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que o Brasil consome, em média, 10,5 milhões de toneladas de arroz por ano, mas o consumo per capita atingiu em 2024 o menor índice em seis décadas, com cerca de 34 quilos por pessoa. Entre os motivos citados estão as mudanças nos hábitos alimentares, a preferência por refeições rápidas e o aumento da presença de ultraprocessados nas dietas urbanas. Mesmo com o preço do arroz cerca de 50% mais baixo que há um ano, a substituição de alimentos tradicionais por opções prontas tem reduzido a presença do cereal nas mesas.

Campanha de um ano

Com duração prevista de um ano, a campanha reúne ações digitais, parcerias com influenciadores e materiais educativos voltados a consumidores e profissionais da área de nutrição. O slogan “Arroz Combina” destaca a versatilidade do grão e o associa à alimentação equilibrada e à energia necessária para o dia a dia, reforçando sua importância como símbolo da culinária e da agricultura brasileira.

Mais detalhes sobre a campanha podem ser conferidos no site arrozcombina.com.

Combate às fake news

A iniciativa também pretende enfrentar boatos sobre o produto, como a ideia de que o arroz engorda por ser fonte de carboidrato. A Abiarroz aposta que a informação e o engajamento do público podem corrigir distorções e valorizar o papel do alimento na segurança alimentar.

O que é a Abiarroz

Criada em 2009, a Abiarroz representa indústrias e cooperativas responsáveis por cerca de 70% do arroz beneficiado no país. Além da nova campanha, a entidade mantém o projeto Brazilian Rice, voltado à expansão das exportações e à promoção do produto brasileiro em mais de cem países. O setor aposta que a aproximação entre campo e cidade pode renovar o vínculo cultural do brasileiro com o arroz e impulsionar o consumo interno nos próximos anos.

Foto: Abiarroz/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2025 0 Comentários 270 Visualizações
Variedades

20 mil pessoas visitaram a Abertura da Colheita do Arroz em Capão do Leão

Por Jonathan da Silva 24/02/2025
Por Jonathan da Silva

A 35ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas reuniu cerca de 20 mil pessoas entre os dias 18 e 20 de fevereiro, na Estação Experimental Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão. O número de visitantes superou a expectativa da organização, que previa 16 mil participantes, além de ultrapassar o público da edição anterior, que contou com 15,3 mil visitantes.

Os visitantes vieram de 17 países e 18 estados brasileiros, além do Distrito Federal, acompanhando mais de 100 horas de programação. As atividades ocorreram em diversos espaços, incluindo campo, auditório, arenas e estandes.

O presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho, avaliou o crescimento do evento. “Tivemos um público extraordinário. É um evento consolidado e que cada vez mais é fundamental para que os produtores tenham sucesso nas suas atividades”, afirmou Velho.

Arrecadação para ações sociais

Além das atividades técnicas e comerciais, o evento contou com uma ação social. A ONG Semear foi responsável pela administração do estacionamento, arrecadando R$ 28.488,00. O valor será destinado ao pagamento do aluguel do espaço da entidade e a outras iniciativas voltadas para crianças atendidas pela organização.

A presidente da ONG Semear, Silvana Cunha, destacou a importância da parceria. “Há sete anos já que a gente vem realizando esse trabalho em parceria com a Federarroz. E agradecemos muito, porque vamos conseguir manter a ONG um ano inteirinho de novo”, salientou Silvana.

Próxima edição confirmada para 2026

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas já tem data marcada. O evento será realizado de 24 a 26 de fevereiro de 2026, novamente na Estação Experimental Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado.

O evento deste ano foi organizado pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), além do patrocínio do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e apoio da Prefeitura Municipal de Capão do Leão. O tema desta edição foi “Produção de Alimentos no Pampa Gaúcho – Uma Visão de Futuro”.

Foto: Jô Folha/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2025 0 Comentários 289 Visualizações
Política

Deputado estadual gaúcho Marcus Vinícius denuncia ao TCU compra de arroz importado pela Conab

Por Jonathan da Silva 04/06/2024
Por Jonathan da Silva

O deputado estadual gaúcho Marcus Vinícius de Almeida (PP) ingressou com representação no Tribunal de Contas da União (TCU) alegando irregularidades no processo de compra de até 1 milhão de toneladas de arroz importado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), custando quase R$ 7 bilhões. Em sua denúncia, o parlamentar aponta que o leilão marcado para 6 de junho não tem embasamento técnico que comprove a necessidade de importação e justifique a interferência no mercado.

Além disso, para o deputado do Rio Grande do Sul a medida seria também abuso de poder político, tendo em vista que a distribuição do cereal pelo país em pacotes personalizados com as cores, logomarca e slogan do Governo Federal às vésperas das eleições municipais pode exercer o papel de campanha eleitoral.

Outro aspecto destacado na petição é a ausência de cuidados fitossanitários que, conforme o parlamentar, colocam em risco os alimentos que chegarão à mesa dos brasileiros. “Podem ter sido produzidos com fertilizantes químicos e defensivos agrícolas (agrotóxicos) que não são autorizados pela Anvisa nas lavouras e mercados brasileiros, expondo a saúde da população a potencial contaminação. Essa medida é infundada e não possui alicerce técnico para justificar uma movimentação bilionária de recursos públicos na compra de produto de procedência duvidosa”, afirmou Marcus Vinícius.

Deputado Marcus Vinícius denuncia compra de arroz importado ao TCU

O deputado gaúcho argumenta que a safra de arroz de 2024 no Rio Grande do Sul já foi colhida e não há chance de desabastecimento ou aumento abusivo de preços no país. A afirmação se baseia em dados do Instituto Rio-Grandense do Arroz (IRGA) e da própria Conab, que indicam que 84% das lavouras já haviam sido colhidas antes da catástrofe climática. Além disso, a área plantada nesta safra era 7% superior à anterior. A produção estimada para 2024 segue em 7,2 milhões de toneladas, superando a colheita de 2023. “A safra de arroz está colhida e segura em quantidade e qualidade superiores ao ano anterior. Estamos diante de um claro caso de aproveitamento político da tragédia para realização de proselitismo, às custas do dinheiro público”, criticou o parlamentar.

Marcus Vinícius também alerta para o impacto negativo na cadeia produtiva local e nas receitas do estado. O deputado defende que medidas como a redução de tributos e incentivos fiscais, ou a aquisição do próprio arroz gaúcho, seriam mais benéficas para o consumidor sem prejudicar a produção nacional. “Medidas como a redução da carga fiscal ou a formação de estoques públicos com produto brasileiro seriam muito mais eficazes e menos danosas ao setor produtivo”, argumentou o progressista.

Na representação ao TCU, o deputado solicita que, em caráter de urgência, seja sustada a autorização da compra de arroz estrangeiro e que a Conab apresente estudos técnicos que comprovem a necessidade da aquisição. No mérito, pede que o ato seja definitivamente suspenso, evitando o que considera um gasto público sem fundamento e uma ameaça à rizicultura e à saúde da população. “Requeremos que o TCU atue para impedir este gasto desnecessário e prejudicial à economia do país. O setor produtivo do arroz brasileiro merece respeito”, enfatizou Marcus Vinícius.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2024 0 Comentários 472 Visualizações
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