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Aprovação

Ensino

Instituto Federal confirma aprovação de terreno e terá unidade em Gramado

Por Jonathan da Silva 16/09/2024
Por Jonathan da Silva

Gramado recebeu oficialmente na sexta-feira (16) uma resposta positiva sobre o terreno oferecido para a instalação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) no município. Uma visita ao local selecionado foi realizada no dia 26 de agosto por técnicos do IFRS, acompanhados pelo secretário de Inovação de Gramado, Heitor Noel, pela Procuradora-Geral do Município, Mariana Melara Reis, e por técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

O terreno oferecido, com acesso pela Avenida do Trabalhador, no bairro Várzea Grande, está localizado ao lado da empresa Brasil Contemporâneo. A área total ultrapassa 16 hectares, dos quais 6,7 serão doados ao IFRS para a construção da instituição. A Prefeitura de Gramado será responsável por obras como a limpeza do terreno, terraplanagem, contenção e drenagem, além de providenciar o abastecimento de água, instalação de energia elétrica e a criação de um acesso viário até a avenida.

Após a conclusão dessas etapas municipais, o Governo Federal dará início às obras de construção do prédio. Embora ainda não haja uma data definida para a inauguração, o governo pretende concluir a entrega antes do prazo estipulado, que seria dezembro de 2026. “É uma grande conquista para todos nós, resultado de um trabalho árduo, mas extremamente gratificante. Foram inúmeras reuniões, visitas à Brasília, diálogos com secretários, reitores e ministros para trazer o IFRS para Gramado. Com a oficialização do terreno, ganhamos ainda mais força para fortalecer uma educação de excelência para nossa comunidade. O IFRS está cada vez mais perto de se tornar realidade”, celebra o secretário Noel.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2024 0 Comentários 425 Visualizações
Business

Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços atende pleito calçadista

Por Jonathan da Silva 13/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Diário Oficial da União do dia 12 de setembro apresentou o Decreto 12.175, que regulamenta e define as 23 atividades econômicas do setor industrial que serão beneficiadas na primeira etapa do programa de depreciação acelerada do Governo Federal. Dentre elas, está o setor industrial calçadista, que teve seu pleito atendido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Conforme a coordenadora da Assessoria Jurídica da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Suély Mühl, em julho deste ano a entidade enviou pleito ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, sobre o tema. “A indústria calçadista tem como característica uma produção tradicionalmente intensiva em mão de obra, com o uso de máquinas, equipamentos e aparelhos, portanto seu fortalecimento com o auxílio da depreciação acelerada contribui para a geração de empregos e para o desenvolvimento econômico, industrial, ambiental e social do País”, comenta Suély.

Segundo a coordenadora, o mecanismo alinha-se ao disposto nos artigos 11 e 12 da Lei n.º 14.871/24, permitindo às empresas que dilatem o seu fluxo de caixa e reduzam os impactos com investimentos em equipamentos nos primeiros anos a partir de novas aquisições. Suély explica que o decreto estabelece um sistema de cotas. Para a preparação de couros e fabricação de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados, o limite máximo de renúncia tributária anual autorizado é de R$ 18.746.605,06 por atividade econômica (CNAE 15).

Exigências

Conforme o projeto, o MDIC poderá exigir dos beneficiários obrigações relacionadas à promoção da indústria nacional, à sustentabilidade e à agregação de valor no país. “A indústria calçadista brasileira, por ser a mais sustentável do mundo e transformar materiais de base em produtos de valor agregado, está plenamente em consonância com as exigências”, destaca a advogada, ressaltando que a cadeia produtiva do calçado possui a única certificação de práticas ESG do mundo, o Origem Sustentável.

Também coube ao MDIC, em portaria conjunta com o Ministério da Fazenda, relacionar as máquinas, os equipamentos, os aparelhos e os instrumentos que podem ser objeto do benefício.

O que é

Depreciação acelerada é um mecanismo que funciona como antecipação de receita para as empresas. Toda vez que adquire um bem de capital, o empresário pode abater seu valor nas declarações futuras de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e de Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). Em condições normais, esse desconto é feito em até 20 anos, conforme o bem vai se depreciando Com a depreciação acelerada, o abatimento poderá ser feito em duas etapas – 50% no primeiro ano e 50% no segundo.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2024 0 Comentários 347 Visualizações
Política

Abicalçados avalia positivamente a aprovação da desoneração da folha na Câmara

Por Jonathan da Silva 13/09/2024
Por Jonathan da Silva

A aprovação na Câmara do projeto de lei que garante a continuidade da desoneração integral da folha de pagamentos para 2024, com cobrança híbrida até o final de 2027, foi avaliada positivamente pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Após passar pelo Senado Federal, o projeto foi votado nesta quarta-feira à noite (11) na Câmara dos Deputados, no prazo máximo dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Como a data limite era para a sanção presidencial, a Advocacia Geral da União (AGU) solicitou mais três dias de prazo ao STF.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, que acompanhou de perto a votação, afirma que a aprovação traz maior segurança jurídica para as empresas. “Embora não seja o ideal, o projeto acordado com o Governo Federal aprovado traz um pouco mais de tranquilidade para as empresas”, comenta o dirigente. Segundo Ferreira, o justo seria a manutenção do PL original aprovado pelo Congresso Nacional e vetado pelo poder executivo no ano passado, que mantinha a desoneração da folha de pagamentos integral até o final de 2027. “Não foi respeitada a vontade soberana do Congresso Nacional naquela oportunidade”, ressalta o presidente-executivo da entidade.

Foram longas discussões entre o legislativo e o executivo até se estabelecer um acordo que garante a desoneração integral até o final deste ano, com cobrança híbrida de 2025 até 2027. Conforme o projeto aprovado, a contribuição sobre a folha de pagamentos passa a ser de 5% em 2025. Em 2026, a contribuição será elevada para 10% e em 2027, para 15%. A partir de 2028, retorna a cobrança integral de 20% sobre a folha de salários. A alíquota sobre a receita bruta também irá diminuir gradualmente, em 20%, 40% e 60%. “A partir de 2026, em alguns casos o mecanismo nem fará mais sentido para as empresas”, pondera Ferreira.

Reforma Tributária

De acordo com o dirigente da Abicalçados, com a aprovação da transição, o próximo passo será uma intensa atuação para que na Reforma Tributária todo emprego brasileiro seja desonerado. “Não faz nenhum sentido onerar a criação de empregos em um país com tantos problemas sociais”, avalia Ferreira.

Projeto aprovado

O projeto aprovado no dia 11 prevê uma série de medidas de compensação para a perda de receitas com a redução da contribuição previdenciária. A proposta prevê que as empresas que optarem pela desoneração deverão, a partir de 1º de janeiro de 2025 e até 31 de dezembro de 2027, firmar termo de compromisso para manter, ao longo de cada ano, quantidade média de empregados igual ou superior a 75% da média do ano imediatamente anterior. Caso a empresa não cumpra o termo, não poderá usar a contribuição sobre a receita bruta a partir do ano seguinte ao descumprimento, devendo pagar integralmente a alíquota de 20% sobre a folha. Outras medidas incluem a renegociação de dívidas das empresas com as agências reguladoras, repatriação de recursos, atualização dos bens no Imposto de Renda, uso de depósitos judiciais e extrajudiciais, uso de recursos esquecidos e monitoramento de benefícios fiscais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2024 0 Comentários 467 Visualizações
Projetos especiais

Primeiro ano do Papo de Mulher do Novo Stifa tem 98% de aprovação das trabalhadoras

Por Jonathan da Silva 06/09/2024
Por Jonathan da Silva

O programa “Papo de Mulher”, lançado pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa), encerrou seu primeiro ano de atividades com 98% de aprovação das trabalhadoras participantes. Além disso, as mulheres recomendaram a continuidade do modelo de debate feminino para os próximos anos.

Nos últimos três meses, a equipe feminina do Novo Stifa, formada por profissionais multidisciplinares de várias áreas da saúde, promoveu seis encontros em empresas da indústria do tabaco de Santa Cruz do Sul. O Papo de Mulher foi recebido nas empresas ATC, BAT Brasil, Universal Leaf Tabacos, Philip Morris Brasil, UTC e Premium Tabacos.

Para a direção do sindicato, a iniciativa cumpriu seu papel de elevar o protagonismo feminino no ambiente sindical, com a mobilização de participantes que já demonstram interesse na adesão ao movimento sindical a partir da organização. “Para nós o programa foi um sucesso. Nestas empresas, tivemos a participação de 250 trabalhadoras que receberam estas informações e conversas sobre saúde e liderança feminina. Para nossa satisfação, algumas trabalhadoras já nos procuraram, buscando informações sobre a participação em nosso sindicato, situação que faz com que a proposta inicial do programa tenha sido alcançada”, avalia o presidente do Novo Stifa, Gualter Baptista Júnior.

O dirigente revela que o resultado positivo vai além dos 98% de aprovação. “Além disso, a grande maioria, 90%, disse que os temas abordados, destacando o protagonismo feminino e as informações sobre bem-estar e saúde, todas pautas do Papo de Mulher, agradaram as trabalhadoras, que também revelaram que o tempo de duração do encontro, de uma hora, poderia ser ampliado”, destaca o Baptista Júnior.

Os encontros, realizados durante o expediente das trabalhadoras, levam informações sobre autocuidado e saúde para as mulheres participantes com o objetivo de ter um efeito multiplicador junto às famílias. “A figura feminina tem papel central neste cuidado com a família, por isso esta inserção neste ambiente é tão importante. Um dos pilares do Novo Stifa é proporcionar saúde e bem-estar de qualidade à população. Por meio desta divulgação de informações e serviços, conseguimos potencializar esta nossa característica que é essencial a este novo modelo Sindical que implementamos em nossa entidade”, pontua o presidente.

Saúde do trabalhador

A Semana Interna de Prevenção à Acidentes de Trabalho (Sipat) é uma ação realizada pelas empresas para promoção da saúde e segurança dos trabalhadores. Por estar ligado à saúde e à informação, o Papo de Mulher do Novo Stifa poderá integrar a programação destas atividades junto às indústrias participantes. “Recebemos a manifestação de vários participantes que solicitaram formalmente a inclusão do nosso projeto dentro das programações das suas semanas Sipat. Isso é o reconhecimento e a confirmação de que esta atividade está alinhada com a necessidade do trabalhador. Necessidade esta percebida e atendida de maneira pioneira pelo Novo Stifa”, avalia Baptista Júnior.

A partir dos resultados, avaliados pelas participantes e pelas empresas do setor tabaco que inicialmente receberam o Papo de Mulher, o presidente do Novo Stifa garante a continuação da atividade no próximo ano. “Além de dar continuidade nos espaços já realizados, podemos levar estas rodas de conversa para outras empresas que, nesta primeira temporada de atividade, não participaram do Papo de Mulher”, conclui o dirigente.

Foto: Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/09/2024 0 Comentários 315 Visualizações
Política

Fecomércio celebra aprovação de PL que facilita apoio a empresas do RS

Por Jonathan da Silva 30/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS está celebrando a aprovação nesta quinta-feira (28) do PLN 25/2024, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 para dispensar as agências financeiras oficiais de fomento, onde se incluem Banco do Brasil e Caixa, de observar impedimentos e restrições legais para acesso ao crédito de empresas com sede ou estabelecimento nos municípios que tiveram estado de calamidade pública ou situação de emergência reconhecidos pelo Governo Federal durante as enchentes. Para a medida se tornar efetiva, ainda é necessária uma Emenda Constitucional. Nesta semana, a entidade reforçou a necessidade da iniciativa com o envio de um ofício ao ministro Paulo Pimenta.

Pleito da federação, a alteração na LDO é considerada um importante passo para o setor. Contudo, a entidade salienta que ainda é insuficiente para dispensar a Certidão Negativa de Débito (CND) para os empréstimos no âmbito do Pronampe. O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, explica que o Simples Nacional, por ser um regime unificado de tributos, no caso de inadimplência, implicaria em descumprimento do disposto no Art. 195, §3º, da Constituição Federal. “Desse modo, para estas empresas em débito poderem receber benefícios fiscais e creditícios, é necessária a efetivação desta dispensa através de Emenda Constitucional, a exemplo do que foi feito na pandemia”, aponta Bohn.

No documento enviado para Pimenta na quinta-feira (28), a entidade argumenta que a burocracia pode atrasar ainda mais a recuperação da economia gaúcha. “A medida é necessária para garantir que as empresas afetadas tenham auxílio financeiro para se reerguer e se manterem ativas no mercado”, defende Bohn.

Com a não prorrogação dos prazos de recolhimento de tributos do Simples Nacional, aumenta a dificuldade dos empresários de cumprirem a exigência de apresentação da CND, por isso é fundamental que não haja mais limitações e comprometimentos à retomada da saúde financeira das empresas”, afirma Luiz Carlos Bohn.

Por meio do ministro Pimenta, a federação espera uma interlocução ágil com o Congresso Nacional para que as alterações sejam feitas na Constituição Federal, certificando que, mesmo com débitos, os negócios gaúchos possam receber os benefícios fiscais e linhas de crédito.

Foto: Renato Laky/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2024 0 Comentários 339 Visualizações
Cidades

Campo Bom passa a ter patrulha que protege mulheres vítimas de violência

Por Jonathan da Silva 06/08/2024
Por Jonathan da Silva

A criação da patrulha “Mulheres Protegidas” na Guarda Municipal de Campo Bom foi aprovada pela Câmara de Vereadores da cidade nesta segunda-feira (5). A medida é considerada mais um passo na luta contra a violência doméstica. O objetivo da nova patrulha é atender mulheres vítimas de violência com medidas protetivas ativas a partir do patrulhamento ostensivo nos endereços da vítima e do agressor, empregos e escolas dos filhos, quando for o caso.

O grupamento é especializado, com guardas capacitados para o trabalho, e já está atuando há pouco mais de um mês. Quase 20 mulheres com medidas protetivas estão sendo acompanhadas pelo patrulhamento e duas prisões por descumprimento da medida já foram realizadas. Quando uma medida protetiva é expedida, a Polícia Civil entra em contato com a GMCB, que visita a vítima para oferecer o serviço da patrulha mediante assinatura do termo de adesão.

A criação da patrulha foi ideia da primeira-dama Kátia Orsi, defensora das pautas de proteção da mulher, junto com os guardas municipais. Antes da medida, o entendimento era de que, após a expedição da medida, as vítimas não eram acompanhadas de forma adequada, resultando em ainda mais vulnerabilidade e insegurança.

O projeto foi aprovado na Câmara nesta segunda

A patrulha “Mulheres Protegidas” atua após a ocorrência, mas a Guarda Municipal também atende casos de violência contra a mulher a partir de denúncias pelo 153.

Fotos: Emerson Santos/PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2024 0 Comentários 500 Visualizações
Política

Projeto de Lei que cria cartório em Morro Reuter é aprovado na Assembleia Legislativa

Por Jonathan da Silva 17/07/2024
Por Jonathan da Silva

O Projeto de Lei nº 316/2023, que autoriza a criação de uma repartição pública de Serviços Notariais e Registrais em Morro Reuter, foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) na tarde desta terça-feira (16). Com a aprovação, serão criados no município o Tabelionato de Notas, Tabelionato de Protesto de Títulos, Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais, Ofício de Registro de Imóveis, Ofício de Registro de Títulos e Documentos e Ofício de Registro Civil das Pessoas Jurídicas. O projeto tem autoria do deputado estadual Joel Wilhelm (PP). Agora o PL segue para a sanção do governador Eduardo Leite (PSDB).

Os novos serviços permitirão que os cidadãos de Morro Reuter realizem, na própria cidade, registros de nascimento, casamento e óbito, lavraturas de escrituras, procurações, testamentos, divórcios e inventários, autenticações de cópias e reconhecimento de firmas, registros de imóveis, notificações e registro de documentos e de pessoas jurídicas, protestos de títulos e documentos de dívida, entre outros.

Com trabalho por essa pauta há anos, a prefeita Carla Chamorro (PTB), presente na sessão da Assembleia, celebrou a aprovação. “A implementação do cartório em Morro Reuter representa um grande avanço, trazendo mais comodidade e agilidade no acesso a serviços essenciais para toda a comunidade, não precisando mais do deslocamento até outros municípios”, destaca Carla.

Autor do projeto, o deputado Joel de Igrejinha também destacou a importância da aprovação. “A criação do cartório em Morro Reuter é uma conquista importante, que facilita a vida dos moradores, promove o desenvolvimento e, principalmente, a autonomia do município”, pontua o parlamentar.

Ainda não há previsão para os trâmites do concurso público que definirá quem oferecerá os serviços, nem para a abertura do cartório.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2024 0 Comentários 399 Visualizações
Política

Fecomércio-RS celebra aprovação do PLP 68/2024, que avança na Reforma Tributária

Por Jonathan da Silva 16/07/2024
Por Jonathan da Silva

A aprovação do PLP 68/2024 na Câmara dos Deputados, projeto que trata da regulamentação da Reforma Tributária, foi comemorada pela Fecomércio-RS, que tem atuado há dois anos para obter melhorias no sistema tributário. O PLP institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS). Na prática, eles substituem um conjunto de três tributos federais, PIS, Cofins e IPI, e de outros dois subnacionais, ICMS e ISS.

O projeto também aborda regimes específicos de tributação, regras de alíquotas, normas de incidência, sistema de créditos e devolução de impostos recolhidos, aplicando o princípio da não cumulatividade. Agora, o PLP aguarda o parecer do Senado Federal, sob relatoria do senador Eduardo Braga (MDB/AM). “O tema vinha sendo discutido há anos e finalmente temos avanços que serão muito positivos para a economia gaúcha”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. “Participamos dos debates visando aparar arestas e estabelecer garantias ao setor produtivo. A manutenção da carga tributária foi uma bandeira hasteada pela Federação desde o primeiro momento, e comemoramos a sua aprovação, assim como os redutores nos regimes de tributação dos setores de hotéis, bares e restaurantes, parques e imóveis. A reforma inaugurará um novo momento para a economia brasileira”, complementa o dirigente.

Para o consumidor, um dos principais pontos é a devolução de tributos para pessoas de baixa renda com Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), o popular cashback. Com 477 votos favoráveis, a proposta também inclui carnes, peixes, queijos e sal na lista de alimentos com alíquota zero de IBS e CBS. Em prol dos pequenos empresários, o texto inova ao criar uma nova categoria, denominada nanoempreendedor, que não pagará IBS e CBS, desde que não tenha aderido ao regime simplificado do microempreendedor individual (MEI). Para isso, a pessoa física deve faturar até R$ 40,5 mil ao ano (50% do limite para adesão).

Durante a tramitação, alterações pleiteadas pela Federação foram conquistadas, como a garantia de não aumento da carga tributária global, não aumento parcial da carga tributária setorial, geração de crédito pelas empresas do Simples Nacional, respeito ao princípio da noventena na definição de alíquotas e um período de referência da repartição de recursos do IBS durante a transição, reduzindo a chance de aumento de ICMS no Estado. “Seguiremos atuando no Senado e também quando retornar à Câmara em busca das demandas que ainda não foram atendidas”, ressalta Bohn.

Foto: Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2024 0 Comentários 404 Visualizações
Política

PLP que facilita reingresso ao Simples Nacional é aprovado na CFT da Câmara dos Deputados

Por Jonathan da Silva 10/06/2024
Por Jonathan da Silva

O projeto de lei complementar (PLP) 37/2023 foi aprovado na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (5). Com atuação da Fecomércio-RS pela aprovação, o texto altera a Lei Complementar 123/2006 e permite que micro e pequenas empresas que se autorregularizem após o prazo legal possam optar pelo Simples Nacional relativo ao restante do ano-calendário. O próximo passo do projeto, que segue em tramitação, é a apreciação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

A medida tem como objetivo incentivar a abertura e a manutenção de pequenos negócios. Ele favorece o compliance dessas empresas, além de impactar positivamente na arrecadação sem a necessidade de aumento de carga tributária. “O projeto é fundamental para auxiliar microempresas e empresas de pequeno porte, tanto na proteção de postos de trabalho quanto na conformidade fiscal desses negócios, facilitando a resolução de eventuais inconsistências cadastrais”, defende o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Com a alteração, a entidade acredita que os negócios terão maior incentivo para regularizar as pendências junto ao Fisco em menor tempo, o que também pode impactar positivamente a arrecadação sem aumento de impostos. A ideia é inspirada no estudo “Successful Tax Debt Management: Measuring Maturity and Supporting Change”, realizado em 2019 pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que aponta para a necessidade do Estado de fomentar possibilidades de autorregularização dos contribuintes antes de adotar instrumentos de força.

Mais informações sobre a atuação da Fecomércio-RS em relação ao tema podem ser conferidas na plataforma Representa+.

Foto: Magali Guimarães/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 483 Visualizações
Política

Câmara de Novo Hamburgo aprova reajuste de 3,93% nos salários do funcionalismo

Por Jonathan da Silva 04/06/2024
Por Jonathan da Silva

O projeto de lei encaminhado pelo poder executivo que revisa os vencimentos de servidores ativos, inativos e pensionistas da administração direta, autarquias e legislativo foi aprovado pela Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo nesta segunda-feira (3) por unanimidade, em primeiro turno. O reajuste foi definido em 3,93% e será retroativo ao mês de abril, data-base adotada para a reposição inflacionária no município. Remetida à ordem do dia após requerimento de urgência, a proposta ainda passará por nova votação na quarta, 5 de maio, antes de retornar às mãos da prefeita Fátima Daudt (MDB) para ser transformada em lei.

Assegurada pela Constituição Federal, a revisão geral anual da remuneração do funcionalismo busca repor perdas salariais provocadas pelo avanço da inflação, devolvendo poder de compra aos servidores públicos. Na justificativa, a Prefeitura aponta também que, em ano eleitoral, a legislação impede reajustes que excedam essa recomposição. Em função disso, o percentual proposto pelo Projeto de Lei nº 22/2024 ficou limitado à variação inflacionária apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerando o acumulado entre abril de 2023 e março de 2024.

Durante os dois mandatos da prefeita Fátima Daudt, as reposições se mantiveram próximas ao IPCA, índice calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e adotado pelo Governo Federal como referência para metas de inflação e alterações na taxa de juros. Durante os oito anos, o reajuste só não foi concedido nos anos de 2020 e 2021. A pausa durante a pandemia gerou uma defasagem salarial que ainda motiva reivindicações de sindicatos da categoria.

Comparação entre a variação do índice e as revisões aprovadas

Auxílio-alimentação

Além dos salários, a Câmara aprovou ainda a atualização dos valores pagos de auxílio-alimentação. O PL nº 21/2024, válido para servidores ativos da administração direta, e o PL nº 20/2024, destinado aos funcionários da Comusa, reajustam a quantia mensal pelos mesmos 3,93%, passando de R$ 405,00 para R$ 420,91. A correção também é estendida aos cargos comissionados da Prefeitura que, hoje, percebem remunerações mensais brutas de até R$ 3.818,26.

Debate dos vereadores

Em uso da tribuna, Enio Brizola (PT) destacou que os servidores do município estão em todas as frentes: segurança, assistência social, saúde, educação, etc e são quem faz a cidade funcionar. “Anualmente são feitas as convenções coletivas para discutir e repassar o déficit que as categorias tiveram com a inflação. Viemos acompanhando a evolução das perdas do funcionalismo no último período. Cerca de 16%. A prefeita propôs uma mixaria diante a tantas perdas que os servidores acumulam. Vou votar favorável dada a situação, e vou tratar como se fosse um adiantamento de perdas, porque a dívida ainda é muito grande. Ela não vai pagar e passará essa conta ao próximo prefeito/prefeita”, afirmou o vereador petista. O parlamentar também destacou que a data-base é abril, e que o executivo terá de fazer uma folha complementar e retroativa. “Tiveram tanto tempo para fechar esse pacote de maldade”, exclamou Brizola.

Líder do governo municipal na Câmara, Ricardo Ritter – Ica (MDB) leu um trecho da justificava do projeto, esclarecendo que o motivo da baixa porcentagem fica por conta do artigo 37 da Constituição, que submete à administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios a obediência aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Ica também citou a Lei Federal nº 9.504, de 1997, que em seu art. 73, inciso VIII, veda, na circunscrição do pleito, a concessão de revisão geral da remuneração dos servidores públicos que exceda a recomposição da perda de seu poder aquisitivo ao longo do ano da eleição.

Lourdes Valim (Republicanos) votou favorável ao projeto, mas ponderou que para ela o correto seria um reajuste de 16%, frente às perdas que o funcionalismo vem tendo nos últimos anos. “Ano após ano, a categoria vem perdendo seus direitos. Hoje o meu voto é apenas para amenizar esta dor”, pontuou Lourdes.

Inspetor Luz (MDB) e Semilda dos Santos – Tita (PSDB) relataram que receberam diversas mensagens dos servidores municipais pedindo a aprovação do projeto. “Só teremos um país melhor quando valorizarmos quem cuida dos nossos filhos”, destacou a vereadora tucana ao se referir aos professores presentes no plenário.

Por fim, o PL nº 23/2024 revisa o auxílio concedido aos servidores da Câmara. O texto, assinado pelos quatro integrantes da Mesa Diretora, fixa o novo vale-alimentação em R$ 823,20. Os autores destacam que a quantia está abaixo dos valores médios de refeições no estado, mas dentro das possibilidades orçamentárias do legislativo.

A aprovação em primeiro turno

Na Câmara de Novo Hamburgo, os projetos são sempre apreciados em plenário duas vezes. Um dos objetivos é tornar o processo (que se inicia com a leitura da proposta no expediente, quando começa sua tramitação) ainda mais transparente. O resultado que vale de fato é o da segunda votação, geralmente realizada na sessão seguinte. Assim, um projeto pode ser aprovado em primeiro turno e rejeitado em segundo, ou vice-versa.

Foto: Maíra Kiefer/CMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2024 0 Comentários 743 Visualizações
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