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ApexBrasil

Business

Brasil vai à Micam Milano com 60 marcas de calçados

Por Amanda Krohn 25/08/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) prepara a ida de 60 marcas brasileiras de calçados à Micam Milano, na Itália. O evento, realizado em Milão entre 18 a 20 de setembro, é considerado um dos mais importantes do mundo para o setor e recebe milhares de visitantes, a maior parte deles da Europa.  A ação ocorre por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Diante de uma demanda internacional aquecida, e com os olhos voltados para o Brasil, a expectativa é bastante positiva.”Na mais recente edição da feira, em março, as marcas brasileiras realizaram mais de US$ 25 milhões em negócios. Existe uma procura cada vez maior por calçados brasileiros pelos atributos de qualidade e sustentabilidade, uma exigência de mercados mais sofisticados, caso do europeu”, avalia Paola Pontin, analista de Promoção Comercial da Abicalçados.

O otimismo é corroborado pelos números de exportações nos primeiros sete meses do ano. Entre janeiro e julho, conforme dados elaborados pela Abicalçados, as exportações do setor somaram o embarque de 86,87 milhões de pares, que geraram US$ 763,4 milhões, incremento tanto em volume (+31,8%) quando em receita (64,8%) em relação ao mesmo período do ano passado.

Sustentabilidade

Para chamar atenção para o tema, nesta edição, a Micam Milano contará com um espaço dedicado à sustentabilidade das marcas expositoras. “Teremos um espaço para divulgar a sustentabilidade da indústria calçadista brasileira, no qual teremos expostos calçados de empresas que já são certificadas e que estão em processo de certificação no programa Origem Sustentável”, adianta Paola, ressaltando que o programa já conta com 17 empresas certificadas e mais de 60 em processo de certificação.

Levando em consideração as dimensões ambiental, econômica, social e cultural traduzidos em indicadores desenvolvidos em consonância com parâmetros internacionais de ESG, o Origem Sustentável é promovido pela Abicalçados e Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) com o objetivo de certificar desde o fornecedores de componentes até o fabricante de calçados, fechando o ciclo produtivo.

Participam da Micam Milano, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Activitta, Adrun, Ala, Alex Senne, Anamomic Shoes, Andacco, Andine, Awana, Bebecê, Beira Rio Conforto, Bibi, Boaonda, BR Sport, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Cecconello, Cocco New York, Comfotflex, Cristófoli, Dakota, Democrata, Ferracini, Guilhermina, Itapuã, Jorge Bischoff, Killana, Kolosh, Kolway, Levecomfort, Lia Line, Light Gel, Loucos&Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil,  Mississipi, Modare Ultra Conforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Pink Cats, Ramarim, Santa Lolla, Savelli, Stéphanie Classic, Tabita, Usaflex, Verofatto, Via Uno, Vizzano, Voices Culture, Werner, Wirth e Zatz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2022 0 Comentários 916 Visualizações
Business

Abicalçados lança campanha de internacionalização do calçado brasileiro

Por Amanda Krohn 18/08/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está lançando uma campanha pela internacionalização do calçado brasileiro. A campanha Made in Brazil, produzida em português com legendas em inglês e espanhol, tem o objetivo de destacar a força do produto verde-amarelo no exterior. A partir do lançamento, a campanha internacional será trabalhada nas redes sociais do Brazilian Footwear e enviada para um mailing de mais de cinco mil compradores internacionais. A iniciativa se dá no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A coordenadora de Promoção de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues, conta que a websérie é composta por seis vídeos, nos quais indústrias brasileiras de calçados destacam os atributos do produto verde-amarelo. “Somos o quinto maior produtor do setor no planeta, o maior do Ocidente, e estamos presentes em mais de 170 países. Hoje o nosso calçado é objeto de desejo nas vitrines de todo o mundo por atributos que vão desde a qualidade até a adoção cada vez maior de processos produtivos sustentáveis, uma demanda do consumidor internacional”, avalia.

Somos o quinto maior produtor do setor no planeta, o maior do Ocidente, e estamos presentes em mais de 170 países. Hoje o nosso calçado é objeto de desejo nas vitrines de todo o mundo – Coordenadora de Promoção de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues

 

Segundo Alice, na websérie, os calçadistas ressaltam os investimentos em inovação e sustentabilidade, a capacidade de atendimento à demanda internacional em todos os segmentos, entre outros pontos importantes que colocam o Brasil como um grande player do setor em nível mundial. “O mercado externo já conhece, mas sempre é importante frisar os atributos competitivos do nosso calçado. Além da excelência encontrada nos nossos produtos, que atendem demandas por pequenas e grandes quantidades – diferente da Ásia, focada na produção massiva -, contamos com um parque completo de fornecedores que garantem qualidade, procedência e sustentabilidade aos nossos calçados”, conclui a coordenadora.

A websérie, que destaca a expertise de quem está presente no mercado internacional há mais de cinco décadas, é lançada em um momento de incremento das exportações do setor. Dados elaborados pela Abicalçados apontam que, entre janeiro e julho, as exportações de calçados somaram o embarque de 86,87 milhões de pares, que geraram US$ 763,4 milhões, incremento tanto em volume (+31,8%) quando em receita (64,8%) em relação ao mesmo período do ano passado. Assista a websérie no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

18/08/2022 0 Comentários 744 Visualizações
Business

ABPA projeta negócios superiores a US$ 800 milhões após o SIAVS

Por Amanda Krohn 17/08/2022
Por Amanda Krohn

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) indica que as projeções de contratos realizados durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) devem ultrapassar os US$ 800 milhões. Os números resultam da participação de 48 agroindústrias produtoras e exportadoras de carne de aves, suínos, ovos, lácteos, patos, peixes de cultivo e material genético, em ação no SIAVS por meio de parceria entre a ABPA e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O evento encerrou na última quinta-feira (11). Não são considerados negócios fechados por expositores de equipamentos, ração, insumos biológicos, certificadoras e outros participantes do evento.

Segundo as empresas consultadas, os negócios realizados e os contatos estabelecidos durante o evento deverão resultar em US$ 880,3 milhões em exportações nos próximos 12 meses. Apenas durante os três dias do evento, de acordo com as empresas associadas, os negócios alcançaram US$ 544,3 milhões. Conforme a ABPA, o SIAVS atraiu para a capital paulista importadores dos mercados da Colômbia, Peru, Dinamarca, Coreia do Sul, Malásia, África do Sul, Filipinas, México, Tailândia, Nigéria, Iraque, Catar, República Dominicana, Alemanha e Estados Unidos, além de traders e outros tradicionais clientes dos produtos exportados pelo Brasil.

Além disso, a parceria ABPA e ApexBrasil levou para São Paulo 28 jornalistas estrangeiros por meio do Projeto Imagem, 15 importadores pelo Projeto Comprador e 15 formadores de opinião de mercados estratégicos via Projeto Formadores de Opinião. “O SIAVS foi um marco histórico para a cadeia produtiva de proteína animal sob diversos aspectos, seja político, técnico e comercial. Os números e as consultas mostraram que a promoção de negócios e o fomento à geração de receitas cambiais para as cadeias produtivas superou, e muito, as expectativas. O volume de negócios realizados e projetados nos corredores do Anhembi terá significativo impacto positivo na balança comercial da avicultura e da suinocultura do Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Ao todo, 21 mil visitantes de 53 países estiveram presentes no evento — maior número já registrado até aqui. E a próxima edição já tem data marcada: de 6 a 8 de agosto de 2024, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). As novidades do evento estão no site do Siavs.

“O volume de negócios realizados e projetados nos corredores do Anhembi terá significativo impacto positivo na balança comercial da avicultura e da suinocultura do Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin

Fotos: Alf Ribeiro/ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2022 0 Comentários 893 Visualizações
Business

Feira peruana gera US$ 4,6 milhões para empresas brasileiras

Por Amanda Krohn 17/08/2022
Por Amanda Krohn

A feira peruana Expo Detalles, ocorrida em Lima entre os dias 10 e 12 de agosto, deve gerar US$ 4,6 milhões para empresas brasileiras de componentes para calçados. O valor está em relatório gerado pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), que promoveu a participação por meio do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de apoio às exportações do setor mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Segundo o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, as 19 empresas participantes do projeto venderam, in loco, o equivalente a US$ 740 mil. “Os negócios ocorreram, mas as expectativas de vendas que ficaram alinhavadas no evento chamou muita a atenção. Demonstra que o mercado, principalmente o latino-americano, está com uma demanda muito forte por produtos brasileiros, especialmente diante do enfraquecimento da China como player no setor”, comenta Luiz, ressaltando que os fretes da Ásia estão elevados, o que faz com que os compradores da América Latina busquem fornecedores mais próximos geograficamente.

Para ilustrar o crescimento da feira peruana para brasileiros, Ribas Júnior resgata os valores gerados na última participação verde-amarela, ainda antes da pandemia, em 2019. Naquele ano, segundo ele, foram comercializados, in loco, US$ 270 mil, e as expectativas de negócios alinhavados ficaram em US$ 1,6 milhão. “Em 2022, o crescimento em negócios foi de 274% em vendas imediatas e de 287% em vendas que ficaram alinhavadas durante o evento”, comemora o gestor.

A participação na feira peruana faz parte do projeto MPE Exportadora, que em parceria com o Sebrae, através da ação Integra Moda, prevê consultorias individuais para exportações, nas quais as participantes têm acesso a estudos de mercados potenciais, técnicas de precificação, análise de produtos, suporte para invoices e processos burocráticos em geral, culminando na participação em algumas das principais mostras do setor na América Latina. Participaram da Expo Detalles as empresas Gradus, Injepol, Gelprene, Free Saltos, Usicon, Miroeva, Monato, Difer, Wiva Bordados, Usitec, Alyni’s, Palagi, Polly Química, Compofran, Sud Leather, Maquetec, Orisol, Formello e TNS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

17/08/2022 0 Comentários 761 Visualizações
Business

25 marcas brasileiras participam de circuito de feiras nos Estados Unidos

Por Amanda Krohn 20/07/2022
Por Amanda Krohn

Vinte e cinco marcas brasileiras estarão presentes, nos próximos meses, em um circuito de feiras nos Estados Unidos. Fazem parte do roteiro as feiras Playtime (Nova Iorque), Magic e Project Las Vegas (Las Vegas), Atlanta Shoe Market (Atlanta) e Magic NY (Nova Iorque). As marca participantes são: Mini Melissa,  Dalai Kids, Planet Sea, Activitta, Beira Rio Conforto, BR Sports, Carrano, Melissa, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Pegada, Petite Jolie, Savelli, Schutz, Suzana Santos, Vizzano, Bottero, Ferrucci, Kidy e  Piccadilly. 

As participações são apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados brasileiros mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos Apex Brasil.

O circuito

A primeira parada será na Playtime, em Nova Iorque. Focada no mercado infantil, a mostra acontece entre 31 de julho e 2 de agosto. A mostra é considerada estratégica para o posicionamento no concorrido mercado norte-americano, especialmente no segmento infantil. Participam da feira, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Mini Melissa, Dalai Kids e Planet Sea.

A segunda parada será na Magic e Project Las Vegas, em Las Vegas. São mostras paralelas que acontecem entre os dias 8 a 10 de agosto. A primeira lança produtos mais comerciais, enquanto a segunda é focada em nichos mais conceituais e de alto valor agregado. Participam, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Activitta, Beira Rio Conforto, BR Sports, Carrano, Melissa, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Pegada, Petite Jolie, Savelli, Schutz, Suzana Santos e Vizzano.

Na sequência, entre 13 e 15 de agosto, as marcas brasileiras desembarcaram na Atlanta Shoe Market, em Atlanta. Mostra, que trabalha com distribuidores e representantes do mercado norte-americano, tem foco em negócios e recebe grande visitação de compradores do sudeste dos Estados Unidos. Participam do evento, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Bottero, Ferrucci, Kidy, Melissa, Mini Melissa, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly e Schutz.

Encerrando o circuito de mostras norte-americanas, a Magic NY recebe marcas brasileiras entre os dias 18 e 20 de setembro. O evento tem grande visitação, especialmente de compradores da Costa Leste dos Estados Unidos e relevância significativa para posicionamento de marca no mercado local. Participam da feira, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Activitta, Beira Rio Conforto, BR Sports, Carrano, Ferrucci, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho e Vizzano.

Mercado

Respondendo por quase um terço do valor gerado pelas exportações brasileiras, os Estados Unidos são o principal destino do calçado nacional. Entre janeiro e junho, as fábricas brasileiras embarcaram para lá 11,94 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 181,8 milhões, resultados superiores tanto em volume (+88,3%) quanto em valores (+106,7%) em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, embora seja historicamente o principal mercado para o calçado brasileiro no exterior, ainda existe muito espaço para crescimento, já que os produtos verde-amarelos respondem por uma fatia de cerca de 1% do total importado pelos Estados Unidos. “Com a guerra comercial instalada entre Estados Unidos e China, questão que se soma aos altos custos dos fretes da Ásia, o mercado norte-americano tem voltado cada vez mais seus olhos para o Brasil. É um momento importante em crescimento, por isso a participação das marcas nas feiras locais é tão relevante”, conclui Paola.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Calçadistas voltam da Colômbia com mais de US$ 1,7 milhão em negócios

Por Amanda Krohn 20/07/2022
Por Amanda Krohn

Depois de mais de dois anos, a indústria calçadista brasileira retornou presencialmente à Colômbia para apresentar as coleções de primavera/verão para compradores deste mercado. Com o apoio do programa Brazilian Footwear, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil), 16 marcas participaram da Missão Comercial Colômbia, que ocorreu nas cidades de Bogotá e Medellín, entre os dias 11 e 15 de julho. No total, foram gerados mais de US$ 1,7 milhão em negócios, entre efetivados e alinhavados durante o evento.

As empresas participantes realizaram 98 contatos. Destes, 79 foram novos. A analista de Promoção Comercial e responsável pelo mercado colombiano na Abicalçados, Carla Giordani, destaca que a ação superou as expectativas. “Recebemos compradores qualificados e dispostos a fazerem negócios com a indústria brasileira. Ouvimos muito, tanto em Bogotá quanto em Medellín, que as coleções estavam incríveis. E, de fato, tivemos esse retorno em números. Se somarmos os valores negociados in loco e a expectativa para os próximos seis meses, a edição de julho de 2022 foi uma das melhores edições realizadas no mercado até o momento”, ressalta Carla.

Pela primeira vez presencialmente na Colômbia, a Opananken Antistress voltou para Franca/SP com dois pedidos fechados com entrega para outubro e outros três pedidos de amostra. O gerente de exportações da calçadista, Leandro Moscardini, elogia a qualidade dos importadores que visitaram as empresas. “Todos os compradores eram muito qualificados e passaram por todos. Conversamos, inclusive, com compradores que inicialmente não estavam marcados. O formato da ação, muito dinâmico, também favorece essa possibilidade de clientes extras, o que sempre surpreende.”

Também com o objetivo de abrir um novo mercado na América Latina, a Parô, de São João Batista/SC, participou pela primeira vez da ação. A diretora de exportação da empresa, Schirley Booz, destaca que a missão foi muito importante para a empresa entender o mercado e fazer bons contatos. “Já vamos deixar algumas amostras na Colômbia e dar andamento às negociações iniciadas. Identificamos que as três marcas da empresa têm entrada no mercado colombiano, o que é positivo”, frisa Schirley.

Ativações estratégicas

Além do showroom, a missão teve a realização de ativações de promoção de imagem, como o Photocall – evento de relacionamento com a imprensa local – e de seminário sobre o mercado colombiano. “Essas ações são estratégicas e importantes porque representam uma oportunidade de mostrarmos de forma prática como os calçados brasileiros se unem à moda local”, comenta Carla.

A Ferracini 24h, de Franca/SP, que já participou de outras edições da missão comercial, esteve na ação com o objetivo de voltar a trabalhar com o mercado da Colômbia. A gerente de comércio exterior da calçadista, Thânia Fileto, fala que a presença da marca foi muito importante porque eles já estavam conversando com alguns clientes. “E na missão foi o momento para podermos conversar presencialmente e concretizar as vendas. Tivemos reuniões com players importantes e estratégicos para a Ferracini”, diz Thânia, ao comentar que a empresa teve cinco pedidos de amostras e um pedido fechado para entrega no final do ano.

Participaram da missão comercial com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 Days, Activitta, Bebecê, Beira Rio, BR Sport, Ferracini 24h, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Parô Brasil, Paro Cool, Opananken Antistress, Uza Shoes, Vizzano e Zatz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2022 0 Comentários 676 Visualizações
Business

Missão na Colômbia terá 16 marcas brasileiras

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

Retomando a ação presencial na Colômbia, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levará 16 marcas calçadistas brasileiras para a Missão Comercial Colômbia. A ação prevê rodadas de negócios com compradores locais, showrooms em hotéis, seminário preparatório sobre o mercado local e eventos de relacionamento com a imprensa colombiana. A agenda acontece entre os dias 11 e 15 de julho, nas cidades de Bogotá e Medellín.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Carla Giordani, conta que mais de 140 reuniões já estão pré-agendadas para a ação. “Recebemos feedbacks de compradores colombianos ávidos para reencontrar os calçados brasileiros, poder ter de volta as reuniões presenciais. As expectativas são as mais positivas”, projeta.

Carla diz, ainda, que existe uma demanda crescente por calçados brasileiros naquele mercado e que a iniciativa deve impulsionar ainda mais as exportações para a Colômbia, atualmente o 9º destino internacional do produto verde-amarelo. Entre janeiro e junho, foram exportados para lá mais de 5 milhões de pares, que geraram US$ 19,44 milhões, incrementos de 23% em volume e de 49,5% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

Matchmaking

Carla conta que todas as reuniões agendadas foram marcadas por meio de matchmaking, quando são cruzadas as ofertas e demandas dos participantes. “A ferramenta otimiza as negociações”, diz. Além das negociações, a analista destaca que estão marcados eventos de relacionamento com a imprensa local, o Photocall, no showroom de Bogotá, e uma ativação de imagem durante o showroom em Medellín, nos dias 12 e 14, respectivamente. “A presença junto à imprensa, com fornecimento de informações relevantes, é fundamental para a imagem do calçado brasileiro na Colômbia”, avalia.

Participam da Missão, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 Days, Actvitta, Bebecê, Beira Rio, BR Sport, Ferracini, Modare, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken, Parô Brasil, Paro Cool, Uza Shoes, Vizzano e Zatz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

06/07/2022 0 Comentários 757 Visualizações
Business

Expo Riva Schuh deve gerar mais de US$ 38 milhões para calçadistas

Por Ester Ellwanger 20/06/2022
Por Ester Ellwanger

O bom momento das exportações de calçados brasileiros segue refletindo positivamente nas participações em eventos internacionais. Na mais recente edição da feira italiana Expo Riva Schuh, realizada em Riva del Garda entre os dias 11 e 14 de junho, 51 marcas brasileiras comercializaram, in loco, 965,5 mil pares, que geraram mais de US$ 10 milhões. Somando as expectativas em negócios que ficaram alinhavados na feira, o número salta para 2,86 milhões de pares e US$ 38,6 milhões.

A participação verde-amarela foi promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que a participação recorde de marcas brasileiras na mostra italiana foi especial, marcando o recorde em negócios gerados desde o início das participações nacionais. “Na mais recente participação brasileira na edição de junho, que já havia sido muito boa, foram comercializados 712 mil pares, 250 mil pares a menos do que na edição atual”, compara. Segundo a gestora, durante o evento foram mais de 860 contatos com grandes players do mercado, especialmente da Europa e Oriente Médio, registro 25% superior ao da última edição.

Expositores

As empresas expositoras foram unânimes na avaliação do evento. Um dos representantes satisfeitos é Paulo Henrique Figueiredo, gerente de Mercado Externo da Levecomfort. “Estamos voltando muito contentes com os resultados. Conseguimos fazer a manutenção do mercado e principalmente abrimos novos contatos importantes. Além disso, tivemos a visita de alguns clientes relevantes que estavam mais distantes e retornaram”, avalia o gerente, ressaltando que, além dos negócios in loco, ficaram alinhavados outros tantos. “Nos próximos dias enviaremos amostras e esperamos confirmar mais pedidos em breve”, projeta Figueiredo.

O gestor de exportações da Kidy, Carlos Passarini, destaca que o evento oportunizou a retomada de clientes que estavam mais afastados e que voltaram a comprar da marca. “A feira foi uma grande surpresa positiva. Não somente a visitação, mas os negócios superaram nossas expectativas”, comenta Passarini, acrescentando que foram mais de 50 visitantes relevantes nos quatro dias do evento. “É uma feira fundamental para negócios e também para posicionamento de marca”, conclui o gestor.

Design expresso

A marca brasileira Awana, especializada no atendimento de grandes volumes e em private label – venda com marca do cliente – criou um espaço para desenvolvimento de modelos in loco. Para isso, além de representante do departamento comercial, a empresa levou dois designers para realizar os desenvolvimentos de acordo com o gosto do cliente. “Alguns dos nossos principais clientes internacionais vêm sempre para a Expo Riva Schuh. Aqui é sempre a oportunidade ideal para mostrar as coleções. Durante a feira, também oportunizamos que os compradores realizassem desenvolvimento que julgassem necessários com o apoio dos nossos designers”, conta Milton Moller, do departamento de Desenvolvimento de Produto da marca. “Foram, pelo menos, cinco relevantes novos contatos, com grande potencial de negócios”, comenta.

 

Pré-feira

Gestor da marca Boaonda, Cássio Romani, avalia que a feira foi especial, mas que foi potencializada por um trabalho prévio importante, com agendamentos com compradores habituais e prospects.

“Conseguimos atender a agenda e ainda abrimos novos clientes, foram quatro dias bem movimentados”, comenta, ressaltando a importância da participação e de se fazer o “dever de casa”.

Participaram da Expo Riva Schuh, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas ADG Export, Awana, GVD International, Usaflex, Carrano, Stéphanie Classic, Andacco, Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Madeira Brasil, Werner, Pegada, Capelli Rossi, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Democrata, Piccadilly, Anatomic Shoes, Cartago, Grendha, Copacabana, Azaleia, Grendene Kids, Kidy, Suzana Santos, Renata Mello, Azillê, Pampili, Ramarim, Comfortflex, Levecomfort, Leveterapia, Cristofoli, Adrun, Cecconello, Alex Senne, CCR Shoes, Boaonda, Bibi, Ortopé, Dok, Dijean, Vectron, All’us Footwear e Alliance Shoes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

20/06/2022 0 Comentários 787 Visualizações
Business

Calçadistas brasileiros de malas prontas para a França

Por Stephany Foscarini 01/06/2022
Por Stephany Foscarini

Terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, a França será palco para um projeto inédito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O Projeto Vendedor França, que ocorre entre 20 e 24 de junho, levará 10 marcas brasileiras para participar de rodadas de negócios in loco, diretamente nos escritórios dos compradores locais.

Hoje, a França responde por 7% do total das vendas de calçados brasileiros no exterior. É o principal destino na Europa e funciona como um promotor da imagem do nosso produto no exterior, visto que a moda mundial tem os olhos voltados para a lá”.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que as exportações de calçados brasileiros para a França vêm em crescimento nos últimos anos. “Hoje, a França responde por 7% do total das vendas de calçados brasileiros no exterior. É o principal destino na Europa e funciona como um promotor da imagem do nosso produto no exterior, visto que a moda mundial tem os olhos voltados para a lá”, avalia Paola. A analista explica que as reuniões foram – e estão sendo – marcadas por meio de uma consultoria local, que cruza as demandas dos compradores franceses com as ofertas dos calçadistas participantes da ação. “Trata-se de uma ação bastante assertiva, que otimiza a geração de negócios e conexões”, acrescenta Paola.

Mercado

Com crescimento menor do que o registrado pelos dois primeiros destinos do calçado brasileiro no exterior, a França aparece no terceiro posto entre os importadores do setor calçadista nacional. No quadrimestre, as exportações de calçados para a França somaram 3,68 milhões de pares, que geraram US$ 25,53 milhões, incrementos de 33,4% em volume e de 31% em dólares na relação com igual período do ano passado.

Participam da ação, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Anatomic & Co, CCR Shoes, Democrata, Kidy, Luiza Barcelos, Mar & Cor, Moema, Opananken, Petite Jolie e QGK.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2022 0 Comentários 838 Visualizações
Business

Retorno dos eventos físicos impulsionam exportações de calçados

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

Depois de um período sem participações em eventos físicos, o setor calçadista inicia 2022 comemorando a retomada das feiras de calçados internacionais, que ficaram em stand by em função da pandemia de Covid-19. A presença brasileira em feiras físicas e missões comerciais é parte fundamental da estratégia de internacionalização do setor, que tem no Brazilian Footwear, programa desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o desenvolvimento de ações e projetos com o objetivo de multiplicar o calçado “made in Brasil” mundo afora.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que as exportações do setor, que foram impulsionadas a partir do arrefecimento da pandemia de Covid-19 na segunda metade do ano passado, têm sido o motor do crescimento da atividade. Somente no primeiro trimestre, os calçadistas brasileiros somaram o embarque de 40,74 milhões de pares, que geraram US$ 320,65 milhões, altas de 27,3% em volume e de 65,8% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

“As exportações apresentaram uma dinâmica de recuperação bastante superior ao crescimento da demanda interna, sendo que ainda no ano passado recuperamos os embarques registrados na pré-pandemia, com mais de 123 milhões de pares embarcados”, comenta. Segundo ele, a expectativa é de confirmar o crescimento até o final do ano. “A expectativa é encerrar 2022 com 9% de incremento médio nos embarques em relação a 2021 (em volume)”, diz.

Além da maior demanda internacional, especialmente dos Estados Unidos, Ferreira atribui o otimismo nas exportações à retomada das feiras e missões comerciais físicas. Nas primeiras mostras do ano – Expo Riva Schuh (Itália), Playtime (EUA), Magic Las Vegas (EUA), Atlanta Shoe Market (EUA), Magic NY (EUA) e Micam (Itália) – foram gerados mais de US$ 38 milhões em negócios.

“As feiras internacionais têm um papel fundamental na retomada. As expectativas são as melhores possíveis”, conclui o executivo.

 

Brazilian Footwear

Braço internacional da Abicalçados, mantido com o apoio da ApexBrasil, o Brazilian Footwear tem papel fundamental para a internacionalização das marcas calçadistas brasileiras. Para o próximo biênio, o convênio irá investir mais de R$ 35 milhões em ações de promoção comercial e de imagem para calçadistas brasileiras no exterior.

Até o final do ano, o Brazilian Footwear prevê a participação em mais 10 feiras internacionais na Itália e nos Estados Unidos, além de missões comerciais na Colômbia.

Arezzo

Exportando cerca de 12% da sua produção diária de mais de 85 mil pares de calçados, a Arezzo&Co, de Campo Bom/RS, é um dos principais players calçadistas do Brasil. Destacando a importância do retorno aos eventos físicos internacionais para potencializar ainda mais as exportações, o gerente de exportações do grupo, Luis Germann, conta que os embarques cresceram 74% em 2021, em relação a 2020, e que seguem em crescimento nos primeiros meses do ano. “Em 2022, seguimos em crescimento, com destaque para o mercado norte-americano, onde temos um significativo volume de exportações da marca Schutz – uma das 18 marcas do grupo”, conta.

Segundo Germann, já em 2021, com o arrefecimento da Covid-19, a empresa esteve presente em feiras físicas nos Estados Unidos e na Itália. A retomada definitiva da participação com equipe própria em 2022, segundo o gerente, foi motivo de comemoração na empresa.

“As feiras físicas são muito relevantes e fazem parte da estratégia do grupo, especialmente para a prospecção de novos clientes internacionais. Em complemento aos eventos on-line, são eventos que permitem uma apresentação mais eficaz das nossas marcas, além de proporcionar um relacionamento mais próximo e pessoal com os compradores. Nós vamos para as feiras para encantar nossos clientes”, diz.

Na Micam, feira italiana realizada no início de março, a empresa somou R$ 4 milhões em negócios. Germann conta que, embora a empresa adote estratégias omnichannel para a expansão internacional, as feiras físicas são locais ideais para prospecção de compradores que ainda não possuem um relacionamento com o grupo. “Além disso, existe uma maior efetividade nos negócios quando os encontros são presenciais. Para a manutenção, utilizamos ferramentas digitais, onde evoluímos muito, mas para a prospecção as feiras físicas ainda são um grande diferencial para a estratégia de exportações”, frisa o gerente, ressaltando o apoio do programa Brazilian Footwear nessas ações.

Adrun

Com uma produção de quatro mil pares diários, sendo 40% deles exportados para mais de 50 países, a Adrun, de Birigui/ SP, aumentou o percentual dos calçados embarcados, ano a ano, desde que iniciou o processo de internacionalização, em 2015. A parceria com a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, foi fundamental para o processo.

O gerente de exportações da empresa, Valdomiro Pinese Júnior, conta que os eventos físicos são fundamentais para a estratégia de exportação da Adrun. “A participação nas mostras facilita a manutenção e prospecção de clientes. Nós não teríamos como realizar todas as viagens necessárias para visitar todos os nossos compradores. Nos eventos, esses encontros se concentram”, diz. Para a prospecção, ou mesmo lançamento de novas coleções, Júnior conta que estar presente no evento físico auxilia a realização dos negócios.

“O nosso cliente gosta de sentir o produto, gosta de pegar, experimentar. Só o evento físico pode proporcionar isso”, acrescenta o gerente, ressaltando que a empresa está trabalhando para somar mais uma feira internacional ao portfólio de participações – que já conta com Expo Riva Schuh e Micam: a feira estadunidense Atlanta Shoe Market.

Sobre a mais recente participação internacional, na Micam, Júnior ressalta que a retomada ainda não ocorreu completamente, pois ainda persistem algumas restrições que acabaram impactando na visitação. “Para as próximas feiras, acreditamos em uma melhora na situação. Já estamos encaminhando o nosso retorno à Micam (setembro) e também para a Expo Riva Schuh (junho)”, adianta. Para 2022, com a normalização dos fluxos internacionais, a empresa espera aumentar a fatia exportada para 45% a 55%.

“Alguns entraves persistem, como encarecimento do frete e custos mais altos com matéria-prima, mas a empresa vem atuando para diminuir os efeitos. Neste ano, compramos uma máquina para fabricação de EVA visando a redução de custos. Acredito que, com uma maior estabilidade no mercado internacional, possamos seguir crescendo em 2022”, projeta o gerente.

Bottero

A calçadista Bottero, de Parobé/RS, é outro importante player do setor que tem como parte da estratégia de expansão internacional a participação em feiras. “Sempre fizemos a manutenção e prospecção dos nossos clientes internacionais nas feiras físicas. Tivemos um tempo sem mostras, em função da pandemia de Covid-19. Estávamos realizando esse trabalho de forma virtual, mas sem a mesma força. Desde o ano passado, por meio de representantes, estivemos nas feiras da Itália – Expo Riva Schuh e Micam. O movimento foi menor, não tínhamos presença de equipe própria, mas os negócios aconteceram”, conta a gerente de exportações da empresa, Paulina Klein.

A partir da retomada presencial, Paulina ressalta que houve um incremento nas negociações, em especial para países da Europa e para os Estados Unidos. “As exportações da Bottero, que absorvem uma fatia de 15% da nossa produção (de 15 mil pares diários), vêm sendo fundamentais para a recuperação dos negócios pós-pandemia, em especial no mercado internacional”, avalia.

Segundo Paulina, nas duas primeiras feiras do ano, Expo Riva Schuh e Micam, ambas na Itália, a empresa logrou bons resultados, embora com uma visitação ainda menor do que em anos pré-pandemia. “Estamos saindo de uma pandemia e agora temos a influência da guerra Ucrânia e Rússia, que acaba inibindo as visitações, principalmente de clientes do Leste Europeu. Mas acreditamos em uma recuperação dessas feiras ainda em 2022”, diz. Segundo ela, nas feiras italianas, além de abrirem clientes importantes, caso da Bielorrúsia, foram proporcionados encontros com compradores que não apareciam há dois anos.

 

 

“A feira física é fundamental, nos permite uma maior proximidade, estreita o relacionamento e fideliza os compradores”, destaca, ressaltando que o Brazilian Footwear é um apoio relevante para as participações. “O apoio não se dá somente no aspecto financeiro, que é importante, mas também com todo o suporte necessário”, conclui a gerente.

 

Anatomic Gel

Outra empresa otimista com a retomada nas exportações, embalada pelo aumento dos embarques, especialmente para a Europa, é a Anatomic Gel, de Franca/SP. Com uma produção de dois mil pares diários, sendo 25% embarcados para o mercado internacional, com a maior parte dos clientes na Europa, países da América Latina, Estados Unidos e Ásia, a Anatomic Gel tem presença importante no exterior.

O diretor da Anatomic Limited – empresa parceira que faz a exportação da Anatomic Gel –, João Conrado, destaca que os resultados das exportações em 2021 já haviam superado os níveis pré-pandemia, e que agora, a partir do incremento da demanda internacional e dos eventos físicos, a performance deve melhorar ainda mais. “Recuperamos os níveis da pré-pandemia ainda no segundo semestre do ano passado. O ano começa com perspectivas bastante positivas” diz, acrescentando que a empresa criou um depósito com alfândega seca no Reino Unido e um escritório de vendas na Irlanda para dirimir as barreiras causadas pelo Brexit (saída do Reino Unido, país sede do escritório da Anatomic Limited, da União Europeia).

“Também devem impactar os negócios os altos custos no frete e a demora das entregas provenientes da Ásia, que tem feito com que clientes dos Estados Unidos, Europa e América Latina busquem calçados em fornecedores alternativos aos asiáticos. Neste processo, nossa indústria deve ficar mais competitiva”, avalia.

A mais recente feira com participação da Anatomic Gel foi a Micam, na Itália. Apesar de uma movimentação menor, Conrado conta que negócios aconteceram, com a visitação de mais de 100 relevantes players de 27 países. “A Micam é muito importante para a estratégia da Anatomic Gel. A feira nos surpreendeu positivamente, pois apesar do tamanho reduzido em relação às edições anteriores, teve uma grande presença de compradores internacionais”, comenta. Segundo ele, o retorno aos eventos presenciais será fundamental para a recuperação das exportações brasileiras. “A engrenagem voltou a girar”, comemora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2022 0 Comentários 824 Visualizações
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