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Saúde

Previsão aponta onda de calor no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 07/02/2024
Por Jonathan da Silva

Previsão aponta que entre quarta (7) e domingo (11), as tardes seguirão abafadas e com altas temperaturas na maioria das regiões do Rio Grande do Sul. As áreas mais quentes do estado serão o oeste, campanha, missões, noroeste, centro, vales e região metropolitana de Porto Alegre, onde as máximas variarão entre 35 e 39°C. No oeste e fronteira com a Argentina, as temperaturas podem chegar na casa dos 40°C.

Dicas da Defesa Civil para a população se proteger das altas temperaturas

– Manter-se hidratado;
– Se possível, evitar exposição solar direta entre 10h e 16h;
– Usar roupas claras e leves;
– Usar protetor solar;
– Usar chapéus e óculos escuros;
– Manter os ambientes ventilados;
– Não deixar crianças, idosos ou animais em veículos estacionados ou em lugares sem ventilação;
– Qualquer emergência, ligar para o 190 ou 193.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/02/2024 0 Comentários 567 Visualizações
Variedades

Estado atende áreas afetadas e alerta para a ocorrência de mais temporais

Por Marina Klein Telles 17/01/2024
Por Marina Klein Telles

O temporal que atingiu o Estado na noite de terça-feira (16) causou uma morte no município de Cachoeirinha, na região metropolitana de Porto Alegre. Trata-se de um homem que sofreu o impacto da queda da marquise de um prédio. Alguns municípios chegaram a registrar mais de 100 milímetros de chuva nas últimas 24 horas e rajadas de ventos de mais de 100 km/h. Até as 14h desta quarta-feira, a Defesa Civil do Estado contabilizou 4.840 afetados, 12 feridos e 48 desalojados (pessoas que precisaram sair de casa, mas não precisaram de abrigos públicos).

No momento, 39 municípios reportaram danos ou ocorrências. O Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS) recebeu mais de 500 chamados. Em São Vicente do Sul, na Região Central, um hospital ficou totalmente destelhado. Em Ijuí, houve registro de 101,4 milímetros de chuva em 24 horas, sendo que a média para o mês de janeiro é 172 milímetros. Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Teutônia o vento chegou a 126,7 km/h.

O evento adverso e as previsões meteorológicas para os próximos dias foram tratados em uma reunião que o governador Eduardo Leite teve pela manhã, no Palácio Piratini, com o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira, e o comandante-geral do CBMRS, coronel Eduardo Estêvam Rodrigues.

Leite falou sobre os estragos causados e as ações de resposta do Estado. “Ontem, foram cerca de 80 milímetros a 100 milímetros de chuva no Estado. Em Porto Alegre, num curto espaço de tempo, choveu mais de 70 milímetros. Isso gera muitos impactos na vida das pessoas e na rotina das cidades. Estamos verificando a situação dos hospitais de Porto Alegre que foram muito afetados e vamos colocar todo o esforço necessário para atender a essas necessidades. O Corpo de Bombeiros virou a noite inteira fazendo atendimentos, ajudando a desobstruir vias”, relatou.

O governador fez um alerta à população em relação às previsões para quarta e quinta-feira, em razão da possibilidade de novas chuvas e da elevação do nível de rios. “Ainda estamos em situação de alerta para uma região importante do Estado. Rios devem subir ao longo do dia e amanhã, tendo resposta de elevação. Então, é importante todo mundo estar acompanhando e evitando se expor a riscos”, frisou. Ainda pela manhã, a pedido de Leite, o vice-governador Gabriel Souza se encontrou com o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, na sede do Centro Integrado de Comando e Controle, para reforçar a articulação entre os órgãos do Estado e do município.

Conforme a Defesa Civil, é possível que haja novos temporais no fim desta quarta-feira. A meteorologista da Sala de Situação do Estado, Cátia Valente, explicou o cenário que pode se formar nas próximas horas. “Ainda tem previsão de bastante chuva no norte do Estado. Ao longo da tarde, a instabilidade vai novamente ganhar força. Mais para o final do dia, podem ocorrer novos temporais, a exemplo do que ocorreu na noite passada. Então, toda a região que compreende Porto Alegre, Região Metropolitana, Litoral Norte e partes também dos Vales ainda podem registrar chuvas intensas e ventos fortes, principalmente ao final do dia, durante a noite e na próxima madrugada”, detalhou Cátia.

A meteorologista avaliou, ainda, os impactos que podem ocorrer no nível dos rios e chamou atenção, especialmente, para a região do Litoral e do Vale do Paranhana. “Com volumes acumulados de chuva, pode haver uma resposta hidrológica ao longo do dia de hoje e amanhã, principalmente no rio Caí, no Litoral Norte e no Vale do Paranhana, que compreende Caraá e Santo Antônio da Patrulha”, explicou.

Maiores acumulados de chuva

(entre 8h de terça e 8h de quarta)

Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden):

  • Entre-Ijuís: 101,8 mm
  • Ijuí: 101,4 mm
  • Itaqui: 94,6 mm
  • Canoas: 83,2 mm
  • Encruzilhada do Sul: 81,2 mm
  • Santa Rosa: 80,8 mm
  • Eldorado Do Sul: 79,92 mm
  • Porto Alegre: 75,73 mm
  • Dom Pedrito: 74 mm
  • Viamão: 68 mm
  • Gravataí: 67,8 mm
  • Candelária: 65,8 mm
  • Bom Princípio: 65,2 mm
  • Campo Bom: 63,95 mm
  • Rosário Do Sul: 63,2 mm
  • São Borja: 61,8 mm
  • Santa Maria: 60,8 mm

Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet):

  • Dom Pedrito: 86,2 mm
  • Santiago: 78,2 mm
  • Santana do Livramento: 74,2 mm
  • São Luiz Gonzaga: 67,8 mm
  • São Gabriel: 65,8 mm
  • Encruzilhada do Sul: 58,8 mm
  • Torres: 57,8 mm
  • São Vicente do Sul: 56,8 mm

Maiores rajadas de vento

(entre 3h de terça e 11h de quarta)

Inmet:

  • Teutônia: 126,7 km/h
  • Canela: 103 km/h
  • Cruz Alta: 91 km/h
  • Porto Alegre: 89 km/h
  • Lagoa Vermelha: 86 km/h
  • São Vicente do Sul: 84 km/h
  • Canguçu: 84 km/h
  • Santa Maria: 84 km/h
  • Dom Pedrito: 80 km/h
  • Torres: 80 km/h
  • Caçapava do Sul: 79 km/h
  • Rio Pardo: 76 km/h
  • São Gabriel: 76 km/h
  • Santa Vitória do Palmar
  • Barra do Chuí: 75 km/h
  • São Luiz Gonzaga: 70 km/h
  • Soledade: 69 km/h
  • Santana do Livramento: 69 km/h
  • Tupanciretã: 69 km/h
  • Bento Gonçalves: 68 km/h
  • São Borja: 67 km/h
  • Bagé: 66 km/h
  • Camaquã: 66 km/h
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/01/2024 0 Comentários 633 Visualizações
Business

Influenza aviária no Hemisfério Norte acende alerta

Por Stephany Foscarini 19/05/2022
Por Stephany Foscarini

Único entre os grandes produtores mundiais a nunca registrar influenza aviária no território, o Brasil acendeu um alerta com os recentes registros da enfermidade em diversos países do Hemisfério Norte, como Estados Unidos e países da União Europeia. Por este motivo, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) iniciou recentemente uma mobilização setorial, em uma campanha com o objetivo de reforçar os cuidados sanitários nas propriedades avícolas de todo o país.

Uma das primeiras ações foi feita juntamente com o Família Integrada – iniciativa conjunta da ABPA e associados para a realização de cursos para produtores de todo o Brasil. Uma aula online focada em práticas para preservar a biosseguridade das propriedades rurais, tanto para aves quanto para suínos foi realizada. Novas aulas estão no radar.

Além da ação com o Família Integrada, a ABPA, aliada aos associados, reforçou campanhas internas de conscientização em relação à proibição de visitas de pessoas externas à propriedade, entre outras. A campanha está em curso nas redes sociais da ABPA e na comunicação interna das agroindústrias associadas. Em outra linha de ação, protocolos de biosseguridade foram atualizados e redistribuídos para as equipes técnicas das agroindústrias do setor. Os protocolos são públicos e estão disponíveis no site da ABPA.

Assim como fazemos para preservar o status do Brasil livre da PSA, o engajamento de todos é fundamental para mantermos a mesma condição com relação à influenza aviária”.

As ações são coordenadas pela diretora técnica da ABPA, Sulivan Alves. Doutora pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/USP, ela realiza trabalho semelhante ao realizado no ano passado em relação à Peste Suína Africana (PSA). “Assim como fazemos para preservar o status do Brasil livre da PSA, o engajamento de todos é fundamental para mantermos a mesma condição com relação à influenza aviária”, comenta a gestora.

Pergunta: O que a ABPA tem feito para conscientizar produtores sobre a doença?
Sula Alves: Temos o compromisso de fazer um processo de conscientização, relembrando os cuidados que já são aplicados pelos estabelecimentos nas práticas diárias. Nós temos reforçado o alerta com esses cuidados, pois temos visto a quantidade de ocorrências de influenza aviária em vários países produtores, que têm sofrido bastante. Isso leva a perdas produtivas, de mercado — e temos que zelar para que não chegue por aqui.

Pergunta: Quais cuidados mais básicos o produtor deve ter?
SA: Primeiro de tudo é o isolamento da propriedade, evitando a entrada de pessoas que não fazem parte do processo produtivo, além de prevenir o ingresso de animais silvestres. Outro ponto muito simples é a troca de calçados para acessar áreas dos galpões. São coisas muito básicas que evitam não só a influenza aviária, mas também qualquer outra doença que possa ser trazida pelas pessoas ou animais. A higienização de mãos, práticas que temos até agora com a pandemia, se aplicam nas práticas com os animais no dia a dia.

Pergunta: Onde o produtor pode buscar mais informações?
SA: Temos em nosso site uma série de vídeos e informações muito simples que podem ser utilizadas pelos produtores para instruir seu pessoal, quem atua nas granjas. São materiais fáceis, dinâmicos, educativos para relembrar a importância das boas práticas que já fazem parte do dia a dia e não podem ser ignoradas, especialmente neste momento.

Pergunta: A questão sanitária é fundamental para manter os mercados?
SA: Sem dúvida, para nosso próprio mercado, mas também porque a ocorrência de uma doença como a Influenza Aviária pode impedir o comércio internacional. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango. E, sempre falamos: uma doença como essa pode afetar a totalidade das nossas exportações, podemos ser proibidos de exportar e isso fica retido no mercado interno, gerando desbalanceamento do nosso comércio.

Pergunta: Muitos países hoje estão proibidos de exportar devido à doença?
SA: Sim, países da Europa, da Ásia, até na própria América do Norte. Quando ocorre, dependendo do acordo do país com os importadores, todo o país é proibido de exportar, ou parte do país e a região afetada, além de terem de sacrificar os animais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2022 0 Comentários 816 Visualizações
Variedades

Defesa Civil em alerta para riscos de cheia do Sinos

Por Stephany Foscarini 03/05/2022
Por Stephany Foscarini

A Defesa Civil (DC) de Novo Hamburgo está em alerta em virtude das constantes chuvas desta semana, e monitora as áreas de risco no município. Na manhã desta terça-feira, 3, o nível do Rio dos Sinos estava acima dos cinco metros, o que ainda não representa perigo, já que, para causar inundações, o volume deve ficar acima dos sete metros.

Mesmo assim, um carro de som da Prefeitura está percorrendo ruas das Vilas Getúlio Vargas e Kipling, no bairro Canudos, e em todo o bairro Santo Afonso, alertando a população para a possibilidade de cheia do Sinos. “Estamos atentos ao grande volume de chuva que está caindo nas cabeceiras do Rio dos Sinos, nas regiões da Serra e do Paranhana, o que manterá o nível do Sinos em alta mesmo depois das chuvas pararem”, destaca o coordenador da Defesa Civil municipal, tenente Claudiomiro da Fonseca.

A população não precisa ficar apreensiva, estamos monitorando a situação nos lugares de risco da cidade, que são na parte sul, no bairro Santo Afonso e Canudos, como também ao norte, no bairro São José”.

“A população não precisa ficar apreensiva, estamos monitorando a situação nos lugares de risco da cidade, que são na parte sul, no bairro Santo Afonso e Canudos, como também ao norte, no bairro São José”, acrescenta Fonseca.

Em caso de necessidade, a comunidade pode entrar em contato com a Defesa Civil pelos seguintes telefones: das 8h às 17h, nos números fixos na sede da entidade, 3587-7863 e 3097-9408; e os telefones do plantão (24h) 98058-9979, 98013-9178 e 99707-9954.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Pais devem estar em alerta permanente para evitar riscos de afogamento envolvendo crianças

Por Stephany Foscarini 26/02/2022
Por Stephany Foscarini

Calor, praia e piscina fazem parte do cenário de verão. Se para as crianças é sinônimo de alegria e diversão, para os pais essas combinações devem acender o sinal de alerta máximo. A médica pediatra responsável técnica da UTI de Trauma Pediátrico do HPS, Luciana Barcellos, destaca que um dos erros mais comuns, e que acaba causando fatalidades, é a criança entrar na água sem a supervisão ativa de um adulto. “É fundamental lembrar que crianças pequenas podem se afogar em qualquer recipiente com mais de 2,5 cm de água ou outro líquido como banheiras, pias, vaso sanitário e baldes”, explica.

O afogamento, no caso de crianças, dura em torno de 20 segundos e geralmente eles não conseguem gritar por socorro. Também é importante lembrar que a prioridade é ajudar sem se tornar a segunda vítima”.

Diante de uma situação de urgência, especialmente em ambientes como o mar, a orientação é antes de mais nada dar o alerta. Depois, ajudar, sem se tornar a segunda vítima. “Quando identificarmos que uma criança está em situação de luta, tentando não submergir é fundamental dar o alerta. O afogamento, no caso de crianças, dura em torno de 20 segundos e geralmente eles não conseguem gritar por socorro. Também é importante lembrar que a prioridade é ajudar sem se tornar a segunda vítima”, completa. Para prevenção a dica final é ter prudência e não se aventurar em águas desconhecidas. Não nadar sozinho ou sem supervisão.

O que fazer em caso de afogamento

Segundo a médica Luciana, se a criança estiver consciente, deve ser resgatada até a área seca. Para vítimas inconscientes deve-se iniciar imediatamente manobras de ressuscitação aquática – iniciar ventilação boca a boca ainda na água .

A posição de retirada da água deve ser de acordo com a consciência. A posição vertical deve ser adotada preferencialmente para evitar vômitos e demais complicações de via aérea.

Fora da água, se a vítima estiver consciente, colocar em decúbito dorsal com a cabeça elevada. Se estiver ventilando deixe a vítima em posição lateral. Se estiver inconsciente, continuar ventilando boca a boca e checar sinais de circulação. Se ausentes iniciar RCP até chegada do socorro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2022 0 Comentários 712 Visualizações
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