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Cidades

Boletim São Leopoldo: 13 de maio

Por Marina Klein Telles 13/05/2024
Por Marina Klein Telles

Atualização Nível do Rio dos Sinos
Pelo Sistema da ANA/CRPM, o nível do Rio dos Sinos nesta segunda-feira (13), está em 5,90m pela medida das 6h15, em elevação de 1,5 cm por hora devido ao alto volume de chuvas. Nas últimas 24h, subiu 21 cm.

A Defesa Civil está em permanente alerta, especialmente diante da previsão da Sala de Situações da SEMA/RS, do alto nível de chuvas nos próximos dias.

A Prefeitura faz um alerta especial para as regiões da cidade já atingidas e alagadas pelas chuvas históricas dos últimos dias, que não retornem às suas casas e àquelas que ainda se encontram em suas residências, que saíam e busquem abrigos seguros da prefeitura ou em casas de familiares e amigos. A precipitação no último fim de semana em São Leopoldo pelo Sistema da Agência Nacional de Águas (ANA) e Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi de 62mm.

Mais de 180 mil pessoas foram impactadas diretamente pela histórica enchente que o Rio dos Sinos em São Leopoldo atingiu a marca de 8,20m, na madrugada de 4 de maio de 2024, extravasando o muro do dique e causando consequente danos ao sistema de contenção de cheias.

Entre 10 e 12 mil pessoas estão desabrigadas Sendo que até o momento já foram mapeados 88 abrigos na cidade, e outros 22 em cidades da região.

Mais de 100 mil pessoas ainda estão desalojadas Devido aos alagamentos nos seguintes bairros e comunidades: Vicentina, Paim, São Miguel, Campina, Scharlau, Jardim Fênix, Rio dos Sinos, Santos Dumont, Vila Brás, Vila Brasília, Jardim Viaduto, Vila Glória, Pinheiro, Independência, São Geraldo, Madezzati, Santa Marta e Centro.

EDUCAÇÃO: 60 escolas, entre municipais, estaduais, particulares e conveniadas foram alagadas.

SAÚDE: 14, das 26 unidades de saúde pública municipal foram alagadas.

ASSISTÊNCIA SOCIAL: 3 Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), e diversos serviços conveniados por toda a cidade foram atingidos pelas enchentes.

SERVIÇOS PÚBLICOS: Além do Centro Administrativo, diversas secretarias e órgãos de Governo também foram atingidas.

Serviço de Informações de pessoas acolhidas que atende por mensagem via whatsapp pelo nº 51 99650.8145, informando pessoas moradoras de São Leopoldo acolhidas nos abrigos.

ÓBITOS: O Município de São Leopoldo recebeu a confirmação da Secretaria Estadual de Segurança do Estado do Rio Grande do Sul, dando conta do registro de 6 óbitos na cidade em decorrência das enchentes. Os locais, e a identificação das pessoas não foi disponibilizada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 643 Visualizações
Variedades

Defesa Civil emite alerta máximo e pede evacuação imediata de mais cidades no RS

Por Marina Klein Telles 10/05/2024
Por Marina Klein Telles

As cidades de São Lourenço do Sul, Pelotas e Rio Grande, na região sul do Rio Grande do Sul (RS), estão em estado de alerta máximo desde quarta-feira (8) devido a uma mudança na direção dos ventos. A Defesa Civil recomendou a evacuação imediata da área.

O alerta é baseado na projeção de que, ainda nesta sexta-feira (10), o nível da Lagoa dos Patos atingirá 2,6 metros. No entanto, a prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas (PSDB), afirmou que a medição do nível da água não será mais divulgada, pois a régua pode cair e gerar uma falsa impressão de baixa.

No último boletim, divulgado às 11h desta sexta-feira (10), a Lagoa dos Patos alcançou 2,20 metros, o que representa 1,4 metro acima do normal. O nível do São Gonçalo continuará sendo divulgado.

Em Laranjal, as equipes da Fundação Estadual de Proteção Animal (Fepam) e da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) continuam realizando resgates de animais que foram deixados para trás. “As equipes estão saindo para fazer os resgates. Estamos usando camionetes altas; onde não é possível, utilizamos barcos. Em pouco tempo que estive lá, tivemos vários relatos. Há pelo menos 20 cachorros e gatos para resgatar”, afirma o servidor da Fepam, Maurício Sangiogo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2024 0 Comentários 370 Visualizações
Cidades

Defesa Civil de São Leopoldo alerta para risco de tempestades

Por Marina Klein Telles 10/05/2024
Por Marina Klein Telles

O nível do Rio dos Sinos em São Leopoldo está em 6,34m, as 17h15 da quinta-feira, 9 de maio, com leve declínio de 2,5cm/h.

A Defesa Civil de São Leopoldo, com base no Boletim hidrometeorológico da Sala de Situação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema/RS), publicado na quinta-feira (9), emitiu alerta para risco de tempestades a partir desta sexta-feira (10) em municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre e em grande parte das regiões do Estado.

Nesta sexta, as chuvas se espalham sobre grande parte do Estado, sendo mais intensas nas regiões Centro, próximo do Norte, Nordeste, Vales, Região Metropolitana de Porto Alegre e Litoral Norte.
Os volumes ficam em torno dos 50 mm de chuva por dia, podendo chegar a 90 mm/dia, devendo passar dos 120 mm/dia em pontos dos Vales e Serra. Os ventos sopram com rajadas de 30 Km/h a 40 Km/h.

No sábado (11), a previsão é de chuvas fortes em municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre, com volumes de 40 mm/dia a 90 mm/dia. No domingo (11), a tendência é de chuvas fortes e persistentes na Região Metropolitana de Porto Alegre, com volumes que podem variar de 80 mm/dia a 140 mm/dia. Os ventos devem soprar de 35 Km/h a 45 Km/h.

A orientação da Prefeitura de São Leopoldo é de alerta especial para as regiões da cidade já atingidas e alagadas pelas chuvas históricas dos últimos dias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2024 0 Comentários 463 Visualizações
Variedades

Pessoas resgatadas de áreas afetadas pelas enchentes do RS ainda não devem retornar para suas casas

Por Jonathan da Silva 08/05/2024
Por Jonathan da Silva

Pessoas resgatadas de áreas alagadas, inundadas ou que estão em risco de deslizamento de terra ainda não devem retornar para suas residências de acordo com orientações da Defesa Civil do Rio Grande do Sul. O alerta informa que a medida deve ser seguida principalmente por pessoas que vivem na região metropolitana de Porto Alegre.

De acordo com a Defesa Civil, as condições atuais ainda não oferecem segurança plena para o retorno dos moradores aos seus lares. O risco continua porque há previsão de novas chuvas para os próximos dias. Além dos perigos físicos, há os riscos para a saúde humana. A propagação de doenças é uma ameaça em ambientes alagados, o que representa sério risco para a saúde pública.

Foto: Defesa Civil/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2024 0 Comentários 509 Visualizações
Variedades

Enchente vai aumentar no sul do Estado e terá graves proporções

Por Marina Klein Telles 08/05/2024
Por Marina Klein Telles

A enchente no Sul do estado, pela cheia da Lagoa dos Patos, que recebe as águas dos rios e do Guaíba, será muito grande e de graves proporções, alerta a MetSul Meteorologia. A enchente, que já teve início, vai se agravar no restante desta semana e ainda na semana que vem. A quantidade de água que está descendo os cerca de 300 quilômetros entre o Guaíba e a parte Sul da Lagoa dos Patos, tecnicamente Laguna dos Patos, é colossal. Todos os rios que desaguam na Lagoa tiveram enchente recorde ou histórica. O maior deles, o Jacuí, alcançou volume absurdamente alto, o que explica a catástrofe em seu delta na Grande Porto Alegre. A usina de Dona Francisca atingiu a capacidade máxima do vertedouro (vazões de 10.600 m³/s) no final de abril.

A vazão recorde equivale à cheia decamilenar da barragem, ou seja, o que poderia se esperar em recorrência estimada uma vez a cada dez mil anos, portanto a quantidade de água que avança pela Lagoa dos Patos é extraordinária e jamais vista. A água alcançará locais em Pelotas em que jamais chegou, inclusive no Centro. Grandes áreas da quarta cidade mais populosa do estado e a maior da Metade Sul gaúcha vão ficar debaixo d´água. Em alguns locais, a inundação será severa a extrema.

O nível da Lagoa em Pelotas estava estável em 2,10 metros no meio da manhã de hoje, mas subirá. A prefeitura de Pelotas divulgou mapa de áreas de risco de inundação que cobre uma extensa área da cidade.

Não será surpresa se este mapa for ampliado para outras áreas. Não há referências históricas de onde a água pode chegar porque nunca houve evento desta magnitude, além de existir a complicação por vento que muda de direção e intensidade a cada dia.

Rio Grande deve ser outra cidade severamente afetada pelas inundações à medida que chega a maior quantidade de água vinda do Norte em direção ao canal de desague no Oceano Atlântico. Também em Rio Grande haverá inundação significativa em vários pontos.

São prováveis inundações que afetem trechos de rodovias da região com bloqueios ou totais ou parciais. Com o grande volume de águas, o tamanho das lagoas deverá se expandir com as águas inundando lavouras ainda não colhidas e atingindo o gado. Será uma situação tão extraordinária que as lagoas Mirim e dos Patos podem se unir pela inundação na região e no canal São Gonçalo, formando uma única e grande massa d´água.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2024 0 Comentários 486 Visualizações
Saúde

Guia do Centro Estadual de Vigilância em Saúde aponta riscos e cuidados com a saúde em enchentes

Por Jonathan da Silva 07/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) do Rio Grande do Sul está divulgando um guia para a população e profissionais de saúde sobre os riscos e cuidados a serem tomados em situação de enchentes, como a enfrentada pelo Rio Grande do Sul nos últimos dias. O material aborda questões como doenças transmitidas pelo contato com a água, doenças relacionadas ao consumo de água ou alimentos contaminados, entre outras.

O material traz também recomendações para as localidades onde a água já baixou e as pessoas estão retornando às casas. Nesses casos, é importante, quando possível, o uso de luvas e botas de borrachas ou outro tipo de proteção para as pernas e braços (como sacos plásticos duplos), para evitar o contato da pele com a água que pode estar contaminada.

Utensílios domésticos (panelas, copos, pratos e objetos lisos e laváveis) podem ser lavados com água e sabão, seguido de uma desinfecção com água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%), na proporção de um copo (200ml) de água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%) em quatro copos de água (800 ml). Mergulhe na solução os objetos lavados, deixando-os ali por, pelo menos, uma hora.

Pisos, paredes, bancadas e quintal podem ser limpos inicialmente com água e sabão. Em seguida, a desinfecção pode ser realizada com água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%) na proporção de 200 ml para um balde com 20 litros de água limpa, deixando agir por 30 minutos.

Leptospirose

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda e transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados. O contágio pode ocorrer a partir da pele com lesões ou mesmo em pele íntegra se imersa por longos períodos em água contaminada, além de mucosas. O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias. Os principais sintomas da leptospirose são: febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios.

A Secretaria da Saúde (SES) já recomendou a quimioprofilaxia (tratamento preventivo) para pessoas que tiveram contato prolongado com água de enchentes, assim como para os voluntários e equipes de resgate que estão entrando nas regiões de cheia.

Hepatite A

A Hepatite A é uma doença causada por um vírus que pode ser transmitido pela ingestão de água ou alimentos contaminados com esgoto/dejetos humanos, o que ocorre durante as enchentes. Devem ser observados sintomas como mal-estar, prostração, febre, mialgia, náuseas, vômitos e icterícia (pele e olhos amarelados). Nesses casos a pessoa deve procurar um médico imediatamente e relatar que teve contato com alagamentos.

A vacina Hepatite A está disponível no SUS. Excepcionalmente para situações de enchente, há aplicação em adultos.

Acidentes com animais peçonhentos

Durante eventos com excesso de chuvas, pode haver o desalojamento de alguns animais, como os peçonhentos (aranhas, serpentes, escorpiões e lacraias irão buscar locais secos). Locais mais comuns para o abrigo desses são entulhos, empilhamento de madeira, tijolos, telhas ou até na própria lama.

Em caso de acidente, lave o local da ferida com água e sabão, e mantenha a vítima sentada ou deitada. Se a ferida for na perna ou no braço, mantenha-os em posição mais elevada. Leve a vítima ao serviço de saúde mais próximo para que possa receber atendimento. Não amarre e não corte o local da ferida.

O Centro de Informações Toxicológicas (CIT) dispõe de telefone para tirar dúvidas e orientações, pelo 0800-7213000, disponível 24 horas, sete dias da semana.

Consumo de água e alimentos

Durante as enchentes, microrganismos presentes em esgotos podem se misturar à água e à lama das enxurradas, além de contaminar alimentos, utensílios e louças. Sempre que possível, deve ser mantida a hidratação a partir de água de fonte confiável.

Quando a segurança da água for questionável, filtre e ferva a água antes de utilizá-la. Ou após filtrar, coloque duas gotas de solução de água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%) para cada litro de água e aguarde 30 minutos antes de beber.

Outros agravos

Na consulta do guia na íntegra, é possível ainda obter informações quanto a tétano acidental e saúde do trabalhador (acidentes de trabalho, exposição a material biológico, intoxicações exógenas, transtornos mentais e dermatoses ocupacionais).

O guia pode ser acesso na íntegra em saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202310/23135541-guia-basico-final.pdf.

Foto: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2024 0 Comentários 478 Visualizações
Cidades

MetSul alerta que situação continuará crítica por longo período em áreas sob enchente

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

A MetSul Meteorologia alerta que o cenário crítico que se registra em Porto Alegre, na região metropolitana, dos vales e em outras cidades assoladas por enchentes seguirá com extrema gravidade por um longo período, com colapso de serviços públicos e a manutenção de alagamentos e inundações. O instituto adverte que alguns pontos de Porto Alegre e região, assim como dos vales, os mais castigados pelas cheias, serão inabitáveis por semanas a meses pela destruição das moradias, da infraestrutura e o colapso dos serviços públicos essenciais, que terão que ser reconstruídos.

O comunicado do instituto destaca que o nível do Guaíba está ainda muito perto do pico superior a 5,30 metros alcançado no fim de semana. Embora a diminuição da vazão, o nível alto da Lagoa dos Patos e o grande volume de água descendo complicam o escoamento, mesmo com condições favoráveis de vento do quadrante Norte. O MetSul relembra que isso já havia sido observado na grande enchente de 3,18 metros de setembro do ano passado.

De acordo com o instituto, o cenário se complica porque as condições meteorológicas, hoje excelentes, não vão seguir assim. “Na quarta, as áreas atingidas pelas enchentes na Grande Porto Alegre e nos vales podem voltar a ter chuva, mas não será precipitação com volumes altos que venha a interferir no nível dos rios. Na quinta, o ingresso de ar frio sem forte intensidade, além de trazer um refresco, vai ser responsável por causar vento do quadrante Sul no Norte da Lagoa dos Patos. O efeito será represamento do Guaíba que pode apresentar alta ou mesmo ter sua queda estancada ou reduzida por cerca de um dia”, explica o alerta do MetSul.

Ainda de acordo com o alerta do insituto, a maior preocupação está nos indicativos dos modelos numéricos de que entre os dias 10 e 15 de maio haveria um novo episódio de instabilidade com risco de chuva excessiva no Rio Grande do Sul. Sem os volumes do final de abril e do começo de maio, mas que podem atingir acumulados elevados. A chuva afetaria Porto Alegre e as cabeceiras dos rios que desembocam no Guaíba. Além de interferir nos níveis dos rios, a chuva poderá trazer outro desdobramento. Como a rede pluvial está inundada em Porto Alegre pelas águas do Guaíba e por outros rios nas cidades do entorno, a água da chuva não vai conseguir escoar. Não será absorvida pela macrodrenagem, já saturada e colocando água para fora hoje por bueiros e bocas de lobo sob tempo ensolarado.

Foto: Cesar Lopes/PMPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 472 Visualizações
Saúde

Vigilância em Saúde alerta para leptospirose e acidentes com animais peçonhentos

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

Em virtude das fortes chuvas no no Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) publicou nesta sexta-feira (3) um comunicado sobre os riscos de transmissão de leptospirose e acidentes com animais peçonhentos em locais com enchentes.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que é transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados pela bactéria Leptospira. O contágio pode ocorrer a partir da pele com lesões ou mesmo em pele íntegra se imersa por longos períodos em água contaminada, além de mucosas. O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias, sendo que normalmente ocorre entre sete e 14 dias após contato com as águas de enchente ou esgoto. Por esse motivo, o Cevs alerta que é importante a vigilância em saúde e a Atenção Básica dos municípios estarem atentas nos próximos dias quanto aos sintomas deste agravo.

Os principais sintomas da leptospirose são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios. A doença pode apresentar letalidade de até 40% nos casos mais graves.

O Cevs chama a atenção por meio do comunicado para aqueles municípios com alta transmissão de dengue e que foram atingidos pelas cheias para o diagnóstico diferencial entre esses agravos, já que muitos dos sintomas são similares.

Limpeza

Nos locais que tenham sido invadidos por água de chuva, recomenda-se fazer a desinfecção do ambiente com hipoclorito de sódio a 2,5%, presente na água sanitária (um copo de água sanitária para um balde de 20 litros de água).

Manter os alimentos guardados em recipientes bem fechados, manter a cozinha limpa sem restos de alimentos, retirar as sobras de alimentos ou ração de animais domésticos antes do anoitecer, manter o terreno limpo e evitar entulhos e acúmulo de objetos nos quintais são ações que ajudam a evitar a presença de roedores. A luz solar também ajuda a matar a bactéria.

Testagem laboratorial

Considerando o atual cenário de chuvas e cheias em várias regiões do estado, casos suspeitos oriundos de área de alagamento e com sintomas compatíveis com leptospirose devem iniciar tratamento medicamentoso imediato. Quando possível, deve ser coletada amostra a partir do sétimo dia do início dos sintomas para envio ao Laboratório Central do Estado (Lacen/RS).

No caso de municípios impossibilitados de envios de amostras devido às limitações diversas, a coleta pode ser enviada para laboratórios privados enquanto durar o decreto de calamidade pública no Rio Grande do Sul em razão das chuvas intensas (Decreto 57.596/2024, publicado em 01/05/2024).

Tratamento

O tratamento (antibioticoterapia) está indicado em qualquer período da doença, mas sua eficácia costuma ser maior na primeira semana do início dos sintomas. Sempre com uma avaliação de um profissional de saúde, na fase precoce são utilizados Doxiciclina ou Amoxicilina. Para a fase tardia, Penicilina cristalina, Penicilina G cristalina, Ampicilina, Ceftriaxona ou Cefotaxima .

Acidentes com animais peçonhentos

As autoridades também devem ficar alerta para o aumento na ocorrência de acidentes com animais peçonhentos, em função de deslocamentos dos habitats naturais destes animais, provocados pelas inundações. Os profissionais de saúde devem estar atentos aos fluxos de encaminhamento da sua região dos pacientes para tratamento com antivenenos.

Em casos de suspeita ou acidentes com animais peçonhentos, qualquer pessoa ou o profissional de saúde, durante o atendimento, pode contatar o Centro de Informações Toxicológicas (CIT) pelo telefone 0800-7213000, disponível 24 horas.

Mais informações estão disponíveis no site da Secretaria da Saúde.

Foto: Brigada Militar/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 528 Visualizações
Cidades

Em alerta, Defesa Civil orienta evacuação de moradores no Vale do Taquari

Por Jonathan da Silva 02/05/2024
Por Jonathan da Silva

Aa Defesa Civil do Rio Grande do Sul publicou um alerta na manhã desta quarta-feira (1) com orientação expressa para que moradores de Santa Tereza, Muçum, Roca Sales, Arroio do Meio, Encantado e Lajeado devem imediatamente deixar áreas de risco e procurar abrigos públicos ou outro local de segurança para permanecer durante a elevação de nível do rio Taquari.

A orientação da entidade se dá a partir da cheia do rio Taquari, que ultrapassou os 31 metros de elevação com os temporais que atingem o Rio Grande do Sul. Moradores da região estão em situação de extremo risco de vida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/05/2024 0 Comentários 460 Visualizações
Cidades

Temporais continuarão por vários dias no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 30/04/2024
Por Jonathan da Silva

Os temporais devem continuar ainda por vários dias no Rio Grande do Sul com intensa instabilidade de acordo com alerta da MetSul Meteorologia. As condições seguirão favoráveis à ocorrência de temporais fortes a severos, com potencial de danos. O grande risco nesta semana é a chuva em excesso, que deve provocar alagamentos, inundações e enchentes. Temporais isolados são altamente prováveis no estado até o final de semana.

De acordo com o instituto, serão ocorrências predominantemente isoladas, embora possam ser de fortes a muito fortes em alguns locais, com grande incidência de raios, granizo e vendavais. No geral, estes temporais de vento isolados produzem vento de 60 km/h a 80 km/h. Podem se formar células de tempestade isoladas, mas há impossibilidade de de previsão de horas ou dias em que vão ocorrer, uma vez que serão eventos muito localizados. Nestes casos, além de granizo grande, podem ocorrer fenômenos severos localizados de vento com rajadas acima de 100 km/h.

Embora não faça calor na maioria das cidades pela chuva, com temperatura mais alta concentrada no oeste, noroeste e norte do estado, a atmosfera estará aquecida até quinta-feira e isso favorece a formação de nuvens muito carregadas. Para complicar o quadro, frente fria avança entre quarta e quinta e vai encontrar a massa de ar muito quente. Com isso, mais temporais podem se dar na passagem da frente fria pelo Rio Grande do Sul. E, no final da semana, de sexta para sábado, um centro de baixas pressão pode gerar mais instabilidade forte.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2024 0 Comentários 356 Visualizações
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