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Saúde

Novo Hamburgo recebe denúncias de focos de dengue no WhatsApp

Por Jonathan da Silva 15/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Vigilância em Saúde de Novo Hamburgo lançou nota informando que denúncias referente a focos de mosquito da dengue no município devem ser feitas exclusivamente pelo WhatsApp (51) 99831-6500. O objetivo da medida é tornar os registros mais ágeis. A partir deles, são realizados protocolo para verificação das denúncias, dentro das ações operacionais da Vigilância Sanitária, que incluem as demais atuações de combate à dengue e à proliferação do mosquito Aedes aegypti que são executadas na cidade.

Qualquer local com água limpa e parada pode se tornar um foco do mosquito da dengue. Os focos mais comuns são caixas d’água, pneus, vasos de plantas, lajes, piscinas, potes de água de animais e marquises. É nestes meios que o Aedes aegypti deixa seus ovos e se reproduz.

De acordo com dados do Painel de Casos da Dengue no Rio Grande do Sul, da Secretaria Estadual de Saúde, Novo Hamburgo soma 3.817 casos notificados de dengue em 2024.  Uma pessoa veio a óbito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/03/2024 0 Comentários 741 Visualizações
Saúde

Amrigs e SGI emitem Nota Pública sobre a dengue

Por Jonathan da Silva 14/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e a Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI) emitiram nesta terça-feira (12) uma nota pública conjunta em alerta à população sobre o aumento dos casos de dengue no estado e o decreto de situação de emergência no Rio Grande do Sul. Diante da elevação de casos confirmados até o momento em 2024 e o registro de vinte mortes pela doença, as entidades destacam a necessidade de medidas preventivas urgentes.

Segundo Dra. Rafaela Mafaciolli, infectologista e diretora de Comunicação da SGI, a situação configura uma epidemia de dengue, exigindo ações imediatas para conter a propagação do vírus.

A Nota Pública também oferece orientações sobre como identificar os sintomas e diferenciá-los de outras infecções, destacando a importância da consulta médica em casos de suspeita. Quanto às medidas preventivas, são enfatizadas a eliminação de possíveis criadouros do mosquito, o uso de repelentes e telas em janelas, além da vacinação disponível em clínicas privadas. “Um alerta que estamos reforçando é que as pessoas não se automediquem. Há riscos sérios de complicações. É preciso atenção em duas frentes: uma na prevenção, eliminando os focos do mosquito transmissor; e outra no manejo adequado dos pacientes que, infelizmente, são infectados”, afirma o presidente da Amrigs, Dr. Gerson Junqueira Jr.

Identificação dos sintomas

A dengue pode variar desde uma doença assintomática (sem sintomas), e mesmo até quadros graves, como hemorragia, podendo causar morte.

Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39°C a 40°C) com início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Também é comum ocorrerem náuseas e vômitos. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.

Sinais de alguma outra eventual infecção

Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante a avaliação médica rápida em caso de suspeita e, em casos confirmados, ter acompanhamento médicos nos dias seguintes ao diagnóstico.

Médico certo

Em caso de suspeita, orienta-se procurar atendimento médico com clínico geral (podendo ser nas Unidades Básicas de Saúde), médico internista ou infectologista. Dependendo da gravidade dos sinais e sintomas do paciente, pode ser necessário procurar atendimento em unidades de pronto atendimento.

Medidas preventivas mais importantes

A principal forma de prevenir a dengue é reduzir a infestação do mosquito Aedes aegypti. Destaca-se também a eliminação de água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros (como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos), e a revisão periódica (semanal) dos focos de proliferação dos mosquitos.

O uso de repelentes, telas em janelas, também ajudam na prevenção.

Além disso, o SUS está destinando vacinas para regiões de saúde com municípios de grande porte, com alta transmissão nos últimos dez anos. O Rio Grande do Sul, inicialmente, não está nessa lista, mas estão disponíveis em clínicas privadas.

O uso de repelente

Os repelentes também ajudam a prevenção, desde que usados conforme as instruções do rótulo.

Cuidados em apartamentos

Os cuidados seguem os mesmos: não deixar água parada em vasos de plantas, colocar telas mosquiteiras nas janelas e uso de repelente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/03/2024 1 Comentário 489 Visualizações
Variedades

Defesa Civil e Sala de Situação do RS monitoram formação de ciclone em alto mar

Por Jonathan da Silva 19/02/2024
Por Jonathan da Silva

Um ciclone subtropical se formará em alto mar e deve favorecer o aumento da nebulosidade na metade leste do Rio Grande do Sul ao longo dos próximos dias. Os ventos variarão entre 35 e 55 km/h na faixa litorânea do estado. A Defesa Civil e a Sala de Situação do RS estão monitorando a formação do ciclone.

Os maiores impactos do ciclone subtropical devem ser sentidos em alto mar, com ondas entre 3 e 5 metros e ventos intensos passando dos 80 km/h.

As equipes da Casa Militar – Defesa Civil e da Sala de Situação (Sema) do Rio Grande do Sul seguem monitorando a evolução do fenômeno. Os gestores das Defesas Civis municipais foram orientados e as equipes da Defesa Civil estadual seguem prontas para acionamento, caso necessário.

Caso seja identificado algum risco no território gaúcho, alertas preventivos serão produzidos para a orientação das população riograndense.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/02/2024 0 Comentários 623 Visualizações
Saúde

Previsão aponta onda de calor no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 07/02/2024
Por Jonathan da Silva

Previsão aponta que entre quarta (7) e domingo (11), as tardes seguirão abafadas e com altas temperaturas na maioria das regiões do Rio Grande do Sul. As áreas mais quentes do estado serão o oeste, campanha, missões, noroeste, centro, vales e região metropolitana de Porto Alegre, onde as máximas variarão entre 35 e 39°C. No oeste e fronteira com a Argentina, as temperaturas podem chegar na casa dos 40°C.

Dicas da Defesa Civil para a população se proteger das altas temperaturas

– Manter-se hidratado;
– Se possível, evitar exposição solar direta entre 10h e 16h;
– Usar roupas claras e leves;
– Usar protetor solar;
– Usar chapéus e óculos escuros;
– Manter os ambientes ventilados;
– Não deixar crianças, idosos ou animais em veículos estacionados ou em lugares sem ventilação;
– Qualquer emergência, ligar para o 190 ou 193.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/02/2024 0 Comentários 492 Visualizações
Variedades

Estado atende áreas afetadas e alerta para a ocorrência de mais temporais

Por Marina Klein Telles 17/01/2024
Por Marina Klein Telles

O temporal que atingiu o Estado na noite de terça-feira (16) causou uma morte no município de Cachoeirinha, na região metropolitana de Porto Alegre. Trata-se de um homem que sofreu o impacto da queda da marquise de um prédio. Alguns municípios chegaram a registrar mais de 100 milímetros de chuva nas últimas 24 horas e rajadas de ventos de mais de 100 km/h. Até as 14h desta quarta-feira, a Defesa Civil do Estado contabilizou 4.840 afetados, 12 feridos e 48 desalojados (pessoas que precisaram sair de casa, mas não precisaram de abrigos públicos).

No momento, 39 municípios reportaram danos ou ocorrências. O Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS) recebeu mais de 500 chamados. Em São Vicente do Sul, na Região Central, um hospital ficou totalmente destelhado. Em Ijuí, houve registro de 101,4 milímetros de chuva em 24 horas, sendo que a média para o mês de janeiro é 172 milímetros. Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Teutônia o vento chegou a 126,7 km/h.

O evento adverso e as previsões meteorológicas para os próximos dias foram tratados em uma reunião que o governador Eduardo Leite teve pela manhã, no Palácio Piratini, com o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira, e o comandante-geral do CBMRS, coronel Eduardo Estêvam Rodrigues.

Leite falou sobre os estragos causados e as ações de resposta do Estado. “Ontem, foram cerca de 80 milímetros a 100 milímetros de chuva no Estado. Em Porto Alegre, num curto espaço de tempo, choveu mais de 70 milímetros. Isso gera muitos impactos na vida das pessoas e na rotina das cidades. Estamos verificando a situação dos hospitais de Porto Alegre que foram muito afetados e vamos colocar todo o esforço necessário para atender a essas necessidades. O Corpo de Bombeiros virou a noite inteira fazendo atendimentos, ajudando a desobstruir vias”, relatou.

O governador fez um alerta à população em relação às previsões para quarta e quinta-feira, em razão da possibilidade de novas chuvas e da elevação do nível de rios. “Ainda estamos em situação de alerta para uma região importante do Estado. Rios devem subir ao longo do dia e amanhã, tendo resposta de elevação. Então, é importante todo mundo estar acompanhando e evitando se expor a riscos”, frisou. Ainda pela manhã, a pedido de Leite, o vice-governador Gabriel Souza se encontrou com o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, na sede do Centro Integrado de Comando e Controle, para reforçar a articulação entre os órgãos do Estado e do município.

Conforme a Defesa Civil, é possível que haja novos temporais no fim desta quarta-feira. A meteorologista da Sala de Situação do Estado, Cátia Valente, explicou o cenário que pode se formar nas próximas horas. “Ainda tem previsão de bastante chuva no norte do Estado. Ao longo da tarde, a instabilidade vai novamente ganhar força. Mais para o final do dia, podem ocorrer novos temporais, a exemplo do que ocorreu na noite passada. Então, toda a região que compreende Porto Alegre, Região Metropolitana, Litoral Norte e partes também dos Vales ainda podem registrar chuvas intensas e ventos fortes, principalmente ao final do dia, durante a noite e na próxima madrugada”, detalhou Cátia.

A meteorologista avaliou, ainda, os impactos que podem ocorrer no nível dos rios e chamou atenção, especialmente, para a região do Litoral e do Vale do Paranhana. “Com volumes acumulados de chuva, pode haver uma resposta hidrológica ao longo do dia de hoje e amanhã, principalmente no rio Caí, no Litoral Norte e no Vale do Paranhana, que compreende Caraá e Santo Antônio da Patrulha”, explicou.

Maiores acumulados de chuva

(entre 8h de terça e 8h de quarta)

Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden):

  • Entre-Ijuís: 101,8 mm
  • Ijuí: 101,4 mm
  • Itaqui: 94,6 mm
  • Canoas: 83,2 mm
  • Encruzilhada do Sul: 81,2 mm
  • Santa Rosa: 80,8 mm
  • Eldorado Do Sul: 79,92 mm
  • Porto Alegre: 75,73 mm
  • Dom Pedrito: 74 mm
  • Viamão: 68 mm
  • Gravataí: 67,8 mm
  • Candelária: 65,8 mm
  • Bom Princípio: 65,2 mm
  • Campo Bom: 63,95 mm
  • Rosário Do Sul: 63,2 mm
  • São Borja: 61,8 mm
  • Santa Maria: 60,8 mm

Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet):

  • Dom Pedrito: 86,2 mm
  • Santiago: 78,2 mm
  • Santana do Livramento: 74,2 mm
  • São Luiz Gonzaga: 67,8 mm
  • São Gabriel: 65,8 mm
  • Encruzilhada do Sul: 58,8 mm
  • Torres: 57,8 mm
  • São Vicente do Sul: 56,8 mm

Maiores rajadas de vento

(entre 3h de terça e 11h de quarta)

Inmet:

  • Teutônia: 126,7 km/h
  • Canela: 103 km/h
  • Cruz Alta: 91 km/h
  • Porto Alegre: 89 km/h
  • Lagoa Vermelha: 86 km/h
  • São Vicente do Sul: 84 km/h
  • Canguçu: 84 km/h
  • Santa Maria: 84 km/h
  • Dom Pedrito: 80 km/h
  • Torres: 80 km/h
  • Caçapava do Sul: 79 km/h
  • Rio Pardo: 76 km/h
  • São Gabriel: 76 km/h
  • Santa Vitória do Palmar
  • Barra do Chuí: 75 km/h
  • São Luiz Gonzaga: 70 km/h
  • Soledade: 69 km/h
  • Santana do Livramento: 69 km/h
  • Tupanciretã: 69 km/h
  • Bento Gonçalves: 68 km/h
  • São Borja: 67 km/h
  • Bagé: 66 km/h
  • Camaquã: 66 km/h
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/01/2024 0 Comentários 579 Visualizações
Business

Influenza aviária no Hemisfério Norte acende alerta

Por Stephany Foscarini 19/05/2022
Por Stephany Foscarini

Único entre os grandes produtores mundiais a nunca registrar influenza aviária no território, o Brasil acendeu um alerta com os recentes registros da enfermidade em diversos países do Hemisfério Norte, como Estados Unidos e países da União Europeia. Por este motivo, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) iniciou recentemente uma mobilização setorial, em uma campanha com o objetivo de reforçar os cuidados sanitários nas propriedades avícolas de todo o país.

Uma das primeiras ações foi feita juntamente com o Família Integrada – iniciativa conjunta da ABPA e associados para a realização de cursos para produtores de todo o Brasil. Uma aula online focada em práticas para preservar a biosseguridade das propriedades rurais, tanto para aves quanto para suínos foi realizada. Novas aulas estão no radar.

Além da ação com o Família Integrada, a ABPA, aliada aos associados, reforçou campanhas internas de conscientização em relação à proibição de visitas de pessoas externas à propriedade, entre outras. A campanha está em curso nas redes sociais da ABPA e na comunicação interna das agroindústrias associadas. Em outra linha de ação, protocolos de biosseguridade foram atualizados e redistribuídos para as equipes técnicas das agroindústrias do setor. Os protocolos são públicos e estão disponíveis no site da ABPA.

Assim como fazemos para preservar o status do Brasil livre da PSA, o engajamento de todos é fundamental para mantermos a mesma condição com relação à influenza aviária”.

As ações são coordenadas pela diretora técnica da ABPA, Sulivan Alves. Doutora pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/USP, ela realiza trabalho semelhante ao realizado no ano passado em relação à Peste Suína Africana (PSA). “Assim como fazemos para preservar o status do Brasil livre da PSA, o engajamento de todos é fundamental para mantermos a mesma condição com relação à influenza aviária”, comenta a gestora.

Pergunta: O que a ABPA tem feito para conscientizar produtores sobre a doença?
Sula Alves: Temos o compromisso de fazer um processo de conscientização, relembrando os cuidados que já são aplicados pelos estabelecimentos nas práticas diárias. Nós temos reforçado o alerta com esses cuidados, pois temos visto a quantidade de ocorrências de influenza aviária em vários países produtores, que têm sofrido bastante. Isso leva a perdas produtivas, de mercado — e temos que zelar para que não chegue por aqui.

Pergunta: Quais cuidados mais básicos o produtor deve ter?
SA: Primeiro de tudo é o isolamento da propriedade, evitando a entrada de pessoas que não fazem parte do processo produtivo, além de prevenir o ingresso de animais silvestres. Outro ponto muito simples é a troca de calçados para acessar áreas dos galpões. São coisas muito básicas que evitam não só a influenza aviária, mas também qualquer outra doença que possa ser trazida pelas pessoas ou animais. A higienização de mãos, práticas que temos até agora com a pandemia, se aplicam nas práticas com os animais no dia a dia.

Pergunta: Onde o produtor pode buscar mais informações?
SA: Temos em nosso site uma série de vídeos e informações muito simples que podem ser utilizadas pelos produtores para instruir seu pessoal, quem atua nas granjas. São materiais fáceis, dinâmicos, educativos para relembrar a importância das boas práticas que já fazem parte do dia a dia e não podem ser ignoradas, especialmente neste momento.

Pergunta: A questão sanitária é fundamental para manter os mercados?
SA: Sem dúvida, para nosso próprio mercado, mas também porque a ocorrência de uma doença como a Influenza Aviária pode impedir o comércio internacional. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango. E, sempre falamos: uma doença como essa pode afetar a totalidade das nossas exportações, podemos ser proibidos de exportar e isso fica retido no mercado interno, gerando desbalanceamento do nosso comércio.

Pergunta: Muitos países hoje estão proibidos de exportar devido à doença?
SA: Sim, países da Europa, da Ásia, até na própria América do Norte. Quando ocorre, dependendo do acordo do país com os importadores, todo o país é proibido de exportar, ou parte do país e a região afetada, além de terem de sacrificar os animais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2022 0 Comentários 765 Visualizações
Variedades

Defesa Civil em alerta para riscos de cheia do Sinos

Por Stephany Foscarini 03/05/2022
Por Stephany Foscarini

A Defesa Civil (DC) de Novo Hamburgo está em alerta em virtude das constantes chuvas desta semana, e monitora as áreas de risco no município. Na manhã desta terça-feira, 3, o nível do Rio dos Sinos estava acima dos cinco metros, o que ainda não representa perigo, já que, para causar inundações, o volume deve ficar acima dos sete metros.

Mesmo assim, um carro de som da Prefeitura está percorrendo ruas das Vilas Getúlio Vargas e Kipling, no bairro Canudos, e em todo o bairro Santo Afonso, alertando a população para a possibilidade de cheia do Sinos. “Estamos atentos ao grande volume de chuva que está caindo nas cabeceiras do Rio dos Sinos, nas regiões da Serra e do Paranhana, o que manterá o nível do Sinos em alta mesmo depois das chuvas pararem”, destaca o coordenador da Defesa Civil municipal, tenente Claudiomiro da Fonseca.

A população não precisa ficar apreensiva, estamos monitorando a situação nos lugares de risco da cidade, que são na parte sul, no bairro Santo Afonso e Canudos, como também ao norte, no bairro São José”.

“A população não precisa ficar apreensiva, estamos monitorando a situação nos lugares de risco da cidade, que são na parte sul, no bairro Santo Afonso e Canudos, como também ao norte, no bairro São José”, acrescenta Fonseca.

Em caso de necessidade, a comunidade pode entrar em contato com a Defesa Civil pelos seguintes telefones: das 8h às 17h, nos números fixos na sede da entidade, 3587-7863 e 3097-9408; e os telefones do plantão (24h) 98058-9979, 98013-9178 e 99707-9954.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2022 0 Comentários 991 Visualizações
Saúde

Pais devem estar em alerta permanente para evitar riscos de afogamento envolvendo crianças

Por Stephany Foscarini 26/02/2022
Por Stephany Foscarini

Calor, praia e piscina fazem parte do cenário de verão. Se para as crianças é sinônimo de alegria e diversão, para os pais essas combinações devem acender o sinal de alerta máximo. A médica pediatra responsável técnica da UTI de Trauma Pediátrico do HPS, Luciana Barcellos, destaca que um dos erros mais comuns, e que acaba causando fatalidades, é a criança entrar na água sem a supervisão ativa de um adulto. “É fundamental lembrar que crianças pequenas podem se afogar em qualquer recipiente com mais de 2,5 cm de água ou outro líquido como banheiras, pias, vaso sanitário e baldes”, explica.

O afogamento, no caso de crianças, dura em torno de 20 segundos e geralmente eles não conseguem gritar por socorro. Também é importante lembrar que a prioridade é ajudar sem se tornar a segunda vítima”.

Diante de uma situação de urgência, especialmente em ambientes como o mar, a orientação é antes de mais nada dar o alerta. Depois, ajudar, sem se tornar a segunda vítima. “Quando identificarmos que uma criança está em situação de luta, tentando não submergir é fundamental dar o alerta. O afogamento, no caso de crianças, dura em torno de 20 segundos e geralmente eles não conseguem gritar por socorro. Também é importante lembrar que a prioridade é ajudar sem se tornar a segunda vítima”, completa. Para prevenção a dica final é ter prudência e não se aventurar em águas desconhecidas. Não nadar sozinho ou sem supervisão.

O que fazer em caso de afogamento

Segundo a médica Luciana, se a criança estiver consciente, deve ser resgatada até a área seca. Para vítimas inconscientes deve-se iniciar imediatamente manobras de ressuscitação aquática – iniciar ventilação boca a boca ainda na água .

A posição de retirada da água deve ser de acordo com a consciência. A posição vertical deve ser adotada preferencialmente para evitar vômitos e demais complicações de via aérea.

Fora da água, se a vítima estiver consciente, colocar em decúbito dorsal com a cabeça elevada. Se estiver ventilando deixe a vítima em posição lateral. Se estiver inconsciente, continuar ventilando boca a boca e checar sinais de circulação. Se ausentes iniciar RCP até chegada do socorro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2022 0 Comentários 666 Visualizações
Variedades

Pela terceira semana consecutiva, Estado não emite Avisos e Alertas

Por Stephany Foscarini 16/12/2021
Por Stephany Foscarini

O avanço da imunização e a estabilização do quadro da pandemia no Rio Grande do Sul fizeram com que, pela terceira semana consecutiva, o governo do Estado não emitisse nenhum Aviso ou Alerta, com base no acompanhamento de indicadores realizado a partir do Sistema 3As de Monitoramento. A informação foi divulgada após reunião do Gabinete de Crise, realizada nesta quarta-feira (15), coordenada pelo vice-governador Ranolfo Vieira Júnior.

Na última semana, houve redução de 45 confirmados em leitos clínicos (-18,8%) e 22 em UTI (-8,5%). Consolidando os primeiros 15 dias de dezembro, a queda fica ainda mais acentuada com redução de 238 pacientes confirmados com Covid-19, entre leitos clínicos e UTI, totalizando queda de 35%.

Como resultado dessa melhora, chega-se a um total de 432 internados por Covid-19, o menor número desde 9 de Junho de 2020. Caso sejam contabilizados também os casos suspeitos, é o menor valor desde 16 de maio do ano passado.

Durante a reunião do Gabinete de Crise, também foi apresentado estudo com atualizações sobre o excesso de óbitos e taxa de mortalidade no país. Considerando o período da pandemia de 15 de março de 2020 a 13 de novembro de 2021, o Rio Grande do Sul apresenta o segundo menor excesso proporcional de óbitos do país. O levantamento é feito a partir de dados obtidos em parceria com a Vital Strategies e a Impulso sobre a diferença do número de mortes por causas naturais em comparação com as esperadas para o mesmo período. Apenas Piauí teve menor excesso proporcional do que o RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2021 0 Comentários 467 Visualizações
Saúde

Pandemia: Região 7 vive momento delicado e recebe mais um aviso

Por Caren Souza 04/06/2021
Por Caren Souza

O aumento na ocupação de leitos de UTI na região Covid de Novo Hamburgo (R7) fez com que a Associação dos Municípios do Vale do Rio do Sinos (Amvars), recebesse um novo ‘Aviso’ do Governo do Estado. Responsável por conduzir a discussão dos protocolos na R7, a Amvars deve reunir hoje os 15 prefeitos da região para novas avaliações.

O momento é delicado e exige cautela.

“O momento é delicado e exige cautela. Mais da metade das regiões Covid do estado já estão com notificação de Alerta, o que significa que esse avanço fatalmente implicará no aumento ainda maior da pandemia, com possíveis reflexos em nossa região”, avalia Luciano Orsi, presidente da Amvars. O Aviso de ontem foi o segundo recebido pela Região 7 desde a adoção do Sistema 3As de Monitoramento pelo Governo do Estado, em maio.

Preocupado com o avanço dos índices na região, Orsi apela à comunidade que siga com todos os cuidados e evite aglomerações. “Precisamos evitar que entremos em alerta, pondera, destacando
que todos os prefeitos estão focados na vacinação como principal estratégia de enfrentamento à pandemia.

Fonte: Assessoria
04/06/2021 0 Comentários 648 Visualizações
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