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Cidades

MetSul alerta que situação continuará crítica por longo período em áreas sob enchente

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

A MetSul Meteorologia alerta que o cenário crítico que se registra em Porto Alegre, na região metropolitana, dos vales e em outras cidades assoladas por enchentes seguirá com extrema gravidade por um longo período, com colapso de serviços públicos e a manutenção de alagamentos e inundações. O instituto adverte que alguns pontos de Porto Alegre e região, assim como dos vales, os mais castigados pelas cheias, serão inabitáveis por semanas a meses pela destruição das moradias, da infraestrutura e o colapso dos serviços públicos essenciais, que terão que ser reconstruídos.

O comunicado do instituto destaca que o nível do Guaíba está ainda muito perto do pico superior a 5,30 metros alcançado no fim de semana. Embora a diminuição da vazão, o nível alto da Lagoa dos Patos e o grande volume de água descendo complicam o escoamento, mesmo com condições favoráveis de vento do quadrante Norte. O MetSul relembra que isso já havia sido observado na grande enchente de 3,18 metros de setembro do ano passado.

De acordo com o instituto, o cenário se complica porque as condições meteorológicas, hoje excelentes, não vão seguir assim. “Na quarta, as áreas atingidas pelas enchentes na Grande Porto Alegre e nos vales podem voltar a ter chuva, mas não será precipitação com volumes altos que venha a interferir no nível dos rios. Na quinta, o ingresso de ar frio sem forte intensidade, além de trazer um refresco, vai ser responsável por causar vento do quadrante Sul no Norte da Lagoa dos Patos. O efeito será represamento do Guaíba que pode apresentar alta ou mesmo ter sua queda estancada ou reduzida por cerca de um dia”, explica o alerta do MetSul.

Ainda de acordo com o alerta do insituto, a maior preocupação está nos indicativos dos modelos numéricos de que entre os dias 10 e 15 de maio haveria um novo episódio de instabilidade com risco de chuva excessiva no Rio Grande do Sul. Sem os volumes do final de abril e do começo de maio, mas que podem atingir acumulados elevados. A chuva afetaria Porto Alegre e as cabeceiras dos rios que desembocam no Guaíba. Além de interferir nos níveis dos rios, a chuva poderá trazer outro desdobramento. Como a rede pluvial está inundada em Porto Alegre pelas águas do Guaíba e por outros rios nas cidades do entorno, a água da chuva não vai conseguir escoar. Não será absorvida pela macrodrenagem, já saturada e colocando água para fora hoje por bueiros e bocas de lobo sob tempo ensolarado.

Foto: Cesar Lopes/PMPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 528 Visualizações
Saúde

Vigilância em Saúde alerta para leptospirose e acidentes com animais peçonhentos

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

Em virtude das fortes chuvas no no Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) publicou nesta sexta-feira (3) um comunicado sobre os riscos de transmissão de leptospirose e acidentes com animais peçonhentos em locais com enchentes.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que é transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados pela bactéria Leptospira. O contágio pode ocorrer a partir da pele com lesões ou mesmo em pele íntegra se imersa por longos períodos em água contaminada, além de mucosas. O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias, sendo que normalmente ocorre entre sete e 14 dias após contato com as águas de enchente ou esgoto. Por esse motivo, o Cevs alerta que é importante a vigilância em saúde e a Atenção Básica dos municípios estarem atentas nos próximos dias quanto aos sintomas deste agravo.

Os principais sintomas da leptospirose são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios. A doença pode apresentar letalidade de até 40% nos casos mais graves.

O Cevs chama a atenção por meio do comunicado para aqueles municípios com alta transmissão de dengue e que foram atingidos pelas cheias para o diagnóstico diferencial entre esses agravos, já que muitos dos sintomas são similares.

Limpeza

Nos locais que tenham sido invadidos por água de chuva, recomenda-se fazer a desinfecção do ambiente com hipoclorito de sódio a 2,5%, presente na água sanitária (um copo de água sanitária para um balde de 20 litros de água).

Manter os alimentos guardados em recipientes bem fechados, manter a cozinha limpa sem restos de alimentos, retirar as sobras de alimentos ou ração de animais domésticos antes do anoitecer, manter o terreno limpo e evitar entulhos e acúmulo de objetos nos quintais são ações que ajudam a evitar a presença de roedores. A luz solar também ajuda a matar a bactéria.

Testagem laboratorial

Considerando o atual cenário de chuvas e cheias em várias regiões do estado, casos suspeitos oriundos de área de alagamento e com sintomas compatíveis com leptospirose devem iniciar tratamento medicamentoso imediato. Quando possível, deve ser coletada amostra a partir do sétimo dia do início dos sintomas para envio ao Laboratório Central do Estado (Lacen/RS).

No caso de municípios impossibilitados de envios de amostras devido às limitações diversas, a coleta pode ser enviada para laboratórios privados enquanto durar o decreto de calamidade pública no Rio Grande do Sul em razão das chuvas intensas (Decreto 57.596/2024, publicado em 01/05/2024).

Tratamento

O tratamento (antibioticoterapia) está indicado em qualquer período da doença, mas sua eficácia costuma ser maior na primeira semana do início dos sintomas. Sempre com uma avaliação de um profissional de saúde, na fase precoce são utilizados Doxiciclina ou Amoxicilina. Para a fase tardia, Penicilina cristalina, Penicilina G cristalina, Ampicilina, Ceftriaxona ou Cefotaxima .

Acidentes com animais peçonhentos

As autoridades também devem ficar alerta para o aumento na ocorrência de acidentes com animais peçonhentos, em função de deslocamentos dos habitats naturais destes animais, provocados pelas inundações. Os profissionais de saúde devem estar atentos aos fluxos de encaminhamento da sua região dos pacientes para tratamento com antivenenos.

Em casos de suspeita ou acidentes com animais peçonhentos, qualquer pessoa ou o profissional de saúde, durante o atendimento, pode contatar o Centro de Informações Toxicológicas (CIT) pelo telefone 0800-7213000, disponível 24 horas.

Mais informações estão disponíveis no site da Secretaria da Saúde.

Foto: Brigada Militar/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 615 Visualizações
Cidades

Em alerta, Defesa Civil orienta evacuação de moradores no Vale do Taquari

Por Jonathan da Silva 02/05/2024
Por Jonathan da Silva

Aa Defesa Civil do Rio Grande do Sul publicou um alerta na manhã desta quarta-feira (1) com orientação expressa para que moradores de Santa Tereza, Muçum, Roca Sales, Arroio do Meio, Encantado e Lajeado devem imediatamente deixar áreas de risco e procurar abrigos públicos ou outro local de segurança para permanecer durante a elevação de nível do rio Taquari.

A orientação da entidade se dá a partir da cheia do rio Taquari, que ultrapassou os 31 metros de elevação com os temporais que atingem o Rio Grande do Sul. Moradores da região estão em situação de extremo risco de vida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/05/2024 0 Comentários 521 Visualizações
Cidades

Temporais continuarão por vários dias no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 30/04/2024
Por Jonathan da Silva

Os temporais devem continuar ainda por vários dias no Rio Grande do Sul com intensa instabilidade de acordo com alerta da MetSul Meteorologia. As condições seguirão favoráveis à ocorrência de temporais fortes a severos, com potencial de danos. O grande risco nesta semana é a chuva em excesso, que deve provocar alagamentos, inundações e enchentes. Temporais isolados são altamente prováveis no estado até o final de semana.

De acordo com o instituto, serão ocorrências predominantemente isoladas, embora possam ser de fortes a muito fortes em alguns locais, com grande incidência de raios, granizo e vendavais. No geral, estes temporais de vento isolados produzem vento de 60 km/h a 80 km/h. Podem se formar células de tempestade isoladas, mas há impossibilidade de de previsão de horas ou dias em que vão ocorrer, uma vez que serão eventos muito localizados. Nestes casos, além de granizo grande, podem ocorrer fenômenos severos localizados de vento com rajadas acima de 100 km/h.

Embora não faça calor na maioria das cidades pela chuva, com temperatura mais alta concentrada no oeste, noroeste e norte do estado, a atmosfera estará aquecida até quinta-feira e isso favorece a formação de nuvens muito carregadas. Para complicar o quadro, frente fria avança entre quarta e quinta e vai encontrar a massa de ar muito quente. Com isso, mais temporais podem se dar na passagem da frente fria pelo Rio Grande do Sul. E, no final da semana, de sexta para sábado, um centro de baixas pressão pode gerar mais instabilidade forte.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2024 0 Comentários 414 Visualizações
Cidades

Defesa Civil alerta para inundação no Rio Jacuí a partir de Cachoeira do Sul

Por Jonathan da Silva 30/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul publicou na manhã desta terça-feira (30) um alerta válido por 24 horas para inundação no Rio Jacuí, que está em elevação a partir de Cachoeira do Sul. Em caso de contratempo devido às condições climáticas, a entidade aconselha que se busque abrigo e não se atravesse alagamentos a pé ou, mesmo, de carro. Em caso de emergência, deve-se ligar para 190 ou 193.

Alerta da Defesa Civil

Em caso de dúvida, procure informações junto à Defesa Civil da sua cidade, conheça os Planos de Contingência municipais para saber quais os riscos e como agir em caso de desastre no seu município.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2024 0 Comentários 571 Visualizações
Cidades

Defesa Civil de São Leopoldo alerta para tempestades e ventos fortes entre segunda e quarta

Por Jonathan da Silva 29/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil de São Leopoldo divulgou na manhã desta segunda-feira (29) um boletim meteorológico que, de acordo com a Sala de Situação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), alerta para riscos de tempestades isoladas, chuva, ventos fortes e risco de queda de granizo em regiões do Rio Grande do Sul. A previsão é válida até quarta-feira, dia 1º de maio.

Nesta segunda, os temporais isolados voltam a atuar em praticamente todo o território gaúcho, devido à atuação de uma região de baixa pressão e do fluxo de umidade. Na campanha, centro, sul, costa doce e região metropolitana de Porto Alegre, os volumes variam entre 25mm e 40 mm/dia, podendo passar dos 50 mm/dia na campanha e sul. Durante as instabilidades, os ventos sopram com rajadas em torno dos 40 aos 50 km/h, podendo passar dos 60 km/h.

Na terça-feira, 30 de abril, o avanço de uma frente fria sobre o oceano juntamente com o fluxo de umidade favorece as chuvas intensas, ventos fortes e eventual queda de granizo na campanha, centro, sul, costa doce e região metropolitana de Porto Alegre. Os volumes variam entre 50 a 70 mm/dia, podendo passar dos 90 mm/dia na campanha, sul e costa doce. Durante as instabilidades, os ventos sopram com rajadas em torno dos 50 aos 70 km/h, podendo passar dos 80 km/h.

A tendência é que na quarta-feira, dia 1º de maio, as instabilidades permaneçam intensas em praticamente todo o estado, com os maiores acumulados ocorrendo na metade norte e oeste do Rio Grande do Sul.

Emergência

A Defesa Civil de São Leopoldo trabalha em regime de plantão e atende pelos telefones (51) 99117-8291 e (51) 98924-7852. Qualquer situação de danos causados pela instabilidade do tempo a população pode buscar auxílio por estes canais de comunicação.

Em caso de rajadas de vento não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2024 0 Comentários 811 Visualizações
Cidades

Defesa Civil alerta para risco de tempestades isoladas e ventos fortes entre quinta e sexta no RS

Por Jonathan da Silva 25/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil de São Leopoldo divulgou na tarde desta quarta-feira (24) um boletim meteorológico que alerta para riscos de tempestades isoladas, chuvas e ventos intensos sobre o Rio Grande do Sul, em conformidade com aviso da Sala de Situação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema). A previsão é válida até sexta-feira, 26 de abril.

Nesta quinta-feira (25), há risco para chuvas e ventos pontualmente fortes, descargas elétricas e eventual queda de granizo nas regiões das Missões, oeste, centro, noroeste e norte gaúcha, devido ao fluxo de umidade oriunda do norte do país à influência de uma área de baixa pressão. A tendência que o acumulado de chuva fique entre 15mm a 40mm e nas demais regiões o tempo deve permanecer estável com certa nebulosidade.

Já na sexta-feira, dia 26, com avanço de uma frente fria sobre o oceano, juntamente com uma área de baixa pressão e o fluxo de umidade favorecem as instabilidades com chuva e ventos pontualmente fortes, descargas elétricas, eventual queda de granizo em áreas da metade sul, vales, nordeste e municípios da região metropolitana de Porto Alegre (RMPOA). Os volumes variam de 10mm a 30mm, passando de 50mm no sul do estado.

Emergência

A Defesa Civil de São Leopoldo trabalha em regime de plantão e atende pelos telefones (51) 99117-8291 e (51) 98924-7852. Qualquer situação de danos causados pela instabilidade do tempo a população pode buscar auxílio por estes canais de comunicação.

Em caso de rajadas de vento não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2024 0 Comentários 468 Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga alerta para prevenção de acidentes domésticos com crianças

Por Jonathan da Silva 10/04/2024
Por Jonathan da Silva

A pediatra do Hospital Sapiranga, Evelin Senna, alerta para medidas urgentes e cuidados básicos em relação a acidentes domésticos, que de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, ocorrem 200 mil vezes por ano envolvendo crianças, como queimaduras, quedas e afogamentos. O período de férias escolares acabou, mas a atenção de pais e responsáveis deve ser permanente com relação a acidentes no dia a dia que em muitos casos podem ser graves.

A médica expõe as principais sugestões de ações preventivas. “Para a prevenção de sufocamento, deve-se evitar talcos ou produtos em pó no bebê, manter o lençol bem firme, evitar almofadas e cobertores, e cuidar com objetos pequenos, como pregos, moedas, e tampas de caneta. Para evitar quedas, recomendam-se berços com grades altas com 6 cm de distância entre elas, além de não deixar as crianças sobre móveis e sofás sozinhos e menores em cuidados de outras crianças. Além disso, é importante também cuidar com escadas e janelas, tanques, baldes e lavatórios”, explica.

Também se fazem necessários cuidados com queimaduras com forno, panelas com cabo, lareiras, fogões a lenha, protetores de tomadas e fios elétricos. Outros aspectos se relacionam com medicações e substâncias químicas de fácil acesso e com animais domésticos, em que o contato deve ser supervisionado, visto que as crianças podem ter atitudes inesperadas e os animais também. A médica acrescenta também para que nunca deixe uma criança sair sem dar as mãos, ela sempre tem que ser guiada, principalmente em locais com grande movimentação.

De acordo com dados do Ministério da Saúde registrados pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade Infantil, que integra o DataSUS, no Brasil ocorreram 1.616 óbitos por acidentes domésticos com crianças de 0 a 14 anos no período de 2020 e 2021, sendo 792 óbitos em 2020 e 824 em 2021. Observa-se que o maior número de mortes infantis por acidentes domésticos ocorreram na faixa etária de 0 a 4 anos, com 621 óbitos em 2020 e 671 no ano de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2024 1 Comentário 474 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo recebe denúncias de focos de dengue no WhatsApp

Por Jonathan da Silva 15/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Vigilância em Saúde de Novo Hamburgo lançou nota informando que denúncias referente a focos de mosquito da dengue no município devem ser feitas exclusivamente pelo WhatsApp (51) 99831-6500. O objetivo da medida é tornar os registros mais ágeis. A partir deles, são realizados protocolo para verificação das denúncias, dentro das ações operacionais da Vigilância Sanitária, que incluem as demais atuações de combate à dengue e à proliferação do mosquito Aedes aegypti que são executadas na cidade.

Qualquer local com água limpa e parada pode se tornar um foco do mosquito da dengue. Os focos mais comuns são caixas d’água, pneus, vasos de plantas, lajes, piscinas, potes de água de animais e marquises. É nestes meios que o Aedes aegypti deixa seus ovos e se reproduz.

De acordo com dados do Painel de Casos da Dengue no Rio Grande do Sul, da Secretaria Estadual de Saúde, Novo Hamburgo soma 3.817 casos notificados de dengue em 2024.  Uma pessoa veio a óbito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/03/2024 0 Comentários 780 Visualizações
Saúde

Amrigs e SGI emitem Nota Pública sobre a dengue

Por Jonathan da Silva 14/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e a Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI) emitiram nesta terça-feira (12) uma nota pública conjunta em alerta à população sobre o aumento dos casos de dengue no estado e o decreto de situação de emergência no Rio Grande do Sul. Diante da elevação de casos confirmados até o momento em 2024 e o registro de vinte mortes pela doença, as entidades destacam a necessidade de medidas preventivas urgentes.

Segundo Dra. Rafaela Mafaciolli, infectologista e diretora de Comunicação da SGI, a situação configura uma epidemia de dengue, exigindo ações imediatas para conter a propagação do vírus.

A Nota Pública também oferece orientações sobre como identificar os sintomas e diferenciá-los de outras infecções, destacando a importância da consulta médica em casos de suspeita. Quanto às medidas preventivas, são enfatizadas a eliminação de possíveis criadouros do mosquito, o uso de repelentes e telas em janelas, além da vacinação disponível em clínicas privadas. “Um alerta que estamos reforçando é que as pessoas não se automediquem. Há riscos sérios de complicações. É preciso atenção em duas frentes: uma na prevenção, eliminando os focos do mosquito transmissor; e outra no manejo adequado dos pacientes que, infelizmente, são infectados”, afirma o presidente da Amrigs, Dr. Gerson Junqueira Jr.

Identificação dos sintomas

A dengue pode variar desde uma doença assintomática (sem sintomas), e mesmo até quadros graves, como hemorragia, podendo causar morte.

Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39°C a 40°C) com início repentino, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas. Também é comum ocorrerem náuseas e vômitos. Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante consultar um médico em caso de suspeita.

Sinais de alguma outra eventual infecção

Na fase febril, é difícil diferenciar a doença de outras enfermidades. Por isso, é importante a avaliação médica rápida em caso de suspeita e, em casos confirmados, ter acompanhamento médicos nos dias seguintes ao diagnóstico.

Médico certo

Em caso de suspeita, orienta-se procurar atendimento médico com clínico geral (podendo ser nas Unidades Básicas de Saúde), médico internista ou infectologista. Dependendo da gravidade dos sinais e sintomas do paciente, pode ser necessário procurar atendimento em unidades de pronto atendimento.

Medidas preventivas mais importantes

A principal forma de prevenir a dengue é reduzir a infestação do mosquito Aedes aegypti. Destaca-se também a eliminação de água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros (como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos), e a revisão periódica (semanal) dos focos de proliferação dos mosquitos.

O uso de repelentes, telas em janelas, também ajudam na prevenção.

Além disso, o SUS está destinando vacinas para regiões de saúde com municípios de grande porte, com alta transmissão nos últimos dez anos. O Rio Grande do Sul, inicialmente, não está nessa lista, mas estão disponíveis em clínicas privadas.

O uso de repelente

Os repelentes também ajudam a prevenção, desde que usados conforme as instruções do rótulo.

Cuidados em apartamentos

Os cuidados seguem os mesmos: não deixar água parada em vasos de plantas, colocar telas mosquiteiras nas janelas e uso de repelente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/03/2024 1 Comentário 510 Visualizações
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